
Harry (2408) e seu tempo amigo (foto: Arquivo Pessoal (HTJ))
São Paulo – (insônia….) – Dias desses um internauta mais exaltado escreveu que o Harry deveria se preocupar com tempos amigos. Confesso que fiquei umas três noites sem dormir. Minha preocupação obviamente nada tinha haver com a pessoa, já que uma andorinha não faz verão, mas sim porque eu nunca havia escutado essa frase: tempos amigos.
Alias como o tempo pode ser amigo? Vivemos contra ele já que a vida terrena é um determinado tempo e temos que aproveitá-lo da melhor forma. Mas o pior foi ser motivo de piadinha ao perguntar para um colega. Olha a única coisa que conheço é a revista Contra-Relógio, disparou.
Coloquei meus parcos neurônios para funcionar e deduzi que tempo amigo deve ser não se preocupar com o tempo afinal treinamos para que, né? Uns treinam para correr uma maratona e chegar a trancos e barrancos outros para correr bem. E não venham me dizer que quem corre mais rápido sofre mais do que quem corre mais lento. Quer tortura maior do que ficar com o corpo dolorido por mais de quatro horas?
Mas nada como por experiências em prática e me sentir amigo do tempo, assim hoje fui correr e deixei propositalmente meu relógio em casa. Tentei correr o mais lento possível (6min30). E cheguei a uma conclusão: correr assim é bom, porém desde que você não tenha objetivos (seja um tempo, seja uma distância a cumprir), pois sinceramente se não nos esforçarmos nos treinos estaremos patinando nas competições.
Daí não troco meu no pain no gain por nenhum friendly times da vida!
Este texto foi escrito por: Harry Thomas Jr.