
Galindez é especialista na bike (foto: Arquivo Pessoal)
São Paulo – Muitos atletas dizem que vão para a competição de 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42 de corrida para obter uma das vagas para o Ironman do Havaí, mas Oscar garante que só vai pensar nisso no dia seguinte à disputa. Estou preocupado com a prova de domingo e o Havaí será um segundo passo, depois vejo o que vou fazer. Ano passado ele teria direito de participar, mas não chegou na hora marcada para fazer a inscrição e não pode ir ao Havaí.
Sobre o volume de treinos, ele disse que teve mais facilidade nesta temporada, já que disputa essa distância há mais de seis anos e chegou a pedalar 600 quilômetros, correr 110 e nadar 25 por semana. Conhecido por ser um ótimo ciclista, ele reforçou as outras modalidades. Foram 10 semanas de treinos e aumentei a intensidade da natação e da corrida.
Em relação às edições anteriores, foram eliminados os trechos de bike que passavam pela Praia da Daniela, Jurerê (tradicional) e ainda a Universidade Federal de Santa Catarina, que agora serão cumpridos na Via Expressa Sul no caminho para o aeroporto, passando pelos túneis, fato que preocupa Galindez. Ali vai juntar muita gente indo e voltando e pode acontecer vácuo, espero que não interfira na minha prova.
Vento – Outro fator agravante do novo trecho é o vento característico do local. Venta muito naquela região, o que pode dificultar um pouco. Em compensação, o asfalto lá é bem liso, então acho que não vai alterar muito o tempo da prova, ressalta.
O Ironman Brasil acontece em Florianópolis neste domingo (25) e terá cobertura on line do Webrun direto da Ilha da Magia, a partir das 6h.
Este texto foi escrito por: Alexandre Koda