
Bofe Team (foto: Harry Thomas Jr / www.webrun.com.br)
Não dei a nota, não porque se tratava de gays quem disse que gay não corre? mas sim, por não se tratar de corrida. Dias depois nada menos nada mais que o Gilberto Dimenstein da mesma Folha, escreve uma coluna exclusiva sobre o assunto.
Antes que o Dimenstein o faça, faço um tributo ao trio da bem humorada equipe Bofe que cliquei na última São Silvestre. Se eles são gays ou não, pouco importa, o que importa nesta imagem é a atitude de pôr a causa rosa para correr. Gostei!
Ano passado, durante a realização da Parada Gay que emplaca mais gente que em todas as maratonas do mundo juntas cerca dois milhões de pessoas houve dentro da programação a Corrida da Diversidade, realizada na USP, que reuniu a comunidade GLS.
Mesmo bem menor que uma parada Gay, para quem não é do mundo da corrida fica difícil entender porque a Corrida de São Silvestre tem um contingente de polícia em grandes proporções. Sabemos que em boa parte das corridas as maiores autoridades são os marrozinhos do CET, e olha, que em nossos eventos reunimos facilmente cinco, 10 até 20 mil participantes e, em centenas de corridas que já fui, nunca presenciei um único safanão de corredor para corredor, muito menos uma briga. Acho que é esse espírito de corredor que faz nosso mundinho ser tão especial.
E viva a diversidade!
Este texto foi escrito por: Harry Thomas Jr.