Participante da 1ª edição Ironman em SC relata seu amor pela prova

Redação Webrun | Triathlon · 02 jun, 2011

Vladimir acompanha mais uma edição da prova em Floripa (foto: Monique Barleben/www.webrun.com.br)
Vladimir acompanha mais uma edição da prova em Floripa (foto: Monique Barleben/www.webrun.com.br)

Há dez anos, quando o Ironman Brasil chegou pela primeira vez a Florianópolis, Vladimir Auragov era um dos 470 triatletas que estava presente no evento, mas nesta edição de 2011 o porto alegrense voltou à Ilha da Magia não como participante da disputa, mas para prestigiar a maior prova de triatlhon da America Latina, realizada no domingo (29/05). “Fiz uma corrida de aventura na Praia do Rosa no sábado e decidi ficar para assistir a competição”, diz o corredor de 50 anos, que até hoje não esquece de seu primeiro Iron.

“É uma sensação maravilhosa fazer uma prova como essa, afinal o Ironman está agregado ao cotidiano, pois desde o momento que a gente acorda começam diversos desafios”, diz Vladimir. O veterano explica que muitas coisas mudaram desde a época de sua estreia no Iron. “Hoje temos mais tecnologia, tanto em nutrição, como em outros produtos esportivos. As planilhas também oferecem treinos extremamente eficazes, que aumentaram bastante a perfomance”, constata.

O corredor também ressalta que no início na década passada os triatletas saíam da água com o tempo de uma hora, em média, mas atualmente alguns competidores chegam a finalizar a primeira parte da disputa na casa dos 40 minutos. “Quem faz bem o dever de casa, segue planilha direitinho, consegue tornar a prova um passeio, porque sempre tem muita gente apoiando e aplaudindo os participantes durante o percurso. A largada, por exemplo, é uma emoção indescritível”, acrescenta Vlamir.

“Florianópolis é excelente para fazer triatlhon, com um percurso plano e um visual belíssimo, além da infra-estrutura da região e da boa organização. É sempre bom conciliar uma viagem num lugar agradável, com bom percurso e chances de se obter índices melhores”, comenta Auragov, que não deixa de contemplar o evento e ainda pensa em repetir a experiência. “Numa das vezes que estive aqui fui voluntário para dar apoio no mar, cheguei até a resgatar um neozelandês que estava com o zíper aberto do neoprene, quase desistindo. A meta agora é voltar a competir”, finaliza.

Para o organizador Carlos Galvão, o Ironman também é especial, já que a Latim Sports organiza cerca de 35 eventos anualmente, mas só o Iron corresponde a um trabalho de 12 meses, envolvendo mais de mil pessoas. “É uma satisfação enorme realizar mais uma edição aqui em Florianópolis, pois esse evento não é apenas um destaque no cenário latino americano, mas como também mundial”, acredita.

Este texto foi escrito por: Monique Barleben

Redação Webrun

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