Sirlene

Sirlene e Geovane correm Desafio Mata Atlântica

Corridas de Rua · 01 jul, 2008

Sirlene Pinho e Geovane de Jesus Santos estarão presentes na terceira edição do Desafio da Mata Atlântica A Tribuna Cubatão, competição que acontece no próximo sábado (cinco). O palco será o Caminho do Mar (Estrada Velha) e a disputa é apontada como uma das mais difíceis do Brasil, com 7,5 quilômetros só de subida íngreme, sem um trecho plano sequer.

Os dois, que já fizeram dobradinha na Meia Maratona A Tribuna Pria Grande de 2005, treinam em Águas de Lindóia focados nessa competição. Sirlene, que era apontada como uma das atletas a representar o Brasil em Pequim, agora quer deixar para trás os resultados ruins que a deixaram de fora dos Jogos.

“Depois que não consegui a vaga, fiquei duas semanas desanimada, sem vontade de treinar, sem querer falar com ninguém. Eu me isolei, mas agora estou animada e sei que tenho muito a render”, conta a atleta terceira colocada no Desafio da Mata Atlântica na edição de estréia, em 2006.

Preparação - “Naquele ano eu estava voltando de lesão e na semana da prova sofri uma queda e machuquei o joelho. Também fiz a minha preparação em Santos e não treinei morros, como deveria. Agora estou muito bem física e psicologicamente e fiz muito morro”, destaca.

A principal adversária será, sem dúvida, Marizete Rezende, atual bicampeã da prova e especalista em provas de subidas. “Ela é uma excelente corredora, principalmente quando tem subida. Conhece bem a prova, a respeito muito, mas estou confiante neste ano”, acrescenta a atleta de 31 anos, campeã da Maratona de Buenos Aires, na Argentina, em 2007.

Já Geovane, foi o 12º na edição de estréia e agora se sente mais bem preparado para brigar pelas primeiras posições. “Vou sair com os favoritos e tentar surpreender”, afirmou o atleta, que estuda qual prova disputar, a Meia do Rio ou a Maratona de Buenos Aires, onde foi bicampeão em 2005 e 2006.

A largada da competição será às 9h próximo ao Portão da Refinaria Presidente Bernardes, da Petrobras, e ao Cruzeiro Quinhentista, em Cubatão. Os 10 melhores do masculino e do feminino dividirão uma premiação de R$ 33 mil, com R$ 4 mil aos vencedores, R$ 3 mil aos vices e R$ 2,5 mil aos terceiros colocados.


Sirlene e Geovane correm Desafio Mata Atlântica

Corridas de Rua · 01 jul, 2008

Sirlene Pinho e Geovane de Jesus Santos estarão presentes na terceira edição do Desafio da Mata Atlântica A Tribuna Cubatão, competição que acontece no próximo sábado (cinco). O palco será o Caminho do Mar (Estrada Velha) e a disputa é apontada como uma das mais difíceis do Brasil, com 7,5 quilômetros só de subida íngreme, sem um trecho plano sequer.

Os dois, que já fizeram dobradinha na Meia Maratona A Tribuna Pria Grande de 2005, treinam em Águas de Lindóia focados nessa competição. Sirlene, que era apontada como uma das atletas a representar o Brasil em Pequim, agora quer deixar para trás os resultados ruins que a deixaram de fora dos Jogos.

“Depois que não consegui a vaga, fiquei duas semanas desanimada, sem vontade de treinar, sem querer falar com ninguém. Eu me isolei, mas agora estou animada e sei que tenho muito a render”, conta a atleta terceira colocada no Desafio da Mata Atlântica na edição de estréia, em 2006.

Preparação - “Naquele ano eu estava voltando de lesão e na semana da prova sofri uma queda e machuquei o joelho. Também fiz a minha preparação em Santos e não treinei morros, como deveria. Agora estou muito bem física e psicologicamente e fiz muito morro”, destaca.

A principal adversária será, sem dúvida, Marizete Rezende, atual bicampeã da prova e especalista em provas de subidas. “Ela é uma excelente corredora, principalmente quando tem subida. Conhece bem a prova, a respeito muito, mas estou confiante neste ano”, acrescenta a atleta de 31 anos, campeã da Maratona de Buenos Aires, na Argentina, em 2007.

Já Geovane, foi o 12º na edição de estréia e agora se sente mais bem preparado para brigar pelas primeiras posições. “Vou sair com os favoritos e tentar surpreender”, afirmou o atleta, que estuda qual prova disputar, a Meia do Rio ou a Maratona de Buenos Aires, onde foi bicampeão em 2005 e 2006.

A largada da competição será às 9h próximo ao Portão da Refinaria Presidente Bernardes, da Petrobras, e ao Cruzeiro Quinhentista, em Cubatão. Os 10 melhores do masculino e do feminino dividirão uma premiação de R$ 33 mil, com R$ 4 mil aos vencedores, R$ 3 mil aos vices e R$ 2,5 mil aos terceiros colocados.

Sirlene não completa prova e está fora de Pequim, confira a equipe do Brasil

Maratona · 11 maio, 2008

A brasileira Sirlene Pinho competiu neste domingo (11) a Maratona de Praga, na República Tcheca, mas não completou a prova e abandonou o sonho de ir a Pequim. Segundo informações do site oficial, há registro da passagem dela até o quilômetro 30.

Nos 10 primeiros quilômetros ela marcou 36min17 e ocupava a oitava posição, à frente apenas da marroquina Nicole Klinger; nos 20 quilômetros ela manteve a mesma posição com 1h13min33 e na passagem da meia tinha 1h17min46. Seu último registro aponta 1h53min19 nos 30 quilômetros e pelo o que indica o site da propva ela deve ter abandonado antes do quilômetro 40, já que não aparece na listagem deste "checkpoint".

Sirlene já havia tentado o índice na Maratona de Turim, em abril, mas também teve que abandonar no meio da disputa, pois amanheceu com fortes dores de cabeça e no quilômetro 21 percebeu que não daria mais para seguir em frente. O objetivo era completar a maratona em 2h34min e ficar abaixo do índide A exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), que é de 2h37min.

Como hoje era o último dia estabelecido pela CBAt para os atletas obterem o índice, a única representante brasileira na maratona será Marily dos Santos, que obteve o índice A na Maratona de Santa Catarina no último dia 20. A alagoana registrou o tempo de 2h36min21 e participará de sua primeira olimpíada.

Homens - Já entre os homens, a delegação brasileira terá força máxima com: Marílson Gomes, José Telles e Franck Caldeira. Marílson garantiu a vaga ao registrar 2h08min37 na Maratona de Londres no ano passado. Já Telles estabeleceu 2h12min23 em Milão também ano passado, enquanto Franck ostenta 2h12min32 obtido em Paris no último dia seis de abril.

Vanderlei Cordeiro de Lima, que tentaria a vaga na Maratona de Praga, não se recuperou de uma lesão e eliminou a possibilidade de participar de sua quarta olimpíada.Vale lembrar que a Maratona Olímpica será no dia 23 de agosto, no Estádio Nacional, em Pequim.


Sirlene não completa prova e está fora de Pequim, confira a equipe do Brasil

Maratona · 11 maio, 2008

A brasileira Sirlene Pinho competiu neste domingo (11) a Maratona de Praga, na República Tcheca, mas não completou a prova e abandonou o sonho de ir a Pequim. Segundo informações do site oficial, há registro da passagem dela até o quilômetro 30.

Nos 10 primeiros quilômetros ela marcou 36min17 e ocupava a oitava posição, à frente apenas da marroquina Nicole Klinger; nos 20 quilômetros ela manteve a mesma posição com 1h13min33 e na passagem da meia tinha 1h17min46. Seu último registro aponta 1h53min19 nos 30 quilômetros e pelo o que indica o site da propva ela deve ter abandonado antes do quilômetro 40, já que não aparece na listagem deste "checkpoint".

Sirlene já havia tentado o índice na Maratona de Turim, em abril, mas também teve que abandonar no meio da disputa, pois amanheceu com fortes dores de cabeça e no quilômetro 21 percebeu que não daria mais para seguir em frente. O objetivo era completar a maratona em 2h34min e ficar abaixo do índide A exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), que é de 2h37min.

Como hoje era o último dia estabelecido pela CBAt para os atletas obterem o índice, a única representante brasileira na maratona será Marily dos Santos, que obteve o índice A na Maratona de Santa Catarina no último dia 20. A alagoana registrou o tempo de 2h36min21 e participará de sua primeira olimpíada.

Homens - Já entre os homens, a delegação brasileira terá força máxima com: Marílson Gomes, José Telles e Franck Caldeira. Marílson garantiu a vaga ao registrar 2h08min37 na Maratona de Londres no ano passado. Já Telles estabeleceu 2h12min23 em Milão também ano passado, enquanto Franck ostenta 2h12min32 obtido em Paris no último dia seis de abril.

Vanderlei Cordeiro de Lima, que tentaria a vaga na Maratona de Praga, não se recuperou de uma lesão e eliminou a possibilidade de participar de sua quarta olimpíada.Vale lembrar que a Maratona Olímpica será no dia 23 de agosto, no Estádio Nacional, em Pequim.

Sirlene Pinho faz domingo última tentativa de ir a Pequim

Corridas de Rua · 09 maio, 2008

O próximo domingo (11) é a data limite estabelecida pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para os atletas brasileiros estabelecerem o índice da maratona olímpica e conquistarem o direito de estar nas Olimpíadas de Pequim. Sirlene Pinho, que há seis semanas desistiu da disputa da Maratona de Turim (Itália) no meio do percurso, agora competirá em Praga (República Tcheca) de olho no índice A.

A baiana radicada em Santos precisará correr abaixo de 2h37 nessa que será sua sexta disputa na distância de 42,195 metros. Ela tem no currículo o título da Maratona de Buenos Aires, na Argentina, e o bronze no Pan Rio, ambos em 2007, além do vice na Maratona de São Paulo, em sua estréia na disputa, em 2005.

“Fiz uma cirurgia no ovário recentemente, mas tinha treinado bem, só que no dia da prova acordei com dor de cabeça e como vi que não atingiria o meu objetivo, decidi parar no km 21”, explica sobre a única maratona que não completou. Para a competição do próximo domingo ela se diz concentrada e sabe exatamente o que precisa fazer. “Tenho quatro ritmos para chegar ao índice. Vou largar com o ritmo de 3min39 segundos por quilômetro, para fechar em 2h34”.

Tranquilidade - Ela diz ainda que basta ter tranqüilidade e que ela mesma será sua única adversária. “Se eu quebrar no meio do caminho, tenho outras opções para chegar até os 2h36min50. Estou indo animada e bem focada”. Na Maratona de Buenos Aires ela havia obtido o índice B, mas Marily dos Santos conquistou o índice A durante a prova de Santa Catarina em abril e agora obriga mais duas atletas a correrem na casa das 2h37min.

Ela estará longe da filha Beatriz no dia das mães e não terá muito tempo para comemorar a data nem na próxima semana, pois terá a disputa dos 10 km Tribuna FM, tradicional corrida que acontece em Santos. “Espero competir na minha cidade com a vaga olímpica garantida para comemorar com todos os meus amigos. Esta prova é sensacional e, além disso, a Bia estará lá para torcer por mim. Só isso já vale muito, sem contar a festa que é, tanto com o público quanto com os atletas”.


Sirlene Pinho faz domingo última tentativa de ir a Pequim

Corridas de Rua · 09 maio, 2008

O próximo domingo (11) é a data limite estabelecida pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para os atletas brasileiros estabelecerem o índice da maratona olímpica e conquistarem o direito de estar nas Olimpíadas de Pequim. Sirlene Pinho, que há seis semanas desistiu da disputa da Maratona de Turim (Itália) no meio do percurso, agora competirá em Praga (República Tcheca) de olho no índice A.

A baiana radicada em Santos precisará correr abaixo de 2h37 nessa que será sua sexta disputa na distância de 42,195 metros. Ela tem no currículo o título da Maratona de Buenos Aires, na Argentina, e o bronze no Pan Rio, ambos em 2007, além do vice na Maratona de São Paulo, em sua estréia na disputa, em 2005.

“Fiz uma cirurgia no ovário recentemente, mas tinha treinado bem, só que no dia da prova acordei com dor de cabeça e como vi que não atingiria o meu objetivo, decidi parar no km 21”, explica sobre a única maratona que não completou. Para a competição do próximo domingo ela se diz concentrada e sabe exatamente o que precisa fazer. “Tenho quatro ritmos para chegar ao índice. Vou largar com o ritmo de 3min39 segundos por quilômetro, para fechar em 2h34”.

Tranquilidade - Ela diz ainda que basta ter tranqüilidade e que ela mesma será sua única adversária. “Se eu quebrar no meio do caminho, tenho outras opções para chegar até os 2h36min50. Estou indo animada e bem focada”. Na Maratona de Buenos Aires ela havia obtido o índice B, mas Marily dos Santos conquistou o índice A durante a prova de Santa Catarina em abril e agora obriga mais duas atletas a correrem na casa das 2h37min.

Ela estará longe da filha Beatriz no dia das mães e não terá muito tempo para comemorar a data nem na próxima semana, pois terá a disputa dos 10 km Tribuna FM, tradicional corrida que acontece em Santos. “Espero competir na minha cidade com a vaga olímpica garantida para comemorar com todos os meus amigos. Esta prova é sensacional e, além disso, a Bia estará lá para torcer por mim. Só isso já vale muito, sem contar a festa que é, tanto com o público quanto com os atletas”.

Sirlene Pinho vence Nextel 10k BH

Corridas de Rua · 20 ago, 2007

Quase duas mil pessoas participaram da segunda edição da corrida Nextel 10k Belo Horizonte. Com largada e chegada na Praça da Liberdade, os vencedores da competição foram Sirlene Pinho e Lindomar de Oliveira.

Essa foi a primeira prova da brasileira após os Jogos Pan-americanos do Rio. “Procurei ficar entre as primeiras no início e depois forcei um pouco e abri uma boa vantagem. No final, só administrei a vitória, sem me preocupar com o tempo”, conta Sirlene que terminou a prova em 35min34s28. Agora ela compete no próximo fim de semana da Meia Maratona de Praia Grande e, em seguida, da Meia Maratona do Rio de Janeiro.

De acordo com a atleta, seu principal objetivo agora é garantir uma vaga na maratona da Olimpíada de Pequim, no ano que vem. Para isso, tentará o índice em março numa maratona a ser definida na Espanha.

Homens - A prova masculina Nextel 10k teve disputa acirrada. O campeão, Lindomar de Oliveira, correu forte nos últimos metros da prova, ultrapassou o líder e caiu logo que cruzou a linha de chegada em primeiro.

O esforço na chegada foi muito grande, principalmente porque a subida é forte no último quilômetro. Senti um pouco, mas não queria perder de jeito nenhum“, revela o primeiro colocado.

Já o Campeão do ano passado, Anoé lamentou ser ultrapassado a poucos metros da chegada. “Senti um pouco a subida no último trecho do percurso e faltou gás”, disse o corredor do Cruzeiro. “Vou tentar vencer novamente no ano que vem.”

Pódio -

Feminino
1ª Sirlene Souza Pinho - 35min34s28
2ª Andrea Lima - 36min38s59
3ª Roselaine de Souza Silva - 37min11s02
4ª Maria Clara Castro - 40min33s00
5ª Juliana Caixeta Braga - 41min20s00

Masculino
1º Lindomar Modesto de Oliveira - 30min07s20
2º Anoé dos Santos - 30min10s33
3º Márcio Ribeiro - 30min21s98
4º Leonardo Vieira Guedes - 30min23s20
5º Cristiano da Silva Machado - 30min42s78


Sirlene Pinho vence Nextel 10k BH

Corridas de Rua · 20 ago, 2007

Quase duas mil pessoas participaram da segunda edição da corrida Nextel 10k Belo Horizonte. Com largada e chegada na Praça da Liberdade, os vencedores da competição foram Sirlene Pinho e Lindomar de Oliveira.

Essa foi a primeira prova da brasileira após os Jogos Pan-americanos do Rio. “Procurei ficar entre as primeiras no início e depois forcei um pouco e abri uma boa vantagem. No final, só administrei a vitória, sem me preocupar com o tempo”, conta Sirlene que terminou a prova em 35min34s28. Agora ela compete no próximo fim de semana da Meia Maratona de Praia Grande e, em seguida, da Meia Maratona do Rio de Janeiro.

De acordo com a atleta, seu principal objetivo agora é garantir uma vaga na maratona da Olimpíada de Pequim, no ano que vem. Para isso, tentará o índice em março numa maratona a ser definida na Espanha.

Homens - A prova masculina Nextel 10k teve disputa acirrada. O campeão, Lindomar de Oliveira, correu forte nos últimos metros da prova, ultrapassou o líder e caiu logo que cruzou a linha de chegada em primeiro.

O esforço na chegada foi muito grande, principalmente porque a subida é forte no último quilômetro. Senti um pouco, mas não queria perder de jeito nenhum“, revela o primeiro colocado.

Já o Campeão do ano passado, Anoé lamentou ser ultrapassado a poucos metros da chegada. “Senti um pouco a subida no último trecho do percurso e faltou gás”, disse o corredor do Cruzeiro. “Vou tentar vencer novamente no ano que vem.”

Pódio -

Feminino
1ª Sirlene Souza Pinho - 35min34s28
2ª Andrea Lima - 36min38s59
3ª Roselaine de Souza Silva - 37min11s02
4ª Maria Clara Castro - 40min33s00
5ª Juliana Caixeta Braga - 41min20s00

Masculino
1º Lindomar Modesto de Oliveira - 30min07s20
2º Anoé dos Santos - 30min10s33
3º Márcio Ribeiro - 30min21s98
4º Leonardo Vieira Guedes - 30min23s20
5º Cristiano da Silva Machado - 30min42s78

Sirlene Pinho: longe da família e perto do ouro no Pan

Maratona · 03 jul, 2007

A corredora Sirlene Pinho, que faz parte da equipe brasileira de atletismo e vai disputar a maratona nos jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, intensifica seus treinos em busca da medalha de ouro. Essa é a primeira vez que a brasileira representa o país no Pan. Mas para isso ela teve que ficar longe da família.

Sirlene se prepara na cidade de Águas de Lindóia e só deve ir para a capital carioca bem próximo da competição. “Preparação para o Pan é focar no evento e esquecer de todo o resto. Estou sem ver minha filha há três semanas. Teve a primeira competição de natação dela e eu não pude ver por causa do treinamento”, conta a mãe coruja de Beatriz.

A carreira de Sirlene começou meio que por acaso. A brasileira foi descoberta pelo ultramaratonista Valmir Nunes quando trabalhava como empregada doméstica em sua residência em Santos. Baiana, ela se mudou para a cidade santista quando era adolescente.

De lá para cá muita coisa aconteceu na sua vida e na sua carreia. A vaga do Pan veio no final do ano passado quando completou a Maratona de Amsterdã em 2h35min45. A marca lhe garantiu a segunda colocação do ranking brasileiro da modalidade, atrás apenas da maratonista Márcia Narloch.

Mas no último dia 24, Sirlene participou da Meia Maratona do Rio como preparação para o Pan. Na prova ela venceu sua companheira de equipe e também rival Márcia Narloch.

Sobre a cidade do Rio de Janeiro o que mais preocupa Sirlene é a umidade. “No Rio é difícil correr por causa da umidade, mas é um clima bom e o percurso é plano”, afirma. Além disso, ela terá um incentivo a mais para garantir o pódio. “Eu acho que a paisagem carioca inspira a gente, mas o que eu realmente espero é que a torcida esteja presente no Pan incentivando a gente”, convida.

A Maratona feminina do Pan será realizada no dia 22 de julho no Parque do Flamengo. Mas os Jogos Pan-americanos começam antes, 13 de julho, com a cerimônia de abertura.


Sirlene Pinho: longe da família e perto do ouro no Pan

Maratona · 03 jul, 2007

A corredora Sirlene Pinho, que faz parte da equipe brasileira de atletismo e vai disputar a maratona nos jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, intensifica seus treinos em busca da medalha de ouro. Essa é a primeira vez que a brasileira representa o país no Pan. Mas para isso ela teve que ficar longe da família.

Sirlene se prepara na cidade de Águas de Lindóia e só deve ir para a capital carioca bem próximo da competição. “Preparação para o Pan é focar no evento e esquecer de todo o resto. Estou sem ver minha filha há três semanas. Teve a primeira competição de natação dela e eu não pude ver por causa do treinamento”, conta a mãe coruja de Beatriz.

A carreira de Sirlene começou meio que por acaso. A brasileira foi descoberta pelo ultramaratonista Valmir Nunes quando trabalhava como empregada doméstica em sua residência em Santos. Baiana, ela se mudou para a cidade santista quando era adolescente.

De lá para cá muita coisa aconteceu na sua vida e na sua carreia. A vaga do Pan veio no final do ano passado quando completou a Maratona de Amsterdã em 2h35min45. A marca lhe garantiu a segunda colocação do ranking brasileiro da modalidade, atrás apenas da maratonista Márcia Narloch.

Mas no último dia 24, Sirlene participou da Meia Maratona do Rio como preparação para o Pan. Na prova ela venceu sua companheira de equipe e também rival Márcia Narloch.

Sobre a cidade do Rio de Janeiro o que mais preocupa Sirlene é a umidade. “No Rio é difícil correr por causa da umidade, mas é um clima bom e o percurso é plano”, afirma. Além disso, ela terá um incentivo a mais para garantir o pódio. “Eu acho que a paisagem carioca inspira a gente, mas o que eu realmente espero é que a torcida esteja presente no Pan incentivando a gente”, convida.

A Maratona feminina do Pan será realizada no dia 22 de julho no Parque do Flamengo. Mas os Jogos Pan-americanos começam antes, 13 de julho, com a cerimônia de abertura.

Depois de confusão, Sirlene é considerada campeã da Corrida dos Reis

Corridas de Rua · 02 fev, 2007

No começo de janeiro aconteceu em São Caetano do Sul (SP) a tradicional Corrida dos Reis. Na ocasião um tumulto de atletas, na retirada dos chips, originou confusão e a desclassificação da campeã da prova, Sirlene Pinho.

A desordem aconteceu porque muitos atletas foram retirar os chips após o horário estipulado pela organização. No dia da competição, um dos organizadores do evento e também Secretário de Esportes de São Caetano, Mauro Chekin, disse que havia um regulamento claro sobre os horários de retirada. Mas ele afirmou que as pessoas geralmente não lêem esse tipo de informação.

Entre os esportistas, estava a atleta profissional Sirlene Pinho. Com problemas na retirada do chip, ela pegou o aparelho eletrônico de outra competidora. Logo após, a maratonista correu e venceu. Mas os organizadores a desclassificaram alegando que ela correu em nome de outra inscrita, o que era proibido.

Sirlene Pinho - Um mês após o ocorrido, Sirlene esclareceu alguns fatos sobre a Corrida dos Reis de São Caetano. De acordo com a atleta, ela trocou o chip porque havia entendido que poderia fazer isso.

“Antes da prova, eu perguntei para o Wilson Parreras (um dos organizadores do evento) se poderia trocar de chip e ele fez um gesto com a mão. Eu entendi que poderia trocar. Nesse intervalo de tempo, dois seguranças me pegaram e me levaram para o secretário (Mauro Chekin, outro organizador do evento) dizendo que eu tinha pegado outro chip. Ele disse que eu podia trocar o nome da moça, que me deu o chip, pelo meu”, conta.

Depois da autorização, Sirlene participou da prova como de costume e, além disso, garantiu o primeiro lugar, que contou com pódio e premiação para a atleta. Ainda no mesmo dia, após as festividades, os organizadores a desclassificaram, mas a atleta já havia ido embora do evento.

“Não me avisaram que eu fui desclassificada. Aí eu coloquei a advogada para falar com o Parreras e ele disse que eu realmente estava desclassificada”, revela a atleta, que ficou sem entender e se sentiu prejudicada pela atitude da organização.

“Depois alguém disse que eu cheguei no cara da Chiptiming (empresa que controla a cronometragem) e falei que meu nome estava errado. Jamais eu faria isso. Eu estava lá para trabalhar”, conta.

Hoje na listagem oficial da prova seu nome consta como a primeira colocada. O Webrun tentou falar com o secretário Mauro Chekin para esclerecer a situção. Mas ele pediu para o auxiliar administrativo da Detur (Diretoria de Esportes e Turismo da Prefeitura de São Caetano do Sul), Américo Tomás da Costa, atender o Webun.

Indagado sobre a desclassificação, Américo Tomás disse que Sirlene entrou com recurso para garantir a primeira colocação. “Ela entrou com recurso em tempo hábil, de acordo com o regulamento e foi entendido que não havia motivo para desclassificá-la e foi revista a decisão do árbitro da prova”.

Américo Tomás ainda afirmou que Sirlene pegou o chip direto da empresa de cronometragem. “Ela chegou, correu, e venceu a prova, não importa se ela estava com o chip que ela não pegou da organização, como deveria ter feito. Tanto que antes da corrida, ela esteve com o pessoal da cronometragem e saiu de lá com o chip no nome dela e não com o nome da outra pessoa. Por isso entendeu-se que não havia motivo para desclassifica-la”, revela.

Após o recurso, Sirlene Pinho foi considerada campeã da competição. Esse foi o segundo título da atleta na prova de Reis de São Caetano do Sul.


Depois de confusão, Sirlene é considerada campeã da Corrida dos Reis

Corridas de Rua · 02 fev, 2007

No começo de janeiro aconteceu em São Caetano do Sul (SP) a tradicional Corrida dos Reis. Na ocasião um tumulto de atletas, na retirada dos chips, originou confusão e a desclassificação da campeã da prova, Sirlene Pinho.

A desordem aconteceu porque muitos atletas foram retirar os chips após o horário estipulado pela organização. No dia da competição, um dos organizadores do evento e também Secretário de Esportes de São Caetano, Mauro Chekin, disse que havia um regulamento claro sobre os horários de retirada. Mas ele afirmou que as pessoas geralmente não lêem esse tipo de informação.

Entre os esportistas, estava a atleta profissional Sirlene Pinho. Com problemas na retirada do chip, ela pegou o aparelho eletrônico de outra competidora. Logo após, a maratonista correu e venceu. Mas os organizadores a desclassificaram alegando que ela correu em nome de outra inscrita, o que era proibido.

Sirlene Pinho - Um mês após o ocorrido, Sirlene esclareceu alguns fatos sobre a Corrida dos Reis de São Caetano. De acordo com a atleta, ela trocou o chip porque havia entendido que poderia fazer isso.

“Antes da prova, eu perguntei para o Wilson Parreras (um dos organizadores do evento) se poderia trocar de chip e ele fez um gesto com a mão. Eu entendi que poderia trocar. Nesse intervalo de tempo, dois seguranças me pegaram e me levaram para o secretário (Mauro Chekin, outro organizador do evento) dizendo que eu tinha pegado outro chip. Ele disse que eu podia trocar o nome da moça, que me deu o chip, pelo meu”, conta.

Depois da autorização, Sirlene participou da prova como de costume e, além disso, garantiu o primeiro lugar, que contou com pódio e premiação para a atleta. Ainda no mesmo dia, após as festividades, os organizadores a desclassificaram, mas a atleta já havia ido embora do evento.

“Não me avisaram que eu fui desclassificada. Aí eu coloquei a advogada para falar com o Parreras e ele disse que eu realmente estava desclassificada”, revela a atleta, que ficou sem entender e se sentiu prejudicada pela atitude da organização.

“Depois alguém disse que eu cheguei no cara da Chiptiming (empresa que controla a cronometragem) e falei que meu nome estava errado. Jamais eu faria isso. Eu estava lá para trabalhar”, conta.

Hoje na listagem oficial da prova seu nome consta como a primeira colocada. O Webrun tentou falar com o secretário Mauro Chekin para esclerecer a situção. Mas ele pediu para o auxiliar administrativo da Detur (Diretoria de Esportes e Turismo da Prefeitura de São Caetano do Sul), Américo Tomás da Costa, atender o Webun.

Indagado sobre a desclassificação, Américo Tomás disse que Sirlene entrou com recurso para garantir a primeira colocação. “Ela entrou com recurso em tempo hábil, de acordo com o regulamento e foi entendido que não havia motivo para desclassificá-la e foi revista a decisão do árbitro da prova”.

Américo Tomás ainda afirmou que Sirlene pegou o chip direto da empresa de cronometragem. “Ela chegou, correu, e venceu a prova, não importa se ela estava com o chip que ela não pegou da organização, como deveria ter feito. Tanto que antes da corrida, ela esteve com o pessoal da cronometragem e saiu de lá com o chip no nome dela e não com o nome da outra pessoa. Por isso entendeu-se que não havia motivo para desclassifica-la”, revela.

Após o recurso, Sirlene Pinho foi considerada campeã da competição. Esse foi o segundo título da atleta na prova de Reis de São Caetano do Sul.

Sirlene Pinho quer chegar entre as cinco primeiras da São Silvestre

Corridas de Rua · 20 dez, 2006

Natural da Bahia, a maratonista Sirlene Pinho aparece como umas das favoritas da São Silvestre. Com seu jeito quieto, ela não gosta de afirmar que irá conquistar o primeiro lugar da prova paulista. Mas atrás da aparência frágil e feminina, Sirlene esconde muita garra, determinação e força de vontade. Isso tudo pode ser revelado no dia 31 de dezembro.

“Vou tentar chegar entre as cinco primeiras colocadas. Eu não falo que vou ganhar porque é uma cobrança muito grande. Se eu falo que vou ganhar, quando chego na prova acabo pensando nisso e acabo me desconcentrando”, revela Sirlene.

Essa será a terceira vez que a brasileira participa da São Silvestre. Seu melhor resultado na prova foi em 2003, quando conquistou o quinto lugar. Agora, mais experiente, Sirlene acredita que poderá fazer uma boa corrida se largar com cautela. “O trecho mais difícil da São Silvestre é o começo da prova, porque todo mundo larga forte e você ainda não está no seu ritmo. Isso pode quebrar um atleta”, conta.

De acordo com a baiana, seus treinos não estão muito fortes. Ela ainda se recupera da Maratona de Amsterdã, que aconteceu em outubro. “Fiz a Maratona de Amsterdã em outubro, depois descansei e faz um mês que voltei aos treinos”.

Mas mesmo sem estar no ápice dos treinos, ela não fica um dia sem correr. No dia do natal, por exemplo, Sirlene irá fazer o seu treino habitual pela Orla de Santos. “No natal os atletas não têm muita festa. Eu vou correr normalmente. Nessa época do ano eu procuro não comer coisas gordurosas e evitar doces. Só vou descansar no reveillon”, lembra.

A última vitória da atleta foi no começo do mês na prova Sargento Gonzaguinha, em São Paulo, que tem a mesma distância da São Silvestre, 15 quilômetros. Após a prova paulista, Sirlene irá se concentrar para os Jogos Pan-Americanos do Rio. Ela busca um índice da maratona e para isso deve correr alguma prova européia nos primeiros meses de 2007.


Sirlene Pinho quer chegar entre as cinco primeiras da São Silvestre

Corridas de Rua · 20 dez, 2006

Natural da Bahia, a maratonista Sirlene Pinho aparece como umas das favoritas da São Silvestre. Com seu jeito quieto, ela não gosta de afirmar que irá conquistar o primeiro lugar da prova paulista. Mas atrás da aparência frágil e feminina, Sirlene esconde muita garra, determinação e força de vontade. Isso tudo pode ser revelado no dia 31 de dezembro.

“Vou tentar chegar entre as cinco primeiras colocadas. Eu não falo que vou ganhar porque é uma cobrança muito grande. Se eu falo que vou ganhar, quando chego na prova acabo pensando nisso e acabo me desconcentrando”, revela Sirlene.

Essa será a terceira vez que a brasileira participa da São Silvestre. Seu melhor resultado na prova foi em 2003, quando conquistou o quinto lugar. Agora, mais experiente, Sirlene acredita que poderá fazer uma boa corrida se largar com cautela. “O trecho mais difícil da São Silvestre é o começo da prova, porque todo mundo larga forte e você ainda não está no seu ritmo. Isso pode quebrar um atleta”, conta.

De acordo com a baiana, seus treinos não estão muito fortes. Ela ainda se recupera da Maratona de Amsterdã, que aconteceu em outubro. “Fiz a Maratona de Amsterdã em outubro, depois descansei e faz um mês que voltei aos treinos”.

Mas mesmo sem estar no ápice dos treinos, ela não fica um dia sem correr. No dia do natal, por exemplo, Sirlene irá fazer o seu treino habitual pela Orla de Santos. “No natal os atletas não têm muita festa. Eu vou correr normalmente. Nessa época do ano eu procuro não comer coisas gordurosas e evitar doces. Só vou descansar no reveillon”, lembra.

A última vitória da atleta foi no começo do mês na prova Sargento Gonzaguinha, em São Paulo, que tem a mesma distância da São Silvestre, 15 quilômetros. Após a prova paulista, Sirlene irá se concentrar para os Jogos Pan-Americanos do Rio. Ela busca um índice da maratona e para isso deve correr alguma prova européia nos primeiros meses de 2007.

Sirlene Pinho participa dos 10km Unicsul em São Paulo, mas sua meta é Berlim

Corridas de Rua · 04 ago, 2006

Mais uma atleta de peso confirma presença nos 10km Unicsul que acontece no próximo domingo em São Paulo. A baiana Sirlene de Pinho irá participar da prova paulista que como o próprio nome diz terá um percurso com 10 quilômetros.

Segundo Sirlene, ela irá usar a prova como preparação para a Meia Maratona do Rio, que será realizada no dia três de setembro na cidade carioca, e também para a Maratona de Berlim, prova em que vai buscar índice para o Pan 2007. Mas para garantir o pódio da Unicsul, a maratonista terá que brigar com fortes adversárias como Maria Zeferina Baldaia, campeã da São Silvestre em 2001.

“A prova é muito boa, inclusive pela ajuda financeira que oferece aos atletas. Além disso, os melhores corredores participam e é sempre muito bom competir neste nível. Isso faz com que a corrida seja bem disputada e difícil”, explica Sirlene, que confirmou presença apenas essa semana, porque se recupera de um acidente sofrido em Santos. A atleta treinava na orla quando tropeçou num cachorro solto. O resultado foi um hematoma no joelho e cinco pontos no queixo. “Hoje acho engraçado, mas na hora chorei muito. Graças a Deus não afetou os meus treinos”, lembra.

Na primeira edição dos 10Km Unicsul, Sirlene ficou com a terceira posição e quer fazer bonito no domingo. “Estou ansiosa para correr e espero ficar entre as cinco primeiras colocadas. Sei que vou encontrar feras, mas isso me anima ainda mais”, afirma.


Sirlene Pinho participa dos 10km Unicsul em São Paulo, mas sua meta é Berlim

Corridas de Rua · 04 ago, 2006

Mais uma atleta de peso confirma presença nos 10km Unicsul que acontece no próximo domingo em São Paulo. A baiana Sirlene de Pinho irá participar da prova paulista que como o próprio nome diz terá um percurso com 10 quilômetros.

Segundo Sirlene, ela irá usar a prova como preparação para a Meia Maratona do Rio, que será realizada no dia três de setembro na cidade carioca, e também para a Maratona de Berlim, prova em que vai buscar índice para o Pan 2007. Mas para garantir o pódio da Unicsul, a maratonista terá que brigar com fortes adversárias como Maria Zeferina Baldaia, campeã da São Silvestre em 2001.

“A prova é muito boa, inclusive pela ajuda financeira que oferece aos atletas. Além disso, os melhores corredores participam e é sempre muito bom competir neste nível. Isso faz com que a corrida seja bem disputada e difícil”, explica Sirlene, que confirmou presença apenas essa semana, porque se recupera de um acidente sofrido em Santos. A atleta treinava na orla quando tropeçou num cachorro solto. O resultado foi um hematoma no joelho e cinco pontos no queixo. “Hoje acho engraçado, mas na hora chorei muito. Graças a Deus não afetou os meus treinos”, lembra.

Na primeira edição dos 10Km Unicsul, Sirlene ficou com a terceira posição e quer fazer bonito no domingo. “Estou ansiosa para correr e espero ficar entre as cinco primeiras colocadas. Sei que vou encontrar feras, mas isso me anima ainda mais”, afirma.

Recuperada de lesão, Sirlene volta às competições

Corridas de Rua · 04 jul, 2006

Recuperada de uma fibrose na panturrilha, a corredora Sirlene Pinho volta a participar de provas no final desse mês. Após ficar fora da Maratona de São Paulo, ela está inscrita no Desafio da Mata Atlântica, no próximo dia 29 em Cubatão (SP), onde enfrentará 7,5 quilômetros de subida pela Estrada Velha de Santos.

“Essa é uma prova difícil, eu não vou usá-la para definir tempo. É uma prova tática e tem que saber subir. Não é uma prova rápida, que você vai decidir no começo. Ali você não pode falar quanto tempo vai fazer”, comenta.

Depois de quatro semanas longe dos treinos, Sirlene está fazendo um treinamento especial em Santos. Lá ela corre na areia da praia, piso com menor impacto. Mas na próxima semana ela já retorna aos treinos duros de Águas de Lindóia.

“Eu já estou recuperada e estou fazendo mais rodagem. Ainda não estou treinando forte, tenho corrido em média 20km por dia. Essa semana eu devo ir para Águas de Lindóia de novo e lá os percursos são difíceis”, revela.

Indagada sobre as provas do segundo semestre e a busca do índice para os Jogos Pan-Americanos do Rio em 2007, Sirlene ainda não sabe qual maratona irá disputar. “Estou decidindo se eu vou correr uma maratona em setembro ou outubro”, finaliza a brasileira.


Recuperada de lesão, Sirlene volta às competições

Corridas de Rua · 04 jul, 2006

Recuperada de uma fibrose na panturrilha, a corredora Sirlene Pinho volta a participar de provas no final desse mês. Após ficar fora da Maratona de São Paulo, ela está inscrita no Desafio da Mata Atlântica, no próximo dia 29 em Cubatão (SP), onde enfrentará 7,5 quilômetros de subida pela Estrada Velha de Santos.

“Essa é uma prova difícil, eu não vou usá-la para definir tempo. É uma prova tática e tem que saber subir. Não é uma prova rápida, que você vai decidir no começo. Ali você não pode falar quanto tempo vai fazer”, comenta.

Depois de quatro semanas longe dos treinos, Sirlene está fazendo um treinamento especial em Santos. Lá ela corre na areia da praia, piso com menor impacto. Mas na próxima semana ela já retorna aos treinos duros de Águas de Lindóia.

“Eu já estou recuperada e estou fazendo mais rodagem. Ainda não estou treinando forte, tenho corrido em média 20km por dia. Essa semana eu devo ir para Águas de Lindóia de novo e lá os percursos são difíceis”, revela.

Indagada sobre as provas do segundo semestre e a busca do índice para os Jogos Pan-Americanos do Rio em 2007, Sirlene ainda não sabe qual maratona irá disputar. “Estou decidindo se eu vou correr uma maratona em setembro ou outubro”, finaliza a brasileira.

Sirlene Pinho não é apenas uma atleta

Maratona · 10 mar, 2006

Essa entrevista com a brasileira Sirlene Pinho não vai falar da corredora Sirlene. Vai mostrar a mãe e a mulher Sirlene Pinho. Mulher que sente saudade da filha e que assim como outras mulheres, também já passou pela dor de uma separação. Confira!

São Paulo - A maratonista Sirlene Pinho tem 30 anos e alguns importantes títulos na bagagem. Campeã da Meia-Maratona Corpore e vice-campeã da Maratona de São Paulo 2005, ela começou a correr quase que por acaso. Talvez o seu destino na corrida já estava traçado. Natural da Bahia, ela foi morar em Santos na adolescência. Lá trabalhou como empregada doméstica na casa do ultramaratonista Valmir Nunes.

“Eu sempre gostei de correr. De vez em quando eu trotava na orla da praia com a minha patroa, esposa do Valmir. Ele me viu correndo e falou que eu tinha jeito”, conta. Desde então ele começou a treinar a baiana que não parou mais.

Hoje a corrida é o seu sustento. Mas a sua trajetória já teve altos e baixos. Um dos momentos felizes da vida dela foi em 2000, ano em que Sirlene realizou o sonho de ser mãe. Mesmo sem ter planejado a gravidez, ela garante que ter uma filha, atualmente com cinco anos, foi uma dádiva de Deus.

“Ficar grávida foi uma benção. Acho que mesmo sem ter planejado, aquele foi o momento certo. Talvez se eu não tivesse ficado grávida naquela época, eu não pensaria em ter filhos hoje, por causa da minha carreira”, revela.

Mas a gravidez não impediu que ela parasse o esporte. Sirlene treinou até os cinco meses de gestação, depois fez apenas caminhada e hidroginástica. Logo após a quarentena, ela retornou aos treinos com mais gás e força de vontade.

“Acho que a minha carreira melhorou depois que eu tive a minha filha. Encarei a corrida com mais responsabilidade e determinação”, conta a mãe da Beatriz. Mas a dedicação aos treinos, apesar de resultar em boas colocações, faz com que Sirlene fique muitas vezes afastada da sua filha.

Até o início de junho, Sirlene irá morar em Águas de Lindóia, local onde treina para a Maratona de São Paulo. Mas sua filha não está com ela, ficou em Santos com os avôs paternos. “Tem dias que fico com muita saudade dela. Entro no banheiro e choro. Mas eu tenho que treinar aqui, porque os locais de treino em Santos estão precários”, revela. “Aqui também eu me dedico mais aos treinos. A minha rotina é dormir, correr e comer”, acrescenta.

Em 2004 Sirlene ficou sem competir, por causa de uma fratura de estress na tíbia. Mesmo depois de um ano difícil na sua carreia, ela teve que enfrentar a separação. Em maio de 2005 Sirlene se separou do marido. A situação não era confortável, mas com a corrida ela teve força para superar essa fase.

“A corrida me ajudou muito quando me separei. Eu ia correr e esquecia de tudo, voltava com mais energia e mais alegre”, diz. E para Sirlene esses são os melhores benefícios da corrida para a mulher. Indagada se está pronta para conhecer uma nova pessoa. A maratonista responde rapidamente: “o que tiver que acontecer irá acontecer”.


Sirlene Pinho não é apenas uma atleta

Maratona · 10 mar, 2006

Essa entrevista com a brasileira Sirlene Pinho não vai falar da corredora Sirlene. Vai mostrar a mãe e a mulher Sirlene Pinho. Mulher que sente saudade da filha e que assim como outras mulheres, também já passou pela dor de uma separação. Confira!

São Paulo - A maratonista Sirlene Pinho tem 30 anos e alguns importantes títulos na bagagem. Campeã da Meia-Maratona Corpore e vice-campeã da Maratona de São Paulo 2005, ela começou a correr quase que por acaso. Talvez o seu destino na corrida já estava traçado. Natural da Bahia, ela foi morar em Santos na adolescência. Lá trabalhou como empregada doméstica na casa do ultramaratonista Valmir Nunes.

“Eu sempre gostei de correr. De vez em quando eu trotava na orla da praia com a minha patroa, esposa do Valmir. Ele me viu correndo e falou que eu tinha jeito”, conta. Desde então ele começou a treinar a baiana que não parou mais.

Hoje a corrida é o seu sustento. Mas a sua trajetória já teve altos e baixos. Um dos momentos felizes da vida dela foi em 2000, ano em que Sirlene realizou o sonho de ser mãe. Mesmo sem ter planejado a gravidez, ela garante que ter uma filha, atualmente com cinco anos, foi uma dádiva de Deus.

“Ficar grávida foi uma benção. Acho que mesmo sem ter planejado, aquele foi o momento certo. Talvez se eu não tivesse ficado grávida naquela época, eu não pensaria em ter filhos hoje, por causa da minha carreira”, revela.

Mas a gravidez não impediu que ela parasse o esporte. Sirlene treinou até os cinco meses de gestação, depois fez apenas caminhada e hidroginástica. Logo após a quarentena, ela retornou aos treinos com mais gás e força de vontade.

“Acho que a minha carreira melhorou depois que eu tive a minha filha. Encarei a corrida com mais responsabilidade e determinação”, conta a mãe da Beatriz. Mas a dedicação aos treinos, apesar de resultar em boas colocações, faz com que Sirlene fique muitas vezes afastada da sua filha.

Até o início de junho, Sirlene irá morar em Águas de Lindóia, local onde treina para a Maratona de São Paulo. Mas sua filha não está com ela, ficou em Santos com os avôs paternos. “Tem dias que fico com muita saudade dela. Entro no banheiro e choro. Mas eu tenho que treinar aqui, porque os locais de treino em Santos estão precários”, revela. “Aqui também eu me dedico mais aos treinos. A minha rotina é dormir, correr e comer”, acrescenta.

Em 2004 Sirlene ficou sem competir, por causa de uma fratura de estress na tíbia. Mesmo depois de um ano difícil na sua carreia, ela teve que enfrentar a separação. Em maio de 2005 Sirlene se separou do marido. A situação não era confortável, mas com a corrida ela teve força para superar essa fase.

“A corrida me ajudou muito quando me separei. Eu ia correr e esquecia de tudo, voltava com mais energia e mais alegre”, diz. E para Sirlene esses são os melhores benefícios da corrida para a mulher. Indagada se está pronta para conhecer uma nova pessoa. A maratonista responde rapidamente: “o que tiver que acontecer irá acontecer”.