Recorde

Samuel Wanjiru quer bater o recorde mundial da maratona

Maratona · 05 set, 2008

O campeão da maratona olímpica de Pequim, Samuel Wanjiru, já faz planos para os próximos anos. O queniano, que treina atualmente no Japão, revelou que pretende bater o recorde mundial da modalidade em 2009 na Maratona de Berlim.

Hoje o recorde pertence ao etíope Haile Gebrselassie. Ele conquistou a marca de 2h04min26 no último ano também na Maratona de Berlim, prova que conta com rápido percurso. Mas essa marca em breve pode ser quebrada e Haile deve ficar de olhos abertos.

De acordo com Wanjiru, depois de bater o recorde, ele quer participar dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Aos 21 anos, ele revelou para a imprensa estrangeira que pretende chagar em Londres como o atleta número um da maratona.

Nos Jogos Olímpicos de Pequim, além de vencer, Wanjiru bateu o recorde olímpico da modalidade. Ele completou os 42km de prova no tempo de 2h06min32. Mas o seu melhor tempo na maratona é de 2h05min24.

IAAF ratifica recorde dos 100 metros

Atletismo · 04 ago, 2008

A Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) ratificou nessa segunda-feira (4) o recorde dos 100 metros rasos. Este foi alcançado no dia 31 de maio pelo jamaicano Usain Bolt.

Ele marcou 9seg72 nos 100 metros do Grand Prix de Nova York. O antigo recorde era do também jamaicano Asafa Powell de 9seg74. Powell foi o detentor do recorde por menos de um ano, já que esse foi conquistado no dia 9 de setembro de 2007.

Ambos os velocistas irão participar dos Jogos Olímpicos de Pequim que começa nessa sexta-feira, oito de agosto. As finais dos 100 metros rasos olímpicos será no dia 16 de agosto.

Odair dos Santos bate recorde dos 5.000m na classe T12

Esporte Adaptado · 20 maio, 2008

O paraatelta paulistano Odair dos Santos, ouro nos Jogos Parapanamericanos do Rio de Janeiro nos 1.500m; 5.000m e 10 mil metros, superou em 10 segundos o recorde mundial dos 5.000m na classe T12, durante o Torneio da Federação Paulista de Atletismo, no último sábado (10). Apesar de comemorar os 14min41seg, Odair provavelmente não terá a marca homologada pelo Comitê Paraolímpico Internacional.

Apesar da prova constar no calendário oficial da entidade e da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), não foi realizado controle anti-dopagem e não havia no local estrutura para se homologar recordes. "Eu ficaria muito feliz se fosse, mas vou continuar treinando para repetir o tempo em Pequim, é meu objetivo. Bater um recorde numa Paraolimpíada vai ser ainda mais emocionante, além de ter mais repercussão”, ressalta o atleta.

O coordenador técnico de atletismo da equipe, Ciro Winkler, ressalta a ótima fase de Odair. "Se continuar nesse ritmo o atleta poderá voltar de Pequim com ótimos resultados, especialmente porque a classe T12 é hoje uma das mais competitivas do atletismo".

Esta marca classifica o atleta para o Troféu Brasil de Atletismo, o que certamente lhe dá mais ânimo para continuar os trabalhos. “O treinamento vai ser bem mais forte a partir de agora, a confiança aumenta e sei que tenho condições de correr abaixo desse tempo”.

Condições climáticas favorecem quebra de recorde em Dubai

A Maratona de Dubai será realizada nessa sexta-feira (18) nos Emirados Árabes. E a organização da prova ofereceu aos participantes um milhão de dólares para o homem ou mulher que conseguir bater o recorde mundial da maratona.

De acordo com a organização e dos próprios atletas, o percurso da prova é plano, mas a condição climática também é um fator importante para fazer tempo. Segundo o site de meteorologia “The Weather Channel”, a temperatura no dia da maratona não vai passar dos 19ºC.

A largada da prova será às 7h (horário local) e ainda de acordo com a meteorologia, os termômetros no início do evento devem marcar 15ºC. Além disso, o céu fica encoberto, mas o sol deve aparecer ao longo do dia. Não há também risco de chuva e a umidade relativa do ar será de 60%. Já os ventos não passam de 16 km/h.

Para o treinador e presidente da ATC (Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo), Nelson Evêncio, as condições climáticas de Dubai estão a favor do recorde. “Uma temperatura entre 10 e 20ºC não é nem quente e nem muito fria para uma corrida. Já a umidade ideal deve ficar mais ou menos entre 50 e 60%. Não conheço as condições de Dubai para falar sobre o vento, mas certamente lá deve ventar menos que a Maratona de Chicago”, explica.

Indagado se o etíope Haile Gebrselassie irá bater o recorde mundial da Maratona, Nelson acredita que não. “Acho difícil ter quebra de recorde lá. Mas para o Haile as coisas acabam sendo mais fáceis. Mas eu ainda acho que a Maratona de Berlim é uma prova mais fácil para conseguir a marca”. Haile é o atual recordista mundial da modalidade feito que conseguiu na última Maratona de Berlim no ano passado. Ele marcou 2h04min26.


Condições climáticas favorecem quebra de recorde em Dubai

Maratona · 17 jan, 2008

A Maratona de Dubai será realizada nessa sexta-feira (18) nos Emirados Árabes. E a organização da prova ofereceu aos participantes um milhão de dólares para o homem ou mulher que conseguir bater o recorde mundial da maratona.

De acordo com a organização e dos próprios atletas, o percurso da prova é plano, mas a condição climática também é um fator importante para fazer tempo. Segundo o site de meteorologia “The Weather Channel”, a temperatura no dia da maratona não vai passar dos 19ºC.

A largada da prova será às 7h (horário local) e ainda de acordo com a meteorologia, os termômetros no início do evento devem marcar 15ºC. Além disso, o céu fica encoberto, mas o sol deve aparecer ao longo do dia. Não há também risco de chuva e a umidade relativa do ar será de 60%. Já os ventos não passam de 16 km/h.

Para o treinador e presidente da ATC (Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo), Nelson Evêncio, as condições climáticas de Dubai estão a favor do recorde. “Uma temperatura entre 10 e 20ºC não é nem quente e nem muito fria para uma corrida. Já a umidade ideal deve ficar mais ou menos entre 50 e 60%. Não conheço as condições de Dubai para falar sobre o vento, mas certamente lá deve ventar menos que a Maratona de Chicago”, explica.

Indagado se o etíope Haile Gebrselassie irá bater o recorde mundial da Maratona, Nelson acredita que não. “Acho difícil ter quebra de recorde lá. Mas para o Haile as coisas acabam sendo mais fáceis. Mas eu ainda acho que a Maratona de Berlim é uma prova mais fácil para conseguir a marca”. Haile é o atual recordista mundial da modalidade feito que conseguiu na última Maratona de Berlim no ano passado. Ele marcou 2h04min26.

Gebrselassie participa da Maratona de Dubai e não visa premiação

Maratona · 16 jan, 2008

A Maratona de Dubai acontece na próxima sexta-feira (18) nos Emirados Árabes e contará com a presença do etíope Haile Gebrselassie. Ao todo 11 mil pessoas de 92 países participarão da competição.

De acordo com os organizadores, a prova terá a maior premiação da história para uma maratona. Serão distribuídos um milhão de dólares em prêmios e mais um milhão de dólares para aquele que bater o recorde mundial da modalidade.

Haile é a grande estrela da festa e também o favorito para levar a boa premiação. Mas em entrevista coletiva nessa quarta-feira, em Dubai, o atleta disse que não vai correr só por causa do prêmio. “Minha prioridade não é o dinheiro. Maratona não é um evento fácil, não dá para prever nada. Mas por enquanto tudo está perfeito e espero que continue assim no dia da prova”, revela.

Recorde - Sobre o recorde mundial, os atletas de elite acreditam que no percurso de Dubai é possível correr abaixo de 2h05min. “Se você correr com um bom marcador de ritmo você consegue fazer menos de 2h05min”, conta o queniano William Todoo Rotich, campeão de Dubai em 2007.

Mas essa marca não é suficiente para a quebra do recorde. Hoje o atual recorde da maratona é de Haile. Ele conquistou a marca na última Maratona de Berlim com o tempo de 2h04min26.

Zhang Yingying bate recorde na maratona

Maratona · 06 jan, 2008

É ano olímpico e há tempos a China assombra o mundo com a grande quantidade de corredores de longa distância, em sua maioria atletas bastante jovens para um maratonista como acontece em outros cantos do mundo.

Ontem, dia 05, foi a vez da chinesa Zhang Yingying, aos 18 anos, e em sua terceira maratona, estabelecer o recorde mundial junior da modalidade ao cravar o tempo de 2:22:38, na Xiamen International Marathon, na China.

Conheça a história de Haile – mais longe e mais rápido

Hoje vamos falar de um atleta fenomenal, diferente daqueles que fazem algum resultado muito bom e depois desaparecem inexplicavelmente do mundo da corrida, ou então; daqueles que vencem muitas provas sem nenhuma expressão ou sem competir contra adversários fortes. Vamos falar do etíope Haile Gebrselassie que, no último 30 de setembro, estabeleceu a melhor marca mundial na Maratona de Berlim, com o tempo de 2h04min26 (ritmo de 2min57seg/km), superando em 29 segundos o recorde anterior de 2h04min55, do também extraordinário corredor Paul Tergat, do Quênia (4 vezes campeão da São Silvestre).

Haile, menino de origem humilde, nasceu em 18 de abril de 1973, em Arssi, na Etiópia. O começo, difícil e marcante, foi ir e voltar correndo de casa até a escola, assim como ainda acontece com muitos garotos na África. A tão falada influência do meio, associada ao talento natural, que mais tarde somada ao treinamento bem planejado e direcionado, pode resultar na fórmula dos grandes campeões.

Seu pai, homem ligado à cultura rural, não queria que ele fosse atleta, alegando que a corrida não lhe daria bom futuro. Mal sabia ele que, um dia, justamente este de seus tantos filhos seria um dos melhores corredores de todos os tempos e que acumularia diversos prêmios extraordinários, além de enormes honras à sua pequena e pobre pátria.

A primeira e precoce maratona foi aos 18 anos. Sem a necessária maturidade atlética e o treinamento adequado para encarar uma prova tão dura e longa, Haile chegou lá atrás e bem “tortinho”, como diriam no Rio de Janeiro. Refeito do grande pesadelo, dedicou-se aos treinos devidamente orientados e à participação em competições com distâncias menores. Os primeiros resultados vieram em forma de grandes vitórias nas pistas e o primeiro recorde mundial, este nos 5.000 metros, em 1994. Depois, veio o recorde também nos 10.000 metros, os quatro títulos mundiais consecutivos (93/95/97 e 99) na distância e as duas tão cobiçadas medalhas de ouro olímpicas (Atlanta -1996 e Sydney - 2006).

Mesmo já tendo passado por cirurgia no tendão de aquiles e ficado afastado das corridas por algum tempo, aos 34 anos e com cinco mais direcionados à maratona, este atleta de 1,65m de altura e 56 kg, acumula 24 recordes mundiais, em diversas provas, tanto em pista quanto nas ruas, nas distâncias de 3.000 metros em diante.

Nos 10km em rua tem 27min02seg, em Doha, Qatar (2002), feito que o levou a abocanhar a quantia de um milhão de dólares, um dos maiores prêmios que um corredor de rua já recebeu em uma prova. Na meia maratona (21.097 metros), tem 58min55seg e na maratona, obteve o recorde em sua sétima participação, segunda na plana Berlim, feito que o rendeu cerca de 510 mil euros, aproximadamente R$910 mil, entre cachê de participação, a vitória e a quebra do recorde.

Além deste recorde na maratona, as vitórias mais marcantes foram as duas olímpicas nos 10.000 metros, ambas sobre o próprio Paul Tergat, sendo que em uma delas, ambos deram um “sprint” cinematográfico nos últimos 100 metros, e Haile levou vantagem por uma diferença quase imperceptível a olho nu.

Esta rivalidade nas grandes competições não criou inimizade entre eles fora das pistas, muito pelo contrário. Após a maratona de Berlim, enquanto Haile concedia entrevista à imprensa, ele recebeu uma ligação, via celular, justamente do próprio Tergat, que o parabenizava pelo feito. O sempre bem humorado etíope disse o seguinte: “desculpe Paul. Acho que hoje as condições estavam melhores de que quando você correu para o recorde. Direi à organização para convidá-lo para o ano que vem”. Já Tergat, considerado um verdadeiro cavalheiro, disse à imprensa mundial: “o esporte é assim, recordes existem para serem quebrados. Estou muito feliz por ele, somos amigos”.

Apesar de tantos anos competindo em alto nível, tantas medalhas, histórias e recordes mundiais quebrados, Haile avisa: “prometi que correria a maratona para 2h03min. Isso não aconteceu. Talvez na próxima vez”. E quem ainda arriscaria desacreditar nas palavras de Haile Gebrselassie, o homem que nasceu para correr mais longe e mais rápido?


Conheça a história de Haile – mais longe e mais rápido

Maratona · 16 out, 2007

Hoje vamos falar de um atleta fenomenal, diferente daqueles que fazem algum resultado muito bom e depois desaparecem inexplicavelmente do mundo da corrida, ou então; daqueles que vencem muitas provas sem nenhuma expressão ou sem competir contra adversários fortes. Vamos falar do etíope Haile Gebrselassie que, no último 30 de setembro, estabeleceu a melhor marca mundial na Maratona de Berlim, com o tempo de 2h04min26 (ritmo de 2min57seg/km), superando em 29 segundos o recorde anterior de 2h04min55, do também extraordinário corredor Paul Tergat, do Quênia (4 vezes campeão da São Silvestre).

Haile, menino de origem humilde, nasceu em 18 de abril de 1973, em Arssi, na Etiópia. O começo, difícil e marcante, foi ir e voltar correndo de casa até a escola, assim como ainda acontece com muitos garotos na África. A tão falada influência do meio, associada ao talento natural, que mais tarde somada ao treinamento bem planejado e direcionado, pode resultar na fórmula dos grandes campeões.

Seu pai, homem ligado à cultura rural, não queria que ele fosse atleta, alegando que a corrida não lhe daria bom futuro. Mal sabia ele que, um dia, justamente este de seus tantos filhos seria um dos melhores corredores de todos os tempos e que acumularia diversos prêmios extraordinários, além de enormes honras à sua pequena e pobre pátria.

A primeira e precoce maratona foi aos 18 anos. Sem a necessária maturidade atlética e o treinamento adequado para encarar uma prova tão dura e longa, Haile chegou lá atrás e bem “tortinho”, como diriam no Rio de Janeiro. Refeito do grande pesadelo, dedicou-se aos treinos devidamente orientados e à participação em competições com distâncias menores. Os primeiros resultados vieram em forma de grandes vitórias nas pistas e o primeiro recorde mundial, este nos 5.000 metros, em 1994. Depois, veio o recorde também nos 10.000 metros, os quatro títulos mundiais consecutivos (93/95/97 e 99) na distância e as duas tão cobiçadas medalhas de ouro olímpicas (Atlanta -1996 e Sydney - 2006).

Mesmo já tendo passado por cirurgia no tendão de aquiles e ficado afastado das corridas por algum tempo, aos 34 anos e com cinco mais direcionados à maratona, este atleta de 1,65m de altura e 56 kg, acumula 24 recordes mundiais, em diversas provas, tanto em pista quanto nas ruas, nas distâncias de 3.000 metros em diante.

Nos 10km em rua tem 27min02seg, em Doha, Qatar (2002), feito que o levou a abocanhar a quantia de um milhão de dólares, um dos maiores prêmios que um corredor de rua já recebeu em uma prova. Na meia maratona (21.097 metros), tem 58min55seg e na maratona, obteve o recorde em sua sétima participação, segunda na plana Berlim, feito que o rendeu cerca de 510 mil euros, aproximadamente R$910 mil, entre cachê de participação, a vitória e a quebra do recorde.

Além deste recorde na maratona, as vitórias mais marcantes foram as duas olímpicas nos 10.000 metros, ambas sobre o próprio Paul Tergat, sendo que em uma delas, ambos deram um “sprint” cinematográfico nos últimos 100 metros, e Haile levou vantagem por uma diferença quase imperceptível a olho nu.

Esta rivalidade nas grandes competições não criou inimizade entre eles fora das pistas, muito pelo contrário. Após a maratona de Berlim, enquanto Haile concedia entrevista à imprensa, ele recebeu uma ligação, via celular, justamente do próprio Tergat, que o parabenizava pelo feito. O sempre bem humorado etíope disse o seguinte: “desculpe Paul. Acho que hoje as condições estavam melhores de que quando você correu para o recorde. Direi à organização para convidá-lo para o ano que vem”. Já Tergat, considerado um verdadeiro cavalheiro, disse à imprensa mundial: “o esporte é assim, recordes existem para serem quebrados. Estou muito feliz por ele, somos amigos”.

Apesar de tantos anos competindo em alto nível, tantas medalhas, histórias e recordes mundiais quebrados, Haile avisa: “prometi que correria a maratona para 2h03min. Isso não aconteceu. Talvez na próxima vez”. E quem ainda arriscaria desacreditar nas palavras de Haile Gebrselassie, o homem que nasceu para correr mais longe e mais rápido?

Marílson bate recorde Sul-americano no Mundial

O brasileiro Marílson Gomes bateu o recorde sul-americano de meia maratona no último domingo, em Udine (Itália) durante o Mundial de Corridas de Rua, após marcar o tempo de 59min33 e obter o sétimo lugar. A marca anterior pertencia ao também brasileiro Eduardo do Nascimento, com 1h00min30, desde 15 de março de 1998, em Lisboa (Portugal).

"Estou feliz por manter minha posição na elite internacional", ressalta Marílson, que também ostenta os recordes sul-americanos em pista dos 5.000m (13min19seg43) e dos 10 mil (27min28seg12). A organização da competição também confirmou que ele estabeleceu a melhor marca nos 15 quilômetros, com 42min15, tempo 26 segundos melhor que o recorde anterior: 42min41, feito por Valdenor dos Santos em 1993 e igualado por Ronaldo da Costa em 1994.

O brasiliense agora voltará ao Brasil para finalizar a preparação para a Maratona de Nova York, que acontece em quatro de novembro, para defender o título. "Para conseguir bons resultados em corridas longas preciso ficar entre os principais fundistas da África. Hoje foi assim, da mesma forma que em Nova York ano passado e este ano em Londres”, enfatiza sobre sua melhor marca nos 42,195 km, 2h08min37, obtidos na prova britânica. Segundo ele, para obter o bi nos Estados Unidos ele também terá que se sobrepor aos africanos.

Treinamento - O treinamento final será feito em Campos do Jordão, interior paulista e o seu treinador, Adauto Domingues, enfatiza que apesar de o foco ser em provas longas, o atleta de 30 anos não vai deixar de lado as competições de pista. “A disputa dos 5.000m e 10mil em pista é fundamental para o maratonista ganhar velocidade".

O Brasil encerrou sua participação na competição com o 39º lugar de Clodoaldo Gomes (1h02min50) e o 40º de João Ferreira Lima (1h02min51), além do 62º de Giomar Pereira (1h04min35) e o 63º de José Telles (1h04min35). O primeiro lugar ficou com Zersenay Tadesse, da Eritréia, ao estabelecer o novo recorde do percurso, com 58min59, seguido dos quenianos Patrick Musyoki, com 59min02, e Evans Cheruyot, com 59min05.

Mulheres - Entre as mulheres a delegação canarinho contou com a dupla que esteve nos Jogos Pan-americanos na disputa dos 5.000m e 10 mil, Lucélia Peres e Ednalva Laureano, a Pretinha. Lucélia, atual campeã da São silvestre, foi a 48ª com 1h15min39, enquanto Pretinha foi a 41ª com 1h14min23.

A vencedora foi a holandesa Lornah Kiplagat, que estabeleceu o novo recorde mundial ao marcar 1h06min25, contra 1h06min44 obtidos em Tóquio em 1999 pela sul-africana Elana Meyer. As quenianas Mary Keitany e Pamela Chepchumba completaram o pódio com 1h06min48 e 1h08min06a respectivamente. A romena Lídia Simon, a maior ganhadora de medalhas do Mundial, com oito pódios, ficou em 18º lugar, com 1h10min08.


Marílson bate recorde Sul-americano no Mundial

Corridas de Rua · 15 out, 2007

O brasileiro Marílson Gomes bateu o recorde sul-americano de meia maratona no último domingo, em Udine (Itália) durante o Mundial de Corridas de Rua, após marcar o tempo de 59min33 e obter o sétimo lugar. A marca anterior pertencia ao também brasileiro Eduardo do Nascimento, com 1h00min30, desde 15 de março de 1998, em Lisboa (Portugal).

"Estou feliz por manter minha posição na elite internacional", ressalta Marílson, que também ostenta os recordes sul-americanos em pista dos 5.000m (13min19seg43) e dos 10 mil (27min28seg12). A organização da competição também confirmou que ele estabeleceu a melhor marca nos 15 quilômetros, com 42min15, tempo 26 segundos melhor que o recorde anterior: 42min41, feito por Valdenor dos Santos em 1993 e igualado por Ronaldo da Costa em 1994.

O brasiliense agora voltará ao Brasil para finalizar a preparação para a Maratona de Nova York, que acontece em quatro de novembro, para defender o título. "Para conseguir bons resultados em corridas longas preciso ficar entre os principais fundistas da África. Hoje foi assim, da mesma forma que em Nova York ano passado e este ano em Londres”, enfatiza sobre sua melhor marca nos 42,195 km, 2h08min37, obtidos na prova britânica. Segundo ele, para obter o bi nos Estados Unidos ele também terá que se sobrepor aos africanos.

Treinamento - O treinamento final será feito em Campos do Jordão, interior paulista e o seu treinador, Adauto Domingues, enfatiza que apesar de o foco ser em provas longas, o atleta de 30 anos não vai deixar de lado as competições de pista. “A disputa dos 5.000m e 10mil em pista é fundamental para o maratonista ganhar velocidade".

O Brasil encerrou sua participação na competição com o 39º lugar de Clodoaldo Gomes (1h02min50) e o 40º de João Ferreira Lima (1h02min51), além do 62º de Giomar Pereira (1h04min35) e o 63º de José Telles (1h04min35). O primeiro lugar ficou com Zersenay Tadesse, da Eritréia, ao estabelecer o novo recorde do percurso, com 58min59, seguido dos quenianos Patrick Musyoki, com 59min02, e Evans Cheruyot, com 59min05.

Mulheres - Entre as mulheres a delegação canarinho contou com a dupla que esteve nos Jogos Pan-americanos na disputa dos 5.000m e 10 mil, Lucélia Peres e Ednalva Laureano, a Pretinha. Lucélia, atual campeã da São silvestre, foi a 48ª com 1h15min39, enquanto Pretinha foi a 41ª com 1h14min23.

A vencedora foi a holandesa Lornah Kiplagat, que estabeleceu o novo recorde mundial ao marcar 1h06min25, contra 1h06min44 obtidos em Tóquio em 1999 pela sul-africana Elana Meyer. As quenianas Mary Keitany e Pamela Chepchumba completaram o pódio com 1h06min48 e 1h08min06a respectivamente. A romena Lídia Simon, a maior ganhadora de medalhas do Mundial, com oito pódios, ficou em 18º lugar, com 1h10min08.

Asafa Powell bate recorde mundial dos 100 metros

Atletismo · 10 set, 2007

O jamaicano Asafa Powell estabeleceu no último domingo (9) o novo recorde dos 100 metros rasos. O feito aconteceu durante o Grande Prêmio IAAF, na cidade de Rieti, Itália. O jamaicano correu a curta distância em 9seg74.

O recorde anterior, 9seg77, também era de Powell conquistado em Atenas no ano de 2005. Mas o velocista americano Justin Gatlin dividia a marca com ele. Além do título de homem mais rápido do mundo, Powell também venceu a final dos 100m do Prêmio IAAF com 9seg78.

“Hoje eu provei ao mundo que Asafa está de volta”, disparou o recordista que não teve um bom desempenho no Mundial de Atletismo de Osaka, onde conquistou o terceiro lugar da modalidade. Ele também revelou que a quebra do recorde era uma meta pessoal que iria apagar o Mundial.

Brasil é terceiro colocado no Mundial de Cegos

Esporte Adaptado · 08 ago, 2007

A terceira edição dos Jogos Mundiais de Cegos termina oficialmente hoje, com a partida das delegações e o Brasil encerra com a melhor participação na história do evento. A delegação tupiniquim obteve a terceira colocação no quadro de medalhas, com 17 ouros, 22 pratas e 19 bronzes.

O primeiro posto ficou com a Rússia, que obteve 28 medalhas de ouro, 15 de prata e 11 de bronze e o segundo com a Bielorússia, com 18 ouros e 38 medalhas no total. A competição foi disputada em São Paulo e São Caetano do Sul.

O esporte que teve melhor atuação foi o atletismo, com 17 medalhas no total, sendo 12 de ouro, além de seis recordes mundiais. Os destaques ficaram por conta de Terezinha Guilhermino e Lucas Prado, que venceram os 100, 200 e 400 metros e são hoje os velocistas cegos mais rápidos do mundo.

Pequim - Diferente das outras modalidades em disputa, o atletismo não classificou os atletas diretamente para as Paraolimpíadas de Pequim 2008, apenas somou pontos para o ranking mundial classificatório para essa competição. Participaram dos jogos cerca de 1.600 atletas de 63 países.

O Mundial foi criado pela Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA – do inglês International Blind Sports Federation) e a primeira edição foi em 1998 na Espanha. A segunda foi realizada em 2003, no Canadá, sempre com o objetivo de divulgar o esporte e promover a integração de atletas deficientes visuais do mundo inteiro.