paraolimpicos

Brasileiros vão bem no Mundial Paraolimpico

Esporte Adaptado · 29 out, 2003

Em quatro dias de competição no Mundial de Stoke Mandeville que está acontecendo na Nova Zelândia o Brasil conquistou nada menos do que 23 medalhas. Eles brilham desde o primeiro dia dos Jogos de Cadeirantesque estão acontecendo na Nova Zelândia. Primeiro, foram as melhores arremessadoras paraolímpicas do Brasil as pernambucanas Roseane Santos e Suely Guimarães a subirem na parte mais alta do pódium. No segundo dia foi a vez da alagoana Sônia Gouveia se revelar e ficar com o ouro. Mas os que estão dando um show mesmo são os nadadores brasileiros que já conquistaram 15 medalhas para o País: nove ouros, quatro pratas e dois bronzes.

Os atletas que estão participando dos Jogos pertencem à seleção permanente do Comitê Paraolímpico Brasileiro-CPB e a competição pode garantir vagas para Atenas. Na última Paraolimpíada a natação também foi um destaque nas piscinas de Sydney. Com os resultados que os atletas estão obtendo nestes Jogos e com a participação deles nas próximas duas competições internacionais e nas fases de avaliação técnica, psicológica, física e nutricional, os desportistas paraolímpicos têm tudo para dar um show também na piscina de Atenas.

Hoje, à tarde, a natação e o atletismo vão para o último dia de competição, enquanto o halterofilismo inicia sua jornada amanhã (30-10). A delegação brasileira participa da competição com 18 atletas, nas modalidades de natação, atletismo e halterofilismo. O grupo conta com o patrocínio do Ministério do Esporte e Comitê Paraolímpico Brasileiro, por meio dos recursos da Lei Piva.

Os Jogos Mundiais de Stoke Mandeville são um dos campeonatos mais tradicionais do mundo. Depois da Segunda Grande Guerra Mundial o neurologista Ludwig Guttmann criou o Centro Nacional de Lesionados Medulares do Hospital de Stoke Mandeville, que teve o objetivo de reabilitar os soldados feridos na guerra. Em 1948, foram realizados os primeiros Jogos de Stoke Mandeville e a primeira edição internacional do evento aconteceu quatro anos depois e foi disputada por atletas ingleses e holandeses.

Em 1960, aconteceu a primeira Paraolimpíada, mas os Jogos de Mandeville também continuam sendo realizados a cada quatro anos. Esta edição está ocorrendo na cidade de Christchurch, Nova Zelândia, e reúne 800 atletas de 43 países filiados à Federação Internacional de Esportes em Cadeira de Rodas de Stoke Mandeville (ISMWSF) – uma das precursoras do movimento paraolímpico mundial.

Resultados:

Natação - Resultado geral: 15 medalhas - nove ouros, quatro pratas e dois bronzes.

Resultado por atletas: Adriano Galvão, dois ouros nos 50 e 200m livres Adriano Gomes, dois ouros nos 200m medley e 100 peito, uma prata nos 50m livres e um bronze no revezamento 4x50m livre; Ivanildo Vasconcelos, um ouro nos 200m medley e um bronze no revezamento 4x50m; Edênia Garcia, dois ouros nos 50 e 200m livres; Francisco Avelino, um ouro no 100m peito e dois bronzes no 50m livre e no revezamento 4x50m livre; Genezi Andrade, um ouro nos 200m livre, uma prata nos 150 medley e um bronze no revezamento 4x50m; Joo Sok Seo, duas pratas nos 50m livre e nos 50 m borboleta.

Atletismo - Resultado Geral - 8 medalhas – três ouros, três pratas e dois bronzes

Resultados por atleta: Roseane Santos, ouro no arremesso de disco e prata no lançamento de dardo; Suely Guimarães, ouro no arremesso de disco e prata no lançamento de dardo; Sônia Gouveia, ouro no lançamento de dardo e prata no arremesso de peso. Fernando Santana, bronze no arremesso de peso e Sandro Silva, bronze no arremesso de peso.


Brasileiros vão bem no Mundial Paraolimpico

Esporte Adaptado · 29 out, 2003

Em quatro dias de competição no Mundial de Stoke Mandeville que está acontecendo na Nova Zelândia o Brasil conquistou nada menos do que 23 medalhas. Eles brilham desde o primeiro dia dos Jogos de Cadeirantesque estão acontecendo na Nova Zelândia. Primeiro, foram as melhores arremessadoras paraolímpicas do Brasil as pernambucanas Roseane Santos e Suely Guimarães a subirem na parte mais alta do pódium. No segundo dia foi a vez da alagoana Sônia Gouveia se revelar e ficar com o ouro. Mas os que estão dando um show mesmo são os nadadores brasileiros que já conquistaram 15 medalhas para o País: nove ouros, quatro pratas e dois bronzes.

Os atletas que estão participando dos Jogos pertencem à seleção permanente do Comitê Paraolímpico Brasileiro-CPB e a competição pode garantir vagas para Atenas. Na última Paraolimpíada a natação também foi um destaque nas piscinas de Sydney. Com os resultados que os atletas estão obtendo nestes Jogos e com a participação deles nas próximas duas competições internacionais e nas fases de avaliação técnica, psicológica, física e nutricional, os desportistas paraolímpicos têm tudo para dar um show também na piscina de Atenas.

Hoje, à tarde, a natação e o atletismo vão para o último dia de competição, enquanto o halterofilismo inicia sua jornada amanhã (30-10). A delegação brasileira participa da competição com 18 atletas, nas modalidades de natação, atletismo e halterofilismo. O grupo conta com o patrocínio do Ministério do Esporte e Comitê Paraolímpico Brasileiro, por meio dos recursos da Lei Piva.

Os Jogos Mundiais de Stoke Mandeville são um dos campeonatos mais tradicionais do mundo. Depois da Segunda Grande Guerra Mundial o neurologista Ludwig Guttmann criou o Centro Nacional de Lesionados Medulares do Hospital de Stoke Mandeville, que teve o objetivo de reabilitar os soldados feridos na guerra. Em 1948, foram realizados os primeiros Jogos de Stoke Mandeville e a primeira edição internacional do evento aconteceu quatro anos depois e foi disputada por atletas ingleses e holandeses.

Em 1960, aconteceu a primeira Paraolimpíada, mas os Jogos de Mandeville também continuam sendo realizados a cada quatro anos. Esta edição está ocorrendo na cidade de Christchurch, Nova Zelândia, e reúne 800 atletas de 43 países filiados à Federação Internacional de Esportes em Cadeira de Rodas de Stoke Mandeville (ISMWSF) – uma das precursoras do movimento paraolímpico mundial.

Resultados:

Natação - Resultado geral: 15 medalhas - nove ouros, quatro pratas e dois bronzes.

Resultado por atletas: Adriano Galvão, dois ouros nos 50 e 200m livres Adriano Gomes, dois ouros nos 200m medley e 100 peito, uma prata nos 50m livres e um bronze no revezamento 4x50m livre; Ivanildo Vasconcelos, um ouro nos 200m medley e um bronze no revezamento 4x50m; Edênia Garcia, dois ouros nos 50 e 200m livres; Francisco Avelino, um ouro no 100m peito e dois bronzes no 50m livre e no revezamento 4x50m livre; Genezi Andrade, um ouro nos 200m livre, uma prata nos 150 medley e um bronze no revezamento 4x50m; Joo Sok Seo, duas pratas nos 50m livre e nos 50 m borboleta.

Atletismo - Resultado Geral - 8 medalhas – três ouros, três pratas e dois bronzes

Resultados por atleta: Roseane Santos, ouro no arremesso de disco e prata no lançamento de dardo; Suely Guimarães, ouro no arremesso de disco e prata no lançamento de dardo; Sônia Gouveia, ouro no lançamento de dardo e prata no arremesso de peso. Fernando Santana, bronze no arremesso de peso e Sandro Silva, bronze no arremesso de peso.