Marcha Atlética · 21 jul, 2007
Nesse domingo acontecem as provas de Marcha Atlética feminina e masculina de 20 quilômetros, respectivamente às 13h e 15h30 no Aterro do Flamengo. Confira quem são os brasileiros que disputarão as provas, além dos principais concorrentes.
As brasileiras Cisiane Lopes, campeã do Troféu Brasil 2007, e Tânia Splinder, primeira do Ranking nacional terão pela frente a equatoriana Miriam Ramón e duas marchadoras de El Savador, Cristina López e Verônica Colindres. A colombiana Sandra Zapata também deve ser um empecilho para a vitória brasileira.
Já entre os homens, o destaque principal é o equatoriano Jefferson Perez, recordista e campeão olímpico e mundial. Na delegação brasileira Mário José dos Santos e José Alessandro Bagio por competirem em casa podem levar vantagem. "Um Pan em casa, no Rio, deve pesar a nosso favor e acho muito bom que o atleta se envolva nesse clima da torcida", comenta o treinador Adauto Domingues.
Maratona · 21 jul, 2007
Direto do Rio de Janeiro - Nesse domingo (22) acontece a Maratona feminina do Pan, que terá como destaque as brasileiras Márcia Narloch e Sirlene Pinho. Saiba um pouco mais sobre as atletas, assim como algumas informações importantes sobre a competição.
A largada acontece às 8h30 na praia de São Conrado e, a partir daí, os 42,195 metros da competição parecem um verdadeiro city tour, já que o percurso passa por pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro. As atletas vão seguir pela Avenida Niemeyer, pelas praias da Zona Sul (Leblon, Ipanema e Copacabana), depois pelo Aterro do Flamengo até chegar ao Centro Histórico. Depois o percurso volta por Botafogo, segue pelo Aterro novamente até a linha de chegada.
O evento é gratuito e quem quiser uma boa visualização do percurso pode se posicionar próximo à largada, no ponto de asas-delta em São Conrado, ou então no Aterro, de onde será possível acompanhar três passagens das corredoras. Os organizadores estimam que 500 mil pessoas acompanhem a prova.
Brasileiras - Entre as brasileiras, Márcia Narloch, 37 anos, entrou para a história do atletismo brasileiro ao ser a primeira mulher a conquistar uma medalha de ouro em Pan-americanos (2003, em Santo Domingo) e agora está focada no bicampeonato. Com uma intensa rotina de treinos em Teresópolis, ela diz que passa muito tempo fora de casa, mas o esforço vale a pena.
Natural de Santa Catarina, ela adotou o Rio de Janeiro como uma segunda casa, já que mora e treina na Cidade Maravilhosa e diz que a ansiedade antes da prova será um grande fator contra. Sempre tem pressão por medalhas, mas acho que você tem que esquecer a pressão, saber superá-la. Além disso, a prova ser no Rio ajuda muito.
Sobre as concorrentes, ela diz que não dá para listar uma ou outra atleta, pois todas estarão muito bem preparadas, incluindo sua compatriota Sirlene Pinho, que venceu a prova de 21 quilômetros que fez parte da Maratona do Rio esse ano. Uma coisa é a meia. A maratona é diferente, ressalta Narloch.
Sirlene Souza Pinho chega ao Rio para seu primeiro Pan-americano confiante no seu treinamento e sem se sentir pressionada. A baiana de 31 anos radicada em Santos era empregada doméstica na casa de seu atual treinador Valmir Nunes, que percebeu o potencial da funcionária e iniciou um trabalho profissional.
Sirlene treina na cidade de Águas de Lindóia em dois períodos de duas a três horas de manhã e a tarde e precisa fazer alguns sacrifícios, como ficar longe de sua filha. Preparação para o Pan é focar no evento e esquecer de todo o resto. Fiquei sem ver minha filha há semanas, ressalta a corredora que não pôde acompanhar a primeira prova de natação de Beatriz.
A classificação para os jogos veio após a participação na Maratona de Amsterdã, sua primeira prova internacional após marcar 2h35min43 e amanhã acredita que a umidade será um dos problemas que enfrentará. No Rio é difícil correr por causa da umidade, mas é um clima bom e o percurso é plano. Ela também espera poder contar com a energia da torcida que sem dúvida faz uma grande diferença.
Serviço - Quem quiser assistir a competição, principalmente na região do Aterro, pode se servir das linhas convencionais 136, 179, 119, 438, 464, 158, 176, 157, 2014, 409, 410, 472, 154, 433 e 2011 (no sentido Zona Sul e no sentido Centro); 2018, 107, 572 e 157 (no sentido Zona Sul); e 127, 2011, 1135 e 2113 (no sentido Centro). A estação de metrô mais próxima é a do Catete.
A partir das 6h e até as as seguintes vias ficarão interditadas ao tráfego: Avenida Perimetral, Avenida Presidente Vargas e Rua Primeiro de Março e a região do Aterro ficará interditada o dia todo, como tradicionalmente é feito aos domingos. A feira livre da Avenida Rainha Elizabeth, em Copacabana, será suspensa amanhã e no próximo domingo.
O estacionamento das vias interditadas será suspenso e a CET-Rio reservará a pista da esquerda da Avenida Rio Branco, a partir da Rua da Alfândega até a Avenida Presidente Wilson, para a implantação em caráter excepcional de um esquema rotativo de período único. O Webrun acompanhará todos os detalhes da Maratona.
Atletismo · 20 jul, 2007
Na próxima semana acontecem as disputas do Atletismo Pan-americano e a delegação brasileira da modalidade já chegou no Rio de Janeiro. De acordo com a Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat), os atletas foram para a capital carioca nessa sexta-feira (20) em três ônibus fretados para evitar atrasos e eventuais problemas ocasionados pela situação aérea do país.
Cerca de 85 atletas irão representar o Brasil no Pan. No seleto grupo muitos são favoritos ao ouro, como o triplista Jagel Gregório, o fundista Marílson Gomes, entre outros. A grande maioria ficará na Vila Pan-americana no Recreio.
As primeiras provas do atletismo serão a marcha atlética e a maratona feminina. Ambas acontecem no próximo domingo (22) no Parque do Flamengo. Depois as disputas de atletismo seguem durante todos os dias da próxima semana, exceto na quarta-feira (25), dia de descanso para os atletas.
O Webrun irá acompanhar todas as disputas de pista direto do estádio Engenhão no Rio de Janeiro.
A organização dos Jogos Pan-americanos voltou a proibir a entrada do público com alimentos e bebidas nos locais de competição. Uma liminar concedida na última quarta-feira (18) permitia que os torcedores entrassem com sua própria comida, mas o Co-Rio (Comitê Organizador dos Jogos) obteve a cassação da liminar e a proibição volta a acontecer a partir dessa sexta-feira.
O autor da liminar, o promotor Rodrigo Terra, alegou que o consumidor não deveria ficar refém dos produtos comercializados no interior dos complexos esportivos e deveria ter o livre arbítrio de escolha. O Webrun já havia apurado que os preços cobrados pelas empresas muitas vezes são abusivos e que também longas filas acabam se formando nas lanchonetes e snack bars.
A organização dos Jogos obteve a cassação da liminar concedida pela 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, após decisão do Desembargador Otávio Rodrigues, da 11ª Câmara Cível. Enquanto a briga de liminares corre solta, quem fica prejudicado é o torcedor, que se vê obrigado a comer e beber o que lhe é imposto.
Atletismo · 20 jul, 2007
A organização dos Jogos Pan-americanos voltou a proibir a entrada do público com alimentos e bebidas nos locais de competição. Uma liminar concedida na última quarta-feira (18) permitia que os torcedores entrassem com sua própria comida, mas o Co-Rio (Comitê Organizador dos Jogos) obteve a cassação da liminar e a proibição volta a acontecer a partir dessa sexta-feira.
O autor da liminar, o promotor Rodrigo Terra, alegou que o consumidor não deveria ficar refém dos produtos comercializados no interior dos complexos esportivos e deveria ter o livre arbítrio de escolha. O Webrun já havia apurado que os preços cobrados pelas empresas muitas vezes são abusivos e que também longas filas acabam se formando nas lanchonetes e snack bars.
A organização dos Jogos obteve a cassação da liminar concedida pela 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, após decisão do Desembargador Otávio Rodrigues, da 11ª Câmara Cível. Enquanto a briga de liminares corre solta, quem fica prejudicado é o torcedor, que se vê obrigado a comer e beber o que lhe é imposto.
Nunca, na curta história do triathlon brasileiro, aconteceu um evento deste porte: os Jogos Pan-americanos. Bem organizado, horários rigorosamente cumpridos, distâncias bem aferidas, segurança dos atletas muito bem feita, toda a logística da prova funcionou perfeitamente. Fica aqui meus parabéns a todos os envolvidos, seja atleta, técnico, dirigente e pessoas envolvidas no evento, que foi, no meu ponto de vista, o melhor, maior e mais bonito triathlon que já teve no Brasil.
A competição em si aconteceu sem maiores surpresas, tanto no masculino quanto no feminino. Os campeões foram, como esperado, os americanos que talvez não tenham vindo com sua força máxima, mas já foi suficiente para sair do Brasil com as duas vagas olímpicas (masculino e feminino) garantidas.
Muito tem se falado em trabalho de equipe no triathlon, mas o que muitos não entendem é que para esta geração que esta aí, é muito difícil colocar isso em prática, pois todos eles tiveram que correr atrás de seus patrocínios e fazer sua carreira vingar sozinhos. Nunca tiveram nenhuma estrutura de apoio, muito menos verbas públicas que ajudassem em sua preparação e em suas viagens.
Somente depois de anos na estrada, é que a Confederação começou a bancar algumas viagens para competições. Então fica muito difícil depois de todos estes anos batalhando pelo seu espaço, que um atleta, após conseguir sua vaga olímpica, ou mesmo pan-americana, abra mão do seu sonho para ajudar outro que talvez, esteja no momento em melhores condições do que ele.
Todo atleta profissional, digo aquele atleta que tira seu sustento do esporte, tem suas contas para pagar, muitos deles com família para sustentar, e são os patrocinadores que pagam estas contas. Estes mesmos patrocinadores querem resultado. Sem bons resultados, é como um funcionário de alguma firma ou empresa que não esta sendo produtivo, acaba sendo dispensado.
Para se criar esta mentalidade, a confederação deveria montar um sistema como no ciclismo profissional, onde existe a compensação financeira ou outra compensação qualquer, para estes atletas que abdicaram de seus resultados em prol de outro atleta ou do grupo.
O trabalho de equipe dentro do triathlon, já existe em países mais desenvolvidos, como os europeus e norte-americanos, onde suas confederações têm um bom aporte financeiro e conseguem manter suas seleções principais treinando e competindo, sem nenhum custo para os atletas. Não creio que seja uma coisa impossível de se fazer no Brasil, basta um pouco mais de planejamento dos dirigentes e um pouco mais de boa vontade dos atletas.
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Às 8h em ponto foi dada a largada do masculino. Andy Potts, o melhor nadador do circuito mundial, saiu na frente na natação seguido de perto por outros dois americanos, um canadense, um argentino e um cubano. Estes perseguidores não conseguiram segurar o ritmo por muito tempo e logo foram alcançados pelo pelotão, em que se encontrava Juraci, que tinha feito uma excelente natação. Virgilio e Antonio Marcos não fizeram uma boa natação e se encontravam em pelotões um pouco mais atrasados.
O ciclismo teve momentos que definiram a prova, pelo menos as medalhas de prata e bronze, já que a de ouro, acredito que dificilmente teria outro dono. Faltando duas voltas para o final do ciclismo, os canadenses Paul Tichelar e Brent Machmaron lideraram uma fuga que lhes rendeu 50 segundos de vantagem para o pelotão.
Andy Potts ultrapassou Brent na altura do quilômetro sete de corrida e manteve a liderança até o final. Juraci Moreira fazendo uma corrida excelente, conseguiu beliscar o bronze, mantendo assim a tradição do Brasil de sempre trazer medalhas em Pan-Americanos. Virgilio de Castilho e Antonio Marcos terminaram a prova na 14ª e na 29ª posições respectivamente.
Mulheres - a largada da prova feminina foi exatamente às 10h30, como previsto na programação, e mais uma vez as americanas dominaram esta etapa. Ao final da primeira volta, num total de duas, já se formava um grupo de cinco atletas com uma vantagem já de 30 segundos. As americanas puxavam o ritmo, seguidas de perto por uma canadense e pela brasileira Sandra Soldan. Completados os 1500m, as americanas já tinha uma vantagem de 30 segundos sobre suas perseguidoras. Esta vantagem só foi aumentando, já que as três americanas faziam um excelente trabalho de revezamento no ciclismo.
Com os 40km de ciclismo completados, as três líderes já tinham uma vantagem de 2min40 sobre o pelotão perseguidor, onde se encontravam as três brasileiras. Com uma vantagem tão grande, elas apenas administraram na corrida para conseguir ouro e prata. A terceira americana, que veio ao Brasil apenas para puxar a natação e ajudar no que fosse possível no ciclismo, terminou a prova bem mais atrás, mas bem feliz, pois tinha feito seu papel com perfeição.
As brasileiras terminaram a prova um pouco tristes e decepcionadas com suas colocações, pois esperava-se mais delas, principalmente de Mariana Ohata que ficou com a 6ª colocação. Carla Moreno foi a 9ª e Sandra Soldan a 19ª.
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Triathlon · 19 jul, 2007
Nunca, na curta história do triathlon brasileiro, aconteceu um evento deste porte: os Jogos Pan-americanos. Bem organizado, horários rigorosamente cumpridos, distâncias bem aferidas, segurança dos atletas muito bem feita, toda a logística da prova funcionou perfeitamente. Fica aqui meus parabéns a todos os envolvidos, seja atleta, técnico, dirigente e pessoas envolvidas no evento, que foi, no meu ponto de vista, o melhor, maior e mais bonito triathlon que já teve no Brasil.
A competição em si aconteceu sem maiores surpresas, tanto no masculino quanto no feminino. Os campeões foram, como esperado, os americanos que talvez não tenham vindo com sua força máxima, mas já foi suficiente para sair do Brasil com as duas vagas olímpicas (masculino e feminino) garantidas.
Muito tem se falado em trabalho de equipe no triathlon, mas o que muitos não entendem é que para esta geração que esta aí, é muito difícil colocar isso em prática, pois todos eles tiveram que correr atrás de seus patrocínios e fazer sua carreira vingar sozinhos. Nunca tiveram nenhuma estrutura de apoio, muito menos verbas públicas que ajudassem em sua preparação e em suas viagens.
Somente depois de anos na estrada, é que a Confederação começou a bancar algumas viagens para competições. Então fica muito difícil depois de todos estes anos batalhando pelo seu espaço, que um atleta, após conseguir sua vaga olímpica, ou mesmo pan-americana, abra mão do seu sonho para ajudar outro que talvez, esteja no momento em melhores condições do que ele.
Todo atleta profissional, digo aquele atleta que tira seu sustento do esporte, tem suas contas para pagar, muitos deles com família para sustentar, e são os patrocinadores que pagam estas contas. Estes mesmos patrocinadores querem resultado. Sem bons resultados, é como um funcionário de alguma firma ou empresa que não esta sendo produtivo, acaba sendo dispensado.
Para se criar esta mentalidade, a confederação deveria montar um sistema como no ciclismo profissional, onde existe a compensação financeira ou outra compensação qualquer, para estes atletas que abdicaram de seus resultados em prol de outro atleta ou do grupo.
O trabalho de equipe dentro do triathlon, já existe em países mais desenvolvidos, como os europeus e norte-americanos, onde suas confederações têm um bom aporte financeiro e conseguem manter suas seleções principais treinando e competindo, sem nenhum custo para os atletas. Não creio que seja uma coisa impossível de se fazer no Brasil, basta um pouco mais de planejamento dos dirigentes e um pouco mais de boa vontade dos atletas.
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Às 8h em ponto foi dada a largada do masculino. Andy Potts, o melhor nadador do circuito mundial, saiu na frente na natação seguido de perto por outros dois americanos, um canadense, um argentino e um cubano. Estes perseguidores não conseguiram segurar o ritmo por muito tempo e logo foram alcançados pelo pelotão, em que se encontrava Juraci, que tinha feito uma excelente natação. Virgilio e Antonio Marcos não fizeram uma boa natação e se encontravam em pelotões um pouco mais atrasados.
O ciclismo teve momentos que definiram a prova, pelo menos as medalhas de prata e bronze, já que a de ouro, acredito que dificilmente teria outro dono. Faltando duas voltas para o final do ciclismo, os canadenses Paul Tichelar e Brent Machmaron lideraram uma fuga que lhes rendeu 50 segundos de vantagem para o pelotão.
Andy Potts ultrapassou Brent na altura do quilômetro sete de corrida e manteve a liderança até o final. Juraci Moreira fazendo uma corrida excelente, conseguiu beliscar o bronze, mantendo assim a tradição do Brasil de sempre trazer medalhas em Pan-Americanos. Virgilio de Castilho e Antonio Marcos terminaram a prova na 14ª e na 29ª posições respectivamente.
Mulheres - a largada da prova feminina foi exatamente às 10h30, como previsto na programação, e mais uma vez as americanas dominaram esta etapa. Ao final da primeira volta, num total de duas, já se formava um grupo de cinco atletas com uma vantagem já de 30 segundos. As americanas puxavam o ritmo, seguidas de perto por uma canadense e pela brasileira Sandra Soldan. Completados os 1500m, as americanas já tinha uma vantagem de 30 segundos sobre suas perseguidoras. Esta vantagem só foi aumentando, já que as três americanas faziam um excelente trabalho de revezamento no ciclismo.
Com os 40km de ciclismo completados, as três líderes já tinham uma vantagem de 2min40 sobre o pelotão perseguidor, onde se encontravam as três brasileiras. Com uma vantagem tão grande, elas apenas administraram na corrida para conseguir ouro e prata. A terceira americana, que veio ao Brasil apenas para puxar a natação e ajudar no que fosse possível no ciclismo, terminou a prova bem mais atrás, mas bem feliz, pois tinha feito seu papel com perfeição.
As brasileiras terminaram a prova um pouco tristes e decepcionadas com suas colocações, pois esperava-se mais delas, principalmente de Mariana Ohata que ficou com a 6ª colocação. Carla Moreno foi a 9ª e Sandra Soldan a 19ª.
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Atletismo · 19 jul, 2007
O treinador da equipe feminina dos 4x100 e 4x400 no Pan, Katsuhico Nakaya, afirma que mesmo com adversárias fortes como Estados Unidos, Cuba, Jamaica e México, as meninas tem grandes chances de conquistar uma medalha. O otimismo vem dos bons resultados alcançados pela equipe em 2005, que foram finalistas do Mundial de Helsinque, além dos bons resultados alcançados nos treinamentos.
A equipe dos 4x100 deverá ser composta por Thatiana Ignácio, Lucimar Moura, Luciana Alves e Thaíssa Presti, essa última a única que não esteve em Helsinque. Na ocasião, o grupo estabeleceu 42seg99, recorde sul-americano ao nível do mar.Temos também a Rosângela (Santos) e a Aline (Torres). A presença de Aline é importante e a Rosângela pode, eventualmente, até entrar na prova", ressalta o treinador.
Já nos 4x400m a idéia inicial é abrir a prova com Maria Laura Almirão e fechar com Josiane Tito, enquanto Sheila Ferreira deve ser a segunda a correr e Lucimar Teodoro a terceira. Perla Regina dos Santos e Emmily Pinheiro são as duas outras atletas à disposição.
Atletismo · 18 jul, 2007
O presidente Luis Inácio Lula da Silva decretou luto oficial de três dias a contar dessa quinta-feira (18) em decorrência do acidente com o avião da Tam que aconteceu nessa terça-feira (17) no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Os Jogos Pan-americanos também decretaram luto oficial por decreto do Comitê Executivo da Organização Desportiva Pan-americana (ODEPA).
Assim, durante os tês dias será adotado um minuto de silêncio antes da primeira prova do dia em todas as competições individuais de todas as modalidades das quais participem atletas brasileiros e nos jogos de equipes brasileiras em esportes coletivos. Todas as bandeiras estão hasteadas em meio pau e durante as cerimônias de premiação as mesmas não serão içadas até o topo.
Como forma de homenagem às famílias das vítimas, todos os atletas brasileiros utilizarão tarjas pretas durante as competições, por decisão do COB ( Comitê Olímpico Brasileiro). O acidente com a aeronave deixou 186 vítimas fatais, sendo 162 passageiros, 18 funcionários da empresa e seis tripulantes.
Atletismo · 18 jul, 2007
Direto do Rio de Janeiro - Os Jogos Pan-americanos já começaram inflacionados, visto que o orçamento das obras estourou e, em agosto, uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) irá investigar se houve irregularidades no processo. Porém, além das obras, outros serviços também estão com preços elevados, desde os ingressos, até os alimentos que são vendidos para o público durante as competições.
Em relação ao valor das obras, 17 vereadores da Câmara Municipal do Rio de Janeiro aprovaram a instalação da CPI, que deveria ter início no dia 17 de junho, mas esta só acontecerá em agosto para não prejudicar o andamento dos jogos. A CPI foi proposta pelo vereador Eliomar Coelho (PSOL) e o adiamento pelos vereadores Nadinho de Rio das Pedras (DEM), Carlo Caiado (DEM), Patrícia Amorim (PSDB) e Luiz Antônio Guaraná (PSDB).
Sobre os ingressos, alguns eventos disputados ao ar livre, como a Maratona, o Mountain Bike, o Triathlon e a Vela são gratuitos, mas outros de grande popularidade possuem valores um tanto quanto elevados. O assento com melhor visualização no Estádio João Havelange para assistir às competições de atletismo custa R$50, enquanto a final do vôlei feminino no ginásio do Maracanãzinho custa R$120, mesmo valor das finais da Ginástica Artística na Arena Multiuso.
Já a alimentação para o público é fornecida pela lanchonete Bob's, que montou alguns quiosques nos complexos esportivos. Um cachorro quente, composto por pão de hot-dog e uma salsicha, sai por R$3,50, mesmo valor de um pacote de salgadinhos. Parece mais um cold dog, brinca uma cliente que desgutava um lanche frio e sem nenhum molho como acompanhamento.
Os amantes da junk food, podem adquirir um cheeseburguer por R$4,50, ou um double cheeseburguer (que vem com uma fatia a mais de carne) por R$7,50 e quem preferir um lanche natural, tem a opção de pagar R$7 por um sanduíche de frango ou atum. Caso a sede aperte, os espectadores terão que desembolsar R$3 por um refrigerante de 350 ml, R$4,50 por uma cerveja de 350 ml, R$4,50 por um gatorade ou ainda R$2 por uma água sem gás de 300 ml.
Não é apenas o público que sofre com os valores abusivos praticados pelos fornecedores de alimentos do jogos. Os jornalistas contam um restaurante exclusivo, no qual a comida é servida em buffet sob o valor de R$33 o quilo.
Quem também resolveu aproveitar para ter um lucro extra com a presença de milhares de pessoas no Rio de Janeiro foram os taxistas, que rodam com os taxímetros em tarifa dois desde o início dos jogos, o que encarece todas as corridas. De acordo com um motorista que preferiu não se identificar, essa medida foi tomada para que os taxistas não rodem com o aparelho desligado e cobrem preços fechados dos clientes.
O problema disso é que assusta o passageiro. Eles acham que bandeira dois é o dobro do valor, mas é apenas 20% a mais, ressalta. Seria melhor aumentar a tarifa para evitar as reclamações das pessoas e para beneficiar também quem trabalha à noite, comenta sobre o fato de os motoristas que rodam entre 21h e 6h não se beneficiarem com a medida.
Os Jogos Pan-americanos acontecem até o dia 29 de junho e o Webrun relizará a cobertura completa das provas e atletismo, maratona e marcha atlética direto do Rio de Janeiro.
Direto do Rio de Janeiro (RJ) - Mesmo antes de começar as competições nos Jogos Pan-americanos, a grande maioria dos ingressos já havia sido vendida. Irritados, muitos torcedores fizeram protestos e se revoltaram com a organização dos Jogos, mas nada disso adiantou. O jeito foi partir para os eventos gratuitos, como o Triathlon, que aconteceu no último domingo (15) na orla da Praia de Copacabana, cartão postal do Rio do Janeiro. Em todo o percurso da competição havia torcedores vibrando com a passagem dos atletas.
O esporte merece que todos os brasileiros estejam aqui festejando e é bem melhor que essa prova seja gratuita, comemora Samira Matuque, que veio de São Paulo para assistir aos Jogos.
Apesar da organização afirmar que todos os ingressos já estão esgotados, é possível notar muitos lugares vazios nas competições. Na final de equipes da Ginástica Artística, por exemplo, a Arena Multiesportiva estava cheia, mas não lotada. Vários lugares não estavam ocupados.
Francisco de Castro, o Cangaceiro Maratonista, veio do Ceará para assistir aos Jogos mas não tinha ingressos. Fui na abertura mas o ingresso era muito caro, dava quase para ir de volta para o Ceará, lamentou o cearense que estava todo paramentado para prestigiar a prova na Praia de Copacabana.
Em muitos locais de competição, como o mountain bike e o triathlon, a organização montou arquibancadas exclusivas para convidados especiais e autoridades. Enquanto o público pisava na lama no MTB e se espremia nas grades de Copacabana, os quase 160 lugares das arquibancadas não tinham 50% de sua ocupação.
Prestígio da família - Os parentes da atleta Carla Moreno vieram em peso para vê-la nadar, correr e pedalar em Copacabana. A caravana de 15 pessoas contou com a gratuidade do evento e saiu de São José dos Campos para prestigiar o triathlon. Fizemos camisetas e faixas e é muito emocionante estar aqui. O clima da prova é muito legal, comenta Ari Palma, sogro da atleta.
No Pan, vale mesmo o dito popular sou brasileiro e não desisto nunca. Mesmo pisando na lama ou enfrentando horas debaixo de um sol de quase 30ºC, o público não deixa de lado seus atletas. A bandeirinha do Brasil ajuda a proteger do sol, afirma Karina Campelo, que estava com a filhinha nos braços em Copacabana. Ela só foi ver a competição porque era gratuita e não pretende ir a outras provas.
Para quem não tem ingressos mas quer aproveitar os Jogos, ainda há eventos gratuitos, como a maratona, que acontece nos dias 22 e 30 e a Vela, que começa no dia 22. Além deles, o público também poderá assistir o esqui aquático e a marcha atlética.
Triathlon · 17 jul, 2007
Direto do Rio de Janeiro (RJ) - Mesmo antes de começar as competições nos Jogos Pan-americanos, a grande maioria dos ingressos já havia sido vendida. Irritados, muitos torcedores fizeram protestos e se revoltaram com a organização dos Jogos, mas nada disso adiantou. O jeito foi partir para os eventos gratuitos, como o Triathlon, que aconteceu no último domingo (15) na orla da Praia de Copacabana, cartão postal do Rio do Janeiro. Em todo o percurso da competição havia torcedores vibrando com a passagem dos atletas.
O esporte merece que todos os brasileiros estejam aqui festejando e é bem melhor que essa prova seja gratuita, comemora Samira Matuque, que veio de São Paulo para assistir aos Jogos.
Apesar da organização afirmar que todos os ingressos já estão esgotados, é possível notar muitos lugares vazios nas competições. Na final de equipes da Ginástica Artística, por exemplo, a Arena Multiesportiva estava cheia, mas não lotada. Vários lugares não estavam ocupados.
Francisco de Castro, o Cangaceiro Maratonista, veio do Ceará para assistir aos Jogos mas não tinha ingressos. Fui na abertura mas o ingresso era muito caro, dava quase para ir de volta para o Ceará, lamentou o cearense que estava todo paramentado para prestigiar a prova na Praia de Copacabana.
Em muitos locais de competição, como o mountain bike e o triathlon, a organização montou arquibancadas exclusivas para convidados especiais e autoridades. Enquanto o público pisava na lama no MTB e se espremia nas grades de Copacabana, os quase 160 lugares das arquibancadas não tinham 50% de sua ocupação.
Prestígio da família - Os parentes da atleta Carla Moreno vieram em peso para vê-la nadar, correr e pedalar em Copacabana. A caravana de 15 pessoas contou com a gratuidade do evento e saiu de São José dos Campos para prestigiar o triathlon. Fizemos camisetas e faixas e é muito emocionante estar aqui. O clima da prova é muito legal, comenta Ari Palma, sogro da atleta.
No Pan, vale mesmo o dito popular sou brasileiro e não desisto nunca. Mesmo pisando na lama ou enfrentando horas debaixo de um sol de quase 30ºC, o público não deixa de lado seus atletas. A bandeirinha do Brasil ajuda a proteger do sol, afirma Karina Campelo, que estava com a filhinha nos braços em Copacabana. Ela só foi ver a competição porque era gratuita e não pretende ir a outras provas.
Para quem não tem ingressos mas quer aproveitar os Jogos, ainda há eventos gratuitos, como a maratona, que acontece nos dias 22 e 30 e a Vela, que começa no dia 22. Além deles, o público também poderá assistir o esqui aquático e a marcha atlética.
Triathlon · 16 jul, 2007
Ouça o boletim de áudio do Pan com um resumo de como foi a participação brasileira na prova de triathlon dos Jogos Pan-americanos no último domingo (15). O repórter Alexandre Koda traz as informações direto do Rio de Janeiro.
As brasileiras decepcionaram e a melhor colocação ficou com Mariana Ohata, sexta colocada com o tempo de 2h00min51. Carla Moreno, que não se sentiu bem durante o trecho de corrida, chegou na nona colocação com 2h02min03, enquanto Sandra Soldan foi a 19ª com 2h08min36. A vitória ficou com a americana Julie Ertel (1h57min23), seguida por sua compatriota Sarah Haskins (1h57min46) e pela canadense Lauren Groves (1h59min50).
Já entre os homens Juraci Moreira faturou um bronze para o Brasil com o tempo de 1h52min54 e comemorou muito com o público que o incentivou desde o início. O ouro ficou com o americano Andy Potts, com o tempo de 1h52min31 e a prata com o canadense Brent McMahon que fechou com 1h52min38.
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026