Pan-Americano

Sandra Soldan comenta jogo de equipe no triathlon

Triathlon · 16 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Em Olimpíadas, Pan-americanos e outros campeonatos é comum o jogo de equipe por parte de atletas dos Estados Unidos, Canadá e outros países de tradição no triathlon, fato que não ocorre com o Brasil. Depois da explicação de Juraci Moreira, bronze na prova desse domingo, Sandra Soldan também comenta o assunto.

Juraci disse que aqui no Brasil não é possível fazer jogo de equipe devido ao diferente nível de condicionamento dos atletas, já que cada um treina em um local diferente e de maneiras distintas. Soldan ratifica as palavras do companheiro e diz que falta apoio da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri).

Segundo ela, os estrangeiros tem todas as despesas pagas em viagens, coisa que não acontece no Brasil, o que dificulta uma possível estratégia coletiva. “O jogo de equipe das estrangeiras vem das Confederações que mantém os atletas e pagam para eles treinarem. Elas ditam o que cada um faz e quem vai trabalhar para quem”.

Apesar das dificuldades encontradas, os brasileiros sempre arrumam um jeitinho de beliscar bons resultados. “A Confederação acha que somos geração passada, eles estão focados apenas na geração mais nova. Fiquei muito feliz pelo Juraci, ele representou muito bem nossa equipe de triathlon com o bronze”, desabafa.

Vencedoras do triathlon avaliam a prova do Pan

Direto do Rio de Janeiro - Para garantir a medalha de ouro e a prata dos Jogos Pan-americanos, as triathletas americanas Julie Ertel e Sarah Haskins usaram uma estratégia peculiar na prova: jogo de equipe. A canadense Lauren Groves, medalha bronze, também usou a mesma estratégia com suas compatriotas.

Julie, ex-jogadora de pólo aquático, diz que elas sempre procuram colocar o maior número de americanas no pódio. No Pan esse objetivo foi primordial, já que a primeira colocada também garantiu uma vaga nas Olimpíadas de Pequim. “Já competimos juntas há algum tempo e isso facilita bastante o jogo de equipe”, comenta em relação à sua companheira Sarah. “Não importa quem vença, estamos sempre trabalhando pela equipe”, ressalta a vice-campeã.

Sobre a estratégia coletiva, Julie diz que é forte na natação, enquanto Sarah se dá melhor na corrida. Além disso, dependendo do momento, aquela que estiver melhor na prova aumenta a velocidade no final para faturar a primeira colocação.

Apesar do esforço, não há garantias que as medalhistas de ouro cheguem até Pequim. “A vaga olímpica não ficará comigo, mas sim com a equipe e depois teremos eliminatórias para ver quem se classificará para os jogos”, ressalta Ertel, que afirma gostar muito de participar de competições onde pode se integrar com atletas de vários países diferentes.

Já a canadense Laure Groves, que começou a carreira nas competições de pista, parece não ter sentido o forte calor do Rio de Janeiro. “Apesar do Canadá ser um país frio, eu treino muito no Colorado (EUA), onde é muito quente. Lá não tem a umidade daqui, mas estou acostumada com as altas temperaturas”, comenta com uma simpatia contagiante.


Vencedoras do triathlon avaliam a prova do Pan

Triathlon · 16 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Para garantir a medalha de ouro e a prata dos Jogos Pan-americanos, as triathletas americanas Julie Ertel e Sarah Haskins usaram uma estratégia peculiar na prova: jogo de equipe. A canadense Lauren Groves, medalha bronze, também usou a mesma estratégia com suas compatriotas.

Julie, ex-jogadora de pólo aquático, diz que elas sempre procuram colocar o maior número de americanas no pódio. No Pan esse objetivo foi primordial, já que a primeira colocada também garantiu uma vaga nas Olimpíadas de Pequim. “Já competimos juntas há algum tempo e isso facilita bastante o jogo de equipe”, comenta em relação à sua companheira Sarah. “Não importa quem vença, estamos sempre trabalhando pela equipe”, ressalta a vice-campeã.

Sobre a estratégia coletiva, Julie diz que é forte na natação, enquanto Sarah se dá melhor na corrida. Além disso, dependendo do momento, aquela que estiver melhor na prova aumenta a velocidade no final para faturar a primeira colocação.

Apesar do esforço, não há garantias que as medalhistas de ouro cheguem até Pequim. “A vaga olímpica não ficará comigo, mas sim com a equipe e depois teremos eliminatórias para ver quem se classificará para os jogos”, ressalta Ertel, que afirma gostar muito de participar de competições onde pode se integrar com atletas de vários países diferentes.

Já a canadense Laure Groves, que começou a carreira nas competições de pista, parece não ter sentido o forte calor do Rio de Janeiro. “Apesar do Canadá ser um país frio, eu treino muito no Colorado (EUA), onde é muito quente. Lá não tem a umidade daqui, mas estou acostumada com as altas temperaturas”, comenta com uma simpatia contagiante.

Soldan e Carla Moreno comentam a prova do Pan

As triathletas Carla Moreno e Sandra Soldan, respectivamente nona e 16ª colocadas na prova de triathlon dos Jogos Pan-americanos, fazem uma avaliação geral de suas participações. As meninas eram cotadas como favoritas a obter uma medalha, mas as americanas Julie Ertel e Sarah Haskins e a canadense Lauren Groves estragaram a festa.

Direto do Rio de Janeiro - Sandra havia dito antes da competição que sabia da dificuldade de enfrentar as norte-americanas, pois elas fariam o tão temido jogo de equipe, em que revezam na liderança até uma delas despontar para a vitória. “Minha estratégia inicial era sair da água junto delas, o que quase consegui”. Ela vinha no encalço da canadense Kathy Tremblay, mas na segunda volta ela não conseguiu mais acompanhar as adversárias e a brasileira passou a nadar sem referência.

Com a natação comprometida, ela decidiu arriscar tudo na bike e começou a pedalar forte. “As duas primeiras voltas pedalei quase como um contra relógio, fazendo muito esforço, mas não deu. Elas são excelentes nadadoras e ciclistas e sabíamos que vinham para o primeiro posto”. A atleta diz ainda que não estava muito inspirada no dia. “Além de treinar muito, tem que ter sorte”.

A próxima disputa ainda não está definida, já que a triathleta terá que escolher entre o Triathlon do Exército em Vila Velha (ES) ou a etapa de Belém do Sesc Triathlon – Circuito Nacional. “Em agosto ainda tem mundial, para tentar uma classificação para a olimpíada”, completa.

Carla Moreno - Já Carla esbanjava felicidade e empolgação antes da largada, mas acabou tendo problemas durante a perna de corrida, o que acabou prejudicando um pouco seu rendimento. “Acho que fiz uma boa prova de natação e de ciclismo também, mas não me senti bem na corrida”. Durante a competição feminina os termômetros registraram 29°C, o que pode ter sido um dos fatores que a fez se sentir mal.

“Pode ter sido um pouco de desidratação, já que estava muito abafado”, comenta. Ela diz ainda que apesar de gostar de competir com calor, não estava nos seus melhores dias, não teve sorte. “Fiz tudo o que podia nos treinos e nas provas, mas infelizmente não consegui uma medalha”, completa. Apesar do resultado não ser o esperado, ela não perdeu a empolgação de estar num Pan em sua terra natal.

Carla agora segue para os Jogos Regionais pela equipe de São Bernardo e depois fará um pré-olímpico na Colômbia, para “correr atrás do prejuízo”, como ela mesma afirma.


Soldan e Carla Moreno comentam a prova do Pan

Triathlon · 15 jul, 2007

As triathletas Carla Moreno e Sandra Soldan, respectivamente nona e 16ª colocadas na prova de triathlon dos Jogos Pan-americanos, fazem uma avaliação geral de suas participações. As meninas eram cotadas como favoritas a obter uma medalha, mas as americanas Julie Ertel e Sarah Haskins e a canadense Lauren Groves estragaram a festa.

Direto do Rio de Janeiro - Sandra havia dito antes da competição que sabia da dificuldade de enfrentar as norte-americanas, pois elas fariam o tão temido jogo de equipe, em que revezam na liderança até uma delas despontar para a vitória. “Minha estratégia inicial era sair da água junto delas, o que quase consegui”. Ela vinha no encalço da canadense Kathy Tremblay, mas na segunda volta ela não conseguiu mais acompanhar as adversárias e a brasileira passou a nadar sem referência.

Com a natação comprometida, ela decidiu arriscar tudo na bike e começou a pedalar forte. “As duas primeiras voltas pedalei quase como um contra relógio, fazendo muito esforço, mas não deu. Elas são excelentes nadadoras e ciclistas e sabíamos que vinham para o primeiro posto”. A atleta diz ainda que não estava muito inspirada no dia. “Além de treinar muito, tem que ter sorte”.

A próxima disputa ainda não está definida, já que a triathleta terá que escolher entre o Triathlon do Exército em Vila Velha (ES) ou a etapa de Belém do Sesc Triathlon – Circuito Nacional. “Em agosto ainda tem mundial, para tentar uma classificação para a olimpíada”, completa.

Carla Moreno - Já Carla esbanjava felicidade e empolgação antes da largada, mas acabou tendo problemas durante a perna de corrida, o que acabou prejudicando um pouco seu rendimento. “Acho que fiz uma boa prova de natação e de ciclismo também, mas não me senti bem na corrida”. Durante a competição feminina os termômetros registraram 29°C, o que pode ter sido um dos fatores que a fez se sentir mal.

“Pode ter sido um pouco de desidratação, já que estava muito abafado”, comenta. Ela diz ainda que apesar de gostar de competir com calor, não estava nos seus melhores dias, não teve sorte. “Fiz tudo o que podia nos treinos e nas provas, mas infelizmente não consegui uma medalha”, completa. Apesar do resultado não ser o esperado, ela não perdeu a empolgação de estar num Pan em sua terra natal.

Carla agora segue para os Jogos Regionais pela equipe de São Bernardo e depois fará um pré-olímpico na Colômbia, para “correr atrás do prejuízo”, como ela mesma afirma.

Juraci Moreira fala do esforço na competição

Juraci Moreira conquistou nesse domingo a medalha de bronze no triathlon dos Jogos Pan-americanos, resultado que ele encara como uma vitória. Natural de Curitiba, mas radicado em Brasília, ele fala sobre o apoio do governo e da Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri).

Direto do Rio de Janeiro - Juraci diz que toda medalha é encarada como uma vitória, não importa se é de ouro, prata ou bronze. “Hoje foi a coroação de um trabalho longo e dedico à minha família”. Ele quase não terá tempo de descansar e aproveitar a conquista, pois já precisará viajar para a Inglaterra onde competirá em uma das etapas da Copa do Mundo. “O ouro aqui me garantia em Pequim ano que vem. Mas tudo bem, vou pelo caminho mais difícil”, ressalta o triathleta que já deve retomar os treinamentos nessa segunda-feira (16).

Já em relação à estratégia aplicada durante a competição, ele lembra que os ponteiros dispararam faltando três voltas para o término do trecho de bike e ele decidiu não tentar alcançá-los. “Achei que a fuga não renderia nada, então resolvi ficar para trás para me garantir na corrida”. Segundo ele, todas as vezes em que os canadenses pulavam à frente ele ia buscar, mas nesse trecho esperou que alguém tomasse a iniciativa, fato que não ocorreu.

Os canadenses a todo o momento fizeram jogo de equipe, algo muito pouco utilizado pelos brasileiros. “Muita gente pensa que não fazemos por compromisso com o patrocinador, ou individualismo, mas o problema que não temos três atletas com o mesmo nível técnico”, ressalta. Ele diz ainda que se a Confederação Brasileira de Triathlon oferecesse uma bonificação para os atletas “perderem” o ouro, poderia haver jogo de equipe.

“Por que motivo outro atleta iria deixar de conquistar o ouro para beneficiar o outro, se não tivesse alguma vantagem?”. Ainda no âmbito da CBTri, ele diz que há um ótimo investimento nos jovens talentos de 18 a 20 anos, mas os atuais atletas são esquecidos. “Eles querem aposentar a gente”, brinca ao se referir à atual geração masculina e feminina. Ele acredita que os futuros triathletas profissionais terão a oportunidade de fazer o jogo de equipe, pois estão treinando juntos e chegarão às competições num mesmo nível.


Juraci Moreira fala do esforço na competição

Triathlon · 15 jul, 2007

Juraci Moreira conquistou nesse domingo a medalha de bronze no triathlon dos Jogos Pan-americanos, resultado que ele encara como uma vitória. Natural de Curitiba, mas radicado em Brasília, ele fala sobre o apoio do governo e da Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri).

Direto do Rio de Janeiro - Juraci diz que toda medalha é encarada como uma vitória, não importa se é de ouro, prata ou bronze. “Hoje foi a coroação de um trabalho longo e dedico à minha família”. Ele quase não terá tempo de descansar e aproveitar a conquista, pois já precisará viajar para a Inglaterra onde competirá em uma das etapas da Copa do Mundo. “O ouro aqui me garantia em Pequim ano que vem. Mas tudo bem, vou pelo caminho mais difícil”, ressalta o triathleta que já deve retomar os treinamentos nessa segunda-feira (16).

Já em relação à estratégia aplicada durante a competição, ele lembra que os ponteiros dispararam faltando três voltas para o término do trecho de bike e ele decidiu não tentar alcançá-los. “Achei que a fuga não renderia nada, então resolvi ficar para trás para me garantir na corrida”. Segundo ele, todas as vezes em que os canadenses pulavam à frente ele ia buscar, mas nesse trecho esperou que alguém tomasse a iniciativa, fato que não ocorreu.

Os canadenses a todo o momento fizeram jogo de equipe, algo muito pouco utilizado pelos brasileiros. “Muita gente pensa que não fazemos por compromisso com o patrocinador, ou individualismo, mas o problema que não temos três atletas com o mesmo nível técnico”, ressalta. Ele diz ainda que se a Confederação Brasileira de Triathlon oferecesse uma bonificação para os atletas “perderem” o ouro, poderia haver jogo de equipe.

“Por que motivo outro atleta iria deixar de conquistar o ouro para beneficiar o outro, se não tivesse alguma vantagem?”. Ainda no âmbito da CBTri, ele diz que há um ótimo investimento nos jovens talentos de 18 a 20 anos, mas os atuais atletas são esquecidos. “Eles querem aposentar a gente”, brinca ao se referir à atual geração masculina e feminina. Ele acredita que os futuros triathletas profissionais terão a oportunidade de fazer o jogo de equipe, pois estão treinando juntos e chegarão às competições num mesmo nível.

Público “empurra” Juraci na conquista do bronze

Direto do Rio de Janeiro (RJ) - Milhares de pessoas lotaram a orla da Praia de Copacabana na manhã deste domingo (15) e foram brindadas pelo bronze de Juraci Moreira, no triathlon. “A torcida quase pula dentro da pista para te empurrar e é isso que nos move. Mesmo tendo dor ou estando cansado, conseguimos nos superar”, afirma o medalhista brasileiro.

O atleta chegou a perder algumas posições na parte do ciclismo, mas recuperou na corrida e conquistou o bronze. “Missão cumprida. Claro que queremos sempre o ouro, mas esse bronze está maravilhoso, é um sonho ganhar essa medalha no Pan do Rio”, comemora Juraci. “Fazer parte dessa festa como medalhista para mim é muito bom. Com certeza será um dia inesquecível”, completa.

O triatlhon masculino foi vencido pelo norte-americano Andy Potts, seguido do canadense Brent McMahon. Já no feminino, dobradinha norte-americana, com Julie Ertel e Sarah Haskins. Em terceiro, Lauren Groves, do Canadá.

Torcida - O triatlhon é uma das poucas provas do Pan em que não há cobrança de ingressos, motivo a mais que levou cariocas e turistas a lotar a praia de Copacabana.

“Sendo no Rio de Janeiro eu já esperava um público como esse. Estava todo mundo aqui, prova lotada, cartão postal do Rio, não tinha lugar melhor para ser realizada”, afirma Juraci.

O público acompanhou todos os momentos da prova, “desde a largada até o final do percurso tinha gente torcendo e incentivando”, observa Juraci.


Público “empurra” Juraci na conquista do bronze

Triathlon · 15 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro (RJ) - Milhares de pessoas lotaram a orla da Praia de Copacabana na manhã deste domingo (15) e foram brindadas pelo bronze de Juraci Moreira, no triathlon. “A torcida quase pula dentro da pista para te empurrar e é isso que nos move. Mesmo tendo dor ou estando cansado, conseguimos nos superar”, afirma o medalhista brasileiro.

O atleta chegou a perder algumas posições na parte do ciclismo, mas recuperou na corrida e conquistou o bronze. “Missão cumprida. Claro que queremos sempre o ouro, mas esse bronze está maravilhoso, é um sonho ganhar essa medalha no Pan do Rio”, comemora Juraci. “Fazer parte dessa festa como medalhista para mim é muito bom. Com certeza será um dia inesquecível”, completa.

O triatlhon masculino foi vencido pelo norte-americano Andy Potts, seguido do canadense Brent McMahon. Já no feminino, dobradinha norte-americana, com Julie Ertel e Sarah Haskins. Em terceiro, Lauren Groves, do Canadá.

Torcida - O triatlhon é uma das poucas provas do Pan em que não há cobrança de ingressos, motivo a mais que levou cariocas e turistas a lotar a praia de Copacabana.

“Sendo no Rio de Janeiro eu já esperava um público como esse. Estava todo mundo aqui, prova lotada, cartão postal do Rio, não tinha lugar melhor para ser realizada”, afirma Juraci.

O público acompanhou todos os momentos da prova, “desde a largada até o final do percurso tinha gente torcendo e incentivando”, observa Juraci.

EUA dominam pódio no triathlon do Pan

Triathlon · 15 jul, 2007

Após competição masculina, foi a vez das mulheres disputarem o pódio do triathlon Pan-americano. A delegação dos Estados Unidos liderou a competição do começo ao fim e as duas competidoras, Julie Ertel e Sarah Haskins abocanharam respectivamente a ouro, a prata.

Antes de chegarem ao Brasil, o diretor da Confederação de Triathlon dos Estados Unidos, Scott Schmitzspahn, já anunciava que eles iriam ganhar mais de uma medalha. Para isso as três atletas usaram muita tática e fizeram quase toda prova juntas. O Canadá também levou um forte time e garantiu o bronze com Lauren Groves.

A melhor brasileira da competição foi Mariana Ohata com a sexta colocação. Apesar de tentar se aproximar das americanas, Mariana Ohata não conseguiu diminuir a diferença entre o primeiro e o segundo pelotão.

Ao todo foram 1,5km de natação, 40km de bike e por fim 10 de corrida. Hoje também aconteceu a competição masculina do triathlon e o brasileiro Juraci Moreira ficou com o bronze para o Brasil.

Triathletas já estão na etapa corrida do Pan

Triathlon · 15 jul, 2007

As atletas que participam nesse momento do triathlon do Pan-americano do Rio estão na última etapa da competição. Elas já enfrentaram 1,5km de natação, 40km de bike e agora partem para 10km de corrida.

As americanas continuam na liderança com Julie Swail, Sarah Haskins e Sara Mclarty. Mas Sara passou na área de transição aparentemente cansada. No segundo pelotão da prova estão as competidores brasileiras.

Mariana Ohata saiu para a corrida na 10ª posição, Sandra Soldan em 15º lugar Carla Moreno 18º.De acordo com o treinador Carlos Eugênio Ferraro, o Neném, Carla Moreno tem uma forte corrida, só depende do pelotão que ela estiver. O Webrun acompanha a prova.

EUA usa tática de grupo para liderar triathlon no Pan

Triathlon · 15 jul, 2007

A seleção americana de triathlon continua na liderança da competição Pan-americana, prova que acontece nesse momento no Rio de Janeiro. As três competidoras Julie Swail, Sarah Haskins e Sara Mclarty revezam o primeiro lugar. Cada uma fica cerca de 20 segundos na primeira posição.

A tática das americanas prova que além do ouro, elas vieram ao Brasil para garantirem uma vaga para os Jogos Olímpicos de Pequim. O segundo pelotão, com 19 atletas, está 2min19s atrás e este é liderado pela brasileira Mariana Ohata.

Agora os termômetros da praia de Copacabana registram 29ºC, mais um desafio para as participantes. O público é intenso e torce bastante para o Brasil. O Webrun acompanha a prova.

Americanas lideram triathlon do Pan

Triathlon · 15 jul, 2007

Acontece agora no Rio de Janeiro a competição de triathlon do Pan. As participantes já concluíram a etapa de natação da prova e estão no ciclismo. Ao todo serão 40 quilômetros de bike num total de sete voltas.

As três americanas Julie Swail, Sarah Haskins e Sara Mclarty lideram a prova de bike. O Grupo se reveza nas primeiras posições. A brasileira Sandra Soldan é a quarta colocada com chances de chegar no pelotão, já que está 1min15s atrás das americanas.

Após a etapa de bike as triathletas enfrentam mais 10 quilômetros de corrida. A disputa pelo pódio continua e o Webrun acompanha toda competição.

Triathlon feminino acontece no Rio

Triathlon · 15 jul, 2007

Após a competição masculina de triathlon do Pan e o bronze do brasileiro Juraci Moreira agora é a vez das mulheres disputarem a competição. A largada foi dada às 10h30 na praia de Copacabana no Rio de Janeiro. O calor a temperatura na capital carioca está mais alta se comparada coma a prova masculina. Os termômetros marcam aproximadamente 29ºC.

Ao todo serão 1,5km de natação, 40km de bike e 10 de corrida. A primeira atleta que saiu da água foi a americana Sara McLarty. A brasileira Sandra Soldan foi a quinta colocada na transição para a bike.

O Brasil também tem como representantes Carla Moreno e Mariana Ohata. A briga pela medalha de ouro e pela vaga nas Olimpíadas de Pequim continua.