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Quem são as mulheres que fizeram as 23 maratonas abaixo de 2h20min

Maratona · 21 jan, 2013

Se 2h06min34 (3min/km) é uma marca histórica para a maratona masculina, abaixo de 2h20 (3’19”/km) é considerado um tempo almejado demais entre as mulheres. Tanto que somente 23 vezes foi obtido e por apenas 17 incríveis mulheres na história mundial.

A primeira atleta a obter este feito foi a japonesa Naoko Takarashi em 30 de setembro de 2001, na Maratona de Berlim, com 2h19min46, no ano posterior ao que obteve a medalha de ouro na Maratona Olímpica de Sydney. Sete dias depois, Naoko perderia seu recorde mundial para a queniana Catherine Ndereba que fez 2h18min47 na Maratona de Chicago.

Ndereba ainda faria 2h19min26 em Chicago no ano de 2002 e 2h19min55 em Londres 2003, completando três maratonas sub 2h20. Mas falar de maratona em alto nível é lembrar-se da britânica Paula Radcliffe, que debutou na Maratona de Londres (2002) já vencendo com 2h18min56 e em seguida, na Maratona de Chicago em 2002, onde Ndereba defendia o título e o recorde mundial, a derrotou com a marca de 2h17min18 (3min15/km), passando então a ser a melhor de todos os tempos.

No ano seguinte (2003), em Londres, Paula assombrou o mundo chegando 4min30 à frente de Ndereba, com 2h15m25s (3’12”/km), mais uma vez obtendo o Recorde Mundial, que perdura até hoje. Já em 2005, conseguiu sua 4ª maratona sub 2h20, novamente vencendo em Londres, com 2h17min52, ficando com as três melhores marcas de todos os tempos.

Keitany- Seguidas de Radcliffe com quatro maratonas sub 2h20, e Ndereba com três, temos a queniana Mary Keitany com 2h19min19 em Londres 2011 e 2h18min37 também em Londres, em 2012. Além da melhor marca feminina do Quênia na maratona, ela tem o recorde mundial de meia maratona com 1h05min50 (3min07/km), em Ras Al Khaimah 2001, somente quatro maratonas completas e promete ainda dar muito trabalho.

Das 23 marcas sub 2h20, o Quênia lidera o ranking com oito, seguido do Reino Unido com as quatro de Paula Radcliffe. A Etiópia vem em seguida com três, juntamente com o Japão. A China aparece em seguida com duas marcas sub 2h20. Rússia, EUA e Alemanha, tem uma cada.

Uma grande curiosidade e diferença em relação ao masculino é que no feminino são 12 marcas obtidas por atletas da raça branca e 11 da raça negra, ao passo que no masculino a raça negra domina absurdamente sobre a raça branca, que obteve poucas marcas memoráveis.

As dez melhores maratonistas femininas de todos os tempos:

  • Paula Radcliffe (GBR) - 2h15min25 - Londres 13/04/2003
  • Liliya Shobukhova (RUS) - 2h18min20 - Chicago 09/10/2011
  • Mary Jepkosgei Keitany (QUÊ) - 2h18min37 - Londres 22/04/2012
  • Catherine Ndereba (QUÊ) -2h18min47 - Chicago - 07/10/2001
  • Tiki Gelana (ETI) -2h18min58 - Roterdã - 15/04/2012
  • Mizuki Noguchi (JAP)- 2h19min12 - Berlim - 25/09/2005
  • Irina Mikitenko (ALE)- 2h19min19- Berlim - 28/09/2008
  • Aselefech Mergia (ETI)- 2h19min31 - Dubai 27/01/2012
  • Lucy Wangiu Kabuu (QUÊ) - 2h19min34 - Dubai 27/01/2012
  • Deena Kastor (EUA) - 2h19min36 - Londres 23/04/2006


  • Quem são as mulheres que fizeram as 23 maratonas abaixo de 2h20min

    Maratona · 21 jan, 2013

    Se 2h06min34 (3min/km) é uma marca histórica para a maratona masculina, abaixo de 2h20 (3’19”/km) é considerado um tempo almejado demais entre as mulheres. Tanto que somente 23 vezes foi obtido e por apenas 17 incríveis mulheres na história mundial.

    A primeira atleta a obter este feito foi a japonesa Naoko Takarashi em 30 de setembro de 2001, na Maratona de Berlim, com 2h19min46, no ano posterior ao que obteve a medalha de ouro na Maratona Olímpica de Sydney. Sete dias depois, Naoko perderia seu recorde mundial para a queniana Catherine Ndereba que fez 2h18min47 na Maratona de Chicago.

    Ndereba ainda faria 2h19min26 em Chicago no ano de 2002 e 2h19min55 em Londres 2003, completando três maratonas sub 2h20. Mas falar de maratona em alto nível é lembrar-se da britânica Paula Radcliffe, que debutou na Maratona de Londres (2002) já vencendo com 2h18min56 e em seguida, na Maratona de Chicago em 2002, onde Ndereba defendia o título e o recorde mundial, a derrotou com a marca de 2h17min18 (3min15/km), passando então a ser a melhor de todos os tempos.

    No ano seguinte (2003), em Londres, Paula assombrou o mundo chegando 4min30 à frente de Ndereba, com 2h15m25s (3’12”/km), mais uma vez obtendo o Recorde Mundial, que perdura até hoje. Já em 2005, conseguiu sua 4ª maratona sub 2h20, novamente vencendo em Londres, com 2h17min52, ficando com as três melhores marcas de todos os tempos.

    Keitany- Seguidas de Radcliffe com quatro maratonas sub 2h20, e Ndereba com três, temos a queniana Mary Keitany com 2h19min19 em Londres 2011 e 2h18min37 também em Londres, em 2012. Além da melhor marca feminina do Quênia na maratona, ela tem o recorde mundial de meia maratona com 1h05min50 (3min07/km), em Ras Al Khaimah 2001, somente quatro maratonas completas e promete ainda dar muito trabalho.

    Das 23 marcas sub 2h20, o Quênia lidera o ranking com oito, seguido do Reino Unido com as quatro de Paula Radcliffe. A Etiópia vem em seguida com três, juntamente com o Japão. A China aparece em seguida com duas marcas sub 2h20. Rússia, EUA e Alemanha, tem uma cada.

    Uma grande curiosidade e diferença em relação ao masculino é que no feminino são 12 marcas obtidas por atletas da raça branca e 11 da raça negra, ao passo que no masculino a raça negra domina absurdamente sobre a raça branca, que obteve poucas marcas memoráveis.

    As dez melhores maratonistas femininas de todos os tempos:

  • Paula Radcliffe (GBR) - 2h15min25 - Londres 13/04/2003
  • Liliya Shobukhova (RUS) - 2h18min20 - Chicago 09/10/2011
  • Mary Jepkosgei Keitany (QUÊ) - 2h18min37 - Londres 22/04/2012
  • Catherine Ndereba (QUÊ) -2h18min47 - Chicago - 07/10/2001
  • Tiki Gelana (ETI) -2h18min58 - Roterdã - 15/04/2012
  • Mizuki Noguchi (JAP)- 2h19min12 - Berlim - 25/09/2005
  • Irina Mikitenko (ALE)- 2h19min19- Berlim - 28/09/2008
  • Aselefech Mergia (ETI)- 2h19min31 - Dubai 27/01/2012
  • Lucy Wangiu Kabuu (QUÊ) - 2h19min34 - Dubai 27/01/2012
  • Deena Kastor (EUA) - 2h19min36 - Londres 23/04/2006

  • Encontro Delas leva 1.500 mulheres para corrida em Belo Horizonte

    Corridas de Rua · 02 out, 2012

    No domingo (30/09), o bairro de Belvedere, em Belo Horizonte, sediou a corrida feminina Encontro Delas. Cerca de 1.500 mulheres participaram do evento em que a prova de seis quilômetros foi apenas mais uma das diversas atividades oferecidas.

    Como tem se tornado comum em corridas voltadas ao público feminino, as participantes tiveram alongamento coletivo, café da manhã saudável e reforçado, relaxamento com massagem, cuidados faciais e tratamento estético. Isso sem falar no kit, que vinha dentro de uma bolsa desenhada pelo estilista Rogério Lima.

    As três primeiras de cada uma das cinco categorias levaram para casa, além do troféu, uma joia exclusiva. Por ter completado o percurso em todas as seis edições do Encontro Delas, Ordália Gomes, de 85 anos, foi homenageada após a prova.

    Confira o resultado do Encontro Delas 2012:

    Geral

  • 1ª Camila Aparecida dos Santos
  • 2ª Adriana Cristina da Silva da Luz
  • 3ª Claudia Helena Dumont
  • De 17 a 24 anos

  • 1ª Letícia Veigas
  • 2ª Denise Mendes Maia
  • 3ª Ingrid Barbosa Moreira
  • De 25 a 34 anos

  • 1ª Natália Vasconcelos
  • 2ª Kirstin White
  • 3ª Roseane das Graças Tavares
  • De 35 a 44 anos

  • 1ª Cristina Abreu de Oliveira
  • 2ª Cláudia Mota de Carvalho
  • 3ª Raquel Gomide Mota
  • Acima de 45 anos

  • 1ª Berenice Dias
  • 2ª Lígia Adriane Camargos
  • 3ª Cátia Caldeira Soares

  • Encontro Delas leva 1.500 mulheres para corrida em Belo Horizonte

    Corridas de Rua · 02 out, 2012

    No domingo (30/09), o bairro de Belvedere, em Belo Horizonte, sediou a corrida feminina Encontro Delas. Cerca de 1.500 mulheres participaram do evento em que a prova de seis quilômetros foi apenas mais uma das diversas atividades oferecidas.

    Como tem se tornado comum em corridas voltadas ao público feminino, as participantes tiveram alongamento coletivo, café da manhã saudável e reforçado, relaxamento com massagem, cuidados faciais e tratamento estético. Isso sem falar no kit, que vinha dentro de uma bolsa desenhada pelo estilista Rogério Lima.

    As três primeiras de cada uma das cinco categorias levaram para casa, além do troféu, uma joia exclusiva. Por ter completado o percurso em todas as seis edições do Encontro Delas, Ordália Gomes, de 85 anos, foi homenageada após a prova.

    Confira o resultado do Encontro Delas 2012:

    Geral

  • 1ª Camila Aparecida dos Santos
  • 2ª Adriana Cristina da Silva da Luz
  • 3ª Claudia Helena Dumont
  • De 17 a 24 anos

  • 1ª Letícia Veigas
  • 2ª Denise Mendes Maia
  • 3ª Ingrid Barbosa Moreira
  • De 25 a 34 anos

  • 1ª Natália Vasconcelos
  • 2ª Kirstin White
  • 3ª Roseane das Graças Tavares
  • De 35 a 44 anos

  • 1ª Cristina Abreu de Oliveira
  • 2ª Cláudia Mota de Carvalho
  • 3ª Raquel Gomide Mota
  • Acima de 45 anos

  • 1ª Berenice Dias
  • 2ª Lígia Adriane Camargos
  • 3ª Cátia Caldeira Soares
  • Marido em casa, técnico na pista: o casamento com o treinador

    Atletismo · 12 jun, 2012

    Sueli Pereira da Silva foi o grande destaque feminino nas corridas de rua do Brasil em 2011. Melhor atleta brasileira em dez das provas válidas para o Ranking Caixa/CBAt de Corredores de Rua, ela bateu o recorde do Circuito Caixa em Goiânia e em Campo Grande. Por pouco não ficou com o título no final do ano.

    Em 2012, a atual líder do Ranking é Marily dos Santos, fundista que está há anos na elite feminina nacional e única mulher do Brasil na Maratona dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Neste ano ela fez a sua melhor marca em maratonas, 2h31min55, na Itália.

    Marido treinador- Além de estarem entre as melhores corredoras do País, Marily e Sueli tem outra coisa em comum: ambas são casadas com seus treinadores. A situação não é rara: outro exemplo é o da saltadora Fabiana Murer, esposa do técnico Elson Miranda.

    Mas será que a relação atleta-treinador é abalada pelo matrimônio ou vice-versa? Marily é enfática para negar. “Muito pelo contrário! Ele vira até meu psicólogo, me aconselha. Cheguei onde estou por causa dele”, diz, referindo-se ao marido e técnico, Gilmário Mendes.

    Sueli, casada com Ronaldo Quirino, também é só elogios. “Só tenho o que agradecer. É diferente sim da relação normal entre atleta e treinador, mas para o lado bom”.

    Separando as coisas- As duas afirmam que não levam problemas de casa para os treinos e que as relações são muito bem resolvidas. “Marido e mulher é em casa”, conta Sueli.

    Marily vai além. “A gente não mistura as coisas, não tem nada a ver”, afirma, para sem saber, repetir a frase de Sueli. “Atleta é na pista, na rua. Marido e mulher em casa”, define.


    Marido em casa, técnico na pista: o casamento com o treinador

    Atletismo · 12 jun, 2012

    Sueli Pereira da Silva foi o grande destaque feminino nas corridas de rua do Brasil em 2011. Melhor atleta brasileira em dez das provas válidas para o Ranking Caixa/CBAt de Corredores de Rua, ela bateu o recorde do Circuito Caixa em Goiânia e em Campo Grande. Por pouco não ficou com o título no final do ano.

    Em 2012, a atual líder do Ranking é Marily dos Santos, fundista que está há anos na elite feminina nacional e única mulher do Brasil na Maratona dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Neste ano ela fez a sua melhor marca em maratonas, 2h31min55, na Itália.

    Marido treinador- Além de estarem entre as melhores corredoras do País, Marily e Sueli tem outra coisa em comum: ambas são casadas com seus treinadores. A situação não é rara: outro exemplo é o da saltadora Fabiana Murer, esposa do técnico Elson Miranda.

    Mas será que a relação atleta-treinador é abalada pelo matrimônio ou vice-versa? Marily é enfática para negar. “Muito pelo contrário! Ele vira até meu psicólogo, me aconselha. Cheguei onde estou por causa dele”, diz, referindo-se ao marido e técnico, Gilmário Mendes.

    Sueli, casada com Ronaldo Quirino, também é só elogios. “Só tenho o que agradecer. É diferente sim da relação normal entre atleta e treinador, mas para o lado bom”.

    Separando as coisas- As duas afirmam que não levam problemas de casa para os treinos e que as relações são muito bem resolvidas. “Marido e mulher é em casa”, conta Sueli.

    Marily vai além. “A gente não mistura as coisas, não tem nada a ver”, afirma, para sem saber, repetir a frase de Sueli. “Atleta é na pista, na rua. Marido e mulher em casa”, define.

    Corrida inibe, mas também pode causar o aparecimento dos vasinhos

    Atletismo · 13 abr, 2012

    Não há mulher no mundo que não se preocupe com o aparecimento dos indesejáveis vasinhos, principalmente nas pernas. Muitas vezes, a prática de exercícios físicos, como a corrida, fica conhecida como a principal vilã para quem tem as marquinhas.

    O que chamamos de vasinhos são capilares invisíveis responsáveis pela irrigação sanguínea da pele e, quando eles se rompem, adquirem uma cor arroxeada e tornam-se visíveis. Porém a relação entre eles e a corrida é muito variada e depende exclusivamente da genética de cada mulher.

    Quem já tem uma predisposição genética pode desencadear o aparecimento dos vasinhos por diversos fatores, entre eles os exercícios de impacto, como a corrida. Alguns medicamentos, como a pílula anticoncepcional, também facilitam o seu aparecimento.

    “Se a mulher não tem a predisposição genética, ela pode correr o tanto que for que ela não vai ter nenhum vasinho. A corrida, sozinha, não vai provocar os vasinhos”, ressalta Sílvia Casseb, médica ginecologista do Setor de Ginecologia do Esporte da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).

    A ideia que a prática esportiva faz aparecer vasinhos vai contra o principal benefício da corrida, que é a melhora da circulação global do organismo, principalmente nas veias maiores da perna, que são veias mais profundas, nas varizes pélvicas, no interior do abdômen, nos ovários e no útero.

    “Durante o exercício físico, o sangue flui mais rápido por todas as veias, evitando a estase venosa, que é um fator de risco para varizes”, expõe a doutora.

    Isso significa que, apesar de a corrida ser um fator desencadeante dos vasinhos, ela, ao mesmo tempo, inibe o rompimento dos capilares. “O fator de risco mais importante é a predisposição genética”, enfatiza Sílvia.

    É importante lembrar que os “vasinhos” são apenas marcas superficiais e puramente estéticas. “Eles não causam nenhum mal à saúde e a circulação sanguínea da pele não é prejudicada, pois existem centenas de microvasinhos que fazem a função daquele que se rompeu”.


    Corrida inibe, mas também pode causar o aparecimento dos vasinhos

    Atletismo · 13 abr, 2012

    Não há mulher no mundo que não se preocupe com o aparecimento dos indesejáveis vasinhos, principalmente nas pernas. Muitas vezes, a prática de exercícios físicos, como a corrida, fica conhecida como a principal vilã para quem tem as marquinhas.

    O que chamamos de vasinhos são capilares invisíveis responsáveis pela irrigação sanguínea da pele e, quando eles se rompem, adquirem uma cor arroxeada e tornam-se visíveis. Porém a relação entre eles e a corrida é muito variada e depende exclusivamente da genética de cada mulher.

    Quem já tem uma predisposição genética pode desencadear o aparecimento dos vasinhos por diversos fatores, entre eles os exercícios de impacto, como a corrida. Alguns medicamentos, como a pílula anticoncepcional, também facilitam o seu aparecimento.

    “Se a mulher não tem a predisposição genética, ela pode correr o tanto que for que ela não vai ter nenhum vasinho. A corrida, sozinha, não vai provocar os vasinhos”, ressalta Sílvia Casseb, médica ginecologista do Setor de Ginecologia do Esporte da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).

    A ideia que a prática esportiva faz aparecer vasinhos vai contra o principal benefício da corrida, que é a melhora da circulação global do organismo, principalmente nas veias maiores da perna, que são veias mais profundas, nas varizes pélvicas, no interior do abdômen, nos ovários e no útero.

    “Durante o exercício físico, o sangue flui mais rápido por todas as veias, evitando a estase venosa, que é um fator de risco para varizes”, expõe a doutora.

    Isso significa que, apesar de a corrida ser um fator desencadeante dos vasinhos, ela, ao mesmo tempo, inibe o rompimento dos capilares. “O fator de risco mais importante é a predisposição genética”, enfatiza Sílvia.

    É importante lembrar que os “vasinhos” são apenas marcas superficiais e puramente estéticas. “Eles não causam nenhum mal à saúde e a circulação sanguínea da pele não é prejudicada, pois existem centenas de microvasinhos que fazem a função daquele que se rompeu”.

    Mulheres devem ter cuidados especiais para se vestir na hora de correr

    Atletismo · 06 abr, 2012

    Não são apenas os joelhos ou tornozelos que sofrem com o impacto da corrida. Muitas mulheres se queixam também das dores nas mamas depois de uma sessão de treino. O incômodo muitas vezes é causado pela falta de ajuste na sustentação das mamas, e pode ser prejudicial à saúde.

    O exercício repetitivo, aliado à ação da gravidade e ao impacto que exerce no corpo podem ser responsáveis pelo rompimento de algumas fibras das mamas, causando dor e flacidez.

    A solução para esse problema é tão simples que chega a ser óbvia, porém não menos importante: optar por tops esportivos que proporcionem sustentação eficaz. É importante ressaltar que sutiãs não são indicados.

    O mesmo vale para as nádegas, que são pouco lembradas nessas horas, já que também possuem fibras que podem ser rompidas caso se use uma roupa pouco apropriada para a prática esportiva.

    O ideal nessas situações, como orienta Sílvia Casseb, médica ginecologista do Setor de Ginecologia do Esporte da Escola Paulista de Medicina (Unifesp), é utilizar um top de boa sustentação e lembrar-se de proteger também as nádegas, com um short mais apertado. “O mesmo cuidado com a mama tem que ser feito com a nádega”, aponta Silvia.

    É o caso dos shorts "molinhos", que são comuns para a corrida. “Não que ele não deva ser usado, mas, por baixo, é interessante colocar outro short mais justo para melhor compressão”, o que evita os danos às fibras musculares, explica a doutora.

    Mulheres com mamas mais volumosas ou mesmo com próteses podem ter um pouco de dificuldade de encontrar tops adequados. Às vezes, os mais apertados podem dar a sensação de nem conseguir respirar. A dica nesses casos é usar dois tops sobrepostos, que juntos serão eficazes para sustentar corretamente as mamas. Sentir-se confortável é condição indispensável para correr sem maiores transtornos ou dores.


    Mulheres devem ter cuidados especiais para se vestir na hora de correr

    Atletismo · 06 abr, 2012

    Não são apenas os joelhos ou tornozelos que sofrem com o impacto da corrida. Muitas mulheres se queixam também das dores nas mamas depois de uma sessão de treino. O incômodo muitas vezes é causado pela falta de ajuste na sustentação das mamas, e pode ser prejudicial à saúde.

    O exercício repetitivo, aliado à ação da gravidade e ao impacto que exerce no corpo podem ser responsáveis pelo rompimento de algumas fibras das mamas, causando dor e flacidez.

    A solução para esse problema é tão simples que chega a ser óbvia, porém não menos importante: optar por tops esportivos que proporcionem sustentação eficaz. É importante ressaltar que sutiãs não são indicados.

    O mesmo vale para as nádegas, que são pouco lembradas nessas horas, já que também possuem fibras que podem ser rompidas caso se use uma roupa pouco apropriada para a prática esportiva.

    O ideal nessas situações, como orienta Sílvia Casseb, médica ginecologista do Setor de Ginecologia do Esporte da Escola Paulista de Medicina (Unifesp), é utilizar um top de boa sustentação e lembrar-se de proteger também as nádegas, com um short mais apertado. “O mesmo cuidado com a mama tem que ser feito com a nádega”, aponta Silvia.

    É o caso dos shorts "molinhos", que são comuns para a corrida. “Não que ele não deva ser usado, mas, por baixo, é interessante colocar outro short mais justo para melhor compressão”, o que evita os danos às fibras musculares, explica a doutora.

    Mulheres com mamas mais volumosas ou mesmo com próteses podem ter um pouco de dificuldade de encontrar tops adequados. Às vezes, os mais apertados podem dar a sensação de nem conseguir respirar. A dica nesses casos é usar dois tops sobrepostos, que juntos serão eficazes para sustentar corretamente as mamas. Sentir-se confortável é condição indispensável para correr sem maiores transtornos ou dores.

    Circuito WRun fez estreia aprovada pelas mulheres de Brasília

    Caminhada · 04 abr, 2012

    O Circuito WRun apostou em duas novas capitais para as provas deste ano, Brasília e Belo Horizonte. Depois da etapa na capital federal, que aconteceu no último domingo (01/04), o sucesso entre as mulheres foi garantido.

    A temperatura agradável e a vista da Lagoa Paranoá foram estímulos para a largada logo cedo, às 8h. O percurso de 4,5 quilômetros foi vencido por Maria de Socorro, 20min39 depois do início da prova. Os oito quilômetros foram vencidos por Cristina Oliveira, com um tempo de 36min49.

    Na véspera da prova, no sábado (31/03), as corredoras puderam relaxar e aproveitar alguns serviços oferecidos na Beauty&Health Expo. As aulas de abdominal, glúteos, pilates, dança e spinning foram as mais concorridas por aquelas que queriam se preparar para a competição.

    Para as mais vaidosas, cabeleireiros ensinavam penteados ideais para a corrida e como fazer uma maquiagem diferente. Os massagistas aliviaram as tensões das ansiosas.

    A próxima prova do Circuito WRun será no dia três de junho em São Paulo. Depois segue para a estreia em Belo Horizonte, dia 24 de junho. Porto Alegre recebe a corrida feminina dia 16 de setembro.


    Circuito WRun fez estreia aprovada pelas mulheres de Brasília

    Caminhada · 04 abr, 2012

    O Circuito WRun apostou em duas novas capitais para as provas deste ano, Brasília e Belo Horizonte. Depois da etapa na capital federal, que aconteceu no último domingo (01/04), o sucesso entre as mulheres foi garantido.

    A temperatura agradável e a vista da Lagoa Paranoá foram estímulos para a largada logo cedo, às 8h. O percurso de 4,5 quilômetros foi vencido por Maria de Socorro, 20min39 depois do início da prova. Os oito quilômetros foram vencidos por Cristina Oliveira, com um tempo de 36min49.

    Na véspera da prova, no sábado (31/03), as corredoras puderam relaxar e aproveitar alguns serviços oferecidos na Beauty&Health Expo. As aulas de abdominal, glúteos, pilates, dança e spinning foram as mais concorridas por aquelas que queriam se preparar para a competição.

    Para as mais vaidosas, cabeleireiros ensinavam penteados ideais para a corrida e como fazer uma maquiagem diferente. Os massagistas aliviaram as tensões das ansiosas.

    A próxima prova do Circuito WRun será no dia três de junho em São Paulo. Depois segue para a estreia em Belo Horizonte, dia 24 de junho. Porto Alegre recebe a corrida feminina dia 16 de setembro.

    Veja as informações para a prova feminina da Track&Field em BH

    Corridas de Rua · 28 mar, 2012

    No domingo, dia primeiro de abril, Belo Horizonte recebe o Circuito Run Series, da Track&Field. A prova na capital mineira é exclusiva para mulheres. É a terceira etapa da Run Series 2012 e a segunda em formato que foge do tradicional – já que a abertura, em Campinas, foi uma corrida noturna.

    Retirada de kits- As corredoras deverão retirar o kit para a prova de seis quilômetros das 10h às 22h na loja Track&Field do Shopping Pátio Savassi, de quinta-feira (29/03) até sábado (31/03). As inscrições ainda podem ser feitas na mesma loja. O kit contém camiseta, boné, meia e um produto exclusivo da marca.

    A largada será no domingo, às 8h, na avenida Nossa Senhora do Carmo, em frente ao Shopping. O percurso, duas voltas de três quilômetros, passa eu sua maior parte pela mesma avenida, a rua Major Lopes e a avenida do Contorno.

    Após a corrida, as atletas terão à sua disponibilidade o atendimento de fisioterapeutas. As próximas etapas da Run Series serão no dia 15 de abril, em Porto Alegre e Ribeirão Preto (SP).


    Veja as informações para a prova feminina da Track&Field em BH

    Corridas de Rua · 28 mar, 2012

    No domingo, dia primeiro de abril, Belo Horizonte recebe o Circuito Run Series, da Track&Field. A prova na capital mineira é exclusiva para mulheres. É a terceira etapa da Run Series 2012 e a segunda em formato que foge do tradicional – já que a abertura, em Campinas, foi uma corrida noturna.

    Retirada de kits- As corredoras deverão retirar o kit para a prova de seis quilômetros das 10h às 22h na loja Track&Field do Shopping Pátio Savassi, de quinta-feira (29/03) até sábado (31/03). As inscrições ainda podem ser feitas na mesma loja. O kit contém camiseta, boné, meia e um produto exclusivo da marca.

    A largada será no domingo, às 8h, na avenida Nossa Senhora do Carmo, em frente ao Shopping. O percurso, duas voltas de três quilômetros, passa eu sua maior parte pela mesma avenida, a rua Major Lopes e a avenida do Contorno.

    Após a corrida, as atletas terão à sua disponibilidade o atendimento de fisioterapeutas. As próximas etapas da Run Series serão no dia 15 de abril, em Porto Alegre e Ribeirão Preto (SP).

    Correr durante a TPM pode aliviar os sintomas pré-menstruais

    Atletismo · 23 mar, 2012

    Estar indisposta, sentir-se inchada ou irritada são sintomas comuns da TPM, tensão pré-menstrual que atinge a maioria das mulheres, algumas de forma mais intensa, outras, mais amenas. Porém a TPM não é mais desculpa para faltar dos treinos. Pelo contrário, a prática de exercícios físicos ajuda a controlar os sintomas do período menstrual a curto e a longo prazo.

    Para as mulheres que sofrem alterações de humor antes e durante a menstruação, como irritabilidade e tristeza, a atividade física durante a fase ajuda a controlar os hormônios. A recomendação é praticar um exercício aeróbico, de intensidade moderada, como uma corrida leve, no dia em que estiver com os sintomas.

    “A mulher vai produzir endorfina e se sentir melhor. Ela terá uma sensação de bem estar e alívio momentâneos”, indica Sílvia Casseb, doutora do Ambulatório de Ginecologia do Esporte, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. “O exercício físico no dia da TPM ajuda muito”, conta.

    Além de se sentir melhor naqueles dias, a corrida pode fazer os sintomas da TPM ficarem cada vez mais amenos a longo prazo. Aos poucos, o organismo vai modulando a produção de algumas substâncias, como as chamadas prostaglandinas (PGI), que promovem inflamações e dor, como a cólica, por exemplo. “O exercício físico regular age como fator amenizador dessas prostaglandinas” e, dessa forma, diminui as sensações dolorosas pré-menstruais e menstruais.

    Caso os sintomas causem muitos desconfortos à mulher, uma recomendação da Dra. Sílvia é mudar o treino durante o período menstrual. Fazer musculação ou um exercício moderado pode ser a solução para quem não quer perder o ritmo e continuar se sentindo bem. “Não tem problema em treinar menstruada, não causa nenhum prejuízo à saúde. Mas é muito individual, depende do bem estar da mulher”, enfatiza.


    Correr durante a TPM pode aliviar os sintomas pré-menstruais

    Atletismo · 23 mar, 2012

    Estar indisposta, sentir-se inchada ou irritada são sintomas comuns da TPM, tensão pré-menstrual que atinge a maioria das mulheres, algumas de forma mais intensa, outras, mais amenas. Porém a TPM não é mais desculpa para faltar dos treinos. Pelo contrário, a prática de exercícios físicos ajuda a controlar os sintomas do período menstrual a curto e a longo prazo.

    Para as mulheres que sofrem alterações de humor antes e durante a menstruação, como irritabilidade e tristeza, a atividade física durante a fase ajuda a controlar os hormônios. A recomendação é praticar um exercício aeróbico, de intensidade moderada, como uma corrida leve, no dia em que estiver com os sintomas.

    “A mulher vai produzir endorfina e se sentir melhor. Ela terá uma sensação de bem estar e alívio momentâneos”, indica Sílvia Casseb, doutora do Ambulatório de Ginecologia do Esporte, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. “O exercício físico no dia da TPM ajuda muito”, conta.

    Além de se sentir melhor naqueles dias, a corrida pode fazer os sintomas da TPM ficarem cada vez mais amenos a longo prazo. Aos poucos, o organismo vai modulando a produção de algumas substâncias, como as chamadas prostaglandinas (PGI), que promovem inflamações e dor, como a cólica, por exemplo. “O exercício físico regular age como fator amenizador dessas prostaglandinas” e, dessa forma, diminui as sensações dolorosas pré-menstruais e menstruais.

    Caso os sintomas causem muitos desconfortos à mulher, uma recomendação da Dra. Sílvia é mudar o treino durante o período menstrual. Fazer musculação ou um exercício moderado pode ser a solução para quem não quer perder o ritmo e continuar se sentindo bem. “Não tem problema em treinar menstruada, não causa nenhum prejuízo à saúde. Mas é muito individual, depende do bem estar da mulher”, enfatiza.

    Circuito Vênus 2012 repete pódio de 2011

    Corridas de Rua · 05 mar, 2012

    O Circuito Vênus 2012 não trouxe muitas novidades ao pódio da competição esse ano. As duas campeãs, Andréia Aparecida Hessel, nos cinco quilômetros, e Rozirene Ferreira da Silva, no percurso de dez quilômetros, superaram suas marcas do ano passado.

    No último domingo (04/03) fazia muito sol em São Paulo, o que preocupava um pouco as atletas. “Estava um pouco seco, mas não chegou a atrapalhar”, comenta a campeã Andréia, que fez seus cinco quilômetros em 16min06, contra seus 17min19 de 2011 na mesma prova. Tempo abaixo também completou Rozirene, que bateu sua marca do ano passado (37min34) com 36min46 deste ano.

    A corrida exclusiva para mulheres é diferente e melhor, analisam as atletas. “Não tem aquele tumulto na largada”, comenta Rozirene. Além de um incentivo para as mulheres, a prova é uma motivação maior para buscarem metas mais ambiciosas.

    A próxima etapa do Circuito Vênus acontece no dia 17 de junho, no Rio de Janeiro. As inscrições podem ser feitas pelo site do evento: www.circuitovenus.com.br


    Circuito Vênus 2012 repete pódio de 2011

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    A corrida exclusiva para mulheres é diferente e melhor, analisam as atletas. “Não tem aquele tumulto na largada”, comenta Rozirene. Além de um incentivo para as mulheres, a prova é uma motivação maior para buscarem metas mais ambiciosas.

    A próxima etapa do Circuito Vênus acontece no dia 17 de junho, no Rio de Janeiro. As inscrições podem ser feitas pelo site do evento: www.circuitovenus.com.br

    Corrida da Mulher conta com espaço privilegiado e homenagem para elas

    Corridas de Rua · 05 mar, 2012

    O calendário de corridas femininas continua ganhando novos eventos. E no mês de março, principalmente, a programação está especial para elas correrem. Nesse mês, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, no dia 08, provas não vão faltar em todo o país.

    Na cidade do Rio de Janeiro, a Corrida da Mulher já foi incorporada no calendário carioca de corridas. No domingo, dia 18 de março, a cidade maravilhosa recebe a quinta edição da prova, que espera receber 2000 participantes, entre atletas profissionais e amadoras.

    Com percurso de 7,5 quilômetros, a largada será às 8h. A Lagoa Rodrigo de Freitas foi escolhida não por acaso para ser o cenário do evento. “A Lagoa tem um ambiente acolhedor e arejado, com um visual maravilhoso. É um local tradicional de treinamento de algumas assessorias, e esta prova, que é a única realizada no local, abre este espaço para que mais corredores conheçam e utilizem em seus treinos”, comenta Carlos Sampaio, sócio da Spiridon, empresa responsável pela organização da Corrida da Mulher.

    Mantendo a tradição das edições anteriores, e frequente na maioria das corridas exclusivas para mulheres, as participantes terão à sua disposição um espaço com serviços como avaliação funcional, nutricionista, massoterapia, alongamento, hidratação e alimentação.

    As inscrições podem ser feitas até dia 12 de março pelo site www.corridadamulher.com.br.


    Corrida da Mulher conta com espaço privilegiado e homenagem para elas

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    Mantendo a tradição das edições anteriores, e frequente na maioria das corridas exclusivas para mulheres, as participantes terão à sua disposição um espaço com serviços como avaliação funcional, nutricionista, massoterapia, alongamento, hidratação e alimentação.

    As inscrições podem ser feitas até dia 12 de março pelo site www.corridadamulher.com.br.