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Meia Maratona de São Paulo: vitória dos quenianos, mas pódio cheio de brasileiros

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Foto: Pinguim Na manhã ensolarada do último domingo (20), a Praça Charles Miller, no Pacaembu, foi cenário da largada da 11ª Meia Maratona Internacional de São Paulo. A corrida começou às 6h40 para as mulheres e às 7h para os […]

E aí mulherada, que tal correr 21 quilômetros só para vocês?

Mulheres · 14 fev, 2017

Mesmo não sendo unânime entre as corredoras, principalmente entre as mais experientes, a modalidade de corridas apenas para mulheres é muito importante para o desenvolvimento do esporte e do mercado. As corridas exclusivamente femininas têm papel essencial na inclusão esportiva, […]

Meia maratona: planeje-se e corra em menos de 2h

Corridas de Rua · 01 fev, 2017

A meia maratona é uma das etapas para corredores que têm interesse em chegar nos 42k, ou aumentar o volume dos treinos de 10k e 15k. Para correr a distância em 1h59 você deve ter um pace médio de 5min40 […]

Quer correr na Disney? Planeje-se e tenha uma experiência incrível

Corridas de Rua · 30 jan, 2017

Presente no imaginário das crianças e adultos, a magia da semana de corridas na Disney, mais conhecida como Walt Disney World Marathon Weeken completa os sonhos de muita gente. O evento acontece todo o início de ano no estado da […]

Meia Maratona das Cataratas tem novidade para atrair mais corredores

Destaque · 27 jan, 2017

Em comemoração à Semana do Meio Ambiente, corredores de vários estados e países se reúnem no dia 4 de junho de 2017, domingo, numa das provas mais bonitas do mundo: a Meia Maratona das Cataratas, que chega a sua décima […]

Nike Women Victory Tour Rio de Janeiro: a corrida da minha vida

De longe, a NWVT foi a melhor prova da minha vida. Em meados de 2010 comecei a correr e desde então meu amor pela corrida só tem aumentado. Me descobri amante de longas distâncias pelo simples motivo de estar em contato comigo mesma e ainda assim ter o desafio do controle sobre o corpo, cabeça e coração.

Há pouco menos de um ano, assumi publicamente meu amor pela corrida sendo Pacer do NRC SP, fazer parte de um clube de corrida incentivando pessoas a treinarem e se desafiarem, é sem dúvida uma das coisas que eu mais gosto de fazer atualmente.

Em janeiro deste ano, soubemos que a Nike faria uma corrida especialmente para mulheres e que nós, pacers, teríamos um papel importantíssimo já que faríamos parte de todo o contexto da jornada destas mulheres.

Sabíamos que além de desempenharmos o papel que tanto amamos, teríamos o desafio de acompanhar e fazer com que cada uma delas rompesse a barreira que muitas temiam: os 21 quilômetros. Toda a jornada foi transformadora, pois junto com elas, também pude provar o quanto sou forte e quanto a corrida me transforma.

O grande dia
Cheguei cedo ao Sambódromo, pois assim como todos os outros pacers tivemos que alinhar detalhes técnicos e nos prepararmos. Entenda cedo, como muito cedo, 5h da manhã. Por volta das 6h o dia já estava clareando e com isso, o Astro Rei - também conhecido com Sol - já dava o ar da graça. As 7h o termômetro batia 26º. Como todos já haviam percebido no dia anterior, o dia seria com muito sol e calor, mas sinceramente eu não imaginava que seria tanto.

As corredoras começaram a chegar, e nosso papel ali além de correr era fazer com que cada uma delas, tivesse a melhor experiência em uma corrida. Era fazer com que os 21 quilômetros de fossem inesquecíveis.

Auxiliei no que pude com informações sobre os pontos de hidratação, carbo gel, dicas de corrida e fazendo o possível para que toda a minha experiência com a corrida servisse, nem que fosse o mínimo, como base para elas. Tudo isso foi muito fácil, difícil mesmo era segurar a emoção e o nervosismo das corredoras e claro, O MEU!

Suellen com uma corredora nos últimos metros dos 21 quilômetros do NWVT Foto: Divulgação Suellen com uma corredora nos últimos metros dos 21 quilômetros do NWVT Foto: Divulgação

Minutos antes da largada que foi as 8h14, fizemos aquecimento e nos posicionamos, cada um no seu ritmo. Eu e outra Pacer do Rio, ficamos responsáveis de levar e incentivar as corredoras que seguiriam no ritmo de 6min40. Aquecimento feito houve um breve discurso das Coachs que também participaram da jornada e em seguida o silêncio tomou conta do Sambódromo. Um som de batidas de coração começou a sair da caixa de som, como se fosse alinhado com a batida de cada uma das 1000 mulheres que estavam ali, e soou a buzina da largada.

Naquele momento, tive um mix de sensações, quis chorar, gritar de alegria e meu coração estava quase pulando pela boca. Comecei a correr com algumas meninas que frequentam o clube aqui em São Paulo, a ideia era de completarmos a prova juntas, mas como todo corredor sabe, nem sempre as provas seguem conforme o planejado e assim foi a Victory Tour.

Tenho como distância favorita os 21 quilômetros porque sei me programar e fracionar a prova com água, gel, ritmo, tudo conforme o meu planejado. Contudo, esta não era a minha prova e sim a prova delas, então tive a missão de exercitar ainda mais a empatia e pensar em cada uma das meninas como se fosse eu mesma. Levei gel, bala de goma, paçoca e sal para mim e para quem mais pudesse ajudar.

Pouco depois da largada da prova, o termômetro batia próximo a casa dos 30º graus e a sensação térmica era do deserto do Saara. Aquele calor que só o Rio de Janeiro sabe proporcionar, potencializado ao cubo e a brisa que talvez pudesse nos salvar deve ter tirado folga. Se eu já estava com dificuldade de controlar o calor, imagine então para quem estava debutando.

Seguimos em frente e os pontos de hidratação eram bem colocados e não muito distantes um do outro, porém, com todo aquele calor um único copo de água não era suficiente para dar conta então combinamos de sempre pegarmos dois copos: um para beber e outro para nos refrescarmos. Com o passar da prova, o calor aumentava descomunalmente e os dois copos não eram mais suficientes e então começou a parte mais cooperativa da prova: a de apoiar umas as outras.

Fernanda Keller também foi uma das Pacers que recebeu atleta por atleta Foto: Divulgação Fernanda Keller também foi uma das Pacers que recebeu atleta por atleta Foto: Divulgação

Ali não existia uma corredora, uma pacer, uma Suellen ou outra pessoas. Ali começava a história do coletivo, do grupo, começava a nossa história.

Durante todo o percurso pudemos compartilhar lembranças, dividir água, bala, géis, esponjas, palavras e acima de tudo, incentivos. Vi diversas mulheres se superarem, quebrarem barreiras, paradigmas, quebrarem pré-conceitos e recordes. Mas infelizmente também vi algumas quebrarem por causa do calor e excesso de treino e quando notei isso, sofri.

Segui com muito sofrimento até os 21 quilômetros e sinceramente, esses foram os quilômetros mais difíceis que já fiz. Correr em um lugar desconhecido, com aquele calor todo não lembrava nada do que eu já tinha passado na vida. Cruzei a linha de chegada quase morrendo, mas feliz de ter concluído.

Ao ver toda aquela festa, todas as mulheres concluindo a prova, concretizando sonho, colocando em prática meses de preparação renovou minhas energias completamente. Alguns pacers que já tinham chegado estavam recepcionando as corredoras e eu fui fazer o mesmo.

Nunca na vida, tive uma experiência tão gratificante, e tão recompensadora. Ver cada uma delas completando a prova, chorando, fazendo uma força descomunal para cruzar a linha de chegada foi incrível. Segurar na mão delas, correr ao lado, abraçar, compartilhar toda aquela emoção e ser cúmplice daquele momento foi melhor do que qualquer troféu ou medalha que eu poderia ganhar. Renasci a cada chegada. Sorri a cada passada. Quis explodir de felicidade por todas elas e claro por mim também.

O trabalho dos pacers começou muito antes do dia da prova Foto: Divulgação O trabalho dos pacers começou muito antes do dia da prova Foto: Divulgação

Muita gente não sabe, mas eu também tive minha superação nessa corrida. Há um ano eu estava lesionada e sem poder correr. E estes eram meus primeiros 21 quilômetros depois de toda essa saga. Concluir a prova bem, "tranquila", sem dores era algo que eu sonhava há muito tempo.

A Nike Women Victory Tour não foi apenas uma corrida, não foi mais uma vez essa distância, não foi um troféu ou uma medalha, ela foi a prova de que podemos ser melhores sempre, que temos controle do que fazemos, que podemos ser melhores para nós e paras os outros, que sempre vamos realizar nossos sonhos e que sonho, que se sonha junto e que realiza junto vale mais do que qualquer coisa nessa vida.


Nike Women Victory Tour Rio de Janeiro: a corrida da minha vida

Corridas de Rua · 21 abr, 2016

De longe, a NWVT foi a melhor prova da minha vida. Em meados de 2010 comecei a correr e desde então meu amor pela corrida só tem aumentado. Me descobri amante de longas distâncias pelo simples motivo de estar em contato comigo mesma e ainda assim ter o desafio do controle sobre o corpo, cabeça e coração.

Há pouco menos de um ano, assumi publicamente meu amor pela corrida sendo Pacer do NRC SP, fazer parte de um clube de corrida incentivando pessoas a treinarem e se desafiarem, é sem dúvida uma das coisas que eu mais gosto de fazer atualmente.

Em janeiro deste ano, soubemos que a Nike faria uma corrida especialmente para mulheres e que nós, pacers, teríamos um papel importantíssimo já que faríamos parte de todo o contexto da jornada destas mulheres.

Sabíamos que além de desempenharmos o papel que tanto amamos, teríamos o desafio de acompanhar e fazer com que cada uma delas rompesse a barreira que muitas temiam: os 21 quilômetros. Toda a jornada foi transformadora, pois junto com elas, também pude provar o quanto sou forte e quanto a corrida me transforma.

O grande dia
Cheguei cedo ao Sambódromo, pois assim como todos os outros pacers tivemos que alinhar detalhes técnicos e nos prepararmos. Entenda cedo, como muito cedo, 5h da manhã. Por volta das 6h o dia já estava clareando e com isso, o Astro Rei - também conhecido com Sol - já dava o ar da graça. As 7h o termômetro batia 26º. Como todos já haviam percebido no dia anterior, o dia seria com muito sol e calor, mas sinceramente eu não imaginava que seria tanto.

As corredoras começaram a chegar, e nosso papel ali além de correr era fazer com que cada uma delas, tivesse a melhor experiência em uma corrida. Era fazer com que os 21 quilômetros de fossem inesquecíveis.

Auxiliei no que pude com informações sobre os pontos de hidratação, carbo gel, dicas de corrida e fazendo o possível para que toda a minha experiência com a corrida servisse, nem que fosse o mínimo, como base para elas. Tudo isso foi muito fácil, difícil mesmo era segurar a emoção e o nervosismo das corredoras e claro, O MEU!

Suellen com uma corredora nos últimos metros dos 21 quilômetros do NWVT Foto: Divulgação Suellen com uma corredora nos últimos metros dos 21 quilômetros do NWVT Foto: Divulgação

Minutos antes da largada que foi as 8h14, fizemos aquecimento e nos posicionamos, cada um no seu ritmo. Eu e outra Pacer do Rio, ficamos responsáveis de levar e incentivar as corredoras que seguiriam no ritmo de 6min40. Aquecimento feito houve um breve discurso das Coachs que também participaram da jornada e em seguida o silêncio tomou conta do Sambódromo. Um som de batidas de coração começou a sair da caixa de som, como se fosse alinhado com a batida de cada uma das 1000 mulheres que estavam ali, e soou a buzina da largada.

Naquele momento, tive um mix de sensações, quis chorar, gritar de alegria e meu coração estava quase pulando pela boca. Comecei a correr com algumas meninas que frequentam o clube aqui em São Paulo, a ideia era de completarmos a prova juntas, mas como todo corredor sabe, nem sempre as provas seguem conforme o planejado e assim foi a Victory Tour.

Tenho como distância favorita os 21 quilômetros porque sei me programar e fracionar a prova com água, gel, ritmo, tudo conforme o meu planejado. Contudo, esta não era a minha prova e sim a prova delas, então tive a missão de exercitar ainda mais a empatia e pensar em cada uma das meninas como se fosse eu mesma. Levei gel, bala de goma, paçoca e sal para mim e para quem mais pudesse ajudar.

Pouco depois da largada da prova, o termômetro batia próximo a casa dos 30º graus e a sensação térmica era do deserto do Saara. Aquele calor que só o Rio de Janeiro sabe proporcionar, potencializado ao cubo e a brisa que talvez pudesse nos salvar deve ter tirado folga. Se eu já estava com dificuldade de controlar o calor, imagine então para quem estava debutando.

Seguimos em frente e os pontos de hidratação eram bem colocados e não muito distantes um do outro, porém, com todo aquele calor um único copo de água não era suficiente para dar conta então combinamos de sempre pegarmos dois copos: um para beber e outro para nos refrescarmos. Com o passar da prova, o calor aumentava descomunalmente e os dois copos não eram mais suficientes e então começou a parte mais cooperativa da prova: a de apoiar umas as outras.

Fernanda Keller também foi uma das Pacers que recebeu atleta por atleta Foto: Divulgação Fernanda Keller também foi uma das Pacers que recebeu atleta por atleta Foto: Divulgação

Ali não existia uma corredora, uma pacer, uma Suellen ou outra pessoas. Ali começava a história do coletivo, do grupo, começava a nossa história.

Durante todo o percurso pudemos compartilhar lembranças, dividir água, bala, géis, esponjas, palavras e acima de tudo, incentivos. Vi diversas mulheres se superarem, quebrarem barreiras, paradigmas, quebrarem pré-conceitos e recordes. Mas infelizmente também vi algumas quebrarem por causa do calor e excesso de treino e quando notei isso, sofri.

Segui com muito sofrimento até os 21 quilômetros e sinceramente, esses foram os quilômetros mais difíceis que já fiz. Correr em um lugar desconhecido, com aquele calor todo não lembrava nada do que eu já tinha passado na vida. Cruzei a linha de chegada quase morrendo, mas feliz de ter concluído.

Ao ver toda aquela festa, todas as mulheres concluindo a prova, concretizando sonho, colocando em prática meses de preparação renovou minhas energias completamente. Alguns pacers que já tinham chegado estavam recepcionando as corredoras e eu fui fazer o mesmo.

Nunca na vida, tive uma experiência tão gratificante, e tão recompensadora. Ver cada uma delas completando a prova, chorando, fazendo uma força descomunal para cruzar a linha de chegada foi incrível. Segurar na mão delas, correr ao lado, abraçar, compartilhar toda aquela emoção e ser cúmplice daquele momento foi melhor do que qualquer troféu ou medalha que eu poderia ganhar. Renasci a cada chegada. Sorri a cada passada. Quis explodir de felicidade por todas elas e claro por mim também.

O trabalho dos pacers começou muito antes do dia da prova Foto: Divulgação O trabalho dos pacers começou muito antes do dia da prova Foto: Divulgação

Muita gente não sabe, mas eu também tive minha superação nessa corrida. Há um ano eu estava lesionada e sem poder correr. E estes eram meus primeiros 21 quilômetros depois de toda essa saga. Concluir a prova bem, "tranquila", sem dores era algo que eu sonhava há muito tempo.

A Nike Women Victory Tour não foi apenas uma corrida, não foi mais uma vez essa distância, não foi um troféu ou uma medalha, ela foi a prova de que podemos ser melhores sempre, que temos controle do que fazemos, que podemos ser melhores para nós e paras os outros, que sempre vamos realizar nossos sonhos e que sonho, que se sonha junto e que realiza junto vale mais do que qualquer coisa nessa vida.

Victory Tour tem repercussão positiva entre mulheres de todo o Brasil

Um fim de semana inesquecível para mulheres de todos os tipos e vindas de todas as partes do Brasil. Este foi o sentimento de muitas atletas durante o evento da Nike realizado no Brasil, o NikeWomen Victory Tour aconteceu neste domingo (10) e reuniu duas mil mulheres para um dia saudável e cheio de superação.

Diversas ativações estavam presentes no evento para fotos incríveis Foto: Christina Volpe/Webrun Diversas ativações estavam presentes no evento para fotos incríveis Foto: Christina Volpe/Webrun

O tour começou em Nagoya, no Japão no dia 13 de março e segue em 2016 por diversas cidades do mundo e o Rio de Janeiro foi uma das escolhidas. Para participar as mulheres interessadas tiveram que cumprir uma série de desafios nos aplicativos da Nike para conseguir vaga tanto nos 21 quilômetros, quanto no treino de NTC.

Mural mostrava o nome de todas as participantes do evento Foto: Christina Volpe/Webrun Mural mostrava o nome de todas as participantes do evento Foto: Christina Volpe/Webrun

O sábado (09), foi dia de aproveitar toda a estruturada montada e retirar o kit na Marquês de Sapucaí. Com diversas atrações como mural interativo, quadro com nomes de todas as participantes, apresentação de novos produtos entre outros diversos mimos, como penteado e unhas para quem buscava ficar ainda mais bonita. Cada passo era uma descoberta nova dos produtos da Nike.

Corredoras puderam fazer tatuagens personalizadas Foto: Christina Volpe/Webrun Corredoras puderam fazer tatuagens personalizadas Foto: Christina Volpe/Webrun

A triatleta Fernanda Keller e a modelo Izabel Goulart conversaram com os jornalistas e todo o público contando suas experiências com o aplicativo da Nike. Fernanda correu com as meninas na prova, enquanto Izabel ajudou a motivar as que escolheram treinar o NTC.

Fernanda e Izabel falaram de suas experiências com os aplicativos da Nike Foto: Christina Volpe/Webrun Fernanda e Izabel falaram de suas experiências com os aplicativos da Nike Foto: Christina Volpe/Webrun

Todos os visitantes podiam parar e aproveitar de uma limpeza especial em seu sneaker havia também as opções de escolher cadarços novos e conferir as principais versões dos modelos casuais da marca.

Uma mesa especial para apaixonados por sneakers Foto: Christina Volpe/Webrun Uma mesa especial para apaixonados por sneakers Foto: Christina Volpe/Webrun

Como o clima de Olimpíadas aumenta a cada dia na cidade, a Nike apresentou os uniformes e tecnologias que os atletas brasileiros usarão nos Jogos. Cada tecnologia foi feita pensando especialmente no esporte e na melhor performance do atleta, trazendo conforto e desempenho na utilização de cada material.

Nike apresentou os uniformes dos atletas brasileiros que participarão dos Jogos Olímpicos Foto: Christina Volpe/Webrun Nike apresentou os uniformes dos atletas brasileiros que participarão dos Jogos Olímpicos Foto: Christina Volpe/Webrun

As meninas que participaram dos 21 quilômetros largaram animadas em um lindo dia de sol e mesmo com a sensação térmica de 45º graus, a chegada era emocionante. Fernanda Keller e os pacers receberam até a última corredora com muita empolgação deixando diversas mulheres emocionadas.

Corrida teve participação especial da triatleta Fernanda Keller e do corredor Vanderlei Cordeiro Foto: Christina Volpe/Webrun Corrida teve participação especial da triatleta Fernanda Keller e do corredor Vanderlei Cordeiro Foto: Christina Volpe/Webrun

Enquanto as corredoras cruzavam a linha de chegada o NTC rolava a todo vapor. Teve muito funcional, dança e alongamento banhados por água o tempo todo para refrescar. Foi um evento cheio de surpresas, que sem dúvida mudou a vida de muitas mulheres.

No palco do NTC rolou zumba, dança e muito funcional Foto: Christina Volpe/Werbun No palco do NTC rolou zumba, dança e muito funcional Foto: Christina Volpe/Werbun


Victory Tour tem repercussão positiva entre mulheres de todo o Brasil

Mulheres · 11 abr, 2016

Um fim de semana inesquecível para mulheres de todos os tipos e vindas de todas as partes do Brasil. Este foi o sentimento de muitas atletas durante o evento da Nike realizado no Brasil, o NikeWomen Victory Tour aconteceu neste domingo (10) e reuniu duas mil mulheres para um dia saudável e cheio de superação.

Diversas ativações estavam presentes no evento para fotos incríveis Foto: Christina Volpe/Webrun Diversas ativações estavam presentes no evento para fotos incríveis Foto: Christina Volpe/Webrun

O tour começou em Nagoya, no Japão no dia 13 de março e segue em 2016 por diversas cidades do mundo e o Rio de Janeiro foi uma das escolhidas. Para participar as mulheres interessadas tiveram que cumprir uma série de desafios nos aplicativos da Nike para conseguir vaga tanto nos 21 quilômetros, quanto no treino de NTC.

Mural mostrava o nome de todas as participantes do evento Foto: Christina Volpe/Webrun Mural mostrava o nome de todas as participantes do evento Foto: Christina Volpe/Webrun

O sábado (09), foi dia de aproveitar toda a estruturada montada e retirar o kit na Marquês de Sapucaí. Com diversas atrações como mural interativo, quadro com nomes de todas as participantes, apresentação de novos produtos entre outros diversos mimos, como penteado e unhas para quem buscava ficar ainda mais bonita. Cada passo era uma descoberta nova dos produtos da Nike.

Corredoras puderam fazer tatuagens personalizadas Foto: Christina Volpe/Webrun Corredoras puderam fazer tatuagens personalizadas Foto: Christina Volpe/Webrun

A triatleta Fernanda Keller e a modelo Izabel Goulart conversaram com os jornalistas e todo o público contando suas experiências com o aplicativo da Nike. Fernanda correu com as meninas na prova, enquanto Izabel ajudou a motivar as que escolheram treinar o NTC.

Fernanda e Izabel falaram de suas experiências com os aplicativos da Nike Foto: Christina Volpe/Webrun Fernanda e Izabel falaram de suas experiências com os aplicativos da Nike Foto: Christina Volpe/Webrun

Todos os visitantes podiam parar e aproveitar de uma limpeza especial em seu sneaker havia também as opções de escolher cadarços novos e conferir as principais versões dos modelos casuais da marca.

Uma mesa especial para apaixonados por sneakers Foto: Christina Volpe/Webrun Uma mesa especial para apaixonados por sneakers Foto: Christina Volpe/Webrun

Como o clima de Olimpíadas aumenta a cada dia na cidade, a Nike apresentou os uniformes e tecnologias que os atletas brasileiros usarão nos Jogos. Cada tecnologia foi feita pensando especialmente no esporte e na melhor performance do atleta, trazendo conforto e desempenho na utilização de cada material.

Nike apresentou os uniformes dos atletas brasileiros que participarão dos Jogos Olímpicos Foto: Christina Volpe/Webrun Nike apresentou os uniformes dos atletas brasileiros que participarão dos Jogos Olímpicos Foto: Christina Volpe/Webrun

As meninas que participaram dos 21 quilômetros largaram animadas em um lindo dia de sol e mesmo com a sensação térmica de 45º graus, a chegada era emocionante. Fernanda Keller e os pacers receberam até a última corredora com muita empolgação deixando diversas mulheres emocionadas.

Corrida teve participação especial da triatleta Fernanda Keller e do corredor Vanderlei Cordeiro Foto: Christina Volpe/Webrun Corrida teve participação especial da triatleta Fernanda Keller e do corredor Vanderlei Cordeiro Foto: Christina Volpe/Webrun

Enquanto as corredoras cruzavam a linha de chegada o NTC rolava a todo vapor. Teve muito funcional, dança e alongamento banhados por água o tempo todo para refrescar. Foi um evento cheio de surpresas, que sem dúvida mudou a vida de muitas mulheres.

No palco do NTC rolou zumba, dança e muito funcional Foto: Christina Volpe/Werbun No palco do NTC rolou zumba, dança e muito funcional Foto: Christina Volpe/Werbun

Corredores estreantes e experientes dividem espaço na Meia de Floripa

Direto de Florianópolis (SC) - Na manhã do último domingo (25/04) milhares de pessoas se reuniram na Avenida Beira Mar Norte, na capital catarinense, para a disputa da Meia Maratona que leva o nome da cidade. Corredores amadores e experientes dividiram espaço tanto na distância de 21 quilômetros, quanto nos cinco e dez.

“Foi uma prova bem difícil, porque eu só corria dez quilômetros e foi minha primeira meia”, relata Leonardo de Oliveira. “O mais difícil era passar ao lado da chegada dos dez e ter que correr mais dez quilômetros. Mas estou muito feliz por ter completado”, completa o curitibano que começou a correr há um ano. “Esse lugar é fora de série, é um incentivo muito grande para correr”.

Outra estreante, Gabriele Siqueira, avaliou seu desempenho como positivo. “Fiz minha primeira meia e o clima estava do jeito que eu gosto. Sofri um pouco, mas valeu a pena”, relata a corredora que fazia provas de cinco e dez quilômetros. Perguntada se toparia evoluir para uma maratona num futuro próximo, a paulista não se mostrou muito confiante. “Acho que vou ficar apenas nos 21 quilômetros mesmo”.

Para Mário Ptrelli Filho, a corrida teve um incentivo a mais, já que além de correr pela orla de Floripa, ele teve a companhia de sua esposa Patrícia em parte do trajeto. “Foi uma alegria muito grande e melhor ainda por acompanhar pessoas de todas as idades correndo”. Patrícia Petrelli estreou nas pistas na distância de cinco quilômetros e se disse satisfeita por ter completado bem. “Treinei um pouco antes e agora o próximo passo é ir para os dez quilômetros e, quem sabe, chegar à maratona”.

Maria Geni afirma que o clima encoberto ajudou bastante em sua performance. “O tempo ficou maravilhoso, ideal para uma prova de longa distância”. Natural de Jaraguá do Sul (SC), ela diz ainda que o ar fresco e a vista do mar servem de incentivo para continuar num bom ritmo.

Essa foi a terceira edição da Meia Maratona Internacional de Florianópolis, que teve vitória do gaúcho Elson Gracioli e da curitibana Dione Chillemi.


Corredores estreantes e experientes dividem espaço na Meia de Floripa

Meia Maratona · 27 mar, 2012

Direto de Florianópolis (SC) - Na manhã do último domingo (25/04) milhares de pessoas se reuniram na Avenida Beira Mar Norte, na capital catarinense, para a disputa da Meia Maratona que leva o nome da cidade. Corredores amadores e experientes dividiram espaço tanto na distância de 21 quilômetros, quanto nos cinco e dez.

“Foi uma prova bem difícil, porque eu só corria dez quilômetros e foi minha primeira meia”, relata Leonardo de Oliveira. “O mais difícil era passar ao lado da chegada dos dez e ter que correr mais dez quilômetros. Mas estou muito feliz por ter completado”, completa o curitibano que começou a correr há um ano. “Esse lugar é fora de série, é um incentivo muito grande para correr”.

Outra estreante, Gabriele Siqueira, avaliou seu desempenho como positivo. “Fiz minha primeira meia e o clima estava do jeito que eu gosto. Sofri um pouco, mas valeu a pena”, relata a corredora que fazia provas de cinco e dez quilômetros. Perguntada se toparia evoluir para uma maratona num futuro próximo, a paulista não se mostrou muito confiante. “Acho que vou ficar apenas nos 21 quilômetros mesmo”.

Para Mário Ptrelli Filho, a corrida teve um incentivo a mais, já que além de correr pela orla de Floripa, ele teve a companhia de sua esposa Patrícia em parte do trajeto. “Foi uma alegria muito grande e melhor ainda por acompanhar pessoas de todas as idades correndo”. Patrícia Petrelli estreou nas pistas na distância de cinco quilômetros e se disse satisfeita por ter completado bem. “Treinei um pouco antes e agora o próximo passo é ir para os dez quilômetros e, quem sabe, chegar à maratona”.

Maria Geni afirma que o clima encoberto ajudou bastante em sua performance. “O tempo ficou maravilhoso, ideal para uma prova de longa distância”. Natural de Jaraguá do Sul (SC), ela diz ainda que o ar fresco e a vista do mar servem de incentivo para continuar num bom ritmo.

Essa foi a terceira edição da Meia Maratona Internacional de Florianópolis, que teve vitória do gaúcho Elson Gracioli e da curitibana Dione Chillemi.

Elson Gracioli desbanca bicampeão da Meia de Floripa e vence em 2012

Neste domingo (25/03) aconteceu a edição 2012 da Meia Maratona Internacional de Florianópolis, competição que fez parte das comemorações de aniversário da cidade. Elson Gracioli desbancou o bicampeão Claudir Rodrigues, enquanto no feminino Dione Chillemi conquistou o primeiro lugar e o recorde do percurso.

Direto de Florianópolis (SC) - O dia amanheceu encoberto na Ilha da Magia e logo cedo os primeiros atletas já estavam na arena montada na Avenida Beira Mar Norte para retirar o chip e iniciar o aquecimento. Os momentos pré-prova serviram para os corredores conversarem com os amigos, tirarem fotos e aliviarem o frio na barriga.

O tiro de partida foi dado às 7h30, momento em que uma leve brisa soprava do mar, deixando a temperatura em 20ºC. A competição teve distâncias de cinco, dez e meia maratona, num total de 4.200 pessoas, que largaram em direção ao sul da ilha, passando sob a Ponte Hercílio Luz, cartão postal da cidade.

Durante boa parte da prova um grupo de cinco a seis atletas correu junto no bloco da frente, entre eles Claudir Rodrigues, Elson Gracioli, Marcos Alexandre Elias e Gilialdo Koball. Nos dez quilômetros finais, porém, Elson e Claudir deixaram os adversários para trás e passaram a duelar pela liderança a cada passada.

Durante a maior parte do tempo Elson se colocava à frente, Claudir tentava reagir sem sucesso e, na marca dos 16 quilômetros Elson propôs ao adversário que os dois chegassem de mãos dadas, proposta que foi recusada. A partir daí o gaúcho de Santa Maria abriu cada vez mais e cruzou a linha de chegada com 1h06min04.

“O Claudir não atravessa um momento bom, pois vem de lesão, enquanto eu venho melhorando os resultados nos últimos anos. Nós treinamos juntos e tenho uma grande amizade por ele”, comenta o campeão. “Fiz uma boa prova e agora vou disputar a Meia de Santo André e depois pensarei se vou para a Maratona de Porto Alegre ou a de São Paulo”.

Claudir chegou com 1h06min14 e se disse satisfeito com o resultado. “Estou contente com a prova que fiz e foi bom que o Elson tenha vencido, pois estava melhor do que eu. Ninguém queria atacar na hora errada”. Os dois serviram juntos nas Forças Armadas e se conhecem há muito tempo. “Sempre treinamos juntos e frequentamos a casa um do outro”.

Sobre a recusa da proposta em chegar de mãos dadas, Claudir explica que os gaúchos sairiam mal falados. “Poxa, dois gaúchos chegarem dessa forma o pessoal ia ficar falando”, diverte-se. “Mas falando sério, eu disse que ele estava em melhores condições e merecia ganhar”, completa o fundista que vai correr a Maratona de Porto Alegre no dia três de junho.

O terceiro colocado foi Giliadlo Coball, que fechou com a marca de 1h06min52. “Foi uma disputa acirrada, mas eles estavam mais bem treinados do que eu e levaram os primeiros lugares”, relata o representante de Joinville. “Gosto muito deste percurso, que é bem rápido”, completa.

Feminino - Na prova feminina as disputas foram menos acirradas, já que a campeã do ano passado, Dione Chillemi, disparou no começo da prova e não deu chances às adversárias para ficar com o bi. Mesmo com vantagem ela não aliviou o ritmo e venceu com 1h17min53, novo recorde do percurso.

“Correr em Florianópolis é sempre muito bom e esse foi o primeiro ano em que o clima realmente ajudou, pois nos outros anos o sol forte atrapalhou”, relata. “Fiz um treinamento específico para essa prova e para a Maratona de Porto Alegre, então deu para baixar o tempo”, conta a representante de Curitiba.

A segunda colocação ficou com Rosângela Gavinski, que marcou 1h19min57 e se disse satisfeita com o resultado, já que ainda se recupera de uma lesão no pé. “O nível estava forte e consegui correr bem, mesmo sem ter treinado muito. Briguei com a Dione até o quilômetro 11, mas faltou um pouco mais de preparo para mim”, completa.

Em terceiro chegou Letícia Saltori, que antes da prova recebeu a promessa do noivo que, em caso de vitória, ele marcaria a data do casamento. O primeiro lugar não veio, mas ela estabeleceu seu recorde pessoal na distância. “O clima estava perfeito e desde a largada imaginei que baixaria o tempo e consegui correr três minutos mais rápido”, comenta a acreana radicada em Curitiba, que marcou 1h20min54.

Confrontado, o noivo Marco Aurélio Piazza escapou pela tangente ao tocar no assunto matrimônio. “Estamos perto, logo mais vamos marcar”, relata o corredor que não conseguiu completar a prova nesse domingo. “Saí num ritmo forte, não consegui manter, mas bola para frente”.

Organização - A Best Marketing Esportivo organizou o evento pelo terceiro ano consecutivo e, na opinião de Thiago Brasil, a melhora foi significativa de 2010 para cá. “Vamos aprendendo com os erros e agora já devemos pensar na quarta edição com mais participantes e mais bem organizada”. Esse ano foram 4.236 inscritos e a expectativa é chegar a pelo menos 5.000. “Não podemos esperar menos do que isso e com certeza vamos conseguir”.


Elson Gracioli desbanca bicampeão da Meia de Floripa e vence em 2012

Meia Maratona · 25 mar, 2012

Neste domingo (25/03) aconteceu a edição 2012 da Meia Maratona Internacional de Florianópolis, competição que fez parte das comemorações de aniversário da cidade. Elson Gracioli desbancou o bicampeão Claudir Rodrigues, enquanto no feminino Dione Chillemi conquistou o primeiro lugar e o recorde do percurso.

Direto de Florianópolis (SC) - O dia amanheceu encoberto na Ilha da Magia e logo cedo os primeiros atletas já estavam na arena montada na Avenida Beira Mar Norte para retirar o chip e iniciar o aquecimento. Os momentos pré-prova serviram para os corredores conversarem com os amigos, tirarem fotos e aliviarem o frio na barriga.

O tiro de partida foi dado às 7h30, momento em que uma leve brisa soprava do mar, deixando a temperatura em 20ºC. A competição teve distâncias de cinco, dez e meia maratona, num total de 4.200 pessoas, que largaram em direção ao sul da ilha, passando sob a Ponte Hercílio Luz, cartão postal da cidade.

Durante boa parte da prova um grupo de cinco a seis atletas correu junto no bloco da frente, entre eles Claudir Rodrigues, Elson Gracioli, Marcos Alexandre Elias e Gilialdo Koball. Nos dez quilômetros finais, porém, Elson e Claudir deixaram os adversários para trás e passaram a duelar pela liderança a cada passada.

Durante a maior parte do tempo Elson se colocava à frente, Claudir tentava reagir sem sucesso e, na marca dos 16 quilômetros Elson propôs ao adversário que os dois chegassem de mãos dadas, proposta que foi recusada. A partir daí o gaúcho de Santa Maria abriu cada vez mais e cruzou a linha de chegada com 1h06min04.

“O Claudir não atravessa um momento bom, pois vem de lesão, enquanto eu venho melhorando os resultados nos últimos anos. Nós treinamos juntos e tenho uma grande amizade por ele”, comenta o campeão. “Fiz uma boa prova e agora vou disputar a Meia de Santo André e depois pensarei se vou para a Maratona de Porto Alegre ou a de São Paulo”.

Claudir chegou com 1h06min14 e se disse satisfeito com o resultado. “Estou contente com a prova que fiz e foi bom que o Elson tenha vencido, pois estava melhor do que eu. Ninguém queria atacar na hora errada”. Os dois serviram juntos nas Forças Armadas e se conhecem há muito tempo. “Sempre treinamos juntos e frequentamos a casa um do outro”.

Sobre a recusa da proposta em chegar de mãos dadas, Claudir explica que os gaúchos sairiam mal falados. “Poxa, dois gaúchos chegarem dessa forma o pessoal ia ficar falando”, diverte-se. “Mas falando sério, eu disse que ele estava em melhores condições e merecia ganhar”, completa o fundista que vai correr a Maratona de Porto Alegre no dia três de junho.

O terceiro colocado foi Giliadlo Coball, que fechou com a marca de 1h06min52. “Foi uma disputa acirrada, mas eles estavam mais bem treinados do que eu e levaram os primeiros lugares”, relata o representante de Joinville. “Gosto muito deste percurso, que é bem rápido”, completa.

Feminino - Na prova feminina as disputas foram menos acirradas, já que a campeã do ano passado, Dione Chillemi, disparou no começo da prova e não deu chances às adversárias para ficar com o bi. Mesmo com vantagem ela não aliviou o ritmo e venceu com 1h17min53, novo recorde do percurso.

“Correr em Florianópolis é sempre muito bom e esse foi o primeiro ano em que o clima realmente ajudou, pois nos outros anos o sol forte atrapalhou”, relata. “Fiz um treinamento específico para essa prova e para a Maratona de Porto Alegre, então deu para baixar o tempo”, conta a representante de Curitiba.

A segunda colocação ficou com Rosângela Gavinski, que marcou 1h19min57 e se disse satisfeita com o resultado, já que ainda se recupera de uma lesão no pé. “O nível estava forte e consegui correr bem, mesmo sem ter treinado muito. Briguei com a Dione até o quilômetro 11, mas faltou um pouco mais de preparo para mim”, completa.

Em terceiro chegou Letícia Saltori, que antes da prova recebeu a promessa do noivo que, em caso de vitória, ele marcaria a data do casamento. O primeiro lugar não veio, mas ela estabeleceu seu recorde pessoal na distância. “O clima estava perfeito e desde a largada imaginei que baixaria o tempo e consegui correr três minutos mais rápido”, comenta a acreana radicada em Curitiba, que marcou 1h20min54.

Confrontado, o noivo Marco Aurélio Piazza escapou pela tangente ao tocar no assunto matrimônio. “Estamos perto, logo mais vamos marcar”, relata o corredor que não conseguiu completar a prova nesse domingo. “Saí num ritmo forte, não consegui manter, mas bola para frente”.

Organização - A Best Marketing Esportivo organizou o evento pelo terceiro ano consecutivo e, na opinião de Thiago Brasil, a melhora foi significativa de 2010 para cá. “Vamos aprendendo com os erros e agora já devemos pensar na quarta edição com mais participantes e mais bem organizada”. Esse ano foram 4.236 inscritos e a expectativa é chegar a pelo menos 5.000. “Não podemos esperar menos do que isso e com certeza vamos conseguir”.

Meia Internacional de Florianópolis muda dia para a retirada do kit

Meia Maratona · 21 mar, 2012

A organização da Meia Maratona Internacional de Florianópolis anuncia uma mudança na data de entrega dos kits do atleta, que agora será feita no dia 22 e 24 de março, das 10h às 22h na loja Centauro do Beiramar Shopping.

A retirada dos kits estava prevista também para a sexta-feira (23/03), porém, devido ao feriado, as lojas não abrirão na cidade. Florianópolis comemora 286 anos no dia 23 de março.

As inscrições foram encerradas ontem, segunda-feira (20/03). São esperados mais de 2000 participantes para o evento.

Acesse o site: www.meiamaratonafloripa.com.br