Jogos Olímpicos

Entenda a atuação do árbitro brasileiro no Triathlon das Olimpíadas

Triathlon · 29 fev, 2012

O brasileiro Roberto Menescal conquistou uma das 27 vagas para árbitros no Triathlon dos Jogos Olímpicos de Londres. É a primeira vez que o País será representado por um oficial na modalidade da competição, olímpica desde 2000.

Foram mais de 400 candidatos no processo seletivo que culminou com a representação de Menescal, superintendente da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri). Desde 2002, o brasileiro já atuou em mais de 20 eventos da ITU (União Internacional de Triathlon).

Agora, terá apenas que aguardar o credenciamento, feito pelo delegado técnico geral da prova e pelos organizadores do evento (ITU). O processo burocrático definirá qual posição Roberto Menescal ocupará nos Jogos.

“Tem o chefe da natação, de chegada, ciclismo, transição... são posições atribuídas de acordo com a experiência e o nível de certificação de cada árbitro”, explica. “Como tenho um nível alto de certificação e experiência em Mundial, provavelmente serei designado árbitro de transição”, aposta.

Nesse caso, Menescal será o responsável pela verificação do cumprimento das regras na área de transição. “O atleta não pode retirar a bicicleta do cavalete sem o capacete estar afivelado, o que dá uma punição de 15 segundos. Quando voltar para correr, não pode desafivelar o capacete antes de colocar a bicicleta no rack e todo o equipamento do triatleta tem de estar dentro de sua área”, exemplifica.

Menescal afirma que no Triathlon a arbitragem tem mais um caráter fiscalizador do que de punição. “Tem árbitro para verificar se a temperatura da água está adequada, se não há conduta anti-desportiva dos atletas, se o percurso está desimpedido. São várias funções”, esclarece.

Com a carta de aceitação já respondida, o superintendente da CBTri apenas aguarda para saber qual será sua função nas provas dos dias quatro (feminina) e sete (masculina) de agosto. “Só o fato de participar das Olimpíadas já vai ser uma honra”, conclui.


Entenda a atuação do árbitro brasileiro no Triathlon das Olimpíadas

Triathlon · 29 fev, 2012

O brasileiro Roberto Menescal conquistou uma das 27 vagas para árbitros no Triathlon dos Jogos Olímpicos de Londres. É a primeira vez que o País será representado por um oficial na modalidade da competição, olímpica desde 2000.

Foram mais de 400 candidatos no processo seletivo que culminou com a representação de Menescal, superintendente da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri). Desde 2002, o brasileiro já atuou em mais de 20 eventos da ITU (União Internacional de Triathlon).

Agora, terá apenas que aguardar o credenciamento, feito pelo delegado técnico geral da prova e pelos organizadores do evento (ITU). O processo burocrático definirá qual posição Roberto Menescal ocupará nos Jogos.

“Tem o chefe da natação, de chegada, ciclismo, transição... são posições atribuídas de acordo com a experiência e o nível de certificação de cada árbitro”, explica. “Como tenho um nível alto de certificação e experiência em Mundial, provavelmente serei designado árbitro de transição”, aposta.

Nesse caso, Menescal será o responsável pela verificação do cumprimento das regras na área de transição. “O atleta não pode retirar a bicicleta do cavalete sem o capacete estar afivelado, o que dá uma punição de 15 segundos. Quando voltar para correr, não pode desafivelar o capacete antes de colocar a bicicleta no rack e todo o equipamento do triatleta tem de estar dentro de sua área”, exemplifica.

Menescal afirma que no Triathlon a arbitragem tem mais um caráter fiscalizador do que de punição. “Tem árbitro para verificar se a temperatura da água está adequada, se não há conduta anti-desportiva dos atletas, se o percurso está desimpedido. São várias funções”, esclarece.

Com a carta de aceitação já respondida, o superintendente da CBTri apenas aguarda para saber qual será sua função nas provas dos dias quatro (feminina) e sete (masculina) de agosto. “Só o fato de participar das Olimpíadas já vai ser uma honra”, conclui.

Medalhista olímpica há 32 anos usa tecnologia para obter nova vaga

Atletismo · 24 fev, 2012

A velocista jamaicana Merlene Ottey é a competidora que mais esteve em Olimpíadas na história do atletismo. Ottey disputou seis Jogos Olímpicos pelo seu país natal em 20 anos (1980 a 2000), ganhando nove medalhas para a Jamaica nas provas de 100, 200 e revezamento 4x100 metros.

Nos Jogos de Sydney, a corredora conquistou a medalha de bronze nos 100 metros rasos com 40 anos – idade impressionante para obter alto desempenho em provas de velocidade. Em Atenas 2004, Ottey competiu pela Eslovênia, país pelo qual se naturalizou, e chegou às semifinais dos 100 metros.

Não conseguiu a classificação para Pequim 2008 e, já com mais de 50 anos, não se esperava que ela continuasse competindo. Mas Ottey tem esperança de estar em Londres em agosto e aposta na tecnologia para otimizar seu rendimento.

Chip colado na pele- A corredora utiliza um biossensor, que consiste em um chip dentro de um adesivo colado em sua pele. A tecnologia não influencia seu rendimento diretamente, mas oferece dados precisos de sua performance para estudo e, a partir de então, aperfeiçoamento.

"Não posso treinar como fazia há 15 anos. Treino há mais de 30 anos e meus músculos foram gradualmente se tornando menos balanceados", conta Ottey. O chip monitora o esforço que seu corpo faz, coletando dados de fadiga muscular, aceleração, posição, respiração e frequência cardíaca, transmitindo as informações em tempo real para uma equipe de técnicos.

Desta forma, Ottey pode adaptar seu treinamento ou prevenir lesões com base em dados bem definidos, melhorando seu desempenho. A doutora Leslie Saxon, do Centro de Computação Corporal da Universidade de Southern California (EUA), acredita que o uso dos biossensores pode levar o esporte a um novo patamar.

“Podemos combinar as medidas e misturá-las usando programas estatísticos e analíticos para ter uma visão completa do preparo físico do atleta”, defende a doutora Saxon. Em 2011, Merlene Ottey teve como melhores marcas 11seg84 nos 100 metros e 24seg64 nos 200 metros. Os índices A definidos pela Iaaf para a vaga olímpica são de 11seg29 e 23seg10.


Medalhista olímpica há 32 anos usa tecnologia para obter nova vaga

Atletismo · 24 fev, 2012

A velocista jamaicana Merlene Ottey é a competidora que mais esteve em Olimpíadas na história do atletismo. Ottey disputou seis Jogos Olímpicos pelo seu país natal em 20 anos (1980 a 2000), ganhando nove medalhas para a Jamaica nas provas de 100, 200 e revezamento 4x100 metros.

Nos Jogos de Sydney, a corredora conquistou a medalha de bronze nos 100 metros rasos com 40 anos – idade impressionante para obter alto desempenho em provas de velocidade. Em Atenas 2004, Ottey competiu pela Eslovênia, país pelo qual se naturalizou, e chegou às semifinais dos 100 metros.

Não conseguiu a classificação para Pequim 2008 e, já com mais de 50 anos, não se esperava que ela continuasse competindo. Mas Ottey tem esperança de estar em Londres em agosto e aposta na tecnologia para otimizar seu rendimento.

Chip colado na pele- A corredora utiliza um biossensor, que consiste em um chip dentro de um adesivo colado em sua pele. A tecnologia não influencia seu rendimento diretamente, mas oferece dados precisos de sua performance para estudo e, a partir de então, aperfeiçoamento.

"Não posso treinar como fazia há 15 anos. Treino há mais de 30 anos e meus músculos foram gradualmente se tornando menos balanceados", conta Ottey. O chip monitora o esforço que seu corpo faz, coletando dados de fadiga muscular, aceleração, posição, respiração e frequência cardíaca, transmitindo as informações em tempo real para uma equipe de técnicos.

Desta forma, Ottey pode adaptar seu treinamento ou prevenir lesões com base em dados bem definidos, melhorando seu desempenho. A doutora Leslie Saxon, do Centro de Computação Corporal da Universidade de Southern California (EUA), acredita que o uso dos biossensores pode levar o esporte a um novo patamar.

“Podemos combinar as medidas e misturá-las usando programas estatísticos e analíticos para ter uma visão completa do preparo físico do atleta”, defende a doutora Saxon. Em 2011, Merlene Ottey teve como melhores marcas 11seg84 nos 100 metros e 24seg64 nos 200 metros. Os índices A definidos pela Iaaf para a vaga olímpica são de 11seg29 e 23seg10.

Usain Bolt compete na Jamaica e mira quatro ouros em Londres

Atletismo · 12 jan, 2012

O velocista Usain Bolt, detentor dos recordes mundiais dos 100 e 200 metros rasos, fará sua preparação para os Jogos Olímpicos de Londres em provas de seu país natal, a Jamaica. “2012 será um grande ano”, aposta.

Bolt ganhou notoriedade nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, quando quebrou os recordes mundiais dos 100m e 200m (9seg69 e 19seg30, respectivamente). Em 2009, baixou as marcas novamente no Mundial de Atletismo, em Berlim, com 9seg58 e 19seg30.

O jamaicano começa a competir em 2012 no dia 11 de fevereiro, em Kingston, no Camperdown Classic. No dia 25, corre no Gibson Relays (de revezamento) e depois no UWI Invitational, em 17 de março.

Nos três eventos da capital jamaicana é esperado que o corredor dispute a prova dos 400 metros para avaliar sua aptidão à distância, que não é sua especialidade. Bolt já declarou que pretende aumentar o número de ouros da última Olimpíada (três: 100m, 200m e 4x100m) para quatro ao correr também no 4x400m.

Sua primeira aparição nas provas mais curtas deve ocorrer apenas no Jamaica International Invitational, em cinco de maio. Em junho, no dia sete, compete pela primeira vez no ano fora da ilha caribenha, nos Bislett Games em Oslo (Noruega).

“Restarão apenas seis semanas para as Olimpíadas de Londres depois dessa corrida. Não há dúvida que será um evento acompanhado com um enorme interesse”, conclui o velocista de 25 anos.


Usain Bolt compete na Jamaica e mira quatro ouros em Londres

Atletismo · 12 jan, 2012

O velocista Usain Bolt, detentor dos recordes mundiais dos 100 e 200 metros rasos, fará sua preparação para os Jogos Olímpicos de Londres em provas de seu país natal, a Jamaica. “2012 será um grande ano”, aposta.

Bolt ganhou notoriedade nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, quando quebrou os recordes mundiais dos 100m e 200m (9seg69 e 19seg30, respectivamente). Em 2009, baixou as marcas novamente no Mundial de Atletismo, em Berlim, com 9seg58 e 19seg30.

O jamaicano começa a competir em 2012 no dia 11 de fevereiro, em Kingston, no Camperdown Classic. No dia 25, corre no Gibson Relays (de revezamento) e depois no UWI Invitational, em 17 de março.

Nos três eventos da capital jamaicana é esperado que o corredor dispute a prova dos 400 metros para avaliar sua aptidão à distância, que não é sua especialidade. Bolt já declarou que pretende aumentar o número de ouros da última Olimpíada (três: 100m, 200m e 4x100m) para quatro ao correr também no 4x400m.

Sua primeira aparição nas provas mais curtas deve ocorrer apenas no Jamaica International Invitational, em cinco de maio. Em junho, no dia sete, compete pela primeira vez no ano fora da ilha caribenha, nos Bislett Games em Oslo (Noruega).

“Restarão apenas seis semanas para as Olimpíadas de Londres depois dessa corrida. Não há dúvida que será um evento acompanhado com um enorme interesse”, conclui o velocista de 25 anos.

Americana Deena Kastor busca vaga em terceira maratona olímpica seguida

Maratona · 10 jan, 2012

A fundista norte-americana Deena Kastor já esteve em três edições de Jogos Olímpicos. Disputou os 10.000m em 2000 (em Sidney) e a Maratona nas edições de Atenas - 2004 (onde foi medalhista de bronze) e Pequim - 2008.

Ela é a detentora do recorde norte-americano em maratonas, com 2h19min36 obtidos na Maratona de Londres de 2006. Aos 38 anos, prestes a fazer 39, Deena busca no sábado (14/01), em Houston (EUA) a vaga em sua quarta Olimpíada, a terceira como maratonista – feito inédito nos EUA.

Em 2011, teve sua primeira filha, o que forçou um intervalo na vida de corredora. “Não pude correr nos cinco meses finais de minha gravidez. Então, depois que minha filha nasceu, eu estava simplesmente curtindo a corrida. Até que coloquei meu frequencímetro e descobri que estava em um pace de 10 minutos. Foi um choque de realidade”, relembra.

A corredora então estabeleceu um programa de treinamento para voltar à antiga forma e brigar por uma vaga em Londres. “Sinto como se tivesse cumprido todo o meu planejamento. Fiz minha lição de casa por um longo período, agora me sinto forte e eficiente de novo”, revela a fundista.

Abandono em Pequim - A norte-americana abandonou a prova nos Jogos Olímpicos de Pequim devido a uma fratura no pé direito, mas afirma que não corre o risco de sofrer o mesmo problema. “Dez dias antes da Maratona eu fiz a minha melhor marca em treino de 30 quilômetros. Pensei ‘uau, estou pronta para correr pelo ouro’. Então tive aquele problema súbito no quinto quilômetro”, conta.

Segundo Deena, a fratura foi devido ao baixo nível de vitamina D em seu organismo e a baixa absorção de cálcio nos seus ossos. “Hoje sou mais experiente, me certifico de incluir bastante vitamina D na minha dieta e não acredito que possa ocorrer de novo”, esclarece.

Expectativa - Nos Estados Unidos, as vagas olímpicas são definidas em eventos específicos. Para a Maratona, a prova eleita foi a de Houston (14/01). Deena afirma estar confiante na conquista de uma vaga.

“Definitivamente não vou fazer minha melhor marca. Não estou em forma para 2h19min. Mas estou pronta para correr o meu melhor em anos e estou empolgada com isso. Aprendi a me esforçar mais mentalmente”, afirma.

A maratonista não considera sua idade como uma desvantagem contra outras atletas. “Algumas pessoas olham para mim e pensam que sou mais velha que a média, que isso é um ponto fraco. Acredito que minha experiência me dá uma grande vantagem sobre minhas adversárias. Acho que é um dos meus pontos fortes”, conclui.


Americana Deena Kastor busca vaga em terceira maratona olímpica seguida

Maratona · 10 jan, 2012

A fundista norte-americana Deena Kastor já esteve em três edições de Jogos Olímpicos. Disputou os 10.000m em 2000 (em Sidney) e a Maratona nas edições de Atenas - 2004 (onde foi medalhista de bronze) e Pequim - 2008.

Ela é a detentora do recorde norte-americano em maratonas, com 2h19min36 obtidos na Maratona de Londres de 2006. Aos 38 anos, prestes a fazer 39, Deena busca no sábado (14/01), em Houston (EUA) a vaga em sua quarta Olimpíada, a terceira como maratonista – feito inédito nos EUA.

Em 2011, teve sua primeira filha, o que forçou um intervalo na vida de corredora. “Não pude correr nos cinco meses finais de minha gravidez. Então, depois que minha filha nasceu, eu estava simplesmente curtindo a corrida. Até que coloquei meu frequencímetro e descobri que estava em um pace de 10 minutos. Foi um choque de realidade”, relembra.

A corredora então estabeleceu um programa de treinamento para voltar à antiga forma e brigar por uma vaga em Londres. “Sinto como se tivesse cumprido todo o meu planejamento. Fiz minha lição de casa por um longo período, agora me sinto forte e eficiente de novo”, revela a fundista.

Abandono em Pequim - A norte-americana abandonou a prova nos Jogos Olímpicos de Pequim devido a uma fratura no pé direito, mas afirma que não corre o risco de sofrer o mesmo problema. “Dez dias antes da Maratona eu fiz a minha melhor marca em treino de 30 quilômetros. Pensei ‘uau, estou pronta para correr pelo ouro’. Então tive aquele problema súbito no quinto quilômetro”, conta.

Segundo Deena, a fratura foi devido ao baixo nível de vitamina D em seu organismo e a baixa absorção de cálcio nos seus ossos. “Hoje sou mais experiente, me certifico de incluir bastante vitamina D na minha dieta e não acredito que possa ocorrer de novo”, esclarece.

Expectativa - Nos Estados Unidos, as vagas olímpicas são definidas em eventos específicos. Para a Maratona, a prova eleita foi a de Houston (14/01). Deena afirma estar confiante na conquista de uma vaga.

“Definitivamente não vou fazer minha melhor marca. Não estou em forma para 2h19min. Mas estou pronta para correr o meu melhor em anos e estou empolgada com isso. Aprendi a me esforçar mais mentalmente”, afirma.

A maratonista não considera sua idade como uma desvantagem contra outras atletas. “Algumas pessoas olham para mim e pensam que sou mais velha que a média, que isso é um ponto fraco. Acredito que minha experiência me dá uma grande vantagem sobre minhas adversárias. Acho que é um dos meus pontos fortes”, conclui.

Maratona de Londres anuncia time de peso na elite feminina

Maratona · 12 dez, 2011

A organização da Maratona de Londres divulgou, nesta segunda-feira (12/12), os nomes que integrarão a elite feminina na prova de 2012, em 22 de abril. A lista traz as melhores fundistas da atualidade, como a queniana Mary Keitany – vencedora em 2011, recordista mundial da meia maratona e que correu em pace de recorde mundial na Maratona de Nova York, antes de diminuir o ritmo e chegar em terceiro.

Além de Keitany, estarão presentes mais três quenianas em busca da vaga olímpica. Edna Kiplagat é outra com currículo impressionante, atual campeã mundial e vencedora da Maratona de Nova York em 2010.

Priscah Jeptoo, vice-campeã mundial e campeã da Maratona de Paris neste ano, e Florence Kiplagat, vencedora da Maratona de Berlim em setembro, completam a lista de compatriotas da atual ganhadora da prova. Seis etíopes também estarão presentes, em busca de vaga nos Jogos Olímpicos da capital britânica, apenas quatro meses depois.

A bicampeã da Maratona de Paris, Atsede Baysa, lidera a lista das fundistas da Etiópia. Ejegayehu Dibaba (vice-campeã em Chicago 2011), Aberu Kebede (campeã em Berlim 2010), Korene Jelila (vencedora de Toronto 2011) e Bezunush Bekele (quarta em Londres 2011 e no Mundial) também estarão na briga pelas três vagas de seu país.

Europeias- Além das africanas, está em destaque a participação da alemã Irina Mikitenko, campeã da prova em 2008 e 2009, e bicampeã do circuito WMM (maratonas mais importantes do mundo). Atual campeã olímpica, a romena Constantina Dita é outro grande nome europeu confirmado.

“Esta é uma das mais talentosas escalações que já tivemos e com tantas vagas olímpicas para decidir, tenho certeza que veremos uma corrida fantástica”, afirma o diretor da prova, Dave Bedford. A ausência fica por conta da atual recordista mundial e “dona da casa”, Paula Radcliffe.

A britânica está confirmada – assim como Mara Yamauchi – como representante do Reino Unido nos Jogos Olímpicos e deverá se poupar da maratona em abril. No entanto, uma das três vagas segue em aberto e deverá ser decidida na prova.

“A batalha britânica pela vaga olímpica feminina será um ponto intrigante da corrida do próximo ano”, conta Bedford. “Com os Jogos Olímpicos se aproximando, o incentivo para os maratonistas britânicos não poderia ser maior”, finaliza.


Maratona de Londres anuncia time de peso na elite feminina

Maratona · 12 dez, 2011

A organização da Maratona de Londres divulgou, nesta segunda-feira (12/12), os nomes que integrarão a elite feminina na prova de 2012, em 22 de abril. A lista traz as melhores fundistas da atualidade, como a queniana Mary Keitany – vencedora em 2011, recordista mundial da meia maratona e que correu em pace de recorde mundial na Maratona de Nova York, antes de diminuir o ritmo e chegar em terceiro.

Além de Keitany, estarão presentes mais três quenianas em busca da vaga olímpica. Edna Kiplagat é outra com currículo impressionante, atual campeã mundial e vencedora da Maratona de Nova York em 2010.

Priscah Jeptoo, vice-campeã mundial e campeã da Maratona de Paris neste ano, e Florence Kiplagat, vencedora da Maratona de Berlim em setembro, completam a lista de compatriotas da atual ganhadora da prova. Seis etíopes também estarão presentes, em busca de vaga nos Jogos Olímpicos da capital britânica, apenas quatro meses depois.

A bicampeã da Maratona de Paris, Atsede Baysa, lidera a lista das fundistas da Etiópia. Ejegayehu Dibaba (vice-campeã em Chicago 2011), Aberu Kebede (campeã em Berlim 2010), Korene Jelila (vencedora de Toronto 2011) e Bezunush Bekele (quarta em Londres 2011 e no Mundial) também estarão na briga pelas três vagas de seu país.

Europeias- Além das africanas, está em destaque a participação da alemã Irina Mikitenko, campeã da prova em 2008 e 2009, e bicampeã do circuito WMM (maratonas mais importantes do mundo). Atual campeã olímpica, a romena Constantina Dita é outro grande nome europeu confirmado.

“Esta é uma das mais talentosas escalações que já tivemos e com tantas vagas olímpicas para decidir, tenho certeza que veremos uma corrida fantástica”, afirma o diretor da prova, Dave Bedford. A ausência fica por conta da atual recordista mundial e “dona da casa”, Paula Radcliffe.

A britânica está confirmada – assim como Mara Yamauchi – como representante do Reino Unido nos Jogos Olímpicos e deverá se poupar da maratona em abril. No entanto, uma das três vagas segue em aberto e deverá ser decidida na prova.

“A batalha britânica pela vaga olímpica feminina será um ponto intrigante da corrida do próximo ano”, conta Bedford. “Com os Jogos Olímpicos se aproximando, o incentivo para os maratonistas britânicos não poderia ser maior”, finaliza.

CBAt cria novo critério de classificação para os Jogos Olímpicos

Atletismo · 02 dez, 2011

A CBAt – Confederação Brasileira de Atletismo – anunciou na quinta-feira (01/12) alterações nos critérios de obtenção de vaga para os Jogos Olímpicos de Londres 2012. Até então, estariam classificados para Londres os atletas que conseguissem atingir os índices estabelecidos pela IAAF – Associação Internacional das Federações de Atletismo – e endossados ou adaptados pela CBAt.

Agora, a confederação nacional estabelece que, além dos índices exigidos, estão classificados também os atletas que estiverem entre os dez primeiros de suas modalidades no Ranking Mundial da IAAF de 2011. A medida classifica os atletas de salto com vara Fabiana Murer e Fábio da Silva, respectivamente segunda e sétimo na classificação mundial de 2011.

Com isso, os atletas estão isentos de competir em busca do índice olímpico em 2012. “Terei a tranquilidade de treinar e fazer a preparação voltada para a Olimpíada, sem me preocupar em ter de obter índice", diz Fabiana.

"Vou entrar nas competições mais tranquila, para buscar resultados, sem ter de pensar em conseguir o índice", continua a campeã mundial. Além de Fabiana e Fábio, também garantiram a vaga o atleta de salto em distância Mauro Vinícius da Silva (10º) e a corredora dos 200 metros rasos Ana Cláudia Lemos da Silva (8ª), sensação dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011.

No caso da maratona e da marcha de 50 quilômetros, a classificação no ranking mundial 2011 definida pela CBAt foi a dos 30 primeiros atletas. Marílson Gomes do Santos é atualmente o 21º, o que o classifica automaticamente para os Jogos Olímpicos caso não seja ultrapassado até o final do ano.

“Vamos esperar terminar o ano para ver como ficará o ranking”, pondera o treinador Adauto Domingues, do Clube de Atletismo BM&F Bovespa. “Se o Marílson permanecer entre os 30, vou alterar a preparação, terei mais tranquilidade. Aí, a prova do primeiro semestre será para o Marílson buscar marca pessoal, para correr forte e não pelo índice. Vamos focar tudo em Londres caso se confirme a posição", encerra Adauto.


CBAt cria novo critério de classificação para os Jogos Olímpicos

Atletismo · 02 dez, 2011

A CBAt – Confederação Brasileira de Atletismo – anunciou na quinta-feira (01/12) alterações nos critérios de obtenção de vaga para os Jogos Olímpicos de Londres 2012. Até então, estariam classificados para Londres os atletas que conseguissem atingir os índices estabelecidos pela IAAF – Associação Internacional das Federações de Atletismo – e endossados ou adaptados pela CBAt.

Agora, a confederação nacional estabelece que, além dos índices exigidos, estão classificados também os atletas que estiverem entre os dez primeiros de suas modalidades no Ranking Mundial da IAAF de 2011. A medida classifica os atletas de salto com vara Fabiana Murer e Fábio da Silva, respectivamente segunda e sétimo na classificação mundial de 2011.

Com isso, os atletas estão isentos de competir em busca do índice olímpico em 2012. “Terei a tranquilidade de treinar e fazer a preparação voltada para a Olimpíada, sem me preocupar em ter de obter índice", diz Fabiana.

"Vou entrar nas competições mais tranquila, para buscar resultados, sem ter de pensar em conseguir o índice", continua a campeã mundial. Além de Fabiana e Fábio, também garantiram a vaga o atleta de salto em distância Mauro Vinícius da Silva (10º) e a corredora dos 200 metros rasos Ana Cláudia Lemos da Silva (8ª), sensação dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011.

No caso da maratona e da marcha de 50 quilômetros, a classificação no ranking mundial 2011 definida pela CBAt foi a dos 30 primeiros atletas. Marílson Gomes do Santos é atualmente o 21º, o que o classifica automaticamente para os Jogos Olímpicos caso não seja ultrapassado até o final do ano.

“Vamos esperar terminar o ano para ver como ficará o ranking”, pondera o treinador Adauto Domingues, do Clube de Atletismo BM&F Bovespa. “Se o Marílson permanecer entre os 30, vou alterar a preparação, terei mais tranquilidade. Aí, a prova do primeiro semestre será para o Marílson buscar marca pessoal, para correr forte e não pelo índice. Vamos focar tudo em Londres caso se confirme a posição", encerra Adauto.

Ingressos para Olimpíada terão preços acessíveis

Atletismo · 12 dez, 2006

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Pequim (Bocog) divulgou os valores dos ingressos para quem quiser assistir às competições. Para as provas preliminares serão cobrados ingressos com preços acessíveis, mas para as finais haverá um acréscimo.

O valor para as primeiras competições estará entre 30 e 300 iuan chineses, o equivalente a R$10 e R$95. Já para as finais, os espectadores terão que desembolsar valores entre 60 e 1000 iuan chineses, cerca de R$19 e R$317.

O objetivo da entidade é fazer com que a grande massa possa acompanhar os jogos pela primeira vez ao vivo. Além dos valores baixos, também será reservada 14% da cota para estudantes chineses. O Comitê Olímpico Internacional (COI) divulgou uma nota que elogia a decisão do Bocog de praticar esses preços. “O COI está muito satisfeito com o programa de ingressos do Bocog, que encontrou formas de maximizar a presença do público chinês nas competições”.

Os Jogos Olímpicos de Pequim acontecem de oito a 24 de agosto de 2008 e vai englobar os 28 esportes de verão que fazem parte do programa olímpico. As vendas de entradas começam no primeiro semestre de 2007.


Ingressos para Olimpíada terão preços acessíveis

Atletismo · 12 dez, 2006

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Pequim (Bocog) divulgou os valores dos ingressos para quem quiser assistir às competições. Para as provas preliminares serão cobrados ingressos com preços acessíveis, mas para as finais haverá um acréscimo.

O valor para as primeiras competições estará entre 30 e 300 iuan chineses, o equivalente a R$10 e R$95. Já para as finais, os espectadores terão que desembolsar valores entre 60 e 1000 iuan chineses, cerca de R$19 e R$317.

O objetivo da entidade é fazer com que a grande massa possa acompanhar os jogos pela primeira vez ao vivo. Além dos valores baixos, também será reservada 14% da cota para estudantes chineses. O Comitê Olímpico Internacional (COI) divulgou uma nota que elogia a decisão do Bocog de praticar esses preços. “O COI está muito satisfeito com o programa de ingressos do Bocog, que encontrou formas de maximizar a presença do público chinês nas competições”.

Os Jogos Olímpicos de Pequim acontecem de oito a 24 de agosto de 2008 e vai englobar os 28 esportes de verão que fazem parte do programa olímpico. As vendas de entradas começam no primeiro semestre de 2007.