Jogos Olímpicos

Gabriel Constantino sonha com a retomada das competições

Atletismo · 16 abr, 2020

Recordista sul-americano e nono colocado no Ranking Mundial da World Athletics (ex-IAAF) dos 110 m com barreiras em 2019, com 13.18 (0.8), o carioca Gabriel Oliveira Constantino (Pinheiros) sonha com a retomada dos calendários de competições, visando uma preparação mais […]


Gabriel Constantino sonha com a retomada das competições

Atletismo · 16 abr, 2020

Recordista sul-americano e nono colocado no Ranking Mundial da World Athletics (ex-IAAF) dos 110 m com barreiras em 2019, com 13.18 (0.8), o carioca Gabriel Oliveira Constantino (Pinheiros) sonha com a retomada dos calendários de competições, visando uma preparação mais […]

Conheça a história do atletismo no Brasil e no mundo

Atletismo · 07 abr, 2020

Originalmente publicada em 01/03/2008

O atletismo pode ser considerado uma das modalidades mais antigas do mundo. Registros apontam que os gregos já praticavam esse esporte por volta do século 14 a.C. Essas modalidades eram praticadas em encontros esporádicos, que mais para frente originaram os Jogos Olímpicos.

Dentro do atletismo são disputadas as provas de corrida, lançamento e salto. As mais famosas são as de corrida. É nessa categoria que acontece a disputa do homem mais rápido do mundo, nos 100 metros rasos. Quase todas as provas de atletismo, exceto a maratona, são disputadas em estádio e a modalidade faz parte dos Jogos Olímpicos desde a Era Moderna.

Registros apontam que os gregos já praticavam esse esporte por volta do século 14 a.C Foto: Donostia Kultura/CC BY-SA 2.0 Registros apontam que os gregos já praticavam esse esporte por volta do século 14 a.C Foto: Donostia Kultura/CC BY-SA 2.0

A corrida, que também podem ser chamada de prova de pista, divide-se em curta distância (100m, 200m e 400m), média distância (800m, 1.500m e três mil metros) e longa distância (cinco mil metros, 10 mil metros e 42,195 quilômetros). Há também as corridas com barreiras e obstáculos, além da marcha atlética e dos revezamentos.

Todas essas provas são realizadas na pista de atletismo dentro do estádio. Ela contém oito raias, cada uma com um metro e 25 centímetros de largura. No formato oval, a pista tem 400 metros de comprimento.

Brasil na Olimpíada

O Brasil participa dos Jogos Olímpicos desde 1920. Durante todos os anos de participação as primeiras medalhas brasileiras no atletismo foram conquistadas nos Jogos Olímpicos de Helsinque, em 1952. Adhemar Ferreira da Silva recebeu o ouro no salto triplo masculino e José Telles Conceição o bronze, no salto em altura.

Vanderlei conquistou a primeira e única medalha do Brasil na Maratona Olímpica Foto: Washington Alves/COB Vanderlei conquistou a primeira e única medalha do Brasil na Maratona Olímpica Foto: Washington Alves/COB

Nas olimpíadas de 1956, em Melbourne, Adhemar conquistou novamente o ouro. Sua medalha foi a única do Brasil no evento. Já em 1968 foi a vez de Nelson Prudêncio levar a prata no salto triplo. Em Munique no ano de 1972, ele também ficou com o bronze. Com o passar dos anos o Brasil mostrou que dentro do atletismo a modalidade mais forte era o salto triplo. João do Pulo garantiu o bronze da modalidade em 1976 e em 1980.

Depois de longos anos sem o tão sonhado ouro no atletismo, Joaquim Cruz finalmente conquistou a primeira redonda dourada nos 800 metros rasos das Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. Na outra Olimpíada, em 1988, ele foi prata.

Já em 1996, em Atlanta, o Brasil foi bronze no revezamento 4x100m com André Domingos, Arnaldo Oliveira, Edson Luciano e Robson Caetano. Os meninos brasileiros evoluíram e levaram a prata em 2000, mas com outros dois novos integrantes: Claudinei Quirino e Vicente Lenilson.

Em Atenas 2004 Vanderlei Cordeiro de Lima conquistou o bronze na Maratona, além da Medalha Barão Pierre de Coubertin, após o incidente envolvendo um padre irlandês.
Na edição de 2008, em Pequim, Maurren Maggi conquistou a medalha de ouro no salto em distância.

Regras

Algo que se nota de diferente nas provas de velocidade é a largada. Nas corridas de curta distância, os velocistas largam numa posição especial, que consiste em apoiar os pés sobre um bloco de largada e apoiar o tronco sobre as mãos encostadas no chão (posição de quatro apoios).

Pelas regras da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), aquele que saísse antes do tiro de largada, recebia uma penalidade e, caso queimasse a largada três vezes estaria desclassificado. A partir de 2010, porém a regra foi modificada e a primeira queima desclassifica automaticamente o atleta.

Após a largada, o velocista deve permanecer do começo ao fim na sua raia de saída. Nessas provas, os atletas devem usar sapatilhas com pregos de no máximo 8,4 milímetros e a espessura da sola não pode ultrapassar treze milímetros.

Já na largada de média e longa distância não é necessária a saída de quatro apoios, como nas provas de velocidade Foto: Alexandre Koda/Webrun Já na largada de média e longa distância não é necessária a saída de quatro apoios, como nas provas de velocidade Foto: Alexandre Koda/Webrun

Já na largada de média e longa distância não é necessária a saída de quatro apoios, como nas provas de velocidade. Os atletas começam a correr em pé. Além disso, também não é necessário correr na mesma raia de largada.

No caso de uma chegada embolada, em qualquer competição, os juízes irão observar a posição dos ombros ou do torso do atleta para determinar o vencedor. Pernas e braços não são levados em conta. A foto da chegada, ou fotofinisher, ajuda a definir o campeão em caso de dúvidas.

Federação

Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat): www.cbat.org.br


Conheça a história do atletismo no Brasil e no mundo

Atletismo · 07 abr, 2020

Originalmente publicada em 01/03/2008

O atletismo pode ser considerado uma das modalidades mais antigas do mundo. Registros apontam que os gregos já praticavam esse esporte por volta do século 14 a.C. Essas modalidades eram praticadas em encontros esporádicos, que mais para frente originaram os Jogos Olímpicos.

Dentro do atletismo são disputadas as provas de corrida, lançamento e salto. As mais famosas são as de corrida. É nessa categoria que acontece a disputa do homem mais rápido do mundo, nos 100 metros rasos. Quase todas as provas de atletismo, exceto a maratona, são disputadas em estádio e a modalidade faz parte dos Jogos Olímpicos desde a Era Moderna.

Registros apontam que os gregos já praticavam esse esporte por volta do século 14 a.C Foto: Donostia Kultura/CC BY-SA 2.0 Registros apontam que os gregos já praticavam esse esporte por volta do século 14 a.C Foto: Donostia Kultura/CC BY-SA 2.0

A corrida, que também podem ser chamada de prova de pista, divide-se em curta distância (100m, 200m e 400m), média distância (800m, 1.500m e três mil metros) e longa distância (cinco mil metros, 10 mil metros e 42,195 quilômetros). Há também as corridas com barreiras e obstáculos, além da marcha atlética e dos revezamentos.

Todas essas provas são realizadas na pista de atletismo dentro do estádio. Ela contém oito raias, cada uma com um metro e 25 centímetros de largura. No formato oval, a pista tem 400 metros de comprimento.

Brasil na Olimpíada

O Brasil participa dos Jogos Olímpicos desde 1920. Durante todos os anos de participação as primeiras medalhas brasileiras no atletismo foram conquistadas nos Jogos Olímpicos de Helsinque, em 1952. Adhemar Ferreira da Silva recebeu o ouro no salto triplo masculino e José Telles Conceição o bronze, no salto em altura.

Vanderlei conquistou a primeira e única medalha do Brasil na Maratona Olímpica Foto: Washington Alves/COB Vanderlei conquistou a primeira e única medalha do Brasil na Maratona Olímpica Foto: Washington Alves/COB

Nas olimpíadas de 1956, em Melbourne, Adhemar conquistou novamente o ouro. Sua medalha foi a única do Brasil no evento. Já em 1968 foi a vez de Nelson Prudêncio levar a prata no salto triplo. Em Munique no ano de 1972, ele também ficou com o bronze. Com o passar dos anos o Brasil mostrou que dentro do atletismo a modalidade mais forte era o salto triplo. João do Pulo garantiu o bronze da modalidade em 1976 e em 1980.

Depois de longos anos sem o tão sonhado ouro no atletismo, Joaquim Cruz finalmente conquistou a primeira redonda dourada nos 800 metros rasos das Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. Na outra Olimpíada, em 1988, ele foi prata.

Já em 1996, em Atlanta, o Brasil foi bronze no revezamento 4x100m com André Domingos, Arnaldo Oliveira, Edson Luciano e Robson Caetano. Os meninos brasileiros evoluíram e levaram a prata em 2000, mas com outros dois novos integrantes: Claudinei Quirino e Vicente Lenilson.

Em Atenas 2004 Vanderlei Cordeiro de Lima conquistou o bronze na Maratona, além da Medalha Barão Pierre de Coubertin, após o incidente envolvendo um padre irlandês.
Na edição de 2008, em Pequim, Maurren Maggi conquistou a medalha de ouro no salto em distância.

Regras

Algo que se nota de diferente nas provas de velocidade é a largada. Nas corridas de curta distância, os velocistas largam numa posição especial, que consiste em apoiar os pés sobre um bloco de largada e apoiar o tronco sobre as mãos encostadas no chão (posição de quatro apoios).

Pelas regras da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), aquele que saísse antes do tiro de largada, recebia uma penalidade e, caso queimasse a largada três vezes estaria desclassificado. A partir de 2010, porém a regra foi modificada e a primeira queima desclassifica automaticamente o atleta.

Após a largada, o velocista deve permanecer do começo ao fim na sua raia de saída. Nessas provas, os atletas devem usar sapatilhas com pregos de no máximo 8,4 milímetros e a espessura da sola não pode ultrapassar treze milímetros.

Já na largada de média e longa distância não é necessária a saída de quatro apoios, como nas provas de velocidade Foto: Alexandre Koda/Webrun Já na largada de média e longa distância não é necessária a saída de quatro apoios, como nas provas de velocidade Foto: Alexandre Koda/Webrun

Já na largada de média e longa distância não é necessária a saída de quatro apoios, como nas provas de velocidade. Os atletas começam a correr em pé. Além disso, também não é necessário correr na mesma raia de largada.

No caso de uma chegada embolada, em qualquer competição, os juízes irão observar a posição dos ombros ou do torso do atleta para determinar o vencedor. Pernas e braços não são levados em conta. A foto da chegada, ou fotofinisher, ajuda a definir o campeão em caso de dúvidas.

Federação

Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat): www.cbat.org.br

CBAt e atletas brasileiros aprovam o adiamento dos Jogos de Tóquio 2020

Tóquio2020 · 25 mar, 2020

O presidente do Conselho de Administração da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), Warlindo Carneiro da Silva Filho, ficou aliviado com a decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do governo japonês, aprovada pela World Athletics e Comitê Olímpico do Brasil […]


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Tóquio2020 · 25 mar, 2020

O presidente do Conselho de Administração da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), Warlindo Carneiro da Silva Filho, ficou aliviado com a decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do governo japonês, aprovada pela World Athletics e Comitê Olímpico do Brasil […]

IAAF inicia contagem regressiva para o atletismo de Tóquio 2020

Tóquio2020 · 01 ago, 2019

A Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) começou nesta quarta-feira (31/7) a contagem regressiva de um ano para o atletismo de Tóquio 2020. A 32ª edição da competição, os Jogos Olímpicos de Tóquio, terá início no dia 22 de […]


IAAF inicia contagem regressiva para o atletismo de Tóquio 2020

Tóquio2020 · 01 ago, 2019

A Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) começou nesta quarta-feira (31/7) a contagem regressiva de um ano para o atletismo de Tóquio 2020. A 32ª edição da competição, os Jogos Olímpicos de Tóquio, terá início no dia 22 de […]

Você sabia que o Vaticano está planejando ir para as Olimpíadas?

Corridas de Rua · 17 jan, 2019

O Vaticano anunciou em parceria com o Comitê Olímpico sua equipe oficial de atletismo, visando competir em eventos internacionais como as Olimpíadas. A Athletica Vaticana está treinando há mais de um ano e, neste mês participará da sua primeira competição. […]


Você sabia que o Vaticano está planejando ir para as Olimpíadas?

Corridas de Rua · 17 jan, 2019

O Vaticano anunciou em parceria com o Comitê Olímpico sua equipe oficial de atletismo, visando competir em eventos internacionais como as Olimpíadas. A Athletica Vaticana está treinando há mais de um ano e, neste mês participará da sua primeira competição. […]

Campeã olímpica da maratona é suspensa em teste antidoping surpresa

Mulheres · 08 nov, 2017

Mais um caso de doping foi divulgado nesta terça (7), a campeã da maratona nos Jogos Olímpicos do Rio foi flagrada com EPO, substância proibida pela Agência Mundial Antidoping. O teste foi feito fora do período de competições, em fevereiro, […]


Campeã olímpica da maratona é suspensa em teste antidoping surpresa

Mulheres · 08 nov, 2017

Mais um caso de doping foi divulgado nesta terça (7), a campeã da maratona nos Jogos Olímpicos do Rio foi flagrada com EPO, substância proibida pela Agência Mundial Antidoping. O teste foi feito fora do período de competições, em fevereiro, […]

Torcedores querem ver mais atletismo do que futebol nas Olimpíadas

Atletismo · 03 maio, 2012

Os brasileiros parecem entusiasmados com o Atletismo nacional para os Jogos Olímpicos de Londres. Mais de 2.400 ingressos já foram vendidos no País para assistir à modalidade na capital do Reino Unido, em julho deste ano. Para efeito de comparação, o futebol, considerado o esporte nacional, vendeu cerca de 2.100 ingressos até agora.

Conheça os principais locais das competições nos Jogos Olímpicos

Londres está chamando - Conheça a capital

Os números são da Tamoyo Internacional, revendedora oficial dos ingressos no Brasil. Segundo a empresa, houve um crescimento de 85% dos turistas em relação aos que estiveram para os Jogos na China em 2008, assim como o aumento no número de ingressos disponíveis para os brasileiros. “Para esse ano, foi levado em conta o fato de sermos a casa das Olimpíadas de 2016”, explica Antônio Carlos Valente, sócio da Tamoyo Internacional.

Entre os ingressos mais vendidos, o Vôlei segue na liderança das modalidades, com mais de 8.750 espectadores brasileiros. Em seguida, o Vôlei de Praia (5.331) e o Basquete (2.820). Os Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco são os maiores compradores, seguidos pelo Rio Grande do Sul.

Os Jogos Olímpicos de Londres começam no dia 27 de julho e vão até o dia 12 de agosto deste ano.

Vôlei

8751

Vôlei de Praia

5331

Basquete

2820

Atletismo

2442

Futebol

2117

Judô

1405

Handball

916

Natação

890

Ginástica Artística

874

Boxe

698

Outras

4911

Total

31155



Torcedores querem ver mais atletismo do que futebol nas Olimpíadas

Atletismo · 03 maio, 2012

Os brasileiros parecem entusiasmados com o Atletismo nacional para os Jogos Olímpicos de Londres. Mais de 2.400 ingressos já foram vendidos no País para assistir à modalidade na capital do Reino Unido, em julho deste ano. Para efeito de comparação, o futebol, considerado o esporte nacional, vendeu cerca de 2.100 ingressos até agora.

Conheça os principais locais das competições nos Jogos Olímpicos

Londres está chamando - Conheça a capital

Os números são da Tamoyo Internacional, revendedora oficial dos ingressos no Brasil. Segundo a empresa, houve um crescimento de 85% dos turistas em relação aos que estiveram para os Jogos na China em 2008, assim como o aumento no número de ingressos disponíveis para os brasileiros. “Para esse ano, foi levado em conta o fato de sermos a casa das Olimpíadas de 2016”, explica Antônio Carlos Valente, sócio da Tamoyo Internacional.

Entre os ingressos mais vendidos, o Vôlei segue na liderança das modalidades, com mais de 8.750 espectadores brasileiros. Em seguida, o Vôlei de Praia (5.331) e o Basquete (2.820). Os Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco são os maiores compradores, seguidos pelo Rio Grande do Sul.

Os Jogos Olímpicos de Londres começam no dia 27 de julho e vão até o dia 12 de agosto deste ano.

Vôlei

8751

Vôlei de Praia

5331

Basquete

2820

Atletismo

2442

Futebol

2117

Judô

1405

Handball

916

Natação

890

Ginástica Artística

874

Boxe

698

Outras

4911

Total

31155


Definidos os brasileiros para a Maratona dos Jogos Olímpicos

Maratona · 02 maio, 2012

O prazo para obtenção do índice para as maratonas masculina e feminina dos Jogos Olímpicos de Londres encerrou no domingo (29/04) e a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) confirmou na segunda-feira (30/04) o nome dos representantes do País.

Para a prova masculina, o Brasil levará o máximo de três atletas que conquistaram o índice A. Marílson Gomes, Paulo Roberto de Almeida Paula e Franck Caldeira são os classificados.

Marílson estava com a vaga garantida por critério técnico da CBAt (ter um dos 30 melhores tempos do mundo em 2011) e confirmou a vaga com o tempo de 2h08min03 na Maratona de Londres (22/04). “A expectativa é que ele possa ter um bom resultado", aposta Adauto Domingues, treinador do fundista.

No mesmo dia, Paulo Roberto de Almeida Paula correu a Maratona de Pádua (Pádova, na Itália) em 2h10min23, melhorando os tempos que já tinha feito abaixo do índice em Amsterdã e Barcelona. “Ele está muito bem”, reconhece a ex-maratonista portuguesa Rita Borralho, que treinou o corredor em sua passagem recente pela Europa.

Franck Caldeira completa a lista, graças ao tempo feito em Milão (15/04), de 2h12min03. Assim como Marílson, ele esteve nos Jogos Olímpicos de Pequim - 2008 (ambos não completaram a prova). “O Franck está mais maduro e experiente“, afirma Ricardo D’Angelo, treinador de Franck.

Na categoria feminina, apenas Adriana Aparecida da Silva correu abaixo do índice A da CBAt e, portanto, será a única brasileira na prova em Londres. Ela correu a Maratona de Tóquio (26/02) em 2h29min17 e se tornou a segunda maratonista brasileira mais rápida da história.

Ela deve fazer dois treinamentos em altitude até os Jogos, um na Colômbia, em Paipa e outro na Suiça. “O objetivo é que ela fique na Suíça até a viagem para Londres, no dia 2 de agosto. Acho que a maratona olímpica terá mudanças de ritmo e não será tão rápida”, diz Cláudio Castilho, treinador de Adriana.


Definidos os brasileiros para a Maratona dos Jogos Olímpicos

Maratona · 02 maio, 2012

O prazo para obtenção do índice para as maratonas masculina e feminina dos Jogos Olímpicos de Londres encerrou no domingo (29/04) e a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) confirmou na segunda-feira (30/04) o nome dos representantes do País.

Para a prova masculina, o Brasil levará o máximo de três atletas que conquistaram o índice A. Marílson Gomes, Paulo Roberto de Almeida Paula e Franck Caldeira são os classificados.

Marílson estava com a vaga garantida por critério técnico da CBAt (ter um dos 30 melhores tempos do mundo em 2011) e confirmou a vaga com o tempo de 2h08min03 na Maratona de Londres (22/04). “A expectativa é que ele possa ter um bom resultado", aposta Adauto Domingues, treinador do fundista.

No mesmo dia, Paulo Roberto de Almeida Paula correu a Maratona de Pádua (Pádova, na Itália) em 2h10min23, melhorando os tempos que já tinha feito abaixo do índice em Amsterdã e Barcelona. “Ele está muito bem”, reconhece a ex-maratonista portuguesa Rita Borralho, que treinou o corredor em sua passagem recente pela Europa.

Franck Caldeira completa a lista, graças ao tempo feito em Milão (15/04), de 2h12min03. Assim como Marílson, ele esteve nos Jogos Olímpicos de Pequim - 2008 (ambos não completaram a prova). “O Franck está mais maduro e experiente“, afirma Ricardo D’Angelo, treinador de Franck.

Na categoria feminina, apenas Adriana Aparecida da Silva correu abaixo do índice A da CBAt e, portanto, será a única brasileira na prova em Londres. Ela correu a Maratona de Tóquio (26/02) em 2h29min17 e se tornou a segunda maratonista brasileira mais rápida da história.

Ela deve fazer dois treinamentos em altitude até os Jogos, um na Colômbia, em Paipa e outro na Suiça. “O objetivo é que ela fique na Suíça até a viagem para Londres, no dia 2 de agosto. Acho que a maratona olímpica terá mudanças de ritmo e não será tão rápida”, diz Cláudio Castilho, treinador de Adriana.

Maratonas recentes apimentam briga por vagas quenianas na Olimpíada

Maratona · 24 abr, 2012

A Federação Queniana de Atletismo tem uma tarefa difícil pela frente nos próximos dias: escolher os três representantes masculinos para a Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres (12/08). Não é segredo que o Quênia é o maior celeiro de fundistas da atualidade.

A disparidade é tanta que o país do leste africano tem mais de 150 atletas com o índice A masculino (2h15min), que classifica três atletas aos Jogos. Para efeito de comparação, o Brasil tem apenas quatro: Marílson Gomes, Paulo Roberto de Almeida Paula, Franck Caldeira e Damião Ancelmo.

Consistência é a solução- Para facilitar a escolha, a Federação Queniana elegeu em janeiro seis corredores com histórico recente de bons resultados para brigarem pelas três vagas. O currículo de todos impressiona:

  • Patrick Makau, recordista mundial com 2h03min38;
  • Wilson Kipsang, dono da segunda melhor marca, 2h03min42;
  • Emmanuel Mutai, atual vencedor do WMM (circuito das maiores maratonas do mundo);
  • Abel Kirui, bicampeão mundial de Maratona (Berlim 2009 e Daegu 2011);
  • Geoffrey Mutai, que correu a Maratona de Boston 2011 em 2h03min03, mais rápido que o recorde mundial (Boston não pode ser homologada como recorde);
  • Moses Mosop, que correu a Maratona de Boston 2011 em 2h03min06, também abaixo do recorde mundial.
  • Nas últimas duas semanas, todos entraram no asfalto para ganhar pontos na briga por uma vaga, quatro deles em solo olímpico, na Maratona de Londres (22/04). Apenas um deve estar tranquilo quanto à classificação agora, justamente o vencedor da prova londrina, Wilson Kipsang.

    Abandonos e frustrações- Confira as provas disputadas, os resultados e a situação dos quenianos na briga pela vaga:

  • Patrick Makau: abandonou a Maratona de Londres. Ainda é o recordista mundial, mas a desistência pode pesar;
  • Wilson Kipsang: o único com saldo realmente positivo, venceu em Londres com o segundo melhor tempo do ano e pressionando os coelhos a acelerar;
  • Emmanuel Mutai: não renovou o título em Londres, chegando em sétimo lugar;
  • Abel Kirui: correu bem em Londres, mas diminuiu ritmo no final e ficou em sexto;
  • Geoffrey Mutai: apostou em Boston, mas foi surpreendido pelo calor e quebrou;
  • Moses Mosop: fugiu dos holofotes correndo em Roterdã, prova sem o apelo de um WMM, mas famosa pelo percurso rápido. Não contava com o bom desempenho dos etíopes e chegou em terceiro.
  • Quem corre por fora- O vencedor de Boston, Wesley Korir, pode levantar dúvida para a Federação. Afinal, venceu a prova em que Geoffrey Mutai quebrou. Mas as condições adversas da corrida norte-americana e o alto tempo de Korir (2h12) não devem comover os oficiais quenianos.

    Quem realmente deu um nó na cabeça dos membros da Federação foi Martin Lel. O veterano corredor tem o título 2007-08 do WMM no currículo, três vitórias em Londres e duas em Nova York, mas ficou de fora da pré-lista talvez por ser considerado como atleta já em declínio de carreira.

    Seu segundo lugar em Londres, com ultrapassagem espetacular nos metros finais e chegando à frente de três dos quatro compatriotas pré-classificados às Olimpíadas presentes certamente cria um dilema para os selecionadores.

    Prova feminina- Na categoria feminina, a dor de cabeça da Federação não é tão grande. Mary Keitany, vencedora em Londres e maior expoente do País na modalidade, é nome certo nos Jogos.

    Edna Kiplagat, campeã mundial e vice em Londres, também não deve ficar de fora. Priscah Jeptoo, vencedora da São Silvestre, vice-mundial e terceira em Londres briga pela última vaga com Sharon Cherop, bronze no mundial e vencedora em Boston. Lydia Cheromei provavelmente será descartada.

    A Federação Queniana de Atletismo deve divulgar os selecionados para as maratonas olímpicas no próximo dia 30 de abril.


    Maratonas recentes apimentam briga por vagas quenianas na Olimpíada

    Maratona · 24 abr, 2012

    A Federação Queniana de Atletismo tem uma tarefa difícil pela frente nos próximos dias: escolher os três representantes masculinos para a Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres (12/08). Não é segredo que o Quênia é o maior celeiro de fundistas da atualidade.

    A disparidade é tanta que o país do leste africano tem mais de 150 atletas com o índice A masculino (2h15min), que classifica três atletas aos Jogos. Para efeito de comparação, o Brasil tem apenas quatro: Marílson Gomes, Paulo Roberto de Almeida Paula, Franck Caldeira e Damião Ancelmo.

    Consistência é a solução- Para facilitar a escolha, a Federação Queniana elegeu em janeiro seis corredores com histórico recente de bons resultados para brigarem pelas três vagas. O currículo de todos impressiona:

  • Patrick Makau, recordista mundial com 2h03min38;
  • Wilson Kipsang, dono da segunda melhor marca, 2h03min42;
  • Emmanuel Mutai, atual vencedor do WMM (circuito das maiores maratonas do mundo);
  • Abel Kirui, bicampeão mundial de Maratona (Berlim 2009 e Daegu 2011);
  • Geoffrey Mutai, que correu a Maratona de Boston 2011 em 2h03min03, mais rápido que o recorde mundial (Boston não pode ser homologada como recorde);
  • Moses Mosop, que correu a Maratona de Boston 2011 em 2h03min06, também abaixo do recorde mundial.
  • Nas últimas duas semanas, todos entraram no asfalto para ganhar pontos na briga por uma vaga, quatro deles em solo olímpico, na Maratona de Londres (22/04). Apenas um deve estar tranquilo quanto à classificação agora, justamente o vencedor da prova londrina, Wilson Kipsang.

    Abandonos e frustrações- Confira as provas disputadas, os resultados e a situação dos quenianos na briga pela vaga:

  • Patrick Makau: abandonou a Maratona de Londres. Ainda é o recordista mundial, mas a desistência pode pesar;
  • Wilson Kipsang: o único com saldo realmente positivo, venceu em Londres com o segundo melhor tempo do ano e pressionando os coelhos a acelerar;
  • Emmanuel Mutai: não renovou o título em Londres, chegando em sétimo lugar;
  • Abel Kirui: correu bem em Londres, mas diminuiu ritmo no final e ficou em sexto;
  • Geoffrey Mutai: apostou em Boston, mas foi surpreendido pelo calor e quebrou;
  • Moses Mosop: fugiu dos holofotes correndo em Roterdã, prova sem o apelo de um WMM, mas famosa pelo percurso rápido. Não contava com o bom desempenho dos etíopes e chegou em terceiro.
  • Quem corre por fora- O vencedor de Boston, Wesley Korir, pode levantar dúvida para a Federação. Afinal, venceu a prova em que Geoffrey Mutai quebrou. Mas as condições adversas da corrida norte-americana e o alto tempo de Korir (2h12) não devem comover os oficiais quenianos.

    Quem realmente deu um nó na cabeça dos membros da Federação foi Martin Lel. O veterano corredor tem o título 2007-08 do WMM no currículo, três vitórias em Londres e duas em Nova York, mas ficou de fora da pré-lista talvez por ser considerado como atleta já em declínio de carreira.

    Seu segundo lugar em Londres, com ultrapassagem espetacular nos metros finais e chegando à frente de três dos quatro compatriotas pré-classificados às Olimpíadas presentes certamente cria um dilema para os selecionadores.

    Prova feminina- Na categoria feminina, a dor de cabeça da Federação não é tão grande. Mary Keitany, vencedora em Londres e maior expoente do País na modalidade, é nome certo nos Jogos.

    Edna Kiplagat, campeã mundial e vice em Londres, também não deve ficar de fora. Priscah Jeptoo, vencedora da São Silvestre, vice-mundial e terceira em Londres briga pela última vaga com Sharon Cherop, bronze no mundial e vencedora em Boston. Lydia Cheromei provavelmente será descartada.

    A Federação Queniana de Atletismo deve divulgar os selecionados para as maratonas olímpicas no próximo dia 30 de abril.

    Maratona de Pádua reúne brasileiras em busca de vaga olímpica

    Maratona · 20 abr, 2012

    Enquanto todos os olhos do mundo das corridas estarão voltados para a Maratona de Londres no domingo (22/04), quatro brasileiras competem na Itália para tentar a melhor marca de suas vidas. Marily dos Santos, Sueli Pereira, Michele Chagas e Rosângela Faria brigam pelas possíveis duas vagas restantes para a Maratona Olímpica.

    A prova eleita pelas brasileiras para a conquista do índice (abaixo de 2h30min07) foi a Maratona de Santo Antônio de Pádua, na cidade italiana de Pádua (também conhecida como Pádova). Todas terão que fazer o melhor tempo de suas carreiras para juntar-se a Adriana Aparecida da Silva, que conquistou o índice na Maratona de Tóquio (com 2h29min17).

    Marily, que representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim – 2008, terá que baixar seu tempo em mais de cinco minutos (2h35min31). “Se o índice vier agora melhor. Caso contrário, vou seguir trabalhando forte para melhorar”, afirma, ciente da dificuldade.

    Sueli Pereira, atual vice-campeã brasileira de corrida de rua, tem um desafio maior ainda, já que sua melhor marca na modalidade é de 2h39min10. Michele Chagas e Rosângela Faria, do Pinheiros, também tentam o índice.

    Na prova masculina, o Brasil estará representado por Sérgio Celestino. O paulista tenta melhorar o seu recorde pessoal de 2h17min para abaixo de 2h12, tempo que Franck Caldeira fez em Milão no dia 15 de abril, e com um olho no desempenho de Solonei Rocha em Londres.


    Maratona de Pádua reúne brasileiras em busca de vaga olímpica

    Maratona · 20 abr, 2012

    Enquanto todos os olhos do mundo das corridas estarão voltados para a Maratona de Londres no domingo (22/04), quatro brasileiras competem na Itália para tentar a melhor marca de suas vidas. Marily dos Santos, Sueli Pereira, Michele Chagas e Rosângela Faria brigam pelas possíveis duas vagas restantes para a Maratona Olímpica.

    A prova eleita pelas brasileiras para a conquista do índice (abaixo de 2h30min07) foi a Maratona de Santo Antônio de Pádua, na cidade italiana de Pádua (também conhecida como Pádova). Todas terão que fazer o melhor tempo de suas carreiras para juntar-se a Adriana Aparecida da Silva, que conquistou o índice na Maratona de Tóquio (com 2h29min17).

    Marily, que representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim – 2008, terá que baixar seu tempo em mais de cinco minutos (2h35min31). “Se o índice vier agora melhor. Caso contrário, vou seguir trabalhando forte para melhorar”, afirma, ciente da dificuldade.

    Sueli Pereira, atual vice-campeã brasileira de corrida de rua, tem um desafio maior ainda, já que sua melhor marca na modalidade é de 2h39min10. Michele Chagas e Rosângela Faria, do Pinheiros, também tentam o índice.

    Na prova masculina, o Brasil estará representado por Sérgio Celestino. O paulista tenta melhorar o seu recorde pessoal de 2h17min para abaixo de 2h12, tempo que Franck Caldeira fez em Milão no dia 15 de abril, e com um olho no desempenho de Solonei Rocha em Londres.