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Corra da enxaqueca

A enxaqueca é uma doença que atinge grande parte da população. E erroneamente muitas vezes é tratada como uma simples dor de cabeça. Contudo, a enxaqueca é mais complexa e requer tratamento médico específico. De acordo com especialistas, um dos melhores remédios naturais contra a doença é a prática de atividade física, entre elas a corrida.

As mulheres, após a puberdade até a menopausa, são as que mais sofrem com a enxaqueca. Já nos homens, ela se manifesta com freqüência da idade escolar até a puberdade. Os fatores que mais favorecem o aparecimento da doença são as alterações hormonais (principalmente nas mulheres), a pré-disposição genética, consumo de bebidas alcoólicas e o estresse físico ou emocional.

Normalmente as pessoas, que sofrem de dores na cabeça, buscam combater o desconforto com analgésicos, para depois procurarem um médico. “O tratamento preventivo só é recomendado para quem tem mais de duas crises de enxaqueca por mês”, explica a neurologista e especialista em medicina do sono, Saada Ellovicth.

Um dos medicamentos usados no combate à doença é o antidepressivo. “Eles (os antidepressivos) são utilizados porque liberam a endorfina, que melhora as crises da enxaqueca”, diz a doutora. Mas não são só os antidepressivos que podem liberar essa substância. Nosso corpo também produz endorfina. Para isso é necessário que o corpo receba alguns estímulos e a corrida é um deles. Ou seja, podemos dizer que correr é um antidepressivo natural e saudável.

“É evidente a melhora dos pacientes depois de começarem a atividade física”, enfatiza a neurologista, que corre desde a adolescência. “Eu sofro de enxaqueca e a combato de diversas maneiras, entre elas, correndo. Sem dúvida isso fez com que minhas crises melhorassem”, explica.

Além do esporte, também é importante manter uma alimentação saudável e evitar, mesmo num mundo como o de hoje, o estresse. Tudo isso ajudará suas crises de enxaqueca diminuírem ou até cessarem.

Outro conselho da neurologista é evitar tomar remédios, porque eles viciam e podem causar a dor crônica, muito mais difícil de ser tratada. Se tiver que viciar em algo, que seja na corrida. Isso sim faz bem à saúde!

Uma dúvida comum entre as pessoas é se enxaqueca e a dor de cabeça são a mesma coisa. A resposta é não! A enxaqueca é um tipo de dor de cabeça. Aliás, é um dos tipos mais difíceis de ser diagnosticados, porque não tem como ser identificado nos exames. O sucesso do diagnóstico está na conversa com o especialista. Só assim ele poderá chegar até a doença.

Principais sintomas da enxaqueca -

  • Náuseas
  • Vômitos
  • Fotofobia (sensibilidade à claridade)
  • Fonofobia (sensibilidade a sons)
  • Dores na metade da cabeça
  • Dor pulsátil (a sensação de que o coração está dentro da cabeça)
  • Tonturas
  • Muita vontade de comer doces ou perda do apetite
  • Irritabilidade


  • Corra da enxaqueca

    Atletismo · 27 fev, 2007

    A enxaqueca é uma doença que atinge grande parte da população. E erroneamente muitas vezes é tratada como uma simples dor de cabeça. Contudo, a enxaqueca é mais complexa e requer tratamento médico específico. De acordo com especialistas, um dos melhores remédios naturais contra a doença é a prática de atividade física, entre elas a corrida.

    As mulheres, após a puberdade até a menopausa, são as que mais sofrem com a enxaqueca. Já nos homens, ela se manifesta com freqüência da idade escolar até a puberdade. Os fatores que mais favorecem o aparecimento da doença são as alterações hormonais (principalmente nas mulheres), a pré-disposição genética, consumo de bebidas alcoólicas e o estresse físico ou emocional.

    Normalmente as pessoas, que sofrem de dores na cabeça, buscam combater o desconforto com analgésicos, para depois procurarem um médico. “O tratamento preventivo só é recomendado para quem tem mais de duas crises de enxaqueca por mês”, explica a neurologista e especialista em medicina do sono, Saada Ellovicth.

    Um dos medicamentos usados no combate à doença é o antidepressivo. “Eles (os antidepressivos) são utilizados porque liberam a endorfina, que melhora as crises da enxaqueca”, diz a doutora. Mas não são só os antidepressivos que podem liberar essa substância. Nosso corpo também produz endorfina. Para isso é necessário que o corpo receba alguns estímulos e a corrida é um deles. Ou seja, podemos dizer que correr é um antidepressivo natural e saudável.

    “É evidente a melhora dos pacientes depois de começarem a atividade física”, enfatiza a neurologista, que corre desde a adolescência. “Eu sofro de enxaqueca e a combato de diversas maneiras, entre elas, correndo. Sem dúvida isso fez com que minhas crises melhorassem”, explica.

    Além do esporte, também é importante manter uma alimentação saudável e evitar, mesmo num mundo como o de hoje, o estresse. Tudo isso ajudará suas crises de enxaqueca diminuírem ou até cessarem.

    Outro conselho da neurologista é evitar tomar remédios, porque eles viciam e podem causar a dor crônica, muito mais difícil de ser tratada. Se tiver que viciar em algo, que seja na corrida. Isso sim faz bem à saúde!

    Uma dúvida comum entre as pessoas é se enxaqueca e a dor de cabeça são a mesma coisa. A resposta é não! A enxaqueca é um tipo de dor de cabeça. Aliás, é um dos tipos mais difíceis de ser diagnosticados, porque não tem como ser identificado nos exames. O sucesso do diagnóstico está na conversa com o especialista. Só assim ele poderá chegar até a doença.

    Principais sintomas da enxaqueca -

  • Náuseas
  • Vômitos
  • Fotofobia (sensibilidade à claridade)
  • Fonofobia (sensibilidade a sons)
  • Dores na metade da cabeça
  • Dor pulsátil (a sensação de que o coração está dentro da cabeça)
  • Tonturas
  • Muita vontade de comer doces ou perda do apetite
  • Irritabilidade

  • TPM: é tempo para malhar e correr

    A TPM (tensão pré-menstrual) é um fantasma na vida de muitas mulheres. Algumas sofrem mais, outras menos, mas a maioria se sente bastante desconfortável nesse período do mês. Os principais sintomas são o inchaço devido à retenção de líquido, dor de cabeça, irritação, dor nas mamas, alteração no ritmo intestinal, sensibilidade à flor da pele (choram por qualquer coisa) e cólicas. A boa notícia é que correr alivia, e às vezes até elimina, a TPM.

    Esses sintomas são causados pelas alterações hormonais que a mulher sofre no período menstrual. “Hoje em dia, muitas mulheres sofrem de TPM por causa do estresse do mundo em que vivemos”, explica a ginecologista Patrícia Ponte Maganha. “Elas tomam remédio porque acham mais prático. Mas o melhor mesmo é a mudança dos hábitos de vida, como a prática de exercícios físicos e uma alimentação saudável”, diz a doutora que recomenda praticar esportes pelo menos três vezes por semana.

    Mas, se por um lado correr ajuda a combater a TPM, por outro, pode ser difícil encarar os treinos nesses dias por causa do desconforto. “Nessa época do mês a mulher fica mais pesada e, principalmente as atletas de ponta, sentem seu rendimento cair um pouco”, explica a treinadora Luciana Dias Lima.

    “As atletas de elite têm que tomar muito cuidado com esse período já que, se não tiverem bons resultados nas provas, podem até perder o patrocinador”, diz. Nesses casos, é importante adequar as competições ao ciclo menstrual para que essa baixa no rendimento não prejudique tanto.

    Nesse período também é importante a mulher se hidratar bem. Apesar da hidratação ser recomendada sempre, nesses dias a mulher perde muito sangue (cerca de 450ml por dia) e a perda dos glóbulos vermelhos está diretamente ligado ao desempenho, afinal eles são os responsáveis por transportar as moléculas de oxigênio.

    Para as mulheres que se sentem incomodadas em treinar menstruadas, a dica é usar dois absorventes (um interno e um externo) e um short mais justo para manter o absorvente no lugar durante os treinos e provas. No começo, pode ser difícil sair de casa para treinar com cólica, dor de cabeça ou qualquer outro sintoma.

    Porém, aos poucos, com a melhora, o difícil vai ser querer ficar em casa. Portanto, a partir de agora, quando você ouvir a palavra TPM interprete-a como: tempo para malhar, e corra!


    TPM: é tempo para malhar e correr

    Caminhada · 23 fev, 2007

    A TPM (tensão pré-menstrual) é um fantasma na vida de muitas mulheres. Algumas sofrem mais, outras menos, mas a maioria se sente bastante desconfortável nesse período do mês. Os principais sintomas são o inchaço devido à retenção de líquido, dor de cabeça, irritação, dor nas mamas, alteração no ritmo intestinal, sensibilidade à flor da pele (choram por qualquer coisa) e cólicas. A boa notícia é que correr alivia, e às vezes até elimina, a TPM.

    Esses sintomas são causados pelas alterações hormonais que a mulher sofre no período menstrual. “Hoje em dia, muitas mulheres sofrem de TPM por causa do estresse do mundo em que vivemos”, explica a ginecologista Patrícia Ponte Maganha. “Elas tomam remédio porque acham mais prático. Mas o melhor mesmo é a mudança dos hábitos de vida, como a prática de exercícios físicos e uma alimentação saudável”, diz a doutora que recomenda praticar esportes pelo menos três vezes por semana.

    Mas, se por um lado correr ajuda a combater a TPM, por outro, pode ser difícil encarar os treinos nesses dias por causa do desconforto. “Nessa época do mês a mulher fica mais pesada e, principalmente as atletas de ponta, sentem seu rendimento cair um pouco”, explica a treinadora Luciana Dias Lima.

    “As atletas de elite têm que tomar muito cuidado com esse período já que, se não tiverem bons resultados nas provas, podem até perder o patrocinador”, diz. Nesses casos, é importante adequar as competições ao ciclo menstrual para que essa baixa no rendimento não prejudique tanto.

    Nesse período também é importante a mulher se hidratar bem. Apesar da hidratação ser recomendada sempre, nesses dias a mulher perde muito sangue (cerca de 450ml por dia) e a perda dos glóbulos vermelhos está diretamente ligado ao desempenho, afinal eles são os responsáveis por transportar as moléculas de oxigênio.

    Para as mulheres que se sentem incomodadas em treinar menstruadas, a dica é usar dois absorventes (um interno e um externo) e um short mais justo para manter o absorvente no lugar durante os treinos e provas. No começo, pode ser difícil sair de casa para treinar com cólica, dor de cabeça ou qualquer outro sintoma.

    Porém, aos poucos, com a melhora, o difícil vai ser querer ficar em casa. Portanto, a partir de agora, quando você ouvir a palavra TPM interprete-a como: tempo para malhar, e corra!

    Como devo prevenir lesões?

    Quem corre tem grandes chances de desenvolver algumas das lesões mais comuns do esporte, como tendinite patelar, fasciíte plantar e esporão de calcâneo. Para prevenir esse tipo de incômodo, que pode afastar o atleta dos treinos por um longo período, são necessários alguns cuidados básicos.

    “Uma das causas mais comuns das lesões na corrida é o excesso de treino”, explica o fisioterapeuta David Homsi. Ele ainda alerta para o over training (excesso de treino sem ganho de condicionamento físico ou melhora da performance) e o over use (utilização exagerada de certa estrutura ou articulação do corpo), que podem causar lesões mais graves do que as que já são mais comuns no esporte.

    Outro fator importante na prevenção de lesões é o uso de um tênis adequado ao seu tipo de pisada. “Os diferentes tipos de pisada dos atletas devem ser respeitados e deve-se dar um descanso ao tênis entre 24 e 48 horas pós-treino”, revela Homsi. Respeitar a vida útil de um tênis, que é de cerca de 500 milhas (804,670 km), também é importante.

    Todos esses cuidados somados, por exemplo, à natação só trarão benefícios ao atleta. “Tenho tido uma redução bastante significativa nas lesões em atletas de corrida que acompanho”, diz o fisioterapeuta. “Os únicos cuidados que o atleta tem que tomar é não causar o over training, sempre seguir um protocolo de treinamento, passar por exames físicos regularmente e qualquer alteração que ocorra procurar um profissional especializado em Medicina Esportiva”, completa.

    Para evitar lesões durante os treinos, Homsi indica seguir a seguinte tabela (com base em um treino de duas horas diárias):

  • 5% de alongamento
  • 10% de aquecimento
  • 70% de treino propriamente dito
  • 10% de desaquecimento
  • 5% de alongamento

  • Tendinite patelar: também é conhecida como joelho de corredor. É uma inflamação no tendão patelar que, na maioria das vezes, ocorre no pólo inferior da patela. Suas causas são: fraqueza da musculatura quadricipital, excesso de treinamento, aclives e declives na corrida, treinos em superfícies irregulares.

  • Fasciíte plantar: inflamação na fáscia (região da planta do pé). Se dá devido ao encurtamento da musculatura sural, aumento de treinos, dentre outros.

  • Esporão calcâneo: crescimento ósseo que se dá no calcâneo (calcanhar).


  • Como devo prevenir lesões?

    Atletismo · 21 fev, 2007

    Quem corre tem grandes chances de desenvolver algumas das lesões mais comuns do esporte, como tendinite patelar, fasciíte plantar e esporão de calcâneo. Para prevenir esse tipo de incômodo, que pode afastar o atleta dos treinos por um longo período, são necessários alguns cuidados básicos.

    “Uma das causas mais comuns das lesões na corrida é o excesso de treino”, explica o fisioterapeuta David Homsi. Ele ainda alerta para o over training (excesso de treino sem ganho de condicionamento físico ou melhora da performance) e o over use (utilização exagerada de certa estrutura ou articulação do corpo), que podem causar lesões mais graves do que as que já são mais comuns no esporte.

    Outro fator importante na prevenção de lesões é o uso de um tênis adequado ao seu tipo de pisada. “Os diferentes tipos de pisada dos atletas devem ser respeitados e deve-se dar um descanso ao tênis entre 24 e 48 horas pós-treino”, revela Homsi. Respeitar a vida útil de um tênis, que é de cerca de 500 milhas (804,670 km), também é importante.

    Todos esses cuidados somados, por exemplo, à natação só trarão benefícios ao atleta. “Tenho tido uma redução bastante significativa nas lesões em atletas de corrida que acompanho”, diz o fisioterapeuta. “Os únicos cuidados que o atleta tem que tomar é não causar o over training, sempre seguir um protocolo de treinamento, passar por exames físicos regularmente e qualquer alteração que ocorra procurar um profissional especializado em Medicina Esportiva”, completa.

    Para evitar lesões durante os treinos, Homsi indica seguir a seguinte tabela (com base em um treino de duas horas diárias):

  • 5% de alongamento
  • 10% de aquecimento
  • 70% de treino propriamente dito
  • 10% de desaquecimento
  • 5% de alongamento

  • Tendinite patelar: também é conhecida como joelho de corredor. É uma inflamação no tendão patelar que, na maioria das vezes, ocorre no pólo inferior da patela. Suas causas são: fraqueza da musculatura quadricipital, excesso de treinamento, aclives e declives na corrida, treinos em superfícies irregulares.

  • Fasciíte plantar: inflamação na fáscia (região da planta do pé). Se dá devido ao encurtamento da musculatura sural, aumento de treinos, dentre outros.

  • Esporão calcâneo: crescimento ósseo que se dá no calcâneo (calcanhar).

  • Corra maratona com saúde

    Algumas publicações geraram polêmica sobre alguns riscos da maratona. A revista Circulation, por exemplo, especializada em cardiologia, cujo estudo feito por especialistas do Hospital Geral de Massachussettes (EUA), constatou o aumento nos níveis de troponina em 40% dos atletas pesquisados após a maratona de Boston. A troponina é uma proteína indicadora de dano às células cardíacas.

    É sabido que, diferente das provas de até 21km, onde a recuperação é relativamente rápida, após uma maratona normalmente ocorre um prejuízo das células musculares, devido ao longo tempo de atividade repetitiva (contrações e descontrações), que são submetidos os músculos e ao impacto de milhares de passadas. Mas com um bom programa de recuperação, que inclui repouso, alimentação e retorno gradativo, tudo volta ao normal após duas ou três semanas, estando o corredor apto para reiniciar seu programa de treinos, podendo considerar a possibilidade em uma outra prova longa dali a quatro ou cinco meses.

    O aumento da troponina e seus danos cardiológicos, segundo um dos mais conceituados cardiologistas de esportes do Brasil, Dr. Nabil Ghorayeb, tem o significado incerto, por não significar obrigatoriamente uma lesão cardíaca irreversível. Além disso, atualmente, não há maior quantidade de doenças cardíacas em maratonistas do que na população em geral. Pelo contrário, os maratonistas têm menos risco de infarto do que os sedentários.

    Também foi alertado pelo artigo da revista que seis pessoas morreram de infarto nos Estados Unidos em maratonas, que ocorreram no ano de 2006. Mas, convém citar que, estatisticamente, nos Estados Unidos acontece maratonas em quase todos os 52 finais de semana. No ano passado completaram a prova cerca de 382 mil corredores, contra seis ou sete maratonas anuais no Brasil que tiveram cerca de oito mil concluintes.

    As americanos são na maioria pessoas obesas e de péssimos hábitos alimentares, que terminam maratonas com tempos altos, provavelmente resultado destes fatores, somando-se ao despreparo físico ou treinamento por conta própria.

    É natural que, após anos de treino com participações em várias provas de 10km, 15km e meia maratona, o corredor desperte seu interesse pela nobre prova de 42.195 metros.

    Trabalhando há 12 anos com a modalidade, me deparo com diversos casos de corredores que foram evoluindo nas distâncias até chegar na maratona. Foram muitas histórias, muitas horas estudos e planejamento, muitos treinos acompanhados lado a lado e muitos quilômetros percorridos pelos alunos. Tudo isso com a finalidade de preparar adequadamente o corredor, isto é, sem o comprometimento de sua saúde; muito pelo contrário, provocando muitas mudanças positivas em seu cotidiano e, conseqüentemente, melhorando a sua qualidade de vida.

    Trabalhar com maratonistas amadores é uma de nossas grandes paixões, pois é sempre algo muito gratificante e inesquecível, poder servir de ponte entre o ser humano e seu grande sonho. Como diz uma bem sucedida campanha publicitária: “há coisas que o dinheiro não compra”.

    Entretanto, para tornar este treinamento algo seguro e saudável, é necessário que o acompanhamento sempre seja feito o mais próximo possível por um profissional de Educação Física especializado na modalidade, sem se esquecer de um bom acompanhamento médico, antes, durante e depois dos treinamentos e da prova, e que diversos cuidados sejam tomados.

    É preciso que sejam respeitados os intervalos corretos entre cada tipo de treino e prova, que sejam dosadas as distâncias, e que haja um planejamento muito minucioso sempre sujeito às respostas do corpo do corredor.

    Outra coisa fundamental a ser considerada, é que nos esportes de longa distância, o organismo só consegue atingir dois ápices no condicionamento físico durante o ano (Weineck 2003), e que este ápice normalmente tem a duração de 15 a 45 dias (Dantas 1995), caindo a forma física após este período, sendo indispensável umas belas férias. É impossível estar 100% o tempo todo, o ideal é fazer no máximo duas maratonas por ano, dando um bom intervalo entre a recuperação, o reinicio dos treinos e a próxima prova.

    Recentemente foi publicada uma outra matéria sobre maratona, desta vez em uma revista de corrida brasileira, onde o autor, que não é profissional da saúde, baseado em uma experiência pessoal, recomenda seus leitores a participar de duas maratonas, com intervalo de apenas uma semana. Segundo ele, isso vai contra os livros, revistas, sites e o que recomendam treinadores, fisiologistas e corredores experientes, citados por ele como “entendidos no assunto”, mas que são variáveis que mudam de pessoa para pessoa.

    O autor baseou-se também, no fato do “super atleta” etíope Haile Gebreselassie, ter corrido três maratonas em 2006, sendo que da segunda para a terceira, teve um intervalo de 10 semanas. Ora, em primeiro lugar é necessário lembrar que o Haile, um dos melhores atletas de provas de fundo de todos os tempos, possui mais de 20 anos integralmente dedicados ao atletismo. Segundo a fisiologia do exercício, quanto mais treinado for o atleta, melhor e mais rápido é seu tempo de recuperação, mas isso não quer dizer que o fato dele ter corrido 2 maratonas com intervalo de 10 semanas entre elas, sirva de argumento par que nós, mortais, possamos fazer duas maratonas com intervalo de apenas 1 semana, sem colocar nossa saúde em risco.

    Temos poucos maratonistas no país, se não tomarmos cuidado com este tipo de informação distorcida então...

    Finalizando, gostaria de reforçar que se deve ficar muito crítico a inúmeras publicações a que somos submetidos pelos meios de comunicação. Deve-se alertar para os riscos e benefícios no treinamento para a maratona. Ingressar na distância por modismo, sem ter um bom lastro de provas mais curtas e não dar a devida importância ao tempo de recuperação entre uma prova e a outra, pode colocar em risco o seu maior patrimônio: sua saúde!

    Bibliografia

    - Weineck, J; Biologia do Esporte; Manole; 1991
    - Weineck, J; Treinamento Ideal; Manole; 2003
    - Dantas, Estélio H.M; A prática da Preparação Física; Shape; 1995
    - Zakharov, Andrei; Ciência do Treinamento Desportivo; Palestra Sport 1992
    - Moreira B. Sergio; Equacionando o Treinamento - A matemática das provas longas; Shape; 1996


    Corra maratona com saúde

    Maratona · 20 fev, 2007

    Algumas publicações geraram polêmica sobre alguns riscos da maratona. A revista Circulation, por exemplo, especializada em cardiologia, cujo estudo feito por especialistas do Hospital Geral de Massachussettes (EUA), constatou o aumento nos níveis de troponina em 40% dos atletas pesquisados após a maratona de Boston. A troponina é uma proteína indicadora de dano às células cardíacas.

    É sabido que, diferente das provas de até 21km, onde a recuperação é relativamente rápida, após uma maratona normalmente ocorre um prejuízo das células musculares, devido ao longo tempo de atividade repetitiva (contrações e descontrações), que são submetidos os músculos e ao impacto de milhares de passadas. Mas com um bom programa de recuperação, que inclui repouso, alimentação e retorno gradativo, tudo volta ao normal após duas ou três semanas, estando o corredor apto para reiniciar seu programa de treinos, podendo considerar a possibilidade em uma outra prova longa dali a quatro ou cinco meses.

    O aumento da troponina e seus danos cardiológicos, segundo um dos mais conceituados cardiologistas de esportes do Brasil, Dr. Nabil Ghorayeb, tem o significado incerto, por não significar obrigatoriamente uma lesão cardíaca irreversível. Além disso, atualmente, não há maior quantidade de doenças cardíacas em maratonistas do que na população em geral. Pelo contrário, os maratonistas têm menos risco de infarto do que os sedentários.

    Também foi alertado pelo artigo da revista que seis pessoas morreram de infarto nos Estados Unidos em maratonas, que ocorreram no ano de 2006. Mas, convém citar que, estatisticamente, nos Estados Unidos acontece maratonas em quase todos os 52 finais de semana. No ano passado completaram a prova cerca de 382 mil corredores, contra seis ou sete maratonas anuais no Brasil que tiveram cerca de oito mil concluintes.

    As americanos são na maioria pessoas obesas e de péssimos hábitos alimentares, que terminam maratonas com tempos altos, provavelmente resultado destes fatores, somando-se ao despreparo físico ou treinamento por conta própria.

    É natural que, após anos de treino com participações em várias provas de 10km, 15km e meia maratona, o corredor desperte seu interesse pela nobre prova de 42.195 metros.

    Trabalhando há 12 anos com a modalidade, me deparo com diversos casos de corredores que foram evoluindo nas distâncias até chegar na maratona. Foram muitas histórias, muitas horas estudos e planejamento, muitos treinos acompanhados lado a lado e muitos quilômetros percorridos pelos alunos. Tudo isso com a finalidade de preparar adequadamente o corredor, isto é, sem o comprometimento de sua saúde; muito pelo contrário, provocando muitas mudanças positivas em seu cotidiano e, conseqüentemente, melhorando a sua qualidade de vida.

    Trabalhar com maratonistas amadores é uma de nossas grandes paixões, pois é sempre algo muito gratificante e inesquecível, poder servir de ponte entre o ser humano e seu grande sonho. Como diz uma bem sucedida campanha publicitária: “há coisas que o dinheiro não compra”.

    Entretanto, para tornar este treinamento algo seguro e saudável, é necessário que o acompanhamento sempre seja feito o mais próximo possível por um profissional de Educação Física especializado na modalidade, sem se esquecer de um bom acompanhamento médico, antes, durante e depois dos treinamentos e da prova, e que diversos cuidados sejam tomados.

    É preciso que sejam respeitados os intervalos corretos entre cada tipo de treino e prova, que sejam dosadas as distâncias, e que haja um planejamento muito minucioso sempre sujeito às respostas do corpo do corredor.

    Outra coisa fundamental a ser considerada, é que nos esportes de longa distância, o organismo só consegue atingir dois ápices no condicionamento físico durante o ano (Weineck 2003), e que este ápice normalmente tem a duração de 15 a 45 dias (Dantas 1995), caindo a forma física após este período, sendo indispensável umas belas férias. É impossível estar 100% o tempo todo, o ideal é fazer no máximo duas maratonas por ano, dando um bom intervalo entre a recuperação, o reinicio dos treinos e a próxima prova.

    Recentemente foi publicada uma outra matéria sobre maratona, desta vez em uma revista de corrida brasileira, onde o autor, que não é profissional da saúde, baseado em uma experiência pessoal, recomenda seus leitores a participar de duas maratonas, com intervalo de apenas uma semana. Segundo ele, isso vai contra os livros, revistas, sites e o que recomendam treinadores, fisiologistas e corredores experientes, citados por ele como “entendidos no assunto”, mas que são variáveis que mudam de pessoa para pessoa.

    O autor baseou-se também, no fato do “super atleta” etíope Haile Gebreselassie, ter corrido três maratonas em 2006, sendo que da segunda para a terceira, teve um intervalo de 10 semanas. Ora, em primeiro lugar é necessário lembrar que o Haile, um dos melhores atletas de provas de fundo de todos os tempos, possui mais de 20 anos integralmente dedicados ao atletismo. Segundo a fisiologia do exercício, quanto mais treinado for o atleta, melhor e mais rápido é seu tempo de recuperação, mas isso não quer dizer que o fato dele ter corrido 2 maratonas com intervalo de 10 semanas entre elas, sirva de argumento par que nós, mortais, possamos fazer duas maratonas com intervalo de apenas 1 semana, sem colocar nossa saúde em risco.

    Temos poucos maratonistas no país, se não tomarmos cuidado com este tipo de informação distorcida então...

    Finalizando, gostaria de reforçar que se deve ficar muito crítico a inúmeras publicações a que somos submetidos pelos meios de comunicação. Deve-se alertar para os riscos e benefícios no treinamento para a maratona. Ingressar na distância por modismo, sem ter um bom lastro de provas mais curtas e não dar a devida importância ao tempo de recuperação entre uma prova e a outra, pode colocar em risco o seu maior patrimônio: sua saúde!

    Bibliografia

    - Weineck, J; Biologia do Esporte; Manole; 1991
    - Weineck, J; Treinamento Ideal; Manole; 2003
    - Dantas, Estélio H.M; A prática da Preparação Física; Shape; 1995
    - Zakharov, Andrei; Ciência do Treinamento Desportivo; Palestra Sport 1992
    - Moreira B. Sergio; Equacionando o Treinamento - A matemática das provas longas; Shape; 1996

    Nutrição deve estar aliada à corrida

    Uma alimentação saudável é um dos principais fatores para um bom desempenho atlético. Uma dieta balanceada aumenta a performance nas atividades físicas e ainda ajuda a reduzir o cansaço pós-treino ou prova. Para falar um pouco mais sobre esse assunto, conversamos com a nutricionista especialista em nutrição esportiva e graduada pela Universidade Federal de Goiás, Patrícia Bertolucci. Confira!

    Webrun - Quais os benefícios que uma alimentação balanceada traz para os atletas?
    Patrícia Bertolucci - A nutrição bem equilibrada reduz a fadiga e conseqüentemente ajuda na performance do atleta. Além de melhorar a recuperação pós-treino. O cansaço persistente após uma sessão de treinamento é sinal de que o esportista não esta se alimentando corretamente.

    Webrun - E como deve ser a dieta de quem corre?
    Patrícia Bertolucci - Deve ser balanceada em todas as refeições, ou seja, devem ser ingeridos alimentos dos diferentes grupos alimentares como carboidratos (pães, cereais integrais, arroz, massa, etc); proteínas (ovos, carnes, peixe, leite e derivados); vitaminas e sais minerais (hortaliças e frutas). É ideal que seja realizada uma média de cinco refeições por dia para a manutenção constante de nutrientes na corrente sanguínea e estímulo do metabolismo energético.

    WR - Quais os alimentos indicados para serem consumidos antes dos treinos e competições?
    PB - Nesse momento, as refeições devem conter alimentos de fácil digestão e que levem em conta as preferências e hábitos dos atletas. Se a refeição anterior for o almoço, ela deve ser feita 3 a 4 horas antes do exercício e deve ser constituída de carboidratos complexos (arroz, batata e massas) e proteínas magras (carne vermelha magra, frango, peixe ou peito de peru).

    No caso do café da manhã ou lanches intermediários, eles podem ser feitos de 30 minutos a 1h30 antes do treino e também se deve priorizar o consumo de carboidratos (pães, frutas e cereais) e proteínas magras (peito de peru e laticínios magros).

    WR - Isso se aplica também para provas de grandes distâncias ou de um grau de dificuldade maior?
    PB - Não. No caso de exercícios de moderada a alta intensidade que durem mais de uma hora, há necessidade da reposição de carboidratos durante o treino ou competição, que pode ser realizada através de bebidas energéticas ou géis de carboidratos. Entretanto, durante qualquer atividade física a hidratação com água mineral é essencial, independente da intensidade do exercício.

    WR - Qual a importância das refeições anteriores aos exercícios?
    PB - As refeições pré-exercício têm o objetivo de evitar a hipoglicemia (queda da taxa de açúcar no sangue) e fornecer energia para o trabalho muscular durante o início da atividade.

    WR - Então quais alimentos devem ser evitados?
    PB - Alimentos gordurosos, preparações muito elaboradas e alimentos com digestão dificultada podem atrapalhar o desempenho do atleta. Antes de competições também é recomendável evitar alimentos e suplementos nunca consumidos antes, além do excesso de fibras para não ter desconfortos gastrointestinais.

    WR - Muitas vezes o atleta pode achar que tem uma alimentação adequada, mas pode de sentir cansado ou infeliz com seu desempenho. O que fazer nesses casos?
    PB - Todo atleta necessita de uma alimentação balanceada, acompanhada por um nutricionista que deverá basear a dieta nas necessidades energéticas individuais e na exigência do exercício, já que a nutrição é um dos principais fatores que pode ajudar no desempenho atlético.

    WR - E no caso de quem quer começar a correr, há algum cuidado especial a ser tomado?
    PB - Quando, além das atividades rotineiras são acrescentadas algumas atividades físicas como a corrida, fica mais evidente a necessidade de se ter uma alimentação mais balanceada e adequada para suprir as necessidades energéticas e proporcionar disposição para se realização destas. Por isso, é muito importante o acompanhamento nutricional individual, principalmente para quem está iniciando alguma atividade física, para que não falte os nutrientes necessários para o bom rendimento e para potencializar outros objetivos do treino, como perda de peso e aumento de massa muscular.


    Nutrição deve estar aliada à corrida

    Atletismo · 19 fev, 2007

    Uma alimentação saudável é um dos principais fatores para um bom desempenho atlético. Uma dieta balanceada aumenta a performance nas atividades físicas e ainda ajuda a reduzir o cansaço pós-treino ou prova. Para falar um pouco mais sobre esse assunto, conversamos com a nutricionista especialista em nutrição esportiva e graduada pela Universidade Federal de Goiás, Patrícia Bertolucci. Confira!

    Webrun - Quais os benefícios que uma alimentação balanceada traz para os atletas?
    Patrícia Bertolucci - A nutrição bem equilibrada reduz a fadiga e conseqüentemente ajuda na performance do atleta. Além de melhorar a recuperação pós-treino. O cansaço persistente após uma sessão de treinamento é sinal de que o esportista não esta se alimentando corretamente.

    Webrun - E como deve ser a dieta de quem corre?
    Patrícia Bertolucci - Deve ser balanceada em todas as refeições, ou seja, devem ser ingeridos alimentos dos diferentes grupos alimentares como carboidratos (pães, cereais integrais, arroz, massa, etc); proteínas (ovos, carnes, peixe, leite e derivados); vitaminas e sais minerais (hortaliças e frutas). É ideal que seja realizada uma média de cinco refeições por dia para a manutenção constante de nutrientes na corrente sanguínea e estímulo do metabolismo energético.

    WR - Quais os alimentos indicados para serem consumidos antes dos treinos e competições?
    PB - Nesse momento, as refeições devem conter alimentos de fácil digestão e que levem em conta as preferências e hábitos dos atletas. Se a refeição anterior for o almoço, ela deve ser feita 3 a 4 horas antes do exercício e deve ser constituída de carboidratos complexos (arroz, batata e massas) e proteínas magras (carne vermelha magra, frango, peixe ou peito de peru).

    No caso do café da manhã ou lanches intermediários, eles podem ser feitos de 30 minutos a 1h30 antes do treino e também se deve priorizar o consumo de carboidratos (pães, frutas e cereais) e proteínas magras (peito de peru e laticínios magros).

    WR - Isso se aplica também para provas de grandes distâncias ou de um grau de dificuldade maior?
    PB - Não. No caso de exercícios de moderada a alta intensidade que durem mais de uma hora, há necessidade da reposição de carboidratos durante o treino ou competição, que pode ser realizada através de bebidas energéticas ou géis de carboidratos. Entretanto, durante qualquer atividade física a hidratação com água mineral é essencial, independente da intensidade do exercício.

    WR - Qual a importância das refeições anteriores aos exercícios?
    PB - As refeições pré-exercício têm o objetivo de evitar a hipoglicemia (queda da taxa de açúcar no sangue) e fornecer energia para o trabalho muscular durante o início da atividade.

    WR - Então quais alimentos devem ser evitados?
    PB - Alimentos gordurosos, preparações muito elaboradas e alimentos com digestão dificultada podem atrapalhar o desempenho do atleta. Antes de competições também é recomendável evitar alimentos e suplementos nunca consumidos antes, além do excesso de fibras para não ter desconfortos gastrointestinais.

    WR - Muitas vezes o atleta pode achar que tem uma alimentação adequada, mas pode de sentir cansado ou infeliz com seu desempenho. O que fazer nesses casos?
    PB - Todo atleta necessita de uma alimentação balanceada, acompanhada por um nutricionista que deverá basear a dieta nas necessidades energéticas individuais e na exigência do exercício, já que a nutrição é um dos principais fatores que pode ajudar no desempenho atlético.

    WR - E no caso de quem quer começar a correr, há algum cuidado especial a ser tomado?
    PB - Quando, além das atividades rotineiras são acrescentadas algumas atividades físicas como a corrida, fica mais evidente a necessidade de se ter uma alimentação mais balanceada e adequada para suprir as necessidades energéticas e proporcionar disposição para se realização destas. Por isso, é muito importante o acompanhamento nutricional individual, principalmente para quem está iniciando alguma atividade física, para que não falte os nutrientes necessários para o bom rendimento e para potencializar outros objetivos do treino, como perda de peso e aumento de massa muscular.

    Como treinar com qualidade no verão?

    Verão é sinônimo de sol e muito calor. E, segundo os ambientalistas, a cada ano que passa o calor aumenta devido ao aquecimento global. Por isso, o cuidado na hora de treinar deve ser redobrado.

    Para que o rendimento do atleta não caia muito, o treinador Caio Augusto Siqueira indica que os treinos sejam feitos em horários onde o calor não é tão forte. “A manhã e o início da noite são os melhores horários para se treinar nessa época, já que o calor não é tão intenso. Além disso, prefira lugares arborizados, que são mais frescos. Avenidas costumam ser mais quentes devido à liberação do gás carbônico pelos carros”. Também prefira roupas leves, que não retém tanto o calor e o suor.

    Hidratação - Outro fator importantíssimo nessa época é a hidratação. O corpo perde água e sais minerais durante a prática do esporte, e com o calor, isso aumenta. “Durante o treino beba líquidos a cada 20 minutos de atividade. Os isotônicos são bons porque, além de repor a água, repõem os sais e o carboidrato, que é a primeira fonte de energia que o corpo perde nas práticas esportivas”, explica Caio.

    Mas uma boa hidratação é aquela feita antes e depois do treino também. “Consuma frutas ricas em água, como melancia, melão, maçã ou sucos naturais, tanto antes como depois das atividades”, completa. A maçã é muito recomendada, pois, além de repor a água e a glicose perdida, é absorvida rapidamente pelo corpo.

    Porém o excesso de hidratação faz mal. Ingerir grande quantidade de isotônico, por exemplo, além de deixar o atleta mais pesado, o que conseqüentemente fará o rendimento do mesmo cair, também pode dar pedra nos rins devido a grande quantidade de sódio.

    Proteção - O protetor solar também não deve ser esquecido. Mesmo quando o sol não está forte ou quando ele não aparece, não deve dispensar o uso de protetores, já que o mormaço contém grande parte dos raios ultra-violetas. “Além de proteger dos raios ultra-violetas, o protetor ajuda a manter a pele hidratada. Use, de preferência, um em gel e livre de óleo, assim previne a acne também”, explica Caio.

    Em dias muito quentes, diminua a intensidade e o tempo do aquecimento e aumente o tempo de alongamentos. E não se esqueça: alongar antes e depois dos treinos ou competições evita lesões.


    Como treinar com qualidade no verão?

    Atletismo · 16 fev, 2007

    Verão é sinônimo de sol e muito calor. E, segundo os ambientalistas, a cada ano que passa o calor aumenta devido ao aquecimento global. Por isso, o cuidado na hora de treinar deve ser redobrado.

    Para que o rendimento do atleta não caia muito, o treinador Caio Augusto Siqueira indica que os treinos sejam feitos em horários onde o calor não é tão forte. “A manhã e o início da noite são os melhores horários para se treinar nessa época, já que o calor não é tão intenso. Além disso, prefira lugares arborizados, que são mais frescos. Avenidas costumam ser mais quentes devido à liberação do gás carbônico pelos carros”. Também prefira roupas leves, que não retém tanto o calor e o suor.

    Hidratação - Outro fator importantíssimo nessa época é a hidratação. O corpo perde água e sais minerais durante a prática do esporte, e com o calor, isso aumenta. “Durante o treino beba líquidos a cada 20 minutos de atividade. Os isotônicos são bons porque, além de repor a água, repõem os sais e o carboidrato, que é a primeira fonte de energia que o corpo perde nas práticas esportivas”, explica Caio.

    Mas uma boa hidratação é aquela feita antes e depois do treino também. “Consuma frutas ricas em água, como melancia, melão, maçã ou sucos naturais, tanto antes como depois das atividades”, completa. A maçã é muito recomendada, pois, além de repor a água e a glicose perdida, é absorvida rapidamente pelo corpo.

    Porém o excesso de hidratação faz mal. Ingerir grande quantidade de isotônico, por exemplo, além de deixar o atleta mais pesado, o que conseqüentemente fará o rendimento do mesmo cair, também pode dar pedra nos rins devido a grande quantidade de sódio.

    Proteção - O protetor solar também não deve ser esquecido. Mesmo quando o sol não está forte ou quando ele não aparece, não deve dispensar o uso de protetores, já que o mormaço contém grande parte dos raios ultra-violetas. “Além de proteger dos raios ultra-violetas, o protetor ajuda a manter a pele hidratada. Use, de preferência, um em gel e livre de óleo, assim previne a acne também”, explica Caio.

    Em dias muito quentes, diminua a intensidade e o tempo do aquecimento e aumente o tempo de alongamentos. E não se esqueça: alongar antes e depois dos treinos ou competições evita lesões.

    Correr é sinônimo de saúde

    Nos últimos anos a corrida de rua cresce no Brasil. Nunca se falou tanto no assunto como hoje e a quantidade de adeptos aumenta progressivamente, afinal, correr traz inúmeros benefícios para a saúde física e mental, além de ser um esporte que não exige um alto investimento financeiro.

    Um dos principais motivos pelo qual a maioria das pessoas começa a correr é a busca de uma melhor qualidade de vida. “Correr previne diversas doenças, como a hipertensão, o diabete e a depressão”, explica a professora de educação física, treinadora e conselheira da Associação dos Treinadores dos Corredores (ATC), Martha Maria Dallari. Isso só vem a reforçar o que você já deve ter ouvido falar: correr é saúde.

    É claro que todos os esportes, quando praticados de forma correta, só trazem benefícios. Porém, como quem corre não precisa se preocupar com equipe, hora e local definido, a prática fica mais acessível. O mais difícil pode ser começar. Mas depois, como dizem muitos adeptos da modalidade, a corrida se torna um vício.

    Outro ponto interessante da corrida é que os praticantes dessa modalidade têm menos preocupações com resultados em relação à maioria dos esportes. “O atleta amador que completa uma maratona em seis horas estará tão satisfeito quanto o profissional que o fez em menos de duas”, diz Martha. Isso significa que o prazer de correr é muito maior que a busca por resultados.

    Se você é uma daquelas pessoas que tem vontade de correr, mas acha que terá de investir muito para isso, está enganado. Na corrida de rua há a grande vantagem de que antes de qualquer investimento, você pode provar e ver se gosta. Aí sim, começar investir aos poucos na modalidade com a aquisição de equipamentos, inscrições nas provas entre outros.

    A única recomendação obrigatória antes do início da prática do esporte é uma avaliação física. “A avaliação é muito importante para quem quer correr com qualidade e evitar lesões”, recomenda a professora. Mas atenção, a avaliação deve ser feita independente se a pessoa corre ou não com um profissional.

    Veja algumas dicas para os incitantes não fazerem feio durante a corrida:

  • Respeite seu limite. A evolução exige paciência e dedicação;

  • Escolha roupas leves e um tênis com bom amortecimento para evitar lesões;

  • Alongue sempre, de preferência antes e depois dos treinos;

  • Faça uma avaliação médica com profissionais sérios;

  • Beba muita água e coma alimentos leves e saudáveis;

  • Escolha lugares de fácil acesso, perto de casa ou do trabalho, assim não há desculpas para não treinar.


  • Correr é sinônimo de saúde

    Corridas de Rua · 07 fev, 2007

    Nos últimos anos a corrida de rua cresce no Brasil. Nunca se falou tanto no assunto como hoje e a quantidade de adeptos aumenta progressivamente, afinal, correr traz inúmeros benefícios para a saúde física e mental, além de ser um esporte que não exige um alto investimento financeiro.

    Um dos principais motivos pelo qual a maioria das pessoas começa a correr é a busca de uma melhor qualidade de vida. “Correr previne diversas doenças, como a hipertensão, o diabete e a depressão”, explica a professora de educação física, treinadora e conselheira da Associação dos Treinadores dos Corredores (ATC), Martha Maria Dallari. Isso só vem a reforçar o que você já deve ter ouvido falar: correr é saúde.

    É claro que todos os esportes, quando praticados de forma correta, só trazem benefícios. Porém, como quem corre não precisa se preocupar com equipe, hora e local definido, a prática fica mais acessível. O mais difícil pode ser começar. Mas depois, como dizem muitos adeptos da modalidade, a corrida se torna um vício.

    Outro ponto interessante da corrida é que os praticantes dessa modalidade têm menos preocupações com resultados em relação à maioria dos esportes. “O atleta amador que completa uma maratona em seis horas estará tão satisfeito quanto o profissional que o fez em menos de duas”, diz Martha. Isso significa que o prazer de correr é muito maior que a busca por resultados.

    Se você é uma daquelas pessoas que tem vontade de correr, mas acha que terá de investir muito para isso, está enganado. Na corrida de rua há a grande vantagem de que antes de qualquer investimento, você pode provar e ver se gosta. Aí sim, começar investir aos poucos na modalidade com a aquisição de equipamentos, inscrições nas provas entre outros.

    A única recomendação obrigatória antes do início da prática do esporte é uma avaliação física. “A avaliação é muito importante para quem quer correr com qualidade e evitar lesões”, recomenda a professora. Mas atenção, a avaliação deve ser feita independente se a pessoa corre ou não com um profissional.

    Veja algumas dicas para os incitantes não fazerem feio durante a corrida:

  • Respeite seu limite. A evolução exige paciência e dedicação;

  • Escolha roupas leves e um tênis com bom amortecimento para evitar lesões;

  • Alongue sempre, de preferência antes e depois dos treinos;

  • Faça uma avaliação médica com profissionais sérios;

  • Beba muita água e coma alimentos leves e saudáveis;

  • Escolha lugares de fácil acesso, perto de casa ou do trabalho, assim não há desculpas para não treinar.

  • A importância da subida no treino do corredor

    Muitos corredores torcem o nariz para percursos acidentados, principalmente quando os aclives são muito acentuados. Todavia, as pesquisas têm mostrado, que o treino feito com subidas e descidas, promove diversas melhorias para o corredor. E se tratando da subida, o atleta adquire maior força nos membros inferiores e consegue realizar um recrutamento mais intenso e amplo dos grupos musculares que participam na corrida.

    Já as descidas oferecem um ganho em coordenação, pois obrigam o atleta a adotar uma freqüência de passadas mais rápidas. Ao mesmo tempo o atleta precisa balancear a postura para tentar administrar a ação mais acentuada da força da gravidade.

    Um terceiro aspecto muito relevante é o fato de que a grande maioria das provas de corrida de rua apresenta percursos acidentados, com aclives e declives. Portanto, o atleta, ao treinar em subidas, se prepara de forma mais real para as provas que exigirão um condicionamento específico para os aclives e declives.

    Afinal, quantos não reclamam que “se essa prova não tivesse tanta subida, meu tempo teria sido tão melhor?” Quem nunca reclamou ou ouviu este tipo de desabafo? Depende do corredor é preciso fazer com que sua dificuldade se torne facilidade.

    Para que o treino em terreno acidentado se torne benéfico é importante que seja feita uma adaptação ao novo tipo de solicitação mecânica a qual se submeterá o corredor. Desta forma, o atleta deve introduzir o treino em subida, gradativamente, iniciando com subidas suaves, em um treino por semana. Á medida que for sentindo facilidade num determinado percurso, poderá optar por repetir mais vezes as subidas e descidas do mesmo ou então partir para percursos mais íngremes.

    De qualquer modo, o esforço das subidas se justifica e se traduzirá em tempos mais rápidos nas provas.


    A importância da subida no treino do corredor

    Atletismo · 02 fev, 2007

    Muitos corredores torcem o nariz para percursos acidentados, principalmente quando os aclives são muito acentuados. Todavia, as pesquisas têm mostrado, que o treino feito com subidas e descidas, promove diversas melhorias para o corredor. E se tratando da subida, o atleta adquire maior força nos membros inferiores e consegue realizar um recrutamento mais intenso e amplo dos grupos musculares que participam na corrida.

    Já as descidas oferecem um ganho em coordenação, pois obrigam o atleta a adotar uma freqüência de passadas mais rápidas. Ao mesmo tempo o atleta precisa balancear a postura para tentar administrar a ação mais acentuada da força da gravidade.

    Um terceiro aspecto muito relevante é o fato de que a grande maioria das provas de corrida de rua apresenta percursos acidentados, com aclives e declives. Portanto, o atleta, ao treinar em subidas, se prepara de forma mais real para as provas que exigirão um condicionamento específico para os aclives e declives.

    Afinal, quantos não reclamam que “se essa prova não tivesse tanta subida, meu tempo teria sido tão melhor?” Quem nunca reclamou ou ouviu este tipo de desabafo? Depende do corredor é preciso fazer com que sua dificuldade se torne facilidade.

    Para que o treino em terreno acidentado se torne benéfico é importante que seja feita uma adaptação ao novo tipo de solicitação mecânica a qual se submeterá o corredor. Desta forma, o atleta deve introduzir o treino em subida, gradativamente, iniciando com subidas suaves, em um treino por semana. Á medida que for sentindo facilidade num determinado percurso, poderá optar por repetir mais vezes as subidas e descidas do mesmo ou então partir para percursos mais íngremes.

    De qualquer modo, o esforço das subidas se justifica e se traduzirá em tempos mais rápidos nas provas.

    Renove suas força da corrida como a águia

    Mais um novo ano se inicia. Hora de renovarmos nossas esperanças, nossas forças, nosso fôlego, reestruturarmos nossa programação de treinos para novas conquistas. Quando o assunto é renovação ou reestruturação, a história da águia é um dos mais felizes exemplos e uma das mais utilizadas metáforas.

    Águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Ela vive até 70 anos. Mas, para chegar a essa idade, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão aos 40. Nessa idade ela fica com as unhas compridas e flexíveis e conseqüentemente não consegue mais agarrar as presas das quais se alimenta. O bico está alongado e pontiagudo pressionando-lhe o peito. Já as asas estão envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas. Voar já está estupidamente difícil! Então, só lhe restam duas alternativas: morrer ou enfrentar um doloroso processo de renovação que durará 150 dias.

    Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão, onde esteja protegida dos predadores. Após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico na parede até conseguir arrancá-lo. Depois, espera nascer um novo bico, pois com ele arrancará suas unhas gastas. Quando nascem as novas unhas, ela passa a arrancar as velhas penas uma a uma. Após CINCO longos meses de sofrimento, com bico, garras e penas novas, a águia sai para o famoso vôo de renovação e VAI VIVER MAIS 30 ANOS!

    A rotina, tanto mental quanto motora, é um dos maiores inimigos de nosso cérebro. Esta máquina fantástica, de pouco mais de um quilo e que registra milhões de informações por segundo, é ainda obscura e sujeita a hipóteses, mas é sabido que precisa das mais variadas formas de estímulos para ser explorada ao máximo. Nossos preciosos cerca de 212 músculos, por exemplo, compõem um sistema capaz de efetuar uma imensa variedade de movimentos como contrações musculares, que também são controlados e estimulados por este cérebro.

    A vida nas grandes cidades, as facilidades do mundo moderno e a luta contra o tempo para realizarmos tantas atividades, acabam nos tornando escravos desta rotina. É muito comum as pessoas fazerem sempre as mesmas coisas, nos mesmos horários e locais, mas, muitas vezes, sem ser de forma prazerosa e, para piorar ainda mais a situação, sob uma certa dose de obrigação.

    Alguns ficam tão automatizados que fazem questão de percorrer sempre o mesmo caminho, de carro ou a pé, de parar seus carros sempre nos mesmos locais, correr os mesmos percursos, repetir as mesmas séries, os mesmos treinos e as mesmas provas. Após algum tempo, estas pessoas fatalmente acabam enjoando do que estão fazendo e, aquilo que antes era um grande prazer, acaba tornando-se uma coisa aborrecida, além de não produzir ou de produzir bem poucos resultados.

    Diz uma sábia frase, muito conhecida no ramo da administração: “Loucura é fazermos sempre as mesmas coisas e esperarmos por resultados diferentes”.
    Para evoluirmos na vida e não cairmos no marasmo, precisamos sempre lutar contra a “zona de conforto”. Muitas vezes é necessário seguir o exemplo da velha águia, pois se quisermos viver mais e melhor, precisamos trocar nosso bico, nossas penas e nossas asas, mesmo que este processo possa ser muito doloroso.

    Precisamos lutar incessantemente contra a rotina, procurar treinar em locais diferentes, em horários diferentes. Treinar em subidas, descidas, nas trilhas, nas praias. Percorrer novos horizontes, buscar novos desafios, estabelecer novas metas e objetivos. Fugir das já tradicionais provas que acontecem sempre nos mesmos locais e nas mesmas distâncias. Aumentar e variar bem estas distâncias, renovar a velha série de musculação, a planilha de treinos de corrida, enfim, renovar nossos esforços para podermos partir para novas e grandes conquistas. Um grande desafio para o novo ano!


    Renove suas força da corrida como a águia

    Atletismo · 10 jan, 2007

    Mais um novo ano se inicia. Hora de renovarmos nossas esperanças, nossas forças, nosso fôlego, reestruturarmos nossa programação de treinos para novas conquistas. Quando o assunto é renovação ou reestruturação, a história da águia é um dos mais felizes exemplos e uma das mais utilizadas metáforas.

    Águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Ela vive até 70 anos. Mas, para chegar a essa idade, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão aos 40. Nessa idade ela fica com as unhas compridas e flexíveis e conseqüentemente não consegue mais agarrar as presas das quais se alimenta. O bico está alongado e pontiagudo pressionando-lhe o peito. Já as asas estão envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas. Voar já está estupidamente difícil! Então, só lhe restam duas alternativas: morrer ou enfrentar um doloroso processo de renovação que durará 150 dias.

    Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão, onde esteja protegida dos predadores. Após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico na parede até conseguir arrancá-lo. Depois, espera nascer um novo bico, pois com ele arrancará suas unhas gastas. Quando nascem as novas unhas, ela passa a arrancar as velhas penas uma a uma. Após CINCO longos meses de sofrimento, com bico, garras e penas novas, a águia sai para o famoso vôo de renovação e VAI VIVER MAIS 30 ANOS!

    A rotina, tanto mental quanto motora, é um dos maiores inimigos de nosso cérebro. Esta máquina fantástica, de pouco mais de um quilo e que registra milhões de informações por segundo, é ainda obscura e sujeita a hipóteses, mas é sabido que precisa das mais variadas formas de estímulos para ser explorada ao máximo. Nossos preciosos cerca de 212 músculos, por exemplo, compõem um sistema capaz de efetuar uma imensa variedade de movimentos como contrações musculares, que também são controlados e estimulados por este cérebro.

    A vida nas grandes cidades, as facilidades do mundo moderno e a luta contra o tempo para realizarmos tantas atividades, acabam nos tornando escravos desta rotina. É muito comum as pessoas fazerem sempre as mesmas coisas, nos mesmos horários e locais, mas, muitas vezes, sem ser de forma prazerosa e, para piorar ainda mais a situação, sob uma certa dose de obrigação.

    Alguns ficam tão automatizados que fazem questão de percorrer sempre o mesmo caminho, de carro ou a pé, de parar seus carros sempre nos mesmos locais, correr os mesmos percursos, repetir as mesmas séries, os mesmos treinos e as mesmas provas. Após algum tempo, estas pessoas fatalmente acabam enjoando do que estão fazendo e, aquilo que antes era um grande prazer, acaba tornando-se uma coisa aborrecida, além de não produzir ou de produzir bem poucos resultados.

    Diz uma sábia frase, muito conhecida no ramo da administração: “Loucura é fazermos sempre as mesmas coisas e esperarmos por resultados diferentes”.
    Para evoluirmos na vida e não cairmos no marasmo, precisamos sempre lutar contra a “zona de conforto”. Muitas vezes é necessário seguir o exemplo da velha águia, pois se quisermos viver mais e melhor, precisamos trocar nosso bico, nossas penas e nossas asas, mesmo que este processo possa ser muito doloroso.

    Precisamos lutar incessantemente contra a rotina, procurar treinar em locais diferentes, em horários diferentes. Treinar em subidas, descidas, nas trilhas, nas praias. Percorrer novos horizontes, buscar novos desafios, estabelecer novas metas e objetivos. Fugir das já tradicionais provas que acontecem sempre nos mesmos locais e nas mesmas distâncias. Aumentar e variar bem estas distâncias, renovar a velha série de musculação, a planilha de treinos de corrida, enfim, renovar nossos esforços para podermos partir para novas e grandes conquistas. Um grande desafio para o novo ano!

    Confira dicas para a semana da São Silvestre

    O treinador Aulus Selmer, da assessoria esportiva 4any1 passa algumas recomendações para a semana da São Silvestre, na parte de alimentação; vestuário e calçado. Confira.

    Alimentação recomendada - Quarta-feira: 60% carboidrato; 20% gordura; 20% proteína. Quinta-feira: 60% carboidrato; 20% gordura e 20% proteína. Sexta-feira: 65% carboidrato; 10% gordura e 25% proteína. Sábado: 75% carboidrato; 5% gordura e 20% proteína. Domingo: 75% carboidrato; 5% gordura e 20% proteína.

    Refeições com carboidrato são o principal substrato e energia para a prova, portanto, dê preferência para massas, saladas, batata, frutas e nunca esqueça de uma super hidratação nos dias que antecedem a prova.

  • Não ingerir absolutamente nada de álcool nesta semana da prova;

  • No dia da prova tomar um café reforçado com muito pão, geléia e queijo branco;

  • Almoçar no máximo até 1h30 antes da largada, dando prioridade para carboidratos, como massas, batata e pães. Cuidado com os molhos ou acompanhamentos, pois esses não podem ser gordurosos;

  • Caso almoce cedo, é recomendado ingerir algum carboidrato de baixo índice glicêmico (pães integrais, frutas, etc) 1h30 antes da prova;

  • Ingerir um carboidrato em gel, 15 a 20 minutos antes da largada;

  • Beber uma grande quantidade de água durante todos os dias que antecedem a prova e também no dia;

  • Evitar alimentos estranhos que não esteja acostumado a comer;

  • Aumentar a ingestão de vitaminas e antioxidantes;

  • Durante a prova, a cada 5k tomar gel e depois água. Se possível, ingerir isotônico pelo menos duas vezes durante a prova;

  • Antes de sair de casa e antes da prova ir ao banheiro;

  • Usar o tênis que já está acostumado. Não use tênis novo;

  • Atenção para as meias, para não ter problemas com bolhas;

  • No dia da prova não esquecer da vaselina para evitar assaduras;

  • Usar roupas leves e frescas.

    Boa sorte e acredite em você, pois capacidade e treino existem de sobra.


  • Confira dicas para a semana da São Silvestre

    Corridas de Rua · 22 dez, 2006

    O treinador Aulus Selmer, da assessoria esportiva 4any1 passa algumas recomendações para a semana da São Silvestre, na parte de alimentação; vestuário e calçado. Confira.

    Alimentação recomendada - Quarta-feira: 60% carboidrato; 20% gordura; 20% proteína. Quinta-feira: 60% carboidrato; 20% gordura e 20% proteína. Sexta-feira: 65% carboidrato; 10% gordura e 25% proteína. Sábado: 75% carboidrato; 5% gordura e 20% proteína. Domingo: 75% carboidrato; 5% gordura e 20% proteína.

    Refeições com carboidrato são o principal substrato e energia para a prova, portanto, dê preferência para massas, saladas, batata, frutas e nunca esqueça de uma super hidratação nos dias que antecedem a prova.

  • Não ingerir absolutamente nada de álcool nesta semana da prova;

  • No dia da prova tomar um café reforçado com muito pão, geléia e queijo branco;

  • Almoçar no máximo até 1h30 antes da largada, dando prioridade para carboidratos, como massas, batata e pães. Cuidado com os molhos ou acompanhamentos, pois esses não podem ser gordurosos;

  • Caso almoce cedo, é recomendado ingerir algum carboidrato de baixo índice glicêmico (pães integrais, frutas, etc) 1h30 antes da prova;

  • Ingerir um carboidrato em gel, 15 a 20 minutos antes da largada;

  • Beber uma grande quantidade de água durante todos os dias que antecedem a prova e também no dia;

  • Evitar alimentos estranhos que não esteja acostumado a comer;

  • Aumentar a ingestão de vitaminas e antioxidantes;

  • Durante a prova, a cada 5k tomar gel e depois água. Se possível, ingerir isotônico pelo menos duas vezes durante a prova;

  • Antes de sair de casa e antes da prova ir ao banheiro;

  • Usar o tênis que já está acostumado. Não use tênis novo;

  • Atenção para as meias, para não ter problemas com bolhas;

  • No dia da prova não esquecer da vaselina para evitar assaduras;

  • Usar roupas leves e frescas.

    Boa sorte e acredite em você, pois capacidade e treino existem de sobra.