Corridas de Rua · 16 mar, 2010
Para a edição 2010 do Circuito XTerra, os organizadores resolveram criar uma categoria específica para os atletas Portadores de Necessidades Especiais (PNEs), visto que nos últimos anos houve um significativo aumento de competidores desta categoria. Só na abertura deste ano, em São Lourenço (MG) foram 23 participantes nas três modalidades: triathlon, corrida e mountain bike.
Para nós é um grande orgulho ver que em provas complicadas de aventura, portadores de necessidades especiais nos prestigiam participando e mostrando superação, comenta Adriano Seabra, sócio da agência de marketing esportivo X3M, organizadora do XTerra Regional São Lourenço, sobre a inclusão dos PNE por meio do esporte.
Até o final do ano passado, não havia uma categoria específica que recebesse pessoas com qualquer debilidade mental ou física. Mas observando que esse público estava dando um jeito de participar das provas XTerra, repensaram as categorias existentes.
Observamos que alguns atletas participavam das competições na categoria amador, já que não havia uma que os acolhesse. Eles gostavam, competiam, mas não era possível se igualar a competidores em outra condição, neste momento decidimos criar a categoria voltada para eles, esclarece o organizador.
Para Fabiana Politano, professora de Educação Física da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Lourenço (APAE São Lourenço), que trouxe a escola em peso para o night trail run, essa inclusão é fundamental para o portador de necessidade especial. Já temos o costume de participar de atividades que envolvam e incluam os alunos por meio do esporte. Eles adoram, por isso são preparados fisicamente o ano todo para poderem sempre participar, declara Fabiana.
Sucesso de adesão Na primeira edição do XTerra já com a categoria PNE, um atleta participou para a prova de triathlon, 21 se inscreveram para a corrida noturna e um competiu no MTB Cup. Por isso temos tanto orgulho do XTerra, porque é um evento que inclui todos e toda a família, as crianças vêm para o Kids Running, as mães e pais para a corrida ou mountain bike, e vemos que as provas na terra não são um problema para os PNE, porque eles fazem questão de participar, finaliza Adriano, contente com a bem-sucedida inclusão.
Corridas de Rua · 14 mar, 2010
Atualizada em 15/03 às 20h35
São Lourenço - Às 19h em ponto, horário em que a corrida noturna em trilha teria início em São Lourenço no último sábado (13/03), era possível ver centenas de pessoas aglomeradas no escuro, com suas lanternas de cabeça acesas, ansiosas pelo início da competição. Dada a largada, a busca por superação era a meta dos mais de 300 competidores, em sua maioria corredores da região que vieram prestigiar a primeira etapa do Xterra Regional.
Nessa disputa, Renato Vinhas, e a finlandesa Sanna Duvebrant, garantiram os melhores tempos, cravando 23min01 e 29min20, respectivamente, num percurso de seis quilômetros. Sou especialista em provas de resistência, com percursos longos, por isso para mim não foi uma prova fácil, por ser rápida e exigir muito de mim, mas gostei de completá-la, já que estou iniciando meus treinos como atleta de triathlon, diz a experiente maratonista Sanna.
Em segundo lugar no feminino ficou Elineia Ferreira de Aquino, com o tempo de 30min37, e em terceiro, Tânia Cristina Vilaça, após 30min52. Na categoria masculina, Filipe da Silva Araújo Marques levou a prata com 23min27 e Flavio Algusto Pessoa Viana, o terceiro melhor tempo, 24min09.
Fôlego de dar inveja - Dentre os participantes, estavam o carioca Gilberto da Silva Nunes, de 61 anos, e o morador de São Lourenço, Manuel Cires Ferreiro, de 76 anos. Os dois completaram a prova muito bem, com fôlego de dar inveja a qualquer jovem de 30 e poucos anos. Já participei de muitas meia maratonas e estou me preparando para a maratona do Rio. Sigo uma planilha de treinos dada por meu treinador, por isso hoje achei a prova fácil, declara Gilberto. Sr. Manolo, como costuma ser chamado, também aprovou o percurso. Gostei muito da prova, eu já conhecia o parque, mas não à noite. Achei ótimo ter participado.
Inclusão através do esporte Joyce Grazziothn Ayres é um dos exemplos de superação da corrida que teve 21 portadores com necessidades especiais inscritos. Com dificuldade para se locomover, Joyce, que completa 25 anos neste domingo (14/03), utiliza um apoio para os braços que a ajuda a andar com independência, e a permitiu percorrer pelo menos um terço da prova. Já fazemos caminhada na escola, temos condicionamento físico, então, quando a professora nos falou sobre a corrida, eu achei legal. Gostei muito de vir, comentou Joyce contente, após participar da prova no seu ritmo.
Corridas de Rua · 17 maio, 2008
Superação de limites será um dos lemas dos 10 km Tribuna FM neste domingo em Santos, prova que este ano chega à 23ª edição e contará com 46 atletas portadores de necessidades especiais, que competirão entre os cadeirantes, deficientes físicos e visuais. A largada da categoria está programada para as 8h30, para abrir a grande festa da competição. Este ano é o recorde de atletas paraolímpicos, principalmente com cadeirantes, frisa Kelly Nunes, responsável pelas inscrições na prova.
Entre os cadeirantes de ponta está Jaciel Paulino, que ano passado venceu importantes provas do calendário nacional, como a Meia do Rio, a Volta da Pampulha e a São Silvestre. Ele venceu a prova santista em 2004, mas lembra os percalços que passou até chegar a este bom resultado, além da evolução durante os anos. Cruzei a linha de chegada em último, usando uma cadeira de basquete. Nos três últimos anos fui terceiro, mas em 2006 foi especial, pois era um ano que estava muito preparado para a prova e o pneu furou antes da largada. Corri a prova toda assim mesmo e valeu como vitória.
Seu companheiro de treinos, Carlos Neves de Souza, o Carlão, defenderá o título e ainda brigará pelo tricampeonato este ano. A meta principal é bater o recorde. Quero baixar o tempo, pois estou treinando para o Brasileiro da distância, em Uberlândia, ressalta o atleta que participa da prova desde 2003. Para mim, os 10 kmTribuna FM é muito especial. Dois meses antes de sua realização a Cidade começa a respirar o clima da disputa, o calçadão fica cheio de gente treinando. As pessoas me encontram na rua e me incentivam para vencer.
Crescimento - Eduardo Leonel, treinador dos atletas, destaca o crescimento do esporte adaptado no Brasil, que sempre passou por muitas dificuldades. É indiscutível. O maior exemplo é que este ano provavelmente os três primeiros devem bater o recorde da prova, que é do Índio (29min21s, em 2005). Outro ponto positivo é que as provas estão se estruturando cada vez mais para receber os cadeirantes.
Entre os exemplos no esporte está Elizário dos Santos, o Motorzinho, ex-ultramaratonista que passou a competir em cadeira de rodas depois de ficar paraplégico durante um assalto. Mas do que vitórias pessoais, eu busco colaborar para o crescimento da nossa categoria. Há 10 anos, nem sonhávamos com esse respeito pelo atleta deficiente. Era muita burocracia e o deficiente não saia de casa. Temos conquistado grandes vitórias, ressalta o competidor que participa desde a primeira edição.
Outros destaques são José Fernando de Oliveira Rodrigues e José Roberto da Silva Júnior, que competem com o auxílio de muletas. Vítima de paralisia infantil, Fernando começou no esporte para perder peso, enquanto Júnior teve a perna direita amputada na altura do joelho, devido a um acidente de moto em 1998.
Apelidado de Fernandinho Superação, Fernando é só animo ao falar da prova. Comecei como caminhante há cinco anos e hoje tento dar exemplo a todos. O objetivo é baixar minha marca de 53 minutos e 28 segundos, ressalta o competidor que também comenta a evolução do esporte. Hoje tem muitos empresários ajudando e estamos conquistando, cada vez mais, espaço e essa prova é um exemplo disso. Cada ano que passa, abrimos mais portas.
Já o também veterano Júnior, que competirá pela quarta vez, ressalta a emoção da disputa, sobretudo na chegada. Aquela multidão toda nos últimos quilômetros aplaudindo, gritando, incentivando é sensacional. Essa prova nos anima muito a continuar lutando. Ele diz ainda que sonhou durante um mês com os gritos do público.
Outro destaque da competição fica por conta dos deficientes visuais, representados pela pernambucana Marleide Maria da Silva, que há três anos perdeu totalmente a visão, vítima de retinose pigmentar, doença degenerativa (ainda sem cura). Ela se tornou a primeira triathleta cega do Brasil. Nunca tinha praticado esporte. Quando era criança achava lindo na televisão e gostava de ver o João do Pulo. Mas na minha cidade não tinha como praticar.
Corridas de Rua · 03 dez, 2007
Dentre as 9.800 pessoas que participaram da Volta da Pampulha, também estiveram presentes os cadeirantes e deficientes físicos. Confira a opinião de alguns desses atletas sobre a competição, sobre a situação da categoria no Brasil e os planos futuros.
Belo Horizonte - Walker de Jesus, terceiro colocado na categoria cadeirantes, comenta que a competição foi muito boa, mas o calor e a falta de preparação dificultaram um pouco na hora de correr. Eu não estava com uma preparação adequada, mas tudo bem, a prova foi muito legal. A pista está lisa, sem buracos e o percurso é muito bonito, ressalta o atleta da equipe do Cruzeiro.
Já o campeão na categoria, Jaciel Paulino, era só alegria com a cadeira de competição nova cedida pela marca esportiva Fila, que o patrocina. Essa foi a segunda vez que participei e baixei o tempo em relação ao ano passado graças à cadeira importada, que é um grande diferencial, ressalta. A hora que eu larguei não estava tão quente, então facilitou bastante. Vim no percurso junto com um amigo meu e no final fizemos uma disputa para ver quem chegava primeiro, completa o paraatleta que também diz que o asfalto estava bom. Tinha uns trechos meio esburacados, mas estava 90% boa.
Quem também esteve presente, mas não competiu devido à problemas com o equipamento, foi Carlos Oliveira, o Carlão, figura carimbada nas principais competições do país. O pneu furou no aquecimento, não deu para largar, mas a categoria foi bem representada hoje, gostei do tempo do pessoal mesmo com o clima quente, comenta. Já sobre a estrutura da competição, ele acha que ainda faltam alguns ajustes. Eu vim para competir e avaliar a organização e, como tudo no Brasil a estrutura para cadeirantes anda a passos lentos. A gente vem ganhando espaços e isso é muito importante.
Na categoria deficientes visuais, a Volta da Pampulha foi agraciada com a presença do atleta Carlos José Bartô, que integrou a delegação brasileira nos Jogos Parapan-americanos do Rio de Janeiro. O atleta competiu com seu técnico e guia Cássio Damião, numa forma de treino forte para as provas de 1.500 e 5.000m, suas especialidades. Foi uma prova muito desgastante, mas deu para fazer um treino legal rumo à olimpíada do ano que vem. Eu já tenho índice e só falta a convocação final, comenta Damião.
Esporte Adaptado · 28 ago, 2007
A Yescom, organizadora da Meia Maratona do Rio de Janeiro, prova que acontece no próximo domingo na Cidade Maravilhosa, firmou parceria com a ADD, Associação Desportiva para Deficientes, com o objetivo de facilitar para os esportistas adaptados o ingresso à prova. Com essa parceria haverá um atendimento mais dinâmico e com mais qualidade para os deficientes.
A ADD irá fiscalizar, controlar e certificar os critérios e graus de deficiência dos participantes, e irá também receber as e a efetivar a inscrição desses atletas nas competições. A entidade será a responsável pela entrega dos kits e fornecerá assistência na largada e na chegada. Todos os deficientes terão isenção na taxa de inscrição e contarão com uma premiação própria.
De acordo com a Yescom, as ações na Meia do Rio serão apenas o começo de um projeto que se encerrará na São Silvestre, no final do ano. As ações da empresa vão de encontro à presença cada vez maior desses atletas nas competições e seguem a linha do que já faz a Corpore (Corredores Paulistas Unidos), que integra os PNEs (Portadores de Necessidades Especiais) às corridas realizadas.
Paulo de Almeida - Um dos atletas que vai testar essa nova estrutura é Paulo de Almeida, corredor amputado que recentemente disputou a Comrades nas montanhas da África. Essa será a sétima participação dele no evento, sendo que de 2002 até o ano passado ele levou o título na categoria.
Correr no Rio de Janeiro é maravilhoso. O percurso é todo plano, com uma paisagem encantadora. A única dificuldade é que aqui em São Paulo a temperatura é mais fria, quando vou competir no Rio, por ter a temperatura mais elevada, o meu desgaste é bem maior, ressalta o paraatleta que é amputado da perna direita e usa uma prótese especial para correr.
Paulo chega a treinar até quatro horas por dia, numa mescla de corrida, natação, musculação, condicionamento físico, além do acompanhamento psicológico e nutricional. Esta Meia Maratona serve também como um preparo para a Maratona de Nova York, que eu vou correr no início de novembro, comenta.
A largada da prova está programada para as 8h25 para os cadeirantes, 8h45 para a elite feminina, 9h15 para a elite masculina e 9h15 para a elite especial C, deficientes visuais, amputados e deficientes andantes membro inferior. Finalmente, às 9h15 larga a categoria geral masculina e feminina. A chegada será no Aterro do Flamengo.
Triathlon · 19 ago, 2007
A quarta etapa do Troféu Brasil de Triatlhon aconteceu nesse domingo na Cidade Universitária (USP). Além dos tradicionais triathletas de elite, também estiveram presentes centenas de amadores e vários paraatletas.
São Paulo - Entre os amadores, logo após de cruzar a linha de chegada Alexandre Silva comenta as dificuldades da prova. Eu sou um atleta que vem da água, mas nunca fui muito forte nessa modalidade, então quando comecei a treinar, a bike era para ser a mais forte.
Ele chegou na segunda colocação da categoria, mas conta que não foi fácil obter esse posto. Hoje foi uma prova muito difícil, com a água muito pesada, mas consegui manter a terceira colocação até o final do pedal e pegar em segundo na corrida.
Na categoria revezamento, a jovem Natália Alonso, competiu junto com duas amigas na parte de natação. A prova foi muito boa, esta é minha terceira participação e aqui em São Paulo, que é bem mais competitivo do que em Santos e mais difícil também, explica a triathleta de 16 anos, dona de um belo sorriso, e que tenta conciliar a paixão pelo esporte com o colégio. Ainda não sei se vou participar das próximas etapas.
Paraateltas - Figura carimbada nas provas de triathlon, o cadeirante Elizario dos Santos, o Motorzinho, sentiu muito frio na largada da prova. A água estava muito gelada, já faz um tempo que eu não nado, o que complica mais ainda, mas foi legal. Já estou acostumado com esse tipo de prova e hoje foi tudo dentro do que eu esperava, ressalta o competidor que durante todo o trajeto foi muito aplaudido pelos companheiros e pelo público presente.
Ainda entre os atletas portadores de necessidades especiais, Danilo de Oliveira comenta que gostou muito da prova, mesmo com o frio no início. Foi legal, difícil, show de bola. Foi complicado, porque em Santos eu treino em uma piscina gelada e quando venho para cá sinto a diferença.
Essa foi a segunda prova de Danilo, que durante a transição protagonizou uma cena curiosa. Andando com dificuldade, seu treinador o incentivava a ir mais rápido e dizia Hoje você pode tudo.
A quarta etapa do Troféu Brasil de Triathlon teve vitória de Carla Moreno entre as mulheres e Paulo Miyashiro entre os homens. A próxima disputa acontece em Santos, no dia 23 de setembro.
Ultra Maratona · 14 maio, 2007
Paulo de Almeida será o único deficiente físico do mundo amputado com prótese que correrá a edição desse ano da Comrades Marathon, no dia 17 de junho. A prova é disputada nas montanhas da África e terá largada da capital da província de Kawazulu, em Pietermaritzburg e chegará até a cidade costeira de Durban, na África do Sul.
Em anos pares a disputa é no sentido do nível do mar para a altitude e em anos ímpares ocorre o inverso. Paulo enfrentará as descidas da região num percurso que soma 90 quilômetros e se diz confiante após os treinos realizados. A prova representa mais de duas maratonas no mesmo dia. É um desafio pra mim, pois não existe uma categoria que separa as pessoas com deficiência das pessoas sem deficiência.
Até hoje nenhum deficiente que participou da prova, chegou ao final e esse é mais um fato que motiva o paraatleta. Pretendo vencer e terminar a maratona em menos de 10 horas. Semana passada ele participou de um treino de 70 quilômetros em São Paulo, com duração de sete horas, temperatura média de 35ºC, chuvas em diversos pontos e avalia o resultado como bom.
Terminei o treino no mesmo tempo que meus colegas sem deficiência. Além de todo meu preparo, isso se deve também à qualidade das próteses que temos atualmente no mercado, comenta. Segundo ele, hoje em dia os deficientes conseguem fazer as mesmas coisas que as pessoas comuns. A tecnologia empregada nos equipamentos que nós utilizamos é de ultima geração, completa.
Ele embarcará no dia 12 de junho, mas antes ainda fará treinos especiais de 60 e 50 quilômetros, além de treinamentos diários que incluem condicionamento físico, auxílio psicológico e nutricional.
Após um acidente de trabalho, Paulo de Almeida teve a perna amputada abaixo do joelho, mas em vez de desanimar, encontrou no esporte um novo estilo de vida. Sob recomendação médica, ele começou a correr e se deparou com uma nova realidade. Em 1999 começou a treinar como atleta da ADD (Associação Desportiva para Deficientes) e já alcançou diversas vitórias.
Ele é campeão em sua categoria das seguintes provas: Maratona de Nova Iorque (2000, 2001, 2002 e 2005); campeão da Maratona de Chicago (2005); bicampeão da Maratona de São Paulo (2000, 2001) e vice campeão do Triathlon Internacional de Santos (2002).
A ADD está buscando empresas patrocinadoras que ajudem a viabilizar a participação dele na Comrades. Os interessados devem entrar em contato com Eliane Miada, diretora de gestão da entidade, pelo telefone (11) 5052 9944.
Além de apoiar Paulo, a instituição sem fins lucrativos promove o desenvolvimento da pessoa com deficiência por meio do esporte, educação e cursos de capacitação. Ela atende hoje em dia 2,8 mil deficientes em diversas modalidades esportivas, além de oferecer cursos para os alunos e seus familiares, com apoio da iniciativa privada.
Atletismo · 09 mar, 2007
A ADD (Associação Desportiva para Deficientes) está promovendo a campanha Me Amarro Nessa Idéia, que tem como objetivo arrecadar fundos para os programas desenvolvidos pela entidade, entre eles a ida de atletas para os jogos Para Pan-americanos desse ano. Serão vendidos cinco mil pares de cadarço de cor laranja e que contém o nome da associação.
"Temos a meta de arrecadar R$ 25.000, que serão aplicados nos programas da ADD", conta Eliane Miada, diretora de Gestão da Associação. Atualmente são atendidos 2,8 mil deficientes em programas educacionais e esportivos, que incluem o atletismo, além de cursos de capacitação para pessoas com deficiência e seus familiares.
Cada par custa R$ 10 e pode ser adquirido na sede da organização, sito à Avenida Jandira, 1111, Planalto Paulista, São Paulo (SP) ou através do site, o www.add.org.br. Para mais informações, o telefone (11) 5052-9944 está à disposição.
Corridas de Rua · 05 maio, 2006
No próximo dia 21 de maio acontece a Maratona de Porto Alegre, que conta com um dos percursos mais rápidos na categoria cadeirantes, pelo fato de ser disputada em trechos quase que totalmente planos, apenas com dois aclives.
O atleta Carlos Roberto Oliveira é o atual recordista da competição, com o tempo de 1h52min53, obtido na edição de 2001.
Os atletas vão competir em meio a uma bela paisagem, que começa no Parque da Harmonia, passa pela orla do Rio Guaíba, Usina do Gasômetro, marco zero da cidade, entre outros locais.
A temperatura nessa época do ano gira em torno dos 10ºC, o vento costuma ser fraco e geralmente não há chuva, o que torna a competição agradável para os corredores.
Porém, nem tudo é perfeito para os cadeirantes, que desembolsaram R$50 para se inscrever, mas não receberão uma compensação à altura ao final. O vencedor, por exemplo, leva para casa R$450, uma quantia pequena, se comparada aos R$6000 destinados ao primeiro colocado da elite.
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026