Triathlon · 14 jul, 2008
Os triathletas brasileiros Reinaldo Colucci e Mariana Ohata participaram no último domingo (13) da nona etapa do Circuito Mundial de Triathlon (World Cup Series) e conquistaram o quinto e o terceiro lugar, respectivamente. A prova foi realizada em Tiszaujvaros, na Hungria e fez parte das preparações da dupla para a Olimpíada de Pequim.
Tiszaujvaros é minha cidade. Essa foi minha segunda prova aqui e meu segundo pódio, comenta a sorridente Ohata, que completou em 2h04min07 os 1,5 quilômetros de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida. A campeã foi a atleta da Grã-Bretanha, Andrea Whitcombe, com 2h02min48, seguida pela australiana Felicity Abram com 2h03min34.
Já Reinaldo fechou com o tempo total de 1h52min29, enquanto o vencedor, Javier Gómez, da Espanha, fez 1h51min32. Este resultado é muito positivo. O Reinaldo fez uma ótima prova, foi muito consciente durante todo o percurso. Este quinto lugar mostra que estamos no caminho certo, ressalta o técnico Antonio Carlos do Amaral, o Cali.
Em fase final de preparação para os Jogos, eles seguem no próximo sábado para a Coréia do Sul, onde farão adaptação ao clima asiático. Enquanto Reinaldo fará sua estréia em Jogos Olímpicos, Ohata seguirá para sua terceira participação na prova intercontinental.
Atletismo · 11 jul, 2008
Na época a prata foi angariada por Vicente Lenilson, Édson Ribeiro, André Silva e Claudinei Quirino. Desse grupo apenas Vicente Lenilson continua em Pequim, mas ele contará com a ajuda de jovens atletas como José Carlos Moreira e Sandro Viana. Hoje a equipe masculina do 4x100m é a quinta no ranking mundial.
Já no 4x100m feminino por enquanto irão para as Olimpíadas Lucimar Moura e Rosângela Santos. No 4x400m feminino a equipe terá presença certa de Maria Laura Almirão. Os demais nomes do revezamento masculino e feminino serão divulgados no dia 20 de julho. De acordo com a Confederação Brasileira de Atletismo, esses nomes serão os melhores do ranking nacional dos 100m e dos 400m.
Maior equipe - Com a confirmação da atleta Rosângela Santos no revezamento 4x100m, o Brasil terá 37 pessoas no atletismo e com isso será o maior time do país nos Jogos de Pequim. E esse número ainda pode aumentar. A busca por índice no atletismo vai até o dia 20 de julho.
Atletismo · 07 jul, 2008
O velocista americano e campeão mundial dos 100m diz que estará pronto para a disputa dos Jogos Olímpicos de Pequim, mesmo após a lesão que o acometeu no último final de semana. Durante a seletiva para os 200m, ele caiu no chão enquanto disputava as quartas de final.
Os exames mostraram uma tensão leve no músculo da coxa, o que deve deixá-lo afastado das pistas por duas a três semanas. A volta triunfante deve acontecer no dia 25 de julho durante o Grand Prix de Londres, onde ele confrontará o jamaicano Asafa Powell nos 100m.
Ainda em Londres, o americano terá que enfrentar o também jamaicano Usain Bolt e o time de velocistas daquele país, que certamente são os grandes favoritos para os eventos de velocidade em Pequim. Gay, que levou o ouro nos 100 e 200 metros do Mundial de Osaka, no Japão, está qualificado para os 100m, mas ficará de fora dos 200m, já que não conseguiu ficar entre os três melhores na seletiva.
Antes de começar a disputa tive um leve desconforto na coxa. Quando cheguei na primeira parte da curva os dois primeiros passos foram tranqüilos, mas depois eu senti uma fisgada, lembra o velocista. Ele diz ainda que depois da queda não sentiu tantas dores.
O técnico de atletismo da equipe americana, Bubba Thornton, diz estar confiante e que o atleta estará pronto para assumir seu posto na briga contra Powell e Bolt, no que promete ser um dos destaques das Olimpíadas. Tenho certeza que ele estará pronto para tomar seu posto no momento que disserem às suas marcas.
Atletismo · 04 jul, 2008
A equipe de atletismo jamaicana, que representa o país nas Olimpíadas de Pequim, foi anunciada nessa última quinta-feira (3). O destaque fica por conta da equipe masculina do revezamento 4x100m.
O time de revezamento contará com o atual recordista dos 100 metros rasos, Usain Bolt (9seg72), o até então recordista dos 100 metros, Asafa Powell (9seg74), além de Michael Frater e Marvin Anderson.
Além dos homens, no feminino Verônica Campbell-Brown, campeã mundial dos 200 metros é uma das favoritas ao pódio da modalidade. Ela venceu os 200 metros dos últimos jogos Olímpicos em Atenas.
Atletismo · 03 jul, 2008
O atleta amputado das duas pernas Oscar Pistorius falhou na tentativa de obter o índice olímpico dos 400 metros. O sul-africano, que conquistou o direito de competir em provas junto com atletas não-deficientes, marcou o tempo de 47seg78, longe dos 45seg55 necessários para obter a vaga.
Estou desapontado comigo mesmo. Tive apenas um mês e meio de treino, mas não esperava que fosse tão ruim assim, lamenta o competidor de 21 anos. Tenho que ser realista, estou perseguindo algo que talvez possa nem ser autenticado, completa.
Pistorius retornou aos treinos seis semanas atrás, após vencer a apelação na Corte Arbitrária do Esporte, que decidiu que suas próteses de fibra de carbono não lhe dão vantagem injusta em relação aos adversários. Ele terá mais duas chances de obter o feito, uma no dia 11 de junho e outra no dia 14, respectivamente na etapa de Roma da Golden League e no Meeting de Lucerna.
Aos 11 meses de idade ele teve as duas pernas amputadas, pois nasceu sem as fíbulas, o que não o impediu de praticar esportes. Inicialmente ele começou a praticar rugby, mas devido à algumas lesões optou pelo atletismo.
Esporte Adaptado · 12 jun, 2008
O Comitê está otimista em relação à conquista de medalhas, que deverá aumentar em relação à última edição da competição. Em 2004 a delegação canarinho terminou na 14ª colocação do ranking de medalhas, melhorando 10 em relação a Sidney.
Para tornar viável a participação do grande número de competidores na delegação nacional, o CPB tem uma parceria com a Caixa Econômica Federal, que esse ano já recebeu R$ 6,3 milhões. Além disso, 2% do total da arrecadação bruta de todas as apostas com as Loterias são repassadas ao Comitê Papraolímpico e ao Comitê Olímpico Nacional por meio da Lei Agnelo-Piva.
Triathlon · 10 jun, 2008
Prontos para encarar o desafio, os dois triathletas ainda treinam na Europa e depois vão para Coréia para fazer um trabalho de aclimatação. O treinamento final de preparação será muito forte, adianta Ohata. Essa será a terceira vez que a brasileira participa de Jogos Olímpicos. Já Colucci faz sua estréia na prova.
Para os dois a falta de companheiros na equipe aconteceu por diferentes objetivos dos atletas atuais no triathlon brasileiro e também por causa da mudança do sistema de classificação. Dessa vez a classificação para as olimpíadas estava mais rígida. Isso com certeza foi um agravante para a equipe estar menor, conta Colucci.
Na ultima Olimpíada, por exemplo, o Brasil foi representado por três mulheres (Mariana Ohata, Carla Moreno e Sandra Soldan) e três homens (Paulo Miyashiro, Juraci Moreira e Leandro Macedo). De acordo com Ohata, o Brasil precisa investir mais no triathlon levando os jovens atletas para competições no exterior. O triathleta brasileiro tem que sair do país para aprimorar, cabe a federação fazer essa parte, diz Ohata.
Mais um atleta na equipe - O brasileiro Juraci Moreira lutou pela vaga olímpica e não conseguiu. Ele ficou em 56º lugar no ranking da Federação Internacional de Triathlon e apenas os 55 primeiros desse ranking foram convocados para as olimpíadas.
Porém, ainda há uma chance dele integrar a equipe. No final de julho a Federação Internacional irá divulgar a lista de desistências e fazer o repasse das vagas. Até lá Juraci Moreira não vai perder as esperanças.
Caso ele realmente fique de fora dos jogos, Juraci diz que não vai desanimar e já pensa na preparação para a Olimpíada de Londres, em 2012. Será uma questão de honra. Essas adversidades só me motivam a continuar, frisa o medalhista de bronze nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro.
As provas de triathlon de Pequim acontecem nos dias 18 de agosto, a masculina e no dia 19 do mesmo mês a feminina.
Maratona · 10 jun, 2008
Campeão da Maratona de Nova York em 2006, além de ser recordista sul-americano dos cinco mil metros e bicampeão da São Silvestre, Marílson fez um trabalho de base totalmente focado nos jogos. Até agora ele já participou de diversas provas de 10 quilômetros e até competições de cross country, tudo visando o objetivo maior: Pequim.
Uma dessas provas foram os 10 mil metros em pista, na Bélgica, onde consegui um resultado expressivo. Ele terminou a competição, que tinha 15 africanos na disputa, em nono lugar. Eu fui o primeiro não africano que terminou a prova. Isso me deixou muito animado, conta.
Mas para as olimpíadas o cenário de competição será um pouco diferente. Com menos africanos na disputa, já que cada país pode levar até três atletas, o grande determinante da prova serão as condições climáticas.O percurso em si é relativamente fácil. O único problema é a poluição, a umidade e o calor de Pequim. Tem gente que vai sentir mais que o outro. Espero que não seja eu.
Adversários - Para o treinador de Marílson, Adauto Domingos, a maratona olímpica não tem um favorito, tanto que nos últimos anos nenhum corredor africano ganhou a prova. As provas olímpicas são diferentes por vários fatores, não tem coelhos, por exemplo.
Já Marílson acredita que o principal atleta da disputa é o queniano Martin Lel. Se no final da prova sobrar na disputa ele e Lel a briga será acirrada. Ele vem chegando muito forte nas competições, pode dar trabalho. Mas lá também vou dar o meu melhor, explica.
Treinamento final - Até o mês de agosto, Marílson ainda tem um longo período de treinos. De acordo com o atleta, ele ainda participa de uma meia maratona. Vamos decidir se vou para a Meia de Bogotá ou uma Meia em Nova York. Prefiro a de Bogotá porque é mais difícil devido a altitude e é um cenário difícil que vou encontrar em Pequim.
Além disso, antes de embarcar para a China, Marílson deve treinar em altitude na cidade de Serra Nevada, na Espanha. Costumo levar o Marílson para Paipa, Colômbia. Mas dessa vez acho que vamos para a Espanha, assim ele já fica mais próximo da China e sofrerá menos com o fuso horário, conta Adauto.
Sobre sua participação nos 10 mil metros de pista, prova que também tem índice, Marílson ainda é dúvida. Só vou saber se ele vai disputar ou não os 10 mil lá. Se ele estiver muito ansioso coloco ele na prova para sentir o clima do estádio olímpico. Mas se ele estiver cansado com algum tipo de dor muscular vou poupar para a maratona, explica Adauto.
Os Jogos Olímpicos de Pequim começam no dia oito de agosto com a cerimônia de abertura no Estádio Nacional. As provas de atletismo vão do dia 15 de agosto ao dia 23 do mesmo mês.
Triathlon · 10 jun, 2008
Há um antigo ditado que diz a esperança é a última que morre e é com base nessa frase que o triathleta brasileiro Juraci Moreira aposta as suas fichas para obter a vaga olímpica. No último domingo (08) ele participou do mundial da modalidade em Vancouver, no Canadá e ficou a 10 pontos da classificação, mas devido a uma convenção da seleção canadense ainda tem a chance de disputar sua terceira Olimpíada.
De acordo com o critério estabelecido pela Confederação daquele país, apesar de terem direito a três vagas, só vão para os jogos os competidores que terminassem entre os nove melhores no mundial. O terceiro atleta não foi tão bem como eles queriam (17º lugar) e, se só forem dois, eu entro na vaga aberta, comenta o esperançoso Juraci.
O anúncio por parte dos canadenses deve vir ainda essa semana, mas o atleta só saberá se vai ou não a Pequim em julho, ocasião em que a Federação Internacional de Triathlon (ITU) fará o anúncio do repasse ou não da vaga ao Brasil. A esperança é essa, mas vamos aguardar.
Colocação - No mundial ele foi o 39º colocado e precisava chegar pelo menos mais oito posições à frente do italiano Emilio DAquino para somar pontos suficientes e se garantir na disputa chinesa, mas ficou a apenas sete. Durante toda a temporada ele teve vários problemas, como uma lesão por estiramento na panturrilha esquerda durante a Copa do Mundo da Austrália, foi para o sacrifício na semana seguinte na Nona Zelândia, não marcando pontos em ambas as provas.
Já na etapa da Espanha ele enfrentou muito frio e teve que abandonar devido a uma hipotermia no trecho de ciclismo. Se estava com trauma de Madrid, no Canadá foi muito pior. A água estava em 11 graus, de congelar, nunca vi nada parecido, mas consegui nadar razoável. O problema foi a bike, pois perdi o grupo no início do ciclismo e isso matou a prova.
Caso ele realmente fique de fora dos jogos, diz que não vai desanimar e já pensa na preparação para a Olimpíada de Londres, em 2012. Será uma questão de honra. Essas adversidades só me motivam a continuar, frisa o medalhista de bronze nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro ano passado, que no segundo semestre deve voltar as atenções para as provas no Brasil. Os outros brasileiros que farão parte da delegação na China são Reinaldo Colucci e Mariana Ohata.
Triathlon · 09 jun, 2008
O brasileiro Juraci Moreira não conseguiu a vaga para as Olimpíadas de Pequim no triathlon. Ele viajou para o Canadá e participou no domingo (8) do mundial da modalidade em Vancouver. Mas como ficou com a 39ª posição, o resultado foi insuficiente para garantir a vaga.
Para pontuar e ficar entre os 55 melhores do ranking internacional, Juraci precisava chegar entre os 30 primeiros. O brasileiro, que no ano passado conquistou o bronze no Pan Rio e já respresentou o país duas vezes em jogos olímpicos, completou a prova em 1h53min16. O primeiro colocado foi o espanhol Javier Gómez e a britânica Helen Tucker. Essa foi a última seletiva para Pequim.
Com o resultado o Brasil só terá dois representantes no triathlon. Os classificados são Reinaldo Colucci e Mariana Ohata. Esse será o menor time olímpico de triathlon da história brasileira.
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