Corridas de Rua · 19 nov, 2010
Nascido em 1930, José Máximo, corredor mais idoso e ativo de Recife, marcou presença na Maratona Internacional Maurício de Nassau na segunda-feira (15/11) e, apesar de cruzar a linha de chegada com aplausos do público que estava no pórtico, não se deu por satisfeito. Estou acostumado a correr percursos de 21 quilômetros, mas infelizmente fiquei gripado e tive que optar por uma prova mais curta desta vez, um trajeto de dez, reclama.
Corredor há 61 anos, Máximo afirma que muitas coisas mudaram nos últimos tempos. Antes as pessoas soltavam muitas gracinhas quando me viam correndo na rua, mas isso mudou. Agora muita gente respeita, sabe o quanto é importante para saúde uma atividade física, comenta o veterano, que diz ter ouvido as mais diversas frases, desde vai para casa dormir coroa, até já morreu e esqueceram de enterrar.
Eu nem ligava, mas um grande amigo, responsável pela minha entrada no mundo da corrida, ficava bastante nervoso com isso, revela o pernambucano, que completou 80 anos no dia 25 de novembro. O hábito de correr começou por incentivo do vizinho e, na época, há muito tempo, ele havia acabado de se mudar de Bezerros, agreste pernambucano, para o Bairro da Imbiribeira, em Recife.
Eu estava servindo à aeronáutica e era recém chegado na cidade quando conheci esse meu colega. Em 1979 acabei até entrando para o clube dos corredores de Recife e aumentei o número de amigos, que hoje parecem fazer parte da minha família, garante José, também pai de um corredor de 47 anos.
Exemplo a ser seguido - Admirado por todos integrantes do grupo, o presidente da equipe Corre Recife, Roosevelt Severo de Almeida, descreve Máximo como alguém companheiro e bastante motivador. Ele é exemplo para os demais, participa de todas as provas que acontecem aqui na região e é muito querido.
Máximo treina de duas a três vezes por semana na pista de cooper da Lagoa do Araça e, quando tem uma disputa marcada, se preparar ainda mais. Eu sou disciplinado, porque quero completar bem a prova. Infelizmente na maratona do último dia 15 não estava cem por cento por causa da gripe, revela. Mas valeu participar, pois foi a primeira grande prova aqui da cidade, extremamente bem organizada.
Agora o experiente atleta se prepara para a Corrida dos Sinos, uma competição que marca o natal. Acho que a corrida une as pessoas, porque estão todos nela com um mesmo objetivo em comum, completar o trajeto. Por isso, enquanto estiver vivo nunca vou parar, reflete o mais antigo corredor de Recife.
Meia Maratona · 16 nov, 2010
Uma das maiores emoções da minha vida foi ver a chegada do Franck Caldeira e da Marily dos Santos. Nunca acompanhei a vitória desses dois grande maratonistas brasileiros, afirma a maranhense Maria dos Rémedios, que participou dos 21 quilômetros da primeira Maratona Internacional Maurício de Nassau na segunda-feira (15/10).
Segundo a atleta, radicada em Santos, a felicidade foi tão grande que foi difícil segurar as lágrimas. Eu acabei chorando e teve gente que até estranhou. Mas como participo das maratonas também, nunca tive tempo para presenciar uma situação como essa, diz a maranhense, que foi a segunda colocada da Meia com o tempo de 1h26. Assim que ela finalizou o trajeto de 21 quilômetros ela foi para o pórtico ver os brasileiros cruzarem a linha de chegada da maratona.
Maria dos Remédios também revela que esteve presente em algumas competições nos dias que antecederam o evento e achou melhor optar pela Meia. Eu preciso de um ritmo bem equilibrado porque quero participar também da 10k Rio Corrida Panamericana, conta Maria, que esteve em Recife pela primeira vez. Eu nunca imaginei que essa cidade fosse tão linda. Estou encantada e pretendo voltar mais vezes aqui.
Vice-campeã da disputa, Maria chegou apenas alguns segundos depois da primeira colocada, Mirian da Silva, vencedora com a marca de 1h24. Foi uma surpresa essa prova, não estava esperando um desempenho tão bom pois estava muito calor e senti dificuldades nos quilômetros oito e quatro, reflete a corredora pernambucana, que é mãe de uma menina de 11 anos e busca conciliar o atletismo com os cuidados da casa.
Categoria Masculina - O primeiro colocado entre os homens, Alan de Oliveira, se consagrou como campeão da disputa com a marca de 1h24. O título, de acordo com Alan, foi conquistado por meio de muito esforço. Minha família sempre me apoiou muito e eu vim com objetivo de fazer o melhor que podia. Sabia que estava bem preparado pois treinei cerca de 140 quilômetros por semana em uma altitude de 1.400 metros, explica o corredor de 24 anos, morador de Sergipe.
Estou acostumado a correr em local mais quente, com 32°, então talvez acabei levando vantagem, mas o que me atrapalhou bastante foi o vento, estava bem forte, diz Alan, que agradece a família pelo apoio e sonha em um dia participar de uma Olimpíada.
Os segundos e terceiros colocados da competição foram Enio de Lima e José Mota, que terminaram a prova em 1h7 e 1h8, respectivamente. Eu esperava ser o campeão, mas no quilômetro 18 e 19 comecei a sentir dor no pé. Considero justo o menino ter ganhado, ele foi bem, diz o vice-campeão dos 21 quilômetros.
Corridas de Rua · 15 nov, 2010
Direto de Recife - Na terceira cidade mais antiga do Brasil, Recife, às 5h, o sol já anunciava um dia quente para a 1ª Maratona Internacional Maurício de Nassau. Enquanto a cidade dormia, a dúvida sobre quem seria o grande vencedor da maratona silenciava. Após a largada da prova, às 7h, a expectativa crescia e só chegou ao fim quando os corredores Franck Caldeira e Marily dos Santos cruzaram a linha de chegada como campeões.
Nesta segunda-feira (15/11), os atletas brasileiros Franck Caldeira e Marily dos Santos não decepcionaram a torcida verde-amarela e foram os primeiros colocados da Maratona de Recife, com as marcas de 2h21 e 2h43, respectivamente. Ambos foram premiados com R$ 30 mil.
Nós tínhamos dois adversários, o calor e os africanos, mas eles ficaram para trás e isso mostra que o Brasil pode brigar de igual para igual, afirma Franck, ganhador da Corrida de São Silvestre em 2006. Na altura do quilômetro 35 eu já não tinha mais perna e em uma maratona sempre há dificuldades do começo ao fim, completa.
Apesar disso, Franck se diz satisfeito por conseguir, mais uma vez, mostrar o trabalho que desenvolve junto com sua equipe. A gente fez um bom trabalho e o evento também está de parabéns. Trouxe nesta segunda-feira uma motivação a mais para as pessoas, acrescenta o medalhista de ouro da maratona dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007.
O segundo lugar na maratona desta segunda-feira ficou para outro mineiro, Valdir Oliveira, que enfrentou um percurso de 42 quilômetros pela primeira vez e foi vice-campeão em 2h22. A gente sempre almeja ser um dos primeiros. Graças a Deus consegui subir ao pódio, conta Valdir. Muita gente inclusive diz que se um corredor nunca correu uma maratona ele não é um corredor. Então a partir de hoje eu já me tornei um, brinca o atleta, que agora segue para a Volta Internacional da Pampulha e São Silvestre.
Quem se consagrou como terceiro colocado foi Jair Silva, que finalizou a prova em 2h23, e não imaginava qual seria o seu desempenho, pois havia participado somente de uma maratona antes do evento de Recife. Fui ultrapassado pelo Franck e pelo Valdir, mas pelo menos a vitória ficou para os brasileiros. Então estou muito feliz, diz o atleta pernambucano, que foi vencedor da corrida do Círio, em Belém.
Apesar do percurso ser plano, com duas pequenas subidas (em um viaduto e uma ponte), a forte umidade e o calor acabaram prejudicando o queniano Nicholas Kibor Sabulei, que passou mal durante a competição e não conseguiu prosseguir. Já o seu compatriota Jacob Kipleting Kendagor foi o quinto colocado na disputa.
A campeã do feminino, a alagoana Marily dos Santos, garante que quando soube da participação de uma corredora queniana na maratona teve mais vontade de competir a prova. Eu gosto de disputas fortes e acho que não vim aqui só por causa da premiação. Vim pelo desafio de brigar por uma vitória, conta a corredora, que liderou a prova desde o primeiro quilômetro.
A brasileira considera as competições do nordeste bem mais complicadas. Aqui é totalmente diferente das provas do sudeste, lá os quenianos chegam e ganham com facilidade, aqui não, a temperatura não ajuda e eu também não ia deixar fácil, afirma Marily, representante do Brasil na maratona feminina dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.
Já a vice-campeã dos 42 quilômetros, Jacqueline Chebor, sentiu cansaço durante o trajeto e agora deve voltar ao país de origem na próxima semana. Estava muito quente hoje e acho que isso realmente atrapalhou, mas já voltarei para casa dentro de algumas semanas para descansar, conta Chebor, de 41 anos, que chegou à frente da corredora Marluce Queiroz, terceira mulher a finalizar o percurso com o tempo de 2h50.
A Maratona de Recife passou pelos cartões postais da cidade, como a praia de Boa Viagem, o Forte das Cinco Pontas, Fortim e Cais do Apolo. Quem participou do evento também pode contemplar a Orla de Olinda, segunda cidade brasileira a ser declarada como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Unesco, em 1982.
Para o prefeito de Olinda, Renildo Calheiros, o evento despertou a curiosidade de centenas de pessoas e trouxe um clima de festa para a região. Os moradores saíam de suas casas para ver os corredores durante o percurso. Isso com certeza estimula a participação de mais pessoas na corrida de rua, uma modalidade contagiante, que gera inúmeros benefícios para a sociedade, diz Renildo.
Corridas de Rua · 15 nov, 2010
"Desde 2006 a cidade não sediava uma maratona e os corredores amadores garantem que além da infraestrutura oferecida aos participantes, a presença dos quenianos torna a 1ª Maratona Internacional de Recife ainda mais estimulante. Para o presidente da Federação Pernambucana de Atletismo, Warlindo Carneiro, o intercâmbio com os corredores estrangeiros é extremamente enriquecedor".
Direto de Recife - Cerca de 120 corredores da equipe Corre Recife estarão na prova desta segunda-feira (15/11), marcada para começar às 7h, no Marco Zero da Cidade. Para José Hilton, integrante do grupo de atletas da cidade, a participação de atletas estrangeiros na prova motiva ainda mais os amadores a buscar uma boa performance.
Quenianos, em termos de corrida, o próprio nome já diz, quenianos. A gente sabe que dificilmente chegaremos perto deles, mas a presença aqui é algo muito estimulante, afirma José, atleta de 51 anos, que estará na prova de 42 quilômetros.
Para o estreante Paulo Marques, a presença dos africanos vem para animar. Corro apenas há três meses e vou participar da disputa de dez quilômetros. Será minha primeira competição e quem sabe um dia não chego a ser um atleta de elite, brinca o corredor local, que trabalha como engenheiro.
Segundo Severo de Almeida, um dos fundadores da equipe Corre, a cidade nunca recebeu uma prova tão grande como essa. A última maratona em Recife foi em 2006, nós mesmos, corredores daqui que organizamos a Maratona, explica Severo. A gente não tinha estrutura nem logística. Na época que fazíamos a prova, a cronometragem era feita manualmente. Além disso, essa competição deve oferecer mais segurança, completa Almeida. Já de acordo com Gilberto Fernandes Soares, o evento poderia atrair ainda mais participantes caso oferecesse premiação por categorias.
Eu tenho 56 anos e acredito que mais gente do Nordeste poderia vir para cá caso houvesse uma bonificação por faixa-etária também, acredita Gilberto. Por conta disso, o veterano garante que vai correr com muita tranquilidade para curtir a prova. Vou contemplar o percurso e não vou ter pressa, nem vou olhar o relógio, destaca.
O presidente da Federação Pernambucana de Atletismo, Warlindo Caneiro, garante que este evento é de importância ilimitada, pois além gerar desenvolvimento para a área de esportes, também favorece outros setores da região. O turismo é beneficiado e recebemos atletas de várias partes do país, afirma.
Os quenianos também são sempre bem vindos e é muito importante esse intercâmbio, que só vem para engrandecer a disputa, reflete Warlindo. Além dos atletas Kipleting Kendagor, Nicholas Kibor Sabulei e Jacquiline Jerotich Chebor, do Quênia, estarão presente na competição grandes corredores brasileiros, como Franck Caldeira, Marco Antônio Pereira, Francisco Barbora, Marily dos Santos e Conceição Oliveira.
Corridas de Rua · 14 nov, 2010
Apesar da previsão desta segunda-feira (15/10) ser de sol entre nuvens na cidade de Recife, a forte umidade e a temperatura em torno dos 29°C pode comprometer o rendimento dos quenianos Jacob Kendagor, Nicholas Kibor Sabulei e Jacquiline Chebor. Segundo o Moacir Marconi, treinador dos atletas, ao contrário do que muita gente pensa, o país de origem dos corredores não costuma ser tão quente.
O calor do Nordeste brasileiro é mais forte que do Quênia. Eles não estão acostumados com a umidade alta e acabam se desgastando bastante, afirma Marconi. Também conhecido como Coquinho, o treinador dos atletas confessa que os corredores bebem água o tempo todo e estão há um mês no Brasil.
Às 10h da manhã deste domingo (14/11), após um treino de oito quilômetros pelas ruas da cidade, os corredores estavam com tigelas de frutas nas mãos e eram exemplo de alimentação no restaurante do hotel que estavam hospedados. Mas não basta apenas uma alimentação saudável, é fundamental ter bom descanso.
Eles vão dormir cedo e optam por comer mais carboidratos ao invés de proteínas durante a noite, para facilitar a digestão e não prejudicar o sono, que é de no mínimo oito horas, completa Marconi. Amanhã os atletas levantarão por volta das 5h, tomarão café da manhã e vão seguir para o Marco Zero da Cidade, na prova que reunirá os melhores atletas do país.
Corridas de Rua · 14 nov, 2010
Os participantes da 1ª Maratona Internacional Maurício de Nassau, que acontece nesta segunda-feira (15/11), na cidade de Recife, estão em contagem regressiva para o começo da disputa, que tem a maior premiação do país. Neste domingo (14/11), véspera da prova, os inscritos já podem retirar o kit do atleta, mas somente até as 17h.
A entrega do material acontece na Rua Joaquim Nabuco, n° 547, na casa do painel do impostômetro (rua do Hospital Santa Joana, no bairro Graças). Segundo Henrique Figueira, organizador do evento, a prova de amanhã reunirá cerca de 2.500 participantes e tem tudo para ser uma das competições mais importantes do Nordeste.
A estrutura do evento já está pronta e agora estamos na expectativa de quem será o grande vencedor da prova de amanhã, afirma Henrique. Temos nomes de destaque no evento e os melhores atletas nacionais correrão ao lado dos quenianos. Todos brigarão para subir ao pódio como primeiro colocado e levar para casa R$ 30 mil, acrescenta.
O vice-campeão da maratona receberá R$ 15 mil. Já terceiro e quarto colocados serão bonificados com sete e cinco mil, respectivamente. Vale lembrar que premiação segue até o décimo lugar, com o valor de mil reais. A prova, com percursos de 42, 21 e dez quilômetros, está com a largada marcada para às 7h, no Marco Zero da cidade.
Corridas de Rua · 11 nov, 2010
Os atletas que já se inscreveram para a 1ª Maratona Internacional Maurício de Nassau, em Recife, e não estão acostumados a correr numa região com altas temperaturas, agora podem seguir as orientações de Gilmário Mendes, treinador da corredora Marily do Santos, uma das principais fundistas do país. Segundo ele, os cuidados para disputa do próximo dia 15 são simples, mas fazem uma grande diferença no desempenho do participante.
As pessoas que já nasceram num lugar quente e úmido já sabem o que fazer, elas bebem bastante água de coco e líquidos em geral. Já as que vivem em locais mais frios se esquecem o quanto isto é importante, diz o treinador, nascido na cidade de Salvador, na Bahia. Aqui a perda de sódio é bem grande, assim como de outros sais minerais, acrescenta.
Ainda de acordo com o baiano, a própria alimentação precisa ser leve e o atleta deve fugir do sol. Nem pensar em treinamento, porque já está bem perto da competição. Às vezes a pessoa fala que vai treinar nesses dois dias que antecedem a prova para se acostumar com o calor, mas isto é a pior coisa que alguém pode fazer. Gilmário também recomenda a utilização de roupas claras e com tecidos antitranspirantes.
Óculos de sol, protetor solar e boné são obrigatórios, até porque o sol já é extremamente forte às 9h30 da manhã, completa o treinador. A disputa que distribuirá R$ 150 mil em prêmios, mais do que a renomada Corrida de São Silvestre, começa às 7h, no Marco Zero do Recife Antigo. Além disso, a maratona será a maior corrida de rua já realizada na cidade nordestina e receberá os principais maratonistas do país e do exterior, como os quenianos Jacob Kendagor, Nicholas Kibor Sabulei e Jacquiline Chebor.
Os interessados em participar da disputa em Recife ainda podem se inscrever nas lojas Nagem ou na própria Faculdade Maurício de Nassau. O valor da inscrição é de R$ 40 e também pode ser feita no site www.maratonamauriciodenassau.com.br.
Corridas de Rua · 28 out, 2010
Com percursos de 42, 21 e dez quilômetros, a Maratona Internacional Maurício de Nassau estreia na capital pernambucana no próximo dia 15 de novembro e pretende reunir cinco mil participantes. A primeira edição do evento distribuirá R$ 150 mil em prêmios, mais do que a renomada Corrida de São Silvestre.
A maratona será a maior corrida de rua já realizada na cidade nordestina. Além disso, receberá os principais maratonistas do país e outros competidores do exterior, como os quenianos Jacob Kendagor, Nicholas Kibor Sabulei e Jacquiline Chebor.
Para um dos organizadores do evento, Henrique Figueira, todos os inscritos poderão contar com uma grande estrutura operacional que garantirá conforto e segurança. É a maior maratona já realizada em Pernambuco. Vai colocar o estado no calendário das principais corridas de rua do país, trazendo muitos turistas e atletas, diz Henrique.
Ainda de acordo com ele, a maratona terá três percursos demarcados e aferidos pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), com indicação a cada quilômetro, seguindo os padrões internacionais. A competição passa pelos principais cartões postais da cidade, como a praia de Boa Viagem, o Forte das Cinco Pontas, Teatro Santa Isabel, Faculdade de Direito, Paço Alfândega, entre outros.
Os interessados em participar da disputa em Recife podem se inscrever nas lojas Nagem ou na própria Faculdade Maurício de Nassau. O valor da taxa é de R$ 40 e as inscrições também estão abertas no site www.maratonamauriciodenassau.com.br.
Alimentação · 17 jun, 2026
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