Corridas de Rua · 12 mar, 2008
Você já pensou em correr a corrida do Harry? Não? Se sim, vá treinando e preparando seu bolso, pois o evento acontecerá no Van Cortlandt Park, na cidade de Nova York, Estados Unidos, no próximo mês de outubro.
A prova é um cross-country na distância de cinco quilômetros e é organizada por ninguém menos que o New York Road Runners Club, os mesmos da mais famosa maratona mundial.
Só lamento informar que o Harry em questão não é o Thomas, mas sim o Murphy, daí o nome da prova ser: NYRR Harry Murphy 5K.
Para vocês verem o que esse blog não faz por um xará...
Corridas de Rua · 10 mar, 2008
Acho que assim configura-se pela primeira vez na história da maratona e talvez do atletismo que seus dois recordistas mundiais - no masculino e feminino se dizem portadores de asma, doença respiratória que acomete milhões de pessoas ao redor do mundo.
Outro fato que chama a atenção é que Gebrselassie e Radcliffe, além de recordistas, são considerados os maiores e mais completos corredores de toda a história do fundo e meio fundo.
E as vezes achamos que caímos no lugar comum quando citamos alguns "clichês" do tipo um exemplo a ser seguido; não desista de seus sonhos; superação; garra entre outros, quando nos referimos a muitos campeões.
Mas eu pergunto: não é um exemplo de determinação para milhões de pessoas que sofrem ou não da doença?
Corridas de Rua · 09 mar, 2008
Escutar alguém falar que subiu sem dificuldades a famosa Subida da Biologia da Usp com s maiúsculo mesmo desconfie, e se falar que subiu duas vezes, fique com um pé atrás, porque é uma senhora subida sinuosa com cerca de um quilômetro e bem íngreme.
Fácil não foi, mas ontem consegui dominar a danada. Depois do meu quarto treino semi-longo consecutivo de 20K (que são feitos aos sábados), pela primeira vez consegui fazer a segunda "escalada (são duas voltas de 10K) sem sofregüidão e onde fico a um passo, literalmente, de andar.
O legal disto tudo para mim, é que além de fazer a segunda subida sem sofrer, o fiz com tempo progressivo, ou seja, a segunda parte mais rápida que a primeira.
Reflexo claro que meu treinamento está sendo bem dirigido, o que é um bom sinal, já que fechei minha terceira semana de treino sob planilha, que acumula agora 230 quilômetros.
Aos treinos porque muitas subidas ainda virão!
Pensando nisso, um grupo de britânicas, encabeçada pela modelo Nell McAndrew, resolveu angariar fundos para a luta contra o câncer de mama. O pai de McAndrew teve câncer e foi isso que fez a inglesa trabalhar a idéia de criar uma corrida inusitada para a instituição Race for Life.
Para participar do treino especial existiam duas condições básicas: ser mulher e o uso obrigatório esqueçam os chips ou as camisetas do topless. O curioso é que todas as participantes do treino, assim como a modelo McAndrew, tinham alguma relação com a doença.
Algumas delas, que estão no vídeo abaixo, são sobreviventes do câncer, enfermeiras de hospitais e que lidam com a doença diariamente, ou então mulheres que já tiverem algum membro da família acometido pela doença.
Se a moda pega com certeza a maioria de nossas corridas que vivem da falta de público teriam uma realidade bem diferente.
Assista ao treino:
Corridas de Rua · 06 mar, 2008
Pensando nisso, um grupo de britânicas, encabeçada pela modelo Nell McAndrew, resolveu angariar fundos para a luta contra o câncer de mama. O pai de McAndrew teve câncer e foi isso que fez a inglesa trabalhar a idéia de criar uma corrida inusitada para a instituição Race for Life.
Para participar do treino especial existiam duas condições básicas: ser mulher e o uso obrigatório esqueçam os chips ou as camisetas do topless. O curioso é que todas as participantes do treino, assim como a modelo McAndrew, tinham alguma relação com a doença.
Algumas delas, que estão no vídeo abaixo, são sobreviventes do câncer, enfermeiras de hospitais e que lidam com a doença diariamente, ou então mulheres que já tiverem algum membro da família acometido pela doença.
Se a moda pega com certeza a maioria de nossas corridas que vivem da falta de público teriam uma realidade bem diferente.
Assista ao treino:
Corridas de Rua · 04 mar, 2008
Sinceramente, não consigo entender da onde vem a informação que li em diversos sites e blogs de corrida que dão como inovadora a existência de uma corrida exclusivamente feminina no Brasil, atribuindo esse pioneirismo ao Circuito Vênus, que estréia este mês na cidade de São Paulo e passa também pelo Rio de Janeiro.
Muito longe de querer criticar o produto, que mesmo antes de ser colocado a prova desculpe meu trocadilho tenho certeza que será um enorme e estrondoso sucesso, como tem sido até então todas as provas idealizadas pela Iguana Esportes. Mas acho descabida tal afirmação de quem está pautando ou postando essas informações.
Certo, somos brasileiros e nossa cultura diz que temos memória de curto prazo. Porém, não se lembrar de uma Avon Running ou de edições passadas da Corrida do IBCC Contra o Câncer de Mama esse evento tornou-se misto esse ano é no mínimo desconhecer superficialmente nosso calendário de corridas. Sem falar em outras provas menores exclusivas para mulheres.
Por outro lado fico felicíssimo que os marmanjos caíram na real e pelos comentários que tenho conhecimento, agora estão entendendo que uma corrida feminina é um corrida para mulheres, e ponto. Sem aquelas desculpas: Ah corri para acompanhar minha namorada..., etc e tal, como estou cansando de escutar.
E eu como fotógrafo tenho a pretensão, sim pretensão, pois dado o histórico da participação de homens nas corridas femininas, jamais consegui registrar uma foto que tivesse apenas mulheres, em função, dos marmanjos de plantão.
Donata é graciosa, inteligente, competente, mas um perigo quando está na linha de chegada. Que o diga o queniano Robert Cheruiyot e agora esse blogueiro que vos escreve. Para quem não sabe a Donata Lustosa é editora do Webrun e já esteve presente em centenas de provas no Brasil e no Exterior, inclusive hoje, na prova de Abertura do Circuito Corpore.
Pois é, demorou algum tempo, mas finalmente consegui descobrir, o que o mundo se perguntou em outubro de 2006, quando ao vencer a Maratona de Chicago, o queniano Cheruiyot tomou um baita tombo ao cruzar a linha de chegada.
O que faz um corredor experiente cair daquela maneira? Ele provavelmente fez a mesma coisa que fiz hoje. Olhou para à frente, viu a Donata, pensou alguma coisa (Dô não pensei nada demais, viu?), não se concentrou e pimba se esborrachou no chão. Roteiro seguido mas não ensaiado pelo Harry.
Um arranhão daqui uma escoriação dali e tirei de letra. Diz o provérbio chinês: caia duas vezes, levante-se três. Antes que o staff me erguesse eu já estava de pé. Busquei atendimento médico com a equipe do Dr. Milton Mizumoto, para um curativo básico e pronto estou novo.
Como não poderia de ser, claro que minha volta às corridas tinha que ser em grande estilo, inclusive o presidente da Corpore, meu caro David Cytrynowicz, veio ao meu encontro na área de premiação me comprimentar e dizer: Vi sua chegada!
Hoje posso dizer que me senti um Robert Cheruiyot!
Corridas de Rua · 02 mar, 2008
Donata é graciosa, inteligente, competente, mas um perigo quando está na linha de chegada. Que o diga o queniano Robert Cheruiyot e agora esse blogueiro que vos escreve. Para quem não sabe a Donata Lustosa é editora do Webrun e já esteve presente em centenas de provas no Brasil e no Exterior, inclusive hoje, na prova de Abertura do Circuito Corpore.
Pois é, demorou algum tempo, mas finalmente consegui descobrir, o que o mundo se perguntou em outubro de 2006, quando ao vencer a Maratona de Chicago, o queniano Cheruiyot tomou um baita tombo ao cruzar a linha de chegada.
O que faz um corredor experiente cair daquela maneira? Ele provavelmente fez a mesma coisa que fiz hoje. Olhou para à frente, viu a Donata, pensou alguma coisa (Dô não pensei nada demais, viu?), não se concentrou e pimba se esborrachou no chão. Roteiro seguido mas não ensaiado pelo Harry.
Um arranhão daqui uma escoriação dali e tirei de letra. Diz o provérbio chinês: caia duas vezes, levante-se três. Antes que o staff me erguesse eu já estava de pé. Busquei atendimento médico com a equipe do Dr. Milton Mizumoto, para um curativo básico e pronto estou novo.
Como não poderia de ser, claro que minha volta às corridas tinha que ser em grande estilo, inclusive o presidente da Corpore, meu caro David Cytrynowicz, veio ao meu encontro na área de premiação me comprimentar e dizer: Vi sua chegada!
Hoje posso dizer que me senti um Robert Cheruiyot!
Poderia escrever sobre meus treinos, sobre acessórios, sobre atletas, sobre a corrida que vou disputar amanhã, mas devo postar sobre um blog que fala de corridas, assim como o Blog do Harry.
Apesar do assunto ser o mesmo, cada cabeça é uma senteça, assim, cada blog tem uma identidade própria, peculiaridades e facetas que faz com que gostamos ou não de ler, de comentar e de recomendar para nossos amigos. Sem querer desmerecer os demais blogueiros devo me curvar para a leveza e genialidade do blog Correr é Viver que neste mês completa seu primeiro ano de existência
O blog foi criado e é mantido pela corredora Jackelyne Gense, estatística formada pela USP, casada, mãe de dois filhos: Clara (5) e Pedro (1,5).
Sua finalidade inicial foi disciplinar a prática da corrida, já que quatro meses antes deu a luz ao seu segundo filho. E postar foi à forma que a corredora iniciante tinha pouco mais de um ano de treino -, colocou no papel suas sensações e experiências neste reecontro com a corrida.
E essa história se transforma em uma leitura leve e prazeirosa, fato que me faz gostar tanto de lê-lo.
Corridas de Rua · 01 mar, 2008
Poderia escrever sobre meus treinos, sobre acessórios, sobre atletas, sobre a corrida que vou disputar amanhã, mas devo postar sobre um blog que fala de corridas, assim como o Blog do Harry.
Apesar do assunto ser o mesmo, cada cabeça é uma senteça, assim, cada blog tem uma identidade própria, peculiaridades e facetas que faz com que gostamos ou não de ler, de comentar e de recomendar para nossos amigos. Sem querer desmerecer os demais blogueiros devo me curvar para a leveza e genialidade do blog Correr é Viver que neste mês completa seu primeiro ano de existência
O blog foi criado e é mantido pela corredora Jackelyne Gense, estatística formada pela USP, casada, mãe de dois filhos: Clara (5) e Pedro (1,5).
Sua finalidade inicial foi disciplinar a prática da corrida, já que quatro meses antes deu a luz ao seu segundo filho. E postar foi à forma que a corredora iniciante tinha pouco mais de um ano de treino -, colocou no papel suas sensações e experiências neste reecontro com a corrida.
E essa história se transforma em uma leitura leve e prazeirosa, fato que me faz gostar tanto de lê-lo.
Corridas de Rua · 28 fev, 2008
Segundo mês do ano está acabando e com ele a fase básica II também. Mas o que me deixou contente neste início de semana foi ver o resultado do treino de três tiros de 800 metros intercalados com o Circuito Training.
Longe de ser um campeão, ou me achar rápido, a grande felicidade foi constatar que consegui correr na mesma faixa de tempo que fazia há dez anos atrás.
Nesta época consegui cravar três maratonas seguidas sub 3 horas. Isto em um espaço de 14 meses. Coisa impensável nos próximos dois anos e talvez nós próximos cinqüenta, ou seja, posso jamais repetir tal façanha, e diga-se de passagem é a lógica mais provável. Claro que a idéia de repetir uma maratona sub 3 horas está nos planos a médio prazo, mas três estão fora de cogitação.
Ontem na pista do Constâncio Vaz Guimarães foram somente três tiros - no passado eram de cinco a oito - mas achei que fiquei no lucro, ao fazer os tempos progressivos de 3min07s, 2min58s e 2min54s.
Muito longe de ser um Franck, um Marílson, ou mesmo os mais rápidos da minha equipe, ou de qualquer outra que seja, os tempos me deixaram feliz pelo fato de conseguir me igualar ao meu melhor e saber que posso ir mais adiante ainda.
Afinal eu sou o meu maior adversário!
Corridas de Rua · 27 fev, 2008
Estou para desvendar o mistério porque na minha visão - literalmente - parece existir algo de errado. Todo santo dia que eu corro na pista de atletismo do Constâncio Vaz Guimarães, uma das mais modernas do país, tenho a nítida impressão que há um desnível na pista.
Explico: quando estou na curva essa ganha a característica, acredite de uma...descida. Vindo pelo lado oposto, vejo uma subida. Pois é, vejo essas oscilações onde comprovadamente não há desnível.
Preocupado que fosse a idade que cada vez está mais para o fim do que para o começo da vida, chamei um colega de treino e perguntei: A pista não parece torta? Parece sim, foi a resposta tranqüilizadora que tive.
O que provavelmente causa isso é a famosa ilusão de ótica. Mas como? por que? Não tenho as respostas, vou apurar e quando souber volto a este post.
Corridas de Rua · 25 fev, 2008
Apesar de estar desde meados de janeiro treinando na nova equipe a semana que passou foi a primeira que corri com planilha elaborada pelo Wanderlei. Posso dizer que o balanço foi bastante positivo. Programados 75 quilômetros percorri todos eles, realizados em seis seções com um dia off.
O único senão, foi que dos quatro treinos presenciais programados, estive presente em três. É pouco. Mas me cobro pois minha meta nestas semanas que antecedem as minhas corridas de longa distância é ter 100% de aproveitamento nos treinos.
A semana teve de tudo: rodagens, ritmo, subida, descida, alongamentos, treinos em rampas, circuito training, corrida na chuva, no sol, no friozinho que insiste em aparecer nestes dias de verão.
Mas o que está pegando nos últimos dias e me tem me incomodado bastante é alta umidade do ar que há semanas tem me perseguido. Mas contra a mãe natureza não temos muito como lutar, já contra a preguiça, a falta de motivação e outras coisas mundanas, podemos encarar como sendo uma briga de igual para igual que com determinação fatalmente sairemos vencedores.
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026