atletismo

Mo Farah é tricampeão mundial nos 10.000 metros e 7 correm abaixo de 27 minutos

Atletismo · 07 ago, 2017

Esse texto foi escrito pelo treinador e colunista do Webrun, Nelson Evêncio. O primeiro dia do Campeonato Mundial de Atletismo em Londres entrou para a história, como despedida de Mo Farah, obtendo sua terceira vitória consecutiva nos 10.000 metros, em […]

Rosangela Santos faz campanha histórica no Mundial de Londres

Atletismo · 07 ago, 2017

A brasileira Rosangela Santos obteve uma campanha histórica na disputa dos 100 m no Campeonato Mundial de Atletismo, no Estádio Olímpico de Londres. Depois de igualar o recorde pessoal na preliminar de sábado (dia 5), com 11.04 (-1.0), ela quebrou […]

Hoje é dia de Bolt! Corredor se despede do atletismo no Mundial

Atletismo · 04 ago, 2017

E chegou a hora do Raio dizer adeus. “Sem pressa”, ele se prepara para apresentar seu último show. Usain Bolt, multicampeão olímpico e mundial, domina as provas de velocidade  de 100m a 200m desde 2008. São 11 títulos mundiais e […]

Mundial de Atletismo começa amanhã (04) em Londres

Atletismo · 03 ago, 2017

Com cerca de dois mil atletas, inscritos por 205 países, começa nesta sexta-feira (4), a 16ª edição do Mundial de Atletismo. O Campeonato será disputado no Estádio Olímpico de Londres, o mesmo que foi palco dos Jogos de 2012. Na […]

Dez modalidades em um esporte só: conheça o Decatlo

Atletismo · 03 jul, 2017

Decatlo é uma modalidade olímpica de atletismo com 10 provas. Praticada exclusivamente por homens, o esporte equivalente praticado pelas mulheres é o heptatlo, com apenas sete provas. Os atletas inscritos competem em um programa de dois dias, que inclui as […]

Conheça 10 celebridades e seus esportes favoritos

Atletismo · 18 jan, 2017

Assim como nós, as celebridades não abrem mão de praticar exercícios para manter a saúde em dia, algumas delas preferem até esportes mais radicais. Veja abaixo quais são os esportes preferidos de 10 famosos conhecidos do público:   1. Katheryn […]

Sandro Viana e surpresa carioca conquistam índice olímpico nos 200m

Dois velocistas brasileiros conquistaram no sábado (28/04) o índice para as provas dos 200 metros rasos nos Jogos Olímpicos de Londres, em agosto. As marcas foram obtidas no Torneio da Federação Paulista de Atletismo (FPA), disputado no Estádio Ícaro de Castro Mello, em São Paulo.

Sandro Viana e Aldemir Gomes foram os classificados, com as marcas de 20seg43 e 20seg42, respectivamente. O índice A da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para as Olimpíadas é de 20seg51.

Aldemir, de apenas 19 anos, foi a grande surpresa. O atleta, que é do Rio de Janeiro, estava em São Paulo para o camping de revezamento promovido pela CBAt e aproveitou para colocar em prática no Torneio da FPA o conteúdo aprendido, vencendo e conquistando a vaga em Londres.

“O Aldemir começou com 11 para 12 anos e é um atleta de características ímpares, aplicado e que sempre buscou dar certo. Vamos dar continuidade ao planejamento e esperamos que ele chegue em Londres para fazer algo ainda melhor”, conta sua treinadora, Vânia Valentino da Silva.

Já Sandro Viana, do Pinheiros, celebrou o índice mas demonstrou cautela, uma vez que a briga pelas vagas brasileiras deve ficar mais acirrada no Troféu Brasil de Atletismo (27/06 a 01º/07) e o prazo para a definição dos classificados expira em primeiro de julho.

“Estou treinando forte desde dezembro, praticamente cinco meses de desgaste. Gostei do meu tempo e dei sorte de correr numa raia ‘boa’. Como sou um cara grande, tenho mais velocidade nas raias mais abertas, pois o ângulo da curva acaba favorecendo", analisa Sandro. "Agora é continuar melhorando pra confirmar de vez a ida aos Jogos", conclui o veterano.


Sandro Viana e surpresa carioca conquistam índice olímpico nos 200m

Atletismo · 02 maio, 2012

Dois velocistas brasileiros conquistaram no sábado (28/04) o índice para as provas dos 200 metros rasos nos Jogos Olímpicos de Londres, em agosto. As marcas foram obtidas no Torneio da Federação Paulista de Atletismo (FPA), disputado no Estádio Ícaro de Castro Mello, em São Paulo.

Sandro Viana e Aldemir Gomes foram os classificados, com as marcas de 20seg43 e 20seg42, respectivamente. O índice A da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para as Olimpíadas é de 20seg51.

Aldemir, de apenas 19 anos, foi a grande surpresa. O atleta, que é do Rio de Janeiro, estava em São Paulo para o camping de revezamento promovido pela CBAt e aproveitou para colocar em prática no Torneio da FPA o conteúdo aprendido, vencendo e conquistando a vaga em Londres.

“O Aldemir começou com 11 para 12 anos e é um atleta de características ímpares, aplicado e que sempre buscou dar certo. Vamos dar continuidade ao planejamento e esperamos que ele chegue em Londres para fazer algo ainda melhor”, conta sua treinadora, Vânia Valentino da Silva.

Já Sandro Viana, do Pinheiros, celebrou o índice mas demonstrou cautela, uma vez que a briga pelas vagas brasileiras deve ficar mais acirrada no Troféu Brasil de Atletismo (27/06 a 01º/07) e o prazo para a definição dos classificados expira em primeiro de julho.

“Estou treinando forte desde dezembro, praticamente cinco meses de desgaste. Gostei do meu tempo e dei sorte de correr numa raia ‘boa’. Como sou um cara grande, tenho mais velocidade nas raias mais abertas, pois o ângulo da curva acaba favorecendo", analisa Sandro. "Agora é continuar melhorando pra confirmar de vez a ida aos Jogos", conclui o veterano.

Paulista conquista índice olímpico para os 800 metros

Atletismo · 26 abr, 2012

O paulista Diomar Noêmio de Souza conquistou no domingo (22/04) o índice para participar das provas de 800 metros dos Jogos Olímpicos (6, 7 e 9 de agosto). Diomar, que representa o Clube de Atletismo BM&F Bovespa, foi o vencedor da modalidade no Campeonato Estadual Gaúcho, em Porto Alegre.

Ele admite que a marca foi uma grata surpresa. “Competi em Porto Alegre para dar uma soltada nos treinos, mas o resultado veio e estou muito feliz", declara o atleta, natural de Matão.

O tempo de 1min45seg62 é mais veloz do que o parâmetro estabelecido pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para classificação às Olimpíadas – o índice da CBAt é de 1min45seg92, enquanto o índice A da Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo) é de 1min45seg60. Como o índice alcançado permite apenas um atleta por país, Diomar deve competir para melhorá-lo.

O tempo registrado é a segunda melhor marca mundial do ano, mas Marcelo Lima, treinador do BM&F, sugere cautela. “Tem o Kleberson David, o Fabiano Peçanha, o Lutimar Paes, o Fernando Lina, todos com chance de obtenção de marcas."

Agora, Diomar deve trabalhar para competir bem no Troféu Brasil de Atletismo (27/06 a 01º/07) quando grande parte das vagas brasileiras deve ser definida. O dia primeiro de julho é também o dia em que expira a obtenção do índice para as provas de pista.

Por futuro, Simone Alves aguarda decisão internacional sobre doping

A brasileira Simone Alves da Silva foi do céu ao inferno em 2011. Atleta do clube BM&F Bovespa – o principal clube de atletismo do País – e sob a tutela do renomado Adauto Domingues, treinador de Marílson Gomes, Simone bateu os recordes sul-americanos dos 5.000 e dos 10.000 metros. Mas a alegria durou pouco.

Em outubro, o resultado do teste antidoping que a fundista realizou após o Troféu Brasil de Atletismo foi divulgado, atestando a utilização de Eritropoetina Recombinante, a EPO. O hormônio, proibido pela Iaaf, aumenta a resistência e retarda o cansaço, melhorando o rendimento.

Como consequência, Simone foi desligada do BM&F e suspensa temporariamente até o caso ser julgado. Após dois julgamentos no Brasil no início de 2012 e duas absolvições – por irregularidades no processo de coleta da amostra de urina da atleta – a situação de Simone foi submetida pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para a Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf) e deve ser julgada na Corte Arbitral do Esporte.

Posição oficial- Thomaz Mattos de Paiva, presidente da Agência Nacional Antidoping (Anad) da CBAt, argumenta que o caso não foi conduzido de acordo com as normas internacionais, por isso foi enviado à Iaaf. “Infelizmente os julgadores no Brasil ainda não tem o completo entendimento da regra internacional, não a aplicam corretamente”, alega.

Simone se diz inocente. “Tenho a experiência de 14 anos competindo. Em hipótese nenhuma eu ia fazer uma besteira dessas para acabar com a minha carreira em um dia só”, conta a baiana, de 27 anos. Segundo a corredora, os erros na coleta de sua urina no Troféu Brasil abriram brecha para a contaminação das amostras.

“Eu saí da sala de controle [para dar entrevista a uma rede de televisão]. A regra determina que o atleta pode sair, mas apenas com o copo lacrado, não com um guardanapo em cima. A gente ficou mais de meia hora fora, minha urina lá encostada em um canto, de costas para mim, eu não tinha escolta. Vai saber o que aconteceu nesse meio tempo”, defende-se.

“Se eu soubesse de tudo isso jamais teria saído da sala. Eles falam ‘ah, o atleta que tem que cuidar da sua urina’. Sim. Mas e a parte da delegação técnica da CBAt, de quem me liberou?”, cobra a fundista. Apesar de a EPO ser injetável, a defesa da fundista acredita que sua amostra de urina foi contaminada nesse intervalo.

Sonho olímpico- Thomaz de Paiva explica que nos próximos dois meses a Iaaf informa se aceita o recurso da CBAt e se o caso será levado a julgamento na Corte Arbitral do Esporte. “Estou treinando em dois períodos, antes e depois de trabalhar”, diz Simone, que por enquanto treina por conta própria – ela trabalha com venda de lingeries, em casa .

“Já tive sondagem de clubes e proposta de patrocínio, mas não quero pegar ainda porque não temos a decisão. Mas estou bem confiante, apresentamos argumentos que provam a irregularidade na coleta”, define. O prazo para obtenção de índice olímpico para os 5.000 e 10.000 metros vai até o dia primeiro de julho.

Por isso, a corredora espera agilidade no caso. “Não foi a gente que recorreu, foram eles. Não podem ficar brincando com o atleta”, diz, antes de finalizar: “assim que voltar a competir eu busco minha vaga em Londres, com certeza”.


Por futuro, Simone Alves aguarda decisão internacional sobre doping

Atletismo · 21 mar, 2012

A brasileira Simone Alves da Silva foi do céu ao inferno em 2011. Atleta do clube BM&F Bovespa – o principal clube de atletismo do País – e sob a tutela do renomado Adauto Domingues, treinador de Marílson Gomes, Simone bateu os recordes sul-americanos dos 5.000 e dos 10.000 metros. Mas a alegria durou pouco.

Em outubro, o resultado do teste antidoping que a fundista realizou após o Troféu Brasil de Atletismo foi divulgado, atestando a utilização de Eritropoetina Recombinante, a EPO. O hormônio, proibido pela Iaaf, aumenta a resistência e retarda o cansaço, melhorando o rendimento.

Como consequência, Simone foi desligada do BM&F e suspensa temporariamente até o caso ser julgado. Após dois julgamentos no Brasil no início de 2012 e duas absolvições – por irregularidades no processo de coleta da amostra de urina da atleta – a situação de Simone foi submetida pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para a Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf) e deve ser julgada na Corte Arbitral do Esporte.

Posição oficial- Thomaz Mattos de Paiva, presidente da Agência Nacional Antidoping (Anad) da CBAt, argumenta que o caso não foi conduzido de acordo com as normas internacionais, por isso foi enviado à Iaaf. “Infelizmente os julgadores no Brasil ainda não tem o completo entendimento da regra internacional, não a aplicam corretamente”, alega.

Simone se diz inocente. “Tenho a experiência de 14 anos competindo. Em hipótese nenhuma eu ia fazer uma besteira dessas para acabar com a minha carreira em um dia só”, conta a baiana, de 27 anos. Segundo a corredora, os erros na coleta de sua urina no Troféu Brasil abriram brecha para a contaminação das amostras.

“Eu saí da sala de controle [para dar entrevista a uma rede de televisão]. A regra determina que o atleta pode sair, mas apenas com o copo lacrado, não com um guardanapo em cima. A gente ficou mais de meia hora fora, minha urina lá encostada em um canto, de costas para mim, eu não tinha escolta. Vai saber o que aconteceu nesse meio tempo”, defende-se.

“Se eu soubesse de tudo isso jamais teria saído da sala. Eles falam ‘ah, o atleta que tem que cuidar da sua urina’. Sim. Mas e a parte da delegação técnica da CBAt, de quem me liberou?”, cobra a fundista. Apesar de a EPO ser injetável, a defesa da fundista acredita que sua amostra de urina foi contaminada nesse intervalo.

Sonho olímpico- Thomaz de Paiva explica que nos próximos dois meses a Iaaf informa se aceita o recurso da CBAt e se o caso será levado a julgamento na Corte Arbitral do Esporte. “Estou treinando em dois períodos, antes e depois de trabalhar”, diz Simone, que por enquanto treina por conta própria – ela trabalha com venda de lingeries, em casa .

“Já tive sondagem de clubes e proposta de patrocínio, mas não quero pegar ainda porque não temos a decisão. Mas estou bem confiante, apresentamos argumentos que provam a irregularidade na coleta”, define. O prazo para obtenção de índice olímpico para os 5.000 e 10.000 metros vai até o dia primeiro de julho.

Por isso, a corredora espera agilidade no caso. “Não foi a gente que recorreu, foram eles. Não podem ficar brincando com o atleta”, diz, antes de finalizar: “assim que voltar a competir eu busco minha vaga em Londres, com certeza”.

Associação Olímpica Britânica cria regras polêmicas para delegação

A Associação Olímpica Britânica (BOA) anunciou que todos os 560 atletas que representarão o Reino Unido nos Jogos Olímpicos de Londres deverão assinar um livro de regras para participar. O diário britânico Telegraph teve acesso ao manual confidencial de 34 páginas e apontou os pontos mais questionáveis.

Caso um atleta se recuse a assinar o termo, sua participação nos Jogos não será permitida. Entre as regras de conduta estabelecidas, está a exigência de não criticar colegas de delegação ou denegrir algum dos patrocinadores – mesmo se algum seja alvo de controvérsia.

Além disso, os atletas britânicos serão proibidos de vender ou modificar qualquer item do uniforme oficial (linha da Adidas). Isso inclui a utilização de qualquer peça de outra marca em ambiente dos Jogos que não seja o momento exato da competição.

Por exemplo, a maratonista Paula Radcliffe – recordista mundial – é patrocinada pela Nike. Isso significa que só poderá utilizar o tênis – e apenas o tênis – de sua patrocinadora na hora de correr. Em coletivas de imprensa e uma eventual entrega de medalha, Radcliffe terá que usar o tênis da Adidas – o que gerou o boato de que atletas de outras marcas iriam descalços às premiações, em protesto.

Apesar de não poderem vender as peças, a doação para caridade “não política” é permitida e a BOA se reserva o direito de ficar com uma peça de uniforme por competidor e vendê-la para gerar dinheiro. Os atletas também serão banidos se utilizarem qualquer tatuagem, corte de cabelo, piercings, brincos ou lentes de contato com mensagens comerciais ou políticas – tatuagens já existentes com esse teor devem ser cobertas.

Reincidência- Não é a primeira vez que a Associação é criticada por formular um acordo restritivo aos seus esportistas. Antes dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, foi redigido um termo que proibia os integrantes de fazer qualquer crítica ao sistema político chinês. A forte reação negativa fez com que o texto fosse revisado na época.

Entre os impedimentos da nova versão, estão ainda comparecer em qualquer coletiva de imprensa não programada pela organização das Olimpíadas com o uniforme oficial ou medalhas; apostar ou se envolver em apostas referentes aos Jogos; e não comparecer à festa pós-Olimpíadas organizada pela BOA.


Associação Olímpica Britânica cria regras polêmicas para delegação

Atletismo · 29 fev, 2012

A Associação Olímpica Britânica (BOA) anunciou que todos os 560 atletas que representarão o Reino Unido nos Jogos Olímpicos de Londres deverão assinar um livro de regras para participar. O diário britânico Telegraph teve acesso ao manual confidencial de 34 páginas e apontou os pontos mais questionáveis.

Caso um atleta se recuse a assinar o termo, sua participação nos Jogos não será permitida. Entre as regras de conduta estabelecidas, está a exigência de não criticar colegas de delegação ou denegrir algum dos patrocinadores – mesmo se algum seja alvo de controvérsia.

Além disso, os atletas britânicos serão proibidos de vender ou modificar qualquer item do uniforme oficial (linha da Adidas). Isso inclui a utilização de qualquer peça de outra marca em ambiente dos Jogos que não seja o momento exato da competição.

Por exemplo, a maratonista Paula Radcliffe – recordista mundial – é patrocinada pela Nike. Isso significa que só poderá utilizar o tênis – e apenas o tênis – de sua patrocinadora na hora de correr. Em coletivas de imprensa e uma eventual entrega de medalha, Radcliffe terá que usar o tênis da Adidas – o que gerou o boato de que atletas de outras marcas iriam descalços às premiações, em protesto.

Apesar de não poderem vender as peças, a doação para caridade “não política” é permitida e a BOA se reserva o direito de ficar com uma peça de uniforme por competidor e vendê-la para gerar dinheiro. Os atletas também serão banidos se utilizarem qualquer tatuagem, corte de cabelo, piercings, brincos ou lentes de contato com mensagens comerciais ou políticas – tatuagens já existentes com esse teor devem ser cobertas.

Reincidência- Não é a primeira vez que a Associação é criticada por formular um acordo restritivo aos seus esportistas. Antes dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, foi redigido um termo que proibia os integrantes de fazer qualquer crítica ao sistema político chinês. A forte reação negativa fez com que o texto fosse revisado na época.

Entre os impedimentos da nova versão, estão ainda comparecer em qualquer coletiva de imprensa não programada pela organização das Olimpíadas com o uniforme oficial ou medalhas; apostar ou se envolver em apostas referentes aos Jogos; e não comparecer à festa pós-Olimpíadas organizada pela BOA.