
Bruno certamente chamará a atenção do público no percurso (foto: Alexandre Koda/ www.webrun.com.br)
A largada da elite feminina da São Silvestre acontece apenas às 16h45, mas muitos corredores já estão concentrados na Avenida Paulista fazendo festa. A grande atração para o público presente é sem dúvida a presença dos atletas fantasiados, que a todo o momento são assediados para uma foto.
É o caso de Bruno Campeo, que vai correr com a fantasia de um pastel que cobre todo o seu corpo. Ele trabalha vendendo pastel na Avenida Paulista durante o almoço e a idéia da fantasia partiu de seu chefe, para fazer um marketing e aumentar as vendas. Sou praticante de esportes, mas essa será a minha primeira participação na São Silvestre, relata. Espero que eu consiga completar a prova.
Um grupo que chamava muito a atenção dos presentes trajava uma fantasia composta por uma bóia e uma camiseta escrito Resgate, em alusão aos bombeiros de Santa Catarina. Estamos fazendo uma singela homenagem ao pessoal de lá, comenta Maicon Barbosa. Já Hélio Barbosa diz que pode ajudar a resgatar o pessoal caso uma forte chuva caia em São Paulo. Estamos aí para dar uma força para o pessoal. O último integrante do trio, Antônio Cosme, relata que eles já correram com fantasias muito mais quentes e que esperam chegar ao final.
Um dos representantes da Liga da Justiça, Flash também estava presente na Avenida, representado por Joatan Gomes. Vou correr tão rápido como o Flash, vou atropelar todos, inclusive os quenianos, brinca o maranhense.
Ao longe era possível avistar um par de bochechas que chamava a atenção e, ao chegar mais perto, a identidade do misterioso bochechudo foi revelada. Era Rogério Favo na fantasia do personagem Kiko, ícone da turma do Chaves, antigo seriado que até hoje é transmitido pelo SBT. Já trabalhei como Kiko em diversas emissoras e agora estou aqui para mais uma São Silvestre, conta. A roupa preta esquenta, mas a gente agüenta tomando bastante água.
Quem também estava sofrendo com a roupa preta era Noel Conceição, que vestia uma roupa preta de caveira. Eu corria sem fantasia, mas depois de um tempo tive um problema no joelho e disseram que eu não poderia mais correr. Então hoje corro devagar e vou levando.
Este texto foi escrito por: Alexandre koda