Não foi somente os atletas de elite que foram pegos de surpresa com a última etapa do duathlon no XTerra Sul de Minas, que ocorreu no último sábado (8/6) em Poços de Caldas. A subida íngreme em direção ao Cristo redentor também assustou os amadores, que tiveram que usar as mãos para chegar ao fim da trilha.
<a href=/ corridasderua/n/xterra-night-run-agita-a-noite-de-pocos-de-caldas/14837/plk/Cobertura_XTerra2013 target=_blankXTerra Night Run agita a noite de Poços de Caldas
A prova foi considerada como uma das mais difíceis do circuito, sendo comparada somente ao XTerra Ilhabela, que ocorrerá no dia 22 de junho. Os competidores foram ajudados pela temperatura da região, que ficou amena o dia todo.
Para Wiliam Barbosa, a boa organização da X3M também o ajudou a completar o percurso. Essa foi a minha estreia e eu achei tudo sensacional. A surpresa da subida até o Cristo foi bem puxada, mas no fim deu tudo certo. Acho que deveriam chamar mais gente, divulgar mais, sugere.
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| Para terminar a trilha, atletas precisavam utilizar as mãos. Foto: Rafaela Castilho/ Webrun |
Juliana Franqueira, repórter da Rede Minas, também se inscreveu na categoria amador e decidiu encarar os quatro quilômetros de corrida, 28 de ciclismo e mais oito com o tênis no asfalto e nas trilhas. A atleta foi muito aguardada na linha de chegada pelas outras competidoras e pela emissora.
<a href=/triathlon/n/mineira-aproveita-oportunidade-e-vence-xterra-pocos-de-caldas/14832/plk/Cobertura_XTerra2013 target=_blankMineira aproveita oportunidade e vence XTerra Poços de Caldas
Juliana demorou um pouco para conseguir terminar o percurso, pois teve um acidente na trilha de ciclismo. Apesar de ter caído, achei que seria bem mais difícil. O trecho de bike não foi tão intenso quanto a subida íngreme do Cristo, conta a competidora.
Triathlon · 11 jun, 2013
Não foi somente os atletas de elite que foram pegos de surpresa com a última etapa do duathlon no XTerra Sul de Minas, que ocorreu no último sábado (8/6) em Poços de Caldas. A subida íngreme em direção ao Cristo redentor também assustou os amadores, que tiveram que usar as mãos para chegar ao fim da trilha.
<a href=/ corridasderua/n/xterra-night-run-agita-a-noite-de-pocos-de-caldas/14837/plk/Cobertura_XTerra2013 target=_blankXTerra Night Run agita a noite de Poços de Caldas
A prova foi considerada como uma das mais difíceis do circuito, sendo comparada somente ao XTerra Ilhabela, que ocorrerá no dia 22 de junho. Os competidores foram ajudados pela temperatura da região, que ficou amena o dia todo.
Para Wiliam Barbosa, a boa organização da X3M também o ajudou a completar o percurso. Essa foi a minha estreia e eu achei tudo sensacional. A surpresa da subida até o Cristo foi bem puxada, mas no fim deu tudo certo. Acho que deveriam chamar mais gente, divulgar mais, sugere.
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| Para terminar a trilha, atletas precisavam utilizar as mãos. Foto: Rafaela Castilho/ Webrun |
Juliana Franqueira, repórter da Rede Minas, também se inscreveu na categoria amador e decidiu encarar os quatro quilômetros de corrida, 28 de ciclismo e mais oito com o tênis no asfalto e nas trilhas. A atleta foi muito aguardada na linha de chegada pelas outras competidoras e pela emissora.
<a href=/triathlon/n/mineira-aproveita-oportunidade-e-vence-xterra-pocos-de-caldas/14832/plk/Cobertura_XTerra2013 target=_blankMineira aproveita oportunidade e vence XTerra Poços de Caldas
Juliana demorou um pouco para conseguir terminar o percurso, pois teve um acidente na trilha de ciclismo. Apesar de ter caído, achei que seria bem mais difícil. O trecho de bike não foi tão intenso quanto a subida íngreme do Cristo, conta a competidora.
Corridas de Rua · 02 abr, 2013
Além de ser realizada entre as belezas naturais da Ilha de Florianópolis, o Revezamento Volta à Ilha 2013 também será palco da disputa entre duas grandes equipes: Cabeça e Corpo. Os grupos formados por corredores de trilha de elite escolhidos pela Asics se enfrentam no dia 20 de abril.
Em meio às trilhas na mata, dunas, areia fofa, chão batido e asfalto, as equipes terão que vencer um percurso de 140 quilômetros para completar a volta. Para garantir a adrenalina, a fabricante de material esportivo escolheu os corredores que já participaram de grandes provas, como Ecomotion, Rocky Man e XTerra, e que estão acostumados com diversos tipos de terrenos.
De acordo com a gerente de marketing da Asics, Andréia Longhi, o objetivo da empresa é intensificar a adesão dos corredores ao esporte em trilha. Os atletas que gostam de provas com terrenos diferenciados sempre querem ir além. Por isso a ASICS e a Revista Go Outside se uniram para criar as duas equipes, formadas por esportistas e embaixadores que fortalecem a marca em trilhas. Reunimos os melhores atletas do país", resume.
Conheça as equipes - "Cabeça" é composta por José Caputo, Caco Alzugaray, Miguel Mitne, Alexandre Fontes Manzan e Angela Cardoso Machado, com a coordenação de Cilene Sophia. Já a equipe "Corpo" é formada por André Canzian Lemmi, Diego Marabesi Ferrari, Marcos Motoso Ribeiro, Lucas Consiglio, Iolanda Michelle Cezar e coordenada por Renata de Castro Gonçalves.
Atletismo · 21 fev, 2013
Danilo Balu é colunista do Webrun. Bacharel em Esporte (EEFE-USP), também graduado em Nutrição (FSP-USP) e blogueiro de atletismo e corrida de rua.
Sempre disse em meus textos no Blog Recorrido, nunca nutri nenhuma admiração especial por Oscar Pistorius. No dia da tragédia que completa uma semana, acordei de madrugada para um compromisso de trabalho e, antes mesmo de me levantar da cama, resolvi ver o Twitter pelo celular. Quando há muita novidade da noite para o dia, duas chances: ou foi um meeting importante nos EUA ou alguma bomba. Boom! Eu simplesmente não conseguia acreditar no que meus olhos liam.
Mesmo sem morrer de amores, não conseguia aceitar que ele se envolvera em algo tão terrível: um jovem bem sucedido protagonista de um equívoco pavoroso, o de matar por engano a namorada. Tudo isso justamente quando ela queria fazer uma surpresa no Dia dos Namorados. Saí para meu compromisso transtornado, pedia a Deus que o atleta pudesse ter a serenidade de suportar tamanho fardo. Fui certamente mais solidário a Pistorius nessas primeiras horas de notícias desencontradas, do que em todo seu ciclo olímpico (2008-2012).
Nunca fui um fã dele, mas não por insensibilidade. É que não conseguia engolir direito o fato que o sul-africano tem com suas próteses uma vantagem competitiva enorme. Um dos maiores especialistas no tema, calcula que ele ganhe cerca de 10% de vantagem com elas. Sem elas, ele seria um competidor amador no máximo razoável, e não um finalista olímpico (4x400m). Mas Pistorius lucra e muito com isso. E foi esse misto de desequilíbrio competitivo, com seu enorme benefício injusto com aquela pitada do politicamente-correto que acabaram por tirar de mim qualquer simpatia à causa dele, que nunca deixou de ser um enorme bom exemplo aos atletas amputados do mundo todo.
Mas nada, nada disso tirou da minha cabeça que aquela tragédia não podia estar acontecendo. Não com ele. Ele não merecia! Eu ficava pensando como Pistorius conseguiria sair psicologicamente ileso disso tudo. As horas foram passando e o caso foi se complicando. Como se fosse um enorme fã dele, quando ele passou de vítima de um erro a suspeito, eu me negava: não, não pode ser verdade. Não ele!
O comentário dos atletas mais próximos a ele é unânime, o bi-amputado era uma grande pessoa. Então como tudo isso poderia ter acontecido? Como bem disse a Slate, não pergunte a razão, aparentemente cometemos a besteira de achar que pessoas com deficiências não cometem crimes, são mais íntegras, têm melhor índole. Mas a realidade seguia. Começa a aparecer o passado encrenqueiro recente e sua paixão por armas.
Não que Oscar Pistorius seja um coronel da savana, a enorme violência na África do Sul tornou comum que algumas pessoas se armem até os dentes buscando a (falsa) sensação de segurança. Com ele foi assim. Seu pequeno arsenal estava sempre à mão, na cabeceira. Foi com sua própria arma que, alega-se agora, o velocista matou intencionalmente sua linda namorada.
Não deixa de ser própria do esporte essa construção de mitos. Desumanizamos os ídolos para depois buscar suas falhas quando cometem graves erros aos olhos da sociedade. Atleticamente falando, Pistorius era muito pouco, mas era um dos 3 mais populares da modalidade no mundo. E foi isso o que mais chocou. Se fã nunca fui, raiva não tenho. Meu choque não diminuiu, apenas se transportou. Como ele pode fazer isso? Jogar pelo ralo uma carreira brilhante? O amor faz coisas que a razão desconhece. Nada disso tira minha sensação de estupor. Pela manhãzinha, em solidariedade, rezava comigo e em silêncio. Estava atordoado. E assim continuei ao desenrolar de tudo. Continuo aqui, ainda incrédulo.
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