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NIGHT RUN COSTÃO DO SANTINHO – 2020

Antes de se preparar para enfrentar o calor típico das provas do começo do ano, uma das principais preocupações dos atletas é com a hidratação. Para isso, os corredores podem contar com um fiel aliado: a água de coco.

De acordo com a nutricionista Beatriz Alvarez, se manter hidratado com um copo de água de coco antes da prova é essencial. “A ingestão do líquido antes da prova garante uma boa ingestão de vitaminas e minerais. Ela também é uma ótima fonte de vitamina C”, afirma.

Diferente do que se associa, a bebida não tem as mesmas substâncias calóricas do que a polpa do fruto. “A água de coco tem baixa quantidade de calorias e açúcares e, diferente dos mitos, é uma bebida natural sem quantidades significativas de gorduras”, explica.

Apesar de o líquido ser um grande hidratante natural que, por consequência deixa a pele macia, não são todos os corredores que podem usufruir de seus benefícios. Segundo a nutricionista, a água de coco é rica em sódio e prejudicial para pessoas portadoras de hipertensão arterial.

Substituição- Está certo que a água de coco é uma ótima alternativa na hora da hidratação, mas ela não pode ser a fonte principal de sais minerais. De acordo com Beatriz, nada substitui a água, que é oferecida em pontos de abastecimento durante o percurso das principais corridas.

A bebida também não pode ser consumida em excesso. “A recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é que bebidas isotônicas sejam consumidas apenas por atletas, depois de uma atividade física intensa ou indicada por um especialista”, finaliza.

Nos cabelos- Engana-se quem pensa que a água de coco só hidrata depois de ser ingerido. O líquido natural é usado frequentemente em produtos cosméticos e pode ser aplicado direto nos cabelos.

De acordo com o esteticista Luiz Fernandez, cabeleireiro do salão Up Vision, em Santo André, São Paulo, as propriedades da bebida ajudam a manter a saúde dos fios. “O líquido previne os danos que os raios ultravioletas causam na queratina dos fios. O resultado é um cabelo brilhante e fortalecido”, conta.

Receita Caseira- Fernandez também ensina uma receita prática para fazer em casa e garantir um cabelo hidratado. Confira:

  • Bata no liquidificador a água de coco com a polpa do fruto verde por um minuto aproximadamente.
  • Cabelos muito danificados podem precisar de um emoliente (produto que amacia) a mais. Pode-se acrescentar um pouco de óleo vegetal de coco ou algumas gotas de óleo de argan.
  • Aplique a máscara obtida nos fios e deixe agir por 40 minutos.
  • Enxágue bem em água morna até retirar todos os resíduos do cabelo.
  • Recomenda-se fazer a hidratação uma vez por semana.

  • NIGHT RUN COSTÃO DO SANTINHO – 2020

    Atletismo · 19 fev, 2013

    Antes de se preparar para enfrentar o calor típico das provas do começo do ano, uma das principais preocupações dos atletas é com a hidratação. Para isso, os corredores podem contar com um fiel aliado: a água de coco.

    De acordo com a nutricionista Beatriz Alvarez, se manter hidratado com um copo de água de coco antes da prova é essencial. “A ingestão do líquido antes da prova garante uma boa ingestão de vitaminas e minerais. Ela também é uma ótima fonte de vitamina C”, afirma.

    Diferente do que se associa, a bebida não tem as mesmas substâncias calóricas do que a polpa do fruto. “A água de coco tem baixa quantidade de calorias e açúcares e, diferente dos mitos, é uma bebida natural sem quantidades significativas de gorduras”, explica.

    Apesar de o líquido ser um grande hidratante natural que, por consequência deixa a pele macia, não são todos os corredores que podem usufruir de seus benefícios. Segundo a nutricionista, a água de coco é rica em sódio e prejudicial para pessoas portadoras de hipertensão arterial.

    Substituição- Está certo que a água de coco é uma ótima alternativa na hora da hidratação, mas ela não pode ser a fonte principal de sais minerais. De acordo com Beatriz, nada substitui a água, que é oferecida em pontos de abastecimento durante o percurso das principais corridas.

    A bebida também não pode ser consumida em excesso. “A recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é que bebidas isotônicas sejam consumidas apenas por atletas, depois de uma atividade física intensa ou indicada por um especialista”, finaliza.

    Nos cabelos- Engana-se quem pensa que a água de coco só hidrata depois de ser ingerido. O líquido natural é usado frequentemente em produtos cosméticos e pode ser aplicado direto nos cabelos.

    De acordo com o esteticista Luiz Fernandez, cabeleireiro do salão Up Vision, em Santo André, São Paulo, as propriedades da bebida ajudam a manter a saúde dos fios. “O líquido previne os danos que os raios ultravioletas causam na queratina dos fios. O resultado é um cabelo brilhante e fortalecido”, conta.

    Receita Caseira- Fernandez também ensina uma receita prática para fazer em casa e garantir um cabelo hidratado. Confira:

  • Bata no liquidificador a água de coco com a polpa do fruto verde por um minuto aproximadamente.
  • Cabelos muito danificados podem precisar de um emoliente (produto que amacia) a mais. Pode-se acrescentar um pouco de óleo vegetal de coco ou algumas gotas de óleo de argan.
  • Aplique a máscara obtida nos fios e deixe agir por 40 minutos.
  • Enxágue bem em água morna até retirar todos os resíduos do cabelo.
  • Recomenda-se fazer a hidratação uma vez por semana.
  • CORRIDA DE RUA – PERSONAL ACADEMIA – 2020

    Antes de passar pelo pórtico de largada da 11ª edição do El Cruce de los Andes a dupla do Projeto Mulher não saberia se voltaria para o Brasil com uma medalha de ouro no peito. Medalha esta que seria a quinta de Cristina Carvalho e a primeira de Cilene Sophya. A incerteza da dupla, porém, não se resumia somente aos acasos de uma competição dura como o Cruce.

    A quatro meses da ultramaratona nos Andes, Cris Carvalho foi diagnosticada com uma espécie de câncer e devido ao tratamento da doença ela não saberia como seu corpo reagiria aos esforços tanto do treinamento como os da competição em si. “Entrei de cabeça erguida, treinando como sempre porque atividade física é coadjuvante do tratamento. Eu atravessei as montanhas mais importantes da minha vida com uma treinadora que eu divido confiança e aprendizado”, explica.

    Superada a desconfiança de que o físico não suportaria o nível de estresse durante os quase 100 quilômetros de trilhas andinas, Cris afirma que a dupla se tornou uma só, “um único corpo em movimento” e impôs ritmo e estratégia que foram impossíveis de serem acompanhados de perto pelas concorrentes durante os dois primeiros dias.

    Sede- Apesar de psicológica e tecnicamente superiores, a dupla precisou vencer o primeiro desafio logo no dia um. Assim como <a href=/outros/n/rosalia-finaliza-o-cruce-de-los-andes-sozinha-e-garante-o-5o-lugar/14473 target=_blankRosalia Camargo, quinta colocada na categoria solo e campeã ao lado de Cris no ano passado, as vencedoras de 2013 também tiveram contratempos com hidratação.

    A primeira a sofrer com isso foi Cilene Sophya, vice-campeã do Cruce em 2012. “Quando eu suguei água da minha mochila e ela fez aquele barulho de vazia, eu fiquei desesperada, mas não falei nada para a Cris, porque eu não queria dividir isso com ela, então pensei: ‘vou trabalhar a cabeça’”.

    A saída encontrada por ela foi beber o mínimo de água possível a cada três quilômetros para não quebrar logo no primeiro dia. “Se você mantiver a sua cabeça tranquila nesses momentos de dor e desconforto, é possível terminar, então eu só ‘molhei’ a boca durante esses 12 quilômetros finais”.

    Domínio completo- Apesar da tensão vivida pela dupla, o ritmo imposto por elas foi o mais forte da categoria, o que garantiu cerca de quatro minutos de vantagem para a segunda etapa. E essa vantagem se ampliou para cerca de 15 minutos no segundo dia.

    Com esse tempo à frente, o terceiro dia serviu como uma forma de a dupla relaxar. “A Cris quis segurar um pouquinho, era muita descida, muito forte, então nós seguramos um pouco para completar a prova, mas sempre controlando no relógio”, explica Sophya.

    Nada de frio- Ao contrário do que era esperado, o frio intenso acabou sendo um adversário muito omisso durante esta edição do Cruce. Diferente das baixas temperaturas dos anos anteriores, o que preponderou foi o calor inesperado durante as trilhas.

    Para Sophya isso chegou a ser um incômodo, principalmente durante os mais de 42 quilômetros do segundo dia. Nessa etapa os termômetros chegaram a marcar 32°C. “Foram quilômetros de sensações intermináveis e eu só pensava em acabar o dia”, confessa.

    Já Cris parece ter aproveitado mais a surpresa que os Andes apresentaram aos ultramaratonistas. “Foi verão, uma delícia, e que nos ajudou muito a descansar. Como brasileiras, só agradecemos. Foi mais uma grande vantagem”, afirma.

    Superação- Após o sexto Cruce e a quinta vitória, Cris acredita que cada participação deixa uma experiência diferente. “Amo todas as minhas duplas e trago dentro de mim a força de cada um deles”, ressalta.

    Sophya vai além. A ultramaratonista se considera muito competitiva e, por ter esse perfil, diz que pouco aproveita as paisagens que a maratona de montanha pode oferecer. Porém, alguns momentos do Cruce foram impossíveis de não serem notados.

    “Ao avistar o vulcão (Villarrica) na minha frente, uma mistura de felicidade e liberdade tomou conta de mim. E por um instante não pude conter as lágrimas que escorreram”, finaliza, colocando em palavras o quão especial foi essa vitória.


    CORRIDA DE RUA – PERSONAL ACADEMIA – 2020

    Corrida de Montanha · 18 fev, 2013

    Antes de passar pelo pórtico de largada da 11ª edição do El Cruce de los Andes a dupla do Projeto Mulher não saberia se voltaria para o Brasil com uma medalha de ouro no peito. Medalha esta que seria a quinta de Cristina Carvalho e a primeira de Cilene Sophya. A incerteza da dupla, porém, não se resumia somente aos acasos de uma competição dura como o Cruce.

    A quatro meses da ultramaratona nos Andes, Cris Carvalho foi diagnosticada com uma espécie de câncer e devido ao tratamento da doença ela não saberia como seu corpo reagiria aos esforços tanto do treinamento como os da competição em si. “Entrei de cabeça erguida, treinando como sempre porque atividade física é coadjuvante do tratamento. Eu atravessei as montanhas mais importantes da minha vida com uma treinadora que eu divido confiança e aprendizado”, explica.

    Superada a desconfiança de que o físico não suportaria o nível de estresse durante os quase 100 quilômetros de trilhas andinas, Cris afirma que a dupla se tornou uma só, “um único corpo em movimento” e impôs ritmo e estratégia que foram impossíveis de serem acompanhados de perto pelas concorrentes durante os dois primeiros dias.

    Sede- Apesar de psicológica e tecnicamente superiores, a dupla precisou vencer o primeiro desafio logo no dia um. Assim como <a href=/outros/n/rosalia-finaliza-o-cruce-de-los-andes-sozinha-e-garante-o-5o-lugar/14473 target=_blankRosalia Camargo, quinta colocada na categoria solo e campeã ao lado de Cris no ano passado, as vencedoras de 2013 também tiveram contratempos com hidratação.

    A primeira a sofrer com isso foi Cilene Sophya, vice-campeã do Cruce em 2012. “Quando eu suguei água da minha mochila e ela fez aquele barulho de vazia, eu fiquei desesperada, mas não falei nada para a Cris, porque eu não queria dividir isso com ela, então pensei: ‘vou trabalhar a cabeça’”.

    A saída encontrada por ela foi beber o mínimo de água possível a cada três quilômetros para não quebrar logo no primeiro dia. “Se você mantiver a sua cabeça tranquila nesses momentos de dor e desconforto, é possível terminar, então eu só ‘molhei’ a boca durante esses 12 quilômetros finais”.

    Domínio completo- Apesar da tensão vivida pela dupla, o ritmo imposto por elas foi o mais forte da categoria, o que garantiu cerca de quatro minutos de vantagem para a segunda etapa. E essa vantagem se ampliou para cerca de 15 minutos no segundo dia.

    Com esse tempo à frente, o terceiro dia serviu como uma forma de a dupla relaxar. “A Cris quis segurar um pouquinho, era muita descida, muito forte, então nós seguramos um pouco para completar a prova, mas sempre controlando no relógio”, explica Sophya.

    Nada de frio- Ao contrário do que era esperado, o frio intenso acabou sendo um adversário muito omisso durante esta edição do Cruce. Diferente das baixas temperaturas dos anos anteriores, o que preponderou foi o calor inesperado durante as trilhas.

    Para Sophya isso chegou a ser um incômodo, principalmente durante os mais de 42 quilômetros do segundo dia. Nessa etapa os termômetros chegaram a marcar 32°C. “Foram quilômetros de sensações intermináveis e eu só pensava em acabar o dia”, confessa.

    Já Cris parece ter aproveitado mais a surpresa que os Andes apresentaram aos ultramaratonistas. “Foi verão, uma delícia, e que nos ajudou muito a descansar. Como brasileiras, só agradecemos. Foi mais uma grande vantagem”, afirma.

    Superação- Após o sexto Cruce e a quinta vitória, Cris acredita que cada participação deixa uma experiência diferente. “Amo todas as minhas duplas e trago dentro de mim a força de cada um deles”, ressalta.

    Sophya vai além. A ultramaratonista se considera muito competitiva e, por ter esse perfil, diz que pouco aproveita as paisagens que a maratona de montanha pode oferecer. Porém, alguns momentos do Cruce foram impossíveis de não serem notados.

    “Ao avistar o vulcão (Villarrica) na minha frente, uma mistura de felicidade e liberdade tomou conta de mim. E por um instante não pude conter as lágrimas que escorreram”, finaliza, colocando em palavras o quão especial foi essa vitória.

    Cada vez mais recebemos pacientes que pesquisam e abrem exames antes de virem ao nosso consultório. Por um lado isso é bom, pois sempre penso que quanto mais esclarecido meu paciente estiver, maiores as chances de ele aderir ao tratamento e entender a importância das orientações. O lado negativo é que muitos chegam assustados com descrições como degeneração articular, afilamento da cartilagem, ruptura completa de algum ligamento.

    Estas alterações que podem ser encontradas no laudo de qualquer paciente às vezes assustam mais do que deveriam. Esclarecer as dúvidas com um profissional que saiba interpretar o laudo é importante para não criar alarmes falsos.

    Os itens citados no parágrafo anterior não determinam uma condenação do paciente a ter dor para o resto da vida e nem que o paciente nunca mais poderá fazer exercícios. Na maior parte dos casos os pacientes voltam para suas atividades normais com a mesma intensidade com que praticavam antes dos exames com estas alterações tão assustadoras.

    Joelho feminino- Nas mulheres o ângulo Q formado pelos ângulos entre a tíbia e o fêmur já é aumentado em relação aos homens, o que favorece ao aumento da compressão da patela contra o fêmur. Às vezes uma simples rotação de menos de 1 grau da tíbia, por exemplo, imperceptível para a maior parte das pessoas, poderia causar uma compressão ainda maior da patela contra o fêmur. Na mulher isso é ainda mais comum pelo aumento do ângulo Q, o que levaria a degeneração da cartilagem tanto da patela como do fêmur, assintomática por muito tempo.

    Em um certo momento, por uma atividade de sobrecarga de peso, escada ou por correr uma simples meia maratona, vem à tona a dor e às vezes até edema (inchaço), o que chama a atenção e leva o atleta a consultar um médico. Nesta situação, muitas vezes o paciente chega a nosso consultório com uma visão muito negativa do quadro. No entanto, apenas com algumas manobras de terapia manual, realinhamos sua tíbia e a dor diminui de forma surpreendente, o que está longe de “bruxaria” ou “milagre” como alguns pacientes relatam, na verdade é pura biomecânica.

    Calma- Portanto, a recomendação é não criar falsas desesperanças baseado no laudo do seu exame. Confie no diagnóstico de seu médico, que usará o exame como coadjuvante para determinar o tratamento e confie no seu fisioterapeuta, pois com terapia manual, alongamentos, exercícios específicos e eletrotermoterapia é possível ter ótimos resultados para correr muitos quilômetros, por muitos anos.

    Até a próxima!


    Atletismo · 18 fev, 2013

    Cada vez mais recebemos pacientes que pesquisam e abrem exames antes de virem ao nosso consultório. Por um lado isso é bom, pois sempre penso que quanto mais esclarecido meu paciente estiver, maiores as chances de ele aderir ao tratamento e entender a importância das orientações. O lado negativo é que muitos chegam assustados com descrições como degeneração articular, afilamento da cartilagem, ruptura completa de algum ligamento.

    Estas alterações que podem ser encontradas no laudo de qualquer paciente às vezes assustam mais do que deveriam. Esclarecer as dúvidas com um profissional que saiba interpretar o laudo é importante para não criar alarmes falsos.

    Os itens citados no parágrafo anterior não determinam uma condenação do paciente a ter dor para o resto da vida e nem que o paciente nunca mais poderá fazer exercícios. Na maior parte dos casos os pacientes voltam para suas atividades normais com a mesma intensidade com que praticavam antes dos exames com estas alterações tão assustadoras.

    Joelho feminino- Nas mulheres o ângulo Q formado pelos ângulos entre a tíbia e o fêmur já é aumentado em relação aos homens, o que favorece ao aumento da compressão da patela contra o fêmur. Às vezes uma simples rotação de menos de 1 grau da tíbia, por exemplo, imperceptível para a maior parte das pessoas, poderia causar uma compressão ainda maior da patela contra o fêmur. Na mulher isso é ainda mais comum pelo aumento do ângulo Q, o que levaria a degeneração da cartilagem tanto da patela como do fêmur, assintomática por muito tempo.

    Em um certo momento, por uma atividade de sobrecarga de peso, escada ou por correr uma simples meia maratona, vem à tona a dor e às vezes até edema (inchaço), o que chama a atenção e leva o atleta a consultar um médico. Nesta situação, muitas vezes o paciente chega a nosso consultório com uma visão muito negativa do quadro. No entanto, apenas com algumas manobras de terapia manual, realinhamos sua tíbia e a dor diminui de forma surpreendente, o que está longe de “bruxaria” ou “milagre” como alguns pacientes relatam, na verdade é pura biomecânica.

    Calma- Portanto, a recomendação é não criar falsas desesperanças baseado no laudo do seu exame. Confie no diagnóstico de seu médico, que usará o exame como coadjuvante para determinar o tratamento e confie no seu fisioterapeuta, pois com terapia manual, alongamentos, exercícios específicos e eletrotermoterapia é possível ter ótimos resultados para correr muitos quilômetros, por muitos anos.

    Até a próxima!

    DESAFIO SUBIDA AO MIRANTE JOINVILLE 2020

    Em prova de pouca expressão, o maratonista olímpico Marílson Gomes dos Santos marcou sua estreia na temporada 2013. Sendo a única estrela a correr os dez quilômetros da 29ª Volta Pedestre Cidade de Itu, no município do interior paulista, o fundista confirmou o favoritismo e venceu a competição.

    De acordo com seu treinador, Adauto Domingues, o percurso da corrida não era considerado fácil e Marílson fez um bom trabalho ao vencer e bater o recorde da prova, que agora é de 29min35. “O percurso tinha subidas e descidas e o Marílson se saiu muito bem”, afirma.

    Novas distâncias- Antes da corrida do último sábado, o fundista<a href=/corridasderua/n/marilson-anuncia-que-nao-focara-maratonas-ou-provas-longas-em-2013/14457 target=_blank já havia confirmado que mudaria o foco de competições desse ano, trocando as provas de longa distância para competições mais curtas. “Por enquanto, não estou pensando em maratona nem em conseguir índice para o Mundial de Moscou”, ressaltou, às vésperas da corrida, o quinto colocado na maratona olímpica.

    De acordo com o maratonista, ele não tem intenções de alcançar o índice e ir para Moscou apenas para aumentar o número de integrantes da delegação brasileira. “É complicado pensar agora em conseguir índice. Também não quero ir para um mundial só por ir. Não compensa”, encerrou.


    DESAFIO SUBIDA AO MIRANTE JOINVILLE 2020

    Corridas de Rua · 18 fev, 2013

    Em prova de pouca expressão, o maratonista olímpico Marílson Gomes dos Santos marcou sua estreia na temporada 2013. Sendo a única estrela a correr os dez quilômetros da 29ª Volta Pedestre Cidade de Itu, no município do interior paulista, o fundista confirmou o favoritismo e venceu a competição.

    De acordo com seu treinador, Adauto Domingues, o percurso da corrida não era considerado fácil e Marílson fez um bom trabalho ao vencer e bater o recorde da prova, que agora é de 29min35. “O percurso tinha subidas e descidas e o Marílson se saiu muito bem”, afirma.

    Novas distâncias- Antes da corrida do último sábado, o fundista<a href=/corridasderua/n/marilson-anuncia-que-nao-focara-maratonas-ou-provas-longas-em-2013/14457 target=_blank já havia confirmado que mudaria o foco de competições desse ano, trocando as provas de longa distância para competições mais curtas. “Por enquanto, não estou pensando em maratona nem em conseguir índice para o Mundial de Moscou”, ressaltou, às vésperas da corrida, o quinto colocado na maratona olímpica.

    De acordo com o maratonista, ele não tem intenções de alcançar o índice e ir para Moscou apenas para aumentar o número de integrantes da delegação brasileira. “É complicado pensar agora em conseguir índice. Também não quero ir para um mundial só por ir. Não compensa”, encerrou.

    Corridas de Rua · 12 ago, 2003

    A cidade de Itanhaém, em São Paulo, vai receber na manhã deste próximo domingo (17) mais de 500 corredores que estarão participando dos 10 Km de Itanhaém, quinta etapa do Circuito Baixada Santista de Corridas de Rua.

    Segundo os organizadores do evento a competição deverá bater o recorde de participantes no Litoral Sul, que pertence a Peruíbe, em 2001 com 540 participantes. O circuito já passou por Guarujá (2 vezes), Cubatão e Praia Grande.Após esta quinta etapa, está programada a etapa de Mongaguá (14 de setembro) e Bertioga (19 de outubro). Neste ano de 2003, somente Itanhaém e Mongaguá terão o privilégio de receber etapas do Circuito Baixada Santista.

    Percurso - O percurso definido pelos organizadores juntamente com o Departamento de Esportes da Prefeitura de Itanhaém, é o mesmo dos 10 km de Itanhaém do ano passado com saída e chegada da prova acontecendo no Ginásio de Esportes “Benedito Calixto”, no Centro. O envolverá ainda a Avenida Beira Mar, Rua Otaviano Albuquerque, Avenida João Batista Leal, Avenida Wallace Skerrat, Rua Pedro Américo, fazendo o retorno de volta próximo a Rua Maranhão.