A Oakley decidiu fazer diferente nos Jogos Olímpicos do Rio 2016, ela apresenta a Green Fade Collection, coleção de óculos que será usada por atletas do Team Oakley que estarão nas Olimpíadas. Serão mais de 700 atletas do mundo inteiro usando os modelos.
Foto: montagem sobre divulgaçãoTodos os óculos da coleção foram pintados à mão na sede da Oakley, na Califórnia. Os modelos estarão disponíveis tanto na opção performance, como no lifestyle. Todos possuem a tecnologia Prizm, que equaliza as cores do ambiente e auxilia a enxergar melhor.
Cada modelo foi pintado a mão e os modelos para a venda estão disponíveis em lojas específicas da marca e no site.
Modelos lifestyle Foto: montagem sobre divulgaçãoAtletismo · 20 jul, 2016
A Oakley decidiu fazer diferente nos Jogos Olímpicos do Rio 2016, ela apresenta a Green Fade Collection, coleção de óculos que será usada por atletas do Team Oakley que estarão nas Olimpíadas. Serão mais de 700 atletas do mundo inteiro usando os modelos.
Foto: montagem sobre divulgaçãoTodos os óculos da coleção foram pintados à mão na sede da Oakley, na Califórnia. Os modelos estarão disponíveis tanto na opção performance, como no lifestyle. Todos possuem a tecnologia Prizm, que equaliza as cores do ambiente e auxilia a enxergar melhor.
Cada modelo foi pintado a mão e os modelos para a venda estão disponíveis em lojas específicas da marca e no site.
Modelos lifestyle Foto: montagem sobre divulgaçãoCorrida de Montanha · 15 jul, 2016
De acordo com um estudo publicado em 2015 na revista Arquivos Brasileiros de Cardiologia, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), 50 mil pessoas morrem todo ano no Brasil por complicações cardíacas. Além disso, estima-se que 100 mil novos casos sejam diagnosticados a cada ano no país. Já os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mostram que 23 milhões de pessoas sofrem com a insuficiência cardíaca em todo o mundo.
50 mil pessoas morrem todo ano no Brasil por complicações cardíacas. Foto: Viacheslav Iakobchuk/FotoliaPensando nisso, conversamos com Marisa Campos Moraes Amato, cardiologista do Amato Instituto de Medicina Avançada. A especialista explicou que a insuficiência cardíaca é a falha do coração bombear o sangue para o corpo e que se esse sangue não consegue ser propulsionado para a circulação, isso faz com que ele se acumule nos pulmões. Isso resulta na falta de ar e no edema (inchaço nas pernas, rosto e barriga). Se tudo isso ocorrer progressivamente, pode ter graus variados de sintomas, completa.
Mas será que essa doença atinge mais homens ou mulheres? Marisa afirma que a insuficiência cardíaca sem sintomas é predominante em mulheres idosas. Já a doença com sintomas é mais comum em homens e associada com edema, doença coronariana, insuficiência renal crônica, uso de álcool, cigarro e hospitalizações.
A cardiologista ainda reforça que essa doença é reconhecida na atualidade como um importante problema de saúde pública com perspectiva de tornar-se cada vez maior. A idade mais predisponente para o aparecimento da insuficiência cardíaca é acima de 60 anos. A doença é a via final da maioria das cardiopatias, por isso está associada ao aumento da longevidade da população e ao avanço diagnóstico e terapêutico das cardiopatias, assim como da própria insuficiência cardíaca, que ocasiona maior sobrevida, fala.
A atividade física pode ser uma aliada na prevenção de diversas causas da insuficiência cardíaca. Foto: Yeko Photo Studio/FotoliaCausas e sintomas
Segundo Marisa, a doença não é o único diagnóstico, sendo que múltiplos fatores de riscos estão presentes simultaneamente e precedem o surgimento da insuficiência cardíaca, o que torna difícil selecionar a causa básica. Por exemplo, entre os principais fatores de risco estão cardiomiopatia chagásica, hipertensão arterial, anemia, doença coronariana, dislipidemia, obesidade e diabetes, diz.
Pratique atividade física
Os exercícios físicos podem ser grandes aliados na prevenção de diversas causas da insuficiência cardíaca, porém a especialista enfatiza que é importante que a pessoa tenha sempre o acompanhamento de um médico. O mesmo vale para quando a doença já está instalada. A reabilitação ou atividade física programada melhora a qualidade de vida, afirma.
Por fim, a cardiologista listou algumas recomendações para prevenir a insuficiência cardíaca:
Corrida de Montanha · 13 jul, 2016
O leite deixou de ser o queridinho das dietas e cada vez mais produtos sem lactose estão no mercado, mas será que toda essa mudança faz realmente alguma diferença? Será que para quem corre há alguma substância prejudicial ao desempenho durante treinos e provas?
Segundo a nutricionista Patrícia Cruz existem explicações para o surgimento de cada vez mais indivíduos intolerantes. Algumas pessoas vem diminuindo o consumo de leite fazendo com que a enzima lactase, que é responsável pela digestão da lactose, diminua sua capacidade de produção e ação, impossibilitando uma digestão eficiente, diz. Outro fator importante é o estilo de vida da população em geral. A dieta irregular, pobre em fibra, rica em gordura entre outros fatores ocasiona alterações microbiotas intestinais e assim, as intolerâncias alimentares surgem, diz.
Os carboidratos de rápida digestão e em menor volume são a principal sugestão de Patrícia para o consumo pré-treino. Não costumo prescrever leite por ser líquido e causar certo desconforto no início de uma corrida. Porém, ele só deve ser cortado completamente para pessoas que apresentarem diagnóstico positivo de intolerância ou alergia, explica.
A substituição por leites vegetais como soja, amêndoa, arroz ou aveia, de preferência enriquecidos em cálcio, é importante além de muitas vezes existir a necessidade de suplementação oral. Pode ser também que a pessoa não se sinta bem ao ingerir suplementos, porque muitos são a base de proteína do soro do leite, o que pode causar desconforto, diz.
A substituição por leites vegetais como soja, amêndoa, arroz ou aveia, de preferência enriquecidos em cálcio é importante Foto: Luigi Giordano/FotoliaCorrida X Leite
A nutricionista indica que os atletas optem por versões isentas ou com baixo teor de gordura. O mais correto é que o alimento faça parte do desjejum ou café da manhã. Ele também pode ser consumido em uma refeição pós-treino para quem não se sente mal.
Iogurtes naturais, desnatados, integrais, light e zero são boas opções para substituir o leite em si, enquanto queijos, principalmente os amarelos, oferecem um teor maior de gordura e sal que pode fazer mal a que consumir.
A edição 2016 do Xterra Costa Verde foi especial para os campeões dos 50 quilômetros, Iazaldir Feitoza e Rosalia Guarisch na tarde do último domingo (10/07), em Mangaratiba (RJ). Enquanto ele alcançou sua décima vitória no circuito até hoje, ela pôde mais uma vez colher os louros da vitória após uma parada por conta da gravidez e nascimento de sua filha.
Parte da prova foi dentro do Hotel Portobello. Foto: Alexandre Koda/ WebrunMas para alcançar o feito ambos tiveram que controlar o emocional e administrar o ritmo em uma prova que teve ventos fortes, cachorros soltos e vacas atravessando o percurso. O tiro de partida foi dado às 7h no interior do Hotel Portobello Resort ao som da tradicional música Highway to Hell, da banda australiana AC/DC. Iaza saiu num grupo formado por Carlos Magno, Odilon de Jesus e Marcus Paulo Borges, que passaram a se revezara na liderança para ajudar a quebrar o vento frontal.
Rosalia e Vera estavam juntas no começo da corrida. Foto: Alexandre Koda/ WebrunAlguns quilômetros após a saída da trilha do oleoduto, já no asfalto, o grupo foi reduzido a três, já que Marcus não conseguia mais alcançar o ritmo dos líderes. O percurso seguia alternando piso de terra com asfalto, subidas e curvas fechadas na antiga Estrada Imperial (RJ-149). Entre as mulheres, Rosalia vinha correndo junto com Vera Saporito até o primeiro terço de prova, mas na área urbana passou a liderar sozinha e tinha como meta ultrapassar alguns homens.
O pelotão masculino não durou muito tempo junto. Foto: Alexandre Koda/ WebrunAntes do posto de abastecimento da Serra do Piloto, Iazaldir já havia deixado os adversários para trás e passou a lutar contra o relógio com o objetivo de baixar seu tempo na distância. Após uma rápida hidratação ele retornou pelo mesmo caminho de ida até entrar na trilha que o levaria de volta às imediações do Hotel Portobello Resort, trecho em que a diferença para o então segundo colocado era de menos de um minuto.
Rosalia passou a liderar a prova sozinha na Rj-149. Foto: Alexandre Koda/ WebrunIazadir não aliviou o ritmo e cumpriu a meta de bater o recorde da prova: finalizou em primeiro com 3h55min52. Todo ano participo de alguma prova do XTerra, já fui campeão do circuito algumas vezes, mas essa tem um sabor especial porque o último ano foi muito difícil na vida pessoal, comenta o carioca. Eu tinha duas opções: afundar-me na depressão ou levantar a cabeça e seguir em frente. Escolhi a porta da felicidade e continuar a fazer o que mais gosto que é correr, completa o ultramaratonista que nunca havia corrido a distância de 50 quilômetros sub 4h.
Iaza administrou bem os techos de asfalto e trilha. Foto: Alexandre Koda/ WebrunA prova tinha vários trechos planos e boa parte de asfalto, algo que segundo Iaza não foi um problema. Hoje em dia para você ser um corredor de trail tem que ser versátil e achar o equilíbrio, treinando subida, descida, asfalto para fazer o melhor de si. Eu sabia que tinha muita parte plana, então escolhi o tênis certo e estudei a prova para montar minha estratégia.
Vera aproveitou o riacho para se refrescar do calor do Rio de Janeiro. Foto: Alexandre Koda/ WebrunA segunda colocação ficou com Gleiciomar dos Santos (4h07min54) e a terceira com Odilon de Jesus Leandro (4h10min45). Eu tenho feito várias competições e acredito que o resultado dessa prova é fruto de um bom trabalho. O percurso não tinha muitas subidas, mas castiga um pouco, conta o vice-campeão. Estou muito contente por ter disputado com um atleta de alto nível como o Iazaldir, completa. Já para Odilon, o terceiro lugar tem sabor de vitória. Quero muito vencer esse Xterra, mas sempre tem atletas muito bons competindo. Fiquei um ano parado por conta de lesões, achei que não fosse chegar entre os primeiros, mas fiquei muito feliz com o resultado.
Iaza venceu seu décimo Xterra. Foto: Bruno Meneghitti/ divulgaçãoO retorno de uma campeã
Rosalia Guarisch ficou dois anos longe do Xterra por conta do nascimento de sua filha Maria e se emocionou ao cruzar a linha de chegada em primeiro lugar. É muito bom estar de volta, é horrível acompanhar só de longe uma prova tão irada como essa, conta a carioca. Consegui me manter rápida na trilha e também no asfalto, já que a altimetria sempre variava. Estava divertido, não foi uma prova monótona.
Assim que cruzou o pórtico de chegada ela recebeu a filha nos braços e disse que não via a hora de contar para ela a aventura de mais uma corrida. Queria dividir com a Maria tudo o que eu experimentei nessas cinco horas. Fugi de vaca, atravessei rio, enfrentei tempestade de areia, mas faço o que eu gosto. Espero que ela um dia descubra algo que goste tanto quanto eu gosto de correr, conta emocionada. Acompanhei essa prova em casa nesse tempo fora e estou muito feliz com o resultado.
Rosalia dedicou a vitória à filha, Maria. Foto: Alexandre Koda/ WebrunA segunda colocação ficou com Giuliana Zanatta (5h31min) e a terceira com Vera Saporito (6h05min33). Particularmente gostei bastante da prova por conta dos trechos de asfalto e as trilhas não muito técnicas, conta a segunda colocada. A parte mais complicada foi no final, quando encontrei o pessoal do short triathlon na trilha e tive que driblá-los para abrir caminho. Ultrapassei a Vera ainda no asfalto, mas alcançar a Rosalia não tem como, ela é única, completa a dentista que mora em Itatiba (SP).
Giuliana é dentista e disse que usa a corrida como hobby. Foto: Alexandre Koda/ WebrunJá Vera Saporito confessa que o início da prova foi bastante complicado. Sou muito ruim no asfalto, mas tudo o que eu sofri foi recompensado na parte técnica com subidas e descidas e consegui recuperar um pouco o tempo perdido. Ela elogia a organização e diz que a cada ano os responsáveis pelo percurso se superam. Haja criatividade desse pessoal, valeu a pena todo o perrengue.
A próxima etapa do Circuito será em Ilhabela nos dias 27 e 28 de agosto com provas de short triathlon, corridas de 8,4 e 22,2 quilômetros, swim challenge noturno, enduro e Kids. As inscrições estão disponíveis pelo site oficial do Xterra.
Iazaldir e Rosalia voltaram para casa com uma bagagem extra. Foto: Alexandre Koda/ WebrunCorrida de Montanha · 12 jul, 2016
A edição 2016 do Xterra Costa Verde foi especial para os campeões dos 50 quilômetros, Iazaldir Feitoza e Rosalia Guarisch na tarde do último domingo (10/07), em Mangaratiba (RJ). Enquanto ele alcançou sua décima vitória no circuito até hoje, ela pôde mais uma vez colher os louros da vitória após uma parada por conta da gravidez e nascimento de sua filha.
Parte da prova foi dentro do Hotel Portobello. Foto: Alexandre Koda/ WebrunMas para alcançar o feito ambos tiveram que controlar o emocional e administrar o ritmo em uma prova que teve ventos fortes, cachorros soltos e vacas atravessando o percurso. O tiro de partida foi dado às 7h no interior do Hotel Portobello Resort ao som da tradicional música Highway to Hell, da banda australiana AC/DC. Iaza saiu num grupo formado por Carlos Magno, Odilon de Jesus e Marcus Paulo Borges, que passaram a se revezara na liderança para ajudar a quebrar o vento frontal.
Rosalia e Vera estavam juntas no começo da corrida. Foto: Alexandre Koda/ WebrunAlguns quilômetros após a saída da trilha do oleoduto, já no asfalto, o grupo foi reduzido a três, já que Marcus não conseguia mais alcançar o ritmo dos líderes. O percurso seguia alternando piso de terra com asfalto, subidas e curvas fechadas na antiga Estrada Imperial (RJ-149). Entre as mulheres, Rosalia vinha correndo junto com Vera Saporito até o primeiro terço de prova, mas na área urbana passou a liderar sozinha e tinha como meta ultrapassar alguns homens.
O pelotão masculino não durou muito tempo junto. Foto: Alexandre Koda/ WebrunAntes do posto de abastecimento da Serra do Piloto, Iazaldir já havia deixado os adversários para trás e passou a lutar contra o relógio com o objetivo de baixar seu tempo na distância. Após uma rápida hidratação ele retornou pelo mesmo caminho de ida até entrar na trilha que o levaria de volta às imediações do Hotel Portobello Resort, trecho em que a diferença para o então segundo colocado era de menos de um minuto.
Rosalia passou a liderar a prova sozinha na Rj-149. Foto: Alexandre Koda/ WebrunIazadir não aliviou o ritmo e cumpriu a meta de bater o recorde da prova: finalizou em primeiro com 3h55min52. Todo ano participo de alguma prova do XTerra, já fui campeão do circuito algumas vezes, mas essa tem um sabor especial porque o último ano foi muito difícil na vida pessoal, comenta o carioca. Eu tinha duas opções: afundar-me na depressão ou levantar a cabeça e seguir em frente. Escolhi a porta da felicidade e continuar a fazer o que mais gosto que é correr, completa o ultramaratonista que nunca havia corrido a distância de 50 quilômetros sub 4h.
Iaza administrou bem os techos de asfalto e trilha. Foto: Alexandre Koda/ WebrunA prova tinha vários trechos planos e boa parte de asfalto, algo que segundo Iaza não foi um problema. Hoje em dia para você ser um corredor de trail tem que ser versátil e achar o equilíbrio, treinando subida, descida, asfalto para fazer o melhor de si. Eu sabia que tinha muita parte plana, então escolhi o tênis certo e estudei a prova para montar minha estratégia.
Vera aproveitou o riacho para se refrescar do calor do Rio de Janeiro. Foto: Alexandre Koda/ WebrunA segunda colocação ficou com Gleiciomar dos Santos (4h07min54) e a terceira com Odilon de Jesus Leandro (4h10min45). Eu tenho feito várias competições e acredito que o resultado dessa prova é fruto de um bom trabalho. O percurso não tinha muitas subidas, mas castiga um pouco, conta o vice-campeão. Estou muito contente por ter disputado com um atleta de alto nível como o Iazaldir, completa. Já para Odilon, o terceiro lugar tem sabor de vitória. Quero muito vencer esse Xterra, mas sempre tem atletas muito bons competindo. Fiquei um ano parado por conta de lesões, achei que não fosse chegar entre os primeiros, mas fiquei muito feliz com o resultado.
Iaza venceu seu décimo Xterra. Foto: Bruno Meneghitti/ divulgaçãoO retorno de uma campeã
Rosalia Guarisch ficou dois anos longe do Xterra por conta do nascimento de sua filha Maria e se emocionou ao cruzar a linha de chegada em primeiro lugar. É muito bom estar de volta, é horrível acompanhar só de longe uma prova tão irada como essa, conta a carioca. Consegui me manter rápida na trilha e também no asfalto, já que a altimetria sempre variava. Estava divertido, não foi uma prova monótona.
Assim que cruzou o pórtico de chegada ela recebeu a filha nos braços e disse que não via a hora de contar para ela a aventura de mais uma corrida. Queria dividir com a Maria tudo o que eu experimentei nessas cinco horas. Fugi de vaca, atravessei rio, enfrentei tempestade de areia, mas faço o que eu gosto. Espero que ela um dia descubra algo que goste tanto quanto eu gosto de correr, conta emocionada. Acompanhei essa prova em casa nesse tempo fora e estou muito feliz com o resultado.
Rosalia dedicou a vitória à filha, Maria. Foto: Alexandre Koda/ WebrunA segunda colocação ficou com Giuliana Zanatta (5h31min) e a terceira com Vera Saporito (6h05min33). Particularmente gostei bastante da prova por conta dos trechos de asfalto e as trilhas não muito técnicas, conta a segunda colocada. A parte mais complicada foi no final, quando encontrei o pessoal do short triathlon na trilha e tive que driblá-los para abrir caminho. Ultrapassei a Vera ainda no asfalto, mas alcançar a Rosalia não tem como, ela é única, completa a dentista que mora em Itatiba (SP).
Giuliana é dentista e disse que usa a corrida como hobby. Foto: Alexandre Koda/ WebrunJá Vera Saporito confessa que o início da prova foi bastante complicado. Sou muito ruim no asfalto, mas tudo o que eu sofri foi recompensado na parte técnica com subidas e descidas e consegui recuperar um pouco o tempo perdido. Ela elogia a organização e diz que a cada ano os responsáveis pelo percurso se superam. Haja criatividade desse pessoal, valeu a pena todo o perrengue.
A próxima etapa do Circuito será em Ilhabela nos dias 27 e 28 de agosto com provas de short triathlon, corridas de 8,4 e 22,2 quilômetros, swim challenge noturno, enduro e Kids. As inscrições estão disponíveis pelo site oficial do Xterra.
Iazaldir e Rosalia voltaram para casa com uma bagagem extra. Foto: Alexandre Koda/ WebrunCaminhada · 12 jul, 2016
O produto promete duração de mais de dez horas de reprodução de som Foto: divulgaçãoA marca Harman apresenta o seu mais novo headphone esportivo ao mercado brasileiro: JBL Reflect Response. O fone, que conta com a tecnologia wireless, possui como um dos seus principais diferenciais a possibilidade de controlar volumes e chamadas com apenas o toque de um único botão, presente na face externa de cada concha.
Essa tecnologia oferece comodidade para o corredor que não precisa paralisar os treinos para alterar a playlist, ou ainda realizar e atender chamadas. Com o JBL Reflect Response também é possível aproveitar mais de dez horas de reprodução de som.
Sendo um headphone com bluetooth, o JBL Reflect Response foi projetado para a prática de exercícios com total liberdade. Com a proposta de ser mais leve, do que os demais headphones esportivos, ele possui um colar que repousa no pescoço aliviando assim, o peso do fone nos ouvidos ele conta ainda com ponteiras ergonômicas que proporcionam um encaixe anatômico.
À prova de suor, o headphone permite ao usuário exercitar-se ao máximo sem que a transpiração influencie em seu desempenho. Os seus cabos reflexivos, são resistentes e aprimoram a visibilidade noturna, o que os torna ideais tanto para atletas profissionais como para corredores de final de semana. O produto tem valor médio de R$ 929.
Detalhes técnicos
- Alto-falantes dinâmicos Premium de 8,6 mm
- Resposta de frequência de 10 Hz a 22 kHz
- Bluetooth
À prova de suor, o headphone permite ao usuário exercitar-se ao máximo sem que a transpiração influencie em seu desempenho Foto: divulgaçãoCorrida de Montanha · 11 jul, 2016
A famosa Maratona de Revezamento Bertioga - Maresias terá uma nova face na edição do dia 22 de outubro. Pela primeira vez o percurso será invertido, tendo como largada a cidade de Maresias, na altura do portal 15 e terminando em Bertioga, mudando assim também o nome do evento.
Segundo Celio Balieiro, organizador da prova a intenção era fazer isto há muitos anos. Desde o início gostaríamos de fazer uma prova que começasse em Bertioga e a outra em Maresias. Dessa vez, após tantos anos de provas nós conseguimos. Acredito que será uma corrida mais rápida, já que a serra é logo no início, então até mesmo na questão da parte psicológica, para o atleta, será um desafio melhor.
Além disso, o organizador contou que a logística da prova que termina em Maresias é sempre mais complicada. Fazendo ao contrário conseguimos liberar a serra bem mais cedo e os atletas correm em um horário que não há tanto movimento, bem menos perigoso, é bom para todo mundo.
Organizadores querem aumento da prova para corredores percorrem duas vezes os 75km Foto: Divulgação/FacebookPara os fãs do antigo percurso não ficarem chateados Celio avisa que as duas opções serão mantidas, cada uma em um período do ano. Agora a próxima novidade é mudar o conceito da prova com o aumento da quilometragem. Depois de vários pedidos decidimos testar a proposta de uma ultra em dois dias. A ideia é que os atletas saiam no sábado e corram até Maresias e no domingo voltem a Bertioga, correndo duas vezes os 75 quilômetros. Pode parecer impossível, mas o projeto já está em fase de teste. Ano passado alguns corredores já fizeram a prova desta forma e queremos inserir este novo modelo oficialmente. A prova atrai até mesmo atletas estrangeiros, já temos quatro inscritos para outubro, queremos crescer mais, diz.
Atletismo · 06 jul, 2016
Fonte de fósforo, ácido fólico, ferro, vitamina E, vitamina B1 e mais uma coleção de benefícios, a quinoa foi transformada em sabor em forma de snacks. Já à venda no Brasil, o Q/snack é o primeiro e único feito 100% de quinoa, sem glúten nem lactose, e pode ser consumido por crianças e adultos, com ou sem restrições alimentares.
Além disso, é ideal para lanches rápidos, pois possui todos os nutrientes necessários para uma refeição, conta Sergio Magalhães, um dos idealizadores do Q/snack. A quinoa é um grão tão completo que não precisamos imputar mais nada no produto, a não ser sabor, completa.
Com formato de rings e balls, em embalagens de dois tamanhos (22g com preço sugerido de R$ 9,90 e 44g preço sugerido: R$ 14,90), Q/snack é integral, natural e vegano, não tem aditivos, conservantes, corantes artificiais, açúcar ou colesterol. Assim como a quinoa, é pura proteína com fibras, carboidratos e ácidos graxos essenciais (ômegas 3, 6 e 9), com adição dos temperos naturais de seus quatro diferentes sabores, cebola e salsa, sal marinho, chocolate e tomate com ervas. Mas, diferentemente da quinoa em grão, o Q/snack tem digestibilidade aumentada e não tem sabor amargo.
Com formato de rings e balls, em embalagens de dois tamanhos Foto: DivulgaçãoOnde encontrar?
O Q/snack pode ser encontrado em alguns pontos de vendas específicos em São Paulo Casa Santa Luzia, Empório Santa Maria e St. Marche, também pelo seu e-commerce: www.qsnack.com.br com entrega para todo o Brasil.
A cada produto comprado pelo e-commerce da marca, Q/snack doará R$ 1 para a Special Olympics Brasil, organização criada para apoiar portadores de deficiências intelectuais no treinamento e competições esportivas em diversas modalidades olímpicas, dando oportunidade para que desenvolvam suas aptidões físicas e sociais.
Corridas de Rua · 05 jul, 2016
Disponível nas versões Mid e Low, o Nike LunarEpic Flyknit conta com cabedal Flyknit ultra-leve e cabos Flywire para maior suporte e ajuste dinâmico. Na entressola, a nova tecnologia de injeção dupla funde duas espumas Lunarlon, de diferenes densidades, numa única peça. Cortes a laser na lateral facilitam o amortecimento e aumentam a flexibilidade nos pontos essenciais. Além disso, a sola externa não contém borracha e traz cinco cilindros geométricos que se movimentam individualmente durante a passada permitindo que a compressão seja localizada, promovendo passadas mais fluidas. A estrutura maximiza tração e amortecimento, garantindo uma transição sem igual dos movimentos entre calcanhar e dedos, e dando resposta superior ao atleta.
Combinados, esses componentes criam um tênis que, segundo a marca, o ajuste quase chega a ser imperceptível. Ele se adapta aos movimentos do corpo, cria uma sensação de fluidez e oferece maciez superior. Altamente versátil, o modelo é ideal para corredores interessados em treinos de longa distância, corridas progressivas ou de recuperação.
Comprando pelo Nike.com, o consumidor pode testar o produto por até 30 dias sem compromisso Foto: Divulgação Nike LunarEpic Podcast: escute e corra
E para sentir todos esses benefícios, a Nike criou o LunarEpic Podcast. Um treino individual com áudio que ajuda a guiar a experimentação das tecnologias incomparáveis do Nike LunarEpic Flyknit. Você baixa e escuta uma corrida rápida de 30 minutos liderada pela treinadora do NRC Rio, Luiza Fellippa, e motivada por uma lista de músicas para acelerar o ritmo.
Trial LunarEpic Flyknit: ame ou devolva
Comprando pelo Nike.com, o consumidor pode testar o produto por até 30 dias sem compromisso, e caso não fique totalmente satisfeito, ele pode trocar por outro produto Nike ou ainda receber o valor de volta. Confira os critérios no site para utilizar o produto desta forma.
Caminhada · 05 jul, 2016
Contar calorias já virou rotina na vida de muitas pessoas que querem controlar o peso. Mas como será que elas podem influenciar na sua alimentação?
Caloria é uma unidade de medida de energia. Ela é usada para definir quanto de energia uma bebida ou alimento fornece ao organismo ou para determinar quanta energia gastamos com uma atividade física, por exemplo, explica Fabiana Honda, nutricionista e fitoterapeuta da PB Consultoria em Nutrição.
Será que é realmente fundamental controlar a quantidade de calorias dos alimentos? Foto:Volker Witt/FotoliaDe acordo com a especialista, o princípio básico da perda ou ganho de peso está relacionado com o balanço energético. Se a ingestão de energia for maior que o gasto, iremos ganhar peso, mas se for similar ao gasto iremos manter o peso. Já se o gasto for maior que a ingestão, iremos perder peso, fala.
Fabiana ainda afirma que nem sempre uma diferença de um a dois quilos em um curto espaço de tempo significa perda ou ganho de gordura. Isso porque, segundo a nutricionista, outros fatores também podem alterar o peso, como a quantidade de líquidos do corpo.
A dica da nutróloga é verificar o índice glicêmico do alimento. Foto: lockstockb/Stock.XchngEntão, será que é realmente fundamental controlar a quantidade de calorias? Não é necessário contarmos todas as calorias que consumimos, mas é importante a pessoa se familiarizar com a quantidade de energia que ela necessita por dia e o tamanho das porções de alimentos que irão fornecer esse tanto de energia, afirma a nutricionista.
Já para a nutróloga Camila Perlin Ramos, o corpo é uma equação que tenta ficar equilibrado entre tudo o que se gasta e tudo o que se ingere. Não podemos simplificar tudo. Cada pessoa é de um jeito, então uma dieta de igual caloria não vai ter o mesmo efeito para todos, mesmo que o peso seja o mesmo, diz.
Pensando nisso, a dica da nutróloga é verificar o índice glicêmico do produto. O tipo de carboidrato, proteína e gordura do alimento é que vai fazer a diferença. Se a pessoa ingerir um alimento com esses três nutrientes é melhor ainda, completa Camila.
Corrida de Montanha · 28 jun, 2016
Você já pensou em sair para praticar exercícios físicos sem precisar esconder o dinheiro ou o cartão na roupa? E se pudesse pagar a sua água com uma pulseira? Isso já é possível com a ATAR Band, o primeiro wearable (tecnologia vestível) do país, à prova dágua e sem uso de bateria.
Para fazer um pagamento, basta aproximar a ATAR Band da máquina de cartão e digitar a senha, sem precisar da carteira. O wearable funciona por meio da tecnologia de transmissão de dados sem fio por aproximação (NFC). A pulseira vestível é integrada a um aplicativo mobile, que permite ao usuário receber notificações a cada compra e acompanhar o histórico de pagamentos. "Pensamos também nos adeptos de esportes, que muitas vezes deixam de fazer compras porque não têm como carregar a carteira ou o cartão", comenta Orlando Purim Junior, CEO da startup.
Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira Foto: DivulgaçãoA ideia de livrar as carteiras surgiu em 2014, entre os amigos Orlando, 25, Mike Allan, 25, e Luiz Fernando Heidrich, 30. Depois de muitos testes e validações, inclusive de diretores do banco Bradesco, o produto já ganhou adeptos. Os primeiros produtos chegam no segundo semestre e prometem mudar o cotidiano dos esportistas brasileiros.
Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira. Esse foi o principal diferencial ressaltado pelo estudante Pedro Kol Emmel, um dos primeiros usuários do wearable. Além de ser uma opção mais rápida, é muito seguro porque não deixa nenhuma informação visível. O acessório não precisa de bateria e o custo é relativamente baixo. Acho que até por questão de segurança todos deveriam usar, explica Emmel.
Outro destaque é o design da ATAR Band. Inicialmente nas cores preta e branca, a pulseira, além de discreta e inovadora, é maleável. O acessório também não precisa ser conectado a nenhum fio, dispensa bateria e é totalmente à prova dágua. Com isso, o wearable contempla qualquer esporte, inclusive os aquáticos, como surf, natação e etc., finaliza Purim.
Como funciona?
A primeira coisa a fazer para usar a ATAR band é inserir carga na pulseira. Para por carga, o usuário acessa o aplicativo da ATAR e gera um boleto com o valor que quer colocar na pulseira, depois é só pagar o boleto no internet banking de seu banco.
Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos. Pagar com wearable é muito fácil: o estabelecimento precisa contar com uma máquina de cartão que aceite a tecnologia contactless (NFC). Após inserir o valor da compra na máquina de cartão, o usuário aproxima o acessório da máquina, coloca a sua senha pessoal e o pagamento está feito. O pagamento leva segundos para ser feito.
Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos Foto: DivulgaçãoPor meio do aplicativo o usuário também receberá uma notificação quando realizar um pagamento e poderá acompanhar o histórico de tudo que foi gasto, sem precisar empilhar recibos. Além disso, o app tem a função "segurança", que permite bloquear a pulseira de forma simples, segura e rápida.
O acessório desenvolvido pela startup ATAR, está disponível para compra online no site: www.wearatar.com, no valor de R$ 249.
Alimentação · 17 jun, 2026
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