Marcha Atlética

Saiba as causas e tratamento das lesões meniscais

O Dr. José Marques Neto, em seu novo artigo de medicina esportiva, fala sobre as lesões do menisco, bem como a forma de tratamento e recuperação do paciente.

Os meniscos são análogos aos amortecedores de um veículo, constituindo coxins fibróticos interpostos no interior da articulação dos joelhos, entre os ossos da tíbia e do fêmur, com a função de ajudar a dissipação de forças geradas através dos membros inferiores. Possuem um formato circular e apresentam espessura maior em sua periferia, diminuindo à medida que se dirigem para o interior da articulação dos joelhos.

O menisco medial tem formato mais oval, enquanto que o lateral se apresenta mais circular. Possuem uma parte central chamada de corpo e duas pontas, os cornos anterior e posterior. A lesão dos meniscos, extremamente comum na prática esportiva, ocorre normalmente nos casos em que o pé do praticante permanece fixo no solo e sua coxa roda externamente, provocando um movimento rotacional abrupto em seu joelho.

Esta lesão parece com um pequeno rasgo da substância fibrótica do menisco e pode ser tratada por meio de procedimentos cirúrgicos ou apenas conservadoramente (fisioterapia), dependendo da extensão da lesão e de sua localização no menisco. Sua irrigação sanguínea está presente exclusivamente nas regiões periféricas, portanto lesões que envolvem esta região são mais predisponentes à cicatrização, ao contrário de lesões meniscais mais internas.

As lesões das regiões mais internas são passíveis de tratamento cirúrgico em grande parte dos casos. A recuperação das cirurgias de lesões meniscais é relativamente rápida, contanto que o paciente se dedique às medidas fisioterápicas e enfatize os exercícios de fortalecimento muscular e propriocepção na medida em que forem prescritos pelos médicos e fisioterapeutas.


Saiba as causas e tratamento das lesões meniscais

Caminhada · 05 jul, 2011

O Dr. José Marques Neto, em seu novo artigo de medicina esportiva, fala sobre as lesões do menisco, bem como a forma de tratamento e recuperação do paciente.

Os meniscos são análogos aos amortecedores de um veículo, constituindo coxins fibróticos interpostos no interior da articulação dos joelhos, entre os ossos da tíbia e do fêmur, com a função de ajudar a dissipação de forças geradas através dos membros inferiores. Possuem um formato circular e apresentam espessura maior em sua periferia, diminuindo à medida que se dirigem para o interior da articulação dos joelhos.

O menisco medial tem formato mais oval, enquanto que o lateral se apresenta mais circular. Possuem uma parte central chamada de corpo e duas pontas, os cornos anterior e posterior. A lesão dos meniscos, extremamente comum na prática esportiva, ocorre normalmente nos casos em que o pé do praticante permanece fixo no solo e sua coxa roda externamente, provocando um movimento rotacional abrupto em seu joelho.

Esta lesão parece com um pequeno rasgo da substância fibrótica do menisco e pode ser tratada por meio de procedimentos cirúrgicos ou apenas conservadoramente (fisioterapia), dependendo da extensão da lesão e de sua localização no menisco. Sua irrigação sanguínea está presente exclusivamente nas regiões periféricas, portanto lesões que envolvem esta região são mais predisponentes à cicatrização, ao contrário de lesões meniscais mais internas.

As lesões das regiões mais internas são passíveis de tratamento cirúrgico em grande parte dos casos. A recuperação das cirurgias de lesões meniscais é relativamente rápida, contanto que o paciente se dedique às medidas fisioterápicas e enfatize os exercícios de fortalecimento muscular e propriocepção na medida em que forem prescritos pelos médicos e fisioterapeutas.

Cutucar a unha pode trazer sérios problemas

Atletismo · 01 jul, 2011

Dores na lateral da unha, incômodo? Cutucar muitas vezes é a primeira atitude que tomamos, muitas vezes de forma automática. O podólogo Anderson Schmidt ressalta em seu novo artigo, alguns problemas que essa prática pode ocasionar.

Ao sentirmos algum incomodo no canto dos dedões, é comum termos o reflexo de cutucar.Porém, nunca se deve fazer este tipo de “limpeza”, pois muita das vezes ao puxar uma pele que está causando desconforto esta poderá inflamar e trazer, além de muita dor, sérios problemas relacionados a infecções e surgimento de patologias perigosíssimas.

Entre elas podemos citar erisipela, doença causada por uma bactéria que costuma penetrar em ferimentos abertos. A erisipela é uma patologia de tratamento demorado, que requer muita paciência e dedicação por parte do paciente, pois se não tomadas as devidas precauções, esta poderá desenvolver uma trombose e aí a coisa ficará bem mais séria!

Neste caso, quem corre deve redobrar a atenção, jamais cutuque ou tente limpar a lateral dos dedões antes de uma prova. Procure um especialista, este saberá como proceder neste caso.

Para mais detalhes, consulte nosso site www.centralfeet.com.br.

É isso aí, até a próxima.

Excesso de treino pode ocasionar problemas no pé e na pele

Atletismo · 30 jun, 2011

O podólogo André Luiz Vicente da Silva aborda em seu novo artigo alguns problemas ocasionados pela sobrecarga nos pés. Isso pode acontecer tanto por excesso de treinamento, quanto por alguma recomendação específica do treinador.

A sobrecarga podal, como o próprio nome já diz, é exigir dos pés mais do que eles podem suportar. Em alguns casos, faz parte do treino implementado pelo treinador a fim de se obter melhores resultados do atleta ou ainda quando faz parte de tratamentos de fisioterapia.

Contudo traz sempre problemas para a estrutura dos pés. No que se refere à pele, normalmente ocorrem calosidades e até calos com núcleo. Este tipo de problema não acontece apenas com os pés dos atletas, mas com qualquer pessoa que use o calçado inadequado.

Vale lembrar que, com a visita a especialistas, você pode reduzir estes problemas, pois estes profissionais vão indicar terapias, produtos e calçados adequados a seus pés. Utilizar calçados mais confortáveis, independente da finalidade, sempre diminui os riscos de problemas nos pés, seja ele qual for.

Consulte mais dicas em nosso site www.centralfeet.com.br e viva de bem com seus pés.

Até a próxima.

Como se proteger do frio e evitar hipotermia durante o inverno?

O cardiologista esportivo Dr. Nabil Ghorayeb atualiza seu artigo sobre treinamento durante o inverno. Originalmente publicado em 2009 no Webrun, o texto fala sobre erros e acertos na hora de praticar exercícios físicos sob baixas temperaturas.

Desde Hipócrates, pai da medicina sabe-se que nas mudanças de estações, principalmente do inverno, as doenças circulatórias e respiratórias são mais frequentes e perigosas para crianças e idosos, pacientes debilitados e os com doenças cardiovasculares (pressão alta, angina do peito/infarto do miocárdio, arritmias, acidente vascular cerebral e deficiente circulação nas pernas). Além disso, nessa época do ano, pode ocorrer a hipotermia, ou seja, a temperatura corporal abaixo dos 36,5 0C.


Isso significa perda da habilidade em produzir energia suficiente para manter a temperatura interna do corpo. A hipotermia pode ser fatal pelo colapso do coração e seus sintomas são: dificuldades de coordenação motora, reações lentas, calafrios, insônia e confusão mental. As extremas baixas temperaturas nos obrigam a nos agasalharmos bem, principalmente mãos e pés, sendo o rosto e mãos e pés os nossos sensores de temperaturas.


Atenção em relação ao consumo de bebidas alcoólicas (pinga, whisky, conhaque e outras) para nos aquecer, absolutamente isto não existe ! O álcool dilata os vasos sanguíneos levando o sangue a um maior contato com as áreas expostas ao frio e, ao contrário do que se espera, ocorre maior perda do calor e o sangue mais frio, seguindo para o interior do corpo, dissemina a baixa temperatura.


Portanto, bebidas alcoólicas não aquecem e a sensação de queimação no estômago é na verdade sintoma de uma leve gastrite aguda. Essa falsa sensação de calor provocada pela bebida no esôfago e estômago induz acreditar que o organismo está aquecido, o que não é verdade. O perigo é ficar alcoolizado e não sentir o frio, o que resulta em enorme risco de hipotermia e suas consequências. Somente a ingestão de líquidos previamente aquecidos (chá, chocolate, leite) é que leva calor ao seu organismo.


Nos casos de emergências por grave hipotermia, além de se agasalhar imediatamente com materiais térmicos, devemos administrar líquidos aquecidos pela boca. Infelizmente pessoas morrem por hipotermia, sem perceber a intensidade do frio devido à intoxicação alcoólica por elevada ingestão alcoólica. Em relação aos problemas respiratórios, eles se elevam pela baixa imunidade do organismo, consequente ao frio intenso. Por isso a vacinação antigripal anual para os indivíduos mais sensíveis, como as crianças e idosos.


Atividade física no frio intenso – Exercícios físicos são saudáveis acima dos 200C. No inverno o esportista deve evitar baixas temperaturas e o vento frio. Recomendamos aquecimento muscular, respiração nasal de preferência, vestimentas adequadas para se proteger da perda rápida de calor, principalmente das mãos, pés e rosto, ingestão de líquidos aquecidos, principalmente no pós-exercício.


Como se proteger do frio e evitar hipotermia durante o inverno?

Atletismo · 27 jun, 2011

O cardiologista esportivo Dr. Nabil Ghorayeb atualiza seu artigo sobre treinamento durante o inverno. Originalmente publicado em 2009 no Webrun, o texto fala sobre erros e acertos na hora de praticar exercícios físicos sob baixas temperaturas.

Desde Hipócrates, pai da medicina sabe-se que nas mudanças de estações, principalmente do inverno, as doenças circulatórias e respiratórias são mais frequentes e perigosas para crianças e idosos, pacientes debilitados e os com doenças cardiovasculares (pressão alta, angina do peito/infarto do miocárdio, arritmias, acidente vascular cerebral e deficiente circulação nas pernas). Além disso, nessa época do ano, pode ocorrer a hipotermia, ou seja, a temperatura corporal abaixo dos 36,5 0C.


Isso significa perda da habilidade em produzir energia suficiente para manter a temperatura interna do corpo. A hipotermia pode ser fatal pelo colapso do coração e seus sintomas são: dificuldades de coordenação motora, reações lentas, calafrios, insônia e confusão mental. As extremas baixas temperaturas nos obrigam a nos agasalharmos bem, principalmente mãos e pés, sendo o rosto e mãos e pés os nossos sensores de temperaturas.


Atenção em relação ao consumo de bebidas alcoólicas (pinga, whisky, conhaque e outras) para nos aquecer, absolutamente isto não existe ! O álcool dilata os vasos sanguíneos levando o sangue a um maior contato com as áreas expostas ao frio e, ao contrário do que se espera, ocorre maior perda do calor e o sangue mais frio, seguindo para o interior do corpo, dissemina a baixa temperatura.


Portanto, bebidas alcoólicas não aquecem e a sensação de queimação no estômago é na verdade sintoma de uma leve gastrite aguda. Essa falsa sensação de calor provocada pela bebida no esôfago e estômago induz acreditar que o organismo está aquecido, o que não é verdade. O perigo é ficar alcoolizado e não sentir o frio, o que resulta em enorme risco de hipotermia e suas consequências. Somente a ingestão de líquidos previamente aquecidos (chá, chocolate, leite) é que leva calor ao seu organismo.


Nos casos de emergências por grave hipotermia, além de se agasalhar imediatamente com materiais térmicos, devemos administrar líquidos aquecidos pela boca. Infelizmente pessoas morrem por hipotermia, sem perceber a intensidade do frio devido à intoxicação alcoólica por elevada ingestão alcoólica. Em relação aos problemas respiratórios, eles se elevam pela baixa imunidade do organismo, consequente ao frio intenso. Por isso a vacinação antigripal anual para os indivíduos mais sensíveis, como as crianças e idosos.


Atividade física no frio intenso – Exercícios físicos são saudáveis acima dos 200C. No inverno o esportista deve evitar baixas temperaturas e o vento frio. Recomendamos aquecimento muscular, respiração nasal de preferência, vestimentas adequadas para se proteger da perda rápida de calor, principalmente das mãos, pés e rosto, ingestão de líquidos aquecidos, principalmente no pós-exercício.

Webrun completa nove anos nesta quarta-feira (15/06)

Há exatos nove anos nascia o Portal Webrun, originário do Maratona.com em parceria com a equipe do já consolidado Webventure. Nesses nove anos de história estivemos em muitos locais para cobrir corridas de rua, triathlon, ultramaratonas e outros eventos relacionados.

Para comemorar a data resolvemos publicar as nove melhores fotos registradas em coberturas desde o começo do ano.

Triathlon Internacional de Santos. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Triathlon Internacional de Santos. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Meia de Floripa. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Meia de Floripa. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Meia Maratona Corpore. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Meia Maratona Corpore. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Corrida da Ponte. Foto: Maurício Val/ Divulgação
Corrida da Ponte. Foto: Maurício Val/ Divulgação
Mountain Do Costão do Santinho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Mountain Do Costão do Santinho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Volta à Ilha. Foto: Monique Barleben/ Webrun
Volta à Ilha. Foto: Monique Barleben/ Webrun
Corpore Graacc. Foto: Mariana Araújo/ Webrun
Corpore Graacc. Foto: Mariana Araújo/ Webrun
Ironman Brasil 2011. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Ironman Brasil 2011. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
XTerra Amazônia. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
XTerra Amazônia. Foto: Alexandre Koda/ Webrun


Webrun completa nove anos nesta quarta-feira (15/06)

Atletismo · 15 jun, 2011

Há exatos nove anos nascia o Portal Webrun, originário do Maratona.com em parceria com a equipe do já consolidado Webventure. Nesses nove anos de história estivemos em muitos locais para cobrir corridas de rua, triathlon, ultramaratonas e outros eventos relacionados.

Para comemorar a data resolvemos publicar as nove melhores fotos registradas em coberturas desde o começo do ano.

Triathlon Internacional de Santos. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Triathlon Internacional de Santos. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Meia de Floripa. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Meia de Floripa. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Meia Maratona Corpore. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Meia Maratona Corpore. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Corrida da Ponte. Foto: Maurício Val/ Divulgação
Corrida da Ponte. Foto: Maurício Val/ Divulgação
Mountain Do Costão do Santinho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Mountain Do Costão do Santinho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Volta à Ilha. Foto: Monique Barleben/ Webrun
Volta à Ilha. Foto: Monique Barleben/ Webrun
Corpore Graacc. Foto: Mariana Araújo/ Webrun
Corpore Graacc. Foto: Mariana Araújo/ Webrun
Ironman Brasil 2011. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
Ironman Brasil 2011. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
XTerra Amazônia. Foto: Alexandre Koda/ Webrun
XTerra Amazônia. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Quantidade ingerida de gordura não interfere na saúde cardíaca

Um longo e recente debate de 15 páginas no “Journal of the American Dietetic Association” foi publicado discutindo-se, entre outras coisas, se a quantidade total de gordura ingerida faz alguma diferença na saúde do coração, nos índices (e risco) de diabetes e na obesidade. E ao menos uma das conclusões segue a linha do que falei nos últimos dois textos aqui nesse espaço: o total de gordura ingerida em nossa dieta não tem importância nesses pontos!

Outro ponto importante no debate é a conclusão de que a gordura saturada (animal), apesar de ser ruim, parece não ser tão ruim quanto o carboidrato simples (açúcar branco e farinha de trigo, por exemplo). Não é difícil entender por que, mesmo com inúmeras campanhas para reduzir o consumo de gordura nos EUA, os americanos continuam a ganhar peso, justamente porque eles conseguiram essa redução no consumo de gordura à base de uma troca consumindo agora mais carboidratos! Mas se comemos hoje menos gordura que 20 anos atrás, por que então continuamos a engordar?

Os cálculos de ingestão de nutrientes de uma população são super complexos e difíceis, mas nos últimos anos, mais e mais renomados especialistas vão concordando com algo: parece ter sido um erro precipitado recomendar a substituição de gordura pelos carboidratos refinados. O único acerto de fato parece ser a ênfase de controlarmos o tipo de gordura que consumimos, evitando a saturada e a condenada trans, dando preferência às insaturadas.

Um dos resultados dessa substituição do tipo de nutriente é que, mesmo reduzindo a quantidade calórica, continuamos a engordar, entre muitas outras coisas, provavelmente porque aumentamos percentualmente o carboidrato em nossa dieta.

Da minha parte, cada vez mais acho completamente desnecessário o extremo cuidado que os profissionais da saúde têm com a gordura, porque parece que estamos latindo para a árvore errada. Há uma imensa e absoluta confusão com os cálculos de porcentagem dos nutrientes porque quando reduzimos um nutriente (seja ele carboidrato, gordura ou proteína), outro(s) acaba(m) ganhando peso na dieta e mascarando os papéis de cada um nas dietas de emagrecimento.

A quantidade de calorias parece ter então um peso bem menor do que o atribuído hoje na manutenção de peso, mas essa é uma teoria que requer longa discussão, inviável aqui. É sim muito importante que saibamos que MUITO do produzido em pesquisa nas últimas décadas faz uma absurda confusão com quantidade calórica e porcentagens de nutrientes, confusão essa que impede encontrarmos os verdadeiros vilões.

O lado otimista me diz que esse debate em um veículo tão respeitado quanto o “Journal of the American Dietetic Association” é um alento, porque reconhece que a fobia criada em cima da gordura parece não ser mais um consenso. Se você sair pesquisando, verá que indicadores como o colesterol (seja ele HDL ou LDL) tem uma confiança relativamente baixa como indicadores futuros de riscos cardíacos, além de não reagirem tão bem a mudanças nas dietas.

E por fim, o que não faltam são populações inteiras com dietas que seriam totalmente condenadas do ponto de vista do que seria o ideal, mas mesmo assim essa população acaba tendo índices de longevidade e índices de problemas cardíacos muito abaixo da média mundial. E é justamente sobre essa particularidade de alguns grupos, seu comportamento e equivocadas leituras, que fazemos disso o que eu falarei no próximo texto!


Quantidade ingerida de gordura não interfere na saúde cardíaca

Atletismo · 25 maio, 2011

Um longo e recente debate de 15 páginas no “Journal of the American Dietetic Association” foi publicado discutindo-se, entre outras coisas, se a quantidade total de gordura ingerida faz alguma diferença na saúde do coração, nos índices (e risco) de diabetes e na obesidade. E ao menos uma das conclusões segue a linha do que falei nos últimos dois textos aqui nesse espaço: o total de gordura ingerida em nossa dieta não tem importância nesses pontos!

Outro ponto importante no debate é a conclusão de que a gordura saturada (animal), apesar de ser ruim, parece não ser tão ruim quanto o carboidrato simples (açúcar branco e farinha de trigo, por exemplo). Não é difícil entender por que, mesmo com inúmeras campanhas para reduzir o consumo de gordura nos EUA, os americanos continuam a ganhar peso, justamente porque eles conseguiram essa redução no consumo de gordura à base de uma troca consumindo agora mais carboidratos! Mas se comemos hoje menos gordura que 20 anos atrás, por que então continuamos a engordar?

Os cálculos de ingestão de nutrientes de uma população são super complexos e difíceis, mas nos últimos anos, mais e mais renomados especialistas vão concordando com algo: parece ter sido um erro precipitado recomendar a substituição de gordura pelos carboidratos refinados. O único acerto de fato parece ser a ênfase de controlarmos o tipo de gordura que consumimos, evitando a saturada e a condenada trans, dando preferência às insaturadas.

Um dos resultados dessa substituição do tipo de nutriente é que, mesmo reduzindo a quantidade calórica, continuamos a engordar, entre muitas outras coisas, provavelmente porque aumentamos percentualmente o carboidrato em nossa dieta.

Da minha parte, cada vez mais acho completamente desnecessário o extremo cuidado que os profissionais da saúde têm com a gordura, porque parece que estamos latindo para a árvore errada. Há uma imensa e absoluta confusão com os cálculos de porcentagem dos nutrientes porque quando reduzimos um nutriente (seja ele carboidrato, gordura ou proteína), outro(s) acaba(m) ganhando peso na dieta e mascarando os papéis de cada um nas dietas de emagrecimento.

A quantidade de calorias parece ter então um peso bem menor do que o atribuído hoje na manutenção de peso, mas essa é uma teoria que requer longa discussão, inviável aqui. É sim muito importante que saibamos que MUITO do produzido em pesquisa nas últimas décadas faz uma absurda confusão com quantidade calórica e porcentagens de nutrientes, confusão essa que impede encontrarmos os verdadeiros vilões.

O lado otimista me diz que esse debate em um veículo tão respeitado quanto o “Journal of the American Dietetic Association” é um alento, porque reconhece que a fobia criada em cima da gordura parece não ser mais um consenso. Se você sair pesquisando, verá que indicadores como o colesterol (seja ele HDL ou LDL) tem uma confiança relativamente baixa como indicadores futuros de riscos cardíacos, além de não reagirem tão bem a mudanças nas dietas.

E por fim, o que não faltam são populações inteiras com dietas que seriam totalmente condenadas do ponto de vista do que seria o ideal, mas mesmo assim essa população acaba tendo índices de longevidade e índices de problemas cardíacos muito abaixo da média mundial. E é justamente sobre essa particularidade de alguns grupos, seu comportamento e equivocadas leituras, que fazemos disso o que eu falarei no próximo texto!

Novo cadarço com núcleo elástico adere à forma do pé e evita acidentes

Como resposta à preocupação de muitas pessoas com os cadarços que desamarram, apertam com o inchaço dos pés ou, que possuem filhos e gostariam de evitar os acidentes causados a marca de cadarços Xtenex, de origem americana, chega ao Brasil por iniciativa da empresa Codes. O produto tem como principal alvo os atletas adeptos de práticas esportivas e as crianças.

O grande diferencial dos cadarços Xtenex são seu núcleo elástico e seu sistema de nós, que produzem uma tensão elástica que adere à forma do pé, criando um ajuste perfeito. Além disso, os nós mantêm o ajuste original, restringindo o movimento do cadarço, aumentando o conforto e a estabilidade e permite que se expandam mesmo com o inchaço natural dos pés.

A diretora executiva da Codes do Brasil, Fernanda Conejo, afirma que a linha de produtos Xtenex é bastante abrangente, com versões para homens, mulheres e crianças. “Agora todas as pessoas poderão ter um acessório diferenciado, que além de um visual moderno e fashion, oferece performance e conveniência”, destaca ela.

Os modelos disponíveis são a Série X200 com 50 centímetros de comprimento, para crianças, a Série X200 com 75 centímetros, indicado para mulheres que calçam entre 35 e 43, e a Série X300 também com 75 centímetros, adequado para a maioria dos homens que calçam entre 35 e 43. Os modelos podem ser encontrados nas cores branco, preto, prata, cinza, azul claro, azul Royal, roxo, Pink neon, amarelo neon, laranja neon e verde neon.

O produto está à venda no site da marca www.xtenex.com.br e custa R$ 39.


Novo cadarço com núcleo elástico adere à forma do pé e evita acidentes

Atletismo · 17 maio, 2011

Como resposta à preocupação de muitas pessoas com os cadarços que desamarram, apertam com o inchaço dos pés ou, que possuem filhos e gostariam de evitar os acidentes causados a marca de cadarços Xtenex, de origem americana, chega ao Brasil por iniciativa da empresa Codes. O produto tem como principal alvo os atletas adeptos de práticas esportivas e as crianças.

O grande diferencial dos cadarços Xtenex são seu núcleo elástico e seu sistema de nós, que produzem uma tensão elástica que adere à forma do pé, criando um ajuste perfeito. Além disso, os nós mantêm o ajuste original, restringindo o movimento do cadarço, aumentando o conforto e a estabilidade e permite que se expandam mesmo com o inchaço natural dos pés.

A diretora executiva da Codes do Brasil, Fernanda Conejo, afirma que a linha de produtos Xtenex é bastante abrangente, com versões para homens, mulheres e crianças. “Agora todas as pessoas poderão ter um acessório diferenciado, que além de um visual moderno e fashion, oferece performance e conveniência”, destaca ela.

Os modelos disponíveis são a Série X200 com 50 centímetros de comprimento, para crianças, a Série X200 com 75 centímetros, indicado para mulheres que calçam entre 35 e 43, e a Série X300 também com 75 centímetros, adequado para a maioria dos homens que calçam entre 35 e 43. Os modelos podem ser encontrados nas cores branco, preto, prata, cinza, azul claro, azul Royal, roxo, Pink neon, amarelo neon, laranja neon e verde neon.

O produto está à venda no site da marca www.xtenex.com.br e custa R$ 39.

Fazer ou não alongamentos antes das atividades físicas?

Atualmente cresceu o número de treinadores e praticantes de atividade física regular que questionam a influencia e os benefícios do alongamento sobre o esporte praticado. Para a grande maioria das pessoas, alongar é quase obrigatório, antes de qualquer exercício físico, seja ele de alta ou baixa intensidade, curta ou longa duração, nos mais diversos ambientes, mesmos no mais hostil.

Segundo uma grande revisão bibliográfica feita recentemente pelo GSSI (Gatorade Sports Science Institute), as tradicionais rotinas de alongamento realizadas durante o aquecimento, antes do exercício, podem aumentar a flexibilidade por um curto período de tempo, porém não promovem benefícios para a performance, tão pouco na prevenção de lesões musculares, tendões e ligamentos.

A dor muscular de início tardio, conhecida como dor do dia seguinte, também não se beneficia do alongamento pré e pós atividade. Ainda de acordo com este mesmo estudo, o risco de lesão parece ser menor em indivíduos de melhor condição aeróbica. Imagino que alguns devem estar se perguntando: Então o que eu devo fazer para evitar lesões e ganhar flexibilidade?

A resposta mais aceita atualmente é que flexibilidade pode ser conquistada durante alongamentos em momentos distintos da atividade física propriamente dita. Este alongamento, ou trabalho de flexibilidade, deve preferencialmente ser feito de forma passiva (com auxilio) e com tempo de permanência em cada posição de aproximadamente 30 segundos.

Em relação à prevenção de lesões, devemos nos preocupar mais com o aquecimento antes da atividade, pois este trabalho tem como função aumentar a temperatura corporal e preparar os ligamentos, tendões e músculos para a atividade a ser realizada. Por mais chocante que pareça, o alongamento antes da atividade física pode promover perda de força muscular, o que prejudicará o desempenho físico.

Propor um novo hábito na rotina de exercícios da qualquer pessoa não é uma tarefa fácil, ainda mais quando se trata de um conceito tão tradicional. Entretanto, diante de uma nova teoria, o bom senso deve sempre prevalecer, além do bem estar de quem busca no esporte um estilo de vida saudável.


Fazer ou não alongamentos antes das atividades físicas?

Caminhada · 16 maio, 2011

Atualmente cresceu o número de treinadores e praticantes de atividade física regular que questionam a influencia e os benefícios do alongamento sobre o esporte praticado. Para a grande maioria das pessoas, alongar é quase obrigatório, antes de qualquer exercício físico, seja ele de alta ou baixa intensidade, curta ou longa duração, nos mais diversos ambientes, mesmos no mais hostil.

Segundo uma grande revisão bibliográfica feita recentemente pelo GSSI (Gatorade Sports Science Institute), as tradicionais rotinas de alongamento realizadas durante o aquecimento, antes do exercício, podem aumentar a flexibilidade por um curto período de tempo, porém não promovem benefícios para a performance, tão pouco na prevenção de lesões musculares, tendões e ligamentos.

A dor muscular de início tardio, conhecida como dor do dia seguinte, também não se beneficia do alongamento pré e pós atividade. Ainda de acordo com este mesmo estudo, o risco de lesão parece ser menor em indivíduos de melhor condição aeróbica. Imagino que alguns devem estar se perguntando: Então o que eu devo fazer para evitar lesões e ganhar flexibilidade?

A resposta mais aceita atualmente é que flexibilidade pode ser conquistada durante alongamentos em momentos distintos da atividade física propriamente dita. Este alongamento, ou trabalho de flexibilidade, deve preferencialmente ser feito de forma passiva (com auxilio) e com tempo de permanência em cada posição de aproximadamente 30 segundos.

Em relação à prevenção de lesões, devemos nos preocupar mais com o aquecimento antes da atividade, pois este trabalho tem como função aumentar a temperatura corporal e preparar os ligamentos, tendões e músculos para a atividade a ser realizada. Por mais chocante que pareça, o alongamento antes da atividade física pode promover perda de força muscular, o que prejudicará o desempenho físico.

Propor um novo hábito na rotina de exercícios da qualquer pessoa não é uma tarefa fácil, ainda mais quando se trata de um conceito tão tradicional. Entretanto, diante de uma nova teoria, o bom senso deve sempre prevalecer, além do bem estar de quem busca no esporte um estilo de vida saudável.

O que é lesão condral?

Atletismo · 12 maio, 2011

A lesão condral representa uma alteração em um tecido extremamente especializado e delicado, que é a cartilagem articular. A cartilagem é formada por diversos tipos de células dispostas em várias camadas de revestimento das porções ósseas que estão em contato entre si formando as juntas e, desta forma, permitindo que a articulação trabalhe sem causar um desgaste desnecessário em suas delicadas superfícies. Porém, lesões podem ocorrer por mecanismos traumáticos ou não traumáticos (entorses, por exemplo), muitas vezes com sérias consequências.

As opções cirúrgicas existem tanto pela técnica de microfraturas, na qual o leito da lesão é perfurado com o intuito de se promover um aumento do aporte de sangue para o local e sua consequente cicatrização, como pelo enxerto de cartilagem. Porém, são indicadas apenas em alguns casos com resultados ainda muito variáveis, já que estas técnicas são relativamente recentes.

Vale à pena investir na administração dos condroprotetores (sulfatos de glicosamina e condroitina) e em outras formas indiretas de proteção da cartilagem, como treinamento de resistência muscular e/ou treinamento funcional. Para ter certeza do que é indicado no seu caso, consulte um médico.

Adidas lança novo tênis CC Ride com tecnologia ClimaCool

Atletismo · 10 maio, 2011

A adidas lançou o novo tênis CC Ride, da linha ClimaCool, que já está nas lojas de todo Brasil. O CC Ride está disponível em 15 cores diferentes como pink, verde, amarelo, laranja e verde, além dos modelos preto e cinza com a sola colorida e garante respirabilidade durante toda a prática esportiva.

O material ClimaCool foi desenvolvido com a intenção de combater a umidade e a alta temperatura dentro dos calçados e reduz a umidade no interior do tênis em até 20% e a temperatura do pé em até 12%.

O cabedal vazado permite circulação de ar em todos os ângulos e sua sola única garante a flexibilidade e liberdade de movimentos, graças a um sistema de amortecimento aplicado em todo comprimento do tênis. O CC Ride possui uma palmilha perfurada para melhor respiração, forro em tecido sintético para maior conforto e sola, biqueira e calcanhar em borracha EVA flexível e resistente.

Todos os artigos desenvolvidos com a tecnologia ClimaCool são submetidos a processos de avaliação, como testes de desgaste, de ajuste e biomecânico.