Fotos online

A “gourmetização” da alimentação dos atletas

Atletismo · 12 out, 2016

Sem glúten, sem lactose, zero açúcar, integral, mil grãos, low carb, paleolítica...Ufa!!! É muita informação! O slogan do meu Bistrô Duas Terezas é: Gastronomia, simples assim. Mas como tem sido difícil manter as coisas simples. As pessoas acabam não valorizando uma comida simples, somente pelo fato de ser simples. É claro que é bacana uma comida bonita, bem feita, saudável e feliz, mas definitivamente não precisamos viver só de frango com batata doce.

E o que os atletas tem a ver com isso? Tudo rsrs... eu até entendo a necessidade de mostrar a todos a vida saudável, a alimentação, etc, mas menos moda e mais comida de verdade gente!

Também não sou contra os suplementos, e nem sou nutricionista para prescrever, mas entendo que a comida de verdade, deve ser essencial na rotina do atleta. Esses dias li um artigo sobre os irmãos Brownlee, para quem não sabe eles conquistaram a primeira e segunda colocação no Triathlon Olímpico, no Rio de Janeiro. E sabe qual a base da alimentação deles? Pasmem: Verduras, legumes e frutas! Tão simples quanto isso. Aliás, estão nos alimentos toda a riqueza que precisamos, toda a nossa energia vital para uma caminhada de cinco quilômetros até um Ultraman!

Participe da Etapa Porto Alegre no Circuito de Corridas Caixa. Inscreva-se no site do Ticket Agora!

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Só não esqueça do essencial! Menos fastfood, mais slowfood!

E pra ser bem legal, que tal uma receita de uma sobremesa incrível?

Creme de pêra com iogurte, laranja e café!

Ingredientes
- 4 peras maduras, sem sementes e raladas.
- Suco de 1 laranja
- colher de sopa de açúcar mascavo
- 1 colher de cha de café solúvel
- 1 xícara de água

Modo de fazer

Em uma panela, misture as peras raladas a xícara de água, açúcar mascavo e leve ao fogo baixo.
Mexendo de vez em quando, até virar um creme.

Leve para a geladeira e quando estiver frio, misture um iogurte natural da sua preferência. Eu gosto de usar aqueles tipo grego, fica mais cremoso. Após a mistura leve ao congelador por mais ou menos 2h. Não precisa congelar. Apenas deixe ficar bem gelado, quase congelando.

Para servir, coloque o creme de pera, um pouco do suco de laranja e salpique algumas bolinhas do café solúvel por cima.

Aproveite!


A “gourmetização” da alimentação dos atletas

Atletismo · 12 out, 2016

Sem glúten, sem lactose, zero açúcar, integral, mil grãos, low carb, paleolítica...Ufa!!! É muita informação! O slogan do meu Bistrô Duas Terezas é: Gastronomia, simples assim. Mas como tem sido difícil manter as coisas simples. As pessoas acabam não valorizando uma comida simples, somente pelo fato de ser simples. É claro que é bacana uma comida bonita, bem feita, saudável e feliz, mas definitivamente não precisamos viver só de frango com batata doce.

E o que os atletas tem a ver com isso? Tudo rsrs... eu até entendo a necessidade de mostrar a todos a vida saudável, a alimentação, etc, mas menos moda e mais comida de verdade gente!

Também não sou contra os suplementos, e nem sou nutricionista para prescrever, mas entendo que a comida de verdade, deve ser essencial na rotina do atleta. Esses dias li um artigo sobre os irmãos Brownlee, para quem não sabe eles conquistaram a primeira e segunda colocação no Triathlon Olímpico, no Rio de Janeiro. E sabe qual a base da alimentação deles? Pasmem: Verduras, legumes e frutas! Tão simples quanto isso. Aliás, estão nos alimentos toda a riqueza que precisamos, toda a nossa energia vital para uma caminhada de cinco quilômetros até um Ultraman!

Participe da Etapa Porto Alegre no Circuito de Corridas Caixa. Inscreva-se no site do Ticket Agora!

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Só não esqueça do essencial! Menos fastfood, mais slowfood!

E pra ser bem legal, que tal uma receita de uma sobremesa incrível?

Creme de pêra com iogurte, laranja e café!

Ingredientes
- 4 peras maduras, sem sementes e raladas.
- Suco de 1 laranja
- colher de sopa de açúcar mascavo
- 1 colher de cha de café solúvel
- 1 xícara de água

Modo de fazer

Em uma panela, misture as peras raladas a xícara de água, açúcar mascavo e leve ao fogo baixo.
Mexendo de vez em quando, até virar um creme.

Leve para a geladeira e quando estiver frio, misture um iogurte natural da sua preferência. Eu gosto de usar aqueles tipo grego, fica mais cremoso. Após a mistura leve ao congelador por mais ou menos 2h. Não precisa congelar. Apenas deixe ficar bem gelado, quase congelando.

Para servir, coloque o creme de pera, um pouco do suco de laranja e salpique algumas bolinhas do café solúvel por cima.

Aproveite!

Aposte nos superalimentos e turbine sua disposição

Atletismo · 11 out, 2016

Presentes na alimentação de pessoas que querem potencializar a dieta e os resultados nos esportes, os superfoods ou superalimentos são, na maioria, grãos com compostos que trazem benefícios para saúde, auxiliando no equilíbrio do organismo e na prevenção de doenças.

Esses alimentos são conhecidos por proporcionar um número maior de nutrientes, melhora na qualidade de vida e até contém substâncias capazes de prevenir diversos problemas de saúde.

Veja alguns alimentos que têm essas propriedades

Açaí

A melhor forma de consumo é puro, já que as adições de açúcar, granola, leite condensado e até outras frutas torna o alimento calórico. Sem esses adicionais ele é um ótimo aliado do coração, sendo capaz de reduzir os índices ruins de colesterol.

Foto: lazyllama/Fotolia Foto: lazyllama/Fotolia

Chocolate amargo

Essa é a escolha certa! Se você quer pegar firme na dieta, mas não consegue deixar o doce de lado, ele pode ser sua salvação. Rico em antioxidantes, o chocolate precisa ter no mínimo 70% de cacau e apenas o consumo de um quadradinho por dia é aceito.

Quinoa

Definitivamente um super alimento. A quinoa é fonte de proteínas e minerais, reduz os índices de colesterol ruim e triglicerídeos, ajudando assim a evitar problemas cardiovasculares.

Participe do Circuito Rios e Ruas. Inscreva-se no site do Ticket Agora!

Foto: Meal Makeover Moms/CC BY-ND 2.0 Foto: Meal Makeover Moms/CC BY-ND 2.0

Aveia

Importante no controle do peso e colesterol, a aveia possui fibras que ajudam na sensação de saciedade, fazendo com que a pessoa demore mais para sentir fome. Pode ser utilizada em diversas receitas como mingau, bolo, frutas e até sopas.

Azeite

Ingerida em quantidade correta o óleo ajuda a evitar o acúmulo de gorduras, que provoca doenças cardiovasculares e diabetes. Substitua a manteiga por um fio de azeite no pão e se delicie.

Lembre-se que a quantidade ingerida desses alimentos deve ser avaliada por um profissional, baseado nas necessidades de cada pessoa. “O consumo diário é indicado, mas depende das características e benefícios de cada superalimento. Busque a melhor forma de inseri-los no seu dia a dia, já que quanto melhor seu organismo funciona, melhor sua saúde e performance esportiva”, diz.


Aposte nos superalimentos e turbine sua disposição

Atletismo · 11 out, 2016

Presentes na alimentação de pessoas que querem potencializar a dieta e os resultados nos esportes, os superfoods ou superalimentos são, na maioria, grãos com compostos que trazem benefícios para saúde, auxiliando no equilíbrio do organismo e na prevenção de doenças.

Esses alimentos são conhecidos por proporcionar um número maior de nutrientes, melhora na qualidade de vida e até contém substâncias capazes de prevenir diversos problemas de saúde.

Veja alguns alimentos que têm essas propriedades

Açaí

A melhor forma de consumo é puro, já que as adições de açúcar, granola, leite condensado e até outras frutas torna o alimento calórico. Sem esses adicionais ele é um ótimo aliado do coração, sendo capaz de reduzir os índices ruins de colesterol.

Foto: lazyllama/Fotolia Foto: lazyllama/Fotolia

Chocolate amargo

Essa é a escolha certa! Se você quer pegar firme na dieta, mas não consegue deixar o doce de lado, ele pode ser sua salvação. Rico em antioxidantes, o chocolate precisa ter no mínimo 70% de cacau e apenas o consumo de um quadradinho por dia é aceito.

Quinoa

Definitivamente um super alimento. A quinoa é fonte de proteínas e minerais, reduz os índices de colesterol ruim e triglicerídeos, ajudando assim a evitar problemas cardiovasculares.

Participe do Circuito Rios e Ruas. Inscreva-se no site do Ticket Agora!

Foto: Meal Makeover Moms/CC BY-ND 2.0 Foto: Meal Makeover Moms/CC BY-ND 2.0

Aveia

Importante no controle do peso e colesterol, a aveia possui fibras que ajudam na sensação de saciedade, fazendo com que a pessoa demore mais para sentir fome. Pode ser utilizada em diversas receitas como mingau, bolo, frutas e até sopas.

Azeite

Ingerida em quantidade correta o óleo ajuda a evitar o acúmulo de gorduras, que provoca doenças cardiovasculares e diabetes. Substitua a manteiga por um fio de azeite no pão e se delicie.

Lembre-se que a quantidade ingerida desses alimentos deve ser avaliada por um profissional, baseado nas necessidades de cada pessoa. “O consumo diário é indicado, mas depende das características e benefícios de cada superalimento. Busque a melhor forma de inseri-los no seu dia a dia, já que quanto melhor seu organismo funciona, melhor sua saúde e performance esportiva”, diz.

Dicas para ser um corredor consciente

Fotos online · 21 abr, 2016

Vou abordar um assunto que me incomoda há certo tempo: a civilidade dos corredores em parques, academias, salas de ginásticas de condomínios e nas ruas da cidade. Antes de seguir com essa reflexão, uma pequena pausa para explicar melhor o conceito desta palavra. Partirei do princípio que civilidade é o respeito pelas normas de convívio entre os membros de uma sociedade, ou seja, o equilíbrio da vida em grupo ocorre por meio dela.

Todos os dias, nós corredores, exigimos uma série de coisas como um parque melhor estruturado, ruas mais bem cuidadas, mais áreas públicas de lazer entre outras. Isto é, reivindicamos nossos direitos. Mas será que cumprimos com nossos deveres? Cumprimos as regras básicas de civilidade, que nos ensinam acerca da necessidade de convivermos com as diferenças?
Como ser um corredor de sucesso!

Treino é treino, corrida é corrida Foto: Maridav/Fotolia Treino é treino, corrida é corrida Foto: Maridav/Fotolia

Por essas razões é importante reforçar alguns pontos importantes em nosso treinamento.

Fluxo de corredores
Quando estamos dentro de parques, sempre devemos respeitar o fluxo de nosso trânsito padrão. Isso significa que “quem vai” deve correr pela direita e “quem volta” deve utilizar o lado esquerdo. Isso evita trombadas e conflitos desnecessários. Dentro destas vias, é aconselhável que o mais lento fique mais à direita e os mais rápidos à esquerda - conceito similar ao de uma rodovia. Esta mesma orientação vale para nossas provas de corrida. Ao correr nas ruas, o recomendado é sempre estar no contra fluxo dos carros para que possa ver o movimento de qualquer veículo automotor.

Treino não é competição
Treino é treino, corrida é corrida. É óbvio, porém o instinto de competitividade de alguns corredores aflora mesmo em treinos inocentes. É o tipo de corredor que não suporta ser ultrapassado, fica até ofendido e resolve aumentar seu ritmo para dar o troco ou ficar no cangote incomodando o treino do outro. Mais uma situação em que um conflito é totalmente evitável.

Barulhos
Pode parecer insignificante, porém correr com moedas no bolso, molhos de chave e respirar como se fosse puxar todo o ar do Universo atrapalha e muito. Não só os companheiros de treinos, mas o próprio corredor. Um dos campeões de audiência é o fone de ouvido. O volume está tão alto que as pessoas ao redor conseguem ouvir a música e a pessoa não sabe o que acontece em volta. Isso é perigoso se houver alguma situação de risco, como uma bicicleta desgovernada fora do campo de visão, por exemplo.

Ciclofaixa para bicicletas
Daqui a pouco será preciso cometer essa redundância. As ciclofaixas ou ciclovias presentes em algumas cidades delimitam espaço para ciclistas e não para corredores. Às vezes, eu mesmo tenho vontade de abordar os corredores que não respeitam essa regra.

Etiqueta da esteira
Nas academias, as esteiras geralmente possuem uma escala de uso. Nos períodos de pico, início da manhã e fim de tarde, é importante não monopolizar. Se um corredor desrespeita o horário, ocorre o efeito cascata, prejudicando todas as pessoas que vem em seguida. Lembre-se: no fim de seu treino, higienize a esteira. É sempre mais agradável correr num aparelho limpo.

Largada sem “muvuca”
Quando estiver em uma prova de corrida, tente se posicionar em função de seu verdadeiro ritmo quando há presença dos marcadores. Assim você não é atrapalhado e também não atrapalha ninguém.

Nós exigimos uma sociedade civilizada, porém muitas atitudes nos escapam no dia a dia. Que tal começarmos a ajustar o nosso mundo da corrida? Hoje, é uma comunidade fortíssima, que chega a modificar a dinâmica de grandes cidades pelo mundo em função de uma prova.
Fazendo nossa parte, podemos servir de influência positiva para uma sociedade que pratica a civilidade a todo o instante.


Dicas para ser um corredor consciente

Fotos online · 21 abr, 2016

Vou abordar um assunto que me incomoda há certo tempo: a civilidade dos corredores em parques, academias, salas de ginásticas de condomínios e nas ruas da cidade. Antes de seguir com essa reflexão, uma pequena pausa para explicar melhor o conceito desta palavra. Partirei do princípio que civilidade é o respeito pelas normas de convívio entre os membros de uma sociedade, ou seja, o equilíbrio da vida em grupo ocorre por meio dela.

Todos os dias, nós corredores, exigimos uma série de coisas como um parque melhor estruturado, ruas mais bem cuidadas, mais áreas públicas de lazer entre outras. Isto é, reivindicamos nossos direitos. Mas será que cumprimos com nossos deveres? Cumprimos as regras básicas de civilidade, que nos ensinam acerca da necessidade de convivermos com as diferenças?
Como ser um corredor de sucesso!

Treino é treino, corrida é corrida Foto: Maridav/Fotolia Treino é treino, corrida é corrida Foto: Maridav/Fotolia

Por essas razões é importante reforçar alguns pontos importantes em nosso treinamento.

Fluxo de corredores
Quando estamos dentro de parques, sempre devemos respeitar o fluxo de nosso trânsito padrão. Isso significa que “quem vai” deve correr pela direita e “quem volta” deve utilizar o lado esquerdo. Isso evita trombadas e conflitos desnecessários. Dentro destas vias, é aconselhável que o mais lento fique mais à direita e os mais rápidos à esquerda - conceito similar ao de uma rodovia. Esta mesma orientação vale para nossas provas de corrida. Ao correr nas ruas, o recomendado é sempre estar no contra fluxo dos carros para que possa ver o movimento de qualquer veículo automotor.

Treino não é competição
Treino é treino, corrida é corrida. É óbvio, porém o instinto de competitividade de alguns corredores aflora mesmo em treinos inocentes. É o tipo de corredor que não suporta ser ultrapassado, fica até ofendido e resolve aumentar seu ritmo para dar o troco ou ficar no cangote incomodando o treino do outro. Mais uma situação em que um conflito é totalmente evitável.

Barulhos
Pode parecer insignificante, porém correr com moedas no bolso, molhos de chave e respirar como se fosse puxar todo o ar do Universo atrapalha e muito. Não só os companheiros de treinos, mas o próprio corredor. Um dos campeões de audiência é o fone de ouvido. O volume está tão alto que as pessoas ao redor conseguem ouvir a música e a pessoa não sabe o que acontece em volta. Isso é perigoso se houver alguma situação de risco, como uma bicicleta desgovernada fora do campo de visão, por exemplo.

Ciclofaixa para bicicletas
Daqui a pouco será preciso cometer essa redundância. As ciclofaixas ou ciclovias presentes em algumas cidades delimitam espaço para ciclistas e não para corredores. Às vezes, eu mesmo tenho vontade de abordar os corredores que não respeitam essa regra.

Etiqueta da esteira
Nas academias, as esteiras geralmente possuem uma escala de uso. Nos períodos de pico, início da manhã e fim de tarde, é importante não monopolizar. Se um corredor desrespeita o horário, ocorre o efeito cascata, prejudicando todas as pessoas que vem em seguida. Lembre-se: no fim de seu treino, higienize a esteira. É sempre mais agradável correr num aparelho limpo.

Largada sem “muvuca”
Quando estiver em uma prova de corrida, tente se posicionar em função de seu verdadeiro ritmo quando há presença dos marcadores. Assim você não é atrapalhado e também não atrapalha ninguém.

Nós exigimos uma sociedade civilizada, porém muitas atitudes nos escapam no dia a dia. Que tal começarmos a ajustar o nosso mundo da corrida? Hoje, é uma comunidade fortíssima, que chega a modificar a dinâmica de grandes cidades pelo mundo em função de uma prova.
Fazendo nossa parte, podemos servir de influência positiva para uma sociedade que pratica a civilidade a todo o instante.

Nutricionista e treinador dão dicas para a Corrida de São Sebastião

Fotos online · 13 jan, 2016

Mais de cinco mil atletas vão participar da Corrida de São Sebastião Caixa no próximo dia 20 de janeiro, no Aterro do Flamengo, Zona Sul do Rio de Janeiro. A prova, que abre o calendário 2016 das corridas, acontece no auge do verão carioca, o que requer dos corredores alguns cuidados especiais com a prática esportiva na estação mais quente do ano.

Para ajudar aqueles que vão se divertir no evento que faz parte das comemorações oficiais do feriado de São Sebastião, o santo padroeiro da Cidade Maravilhosa, o nutricionista Leonardo Acro listou algumas dicas de alimentação, hidratação e suplementação, que vão ajudar bastante os atletas na preparação da prova e nesse período do ano.
Quais as diferenças entre correr no frio e no calor?

Mais de cinco mil atletas vão participar da Corrida de São Sebastião Caixa no próximo dia 20 de janeiro Foto: Claudio Toros/Divulgação Mais de cinco mil atletas vão participar da Corrida de São Sebastião Caixa no próximo dia 20 de janeiro Foto: Claudio Toros/Divulgação

“No Inverno temos necessidade de consumir alimentos mais energéticos, o que ajuda a manter a temperatura do corpo. Já no Verão devemos consumir alimentos menos energéticos e aumentar o consumo de líquidos para compensar a perda decorrente da transpiração”, explica o nutricionista.

De acordo com Leonardo, é importante que os atletas façam refeições mais leves e fracionem as refeições diárias, comendo mais vezes e em menor quantidade. Outra dica importante é não abrir mão dos alimentos compostos por grãos integrais, como macarrão, pães e arroz integrais, que são muito bem vindos.

Confira abaixo a lista com os alimentos recomendados e os que devem ser evitados

Alimentos recomendados
Frutas, verduras, legumes, folhas verdes, cereais integrais, pães integrais, carnes magras, queijos menos gordurosos, sobremesas à base de frutas e muitos líquidos.

Não recomendados
Alimentos gordurosos (carnes gordas, queijos gordurosos, molhos à base de creme de leite, maionese), frituras e bebidas alcoólicas (o álcool contribui para desidratação).

Atenção para
Alimentos perecíveis (necessitam de refrigeração e armazenamento adequados, principalmente no calor).

Hidratação
A ingestão de líquidos deve ser frequente durante todo o dia. O ideal é não esperar a sede aparecer, o que é um sinal de desidratação. A água compõe 70% do corpo humano e deve ser reposta com eficácia.

De acordo com Leonardo, é importante que os atletas façam refeições mais leves e fracionem as refeições diárias Foto: Claudio Toros/Divulgação De acordo com Leonardo, é importante que os atletas façam refeições mais leves e fracionem as refeições diárias Foto: Claudio Toros/Divulgação

“Para redução dos efeitos solares e para ajudar no desempenho físico, o uso de bebidas carboidratos e eletrólitos durante o exercício extenuante se torna uma atitude muito benéfica para a saúde humana. Durante a transpiração, perdemos também sais minerais, logo, além da água, outras bebidas indicadas para esse período são os sucos naturais de frutas e vegetais, chás e água de coco. E dependendo da intensidade da atividade física, bebidas isotônicas também são indicadas”, ressalta Leonardo Acro.

Suplementação
É importante buscar sempre orientação nutricional. Não comece a suplementar sua alimentação sem consultar um nutricionista, que vai orientar o atleta da maneira correta e segura.

Treinamento sugerido
As dicas para a prática esportiva no verão vão além da alimentação. O lado físico dos treinamentos também deve ser considerado. Pensando nisso, o professor de educação física e treinador, André Cavalcanti, aponta três cuidados fundamentais que os atletas devem ter durante os treinamentos.

Roupas leves: use roupas leves durante o treino e sue naturalmente. Evite roupas pesadas, como moletons, por exemplo. Protetor solar: use protetor solar para evitar queimaduras do sol.

Horário: se puder, treine preferencialmente bem cedo, por volta de 7h, ou após o pôr do sol. Praticar esportes em uma temperatura acima dos 28ºC pode prejudicar sua saúde.

André também lembra que a volta aos treinos pós-festas de fim de ano requer cuidados especiais, pois o corpo precisa entender a transição.

“O retorno aos treinos pós-festas de fim de ano tem que ser gradativo para que o corpo se adapte novamente a atividade física, permitindo que a intensidade dos treinos aumente naturalmente. Esse equilíbrio é importante para evitar lesões”, diz André.


Nutricionista e treinador dão dicas para a Corrida de São Sebastião

Fotos online · 13 jan, 2016

Mais de cinco mil atletas vão participar da Corrida de São Sebastião Caixa no próximo dia 20 de janeiro, no Aterro do Flamengo, Zona Sul do Rio de Janeiro. A prova, que abre o calendário 2016 das corridas, acontece no auge do verão carioca, o que requer dos corredores alguns cuidados especiais com a prática esportiva na estação mais quente do ano.

Para ajudar aqueles que vão se divertir no evento que faz parte das comemorações oficiais do feriado de São Sebastião, o santo padroeiro da Cidade Maravilhosa, o nutricionista Leonardo Acro listou algumas dicas de alimentação, hidratação e suplementação, que vão ajudar bastante os atletas na preparação da prova e nesse período do ano.
Quais as diferenças entre correr no frio e no calor?

Mais de cinco mil atletas vão participar da Corrida de São Sebastião Caixa no próximo dia 20 de janeiro Foto: Claudio Toros/Divulgação Mais de cinco mil atletas vão participar da Corrida de São Sebastião Caixa no próximo dia 20 de janeiro Foto: Claudio Toros/Divulgação

“No Inverno temos necessidade de consumir alimentos mais energéticos, o que ajuda a manter a temperatura do corpo. Já no Verão devemos consumir alimentos menos energéticos e aumentar o consumo de líquidos para compensar a perda decorrente da transpiração”, explica o nutricionista.

De acordo com Leonardo, é importante que os atletas façam refeições mais leves e fracionem as refeições diárias, comendo mais vezes e em menor quantidade. Outra dica importante é não abrir mão dos alimentos compostos por grãos integrais, como macarrão, pães e arroz integrais, que são muito bem vindos.

Confira abaixo a lista com os alimentos recomendados e os que devem ser evitados

Alimentos recomendados
Frutas, verduras, legumes, folhas verdes, cereais integrais, pães integrais, carnes magras, queijos menos gordurosos, sobremesas à base de frutas e muitos líquidos.

Não recomendados
Alimentos gordurosos (carnes gordas, queijos gordurosos, molhos à base de creme de leite, maionese), frituras e bebidas alcoólicas (o álcool contribui para desidratação).

Atenção para
Alimentos perecíveis (necessitam de refrigeração e armazenamento adequados, principalmente no calor).

Hidratação
A ingestão de líquidos deve ser frequente durante todo o dia. O ideal é não esperar a sede aparecer, o que é um sinal de desidratação. A água compõe 70% do corpo humano e deve ser reposta com eficácia.

De acordo com Leonardo, é importante que os atletas façam refeições mais leves e fracionem as refeições diárias Foto: Claudio Toros/Divulgação De acordo com Leonardo, é importante que os atletas façam refeições mais leves e fracionem as refeições diárias Foto: Claudio Toros/Divulgação

“Para redução dos efeitos solares e para ajudar no desempenho físico, o uso de bebidas carboidratos e eletrólitos durante o exercício extenuante se torna uma atitude muito benéfica para a saúde humana. Durante a transpiração, perdemos também sais minerais, logo, além da água, outras bebidas indicadas para esse período são os sucos naturais de frutas e vegetais, chás e água de coco. E dependendo da intensidade da atividade física, bebidas isotônicas também são indicadas”, ressalta Leonardo Acro.

Suplementação
É importante buscar sempre orientação nutricional. Não comece a suplementar sua alimentação sem consultar um nutricionista, que vai orientar o atleta da maneira correta e segura.

Treinamento sugerido
As dicas para a prática esportiva no verão vão além da alimentação. O lado físico dos treinamentos também deve ser considerado. Pensando nisso, o professor de educação física e treinador, André Cavalcanti, aponta três cuidados fundamentais que os atletas devem ter durante os treinamentos.

Roupas leves: use roupas leves durante o treino e sue naturalmente. Evite roupas pesadas, como moletons, por exemplo. Protetor solar: use protetor solar para evitar queimaduras do sol.

Horário: se puder, treine preferencialmente bem cedo, por volta de 7h, ou após o pôr do sol. Praticar esportes em uma temperatura acima dos 28ºC pode prejudicar sua saúde.

André também lembra que a volta aos treinos pós-festas de fim de ano requer cuidados especiais, pois o corpo precisa entender a transição.

“O retorno aos treinos pós-festas de fim de ano tem que ser gradativo para que o corpo se adapte novamente a atividade física, permitindo que a intensidade dos treinos aumente naturalmente. Esse equilíbrio é importante para evitar lesões”, diz André.

XTerra reúne mais de oito mil pessoas e movimenta Paraty

Fotos online · 13 abr, 2015

O final de semana foi recheado de aventura em Paraty, triatletas de todo o Brasil encararam o percurso de 1,5 quilômetros de natação, 30,5 de mountain bike e sete de trail run. O favoritismo de Felipe Moletta, da equipe Trek Brasil e vencedor do circuito por quatro anos se confirmou e ele segue imbatível. O paranaense terminou o percurso em 2h12m01.A segunda colocação foi de Diogo Malagon, com 2h12m01 seguido de Frederico Zacharias que terminou a prova em 2h14min54.

No feminino Sabrina Gobbo, também atleta da Trek levou a melhor, com o tempo de 2h42min50. “Dessa vez sai em terceiro da água, mas logo no começo da bike, em uma das partes de asfalto passei a liderar. Para não dar roda para minha adversária, tentei fugir, mas infelizmente acabei caindo e levando ela junto. Busquei novamente e continuei em primeiro até o final da prova", conta Sabrina. O segundo ligar ficou com Laura Mira, no tempo de 2h57min e o terceiro com Rita Vieira, que finalizou a prova em 3h10min50.

Pela segunda vez Paraty recebeu o circuito XTerra Foto: Andre Mott/Divulgação Pela segunda vez Paraty recebeu o circuito XTerra Foto: Andre Mott/Divulgação

Domingo foi a vez do MTB enfrentar um sol escaldante e trilhas duras com altimetria muito forte. Roberta Stopa, atleta embaixadora do evento, venceu e melhorou seu tempo em relação à edição de 2014, com 1h58min04. O segundo lugar ficou com Márcia Helena de Paula com o tempo de 2h08min12, seguida da triatleta que já tinha ficado e segundo lugar no sábado, Laura Mira Dias com 2h11min19.

Entre os homens Thiago Aroeira e Robson Ferreira da Silva participaram de uma disputa muito acirrada e Thiago levou a melhor por apenas um segundo de vantagem e terminou com 1h31min42.


XTerra reúne mais de oito mil pessoas e movimenta Paraty

Fotos online · 13 abr, 2015

O final de semana foi recheado de aventura em Paraty, triatletas de todo o Brasil encararam o percurso de 1,5 quilômetros de natação, 30,5 de mountain bike e sete de trail run. O favoritismo de Felipe Moletta, da equipe Trek Brasil e vencedor do circuito por quatro anos se confirmou e ele segue imbatível. O paranaense terminou o percurso em 2h12m01.A segunda colocação foi de Diogo Malagon, com 2h12m01 seguido de Frederico Zacharias que terminou a prova em 2h14min54.

No feminino Sabrina Gobbo, também atleta da Trek levou a melhor, com o tempo de 2h42min50. “Dessa vez sai em terceiro da água, mas logo no começo da bike, em uma das partes de asfalto passei a liderar. Para não dar roda para minha adversária, tentei fugir, mas infelizmente acabei caindo e levando ela junto. Busquei novamente e continuei em primeiro até o final da prova", conta Sabrina. O segundo ligar ficou com Laura Mira, no tempo de 2h57min e o terceiro com Rita Vieira, que finalizou a prova em 3h10min50.

Pela segunda vez Paraty recebeu o circuito XTerra Foto: Andre Mott/Divulgação Pela segunda vez Paraty recebeu o circuito XTerra Foto: Andre Mott/Divulgação

Domingo foi a vez do MTB enfrentar um sol escaldante e trilhas duras com altimetria muito forte. Roberta Stopa, atleta embaixadora do evento, venceu e melhorou seu tempo em relação à edição de 2014, com 1h58min04. O segundo lugar ficou com Márcia Helena de Paula com o tempo de 2h08min12, seguida da triatleta que já tinha ficado e segundo lugar no sábado, Laura Mira Dias com 2h11min19.

Entre os homens Thiago Aroeira e Robson Ferreira da Silva participaram de uma disputa muito acirrada e Thiago levou a melhor por apenas um segundo de vantagem e terminou com 1h31min42.

Como anda o comportamento dos atletas no Trail Run

Fotos online · 25 nov, 2014

Olá trail runner, tudo bem? Vou voltar a abordar um tema que anda passando despercebido pela maioria, o comportamento do atleta nas trilhas e nas provas. Resumindo: a educação!

Já discuti isso aqui há um tempo. Mas é um assunto que vira e mexe, entristece aqueles que realmente gostam do esporte e não estão ali por “modismo” ou porque viram uma “oportunidade” de serem vitoriosos.

Nos treinos, é cada vez mais comum às trilhas estarem movimentadas, seja por corredores ou trilheiros, alguns sozinhos outros em grandes grupos.

No trail run, é importante não colocarmos nossa vaidade acima do bem-estar do todo  Foto: Warren Goldswain/Fotolia No trail run, é importante não colocarmos nossa vaidade acima do bem-estar do todo Foto: Warren Goldswain/Fotolia

A cordialidade entre as pessoas é escassa. Não se escuta “bom dia”, ”por favor”, “obrigado”. Todos estão sempre preocupados “com seu próprio umbigo”. Uma das maiores diferenças entre o trail run e a corrida no asfalto era justamente a cordialidade entre os atletas, a preocupação que cada um tinha em relação ao outro. Reflita e veja se você está fazendo seu papel.

Estar de fone de ouvido nas trilhas, pra mim, é uma falta de educação, pois você anula um dos seus principais sentidos, a audição. Muitas vezes, tem alguém querendo passar por você em um “single-track”, pede licença algumas vezes e você não tem a capacidade de escutá-lo, o que pode levar a certa irritação de quem pede passagem... Já parou para pensar nisso?

Ao treinar numa trilha e passar por embalagens, lixo jogado no chão, é dever seu recolhê-lo e ajudar a preservar um ambiente que tanto gostamos. Não importa se não fomos nós, mas devemos sempre dar o exemplo e perpetuar esse exemplo! Nas provas, é comum atletas se perderem (tema futuro). As marcações às vezes estão falhas, mas na maioria das vezes o atleta não admite sua incompetência em correr em trilhas. Não enxerga o óbvio, quer correr de cabeça baixa o tempo todo e em momento algum observa o padrão de marcação (assistir o congresso técnico é de suma importância). Não se pode colocar fita a cada metro e também não podemos cercar caminhos errados o tempo todo (há animais, trilheiros, trabalhadores que passam por tais caminhos). Com isso, ao avistar staffs da prova ou mesmo ao chegarem a postos de controle, descarregam tal incompetência xingando, vociferando palavrões para quem estiver a sua frente. Já pensou nisso? Já se desculpou depois de agir de tal forma?

No trail run, é importante não colocarmos nossa vaidade acima do bem-estar do todo. Devemos ser cordiais com todos, pedir licença ao ultrapassar alguém, dar bom dia, agradecer aqueles que dão passagem, enfim, fazer um ambiente melhor para passarmos boa parte do nosso tempo de lazer!

Cruze a linha de chegada!


Como anda o comportamento dos atletas no Trail Run

Fotos online · 25 nov, 2014

Olá trail runner, tudo bem? Vou voltar a abordar um tema que anda passando despercebido pela maioria, o comportamento do atleta nas trilhas e nas provas. Resumindo: a educação!

Já discuti isso aqui há um tempo. Mas é um assunto que vira e mexe, entristece aqueles que realmente gostam do esporte e não estão ali por “modismo” ou porque viram uma “oportunidade” de serem vitoriosos.

Nos treinos, é cada vez mais comum às trilhas estarem movimentadas, seja por corredores ou trilheiros, alguns sozinhos outros em grandes grupos.

No trail run, é importante não colocarmos nossa vaidade acima do bem-estar do todo  Foto: Warren Goldswain/Fotolia No trail run, é importante não colocarmos nossa vaidade acima do bem-estar do todo Foto: Warren Goldswain/Fotolia

A cordialidade entre as pessoas é escassa. Não se escuta “bom dia”, ”por favor”, “obrigado”. Todos estão sempre preocupados “com seu próprio umbigo”. Uma das maiores diferenças entre o trail run e a corrida no asfalto era justamente a cordialidade entre os atletas, a preocupação que cada um tinha em relação ao outro. Reflita e veja se você está fazendo seu papel.

Estar de fone de ouvido nas trilhas, pra mim, é uma falta de educação, pois você anula um dos seus principais sentidos, a audição. Muitas vezes, tem alguém querendo passar por você em um “single-track”, pede licença algumas vezes e você não tem a capacidade de escutá-lo, o que pode levar a certa irritação de quem pede passagem... Já parou para pensar nisso?

Ao treinar numa trilha e passar por embalagens, lixo jogado no chão, é dever seu recolhê-lo e ajudar a preservar um ambiente que tanto gostamos. Não importa se não fomos nós, mas devemos sempre dar o exemplo e perpetuar esse exemplo! Nas provas, é comum atletas se perderem (tema futuro). As marcações às vezes estão falhas, mas na maioria das vezes o atleta não admite sua incompetência em correr em trilhas. Não enxerga o óbvio, quer correr de cabeça baixa o tempo todo e em momento algum observa o padrão de marcação (assistir o congresso técnico é de suma importância). Não se pode colocar fita a cada metro e também não podemos cercar caminhos errados o tempo todo (há animais, trilheiros, trabalhadores que passam por tais caminhos). Com isso, ao avistar staffs da prova ou mesmo ao chegarem a postos de controle, descarregam tal incompetência xingando, vociferando palavrões para quem estiver a sua frente. Já pensou nisso? Já se desculpou depois de agir de tal forma?

No trail run, é importante não colocarmos nossa vaidade acima do bem-estar do todo. Devemos ser cordiais com todos, pedir licença ao ultrapassar alguém, dar bom dia, agradecer aqueles que dão passagem, enfim, fazer um ambiente melhor para passarmos boa parte do nosso tempo de lazer!

Cruze a linha de chegada!

Paradizo e Bastos falam da importância do Webrun para corridas de rua

Atletismo · 19 jun, 2012

Para continuar a semana de comemoração dos dez anos do Portal Webrun, conversamos com duas figuras recorrentes em nossas matérias e no mundo das corridas: a jornalista Fernanda Paradizo e o maratonista Adriano Bastos. Os dois contam como foi o crescimento das corridas de rua no Brasil junto com o site e também a evolução da internet.

O site - Fernanda Paradizo se envolveu no projeto do Webrun ao conhecer Harry Thomas Jr., que na época havia fundado o site Maratona.com.br, incorporado ao portal. “A gente tinha muita ligação com a corrida de rua na época. O Grupo Pão de Açúcar patrocinava o Circuito Corpore, os grandes responsáveis pelo crescimento do esporte no Brasil”, conta Fernanda.

A parceria entre o portal e Fernanda dura até hoje. Quando a jornalista começou no meio, quase não havia divulgação e o número de corridas ainda era muito pequeno.

Quase na mesma época, em 2002, o atleta Adriano Bastos começava a despontar nas provas do País. Vindo do triathlon, Adriano não teve muitas dificuldades ao enfrentar os percursos de asfalto das capitais brasileiras. Entre um pódio e outro, foi conhecendo melhor o site e seus repórteres. “O site sempre acompanhou a minha trajetória, quando comecei a me destacar”, conta.

“Começamos a ter uma afinidade. Isso para mim foi legal, porque eu me sentia em casa”, recorda o maratonista, que garante que o site ajudou a alavancar sua carreira mostrando resultados e suas preparações para competições nacionais e internacionais.

Adriano diz ser assíduo leitor do conteúdo do Webrun, indispensável para o sucesso do veículo, tanto ou mais quanto a venda de fotos. “O legal do Webrun é ter matérias sobre diversos assuntos que interessam aos atletas profissionais, aos amadores e também aos treinadores, fisioterapeutas e outros profissionais do meio”, afirma. “Tornou-se uma ferramenta completa, que eu acesso quase que diariamente para ver o que está acontecendo”, comenta.

Internet e informação - Em 2002 poucas pessoas tinha acesso à internet, o sistema era lento, assim como a publicação de texto e foto, que ainda era, por incrível que pareça, bem complexa.

“Graças à internet, a informação tornou-se instantânea. As notícias estão no ar logo depois da competição”, admira Bastos.

E para que essa evolução desse certo, o jornalista passou a trabalhar mais e com mais possibilidades. “O profissional que trabalha com internet precisa saber fazer as duas coisas: a foto e o conteúdo, em vídeo ou texto. A gente acaba se virando e faz de tudo um pouco”, analisa Fernanda.

“Uma das que facilitaram eu estar hoje em todos os lugares é a possibilidade de cobrir um evento com foto e conteúdo”, continua a jornalista, que participa de maratonas no mundo inteiro, seja cobrindo ou correndo ou até mesmo as duas coisas.

E não só os jornalistas têm mais trabalho com o crescimento do mercado como principalmente os organizadores das competições, que precisam ficar mais atentos à demanda do público. “Como tem crescido o número de participantes, o público se torna mais exigente em relação aos serviços oferecidos”, afirma Adriano, que alerta também para que não se perca de vista a evolução do atletismo nacional profissional.

“Tem que valorizar o atleta de elite para fazer com que ele melhore seu nível técnica e tenha condições de disputar um grande evento internacional em igualdade com os estrangeiros”, conclui.


Paradizo e Bastos falam da importância do Webrun para corridas de rua

Atletismo · 19 jun, 2012

Para continuar a semana de comemoração dos dez anos do Portal Webrun, conversamos com duas figuras recorrentes em nossas matérias e no mundo das corridas: a jornalista Fernanda Paradizo e o maratonista Adriano Bastos. Os dois contam como foi o crescimento das corridas de rua no Brasil junto com o site e também a evolução da internet.

O site - Fernanda Paradizo se envolveu no projeto do Webrun ao conhecer Harry Thomas Jr., que na época havia fundado o site Maratona.com.br, incorporado ao portal. “A gente tinha muita ligação com a corrida de rua na época. O Grupo Pão de Açúcar patrocinava o Circuito Corpore, os grandes responsáveis pelo crescimento do esporte no Brasil”, conta Fernanda.

A parceria entre o portal e Fernanda dura até hoje. Quando a jornalista começou no meio, quase não havia divulgação e o número de corridas ainda era muito pequeno.

Quase na mesma época, em 2002, o atleta Adriano Bastos começava a despontar nas provas do País. Vindo do triathlon, Adriano não teve muitas dificuldades ao enfrentar os percursos de asfalto das capitais brasileiras. Entre um pódio e outro, foi conhecendo melhor o site e seus repórteres. “O site sempre acompanhou a minha trajetória, quando comecei a me destacar”, conta.

“Começamos a ter uma afinidade. Isso para mim foi legal, porque eu me sentia em casa”, recorda o maratonista, que garante que o site ajudou a alavancar sua carreira mostrando resultados e suas preparações para competições nacionais e internacionais.

Adriano diz ser assíduo leitor do conteúdo do Webrun, indispensável para o sucesso do veículo, tanto ou mais quanto a venda de fotos. “O legal do Webrun é ter matérias sobre diversos assuntos que interessam aos atletas profissionais, aos amadores e também aos treinadores, fisioterapeutas e outros profissionais do meio”, afirma. “Tornou-se uma ferramenta completa, que eu acesso quase que diariamente para ver o que está acontecendo”, comenta.

Internet e informação - Em 2002 poucas pessoas tinha acesso à internet, o sistema era lento, assim como a publicação de texto e foto, que ainda era, por incrível que pareça, bem complexa.

“Graças à internet, a informação tornou-se instantânea. As notícias estão no ar logo depois da competição”, admira Bastos.

E para que essa evolução desse certo, o jornalista passou a trabalhar mais e com mais possibilidades. “O profissional que trabalha com internet precisa saber fazer as duas coisas: a foto e o conteúdo, em vídeo ou texto. A gente acaba se virando e faz de tudo um pouco”, analisa Fernanda.

“Uma das que facilitaram eu estar hoje em todos os lugares é a possibilidade de cobrir um evento com foto e conteúdo”, continua a jornalista, que participa de maratonas no mundo inteiro, seja cobrindo ou correndo ou até mesmo as duas coisas.

E não só os jornalistas têm mais trabalho com o crescimento do mercado como principalmente os organizadores das competições, que precisam ficar mais atentos à demanda do público. “Como tem crescido o número de participantes, o público se torna mais exigente em relação aos serviços oferecidos”, afirma Adriano, que alerta também para que não se perca de vista a evolução do atletismo nacional profissional.

“Tem que valorizar o atleta de elite para fazer com que ele melhore seu nível técnica e tenha condições de disputar um grande evento internacional em igualdade com os estrangeiros”, conclui.

Webrun promove Saldão de fim de ano com fotos a R$ 9,90

Atletismo · 23 nov, 2011

Pegando carona as comemorações de fim de ano, o Webrun preparou um presente especial para seus leitores e resolveu fazer um saldão com fotos a R$ 9,90. E quem comprar pelo menos 11 fotos o desconto será ainda maior, já que cada uma sairá por R$ 7,90.

São válidos para a promoção todos os eventos fotografados a partir de 2004 até 30 de setembro de 2011, com exceção do Ironman Brasil e Ironman Brasil 70.3. Vale lembrar que esses valores são válidos apenas para os formatos digitais.

Para buscar fotos nos eventos, clique aqui.


Webrun promove Saldão de fim de ano com fotos a R$ 9,90

Atletismo · 23 nov, 2011

Pegando carona as comemorações de fim de ano, o Webrun preparou um presente especial para seus leitores e resolveu fazer um saldão com fotos a R$ 9,90. E quem comprar pelo menos 11 fotos o desconto será ainda maior, já que cada uma sairá por R$ 7,90.

São válidos para a promoção todos os eventos fotografados a partir de 2004 até 30 de setembro de 2011, com exceção do Ironman Brasil e Ironman Brasil 70.3. Vale lembrar que esses valores são válidos apenas para os formatos digitais.

Para buscar fotos nos eventos, clique aqui.

Onze anos após sua 1ª olimpíada, Juraci Moreira compete em Sydney

Atletismo · 09 abr, 2011

O triatleta brasileiro Juraci Moreira tem motivos de sobra para competir com garra a prova de abertura do Campeonato Mundial da União Internacional de Triatlhon, em Sydney, no domingo (10/04). O lugar da disputa traz muitas recordações, já que foi onde o brasileiro participou pela primeira vez de uma Olimpiada.

“Tenho ótimas lembranças. Poder voltar a competir em Sydney, 11 anos após meu primeiro Jogos Olímpicos, ainda brigando por uma vaga nos próximos Jogos, é uma grande alegria”, afirma o triatleta da equipe Pinheiros. Para chegar “afiado” no domingo, Juraci treinou na Austrália, junto com a equipe brasileira, no moderno e completo Centro de Treinamento (Sport Super Centre), em Gold Coast.

Ele destaca a qualidade do espaço onde fez a preparação, já que a infra-estrutura para os treinos é fundamental para alcançar os objetivos que virão pela frente. “Nós temos tudo ao nosso alcance, pois ficamos alojados em casas dentro do próprio Centro, com piscina de 50 metros, pista de atletismo, sala de musculação, refeitório, com três refeições diárias, além de um setor de fisioterapia e massagem à nossa disposição”, descreve.

Ainda de acordo com o triatleta, às vezes a rotina é até chata, mas ideal para ter resultados. “Os treinos foram ótimos. Logo após a etapa inicial da ITU World Cup, de Moolooba, fiquei bastante dolorido e sentindo dor no tendão direito, mas no decorrer dos dias melhorei, pois fiz ótimos treinos regenerativos”, diz o melhor latino-americano nos Jogos Olímpicos de Pequim (2008) e medalhista de bronze no Pan Rio 2007.



Onze anos após sua 1ª olimpíada, Juraci Moreira compete em Sydney

Atletismo · 09 abr, 2011

O triatleta brasileiro Juraci Moreira tem motivos de sobra para competir com garra a prova de abertura do Campeonato Mundial da União Internacional de Triatlhon, em Sydney, no domingo (10/04). O lugar da disputa traz muitas recordações, já que foi onde o brasileiro participou pela primeira vez de uma Olimpiada.

“Tenho ótimas lembranças. Poder voltar a competir em Sydney, 11 anos após meu primeiro Jogos Olímpicos, ainda brigando por uma vaga nos próximos Jogos, é uma grande alegria”, afirma o triatleta da equipe Pinheiros. Para chegar “afiado” no domingo, Juraci treinou na Austrália, junto com a equipe brasileira, no moderno e completo Centro de Treinamento (Sport Super Centre), em Gold Coast.

Ele destaca a qualidade do espaço onde fez a preparação, já que a infra-estrutura para os treinos é fundamental para alcançar os objetivos que virão pela frente. “Nós temos tudo ao nosso alcance, pois ficamos alojados em casas dentro do próprio Centro, com piscina de 50 metros, pista de atletismo, sala de musculação, refeitório, com três refeições diárias, além de um setor de fisioterapia e massagem à nossa disposição”, descreve.

Ainda de acordo com o triatleta, às vezes a rotina é até chata, mas ideal para ter resultados. “Os treinos foram ótimos. Logo após a etapa inicial da ITU World Cup, de Moolooba, fiquei bastante dolorido e sentindo dor no tendão direito, mas no decorrer dos dias melhorei, pois fiz ótimos treinos regenerativos”, diz o melhor latino-americano nos Jogos Olímpicos de Pequim (2008) e medalhista de bronze no Pan Rio 2007.


Lesões musculares: diagnóstico, prevenção e tratamento

Caminhada · 28 jul, 2010

No último artigo publicado nesta coluna abordei o tema da fadiga muscular e algumas de suas principais características, como as situações distintas em que pode ocorrer e os mecanismos fisiológicos correspondentes. Desta vez, darei continuidade ao tema e assim tratarei das lesões musculares, conseqüência possível do processo de fadiga muscular, sobretudo em corredores de longa distância.

De uma maneira geral, as lesões resultantes de atividades esportivas podem ser classificadas em dois grupos básicos:1

1 - Lesões intrínsecas: causadas por fatores individuais e biológicos (fatores antropométricos, história pregressa do atleta, nível de condicionamento).
2 - Lesões extrínsecas: causadas por fatores externos e do meio ambiente (piso de corrida, equipamento esportivo, condições climáticas).

As corridas de longa distância, esporte considerado sem contato físico, normalmente geram lesões intrínsecas1. As mais comuns incluem tendinopatias, bursites, fasciites, fraturas de stress e lesões musculares. As lesões musculares afetam os corredores principalmente durante os treinos de velocidade, incluindo os tiros e intervalados. Os atletas de elite podem apresentar maior predisposição a este tipo de lesão pela alta intensidade de seus treinamentos.

A literatura atual classifica estas lesões em diretas ou indiretas (mecanismo de ação), parciais ou totais (resultado da lesão), e traumáticas ou atraumáticas (presença ou ausência de contato físico)1.

Tipos de lesões - O estiramento muscular é uma lesão indireta frequente entre os corredores. É causado por um alongamento das fibras musculares além de sua capacidade normal de trabalho, decorrente de ciclos intensos de contração e relaxamento do músculo envolvido. Ocorre geralmente na junção músculo-tendínea, área de menor resistência do músculo, ou também na inserção do tendão ao osso, em situações em que o músculo não está adequadamente alongado, portanto despreparado para aquele esforço físico.

Durante treinamentos que envolvem velocidade, como os intervalados ou tiros, lesões musculares são frequentes. Os treinos intervalados predispõem a estes tipos de lesões, pois a musculatura exerce um esforço forte e contínuo durante os intervalos pré-determinados do treino, o músculo pode contrair excessivamente e perder parte de sua capacidade de se alongar. Dessa forma, o atleta está predisposto a sofrer uma lesão nas sessões seguintes ou ao final do treino.
Fatores como fadiga muscular e lesões prévias são importantes considerações a serem feitas na prevenção de estiramentos musculares. A fadiga muscular, característica presente principalmente no final das sessões de treinos de velocidade, provoca uma alteração no automatismo do movimento de corrida do atleta e, portanto, se torna um fator predisponente para a ocorrência de lesões. As lesões prévias induzem à formação de fibrose (tecido cicatricial) nas áreas afetadas que não apresentarão a mesma capacidade de alongamento e força que tecidos não lesados, portanto constituindo um local propício para o surgimento de novas lesões.

Prevenção e tratamento - A atividade adequada de toda a musculatura dos membros inferiores, seguida de exercícios de alongamento, são condições que auxiliam na preparação desta musculatura e, consequentemente, reduzem os riscos de estiramentos. No caso de corredores, as regiões mais afetadas são: região posterior (atrás) da coxa, os chamados músculos ísquios-tibiais e a panturrilha (batata da perna).

O sintoma clínico característico referido pelo atleta é uma fisgada no músculo, seguida de dor e comprometimento da função muscular a ponto de interromper o treinamento ou a competição. Parada a atividade física, deve-se aplicar gelo na região acometida em ciclos de 10 a 15 minutos, com bolsa envolvida por tecido para proteção da pele e feita uma bandagem para a compressão do local. O membro deve permanecer elevado e em repouso, porém a imobilização deve ser evitada ao máximo a fim de minimizar a perda de força muscular e a propriocepção (sensibilidade do movimento).

Medicamentos a serem usados incluem os anti-inflamatórios não-hormonais (ibuprofeno ou meloxicam) e os analgésicos (paracetamol). Estas condutas, que objetivam a diminuição da dor e o controle do processo inflamatório, podem ser seguidas pelas próximas 24-48 horas. Após este período, são introduzidas as medidas fisioterápicas que incluem a utilização de ultra-som pulsado para o auxílio da regeneração dos tecidos. Na terceira semana, devem ser iniciados os exercícios para o ganho de força desta musculatura e amplitude de movimento das articulações envolvidas.

O objetivo do tratamento deve ser o retorno ao esporte em cinco semanas. Persistindo a dor, é necessária uma nova consulta com um médico especialista em medicina esportiva para a correta reavaliação da lesão e condução do tratamento mais adequado. É importante salientar que a reabilitação adequada das lesões musculares depende de um diagnóstico médico preciso, tratamento fisioterápico completo e colaboração total do atleta.


Referência Bibliográfica: 1. Cohen, M., Abdalla, R., Lesões nos Esportes – diagnóstico, prevenção, tratamento Revinter, 2003


Lesões musculares: diagnóstico, prevenção e tratamento

Caminhada · 28 jul, 2010

No último artigo publicado nesta coluna abordei o tema da fadiga muscular e algumas de suas principais características, como as situações distintas em que pode ocorrer e os mecanismos fisiológicos correspondentes. Desta vez, darei continuidade ao tema e assim tratarei das lesões musculares, conseqüência possível do processo de fadiga muscular, sobretudo em corredores de longa distância.

De uma maneira geral, as lesões resultantes de atividades esportivas podem ser classificadas em dois grupos básicos:1

1 - Lesões intrínsecas: causadas por fatores individuais e biológicos (fatores antropométricos, história pregressa do atleta, nível de condicionamento).
2 - Lesões extrínsecas: causadas por fatores externos e do meio ambiente (piso de corrida, equipamento esportivo, condições climáticas).

As corridas de longa distância, esporte considerado sem contato físico, normalmente geram lesões intrínsecas1. As mais comuns incluem tendinopatias, bursites, fasciites, fraturas de stress e lesões musculares. As lesões musculares afetam os corredores principalmente durante os treinos de velocidade, incluindo os tiros e intervalados. Os atletas de elite podem apresentar maior predisposição a este tipo de lesão pela alta intensidade de seus treinamentos.

A literatura atual classifica estas lesões em diretas ou indiretas (mecanismo de ação), parciais ou totais (resultado da lesão), e traumáticas ou atraumáticas (presença ou ausência de contato físico)1.

Tipos de lesões - O estiramento muscular é uma lesão indireta frequente entre os corredores. É causado por um alongamento das fibras musculares além de sua capacidade normal de trabalho, decorrente de ciclos intensos de contração e relaxamento do músculo envolvido. Ocorre geralmente na junção músculo-tendínea, área de menor resistência do músculo, ou também na inserção do tendão ao osso, em situações em que o músculo não está adequadamente alongado, portanto despreparado para aquele esforço físico.

Durante treinamentos que envolvem velocidade, como os intervalados ou tiros, lesões musculares são frequentes. Os treinos intervalados predispõem a estes tipos de lesões, pois a musculatura exerce um esforço forte e contínuo durante os intervalos pré-determinados do treino, o músculo pode contrair excessivamente e perder parte de sua capacidade de se alongar. Dessa forma, o atleta está predisposto a sofrer uma lesão nas sessões seguintes ou ao final do treino.
Fatores como fadiga muscular e lesões prévias são importantes considerações a serem feitas na prevenção de estiramentos musculares. A fadiga muscular, característica presente principalmente no final das sessões de treinos de velocidade, provoca uma alteração no automatismo do movimento de corrida do atleta e, portanto, se torna um fator predisponente para a ocorrência de lesões. As lesões prévias induzem à formação de fibrose (tecido cicatricial) nas áreas afetadas que não apresentarão a mesma capacidade de alongamento e força que tecidos não lesados, portanto constituindo um local propício para o surgimento de novas lesões.

Prevenção e tratamento - A atividade adequada de toda a musculatura dos membros inferiores, seguida de exercícios de alongamento, são condições que auxiliam na preparação desta musculatura e, consequentemente, reduzem os riscos de estiramentos. No caso de corredores, as regiões mais afetadas são: região posterior (atrás) da coxa, os chamados músculos ísquios-tibiais e a panturrilha (batata da perna).

O sintoma clínico característico referido pelo atleta é uma fisgada no músculo, seguida de dor e comprometimento da função muscular a ponto de interromper o treinamento ou a competição. Parada a atividade física, deve-se aplicar gelo na região acometida em ciclos de 10 a 15 minutos, com bolsa envolvida por tecido para proteção da pele e feita uma bandagem para a compressão do local. O membro deve permanecer elevado e em repouso, porém a imobilização deve ser evitada ao máximo a fim de minimizar a perda de força muscular e a propriocepção (sensibilidade do movimento).

Medicamentos a serem usados incluem os anti-inflamatórios não-hormonais (ibuprofeno ou meloxicam) e os analgésicos (paracetamol). Estas condutas, que objetivam a diminuição da dor e o controle do processo inflamatório, podem ser seguidas pelas próximas 24-48 horas. Após este período, são introduzidas as medidas fisioterápicas que incluem a utilização de ultra-som pulsado para o auxílio da regeneração dos tecidos. Na terceira semana, devem ser iniciados os exercícios para o ganho de força desta musculatura e amplitude de movimento das articulações envolvidas.

O objetivo do tratamento deve ser o retorno ao esporte em cinco semanas. Persistindo a dor, é necessária uma nova consulta com um médico especialista em medicina esportiva para a correta reavaliação da lesão e condução do tratamento mais adequado. É importante salientar que a reabilitação adequada das lesões musculares depende de um diagnóstico médico preciso, tratamento fisioterápico completo e colaboração total do atleta.


Referência Bibliográfica: 1. Cohen, M., Abdalla, R., Lesões nos Esportes – diagnóstico, prevenção, tratamento Revinter, 2003