Atletismo · 23 jan, 2012
O verão começou oficialmente no dia 22 de dezembro e dura até o dia 20 de março, quando tem início o outono. Confira quais as principais medidas que devem ser tomadas na estação mais quente do ano quando for praticar atividades físicas atitudes simples podem evitar infortúnios.
Sol- Procure o horário de menor agressividade do Sol. Além de se cansar menos, você preserva sua pele.
Certifique-se também de utilizar proteção contra os raios solares ultravioleta a cada duas horas, no corpo e na cabeça. O filtro solar é um aliado importante nesta época.
Roupas e acessórios- Utilize proteção para os olhos em caso de excesso de luminosidade. Óculos escuros com filtragem certificada dos raios UV e viseiras ou bonés auxiliam neste ponto.
Utilize também roupas leves e próprias para a estação. Nada de roupas que impeçam a troca de calor com o ambiente, como abrigos de nylon. Algodão e tecidos com tecnologia dry fit ajudam a prevenir desidratação e hipertermia (aquecimento excessivo do corpo).
Hidratação- É necessário manter o corpo hidratado, evitando perda de peso excessiva. Suor com muito sal, urina escura ou turva são sinais de desidratação, bem como perda de até 2% do peso após o treino ou prova.
O uso de isotônicos é indicado para perdas mais intensas, mas diabéticos, hipertensos ou doentes renais devem evitar (assim como crianças e gestantes). Isotônico não é refrigerante e nem água, é calórico e contém carboidratos. Portanto, deve ser usado apenas como reposição, após atividades físicas.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomenda o uso de isotônicos apenas para atletas e esportistas, com prescrição de profissionais especializados, como nutricionistas ou médicos. Para se reidratar na primeira hora após os exercícios, tome apenas água ou suco de frutas para repor carboidratos e líquidos. Bebidas alcoólicas só após essa primeira hora.
Sódio e potássio- Ocorre maior risco de perda de sódio, o que leva a um quadro muito perigoso, a hiponatremia, que produz desde torpor até perda de consciência e parada cardíaca. Quanto ao potássio, sua diminuição no sangue durante a atividade física intensa também produz arritmias cardíacas perigosas.
A causa mais frequente de sua queda é pelo uso indevido de diuréticos para emagrecer ou então nos tratamentos médicos. Importante alertar que comer bananas não repõe o potássio necessário, pois para ser efetiva precisaríamos comer mais de oito bananas por dia.
Perda de peso pode ser perigosa - A perda de peso no verão geralmente se deve mais às perdas líquidas que, aliás, são rapidamente repostas ao se alimentar normalmente. Tome cuidado com a evolução de suas atividades, não forçando demais o corpo além dos limites.
Ao intensificar os exercícios sem estar preparado para emagrecer ou para conseguir atingir seu melhor desempenho rapidamente, correm-se vários riscos: desidratação, lesões musculares e tendinites. Isso sem falar no temido risco cardíaco de arritmias ou outras complicações dos exageros físicos.
Com o crescimento do público corredor no Brasil, surgiram também diversos produtos e serviços voltados ao esporte. Organizadoras de provas, marcas esportivas e veículos de comunicação foram alguns dos setores que se desenvolveram com a disseminação das corridas.
As assessorias esportivas são um exemplo bem-sucedido de investimento nessa tendência. Mas o que exatamente faz uma assessoria e o que ela pode fazer por um corredor?
O que é e como escolher- As assessorias são indicadas para todo mundo que corre, desde o iniciante ao competidor, conta Nelson Evêncio, colunista do Webrun e diretor da Nelson Evêncio Assessoria Esportiva. Segundo o treinador, é importante que o local onde a equipe trabalhe seja próximo ao trabalho ou residência do corredor.
Além disso, Nelson indica que os interessados avaliem o currículo dos profissionais que compõem a assessoria. Tem que treinar com alguém que tenha registro no Conselho Regional de Educação Física (CREF). Se não tem o CREF não pode orientar atividades físicas, afirma.
Os horários de treinamento variam entre as assessorias. Normalmente são treinos em grupos de manhã e à noite. Fora desses horários atendem alguns treinos, mas individuais, pondera o treinador, presidente da Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo.
O que oferece- Em termos gerais, uma assessoria esportiva provê avaliação, montagem e acompanhamento do treino, como define Nelson. É feito um planejamento individual para cada aluno, de acordo com seus objetivos.
Se a meta é correr uma maratona em dezembro, fazemos o planejamento de agora até lá com as etapas que a pessoa tem que cumprir para completar os 42 quilômetros. Além disso, é oferecido o apoio técnico em provas, com estrutura específica e atendimento à distância para as dúvidas dos atletas. Também são feitos exercícios de fortalecimento e equilíbrio para alunos que não estão associados a alguma academia, diz.
O professor afirma também que dois pontos subjetivos fazem a diferença para as pessoas optarem pelos serviços de uma assessoria. Um é o incentivo, o outro é a socialização. Uma coisa é treinar sozinho, outra é ter alguém te motivando e fazer parte de uma equipe, explica.
Não é regra- A pessoa não é obrigada a treinar em uma assessoria, esclarece Nelson. Mas é importante que ela tenha um treinador para fazer o seu treino, alguém que estudou para isso, que sabe os tempos de recuperação, afirma.
Segundo o técnico, uma pessoa que treina sozinha corre riscos maiores de lesão por não saber dosar a carga e não ter ninguém para freá-la, diz, antes de concluir: O professor que conhece seu aluno pode conscientizá-lo de quando não deve passar dos limites e quando ele pode ir além se estiver muito bem, define.
Para os interessados em contratar uma assessoria, o Webrun tem uma relação de parceiras no site. Clique aqui para conferir a lista.
Atletismo · 18 jan, 2012
Com o crescimento do público corredor no Brasil, surgiram também diversos produtos e serviços voltados ao esporte. Organizadoras de provas, marcas esportivas e veículos de comunicação foram alguns dos setores que se desenvolveram com a disseminação das corridas.
As assessorias esportivas são um exemplo bem-sucedido de investimento nessa tendência. Mas o que exatamente faz uma assessoria e o que ela pode fazer por um corredor?
O que é e como escolher- As assessorias são indicadas para todo mundo que corre, desde o iniciante ao competidor, conta Nelson Evêncio, colunista do Webrun e diretor da Nelson Evêncio Assessoria Esportiva. Segundo o treinador, é importante que o local onde a equipe trabalhe seja próximo ao trabalho ou residência do corredor.
Além disso, Nelson indica que os interessados avaliem o currículo dos profissionais que compõem a assessoria. Tem que treinar com alguém que tenha registro no Conselho Regional de Educação Física (CREF). Se não tem o CREF não pode orientar atividades físicas, afirma.
Os horários de treinamento variam entre as assessorias. Normalmente são treinos em grupos de manhã e à noite. Fora desses horários atendem alguns treinos, mas individuais, pondera o treinador, presidente da Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo.
O que oferece- Em termos gerais, uma assessoria esportiva provê avaliação, montagem e acompanhamento do treino, como define Nelson. É feito um planejamento individual para cada aluno, de acordo com seus objetivos.
Se a meta é correr uma maratona em dezembro, fazemos o planejamento de agora até lá com as etapas que a pessoa tem que cumprir para completar os 42 quilômetros. Além disso, é oferecido o apoio técnico em provas, com estrutura específica e atendimento à distância para as dúvidas dos atletas. Também são feitos exercícios de fortalecimento e equilíbrio para alunos que não estão associados a alguma academia, diz.
O professor afirma também que dois pontos subjetivos fazem a diferença para as pessoas optarem pelos serviços de uma assessoria. Um é o incentivo, o outro é a socialização. Uma coisa é treinar sozinho, outra é ter alguém te motivando e fazer parte de uma equipe, explica.
Não é regra- A pessoa não é obrigada a treinar em uma assessoria, esclarece Nelson. Mas é importante que ela tenha um treinador para fazer o seu treino, alguém que estudou para isso, que sabe os tempos de recuperação, afirma.
Segundo o técnico, uma pessoa que treina sozinha corre riscos maiores de lesão por não saber dosar a carga e não ter ninguém para freá-la, diz, antes de concluir: O professor que conhece seu aluno pode conscientizá-lo de quando não deve passar dos limites e quando ele pode ir além se estiver muito bem, define.
Para os interessados em contratar uma assessoria, o Webrun tem uma relação de parceiras no site. Clique aqui para conferir a lista.
No dia seis de novembro, o ultramaratonista norte-americano Tony Krupicka esteve em Ilhabela, litoral de São Paulo, para um treino de 22 quilômetros de experimentação de um lançamento da New Balance. O atleta, que sempre cortou a sola dos tênis de corrida, participou do processo de desenvolvimento do modelo Minimus, um tênis minimalista que mantém a pisada natural, exige maior trabalho muscular e fortalece os múculos das pernas.
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| A corrida para testar o tênis largou por volta das 10h |
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| Junto com Tony, outros atletas e alguns convidados fizeram o percurso |
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| A corrida para teste do tênis aconteceu em Ilhabela, na trilha da Praia dos Castelhanos |
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| Os participantes percorreram 22 quilômetros na trilha |
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| O tênis Minimus promete estimular músculos inferiores da perna |
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| A trilha percorrida pelo atleta chega a 630 metros de altitude |
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| Tony conta que demorou de quatro a seis meses para se adaptar ao tênis minimalista |
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| Os atletas se refrescaram na Cachoeira do Gato, no meio do percurso |
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| Depois dos 22 quilômetros percorridos, Tony e os outros participantes chegaram a Praia dos Castelhanos |
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| Tony afirma que achou a praia muito bonita e se divertiu muito durante a trilha |
Caminhada · 25 nov, 2011
No dia seis de novembro, o ultramaratonista norte-americano Tony Krupicka esteve em Ilhabela, litoral de São Paulo, para um treino de 22 quilômetros de experimentação de um lançamento da New Balance. O atleta, que sempre cortou a sola dos tênis de corrida, participou do processo de desenvolvimento do modelo Minimus, um tênis minimalista que mantém a pisada natural, exige maior trabalho muscular e fortalece os múculos das pernas.
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| A corrida para testar o tênis largou por volta das 10h |
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| Junto com Tony, outros atletas e alguns convidados fizeram o percurso |
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| A corrida para teste do tênis aconteceu em Ilhabela, na trilha da Praia dos Castelhanos |
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| Os participantes percorreram 22 quilômetros na trilha |
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| O tênis Minimus promete estimular músculos inferiores da perna |
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| A trilha percorrida pelo atleta chega a 630 metros de altitude |
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| Tony conta que demorou de quatro a seis meses para se adaptar ao tênis minimalista |
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| Os atletas se refrescaram na Cachoeira do Gato, no meio do percurso |
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| Depois dos 22 quilômetros percorridos, Tony e os outros participantes chegaram a Praia dos Castelhanos |
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| Tony afirma que achou a praia muito bonita e se divertiu muito durante a trilha |
Atletismo · 27 jun, 2011
O cardiologista esportivo Dr. Nabil Ghorayeb atualiza seu artigo sobre treinamento durante o inverno. Originalmente publicado em 2009 no Webrun, o texto fala sobre erros e acertos na hora de praticar exercícios físicos sob baixas temperaturas.
Desde Hipócrates, pai da medicina sabe-se que nas mudanças de estações, principalmente do inverno, as doenças circulatórias e respiratórias são mais frequentes e perigosas para crianças e idosos, pacientes debilitados e os com doenças cardiovasculares (pressão alta, angina do peito/infarto do miocárdio, arritmias, acidente vascular cerebral e deficiente circulação nas pernas). Além disso, nessa época do ano, pode ocorrer a hipotermia, ou seja, a temperatura corporal abaixo dos 36,5 0C.
Isso significa perda da habilidade em produzir energia suficiente para manter a temperatura interna do corpo. A hipotermia pode ser fatal pelo colapso do coração e seus sintomas são: dificuldades de coordenação motora, reações lentas, calafrios, insônia e confusão mental. As extremas baixas temperaturas nos obrigam a nos agasalharmos bem, principalmente mãos e pés, sendo o rosto e mãos e pés os nossos sensores de temperaturas.
Atenção em relação ao consumo de bebidas alcoólicas (pinga, whisky, conhaque e outras) para nos aquecer, absolutamente isto não existe ! O álcool dilata os vasos sanguíneos levando o sangue a um maior contato com as áreas expostas ao frio e, ao contrário do que se espera, ocorre maior perda do calor e o sangue mais frio, seguindo para o interior do corpo, dissemina a baixa temperatura.
Portanto, bebidas alcoólicas não aquecem e a sensação de queimação no estômago é na verdade sintoma de uma leve gastrite aguda. Essa falsa sensação de calor provocada pela bebida no esôfago e estômago induz acreditar que o organismo está aquecido, o que não é verdade. O perigo é ficar alcoolizado e não sentir o frio, o que resulta em enorme risco de hipotermia e suas consequências. Somente a ingestão de líquidos previamente aquecidos (chá, chocolate, leite) é que leva calor ao seu organismo.
Nos casos de emergências por grave hipotermia, além de se agasalhar imediatamente com materiais térmicos, devemos administrar líquidos aquecidos pela boca. Infelizmente pessoas morrem por hipotermia, sem perceber a intensidade do frio devido à intoxicação alcoólica por elevada ingestão alcoólica. Em relação aos problemas respiratórios, eles se elevam pela baixa imunidade do organismo, consequente ao frio intenso. Por isso a vacinação antigripal anual para os indivíduos mais sensíveis, como as crianças e idosos.
Atividade física no frio intenso Exercícios físicos são saudáveis acima dos 200C. No inverno o esportista deve evitar baixas temperaturas e o vento frio. Recomendamos aquecimento muscular, respiração nasal de preferência, vestimentas adequadas para se proteger da perda rápida de calor, principalmente das mãos, pés e rosto, ingestão de líquidos aquecidos, principalmente no pós-exercício.
Atletismo · 25 maio, 2011
Um longo e recente debate de 15 páginas no Journal of the American Dietetic Association foi publicado discutindo-se, entre outras coisas, se a quantidade total de gordura ingerida faz alguma diferença na saúde do coração, nos índices (e risco) de diabetes e na obesidade. E ao menos uma das conclusões segue a linha do que falei nos últimos dois textos aqui nesse espaço: o total de gordura ingerida em nossa dieta não tem importância nesses pontos!
Outro ponto importante no debate é a conclusão de que a gordura saturada (animal), apesar de ser ruim, parece não ser tão ruim quanto o carboidrato simples (açúcar branco e farinha de trigo, por exemplo). Não é difícil entender por que, mesmo com inúmeras campanhas para reduzir o consumo de gordura nos EUA, os americanos continuam a ganhar peso, justamente porque eles conseguiram essa redução no consumo de gordura à base de uma troca consumindo agora mais carboidratos! Mas se comemos hoje menos gordura que 20 anos atrás, por que então continuamos a engordar?
Os cálculos de ingestão de nutrientes de uma população são super complexos e difíceis, mas nos últimos anos, mais e mais renomados especialistas vão concordando com algo: parece ter sido um erro precipitado recomendar a substituição de gordura pelos carboidratos refinados. O único acerto de fato parece ser a ênfase de controlarmos o tipo de gordura que consumimos, evitando a saturada e a condenada trans, dando preferência às insaturadas.
Um dos resultados dessa substituição do tipo de nutriente é que, mesmo reduzindo a quantidade calórica, continuamos a engordar, entre muitas outras coisas, provavelmente porque aumentamos percentualmente o carboidrato em nossa dieta.
Da minha parte, cada vez mais acho completamente desnecessário o extremo cuidado que os profissionais da saúde têm com a gordura, porque parece que estamos latindo para a árvore errada. Há uma imensa e absoluta confusão com os cálculos de porcentagem dos nutrientes porque quando reduzimos um nutriente (seja ele carboidrato, gordura ou proteína), outro(s) acaba(m) ganhando peso na dieta e mascarando os papéis de cada um nas dietas de emagrecimento.
A quantidade de calorias parece ter então um peso bem menor do que o atribuído hoje na manutenção de peso, mas essa é uma teoria que requer longa discussão, inviável aqui. É sim muito importante que saibamos que MUITO do produzido em pesquisa nas últimas décadas faz uma absurda confusão com quantidade calórica e porcentagens de nutrientes, confusão essa que impede encontrarmos os verdadeiros vilões.
O lado otimista me diz que esse debate em um veículo tão respeitado quanto o Journal of the American Dietetic Association é um alento, porque reconhece que a fobia criada em cima da gordura parece não ser mais um consenso. Se você sair pesquisando, verá que indicadores como o colesterol (seja ele HDL ou LDL) tem uma confiança relativamente baixa como indicadores futuros de riscos cardíacos, além de não reagirem tão bem a mudanças nas dietas.
E por fim, o que não faltam são populações inteiras com dietas que seriam totalmente condenadas do ponto de vista do que seria o ideal, mas mesmo assim essa população acaba tendo índices de longevidade e índices de problemas cardíacos muito abaixo da média mundial. E é justamente sobre essa particularidade de alguns grupos, seu comportamento e equivocadas leituras, que fazemos disso o que eu falarei no próximo texto!
Atletismo · 12 maio, 2011
A lesão condral representa uma alteração em um tecido extremamente especializado e delicado, que é a cartilagem articular. A cartilagem é formada por diversos tipos de células dispostas em várias camadas de revestimento das porções ósseas que estão em contato entre si formando as juntas e, desta forma, permitindo que a articulação trabalhe sem causar um desgaste desnecessário em suas delicadas superfícies. Porém, lesões podem ocorrer por mecanismos traumáticos ou não traumáticos (entorses, por exemplo), muitas vezes com sérias consequências.
As opções cirúrgicas existem tanto pela técnica de microfraturas, na qual o leito da lesão é perfurado com o intuito de se promover um aumento do aporte de sangue para o local e sua consequente cicatrização, como pelo enxerto de cartilagem. Porém, são indicadas apenas em alguns casos com resultados ainda muito variáveis, já que estas técnicas são relativamente recentes.
Vale à pena investir na administração dos condroprotetores (sulfatos de glicosamina e condroitina) e em outras formas indiretas de proteção da cartilagem, como treinamento de resistência muscular e/ou treinamento funcional. Para ter certeza do que é indicado no seu caso, consulte um médico.
Atletismo · 10 maio, 2011
A adidas lançou o novo tênis CC Ride, da linha ClimaCool, que já está nas lojas de todo Brasil. O CC Ride está disponível em 15 cores diferentes como pink, verde, amarelo, laranja e verde, além dos modelos preto e cinza com a sola colorida e garante respirabilidade durante toda a prática esportiva.
O material ClimaCool foi desenvolvido com a intenção de combater a umidade e a alta temperatura dentro dos calçados e reduz a umidade no interior do tênis em até 20% e a temperatura do pé em até 12%.
O cabedal vazado permite circulação de ar em todos os ângulos e sua sola única garante a flexibilidade e liberdade de movimentos, graças a um sistema de amortecimento aplicado em todo comprimento do tênis. O CC Ride possui uma palmilha perfurada para melhor respiração, forro em tecido sintético para maior conforto e sola, biqueira e calcanhar em borracha EVA flexível e resistente.
Todos os artigos desenvolvidos com a tecnologia ClimaCool são submetidos a processos de avaliação, como testes de desgaste, de ajuste e biomecânico.
Atletismo · 09 abr, 2011
O triatleta brasileiro Juraci Moreira tem motivos de sobra para competir com garra a prova de abertura do Campeonato Mundial da União Internacional de Triatlhon, em Sydney, no domingo (10/04). O lugar da disputa traz muitas recordações, já que foi onde o brasileiro participou pela primeira vez de uma Olimpiada.
Tenho ótimas lembranças. Poder voltar a competir em Sydney, 11 anos após meu primeiro Jogos Olímpicos, ainda brigando por uma vaga nos próximos Jogos, é uma grande alegria, afirma o triatleta da equipe Pinheiros. Para chegar afiado no domingo, Juraci treinou na Austrália, junto com a equipe brasileira, no moderno e completo Centro de Treinamento (Sport Super Centre), em Gold Coast.
Ele destaca a qualidade do espaço onde fez a preparação, já que a infra-estrutura para os treinos é fundamental para alcançar os objetivos que virão pela frente. Nós temos tudo ao nosso alcance, pois ficamos alojados em casas dentro do próprio Centro, com piscina de 50 metros, pista de atletismo, sala de musculação, refeitório, com três refeições diárias, além de um setor de fisioterapia e massagem à nossa disposição, descreve.
Ainda de acordo com o triatleta, às vezes a rotina é até chata, mas ideal para ter resultados. Os treinos foram ótimos. Logo após a etapa inicial da ITU World Cup, de Moolooba, fiquei bastante dolorido e sentindo dor no tendão direito, mas no decorrer dos dias melhorei, pois fiz ótimos treinos regenerativos, diz o melhor latino-americano nos Jogos Olímpicos de Pequim (2008) e medalhista de bronze no Pan Rio 2007.
Atletismo · 15 dez, 2010
Nome: Ana Silvia Ferreira Martins
Idade: 41
Dúvida: Gostaria de saber quantos tipos de esporão calcâneo existem?
Resposta: Olá Ana.
Existem dois: um em baixo do calcâneo (onde você pisa) e um que fica atrás (onde o sapato encosta), na inserção do tendão de Aquiles. Esse geralmente é associado à Síndrome de haglund- esporão, bursite tendinite.
Resposta concedida pela Dra. Ana Paula Simões. Especialista em medicina e cirurgia do pé e tornozelo. É médica do grupo de trauma esportivo da Santa Casa de São Paulo e atual médica da seleção brasileira de futebol feminino. http://lattes.cnpq.br/2785121990946814.
Caminhada · 13 dez, 2010
Nome: Silveria
Idade: 47
Dúvida: Fiz RX do pé e no laudo veio: calcificação na inserção do tendão de aquiles. O que é calcificação de tendão? Não tenho dor,o que fazer para prevenir?
Resposta: Olá Silveria.
Significa que seu tendão tem uma área onde ele se prende ao osso com calcificação, ou seja, uma ponta de osso foi formada talvez por excesso de impacto ou tração, falta de alongamento ou até mesmo degeneração. Se você não tem dor, é certo querer prevenir, mas antes é preciso descobrir a causa, sendo assim só com o especialista em tornozelo e pé analisando o seu caso para usar os artifícios que corretos ara combater a evolução.
Resposta concedida pela Dra. Ana Paula Simões. Especialista em medicina e cirurgia do pé e tornozelo. É médica do grupo de trauma esportivo da Santa Casa de São Paulo e atual médica da seleção brasileira de futebol feminino. http://lattes.cnpq.br/2785121990946814.
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026