Corrida de Obstáculos

Beleza em cápsulas: suplemento revitaliza cabelos, pele e unhas

O público feminino está cada vez mais preocupado com saúde e estética. Por isso, o Webrun produziu uma série sobre como os suplementos têm um papel importante no caminho para alcançar esses objetivos. Confira a segunda da série de duas reportagens!

O sonho de ter pele, cabelos e unhas mais bonitos somente com uma cápsula diária tem se tornado cada vez mais uma realidade. Algumas empresas, como a Nutrilatina, especializada em suplementação, tem apostado nessa ideia e obtido resultados.

Chegou a menstruação: posso treinar ou devo descansar?

Sem exigir muito esforço, as mulheres têm a opção de consumir suplementos estéticos. “Os nutricosméticos combinam nutrientes e bioativos específicos, cuja ação garante diversos benefícios estéticos, como firmeza e hidratação da pele, fotoproteção, cabelos e unhas mais saudáveis, mais vitalidade, saciedade e até redução da gordura corporal”, ressalta Daniella Tolari, nutricionista da Nutrilatina.

De acordo com Tolari, não é necessário ter uma alimentação específica para que os produtos atuem no organismo. A única restrição é o consumo por crianças, gestantes, idosos, mulheres que amamentam e pessoas com problemas de saúde, que necessitam de uma orientação médica antes de iniciar o tratamento.

O produto da Nutrilatina promete melhora na firmeza da pele e melhor estruturação de cabelos e unhas. Foto: Nutrilatina/Divulgação
O produto da Nutrilatina promete melhora na firmeza da pele e melhor estruturação de cabelos e unhas. Foto: Nutrilatina/Divulgação

Alimentação - Já a nutricionista Joyce Nunes de Oliveira afirma que de nada irá adiantar consumir suplementos cosméticos se a mulher não tem uma boa qualidade alimentar. “A saúde do couro cabeludo necessita de nutrientes bem como os fios. Se na alimentação diária o consumo de proteínas, vitaminas e minerais é baixo, o cabelo poderá apresentar alterações. Cabelos opacos e quebradiços podem ser reflexos de uma má alimentação”, complementa.

Saiba porque alguns alimentos saudáveis provocam alergia

Para garantir um cabelo sedoso e com bastante elasticidade, a profissional dá a receita: “alimentos como cenoura, espinafre, aveia, salmão, soja, laranja, morango, iogurte, castanha do Pará e agrião, são exemplos que podem auxiliar no tratamento dos fios no dia-a-dia”. Joyce também conta que a parceria entre nutricionista e esteticista é fundamental para quem busca uma melhor aparência.


Beleza em cápsulas: suplemento revitaliza cabelos, pele e unhas

Atletismo · 31 maio, 2013

O público feminino está cada vez mais preocupado com saúde e estética. Por isso, o Webrun produziu uma série sobre como os suplementos têm um papel importante no caminho para alcançar esses objetivos. Confira a segunda da série de duas reportagens!

O sonho de ter pele, cabelos e unhas mais bonitos somente com uma cápsula diária tem se tornado cada vez mais uma realidade. Algumas empresas, como a Nutrilatina, especializada em suplementação, tem apostado nessa ideia e obtido resultados.

Chegou a menstruação: posso treinar ou devo descansar?

Sem exigir muito esforço, as mulheres têm a opção de consumir suplementos estéticos. “Os nutricosméticos combinam nutrientes e bioativos específicos, cuja ação garante diversos benefícios estéticos, como firmeza e hidratação da pele, fotoproteção, cabelos e unhas mais saudáveis, mais vitalidade, saciedade e até redução da gordura corporal”, ressalta Daniella Tolari, nutricionista da Nutrilatina.

De acordo com Tolari, não é necessário ter uma alimentação específica para que os produtos atuem no organismo. A única restrição é o consumo por crianças, gestantes, idosos, mulheres que amamentam e pessoas com problemas de saúde, que necessitam de uma orientação médica antes de iniciar o tratamento.

O produto da Nutrilatina promete melhora na firmeza da pele e melhor estruturação de cabelos e unhas. Foto: Nutrilatina/Divulgação
O produto da Nutrilatina promete melhora na firmeza da pele e melhor estruturação de cabelos e unhas. Foto: Nutrilatina/Divulgação

Alimentação - Já a nutricionista Joyce Nunes de Oliveira afirma que de nada irá adiantar consumir suplementos cosméticos se a mulher não tem uma boa qualidade alimentar. “A saúde do couro cabeludo necessita de nutrientes bem como os fios. Se na alimentação diária o consumo de proteínas, vitaminas e minerais é baixo, o cabelo poderá apresentar alterações. Cabelos opacos e quebradiços podem ser reflexos de uma má alimentação”, complementa.

Saiba porque alguns alimentos saudáveis provocam alergia

Para garantir um cabelo sedoso e com bastante elasticidade, a profissional dá a receita: “alimentos como cenoura, espinafre, aveia, salmão, soja, laranja, morango, iogurte, castanha do Pará e agrião, são exemplos que podem auxiliar no tratamento dos fios no dia-a-dia”. Joyce também conta que a parceria entre nutricionista e esteticista é fundamental para quem busca uma melhor aparência.

Acupuntura: tratamento com agulhas que salva treinamentos

Atletas sempre sonham em conseguir aumentar seu rendimento nas provas, mas nem sempre tomam todos os cuidados necessários para isso. Lesões, quebras e dificuldades respiratórias são alguns dos problemas que podem ocorrer no overtraining.

Para os esportistas que estão cansados de não obterem resultado com os tratamentos convencionais, a acupuntura é uma ótima opção. A arte milenar chinesa conhecida no mundo inteiro estimula pontos que se distribuem principalmente sobre linhas chamadas "meridianos chineses".

Boca ou nariz, qual é a maneira mais saudável de respirar?

Para os atletas que fogem das agulhas, o acupunturista Leandro Heck Gemeo dá a solução. “Hoje em dia, o tratamento também pode ser feito com fitas”, esclarece.

O profissional também conta que existem pontos que, quando estimulados, melhoram a capacidade respiratória. “O resultado de uma pesquisa sobre o tema revelou que existe uma melhora de 15% a 25% da capacidade respiratória em indivíduos que fazem a acupuntura”, informa.

A técnica chinesa também pode ser usada no tratamento de doenças respiratórias crônicas, como asma e bronquite. “Existe um teste em que um cavalo foi tratado para essas doenças e obteve uma melhora de 50%”, exemplifica.

Estímulo dos pontos pode ajudar rendimento do atleta. Foto: Image Source/ZUMAPRESS/Fotoarena
Estímulo dos pontos pode ajudar rendimento do atleta. Foto: Image Source/ZUMAPRESS/Fotoarena

Depois da dor - Porém, não é somente o sistema respiratório que é levado em consideração na hora da avaliação. “O profissional deve trabalhar os membros inferiores, que são muito usados na corrida, além de lidar com o lado emocional dos atletas. É comum o corredor ficar nervoso antes de uma grande prova, então tratar do medo e de possíveis sintomas, como diarréia, vômito e dor de cabeça, é essencial”, enumera.

Depois de encarar o percurso, é comum o atleta sentir o corpo fadigado e o acupunturista pode iniciar um tratamento para o overtraning. “O problema do tratamento contra lesões e microlesões é que a técnica inibe a dor momentaneamente. Por conta disso, alguns esportistas estressam ainda mais o músculo e pioram a lesão”, conta o acupunturista.

Frequência respiratória adequada ajuda no rendimento de atletas

Sessões - O número de sessões necessárias para se obter um resultado concreto varia de pessoa para pessoa, mas Gemeo sugere que haja pelo menos uma consulta por semana. “Existem casos em que o atleta pode até correr utilizando as fitas ou o estímulo da agulha. Não há problema algum”, completa.

Apesar de a técnica estar em constante crescimento, o profissional conta que é difícil ter atletas que mantenham um ritmo de sessões constante. “Normalmente o público em geral não tem condições financeiras para dar continuidade ao tratamento. É necessária uma assessoria para poder bancar com os custos”, conclui.


Acupuntura: tratamento com agulhas que salva treinamentos

Atletismo · 02 maio, 2013

Atletas sempre sonham em conseguir aumentar seu rendimento nas provas, mas nem sempre tomam todos os cuidados necessários para isso. Lesões, quebras e dificuldades respiratórias são alguns dos problemas que podem ocorrer no overtraining.

Para os esportistas que estão cansados de não obterem resultado com os tratamentos convencionais, a acupuntura é uma ótima opção. A arte milenar chinesa conhecida no mundo inteiro estimula pontos que se distribuem principalmente sobre linhas chamadas "meridianos chineses".

Boca ou nariz, qual é a maneira mais saudável de respirar?

Para os atletas que fogem das agulhas, o acupunturista Leandro Heck Gemeo dá a solução. “Hoje em dia, o tratamento também pode ser feito com fitas”, esclarece.

O profissional também conta que existem pontos que, quando estimulados, melhoram a capacidade respiratória. “O resultado de uma pesquisa sobre o tema revelou que existe uma melhora de 15% a 25% da capacidade respiratória em indivíduos que fazem a acupuntura”, informa.

A técnica chinesa também pode ser usada no tratamento de doenças respiratórias crônicas, como asma e bronquite. “Existe um teste em que um cavalo foi tratado para essas doenças e obteve uma melhora de 50%”, exemplifica.

Estímulo dos pontos pode ajudar rendimento do atleta. Foto: Image Source/ZUMAPRESS/Fotoarena
Estímulo dos pontos pode ajudar rendimento do atleta. Foto: Image Source/ZUMAPRESS/Fotoarena

Depois da dor - Porém, não é somente o sistema respiratório que é levado em consideração na hora da avaliação. “O profissional deve trabalhar os membros inferiores, que são muito usados na corrida, além de lidar com o lado emocional dos atletas. É comum o corredor ficar nervoso antes de uma grande prova, então tratar do medo e de possíveis sintomas, como diarréia, vômito e dor de cabeça, é essencial”, enumera.

Depois de encarar o percurso, é comum o atleta sentir o corpo fadigado e o acupunturista pode iniciar um tratamento para o overtraning. “O problema do tratamento contra lesões e microlesões é que a técnica inibe a dor momentaneamente. Por conta disso, alguns esportistas estressam ainda mais o músculo e pioram a lesão”, conta o acupunturista.

Frequência respiratória adequada ajuda no rendimento de atletas

Sessões - O número de sessões necessárias para se obter um resultado concreto varia de pessoa para pessoa, mas Gemeo sugere que haja pelo menos uma consulta por semana. “Existem casos em que o atleta pode até correr utilizando as fitas ou o estímulo da agulha. Não há problema algum”, completa.

Apesar de a técnica estar em constante crescimento, o profissional conta que é difícil ter atletas que mantenham um ritmo de sessões constante. “Normalmente o público em geral não tem condições financeiras para dar continuidade ao tratamento. É necessária uma assessoria para poder bancar com os custos”, conclui.

Tratamento com dispositivo a laser é alternativa para micose nas unhas

É comum os esportistas separarem um par de tênis apropriado para realizar atividades físicas, porém para os atletas que realizam exercícios diariamente essa não é uma boa opção. Utilizar o mesmo calçado todos os dias pode colaborar para proliferação de fungos nos dedos e unhas dos pés.

O mais frequente é o atleta desenvolver uma micose na unha, mais conhecida como onicomicose. Apesar do assunto não ser comentado comumente, 5% da população mundial sofre com os danos da doença que, antigamente, só era tratada com a remoção completa da unha via cirurgia ou administração de remédios tópicos.

Tratamento com 'peixes-médicos' garante pés macios e saudáveis

Porém, em março deste ano o Meeting Americano de Dermatologia, realizado em Miami, aprovou o uso do laser em clínicas dermatológicas. O tratamento também foi aprovado pela Administração de Alimentos e Remédios (FDA) nos Estados Unidos e ainda da Comunidade Européia (CE).

É comum contrair doenças dermatológicas em praias. Foto: Miguel Angel Navarro/ stock.xchng
É comum contrair doenças dermatológicas em praias. Foto: Miguel Angel Navarro/ stock.xchng

Tratamento - O laser consiste em um pequeno dispositivo que aumenta a temperatura da unha para até 42ºC e mata os fungos. “É necessário fazer o ajuste do equipamento para ‘dosar a quantidade’ de calor que será emitido e o tempo que o equipamento ficará ligado. Ambos dependem do grau de progressão da doença”, explica o podólogo André Luiz Vicente da Silva, da clínica de dermatologia Central Feet.

Para aumentar a potencialidade do laser, o profissional também pode utilizar substâncias como o azul de metinelo. “O espaço de tempo entre uma sessão e outra também varia de cliente para cliente”, afirma.

Apesar de significar um avanço para a cura da patologia, André enfatiza que as sessões não excluem a necessidade do acompanhamento médico. “Caso o paciente esteja utilizando um antifúngico, ele não deve interromper a medicação”, resume.

Contra-indicações - De acordo com o podólogo, o procedimento não oferece perigo para nenhum tipo de cliente, mas existem ressalvas. “Não recomendamos para pacientes que não tiveram alta de tratamentos de câncer, principalmente o de pele, gestantes e portadores de psoríase ”, discorre.

Saiba a forma correta de proteger seus pés

Prevenção - Para não precisar se preocupar com a contaminação das unhas, o atleta deve trocar de meias todos os dias, revezar o uso dos sapatos, evitar pisar sem sapatos em praias e proximidades de piscinas, além de saunas e banheiros públicos. Caso seja possível , é recomendado colocar o tênis em local arejado por 24 horas.


Tratamento com dispositivo a laser é alternativa para micose nas unhas

Atletismo · 23 abr, 2013

É comum os esportistas separarem um par de tênis apropriado para realizar atividades físicas, porém para os atletas que realizam exercícios diariamente essa não é uma boa opção. Utilizar o mesmo calçado todos os dias pode colaborar para proliferação de fungos nos dedos e unhas dos pés.

O mais frequente é o atleta desenvolver uma micose na unha, mais conhecida como onicomicose. Apesar do assunto não ser comentado comumente, 5% da população mundial sofre com os danos da doença que, antigamente, só era tratada com a remoção completa da unha via cirurgia ou administração de remédios tópicos.

Tratamento com 'peixes-médicos' garante pés macios e saudáveis

Porém, em março deste ano o Meeting Americano de Dermatologia, realizado em Miami, aprovou o uso do laser em clínicas dermatológicas. O tratamento também foi aprovado pela Administração de Alimentos e Remédios (FDA) nos Estados Unidos e ainda da Comunidade Européia (CE).

É comum contrair doenças dermatológicas em praias. Foto: Miguel Angel Navarro/ stock.xchng
É comum contrair doenças dermatológicas em praias. Foto: Miguel Angel Navarro/ stock.xchng

Tratamento - O laser consiste em um pequeno dispositivo que aumenta a temperatura da unha para até 42ºC e mata os fungos. “É necessário fazer o ajuste do equipamento para ‘dosar a quantidade’ de calor que será emitido e o tempo que o equipamento ficará ligado. Ambos dependem do grau de progressão da doença”, explica o podólogo André Luiz Vicente da Silva, da clínica de dermatologia Central Feet.

Para aumentar a potencialidade do laser, o profissional também pode utilizar substâncias como o azul de metinelo. “O espaço de tempo entre uma sessão e outra também varia de cliente para cliente”, afirma.

Apesar de significar um avanço para a cura da patologia, André enfatiza que as sessões não excluem a necessidade do acompanhamento médico. “Caso o paciente esteja utilizando um antifúngico, ele não deve interromper a medicação”, resume.

Contra-indicações - De acordo com o podólogo, o procedimento não oferece perigo para nenhum tipo de cliente, mas existem ressalvas. “Não recomendamos para pacientes que não tiveram alta de tratamentos de câncer, principalmente o de pele, gestantes e portadores de psoríase ”, discorre.

Saiba a forma correta de proteger seus pés

Prevenção - Para não precisar se preocupar com a contaminação das unhas, o atleta deve trocar de meias todos os dias, revezar o uso dos sapatos, evitar pisar sem sapatos em praias e proximidades de piscinas, além de saunas e banheiros públicos. Caso seja possível , é recomendado colocar o tênis em local arejado por 24 horas.

O que é melhor na hora da lesão: bolsa de gelo ou de água quente?

Na tentativa de melhorar o próprio desempenho, é comum as pessoas submeterem o músculo a um esforço acima do normal e, consequentemente, interromperem a atividade física por conta de uma lesão. Neste momento é melhor pegar gelo e fazer uma compressa ou ir atrás de uma bolsa de água quente?

De acordo com a fisiologista Natália L. Reinecke, acertou quem escolheu a primeira opção. Colocar um pouco de gelo envolto em um pano (para não queimar a pele), ou segurar uma bolsa de gel com efeito gelado diretamente no local no momento em que a lesão acontece, irá aliviar a dor e diminuir o inchaço causado pelo trauma.

O mais indicado é que o atleta fique em repouso e coloque a bolsa de água quente no local somente depois que a fase aguda passar, o que pode levar alguns dias em certos casos. “O tratamento com o calor, ou termoterapia, é indicado para diminuir a dor, aumentar a flexibilidade dos músculos e diminuir a rigidez das articulações. Deve ser usada após a fase aguda de dor”, indica Natália.

Como evitar levar suas lesões para a nova temporada?

Complicações - A troca na ordem dos procedimentos pode significar mais dor e um período de repouso maior. “O uso do calor provoca uma maior dilatação dos vasos sanguíneos no local, podendo piorar a dor e o edema quando usado durante a fase aguda da lesão”, explica a profissional.

A bolsa de gelo deve ser utilizada no momento em que a lesão ocorre. Foto: Licença Creative Commons
A bolsa de gelo deve ser utilizada no momento em que a lesão ocorre. Foto: Licença Creative Commons

Procedimentos - A primeira atitude do atleta assim que sentir o desconforto ou dor intensa é parar imediatamente de praticar a atividade física. Continuar a forçar o músculo pode fazer com que uma microlesão se transforme em um grande trauma, de acordo com a profissional.

Conheça três fatores que podem te afastar da corrida

Caso o dano não tenha sido grave, a indicação é de repouso. “Deve-se esperar algum tempo antes de retornar à atividade esportiva. Este tempo dependerá do grau da lesão e, neste sentido, a fisioterapia poderá ajudar a acelerar o processo de recuperação e reintegração do atleta à atividade”, sugere a fisiologista.

Em caso de lesões graves, deve-se dirigir imediatamente para um pronto socorro para que um médico possa analisar a gravidade. Em alguns casos, é necessária a imobilização do local afetado.

Alogamento - Segundo Natália, quando um atleta sofre um estiramento muscular não é indicado realizar o alongamento. O procedimento poderá agravar a situação.


O que é melhor na hora da lesão: bolsa de gelo ou de água quente?

Atletismo · 19 abr, 2013

Na tentativa de melhorar o próprio desempenho, é comum as pessoas submeterem o músculo a um esforço acima do normal e, consequentemente, interromperem a atividade física por conta de uma lesão. Neste momento é melhor pegar gelo e fazer uma compressa ou ir atrás de uma bolsa de água quente?

De acordo com a fisiologista Natália L. Reinecke, acertou quem escolheu a primeira opção. Colocar um pouco de gelo envolto em um pano (para não queimar a pele), ou segurar uma bolsa de gel com efeito gelado diretamente no local no momento em que a lesão acontece, irá aliviar a dor e diminuir o inchaço causado pelo trauma.

O mais indicado é que o atleta fique em repouso e coloque a bolsa de água quente no local somente depois que a fase aguda passar, o que pode levar alguns dias em certos casos. “O tratamento com o calor, ou termoterapia, é indicado para diminuir a dor, aumentar a flexibilidade dos músculos e diminuir a rigidez das articulações. Deve ser usada após a fase aguda de dor”, indica Natália.

Como evitar levar suas lesões para a nova temporada?

Complicações - A troca na ordem dos procedimentos pode significar mais dor e um período de repouso maior. “O uso do calor provoca uma maior dilatação dos vasos sanguíneos no local, podendo piorar a dor e o edema quando usado durante a fase aguda da lesão”, explica a profissional.

A bolsa de gelo deve ser utilizada no momento em que a lesão ocorre. Foto: Licença Creative Commons
A bolsa de gelo deve ser utilizada no momento em que a lesão ocorre. Foto: Licença Creative Commons

Procedimentos - A primeira atitude do atleta assim que sentir o desconforto ou dor intensa é parar imediatamente de praticar a atividade física. Continuar a forçar o músculo pode fazer com que uma microlesão se transforme em um grande trauma, de acordo com a profissional.

Conheça três fatores que podem te afastar da corrida

Caso o dano não tenha sido grave, a indicação é de repouso. “Deve-se esperar algum tempo antes de retornar à atividade esportiva. Este tempo dependerá do grau da lesão e, neste sentido, a fisioterapia poderá ajudar a acelerar o processo de recuperação e reintegração do atleta à atividade”, sugere a fisiologista.

Em caso de lesões graves, deve-se dirigir imediatamente para um pronto socorro para que um médico possa analisar a gravidade. Em alguns casos, é necessária a imobilização do local afetado.

Alogamento - Segundo Natália, quando um atleta sofre um estiramento muscular não é indicado realizar o alongamento. O procedimento poderá agravar a situação.

Como retornar aos treinos depois de uma lesão

Um fato indiscutível é que um corredor que se propõe a começar a colocar metas em seus treinos com provas de dez quilômetros, meia maratona, maratonas, ultramaratonas e os mais diversos tipos de corridas que existem hoje, corre mais risco de adquirir uma lesão do que o corredor de academia, que está preocupado apenas em manter um nível saudável de atividade física.

Isso nos leva ao fato de que praticamente todos os corredores de rua já tiveram, têm ou terão diversas lesões como tendinopatias (tendinites), fraturas por estresse, lesões musculares, desgastes articulares e muitas outras. Mas não é este o fato que faria com que os corredores parassem de correr, pois é melhor ter lesões ortopédicas do que doenças cardiovasculares ou outras doenças ligadas ao sedentarismo.

O problema é que quando ocorre alguma lesão o corpo não reage apenas naquele local. Durante a fase de cicatrização, o corredor muda sua rotina (muitas vezes se movimenta menos), e por esse motivo, além de ocorrer o processo de cicatrização no local, podem ocorrer aderências teciduais na região em volta da lesão ou até em locais distantes. Isso faz com que quando o atleta volte a se movimentar comece a sentir dores ou rigidez em lugares diferentes, sensações difusas de incomodo que muitas vezes podem ser confundidas com uma lesão persistente, e este processo na verdade é natural.

Essas aderências, também chamadas de fibroses, nada mais são do que um processo causado por fatores como a diminuição de movimento entre os tecidos pela inatividade da fase de cicatrização, microlesões causadas pelo retorno aos treinos (dor muscular tardia) e movimentos repetitivos do dia a dia. Esses esforços podem levar ao acúmulo de tensão muscular fazendo com que o ambiente fique mais ácido e estimule ainda mais o depósito de fibras entre os músculos e fáscias, dando esta sensação de rigidez e às vezes até mesmo dor.

Para evitar este tipo de ocorrência, na medida em que o processo de tratamento pós-lesão permita, o alongamento diário é muito bem vindo. A terapia manual para liberação miofascial (músculos e fáscias) também pode ajudar muito se feita por um profissional habilitado, pois muitos pacientes chegam ao consultório reclamando que foram fazer uma massagem e ficaram com mais dor, provavelmente porque a massagem foi feita sobre uma lesão ou estimulando um processo chamado de inibição recíproca, no qual se estimula o relaxamento demasiado de um grupo muscular contrário (antagonista) ao grupo muscular contraturado e isto provoca um aumento da contratura.

A diferença entre Terapia Manual e massagem é que a Terapia Manual é feita com o objetivo de melhora da biomecânica e liberação miofascial, às vezes até mesmo de forma reflexa, trabalhando a musculatura oposta. Já na massagem comum é feita uma sequência de manobras que não levam em consideração a biomecânica e nem a lesão especificamente, por isso muitas vezes o resultado é positivo, mas pode ocorrer piora da dor.

Portanto, quando estiver voltando aos treinos e sentirem que existe alguma rigidez ou dor nova não se desespere, consulte o profissional que te orientou durante todo processo de reabilitação, pois pode ser só uma aderência!

Bons treinos!


Como retornar aos treinos depois de uma lesão

Atletismo · 01 abr, 2013

Um fato indiscutível é que um corredor que se propõe a começar a colocar metas em seus treinos com provas de dez quilômetros, meia maratona, maratonas, ultramaratonas e os mais diversos tipos de corridas que existem hoje, corre mais risco de adquirir uma lesão do que o corredor de academia, que está preocupado apenas em manter um nível saudável de atividade física.

Isso nos leva ao fato de que praticamente todos os corredores de rua já tiveram, têm ou terão diversas lesões como tendinopatias (tendinites), fraturas por estresse, lesões musculares, desgastes articulares e muitas outras. Mas não é este o fato que faria com que os corredores parassem de correr, pois é melhor ter lesões ortopédicas do que doenças cardiovasculares ou outras doenças ligadas ao sedentarismo.

O problema é que quando ocorre alguma lesão o corpo não reage apenas naquele local. Durante a fase de cicatrização, o corredor muda sua rotina (muitas vezes se movimenta menos), e por esse motivo, além de ocorrer o processo de cicatrização no local, podem ocorrer aderências teciduais na região em volta da lesão ou até em locais distantes. Isso faz com que quando o atleta volte a se movimentar comece a sentir dores ou rigidez em lugares diferentes, sensações difusas de incomodo que muitas vezes podem ser confundidas com uma lesão persistente, e este processo na verdade é natural.

Essas aderências, também chamadas de fibroses, nada mais são do que um processo causado por fatores como a diminuição de movimento entre os tecidos pela inatividade da fase de cicatrização, microlesões causadas pelo retorno aos treinos (dor muscular tardia) e movimentos repetitivos do dia a dia. Esses esforços podem levar ao acúmulo de tensão muscular fazendo com que o ambiente fique mais ácido e estimule ainda mais o depósito de fibras entre os músculos e fáscias, dando esta sensação de rigidez e às vezes até mesmo dor.

Para evitar este tipo de ocorrência, na medida em que o processo de tratamento pós-lesão permita, o alongamento diário é muito bem vindo. A terapia manual para liberação miofascial (músculos e fáscias) também pode ajudar muito se feita por um profissional habilitado, pois muitos pacientes chegam ao consultório reclamando que foram fazer uma massagem e ficaram com mais dor, provavelmente porque a massagem foi feita sobre uma lesão ou estimulando um processo chamado de inibição recíproca, no qual se estimula o relaxamento demasiado de um grupo muscular contrário (antagonista) ao grupo muscular contraturado e isto provoca um aumento da contratura.

A diferença entre Terapia Manual e massagem é que a Terapia Manual é feita com o objetivo de melhora da biomecânica e liberação miofascial, às vezes até mesmo de forma reflexa, trabalhando a musculatura oposta. Já na massagem comum é feita uma sequência de manobras que não levam em consideração a biomecânica e nem a lesão especificamente, por isso muitas vezes o resultado é positivo, mas pode ocorrer piora da dor.

Portanto, quando estiver voltando aos treinos e sentirem que existe alguma rigidez ou dor nova não se desespere, consulte o profissional que te orientou durante todo processo de reabilitação, pois pode ser só uma aderência!

Bons treinos!

Saiba como consumir chocolate com moderação

O Webrun já entrou em clima de Páscoa e fez uma seleção das principais matérias que apareceram aqui no site para deixar o seu feriado muito mais gostoso e saudável!

Confira a matéria de Donata Lutosa publicada em 2008:

A Páscoa é a época do ano em que os cristãos celebram a ressurreição de Cristo e um dos símbolos dessa data é o famoso ovo de Páscoa feito de chocolate. Por essa razão é difícil encontrar alguém que resista às tentações de um ovo de Páscoa. Conseqüentemente muitos se esbaldam em grandes quantidades de chocolate e depois se arrependem dos quilos extras que adquirem.

Por isso para continuar em forma depois da Páscoa é necessário prestar atenção em alguns cuidados básicos. De acordo com o nutricionista Danilo Balu, algumas regras bem simples podem diminuir a vontade de comer chocolate:

  • não deixar o chocolate sempre à vista;

  • escovar os dentes após comer um pedaço;

  • estabelecer a si mesmo horários ou momentos para comer chocolate;

  • trocar alguns doces por uma opção light. Mas atenção, chocolate diet pode ser ainda mais calórico, por isso não confunda as duas versões light X diet;

  • praticar atividade física e nos dias que consumir chocolate caminhar um pouco mais, caso tenha exagerado na dose.

    Mas essa guloseima, por incrível que pareça, não é tão ruim para a saúde. Segundo o nutricionista, é possível encontrar antioxidantes no chocolate amargo e são eles que combatem o envelhecimento, além de ajudar a diminuir os níveis de LDL (o mau colesterol) no sangue e a incidência de alguns tipos de câncer.

    Claro que por ser altamente calórico, qualquer chocolate deve ser consumido com moderação, inclusive por atletas. “Ele pode possuir altas taxas de gordura saturada e colesterol”, lembra Balu.

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é possível consumir até 50 gramas de chocolate por dia, esse é o limite saudável. Além disso, o chocolate menos calórico e mais benéfico para a saúde é o amargo, por apresentar mais porcentagem de cacau.

    “Quanto mais amargo, melhor. Do ponto de vista calórico, o light possui menos calorias que o normal. Já o diet pode possuir tanto quanto, ou até mais calorias que o normal. Ou seja, se já passou da cota, prefira sempre um light amargo”, finaliza o nutricionista.


  • Saiba como consumir chocolate com moderação

    Atletismo · 31 mar, 2013

    O Webrun já entrou em clima de Páscoa e fez uma seleção das principais matérias que apareceram aqui no site para deixar o seu feriado muito mais gostoso e saudável!

    Confira a matéria de Donata Lutosa publicada em 2008:

    A Páscoa é a época do ano em que os cristãos celebram a ressurreição de Cristo e um dos símbolos dessa data é o famoso ovo de Páscoa feito de chocolate. Por essa razão é difícil encontrar alguém que resista às tentações de um ovo de Páscoa. Conseqüentemente muitos se esbaldam em grandes quantidades de chocolate e depois se arrependem dos quilos extras que adquirem.

    Por isso para continuar em forma depois da Páscoa é necessário prestar atenção em alguns cuidados básicos. De acordo com o nutricionista Danilo Balu, algumas regras bem simples podem diminuir a vontade de comer chocolate:

  • não deixar o chocolate sempre à vista;

  • escovar os dentes após comer um pedaço;

  • estabelecer a si mesmo horários ou momentos para comer chocolate;

  • trocar alguns doces por uma opção light. Mas atenção, chocolate diet pode ser ainda mais calórico, por isso não confunda as duas versões light X diet;

  • praticar atividade física e nos dias que consumir chocolate caminhar um pouco mais, caso tenha exagerado na dose.

    Mas essa guloseima, por incrível que pareça, não é tão ruim para a saúde. Segundo o nutricionista, é possível encontrar antioxidantes no chocolate amargo e são eles que combatem o envelhecimento, além de ajudar a diminuir os níveis de LDL (o mau colesterol) no sangue e a incidência de alguns tipos de câncer.

    Claro que por ser altamente calórico, qualquer chocolate deve ser consumido com moderação, inclusive por atletas. “Ele pode possuir altas taxas de gordura saturada e colesterol”, lembra Balu.

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é possível consumir até 50 gramas de chocolate por dia, esse é o limite saudável. Além disso, o chocolate menos calórico e mais benéfico para a saúde é o amargo, por apresentar mais porcentagem de cacau.

    “Quanto mais amargo, melhor. Do ponto de vista calórico, o light possui menos calorias que o normal. Já o diet pode possuir tanto quanto, ou até mais calorias que o normal. Ou seja, se já passou da cota, prefira sempre um light amargo”, finaliza o nutricionista.

  • Chocolate é bom para o coração?

    O Webrun já entrou em clima de Páscoa e fez uma seleção das principais matérias que apareceram aqui no site para deixar o seu feriado muito mais gostoso e saudável!

    Confira a matéria do Dr. Nabil Ghorayeb publicada em 2003:

    Na antiga civilização Maia foi chamado de ALIMENTO dos DEUSES. Delicioso, energético e muitos dos seus consumidores adoram serem chamados de “chocólatras”, mas afinal podemos consumi-lo sem culpa?

    A ciência responde SIM! Porém, OK! Chocolate é bom para o coração, mas quanto? Buscamos as explicações com a nutricionista Miriam Topein Ghorayeb e de artigos médicos da revista Lancet, de enorme impacto e credibilidade científica.

    O chocolate como é apresentado hoje em dia, resulta da elaboração da fava do cacaueiro, que tem caroço e polpa branca. Na composição do chocolate temos cacau, manteiga de cacau, leite, açúcar (exceto nos chocolates dietéticos) e outros elementos que podem ser acrescidos como passas, amendoim, avelãs, amêndoas etc. O cacau contém substâncias chamados fenóis ou flavonóides, os mesmos antioxidantes encontrados no vinho tinto.

    Estudos feitos na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, mostram que consumidores diários de 30 a 50g de chocolate com alta concentração de cacau (56 a 85%, ou seja, chocolate amargo ou extra amargo) apresentam menores índices do chamado mau colesterol (fração LDL). No cérebro, o chocolate eleva os níveis de serotonina e feniletilamina melhorando o ânimo e disposição geral. O chocolate é uma boa fonte de energia e com alto nível calórico, dependendo da proporção da manteiga de cacau ou açúcar ou leite. Cada 100g pode conter de 350 a 500 calorias e é aí que mora o pecado!

    Um dos aspectos negativos do consumo de chocolate é o de que algumas pessoas relacionam o aparecimento de acne, pedras no rim, dores de cabeça, alergias, cárie dentária e tensão pré-menstrual. Porém, as evidências científicas da relação direta do consumo e esses problemas são fracas, na verdade os hábitos de vida pouco saudáveis: alimentação rica em gordura animal (colesterol), gorduras saturadas e gordura trans, sedentarismo, diabete, obesidade abdominal, hipertensão arterial não tratada, etc. são os mais importantes fatores de risco para as doenças cardiovasculares.

    O consumo moderado de chocolate hoje é aceitável, até 30g por dia, compondo uma alimentação balanceada em calorias e nutrientes. Ultrapassar os limites, apesar dos benefícios descritos e do sabor, acaba por elevar a quantidade diária de calorias, o que é indesejável, além disso, não é recomendável trocar as frutas e vegetais de uma refeição pelo chocolate.

    Não vamos aos extremos da proibição nem da liberação total e irrestrita, porém, não esqueçamos de que muitas verdades científicas atuais podem mudar amanhã, portanto mantenha seu apetite moderado e esteja saudável em todas as épocas do ano!


    Chocolate é bom para o coração?

    Atletismo · 29 mar, 2013

    O Webrun já entrou em clima de Páscoa e fez uma seleção das principais matérias que apareceram aqui no site para deixar o seu feriado muito mais gostoso e saudável!

    Confira a matéria do Dr. Nabil Ghorayeb publicada em 2003:

    Na antiga civilização Maia foi chamado de ALIMENTO dos DEUSES. Delicioso, energético e muitos dos seus consumidores adoram serem chamados de “chocólatras”, mas afinal podemos consumi-lo sem culpa?

    A ciência responde SIM! Porém, OK! Chocolate é bom para o coração, mas quanto? Buscamos as explicações com a nutricionista Miriam Topein Ghorayeb e de artigos médicos da revista Lancet, de enorme impacto e credibilidade científica.

    O chocolate como é apresentado hoje em dia, resulta da elaboração da fava do cacaueiro, que tem caroço e polpa branca. Na composição do chocolate temos cacau, manteiga de cacau, leite, açúcar (exceto nos chocolates dietéticos) e outros elementos que podem ser acrescidos como passas, amendoim, avelãs, amêndoas etc. O cacau contém substâncias chamados fenóis ou flavonóides, os mesmos antioxidantes encontrados no vinho tinto.

    Estudos feitos na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, mostram que consumidores diários de 30 a 50g de chocolate com alta concentração de cacau (56 a 85%, ou seja, chocolate amargo ou extra amargo) apresentam menores índices do chamado mau colesterol (fração LDL). No cérebro, o chocolate eleva os níveis de serotonina e feniletilamina melhorando o ânimo e disposição geral. O chocolate é uma boa fonte de energia e com alto nível calórico, dependendo da proporção da manteiga de cacau ou açúcar ou leite. Cada 100g pode conter de 350 a 500 calorias e é aí que mora o pecado!

    Um dos aspectos negativos do consumo de chocolate é o de que algumas pessoas relacionam o aparecimento de acne, pedras no rim, dores de cabeça, alergias, cárie dentária e tensão pré-menstrual. Porém, as evidências científicas da relação direta do consumo e esses problemas são fracas, na verdade os hábitos de vida pouco saudáveis: alimentação rica em gordura animal (colesterol), gorduras saturadas e gordura trans, sedentarismo, diabete, obesidade abdominal, hipertensão arterial não tratada, etc. são os mais importantes fatores de risco para as doenças cardiovasculares.

    O consumo moderado de chocolate hoje é aceitável, até 30g por dia, compondo uma alimentação balanceada em calorias e nutrientes. Ultrapassar os limites, apesar dos benefícios descritos e do sabor, acaba por elevar a quantidade diária de calorias, o que é indesejável, além disso, não é recomendável trocar as frutas e vegetais de uma refeição pelo chocolate.

    Não vamos aos extremos da proibição nem da liberação total e irrestrita, porém, não esqueçamos de que muitas verdades científicas atuais podem mudar amanhã, portanto mantenha seu apetite moderado e esteja saudável em todas as épocas do ano!

    Pesquisadores criam tênis que recarrega a bateria de aparelhos

    Já imaginou poder praticar seu treino de corrida diário e, ao mesmo tempo, gerar energia para carregar seu smartphone? Essa é a proposta de alguns pesquisadores da Universidade de Wisconsin, Estados Unidos, que criaram um protótipo de tênis que utiliza a energia da pisada para gerar energia elétrica.

    Batizado de “InStep Nanopower”, o novo calçado não têm o mesmo design encontrado em tênis de corrida atuais e utiliza uma pequena bateria escondida na sola para reter a energia produzida na corrida ou caminhada.

    O sistema inovador utiliza o impacto nas nanopartículas de metal líquido, localizadas dentro de pequenas bolsas instaladas no solado, próxima dos dedos e no calcanhar, para gerar energia. Essa energia mecânica é normalmente dissipada em forma de calor.

    Depois de terminar o treino, basta o indivíduo conectar seu smartphone, tablet, laptop ou outros dispositivos diretamente no calçado por meio de um cabo micro-USB.

    Wi-Fi - Enquanto realizavam estudos para produzir o protótipo, os pesquisadores descobriram que grande parte da bateria gasta pelos aparelhos era pela dificuldade de encontrar um sinal de Wi-Fi. Por isso, os cientistas acoplaram no calçado um transmissor que conecta o tênis à torre de transmissão e transfere o sinal para o celular (como um roteador).

    Agora, os criadores Tom Krupenkin e J. Ashley Taylor buscam empresas que queiram investir nessa ideia e levar o produto para as prateleiras de lojas.


    Pesquisadores criam tênis que recarrega a bateria de aparelhos

    Atletismo · 27 mar, 2013

    Já imaginou poder praticar seu treino de corrida diário e, ao mesmo tempo, gerar energia para carregar seu smartphone? Essa é a proposta de alguns pesquisadores da Universidade de Wisconsin, Estados Unidos, que criaram um protótipo de tênis que utiliza a energia da pisada para gerar energia elétrica.

    Batizado de “InStep Nanopower”, o novo calçado não têm o mesmo design encontrado em tênis de corrida atuais e utiliza uma pequena bateria escondida na sola para reter a energia produzida na corrida ou caminhada.

    O sistema inovador utiliza o impacto nas nanopartículas de metal líquido, localizadas dentro de pequenas bolsas instaladas no solado, próxima dos dedos e no calcanhar, para gerar energia. Essa energia mecânica é normalmente dissipada em forma de calor.

    Depois de terminar o treino, basta o indivíduo conectar seu smartphone, tablet, laptop ou outros dispositivos diretamente no calçado por meio de um cabo micro-USB.

    Wi-Fi - Enquanto realizavam estudos para produzir o protótipo, os pesquisadores descobriram que grande parte da bateria gasta pelos aparelhos era pela dificuldade de encontrar um sinal de Wi-Fi. Por isso, os cientistas acoplaram no calçado um transmissor que conecta o tênis à torre de transmissão e transfere o sinal para o celular (como um roteador).

    Agora, os criadores Tom Krupenkin e J. Ashley Taylor buscam empresas que queiram investir nessa ideia e levar o produto para as prateleiras de lojas.

    Fibromialgia: a dor no corpo que melhora correndo

    Fibromialgia (FM) é uma desordem complexa de dor crônica que afeta cerca de 10 milhões de americanos. Ocorre mais frequentemente em mulheres, mas também atinge homens e crianças, e todas as etnias em menores proporções. Essa doença, para aqueles que desenvolvem sintomas graves, pode ser extremamente debilitante e interferir com atividades básicas diárias.

    Diagnóstico - Os critérios de diagnóstico para FM foram estabelecidos em 1990 pelo Colégio Americano de Reumatologia (ACR) e adotados no Brasil. Inclui uma história de dor generalizada em todos os quatro quadrantes do corpo por um período mínimo de três meses, e/ou dor em pelo menos 11 pontos dos 18 designados na figura, quando uma quantidade especifica de pressão é aplicada.

    É preciso descartar outras causas dos sintomas antes de fazer um diagnóstico de fibromialgia, já que à primeira vista a pessoa não apresenta as características típicas da doença.

    Sintomas - Embora crônica, a dor corporal generalizada é o principal sintoma da fibromialgia, uma variedade de outros sintomas são comuns e incluem: fadiga de moderada à grave, distúrbios do sono, problemas de funcionamento cognitivo, insônia ou dificuldade para dormir, dores de cabeça e enxaquecas, ansiedade e depressão, além de alteração de sensibilidade ao toque, luz e som.

    A investigação deve seguir com exames neuroendócrinos, buscar alterações fisiológicas que podem contribuir para os sintomas e condições de sobreposição, tais como a síndrome do intestino irritável, lúpus e artrite. Alterações neurológicas também ocorrem, tais como dormência, formigamento e queimação – as quais muitas vezes apresentam desconforto ao paciente.

    A gravidade da dor e rigidez muscular é frequentemente pior de manhã. Fatores agravantes que afetam a dor incluem frio, umidade, sono não reparador, fadiga física e mental, atividade física excessiva, inatividade física, ansiedade e estresse.

    Causas - Pesquisas recentes têm sugerido um componente genético. O distúrbio é muitas vezes visto nas famílias, entre irmãos ou mães e seus filhos. Fibromialgia usualmente ocorre depois de um trauma físico, tal como uma doença ou lesão aguda, a qual pode atuar como um "gatilho" para o desenvolvimento do distúrbio. A dor desencadeia alterações musculares como a tensão/contração e vira um ciclo.

    Deve-se dar atenção às alterações do sistema nervoso central, como o mecanismo subjacente de FM. Estudos têm sugerido que os pacientes com FM têm distúrbio generalizado no processamento da dor e uma resposta amplificada para estímulos que não seriam normalmente dolorosos em indivíduos saudáveis.

    Tratamento- Uma vez que não existe uma cura conhecida para FM, o tratamento se concentra em aliviar os sintomas e melhorar a função do corpo. Uma variedade de medicamentos de prescrição médica são muitas vezes utilizados para reduzir os níveis de dor e melhorar o sono.

    Corrida-Entre as substâncias aprovadas pela Food and Drug Administration dos EUA para tratamento da doença estão Lyrica (pregabalina), Cymbalta (duloxetina) foi aprovada em junho de 2008, e Savella (milnaciprano) em janeiro de 2009. Terapias alternativas, tais como a liberação de massagem, miofasical, acupuntura, quiropraxia, suplementos de ervas e ioga, podem ser ferramentas eficazes no manejo de sintomas de FM mas nenhuma tem mostrado tantos resultados positivos quanto a corrida.

    A corrida atua reduzindo o estresse, ajuda no relaxamento e melhora a função cognitiva cerebral, já que estimula a liberação de hormônios que pode ajudar a minimizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos fibromiálgicos.

    Fonte: National Fibromyalgia Association (NFA)


    Fibromialgia: a dor no corpo que melhora correndo

    Atletismo · 27 mar, 2013

    Fibromialgia (FM) é uma desordem complexa de dor crônica que afeta cerca de 10 milhões de americanos. Ocorre mais frequentemente em mulheres, mas também atinge homens e crianças, e todas as etnias em menores proporções. Essa doença, para aqueles que desenvolvem sintomas graves, pode ser extremamente debilitante e interferir com atividades básicas diárias.

    Diagnóstico - Os critérios de diagnóstico para FM foram estabelecidos em 1990 pelo Colégio Americano de Reumatologia (ACR) e adotados no Brasil. Inclui uma história de dor generalizada em todos os quatro quadrantes do corpo por um período mínimo de três meses, e/ou dor em pelo menos 11 pontos dos 18 designados na figura, quando uma quantidade especifica de pressão é aplicada.

    É preciso descartar outras causas dos sintomas antes de fazer um diagnóstico de fibromialgia, já que à primeira vista a pessoa não apresenta as características típicas da doença.

    Sintomas - Embora crônica, a dor corporal generalizada é o principal sintoma da fibromialgia, uma variedade de outros sintomas são comuns e incluem: fadiga de moderada à grave, distúrbios do sono, problemas de funcionamento cognitivo, insônia ou dificuldade para dormir, dores de cabeça e enxaquecas, ansiedade e depressão, além de alteração de sensibilidade ao toque, luz e som.

    A investigação deve seguir com exames neuroendócrinos, buscar alterações fisiológicas que podem contribuir para os sintomas e condições de sobreposição, tais como a síndrome do intestino irritável, lúpus e artrite. Alterações neurológicas também ocorrem, tais como dormência, formigamento e queimação – as quais muitas vezes apresentam desconforto ao paciente.

    A gravidade da dor e rigidez muscular é frequentemente pior de manhã. Fatores agravantes que afetam a dor incluem frio, umidade, sono não reparador, fadiga física e mental, atividade física excessiva, inatividade física, ansiedade e estresse.

    Causas - Pesquisas recentes têm sugerido um componente genético. O distúrbio é muitas vezes visto nas famílias, entre irmãos ou mães e seus filhos. Fibromialgia usualmente ocorre depois de um trauma físico, tal como uma doença ou lesão aguda, a qual pode atuar como um "gatilho" para o desenvolvimento do distúrbio. A dor desencadeia alterações musculares como a tensão/contração e vira um ciclo.

    Deve-se dar atenção às alterações do sistema nervoso central, como o mecanismo subjacente de FM. Estudos têm sugerido que os pacientes com FM têm distúrbio generalizado no processamento da dor e uma resposta amplificada para estímulos que não seriam normalmente dolorosos em indivíduos saudáveis.

    Tratamento- Uma vez que não existe uma cura conhecida para FM, o tratamento se concentra em aliviar os sintomas e melhorar a função do corpo. Uma variedade de medicamentos de prescrição médica são muitas vezes utilizados para reduzir os níveis de dor e melhorar o sono.

    Corrida-Entre as substâncias aprovadas pela Food and Drug Administration dos EUA para tratamento da doença estão Lyrica (pregabalina), Cymbalta (duloxetina) foi aprovada em junho de 2008, e Savella (milnaciprano) em janeiro de 2009. Terapias alternativas, tais como a liberação de massagem, miofasical, acupuntura, quiropraxia, suplementos de ervas e ioga, podem ser ferramentas eficazes no manejo de sintomas de FM mas nenhuma tem mostrado tantos resultados positivos quanto a corrida.

    A corrida atua reduzindo o estresse, ajuda no relaxamento e melhora a função cognitiva cerebral, já que estimula a liberação de hormônios que pode ajudar a minimizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos fibromiálgicos.

    Fonte: National Fibromyalgia Association (NFA)

    Chocolate pode ser bom para a saúde?

    O Webrun já entrou em clima de Páscoa e fez uma seleção das principais matérias que apareceram aqui no site para deixar o seu feriado muito mais gostoso e saudável!

    Confira a matéria de Bruna Iasi publicada em 2008:

    Quem nunca sentiu uma vontade louca de devorar uma caixa de bombom inteira que atire a primeira pedra! Por este motivo o chocolate é muitas vezes associado com a sensação de prazer, mas junto vem a sensação de culpa (de comer demais e engordar). Mas afinal será que ele também pode fazer bem para a saúde?

    O chocolate é apresentado de diversas formas e sabores. Existem algumas diferenças entre os tipos principais:

  • O chocolate amargo é feito com os grãos de cacau torrados sem adição de leite, e algumas versões permitem a sua utilização como base para sobremesas, bolos e bolachas (100g = aprox. 519cal).

  • O chocolate ao leite leva na sua confecção leite ou leite em pó. As normas européias estabelecem um mínimo de 25% de cacau (100g = aprox. 529cal).

  • O chocolate branco é feito com manteiga de cacau, leite, açúcar e lecitina (100g= aprox. 540cal).

    O seu consumo nos últimos tempos, esteve associado à maior ingestão de gorduras saturadas com conseqüente elevação do colesterol e aumento do risco de doenças crônicas (pressão alta, diabetes). No entanto, atualmente verifica-se uma tendência à valorização do chocolate, com realização de estudos comprovando seus benefícios à saúde e estimulando o seu consumo diário.

    O chocolate é um alimento muito nutritivo. Contém proteínas, gorduras, cálcio, magnésio, ferro, zinco, caroteno, vitaminas E, B1, B2, B3, B6, B12 e C. O consumo moderado de chocolate amargo pode trazer benefícios para a saúde humana devido à presença de flavonóides, além das propriedades antioxidantes. Este também possui cafeína e sua ingestão faz com que o corpo libere neurotransmissores como a endorfina, que diminui o stress e aumenta a sensação de bem estar.

    Bom para o coração - Os flavonóides, encontrados no cacau, são os responsáveis pelos efeitos benéficos do chocolate no coração. Eles ajudam a prevenir a formação de placas de gorduras que podem levar a infartos e/ou AVC (acidente vascular cerebral), além de ajudar a diminuir a pressão arterial e aumentar os níveis do bom colesterol (HDL).

    Comparando a quantidade de flavonóides encontrados entre os três tipos de chocolates, o amargo e o meio-amargo apresenta maiores concentrações que o ao leite, já o chocolate branco não apresenta quantidades significativas. Isso porque o chocolate meio-amargo é o que possui maiores quantidades de cacau em sua composição.

    Desta forma, podemos dizer que se consumido com moderação o chocolate é o mocinho da história. Uma quantidade moderada (30g) de chocolate amargo por dia pode trazer muitos benefícios, poucas calorias, além da ótima sensação de bem estar. Porém, se consumido de forma exagerada ele pode se tornar prejudicial devido ao excesso de gordura saturada, o que anularia os seus benefícios. Então, consuma com moderação.


  • Chocolate pode ser bom para a saúde?

    Atletismo · 26 mar, 2013

    O Webrun já entrou em clima de Páscoa e fez uma seleção das principais matérias que apareceram aqui no site para deixar o seu feriado muito mais gostoso e saudável!

    Confira a matéria de Bruna Iasi publicada em 2008:

    Quem nunca sentiu uma vontade louca de devorar uma caixa de bombom inteira que atire a primeira pedra! Por este motivo o chocolate é muitas vezes associado com a sensação de prazer, mas junto vem a sensação de culpa (de comer demais e engordar). Mas afinal será que ele também pode fazer bem para a saúde?

    O chocolate é apresentado de diversas formas e sabores. Existem algumas diferenças entre os tipos principais:

  • O chocolate amargo é feito com os grãos de cacau torrados sem adição de leite, e algumas versões permitem a sua utilização como base para sobremesas, bolos e bolachas (100g = aprox. 519cal).

  • O chocolate ao leite leva na sua confecção leite ou leite em pó. As normas européias estabelecem um mínimo de 25% de cacau (100g = aprox. 529cal).

  • O chocolate branco é feito com manteiga de cacau, leite, açúcar e lecitina (100g= aprox. 540cal).

    O seu consumo nos últimos tempos, esteve associado à maior ingestão de gorduras saturadas com conseqüente elevação do colesterol e aumento do risco de doenças crônicas (pressão alta, diabetes). No entanto, atualmente verifica-se uma tendência à valorização do chocolate, com realização de estudos comprovando seus benefícios à saúde e estimulando o seu consumo diário.

    O chocolate é um alimento muito nutritivo. Contém proteínas, gorduras, cálcio, magnésio, ferro, zinco, caroteno, vitaminas E, B1, B2, B3, B6, B12 e C. O consumo moderado de chocolate amargo pode trazer benefícios para a saúde humana devido à presença de flavonóides, além das propriedades antioxidantes. Este também possui cafeína e sua ingestão faz com que o corpo libere neurotransmissores como a endorfina, que diminui o stress e aumenta a sensação de bem estar.

    Bom para o coração - Os flavonóides, encontrados no cacau, são os responsáveis pelos efeitos benéficos do chocolate no coração. Eles ajudam a prevenir a formação de placas de gorduras que podem levar a infartos e/ou AVC (acidente vascular cerebral), além de ajudar a diminuir a pressão arterial e aumentar os níveis do bom colesterol (HDL).

    Comparando a quantidade de flavonóides encontrados entre os três tipos de chocolates, o amargo e o meio-amargo apresenta maiores concentrações que o ao leite, já o chocolate branco não apresenta quantidades significativas. Isso porque o chocolate meio-amargo é o que possui maiores quantidades de cacau em sua composição.

    Desta forma, podemos dizer que se consumido com moderação o chocolate é o mocinho da história. Uma quantidade moderada (30g) de chocolate amargo por dia pode trazer muitos benefícios, poucas calorias, além da ótima sensação de bem estar. Porém, se consumido de forma exagerada ele pode se tornar prejudicial devido ao excesso de gordura saturada, o que anularia os seus benefícios. Então, consuma com moderação.