Corrida de Obstáculos

Quiropraxia: técnica melhora a qualidade de vida e evita lesões

Para conseguir os resultados requeridos em uma prova, é necessário que todas as funções do corpo humano estejam funcionando corretamente, principalmente o sistema nervoso. Porém, a má postura e o excesso de atividades físicas podem fazer a coluna vertebral desalinhar, impedindo que os impulsos nervosos cheguem corretamente no cérebro.

É neste momento em que o papel do quiropata (ou quiropraxista) ganha forças na vida dos corredores. “A quiropraxia reconhece que a coluna vertebral dá mobilidade, protege a medula e o sistema nervoso. Se a coluna está desalinhada, ela impede que a medula consiga defender as raízes nervosas como uma coluna alinhada faz. Por conta dessas alterações que são feitas na coluna, o corpo inteiro sofre”, conta o quiropata Jason Gilbert.

O primeiro passo que o corredor deve se preocupar é fazer exames para garantir que seu peso esteja distribuído por igual enquanto corre. Caso isso não esteja ocorrendo, é normal sentir dores nas costas de um lado só do corpo.

Em provas - De acordo com Gilbert, analisar o alinhamento da coluna também é essencial para melhorar o rendimento de atletas na prova. “Se o sistema nervoso não está recebendo os impulsos da coluna direito, os músculos também não vão atuar com 100% de seu desempenho. O quiropata devolve e mantém as funções normais da coluna vertebral e das articulações do corpo”, explica.

Para os atletas que não carregam lesões, o profissional também alerta que a medicina alternativa ajuda como um profilático. “As sessões ajudam a prevenir as lesões. Quando o cérebro não consegue identificar os impulsos de maneira correta faz com que o atleta acabe forçando os músculos, causando micro-lesões”, conta.

A quiropraxia reconhece que a coluna vertebral dá mobilidade e protege a medula e o sistema nervoso. Foto: TIPS/ZUMAPRESS/Fotoarena
A quiropraxia reconhece que a coluna vertebral dá mobilidade e protege a medula e o sistema nervoso. Foto: TIPS/ZUMAPRESS/Fotoarena

Aos corredores que se recuperam dos traumas, a quiropraxia pode servir como um catalisador. “Normalmente os atletas se recuperam mais rápido. Não usamos a cirurgia nem remédios, pois acreditamos que o corpo é capaz de se restabelecer sozinho, só precisamos tratar os bloqueios”, relata.

Sem remédios - Segundo Gilbert, tomar remédios analgésicos ou antiinflamatórios só mascaram a dor. “Por exemplo, se um atleta está com dor e toma um analgésico a sua dor será reduzida, mas nem ele nem o médico nunca saberão a razão da dor. O corpo faz um músculo ou uma parte do corpo humano doer porque algo de errado está acontecendo. Nós não ignoramos isso e tratamos o foco da dor”, afirma.

Riscos - Ao escolher um quiropata, é preciso garantir que ele seja um profissional. “Caso o atleta vá em um quiropata com pouca experiência, provavelmente a sua lesão será agravada. Isso talvez não ocorra no momento em que ele sair do consultório, mas pode acontecer em um futuro próximo”, conclui.


Quiropraxia: técnica melhora a qualidade de vida e evita lesões

Atletismo · 08 jul, 2013

Para conseguir os resultados requeridos em uma prova, é necessário que todas as funções do corpo humano estejam funcionando corretamente, principalmente o sistema nervoso. Porém, a má postura e o excesso de atividades físicas podem fazer a coluna vertebral desalinhar, impedindo que os impulsos nervosos cheguem corretamente no cérebro.

É neste momento em que o papel do quiropata (ou quiropraxista) ganha forças na vida dos corredores. “A quiropraxia reconhece que a coluna vertebral dá mobilidade, protege a medula e o sistema nervoso. Se a coluna está desalinhada, ela impede que a medula consiga defender as raízes nervosas como uma coluna alinhada faz. Por conta dessas alterações que são feitas na coluna, o corpo inteiro sofre”, conta o quiropata Jason Gilbert.

O primeiro passo que o corredor deve se preocupar é fazer exames para garantir que seu peso esteja distribuído por igual enquanto corre. Caso isso não esteja ocorrendo, é normal sentir dores nas costas de um lado só do corpo.

Em provas - De acordo com Gilbert, analisar o alinhamento da coluna também é essencial para melhorar o rendimento de atletas na prova. “Se o sistema nervoso não está recebendo os impulsos da coluna direito, os músculos também não vão atuar com 100% de seu desempenho. O quiropata devolve e mantém as funções normais da coluna vertebral e das articulações do corpo”, explica.

Para os atletas que não carregam lesões, o profissional também alerta que a medicina alternativa ajuda como um profilático. “As sessões ajudam a prevenir as lesões. Quando o cérebro não consegue identificar os impulsos de maneira correta faz com que o atleta acabe forçando os músculos, causando micro-lesões”, conta.

A quiropraxia reconhece que a coluna vertebral dá mobilidade e protege a medula e o sistema nervoso. Foto: TIPS/ZUMAPRESS/Fotoarena
A quiropraxia reconhece que a coluna vertebral dá mobilidade e protege a medula e o sistema nervoso. Foto: TIPS/ZUMAPRESS/Fotoarena

Aos corredores que se recuperam dos traumas, a quiropraxia pode servir como um catalisador. “Normalmente os atletas se recuperam mais rápido. Não usamos a cirurgia nem remédios, pois acreditamos que o corpo é capaz de se restabelecer sozinho, só precisamos tratar os bloqueios”, relata.

Sem remédios - Segundo Gilbert, tomar remédios analgésicos ou antiinflamatórios só mascaram a dor. “Por exemplo, se um atleta está com dor e toma um analgésico a sua dor será reduzida, mas nem ele nem o médico nunca saberão a razão da dor. O corpo faz um músculo ou uma parte do corpo humano doer porque algo de errado está acontecendo. Nós não ignoramos isso e tratamos o foco da dor”, afirma.

Riscos - Ao escolher um quiropata, é preciso garantir que ele seja um profissional. “Caso o atleta vá em um quiropata com pouca experiência, provavelmente a sua lesão será agravada. Isso talvez não ocorra no momento em que ele sair do consultório, mas pode acontecer em um futuro próximo”, conclui.

Por que é tão fácil ter reações alérgicas a alguns cosméticos?

Usar um cosmético novo é sempre uma incógnita e o resultado pode ser devastador. Entre o processo de uso e resultado final, existe uma chance do corpo não aceitar alguma substância presente no composto, e é aqui que começam a aparecer as manchas vermelhas, o inchaço e as coceiras.

Em produtos em que essas alergias ocorrem com frequência, como tinturas para cabelos, cremes depilatórios e clareadores, os fabricantes costumam sugerir que se faça um teste em uma pequena área antes de se aplicar, mas isso não ocorre com cremes hidratantes e esmaltes, por exemplo. “É comum as pessoas terem alergia à esmaltes, normalmente associada ao formol usado na composição”, explica a dermatologista Dra. Camila Hofbauer.

Esse também é o caso da reação que algumas pessoas têm ao uso de determinadas maquiagens que, além de serem de má qualidade, podem conter formol na fórmula. “Elas podem conter diversas medicações sensibilizantes como corantes derivados de metais”, informa a profissional.

Maquiagens podem conter corantes derivados de metais e provocar vermelhidão, inchaço ou coceira. Foto: Raphael Pinto/stock.xchng
Maquiagens podem conter corantes derivados de metais e provocar vermelhidão, inchaço ou coceira. Foto: Raphael Pinto/stock.xchng

Não existe uma substância comum entre todos os cosméticos, por isso a única alternativa para evitar o desconforto futuro é utilizar produtos antialérgicos. “Como não há uma substância única que causa alergias de contato, produtos hipoalergênicos contêm o menor número de compostos possíveis e procuram não ter corantes ou fragrâncias”, revela Camila.

Na hora de correr - De acordo com a dermatologista, atletas devem evitar o uso de cosméticos na hora de praticar esportes. “O suor e aumento da temperatura corporal potencializa a chance de reações alérgicas. Assim, o ideal é que a face e o corpo estejam limpos, exceto pelo uso do protetor solar e desodorante”, conclui.


Por que é tão fácil ter reações alérgicas a alguns cosméticos?

Atletismo · 04 jul, 2013

Usar um cosmético novo é sempre uma incógnita e o resultado pode ser devastador. Entre o processo de uso e resultado final, existe uma chance do corpo não aceitar alguma substância presente no composto, e é aqui que começam a aparecer as manchas vermelhas, o inchaço e as coceiras.

Em produtos em que essas alergias ocorrem com frequência, como tinturas para cabelos, cremes depilatórios e clareadores, os fabricantes costumam sugerir que se faça um teste em uma pequena área antes de se aplicar, mas isso não ocorre com cremes hidratantes e esmaltes, por exemplo. “É comum as pessoas terem alergia à esmaltes, normalmente associada ao formol usado na composição”, explica a dermatologista Dra. Camila Hofbauer.

Esse também é o caso da reação que algumas pessoas têm ao uso de determinadas maquiagens que, além de serem de má qualidade, podem conter formol na fórmula. “Elas podem conter diversas medicações sensibilizantes como corantes derivados de metais”, informa a profissional.

Maquiagens podem conter corantes derivados de metais e provocar vermelhidão, inchaço ou coceira. Foto: Raphael Pinto/stock.xchng
Maquiagens podem conter corantes derivados de metais e provocar vermelhidão, inchaço ou coceira. Foto: Raphael Pinto/stock.xchng

Não existe uma substância comum entre todos os cosméticos, por isso a única alternativa para evitar o desconforto futuro é utilizar produtos antialérgicos. “Como não há uma substância única que causa alergias de contato, produtos hipoalergênicos contêm o menor número de compostos possíveis e procuram não ter corantes ou fragrâncias”, revela Camila.

Na hora de correr - De acordo com a dermatologista, atletas devem evitar o uso de cosméticos na hora de praticar esportes. “O suor e aumento da temperatura corporal potencializa a chance de reações alérgicas. Assim, o ideal é que a face e o corpo estejam limpos, exceto pelo uso do protetor solar e desodorante”, conclui.

Quais os efeitos do gás lacrimogêneo e spray de pimenta para a saúde?

Depois do início das manifestações que têm levado milhares de pessoas pelas ruas de todo o Brasil, ocorreu um grande descontentamento contra os policiais da tropa de choque, que utilizaram bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta contra os ativistas. Nas redes sociais surgiram diversas formas de diminuir os efeitos dos compostos, como lavar com leite ou molhar as máscaras com vinagre, mas será que esses remédios caseiros realmente funcionam?

Segundo o Prof. Dr. Eduardo Mello de Capitani, pesquisador nas áreas de Saúde Coletiva, Toxicologia e Pneumologia pela Unicamp, não existem estudos científicos que comprovem o efeito do vinagre como antídoto. “Até o momento, a melhor solução é se afastar da área o mais rápido possível, proteger nariz, boca e olhos com um pano e lavar as mucosas com água em abundância”, sugere.

O primeiro efeito do gás lacrimogêneo é a irritação das mucosas, tosse seca e problemas para respirar, que podem ser ainda mais graves se a pessoa for asmática ou bronquítica. “Em caso de muito tempo de exposição ou deficiências no sistema respiratório, a pessoa pode ser hospitalizada”, informa Dr. Capitani.

Porém, apesar dos efeitos serem intensos, eles duram alguns minutos e não trazem riscos para a saúde. “Essa substância não tem um efeito sistêmico ou toxicológico no corpo porque não são absorvidos facilmente. Existem casos de registros de mortes causadas pelo gás lacrimogêneo, mas somente quando ele é manipulado em ambientes fechados”, explica o médico.

Policiais utilizaram bombas de gás para dispersar manifestantes. Foto: Gianluca Ramalho Misiti/ Licença Creative Commons
Policiais utilizaram bombas de gás para dispersar manifestantes. Foto: Gianluca Ramalho Misiti/ Licença Creative Commons

Agindo no cérebro - Diferente dos gases, o spray de pimenta contém um composto químico chamado capsaicina que, além de irritante para as mucosas, pode causar ardência na pele durante dias. “Para diminuir os efeitos, a solução também é lavar o local com bastante água”, afirma o doutor.

O composto também tem uma atuação terrível no cérebro, pois engana a terminação nervosa responsável pela sensação de dor e queimação. “O organismo acredita que a pele está sendo agredida e a sensação é horrível. Alguns anestesistas até usam a capsaicina como um produto para enganar a dor”, destaca.


Quais os efeitos do gás lacrimogêneo e spray de pimenta para a saúde?

Atletismo · 28 jun, 2013

Depois do início das manifestações que têm levado milhares de pessoas pelas ruas de todo o Brasil, ocorreu um grande descontentamento contra os policiais da tropa de choque, que utilizaram bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta contra os ativistas. Nas redes sociais surgiram diversas formas de diminuir os efeitos dos compostos, como lavar com leite ou molhar as máscaras com vinagre, mas será que esses remédios caseiros realmente funcionam?

Segundo o Prof. Dr. Eduardo Mello de Capitani, pesquisador nas áreas de Saúde Coletiva, Toxicologia e Pneumologia pela Unicamp, não existem estudos científicos que comprovem o efeito do vinagre como antídoto. “Até o momento, a melhor solução é se afastar da área o mais rápido possível, proteger nariz, boca e olhos com um pano e lavar as mucosas com água em abundância”, sugere.

O primeiro efeito do gás lacrimogêneo é a irritação das mucosas, tosse seca e problemas para respirar, que podem ser ainda mais graves se a pessoa for asmática ou bronquítica. “Em caso de muito tempo de exposição ou deficiências no sistema respiratório, a pessoa pode ser hospitalizada”, informa Dr. Capitani.

Porém, apesar dos efeitos serem intensos, eles duram alguns minutos e não trazem riscos para a saúde. “Essa substância não tem um efeito sistêmico ou toxicológico no corpo porque não são absorvidos facilmente. Existem casos de registros de mortes causadas pelo gás lacrimogêneo, mas somente quando ele é manipulado em ambientes fechados”, explica o médico.

Policiais utilizaram bombas de gás para dispersar manifestantes. Foto: Gianluca Ramalho Misiti/ Licença Creative Commons
Policiais utilizaram bombas de gás para dispersar manifestantes. Foto: Gianluca Ramalho Misiti/ Licença Creative Commons

Agindo no cérebro - Diferente dos gases, o spray de pimenta contém um composto químico chamado capsaicina que, além de irritante para as mucosas, pode causar ardência na pele durante dias. “Para diminuir os efeitos, a solução também é lavar o local com bastante água”, afirma o doutor.

O composto também tem uma atuação terrível no cérebro, pois engana a terminação nervosa responsável pela sensação de dor e queimação. “O organismo acredita que a pele está sendo agredida e a sensação é horrível. Alguns anestesistas até usam a capsaicina como um produto para enganar a dor”, destaca.

Coaching esportivo: como a prática melhora seus resultados?

Encontrar atletas preparados fisicamente, porém com o psicológico abalado se perguntando porquê o seu rendimento não foi o esperado enquanto cruzava a linha de chegada está se tornando cada vez mais comum. Isso ocorre quando problemas pessoais, estresse de trabalho e desentendimentos na vida amorosa começam a interferir nos treinos.

Nesse caso, o atleta tem alternativa de procurar um coaching esportivo. Muitas vezes confundido com psicólogo ou técnico, o coach, como é conhecido o profissional, é responsável por traçar, junto do esportista (intitulado coachee), quais são seus valores pessoais e profissionais, suas crenças, seus sonhos, sua visão e missão de vida.

Segundo a coach Raquel G. Giannotti, especialista em Coaching Ericksoniano, apesar de ajudar o atleta a melhorar seus resultados, o coach não substitui a necessidade de profissionais da área de medicina e um educador físico. “O coach não pode realizar exames físicos, solicitar exames complementares, realizar diagnósticos, tratar doenças, prescrever medicamentos, dietas e exercícios físicos”, determina.

O objetivo das sessões, que normalmente são semanais, é melhorar o rendimento do atleta trabalhando o desbloqueio de suas limitações mentais. “O profissional atua como uma ajuda para desbloquear aquilo que o esportista não consegue ver, mas que já está dentro dele. Quando ocorre o encontro do que ele não sabia que existia dentro dele e a ação, ele se potencializa e faz aquilo que acreditava ser impossível”, explica a profissional.

O coach ajuda atletas a alcançarem seus objetivos. Foto: Jan Willem Geertsma/ stock.xchng
O coach ajuda atletas a alcançarem seus objetivos. Foto: Jan Willem Geertsma/ stock.xchng

Contra a balança - Corredores que desejam perder peso também podem combinar as orientações de nutricionistas com as sessões de coaching de saúde. “Neste processo, o coach procura descobrir quais são as possíveis causas psicológicas e emocionais do ganho de peso do atleta e como resolvê-las. É feita uma análise sobre a vida do esportista, seus hábitos, seu perfil comportamental e de personalidade”, conta a coach.

Apesar da orientação, Raquel afirma que todo o trabalho feito ocorre no ritmo mais confortável para o atleta. “O atleta é motivado a fazer as coisas do seu dia-a-dia diferente do que está habituado, porém essa decisão é exclusivamente dele, quem o ajuda a abrir a mente é o coach”, relata.


Coaching esportivo: como a prática melhora seus resultados?

Atletismo · 27 jun, 2013

Encontrar atletas preparados fisicamente, porém com o psicológico abalado se perguntando porquê o seu rendimento não foi o esperado enquanto cruzava a linha de chegada está se tornando cada vez mais comum. Isso ocorre quando problemas pessoais, estresse de trabalho e desentendimentos na vida amorosa começam a interferir nos treinos.

Nesse caso, o atleta tem alternativa de procurar um coaching esportivo. Muitas vezes confundido com psicólogo ou técnico, o coach, como é conhecido o profissional, é responsável por traçar, junto do esportista (intitulado coachee), quais são seus valores pessoais e profissionais, suas crenças, seus sonhos, sua visão e missão de vida.

Segundo a coach Raquel G. Giannotti, especialista em Coaching Ericksoniano, apesar de ajudar o atleta a melhorar seus resultados, o coach não substitui a necessidade de profissionais da área de medicina e um educador físico. “O coach não pode realizar exames físicos, solicitar exames complementares, realizar diagnósticos, tratar doenças, prescrever medicamentos, dietas e exercícios físicos”, determina.

O objetivo das sessões, que normalmente são semanais, é melhorar o rendimento do atleta trabalhando o desbloqueio de suas limitações mentais. “O profissional atua como uma ajuda para desbloquear aquilo que o esportista não consegue ver, mas que já está dentro dele. Quando ocorre o encontro do que ele não sabia que existia dentro dele e a ação, ele se potencializa e faz aquilo que acreditava ser impossível”, explica a profissional.

O coach ajuda atletas a alcançarem seus objetivos. Foto: Jan Willem Geertsma/ stock.xchng
O coach ajuda atletas a alcançarem seus objetivos. Foto: Jan Willem Geertsma/ stock.xchng

Contra a balança - Corredores que desejam perder peso também podem combinar as orientações de nutricionistas com as sessões de coaching de saúde. “Neste processo, o coach procura descobrir quais são as possíveis causas psicológicas e emocionais do ganho de peso do atleta e como resolvê-las. É feita uma análise sobre a vida do esportista, seus hábitos, seu perfil comportamental e de personalidade”, conta a coach.

Apesar da orientação, Raquel afirma que todo o trabalho feito ocorre no ritmo mais confortável para o atleta. “O atleta é motivado a fazer as coisas do seu dia-a-dia diferente do que está habituado, porém essa decisão é exclusivamente dele, quem o ajuda a abrir a mente é o coach”, relata.

Por que a Pirâmide Alimentar é uma enorme besteira?

Toda pessoa que tenha um mínimo interesse por Nutrição que seja, já deve ter visto algum exemplo de Pirâmide Alimentar. Elas existem aos montes; no comercial do Ministério da Saúde à aula de Biologia, da pseudo-revista científica passando pela revista sobre Corrida. É só seguir o padrão e chegamos a uma “alimentação balanceada”, essa entidade que nenhum profissional consegue explicar direito sem cair em contradição.

A maioria dos nutricionistas e muitos médicos devem ter um quadro dessa pirâmide alimentar na parede do consultório. Nela você tem na base os alimentos que deveríamos consumir em maior quantidade e frequência, já no topo aqueles que devem ser consumidos com muita moderação. Quando estudava na Faculdade de Saúde Pública da USP, aprendi que existe até uma pirâmide brasileira!

Então é só você seguir essas recomendações para chegarmos a uma boa dieta, certo? Errado. É muita besteira junta. Por quê?

Pesquisas foram feitas, mas não são específicas. Foto: Blickwinkel/imago/Fotoarena
Pesquisas foram feitas, mas não são específicas. Foto: Blickwinkel/imago/Fotoarena

Quando tem estabelecido um padrão que seria adequado ou recomendado para uma população consumir, você deve imaginar dezenas de pesquisadores e cientistas indo atrás do que seria a melhor dieta. Pesquisas sendo feitas seguindo o que manda a Ciência até que chegaram à famosa pirâmide. Seria isso?

Não quero decepcioná-lo, mas foi assim: preocupado com o aumento de obesidade e casos de doenças cardíacas nos EUA, um senador americano em 1973 por conta própria criou com seus assessores a tal recomendação. Qual a formação do tal senador? História. Qual o passado desse senador com Ciências da Saúde. Nenhum. Qual a relação dos assessores dele com ciência? Nenhum.

É baseado nisso que a pirâmide que enfeita a parede do seu Nutricionista foi feita. Aquele quadro e a pirâmide brasileira têm tanta ciência quanto a afirmação da sua avó que dizia que comer manga e beber leite faz mal: nenhum, nada. A pirâmide alimentar é um achismo puro, um arremedo de ciência. Acredita e faz uso da pirâmide alimentar o profissional que quer, mas não aquele que tem juízo.


Por que a Pirâmide Alimentar é uma enorme besteira?

Atletismo · 24 jun, 2013

Toda pessoa que tenha um mínimo interesse por Nutrição que seja, já deve ter visto algum exemplo de Pirâmide Alimentar. Elas existem aos montes; no comercial do Ministério da Saúde à aula de Biologia, da pseudo-revista científica passando pela revista sobre Corrida. É só seguir o padrão e chegamos a uma “alimentação balanceada”, essa entidade que nenhum profissional consegue explicar direito sem cair em contradição.

A maioria dos nutricionistas e muitos médicos devem ter um quadro dessa pirâmide alimentar na parede do consultório. Nela você tem na base os alimentos que deveríamos consumir em maior quantidade e frequência, já no topo aqueles que devem ser consumidos com muita moderação. Quando estudava na Faculdade de Saúde Pública da USP, aprendi que existe até uma pirâmide brasileira!

Então é só você seguir essas recomendações para chegarmos a uma boa dieta, certo? Errado. É muita besteira junta. Por quê?

Pesquisas foram feitas, mas não são específicas. Foto: Blickwinkel/imago/Fotoarena
Pesquisas foram feitas, mas não são específicas. Foto: Blickwinkel/imago/Fotoarena

Quando tem estabelecido um padrão que seria adequado ou recomendado para uma população consumir, você deve imaginar dezenas de pesquisadores e cientistas indo atrás do que seria a melhor dieta. Pesquisas sendo feitas seguindo o que manda a Ciência até que chegaram à famosa pirâmide. Seria isso?

Não quero decepcioná-lo, mas foi assim: preocupado com o aumento de obesidade e casos de doenças cardíacas nos EUA, um senador americano em 1973 por conta própria criou com seus assessores a tal recomendação. Qual a formação do tal senador? História. Qual o passado desse senador com Ciências da Saúde. Nenhum. Qual a relação dos assessores dele com ciência? Nenhum.

É baseado nisso que a pirâmide que enfeita a parede do seu Nutricionista foi feita. Aquele quadro e a pirâmide brasileira têm tanta ciência quanto a afirmação da sua avó que dizia que comer manga e beber leite faz mal: nenhum, nada. A pirâmide alimentar é um achismo puro, um arremedo de ciência. Acredita e faz uso da pirâmide alimentar o profissional que quer, mas não aquele que tem juízo.

A necessidade do controle antidoping fora de competição

Passado alguns meses da explosão mundial do caso Lance Armstrong, ciclista multicampeão que foi delatado pelos ex-colegas de equipe e que, após negar por muitos anos, assumiu publicamente ter participado do que foi chamado pelo controle antidopagem de “O mais sofisticado programa de doping da história”. O fato ainda de ele afirmar que nunca foi pego nos muitos testes que realizou por não haver na época exames fora de competição ainda soa pesado.

O exame fora de competição é o antidoping que não é realizado no dia ou na véspera de prova, quando os atletas mais bem amparados pelo negro mercado do doping já estão limpos ou camuflados para determinadas substâncias proibidas. É o exame realizado de surpresa, pegando o atleta inteligentemente em alguma fase de treinamento estratégica, no próprio local de treinamento ou até mesmo em sua casa.

Muitos atletas que utilizam o recurso do doping quando sabem que haverá controle em determinada prova, não participam, não terminam, não terminam entre os primeiros propositalmente, suspendem o uso dentro de algum prazo ou se utilizam de substâncias que mascaram a droga da qual são usuários.

Este ano, a Agência Mundial Antidoping resolveu finalmente realizar exames fora de competição em um famoso centro de treinamento no Quênia e conseguiu pegar atletas de expressão, dentre eles o queniano Wilson Erupe Loyanae, Campeão da Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro em 2012, que ostenta como melhor tempo pessoal na maratona, 2h05min37. A substância detectada no exame de Loyanae foi a EPO (Eritropoetina), que, infelizmente, só pode ser detectada pelos sistemas mais modernos de controle no prazo de 72 horas após ter sido ministrada. O que significa que se o atleta utilizar a droga na segunda ou terça-feira, não será pego se o exame for realizado na competição do domingo!

Um estudo apresentado na reunião anual do American College of Sports Medicine, comprovou melhora de 5% nos tempos de testes de 3.000 metros de corredores quenianos que utilizaram EPO, droga considerada a mais eficaz para corredores de longa distância, que aumenta o número de hemoglobínas e hematócitros, melhorando assim a capacidade de transporte de oxigênio do sangue.

Neste estudo, vinte corredores quenianos com base em Eldoret, Quênia (local com elevação entre 2.100 e 2.700 metros da altitude) e 19 corredores com base no nível do mar, na Escócia, tomaram EPO a cada dois dias, durante quatro semanas e obtiveram melhora semelhante.

Paula Radcliffe é uma das principais atletas que lutam contra o doping. Foto: Divulgação Maratona de Londres/ Michael Steel
Paula Radcliffe é uma das principais atletas que lutam contra o doping. Foto: Divulgação Maratona de Londres/ Michael Steel

Algo muito curioso é que, mesmo quatro semanas após pararem de ministrar a droga, ambos os grupos ainda correram em média 3% mais rápidos do que antes de utilizarem EPO. O que comprova a necessidade de se realizar exames fora de competição, pois o individuo que se dopa com esta substância, pode suspender a utilização próxima a uma grande prova para não ser pego, mas mesmo assim continuar desfrutando dos benefícios de tê-la utilizado. Alguns atletas, inclusive, se utilizam do fato de já terem sido submetidos a exames e saem atirando por aí, dizendo que o resultado foi negativo, como costumava fazer Armstrong com muito cinismo.

Infelizmente, onde há fama e prêmios envolvidos, sempre haverá pessoas de má fé e métodos cada vez mais avançados para burlar a lei. É a velha teoria de que o doping está sempre um passo bem a frente do controle antidoping. Desta forma, se faz cada vez mais necessária a realização de testes fora de competição, pois a cada dia o controle somente no dia ou na véspera tornar-se não tão eficaz, e os atletas limpos, verdadeiros heróis, que ralam muito nos treinos e competições são prejudicados e injustiçados.


A necessidade do controle antidoping fora de competição

Atletismo · 21 jun, 2013

Passado alguns meses da explosão mundial do caso Lance Armstrong, ciclista multicampeão que foi delatado pelos ex-colegas de equipe e que, após negar por muitos anos, assumiu publicamente ter participado do que foi chamado pelo controle antidopagem de “O mais sofisticado programa de doping da história”. O fato ainda de ele afirmar que nunca foi pego nos muitos testes que realizou por não haver na época exames fora de competição ainda soa pesado.

O exame fora de competição é o antidoping que não é realizado no dia ou na véspera de prova, quando os atletas mais bem amparados pelo negro mercado do doping já estão limpos ou camuflados para determinadas substâncias proibidas. É o exame realizado de surpresa, pegando o atleta inteligentemente em alguma fase de treinamento estratégica, no próprio local de treinamento ou até mesmo em sua casa.

Muitos atletas que utilizam o recurso do doping quando sabem que haverá controle em determinada prova, não participam, não terminam, não terminam entre os primeiros propositalmente, suspendem o uso dentro de algum prazo ou se utilizam de substâncias que mascaram a droga da qual são usuários.

Este ano, a Agência Mundial Antidoping resolveu finalmente realizar exames fora de competição em um famoso centro de treinamento no Quênia e conseguiu pegar atletas de expressão, dentre eles o queniano Wilson Erupe Loyanae, Campeão da Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro em 2012, que ostenta como melhor tempo pessoal na maratona, 2h05min37. A substância detectada no exame de Loyanae foi a EPO (Eritropoetina), que, infelizmente, só pode ser detectada pelos sistemas mais modernos de controle no prazo de 72 horas após ter sido ministrada. O que significa que se o atleta utilizar a droga na segunda ou terça-feira, não será pego se o exame for realizado na competição do domingo!

Um estudo apresentado na reunião anual do American College of Sports Medicine, comprovou melhora de 5% nos tempos de testes de 3.000 metros de corredores quenianos que utilizaram EPO, droga considerada a mais eficaz para corredores de longa distância, que aumenta o número de hemoglobínas e hematócitros, melhorando assim a capacidade de transporte de oxigênio do sangue.

Neste estudo, vinte corredores quenianos com base em Eldoret, Quênia (local com elevação entre 2.100 e 2.700 metros da altitude) e 19 corredores com base no nível do mar, na Escócia, tomaram EPO a cada dois dias, durante quatro semanas e obtiveram melhora semelhante.

Paula Radcliffe é uma das principais atletas que lutam contra o doping. Foto: Divulgação Maratona de Londres/ Michael Steel
Paula Radcliffe é uma das principais atletas que lutam contra o doping. Foto: Divulgação Maratona de Londres/ Michael Steel

Algo muito curioso é que, mesmo quatro semanas após pararem de ministrar a droga, ambos os grupos ainda correram em média 3% mais rápidos do que antes de utilizarem EPO. O que comprova a necessidade de se realizar exames fora de competição, pois o individuo que se dopa com esta substância, pode suspender a utilização próxima a uma grande prova para não ser pego, mas mesmo assim continuar desfrutando dos benefícios de tê-la utilizado. Alguns atletas, inclusive, se utilizam do fato de já terem sido submetidos a exames e saem atirando por aí, dizendo que o resultado foi negativo, como costumava fazer Armstrong com muito cinismo.

Infelizmente, onde há fama e prêmios envolvidos, sempre haverá pessoas de má fé e métodos cada vez mais avançados para burlar a lei. É a velha teoria de que o doping está sempre um passo bem a frente do controle antidoping. Desta forma, se faz cada vez mais necessária a realização de testes fora de competição, pois a cada dia o controle somente no dia ou na véspera tornar-se não tão eficaz, e os atletas limpos, verdadeiros heróis, que ralam muito nos treinos e competições são prejudicados e injustiçados.

Correr se torna ‘vício’ insubstituível para atleta que perdeu 30 kg

“Eu pesava 108 quilos e não ligava muito, até começar a correr”, ressalta Clayton Freitas, um jornalista que decidiu mudar de vida depois de experimentar o vício de correr. O atleta de 37 anos conta que sentia dificuldade em perder peso quando deu os primeiros passos, mas resolveu deixar o sedentarismo para levar o tênis para as ruas.

O treinamento começou aos poucos, com percursos de cinco e dez quilômetros, até o momento em que Clayton decidiu que não era o suficiente. “Eu sabia que precisaria me livrar do sobrepeso para alcançar distâncias maiores e diminuir meu tempo. Queria correr maratonas!”, exclama.

Herói ou vilão? Muitas das impressões sobre adoçantes são falsas

Em alguns meses de treino, ele conta que passou a pesar 95 quilos, mas ainda não era o bastante. “No início de 2012, eu tomei a decisão de procurar uma nutricionista esportiva e enfim iniciar uma dieta de verdade. Comecei a comer direito e não parava de correr, até chegar aos 83 quilos em seis meses”, comemora.

Em novembro de 2012, o atleta sentiu que alcançou sua melhor forma e aumentou alguns pontos na autoestima ao ver 79 quilos na tela da balança. “Foi aí que eu me senti bem de verdade”, diz.

O jornalista, que não dispensava visitas em bares, descobriu um vício muito maior: correr. “Se algum dia eu encontrar algo que me faça sentir melhor, talvez eu mude de ideia. Por enquanto, não existe nada que me dê tanto prazer do que poder me superar, diminuir meu tempo e terminar uma prova”, acrescenta.

Com 30 quilos a menos, o atleta começou a encarar suas primeiras maratonas. Foto:Fábio Costa/ Montagem/Arquivo Pessoal
Com 30 quilos a menos, o atleta começou a encarar suas primeiras maratonas. Foto:Fábio Costa/ Montagem/Arquivo Pessoal

Problemas no percurso - Depois de muitos quilômetros, Clayton começou a sentir dores no joelho, mas decidiu não parar. “Eu forcei muito as articulações, até o momento em que agravei tanto a situação que comecei a sentir muita dor. Fui diagnosticado com lesão no menisco direito”, desabafa.

A lesão distanciou o atleta de um dos seus grandes objetivos: participar da maratona de Buenos Aires. “Eu já tinha comprado as inscrições e reservado hotéis no Rio de Janeiro e na Argentina para poder competir. Tive que adiar os planos”, lamenta.

O trauma também o obrigou a abandonar os treinos provisoriamente. “Voltei a engordar, mas mantive a alimentação controlada e comecei a praticar Muay-Thai três vezes por semana pra me manter ativo”, relata.

Insubstituível - Apesar de continuar no ritmo, o corredor revela que as artes marciais não superam sua abstinência. “Desde que eu comecei a praticar artes marciais, melhorei a minha concentração e postura. É raro corredores treinarem membros superiores, mas acho necessário. Pra mim, o Muay-Thai foi um complemento para os treinos, mas nunca uma substituição. Continuo sentindo falta”, reflete.

Festa junina: como apreciar as comidas típicas sem fugir da dieta?

Futuro - Clayton afirma que não pretende forçar o joelho e está fazendo todo o tratamento para poder estar às ruas novamente em breve. “Não tenho planos de correr maratona no próximo semestre, mas tenho certeza que ainda vou para Buenos Aires vencer aquele percurso”, conclui.


Correr se torna ‘vício’ insubstituível para atleta que perdeu 30 kg

Atletismo · 19 jun, 2013

“Eu pesava 108 quilos e não ligava muito, até começar a correr”, ressalta Clayton Freitas, um jornalista que decidiu mudar de vida depois de experimentar o vício de correr. O atleta de 37 anos conta que sentia dificuldade em perder peso quando deu os primeiros passos, mas resolveu deixar o sedentarismo para levar o tênis para as ruas.

O treinamento começou aos poucos, com percursos de cinco e dez quilômetros, até o momento em que Clayton decidiu que não era o suficiente. “Eu sabia que precisaria me livrar do sobrepeso para alcançar distâncias maiores e diminuir meu tempo. Queria correr maratonas!”, exclama.

Herói ou vilão? Muitas das impressões sobre adoçantes são falsas

Em alguns meses de treino, ele conta que passou a pesar 95 quilos, mas ainda não era o bastante. “No início de 2012, eu tomei a decisão de procurar uma nutricionista esportiva e enfim iniciar uma dieta de verdade. Comecei a comer direito e não parava de correr, até chegar aos 83 quilos em seis meses”, comemora.

Em novembro de 2012, o atleta sentiu que alcançou sua melhor forma e aumentou alguns pontos na autoestima ao ver 79 quilos na tela da balança. “Foi aí que eu me senti bem de verdade”, diz.

O jornalista, que não dispensava visitas em bares, descobriu um vício muito maior: correr. “Se algum dia eu encontrar algo que me faça sentir melhor, talvez eu mude de ideia. Por enquanto, não existe nada que me dê tanto prazer do que poder me superar, diminuir meu tempo e terminar uma prova”, acrescenta.

Com 30 quilos a menos, o atleta começou a encarar suas primeiras maratonas. Foto:Fábio Costa/ Montagem/Arquivo Pessoal
Com 30 quilos a menos, o atleta começou a encarar suas primeiras maratonas. Foto:Fábio Costa/ Montagem/Arquivo Pessoal

Problemas no percurso - Depois de muitos quilômetros, Clayton começou a sentir dores no joelho, mas decidiu não parar. “Eu forcei muito as articulações, até o momento em que agravei tanto a situação que comecei a sentir muita dor. Fui diagnosticado com lesão no menisco direito”, desabafa.

A lesão distanciou o atleta de um dos seus grandes objetivos: participar da maratona de Buenos Aires. “Eu já tinha comprado as inscrições e reservado hotéis no Rio de Janeiro e na Argentina para poder competir. Tive que adiar os planos”, lamenta.

O trauma também o obrigou a abandonar os treinos provisoriamente. “Voltei a engordar, mas mantive a alimentação controlada e comecei a praticar Muay-Thai três vezes por semana pra me manter ativo”, relata.

Insubstituível - Apesar de continuar no ritmo, o corredor revela que as artes marciais não superam sua abstinência. “Desde que eu comecei a praticar artes marciais, melhorei a minha concentração e postura. É raro corredores treinarem membros superiores, mas acho necessário. Pra mim, o Muay-Thai foi um complemento para os treinos, mas nunca uma substituição. Continuo sentindo falta”, reflete.

Festa junina: como apreciar as comidas típicas sem fugir da dieta?

Futuro - Clayton afirma que não pretende forçar o joelho e está fazendo todo o tratamento para poder estar às ruas novamente em breve. “Não tenho planos de correr maratona no próximo semestre, mas tenho certeza que ainda vou para Buenos Aires vencer aquele percurso”, conclui.

Empresa cria projeto para produzir tênis exclusivos e personalizados

Atletas que têm o hábito de correr e que fazem desse exercício um estilo de vida com certeza já fizeram um teste de pisada para saber qual o tênis que melhor se adapta: pronado, supinado ou neutro. Porém, mesmo com o melhor modelo, nem sempre o tênis irá garantir o melhor conforto e desempenho, já que outros fatores relacionados à pisada influenciam na corrida.


Treino regenerativo é um grande aliado para evitar lesões

Por isso, a empresa de tecnologia Behance criou um projeto para avaliar mais profundamente cada pisada e entregar ao consumidor um tênis único. Trata-se de um teste feito com um tênis de testes com sensores de pressão, que irão rastrear a pisada do atleta e catalogar cada dado registrado.

Então, um computador analisa a biometria, combina os dados coletados para a criação de um perfil. Depois, cabe ao cliente decidir a forma, o material e a cor que o tênis terá, dependendo do seu estilo de vida e seus gostos pessoais.

Tênis analisa desempenho de cada atleta com sensores. Foto: Behance/ Licença Creative Commons
Tênis analisa desempenho de cada atleta com sensores. Foto: Behance/ Licença Creative Commons

Quando o protótipo fica pronto, ele é enviado para uma impressora 3D e entregue para o consumidor. A boa notícia é que, de acordo com o projeto, a empresa entregará os dados ao usuário, que poderá imprimi-lo novamente depois.

Sete dicas para se dar bem no XTerra Endurance Ilhabela

Até o momento, a companhia recebeu comentários positivos e já teve a visita de 2.950 internautas. Para saber mais sobre o projeto, acesse http://goo.gl/JJLLF.


Empresa cria projeto para produzir tênis exclusivos e personalizados

Atletismo · 18 jun, 2013

Atletas que têm o hábito de correr e que fazem desse exercício um estilo de vida com certeza já fizeram um teste de pisada para saber qual o tênis que melhor se adapta: pronado, supinado ou neutro. Porém, mesmo com o melhor modelo, nem sempre o tênis irá garantir o melhor conforto e desempenho, já que outros fatores relacionados à pisada influenciam na corrida.


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Por isso, a empresa de tecnologia Behance criou um projeto para avaliar mais profundamente cada pisada e entregar ao consumidor um tênis único. Trata-se de um teste feito com um tênis de testes com sensores de pressão, que irão rastrear a pisada do atleta e catalogar cada dado registrado.

Então, um computador analisa a biometria, combina os dados coletados para a criação de um perfil. Depois, cabe ao cliente decidir a forma, o material e a cor que o tênis terá, dependendo do seu estilo de vida e seus gostos pessoais.

Tênis analisa desempenho de cada atleta com sensores. Foto: Behance/ Licença Creative Commons
Tênis analisa desempenho de cada atleta com sensores. Foto: Behance/ Licença Creative Commons

Quando o protótipo fica pronto, ele é enviado para uma impressora 3D e entregue para o consumidor. A boa notícia é que, de acordo com o projeto, a empresa entregará os dados ao usuário, que poderá imprimi-lo novamente depois.

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Até o momento, a companhia recebeu comentários positivos e já teve a visita de 2.950 internautas. Para saber mais sobre o projeto, acesse http://goo.gl/JJLLF.

Como superar o stress?

O stress é um dos problemas mais comuns da vida moderna. E, infelizmente, ele não escolhe idade, sexo ou etnia: homens, mulheres, crianças, adolescentes e idosos, todos estão expostos a ele. Mas, afinal, o que é o stress?

Pode-se dizer, de maneira simples, que é uma reação do organismo em resposta a situações de perigo, tensão ou outras emoções. Em geral, o stress de curta duração não causa grandes prejuízos à saúde, ao contrário do stress crônico, que pode trazer consequências graves.

Dia dos Namorados: Webrun dá dica de presentes para seu esportista

Os hormônios do stress - Toda vez que nos vemos diante de uma situação de perigo ou abalo emocional, nosso cérebro desencadeia uma reação que culmina na produção de três hormônios: a adrenalina, a noradrenalina e o cortisol. Estes são conhecidos como os hormônios do stress. Luto, separação conjugal, doenças na família, desemprego, conflitos profissionais, trânsito, cuidar de filhos em condições inadequadas e cuidar de doentes, são, entre outras, situações potencialmente causadoras de stress.

Possíveis consequências do stress -O stress crônico pode comprometer a eficácia do sistema imunológico (nosso sistema de defesa) e “abrir as portas do organismo” para infecções, além de outras doenças graves.

Trabalho pode ser um grande agende causador de stress. Foto: Channah / stock.xchng
Trabalho pode ser um grande agende causador de stress. Foto: Channah / stock.xchng

O stress e os exercícios - A prática de exercícios físicos é uma forma eficaz de combate ao stress. Primeiramente, porque essa prática libera substâncias químicas capazes de diminuir os níveis sanguíneos dos hormônios do stress. Em segundo, porque ativa a circulação do sangue, melhorando a oxigenação cerebral, ativando a mente e aprimorando funções e habilidades mentais comprometidas em situações de stress. E, por último, porque, com melhor autoestima, o indivíduo tende a dar menos atenção aos fatores estressantes da vida moderna.

Conheça os microorganismos perigosos que se escondem nas academias

Outras alternativas antistress - Além da prática regular de exercícios físicos, outras medidas que podem ajudar a combater o stress. Alimentar-se corretamente, dormir bem, tomar sol, relaxar, ter momentos de lazer com a família e com os amigos, relacionar-se afetivamente com a pessoa amada, ter um animal de estimação e praticar ioga também podem ajudar. Porém, acima de tudo, é preciso identificar a causa do stress e eliminá-la.


Como superar o stress?

Atletismo · 11 jun, 2013

O stress é um dos problemas mais comuns da vida moderna. E, infelizmente, ele não escolhe idade, sexo ou etnia: homens, mulheres, crianças, adolescentes e idosos, todos estão expostos a ele. Mas, afinal, o que é o stress?

Pode-se dizer, de maneira simples, que é uma reação do organismo em resposta a situações de perigo, tensão ou outras emoções. Em geral, o stress de curta duração não causa grandes prejuízos à saúde, ao contrário do stress crônico, que pode trazer consequências graves.

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Os hormônios do stress - Toda vez que nos vemos diante de uma situação de perigo ou abalo emocional, nosso cérebro desencadeia uma reação que culmina na produção de três hormônios: a adrenalina, a noradrenalina e o cortisol. Estes são conhecidos como os hormônios do stress. Luto, separação conjugal, doenças na família, desemprego, conflitos profissionais, trânsito, cuidar de filhos em condições inadequadas e cuidar de doentes, são, entre outras, situações potencialmente causadoras de stress.

Possíveis consequências do stress -O stress crônico pode comprometer a eficácia do sistema imunológico (nosso sistema de defesa) e “abrir as portas do organismo” para infecções, além de outras doenças graves.

Trabalho pode ser um grande agende causador de stress. Foto: Channah / stock.xchng
Trabalho pode ser um grande agende causador de stress. Foto: Channah / stock.xchng

O stress e os exercícios - A prática de exercícios físicos é uma forma eficaz de combate ao stress. Primeiramente, porque essa prática libera substâncias químicas capazes de diminuir os níveis sanguíneos dos hormônios do stress. Em segundo, porque ativa a circulação do sangue, melhorando a oxigenação cerebral, ativando a mente e aprimorando funções e habilidades mentais comprometidas em situações de stress. E, por último, porque, com melhor autoestima, o indivíduo tende a dar menos atenção aos fatores estressantes da vida moderna.

Conheça os microorganismos perigosos que se escondem nas academias

Outras alternativas antistress - Além da prática regular de exercícios físicos, outras medidas que podem ajudar a combater o stress. Alimentar-se corretamente, dormir bem, tomar sol, relaxar, ter momentos de lazer com a família e com os amigos, relacionar-se afetivamente com a pessoa amada, ter um animal de estimação e praticar ioga também podem ajudar. Porém, acima de tudo, é preciso identificar a causa do stress e eliminá-la.

Conheça os micro-organismos perigosos que se escondem nas academias

Fazer exercícios regularmente é um hábito recomendado por especialistas médicos para manter o organismo e o corpo saudável. Porém, compartilhar aparelhos de academia com diversos frequentadores pode trazer riscos para a saúde da sua pele.

De acordo com a dermatologista Dra. Camila Hofbauer, o suor depositado em aparelhos pode ser um local propicio para a proliferação de micro-organismos. “As principais doenças cutâneas que podem ser transmitidas por contato com superfícies contaminadas são as micoses, infecções virais, como verrugas, e infecções bacterianas, como o impetigo”, alerta.

Quando o suor passa de incômodo para hiperidrose?

Para diminuir o contato, muitos atletas procuram levar toalhas, que são usadas tanto para cobrir os aparelhos, quanto para secar o suor em excesso. Porém, se o artigo é compartilhado também pode haver transmissão.

Um dos fatores que aumentam as chances de contaminação é a pouca ventilação que existe nas academias. O uso de aparelhos de ar condicionado e dezenas de ventiladores espalhados no ambiente não permite que o ar circule e mantém o local em temperaturas altas.

Toalhas devem ser individuais para impedir a contaminação. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena
Toalhas devem ser individuais para impedir a contaminação. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena

Precauções - Segundo a profissional, o uso de roupas próprias para academia já é uma barreira protetora contra os micro-organismos. “Em locais cobertos pelas vestimentas é muito difícil haver a contaminação da pele, pois ela impede o contato direto com superfícies possivelmente contaminadas”, conta.

Caso o atleta opte pelas toalhas individuais, também não terá problemas. “Ela ajuda pois funciona como uma barreira a mais”, comenta Camila.

Porém, o jeito mais eficiente de se manter protegido é fazer a higienização adequada do local. “Apesar da roupa e da toalha ajudarem a proteger a pele, a limpeza do equipamento com álcool 70° é suficientemente efetiva”, diz a dermatologista.

Roupas molhadas de suor podem causar mau cheiro e micose na pele

Água - O perigo da contaminação não está somente nos aparelhos, mas nos bebedouros. Encostar a boca na saída de água também permite que algumas doenças, inclusive o vírus da gripe, sejam transmitidas.

O squeeze utilizada também deve ser higienizada. “Idealmente devemos lavá-la com água e sabão após cada dia de uso”, conclui a profissional.


Conheça os micro-organismos perigosos que se escondem nas academias

Atletismo · 10 jun, 2013

Fazer exercícios regularmente é um hábito recomendado por especialistas médicos para manter o organismo e o corpo saudável. Porém, compartilhar aparelhos de academia com diversos frequentadores pode trazer riscos para a saúde da sua pele.

De acordo com a dermatologista Dra. Camila Hofbauer, o suor depositado em aparelhos pode ser um local propicio para a proliferação de micro-organismos. “As principais doenças cutâneas que podem ser transmitidas por contato com superfícies contaminadas são as micoses, infecções virais, como verrugas, e infecções bacterianas, como o impetigo”, alerta.

Quando o suor passa de incômodo para hiperidrose?

Para diminuir o contato, muitos atletas procuram levar toalhas, que são usadas tanto para cobrir os aparelhos, quanto para secar o suor em excesso. Porém, se o artigo é compartilhado também pode haver transmissão.

Um dos fatores que aumentam as chances de contaminação é a pouca ventilação que existe nas academias. O uso de aparelhos de ar condicionado e dezenas de ventiladores espalhados no ambiente não permite que o ar circule e mantém o local em temperaturas altas.

Toalhas devem ser individuais para impedir a contaminação. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena
Toalhas devem ser individuais para impedir a contaminação. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena

Precauções - Segundo a profissional, o uso de roupas próprias para academia já é uma barreira protetora contra os micro-organismos. “Em locais cobertos pelas vestimentas é muito difícil haver a contaminação da pele, pois ela impede o contato direto com superfícies possivelmente contaminadas”, conta.

Caso o atleta opte pelas toalhas individuais, também não terá problemas. “Ela ajuda pois funciona como uma barreira a mais”, comenta Camila.

Porém, o jeito mais eficiente de se manter protegido é fazer a higienização adequada do local. “Apesar da roupa e da toalha ajudarem a proteger a pele, a limpeza do equipamento com álcool 70° é suficientemente efetiva”, diz a dermatologista.

Roupas molhadas de suor podem causar mau cheiro e micose na pele

Água - O perigo da contaminação não está somente nos aparelhos, mas nos bebedouros. Encostar a boca na saída de água também permite que algumas doenças, inclusive o vírus da gripe, sejam transmitidas.

O squeeze utilizada também deve ser higienizada. “Idealmente devemos lavá-la com água e sabão após cada dia de uso”, conclui a profissional.