
Marílson e Juliana junto com o secretário de Esportes Lazer e Cultura de São Paulo Walter Feldman (foto: Alexandre Koda/ www.webrun.com.br)
Segundo ele, algumas competições de 10 quilômetros até meia maratona estão no planejamento. Provavelmente eu vá para o Mundial de Cross Country na Escócia representar o país e depois devo correr algumas provas de rua, para revezar um pouco, comenta o brasileiro sobre o fato de ter se qualificado para o mundial após a vitória no Sul-americano da categoria, no último dia dois, em Assunção (Paraguai).
Com o passaporte praticamente carimbado para Pequim, o brasiliense já pensa na estratégia para a disputa dos 42,1 quilômetros e sabe que não terá vida fácil. Será uma prova com clima não favorável e tudo pode acontecer, acho que se dará melhor quem estiver mais adaptado no dia.
Domingo passado (09) ele esteve presente na Meia Maratona Internacional de São Paulo como padrinho da prova, junto com sua esposa Juliana, para prestigiar os corredores e ficar de olho nos concorrentes, já que os também pré-qualificados José Teles e Vanderlei Cordeiro de Lima disputaram os 21,1 quilômetros. Vim para dar uma força para o pessoal, já que não estava no cronograma disputar esta prova, finaliza o fundista que em agosto deste ano completa 30 anos.
Este texto foi escrito por: Alexandre Koda