
John Collins: lenda viva do triathlon (foto: Juliana Ikeda)
O “press meeting” que foi realizado ontem (17) na Ilha de Kona, no Havaí, entre a imprensa mundial e os atletas profissionais que disputarão o Ironman do Havaí mostra uma grande dose de descontração, espectativas e prevêm, logicamente, muita dificuldade nesta que a principal prova do triathon mundial.
Os triathletas americanos John e Judy Collins, comentaram que não tinham a mínima idéia de que 25 anos depois de uma “brincadeira” entre nadadores masters da California, que na época tinham meia idade – John tinha 41 – e meio bêbados, de tanta cerveja, estaram em uma coletiva de imprensa, celembrando 25 anos Ironman O que eles esperaom ver nos proximos 25 anos, nas palavras de Judy seria a criação de age-groups 95+!
Já a canadense Lisa Bentley, campeã do Subaru Ironman Canada(9:21:18), do Ironman da Australia (9:19:15) irá disputar sei quarto Ironman do ano de 2003 com uma especattiva de fazer o melhor psossivel, sem dar muito detalhes de sua estrategia e impressao sobre as adversarias
Sua compatriota Heather Fuhr, tricampeã o Ironman Lake Placid, nso USA (9:51:55 em 2003), (9:43:12 em 2002), (9:31:11) em 2001), comentou que tentará entregar a bike o mais próximo de Natscha Badman (campeã Ironman Kona em 2003 com o tempo de 9:07:54, pois sabe que ela é muito forte na maratona, pois tem a teoria de “se está confortável na liderança é bom, mas, na maioria das vezes isso é raro, e o mais comum é a desconcentração com a pressão de quem vem atras de você, e isso que ela vai tentar impor na prova, caso, saia atras da lider”
A alemã Nina Kraft, campeã de 2003 do Ironman da Alemanha (9:03:11) e vice-campeã do Mundial Ironman Kona 2002 com (9:14:01), mostra uma certa crítica a pergunta do jornalista, , respondendo que ela não é uma máquina, por isso nao tem como definir sua performance com precisão requisitada, mas pode garantir evasivamente, que se estiver em um bom dia, como foi o de 2002, frá uim bom pedal e conta com uma alidada: a sorte
Entre os homens, o norte-americano Tim Bown, vice campeão mundial do Ironman Kona 2002 (8:29:56) e (8:31:14 em 2001), comentou que ter uma única transição é boa, mas não muda muito, pois a distância permanece a mesma: 3,8 Km nataçao, 180 Km de ciclismo, e uma maratona para coroar o homem de ferro!
O alemão Tomas Hellriegel, diz que desde o primeiro Ironman, que participou – o da Alemanha – como vice-campeão da prova com 8:10:09, a prova vai sempre muito dura na Bike, pois adora o que faz, mas comenta que na mente inconsiente, ela sempre diz , calma, você ainda tem que correr, um monte!
O belga Luc van Lierde, diz que fazia tempo que não competia Ironman desde a sua vitória em 1999 no campeonato mundial em Kona com (8:17:17). “Queria muito estar no ano da comemoração de 25 anos de prova, e começou cedo a sua preparacão, bem no início da temporada quando ganhou de cara o Ironman da Malasia com (8:31:16). De lá para cá, teve duas contusões sérias, o que o levou a uma operação, obrigando a se afastar das competições por cerca de três meses.
Este texto foi escrito por: Juliana Ikeda