Amadores consideram XTerra Brasil prova dificílima e muito técnica

Redação Webrun | Triathlon · 24 jun, 2013

William Barbosa participou da etapa Poços de Caldas e Ilhabela (foto: Rafaela Castilho/ Webrun)
William Barbosa participou da etapa Poços de Caldas e Ilhabela (foto: Rafaela Castilho/ Webrun)

Com previsão de muita chuva, os triatletas que disputaram o triathlon do XTerra Brasil, realizado em Ilhabela no último sábado (22/6) largaram com muito vento e um mar agitado. Essa foi uma das primeiras dificuldades que competidores encontraram ao dar suas primeiras braçadas no mar.

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Mesmo depois de disputar o Ironman, dois Mundiais do XTerra no Hawai e quatro edições do XTerra Brasil, Lucas Cergole Benjamin, de 30 anos, continua se surpreendendo com a etapa de Ilhabela. “Em comparação às outras edições, o tempo estava muito seco e o mar muito mexido, o que dificultou bastante o nado até a bóia, mas eu gostei dos atletas de elite largarem um minuto antes dos amadores, porque não embolou a saída”, relata.

O atleta amador também concorda com a declaração dada por todos os atletas de elite: o perfil técnico do trecho de bicicleta. “Entre os quilômetros 10 e 20 existe um número grande de subidas e, quando não estamos subindo, existe dezenas de descidas técnicas e percurso em mata fechada”, conta.

Lucas Cergole Benjamin já participou de dois Mundiais do XTerra no Hawai e quatro edições do XTerra Brasil. Foto: Rafaela Castilho/ Webrun
Lucas Cergole Benjamin já participou de dois Mundiais do XTerra no Hawai e quatro edições do XTerra Brasil. Foto: Rafaela Castilho/ Webrun

William Barbosa, 30 anos, competiu no XTerra Sul de Minas, que ocorreu no dia 8 de junho, e reuniu forças para encarar mais um desafio. “O percurso de bike era muito mais difícil. Estou entrando no percurso de XTerra agora e já percebi que essa prova, com certeza, é uma das melhores do mundo”, exclama.

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Já Emerson Fulga, de 40 anos, estava muito feliz na chegada e se arriscou a brincar com a dificuldade da prova. “Essa etapa é duríssima, tive que descer da bike umas cinco ou seis vezes para conseguir chegar. Na hora da corrida em trilha, precisei segurar nas cordas de apoio; quase precisei de tênis de alpinismo”, conclui.

Este texto foi escrito por: Rafaela Castilho

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