Brasil garante prata e bronze no triathlon dos Jogos Militares

Redação Webrun | Triathlon · 25 jul, 2011

Segundo Juraci  os brasileiros quebraram na prova (foto: Ricardo Ramos/ Gingafotos)
Segundo Juraci os brasileiros quebraram na prova (foto: Ricardo Ramos/ Gingafotos)

No último domingo (24/07) aconteceram as provas de triathlon dos Jogos Mundiais Militares no Rio de Janeiro, prova em que o Brasil obteve duas medalhas de prata por equipes e uma de bronze. No masculino a frança levou a melhor com o tempo acumulado de 5h16min34, seguida pelo Brasil com 5h20min42 e pela Bélgica com 5h23min36.

“Claro que nosso objetivo era faturar o ouro em casa. Batalhamos muito para isso, mas fizemos uma boa prova, a equipe toda deu o máximo e garantimos a prata. Subimos ao pódio e representamos bem o Exército, o nosso País”, afirma Juraci Moreira, um dos integrantes do time. Ele teve a companhia de Reinaldo Colucci e Wesley Matos no percurso de 1,5 quilômetro de natação, 40 de ciclismo e dez de corrida montado na Praia de Copacabana.

Na disputa individual o francês Pierre Le Corre ficou com a medalha de ouro, seguido por seu compatriota Gregory Roualt e pelo italiano Daniel Hofer. Juraci garantiu a sexta colocação, enquanto Wesley ficou com o oitavo lugar e Colucci com o décimo. “Nadamos juntos e pedalamos muito bem, mas pagamos caro por isso. Forçamos no pedal e os gringos saíram para correr mais descansados. Todos nós, brasileiros, demos uma quebrada”,

Mulheres – Na disputa feminina a polonesa Agnieszka Jerzyk foi a melhor com 1h57min29, seguida pela brasileira Carla Moreno (1h57min46) e por Maria Czesnik, também da Polônia com 1h58min. Já na disputa por equipes, quem se deu bem foi a Polônia, com o tempo acumulado de 5h55min12, seguida pela República Popular da China (5h57min34) e pelo Brasil, com 5h58min16.

O time nacional foi composto por Carla Moreno, Pâmela Oliveira e Flávia Fernandes. Pâmela, ex-nadadora, saiu da água em primeiro, mas sofreu duas penalizações e viu suas adversárias dispararem na frente. “A corrida é a minha parte mais fraca. Dei o máximo, mas os dois stop and go me fizeram perder muitas posições”, relata a sargento de 23 anos.

Este texto foi escrito por: Webrun

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