ultra

Valmir Nunes assume diretoria de ultras na CBAt

O ultramaratonista Valmir Nunes terá mais um desafio em sua carreira, mas não será em nenhuma competição mundo afora. O brasileiro vai assumir a diretoria de ultramaratonas da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), após aceitar convite da entidade que pretende alavancar a modalidade no país.

Aos 44 anos de idade, ele á bicampeão mundial nos 100 km (1991 e 1995), com uma das cinco melhores marcas do mundo, 6h18min09, além de ter no currículo a melhor performance das Américas em corridas de 24 horas, com 273,8 quilômetros percorridos. Ele usará sua experiência como competidor para atuar como intermediário entre a CBAt e a Associação Internacional de Ultracorredores (IAU), órgão filiado à Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo).

“Fiquei muito feliz com o convite e o meu objetivo e o da Confederação é fazer a modalidade crescer no Brasil. Lá fora, as corridas são bem fortes e temos muitos brasileiros, muitos maratonistas experientes, que podem seguir esse caminho”, afirma Valmir. Ele diz ainda que pretende mudar a concepção estereotipada no Brasil, que os ultramaratonistas são corredores de idade mais avançada e que nunca vingaram em outras modalidades.

Um exemplo clássico é do japonês Shinichi Watanabe, 31 anos, campeão mundial de 2007, na Holanda, com 6h23min21s. “Em 2004, ele fez 2h09min32 na Maratona de Berlim, no ano seguinte 2h13min27 em Chicago e, aos 31 anos já foi destaque nas melhores maratonas do Mundo e é campeão mundial dos 100 km. Assim como ele há vários maratonistas no Brasil com chances de evoluir”.

Funções - Entre os atributos de Valmir está a regulamentação das corridas de 100 km e 24 horas e a organização de equipes para as competições mundiais. “Tenho bons contatos lá fora, por toda essa vivência em mundiais e provas por vários lugares. O esporte é bom porque fazemos amigos e, graças a Deus, conquistei isso, além de vitórias. Com certeza, vai ajudar muito”, destaca.

O início das funções como diretor coincide com o tempo em que ele precisará se ausentar dos treinamentos devido à uma cirurgia realizada em dezembro, para extrair um pedaço do osso do calcanhar e uma bolsa atrás do tendão esquerdo, visando a melhora em suas atuações. “Sofria com essas dores há oito anos. Sei que posso melhorar e, além do mais, deu para tirar o stress. Corri muitas provas na raça”, lembra.


Valmir Nunes assume diretoria de ultras na CBAt

Ultra Maratona · 11 jan, 2008

O ultramaratonista Valmir Nunes terá mais um desafio em sua carreira, mas não será em nenhuma competição mundo afora. O brasileiro vai assumir a diretoria de ultramaratonas da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), após aceitar convite da entidade que pretende alavancar a modalidade no país.

Aos 44 anos de idade, ele á bicampeão mundial nos 100 km (1991 e 1995), com uma das cinco melhores marcas do mundo, 6h18min09, além de ter no currículo a melhor performance das Américas em corridas de 24 horas, com 273,8 quilômetros percorridos. Ele usará sua experiência como competidor para atuar como intermediário entre a CBAt e a Associação Internacional de Ultracorredores (IAU), órgão filiado à Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo).

“Fiquei muito feliz com o convite e o meu objetivo e o da Confederação é fazer a modalidade crescer no Brasil. Lá fora, as corridas são bem fortes e temos muitos brasileiros, muitos maratonistas experientes, que podem seguir esse caminho”, afirma Valmir. Ele diz ainda que pretende mudar a concepção estereotipada no Brasil, que os ultramaratonistas são corredores de idade mais avançada e que nunca vingaram em outras modalidades.

Um exemplo clássico é do japonês Shinichi Watanabe, 31 anos, campeão mundial de 2007, na Holanda, com 6h23min21s. “Em 2004, ele fez 2h09min32 na Maratona de Berlim, no ano seguinte 2h13min27 em Chicago e, aos 31 anos já foi destaque nas melhores maratonas do Mundo e é campeão mundial dos 100 km. Assim como ele há vários maratonistas no Brasil com chances de evoluir”.

Funções - Entre os atributos de Valmir está a regulamentação das corridas de 100 km e 24 horas e a organização de equipes para as competições mundiais. “Tenho bons contatos lá fora, por toda essa vivência em mundiais e provas por vários lugares. O esporte é bom porque fazemos amigos e, graças a Deus, conquistei isso, além de vitórias. Com certeza, vai ajudar muito”, destaca.

O início das funções como diretor coincide com o tempo em que ele precisará se ausentar dos treinamentos devido à uma cirurgia realizada em dezembro, para extrair um pedaço do osso do calcanhar e uma bolsa atrás do tendão esquerdo, visando a melhora em suas atuações. “Sofria com essas dores há oito anos. Sei que posso melhorar e, além do mais, deu para tirar o stress. Corri muitas provas na raça”, lembra.

Ainda há inscrições para a Ultra Brazil 135

Corridas de Rua · 04 jan, 2008

Entre os dias 21 e 23 de janeiro acontece a Ultramaratona Brazil 135, prova de 217 quilômetros, que será disputada na região da Serra da Mantiqueira, num dos trechos do Caminho da Fé. O processo de inscrição vai até o dia cinco de janeiro e é necessário ser aprovado para participar desta dura competição.

A prova é uma idealização do ultramaratonista Mario Lacerda e está em sua segunda edição, sempre com o objetivo de atrair atletas que queiram desafiar seus limites. Ela integra a Copa do Mundo de Corrida de 135 Milhas, a "BAD135 World Cup", iniciativa da empresa americana AdventureCorps promotora da corrida Badwater 135 no Deserto do Vale da Morte na Califórnia (EUA).

A Copa é uma das mais difíceis do mundo e, além da BR 135 disputada nas montanhas, tem a Badwater Ultramarathon , Corrida no Deserto e a Arrowhead Ultra, Corrida no Gelo como partes integrantes. A BR 135 Ultra é extremamente difícil, porque é toda realizada nas montanhas da Serra da Mantiquiera e apenas 20 quilômetros são planos.

O atleta ao longo da prova sobe e desce colinas, com um total de mais de 10 quilômetros de subida e aproximadamente nove de descidas acumuladas. Para enviar o formulário de interesse de participação, basta acessar o site oficial, o www.brazil135.com.br.

Brasileira é segunda em Ultra na Argentina

Corridas de Rua · 20 dez, 2007

No último dia oito aconteceu em San Pedro (Argentina) a primeira edição da Ultramaratona 24 horas, da qual participaram atletas do Uruguai, Brasil, Itália e Argentina. A brasileira Jackeline Pereira Terto fechou a prova na segunda colocação, num pódio formado por mais cinco competidoras da casa. Entre os homens, Fernando Pangaré foi o melhor canarinho, na sexta colocação.

A prova teve início às 10h, com uma temperatura elevada, que foi aumentando com o passar das horas e serviu como desafio extra para os competidores. Na prova masculina a liderança começou com o uruguaio Alberto Erguiz, que imprimiu um ritmo demasiado forte, que se refletiu com a entrada da noite, ao perder a ponta.

A partir daí outros dois uruguaios, Héctor Yeritano e Dardo Segurola transformaram a competição numa disputa pessoal e Dardo levou a melhor, ao completar com 206 voltas e 196km110m completados e estabelecer o recorde uruguaio. Seu compatriota fez 201 voltas e 191km350m.

Entre as mulheres a atleta da casa Mónica Cortés assumiu a ponta, mas não agüentou por muito tempo, devido à um problema físico, o que deixou o caminho aberto para a disputa entre Luz Celeiro e Jacqueline. Usando toda a experiência para manter um ritmo forte, a argentina se deu melhor e fechou com 172voltas; 163km740m, contra 169 voltas; 160km890m da brasileira.

Substituir treinamento aeróbico por explosivo melhora performance?

Novas pesquisas mostram que esta estratégia produz um ganho na performance.

Toledo, Espanha - Novas pesquisas feitas na Finlândia revelam que adicionando simples rotinas explosivas às secções de treinamento é possível produzir importantes ganhos em performance para atletas de resistência. Isto acontece até mesmo quando estes treinamentos explosivos substituem o treinamento regular da semana e, portanto, há uma diminuição no volume total de treinamento.

Nessas pesquisas, Jussi Mikkola e seus colegas trabalharam com 25 jovens corredores de longa distância que estudavam num colégio na Finlândia. Todos os 25 corredores estavam engajados em treinamentos de resistência durante pelo menos os últimos dois anos. Além disso, 13 desses corredores (nove homens e quatro mulheres) foram designados à um grupo experimental (E), e os outros 12 corredores (nove homens e três mulheres) atuaram como grupo de controle (C).

Durante um período de oito semanas, membros de ambos grupos treinaram por aproximadamente nove horas por semana. Porém, o grupo de corredores “E” executou três treinos explosivos a cada semana, num total de 1,8 horas de treinamento explosivo semanal. Durante essas 1,8 horas, o grupo de corredores “C” realizou seu treinamento normal (circuito, tempo running, longos). Portanto este grupo de controle acumulou consideravelmente maior distância percorrida em cada semana.

As rotinas explosivas de 35-40 minutos consistiam de tiros curtos; saltos e técnicas de corrida; e exercícios de força. Os tiros consistiam de cinco a 10 séries de 30 a 150 metros. Os exercícios de saltos consistiam de saltos normais, saltos com obstáculos, saltos em agachamento e saltos na ponta dos dedos, todos realizados sem peso externo além do próprio peso do corpo. Os exercícios de força consistiram de semi-agachamentos, elevação de panturrilha, extensão lombar, extensão de joelho e flexão de joelho. Para estes exercícios duas ou três séries de seis a 10 repetições eram feitas.

Todos estes exercícios foram realizados de forma explosiva. A ênfase foi no trabalho somente com o peso do corpo ou com pouco peso, mas com grande velocidade na execução.

Depois de oito semanas o grupo “E” apresentava alguns passos à frente de seus colegas do grupo “C”, superando-os em dois testes chave de máxima velocidade. O grupo “E” aumentou sua velocidade máxima em 150 metros em aproximadamente 3%, enquanto o grupo “C” não teve nenhuma melhora nesse aspecto. O grupo “E” também melhorou sua velocidade nos 30 metros em 1,1% após as oito semanas, enquanto o grupo “C” não obteve nenhuma melhora.

Mas que importância tem essas velocidades máximas com a resistência? Os pesquisadores nos dizem que a velocidade máxima de corrida é um fator chave na predição da performance entre os corredores de resistência. Segundo eles, não há efeitos negativos associados com o treinamento explosivo. Por exemplo, os corredores do grupo “E” não tiveram mais lesões que os corredores do grupo “C” e apesar da diminuição do volume total de treinos, esses corredores não experimentaram nenhuma queda na capacidade aeróbica (VO2max).

Sem nenhuma surpresa, a musculatura dos corredores do grupo “E” apresentaram maior força de explosão que a de seus companheiros do grupo “C”. Este estudo apresenta os mesmos resultados de outro estudo feito há alguns anos atrás por Leena Paavolainen e seus colaboradores. Nesta investigação, corredores experientes de 5 Km substituíram aproximadamente 32% de seu treinamento aeróbico usual, por treinamento explosivo e melhoraram sua performance nos 5 Km em aproximadamente 3%. Nesta ocasião, os corredores de Paavolainen também conseguiram melhorar a economia de corrida, outro fator chave na predição de performance em media e longa distância.

A conclusão? Substituindo 20 a 30 por cento do treinamento aeróbico normal por treinamento explosivo é uma boa medida. Isto não afeta negativamente a capacidade aeróbica e tem um efeito de apuração da forma, levando um aumento na velocidade máxima. Este aumento na velocidade melhora a intensidade dos treinamentos de qualidade e melhora os tempos de performance.

Esse processo de substituição pode ser feito antes de uma competição importante perto do final de temporada, claro, mas também pode ser feito durante o período de base. Neste caso a inclusão do treinamento explosivo irá acelerar o processo de adquirir a boa forma para a temporada a seguir.


Substituir treinamento aeróbico por explosivo melhora performance?

Atletismo · 18 nov, 2007

Novas pesquisas mostram que esta estratégia produz um ganho na performance.

Toledo, Espanha - Novas pesquisas feitas na Finlândia revelam que adicionando simples rotinas explosivas às secções de treinamento é possível produzir importantes ganhos em performance para atletas de resistência. Isto acontece até mesmo quando estes treinamentos explosivos substituem o treinamento regular da semana e, portanto, há uma diminuição no volume total de treinamento.

Nessas pesquisas, Jussi Mikkola e seus colegas trabalharam com 25 jovens corredores de longa distância que estudavam num colégio na Finlândia. Todos os 25 corredores estavam engajados em treinamentos de resistência durante pelo menos os últimos dois anos. Além disso, 13 desses corredores (nove homens e quatro mulheres) foram designados à um grupo experimental (E), e os outros 12 corredores (nove homens e três mulheres) atuaram como grupo de controle (C).

Durante um período de oito semanas, membros de ambos grupos treinaram por aproximadamente nove horas por semana. Porém, o grupo de corredores “E” executou três treinos explosivos a cada semana, num total de 1,8 horas de treinamento explosivo semanal. Durante essas 1,8 horas, o grupo de corredores “C” realizou seu treinamento normal (circuito, tempo running, longos). Portanto este grupo de controle acumulou consideravelmente maior distância percorrida em cada semana.

As rotinas explosivas de 35-40 minutos consistiam de tiros curtos; saltos e técnicas de corrida; e exercícios de força. Os tiros consistiam de cinco a 10 séries de 30 a 150 metros. Os exercícios de saltos consistiam de saltos normais, saltos com obstáculos, saltos em agachamento e saltos na ponta dos dedos, todos realizados sem peso externo além do próprio peso do corpo. Os exercícios de força consistiram de semi-agachamentos, elevação de panturrilha, extensão lombar, extensão de joelho e flexão de joelho. Para estes exercícios duas ou três séries de seis a 10 repetições eram feitas.

Todos estes exercícios foram realizados de forma explosiva. A ênfase foi no trabalho somente com o peso do corpo ou com pouco peso, mas com grande velocidade na execução.

Depois de oito semanas o grupo “E” apresentava alguns passos à frente de seus colegas do grupo “C”, superando-os em dois testes chave de máxima velocidade. O grupo “E” aumentou sua velocidade máxima em 150 metros em aproximadamente 3%, enquanto o grupo “C” não teve nenhuma melhora nesse aspecto. O grupo “E” também melhorou sua velocidade nos 30 metros em 1,1% após as oito semanas, enquanto o grupo “C” não obteve nenhuma melhora.

Mas que importância tem essas velocidades máximas com a resistência? Os pesquisadores nos dizem que a velocidade máxima de corrida é um fator chave na predição da performance entre os corredores de resistência. Segundo eles, não há efeitos negativos associados com o treinamento explosivo. Por exemplo, os corredores do grupo “E” não tiveram mais lesões que os corredores do grupo “C” e apesar da diminuição do volume total de treinos, esses corredores não experimentaram nenhuma queda na capacidade aeróbica (VO2max).

Sem nenhuma surpresa, a musculatura dos corredores do grupo “E” apresentaram maior força de explosão que a de seus companheiros do grupo “C”. Este estudo apresenta os mesmos resultados de outro estudo feito há alguns anos atrás por Leena Paavolainen e seus colaboradores. Nesta investigação, corredores experientes de 5 Km substituíram aproximadamente 32% de seu treinamento aeróbico usual, por treinamento explosivo e melhoraram sua performance nos 5 Km em aproximadamente 3%. Nesta ocasião, os corredores de Paavolainen também conseguiram melhorar a economia de corrida, outro fator chave na predição de performance em media e longa distância.

A conclusão? Substituindo 20 a 30 por cento do treinamento aeróbico normal por treinamento explosivo é uma boa medida. Isto não afeta negativamente a capacidade aeróbica e tem um efeito de apuração da forma, levando um aumento na velocidade máxima. Este aumento na velocidade melhora a intensidade dos treinamentos de qualidade e melhora os tempos de performance.

Esse processo de substituição pode ser feito antes de uma competição importante perto do final de temporada, claro, mas também pode ser feito durante o período de base. Neste caso a inclusão do treinamento explosivo irá acelerar o processo de adquirir a boa forma para a temporada a seguir.

Cordeiro participa de etapa mundial do ultratriathlon no Canadá

Ultra Maratona · 13 jun, 2007

O brasileiro Sérgio Cordeiro participa entre os dias seis e sete de julho da 3ª etapa do Circuito Mundial de Ultratriathlon. Campeão de 2005, primeiro latino-americano a conquistar o título, ele irá encarar 7,6 km de natação, 360 km de ciclismo e por fim 84 km de corrida, em 42 voltas de 2,01 km.

A prova acontece na cidade de Levis, Canadá. Ao todo serão 35 participantes que terão 36 horas para completar todo o percurso sem parar. Para isso, Cordeiro treina cerca de 13 horas por dia de segunda a segunda. “Eu gosto de competir provas de longa distância porque sempre encontro novos desafios. Claro que na busca da superação a gente tem que fazer a coisa consciente e respeitar o corpo. Mas o meu limite por enquanto é Deus”, conta Cordeiro.

Aos 53 anos, ele tem importantes vitórias na bagagem. Hoje ele é dono de títulos como o bicampeonato da Volta de Florianópolis, medalha de prata e bronze do Ultraman do Canadá, além de campeão de duas etapas do Double Iron Triathlon, uma nos Estados Unidos e outra no Equador.

Os mitos de Vênus parte I: não perca a cabeça na luta contra a balança

Provavelmente Vênus nunca ganhe uma corrida contra Marte, mas uma boa deusa não se deixa enganar pelos mitos na hora de emagrecer e mostra confiante o seu encanto. Sua silhueta tem curvas voluptuosas, e a mulher tem que aprender a aceitá-las, porque se não podes passar toda a vida correndo sem conseguir perder as cadeiras.

Por isso, confira a primeira parte dos sete mitos de Vênus para entender porque muitas corredoras não conseguem a silhueta de Paula Radclitfe, por mais que treinem muito.

Mito 1: Se eu faço exercício queimo gordura
Se isto fora absolutamente certo, os atletas varões que tem cerca de 6% de gordura corporal e correm uma maratona em menos de duas horas e meia deveriam derreter-se com o suor ao chegar à meta. Para perder gordura corporal é preciso criar um déficit calórico. Quanto mais exercício se faz, mais energia se necessita e mais calorias se gastam ao longo do dia.

Mas se comer mais do que o necessário, além de não se perder uma só grama, ainda se conseguirá ganhar peso. Só os atletas perdem peso quando não treinam, hora por descanso ou por lesão. Isto porque eles perdem massa muscular e comem menos, pois sentem menos apetite por não treinarem tanto.

Solução Feminina: faça exercício específico para emagrecer. Introduza circuitos rápidos, “queima-gorduras” de 30 minutos duas vezes por semana e rodagens de resistência de 90 minutos uma vez na semana. E obviamente, controle a alimentação; coma o saudável e o justo.

Mito 2: Quanto mais exercício se faz, mais gordura se perde
Se você é das que atacam um sorvete de chocolate com a desculpa de que depois vai correr uma hora, deves saber que duas bolas do seu sorvete preferido podem conter 700 calorias, e se, além disso, você chegar em casa com “fome de loba” depois de tanto exercício e jantar sem controle, pode ser que no final o exercício extra te faça ganhar peso. Fazer muito exercício aumenta seu apetite e deixar de comer não é a solução, você não deve passar fome se quiser emagrecer.

Solução Feminina: aprenda a ser mais equilibrada, tanto treinando quanto comendo. O seu treinamento não pode ser desculpa para comer sem controle. Pode se comer um capricho de vez em quando, mas usando a cabeça. Se você gosta de sorvete, coma um pouco no fim de semana, mas não acabe com o pote cada vez que o abrir.

Mito 3: As pessoas esportistas são pessoas ativas.
A maioria das pessoas que corre se acha muito ativa. Em média fazem exercício entre 4 e 6 vezes por semana e suam a camiseta. No entanto, muitas delas não se movem mais em todo o dia, trabalham sentadas diante do computador durante 8 horas ou estão tão cansadas que vegetam no sofá ao chegar em casa.

Em um estudo realizado entre pessoas de 56 a 78 anos que se submeteram a um programa de exercícios intenso durante umas semanas, elas só haviam aumentado suas necessidades calóricas em 80 Kcal a mais ao longo do dia. A explicação estava em que por estarem mais cansados dormiam após o almoço e eram 62% menos ativas durante o resto do dia.

Solução Feminina: mexa-se ao longo do dia, suba escadas, ande ao invés de usar o carro nos trajetos curtos, levante no trabalho a cada hora, não se deite no sofá para ver a televisão por mais de una hora, entre outras coisas.

ANDRÉ VAZQUEZ Consultor WebRun da seção Ultramaratona. É graduado em Educação Física e Mestre em Psicologia do Esporte pela Universidade de Madrid. Recordista continental de ultramaratona de 48 horas com 357,2 km (Phoenix), nono colocado no ranking mundial de ultramaratona de 48 horas (2000) e em 1997 foi o recordista mundial de quantidade de maratonas feitas em um ano. Ao todo foram 51 maratonas.


Os mitos de Vênus parte I: não perca a cabeça na luta contra a balança

Mulheres · 24 ago, 2006

Provavelmente Vênus nunca ganhe uma corrida contra Marte, mas uma boa deusa não se deixa enganar pelos mitos na hora de emagrecer e mostra confiante o seu encanto. Sua silhueta tem curvas voluptuosas, e a mulher tem que aprender a aceitá-las, porque se não podes passar toda a vida correndo sem conseguir perder as cadeiras.

Por isso, confira a primeira parte dos sete mitos de Vênus para entender porque muitas corredoras não conseguem a silhueta de Paula Radclitfe, por mais que treinem muito.

Mito 1: Se eu faço exercício queimo gordura
Se isto fora absolutamente certo, os atletas varões que tem cerca de 6% de gordura corporal e correm uma maratona em menos de duas horas e meia deveriam derreter-se com o suor ao chegar à meta. Para perder gordura corporal é preciso criar um déficit calórico. Quanto mais exercício se faz, mais energia se necessita e mais calorias se gastam ao longo do dia.

Mas se comer mais do que o necessário, além de não se perder uma só grama, ainda se conseguirá ganhar peso. Só os atletas perdem peso quando não treinam, hora por descanso ou por lesão. Isto porque eles perdem massa muscular e comem menos, pois sentem menos apetite por não treinarem tanto.

Solução Feminina: faça exercício específico para emagrecer. Introduza circuitos rápidos, “queima-gorduras” de 30 minutos duas vezes por semana e rodagens de resistência de 90 minutos uma vez na semana. E obviamente, controle a alimentação; coma o saudável e o justo.

Mito 2: Quanto mais exercício se faz, mais gordura se perde
Se você é das que atacam um sorvete de chocolate com a desculpa de que depois vai correr uma hora, deves saber que duas bolas do seu sorvete preferido podem conter 700 calorias, e se, além disso, você chegar em casa com “fome de loba” depois de tanto exercício e jantar sem controle, pode ser que no final o exercício extra te faça ganhar peso. Fazer muito exercício aumenta seu apetite e deixar de comer não é a solução, você não deve passar fome se quiser emagrecer.

Solução Feminina: aprenda a ser mais equilibrada, tanto treinando quanto comendo. O seu treinamento não pode ser desculpa para comer sem controle. Pode se comer um capricho de vez em quando, mas usando a cabeça. Se você gosta de sorvete, coma um pouco no fim de semana, mas não acabe com o pote cada vez que o abrir.

Mito 3: As pessoas esportistas são pessoas ativas.
A maioria das pessoas que corre se acha muito ativa. Em média fazem exercício entre 4 e 6 vezes por semana e suam a camiseta. No entanto, muitas delas não se movem mais em todo o dia, trabalham sentadas diante do computador durante 8 horas ou estão tão cansadas que vegetam no sofá ao chegar em casa.

Em um estudo realizado entre pessoas de 56 a 78 anos que se submeteram a um programa de exercícios intenso durante umas semanas, elas só haviam aumentado suas necessidades calóricas em 80 Kcal a mais ao longo do dia. A explicação estava em que por estarem mais cansados dormiam após o almoço e eram 62% menos ativas durante o resto do dia.

Solução Feminina: mexa-se ao longo do dia, suba escadas, ande ao invés de usar o carro nos trajetos curtos, levante no trabalho a cada hora, não se deite no sofá para ver a televisão por mais de una hora, entre outras coisas.

ANDRÉ VAZQUEZ Consultor WebRun da seção Ultramaratona. É graduado em Educação Física e Mestre em Psicologia do Esporte pela Universidade de Madrid. Recordista continental de ultramaratona de 48 horas com 357,2 km (Phoenix), nono colocado no ranking mundial de ultramaratona de 48 horas (2000) e em 1997 foi o recordista mundial de quantidade de maratonas feitas em um ano. Ao todo foram 51 maratonas.

Problema no e-mail deixa brasileiros sem uniformes para o Mundial de Ultra

No último mês o atleta brasileiro Luciano Prado embarcou para Taiwan na disputa de mais um Mundial de Ultramaratona. O Webrun conversou com ele antes da viagem. Muito otimista Luciano esperava terminar a prova entre os dez primeiros. Mas ele garantiu apenas a 65ª posição, depois de ser prejudicado pelo regulamento da prova.

De volta ao Brasil, Luciano entrou em contato com o Webrun para explicar o motivo de sua desclassificação. Ele revelou que o fiscal de prova em Taiwan o desclassificou simplesmente porque ele não usou o uniforme do Brasil na competição. Além de Luciano, mais dois brasileiros, Júlio e Herói, também foram desclassificados pelo mesmo motivo.

“Eu pedi para a Cbat (Confederação Brasileira de Atletismo) uniformes de corrida, porque se tratava de mundial e deveríamos correr com uniformes do Brasil. Isto foi um mês antes da prova, mas não fomos atendidos pela entidade”, conta Luciano. Ele e seus companheiros estavam inscritos na prova na categoria “Seleção”, que só permitia os atletas correrem com o uniforme oficial do país.

"Durante a prova um fiscal nos informou que estávamos desclassificados, nos entregou o regulamento da prova e não podíamos fazer nada. Eu consegui correr 147km, o Júlio 116km e o Heroí 99Km. Este foi nosso resultado e esperamos que isso sirva de lição para que a confederação reconheça a ultramaratona, não pelos simples uniformes e sim pela falta de consideração, já que nós fomos tão longe representar o país e a confederação não nos enviou nem os uniformes”, desabafa.

Para a próxima temporada, Luciano contou que vai juntar seus colegas ultramaratonistas e fazer um uniforme próprio, que tenha a marca brasileira e seja igual para todos os representantes do Brasil em provas de longa distância. Assim eles não dependerão da Cbat.

“Um dia antes da prova teve um desfile de atletas e nós não tínhamos uniformes nem para isso. Eu tinha dois agasalhos da Fila (patrocinador do atleta) e meu técnico tinha mais um agasalho também da Fila. Para não ficar fora do padrão, no desfile, usei um e emprestei os outros dois para meus amigos brasileiros”, diz.

O Webrun entrou em contato com a Confederação Brasileira de Atletismo para esclarecer o desentendimento. Segundo o gerente de departamento da Cbat, Fred Nantes, os brasileiros não receberam o uniforme por causa de um problema na internet.

“Realmente o Luciano me mandou uma solicitação de uniformes. Eu obtive a autorização da presidência e pedi para que ele me mandasse as numerações. Só que eu não recebi nenhum e-mail com numerações. Pode ter acontecido algum problema na internet que eu não recebi”, esclarece Nantes.

“Eu também achei estranho os organizadores terem desclassificados os atletas no meio da prova. Isso não existe em nenhum lugar do mundo. Se tiver algum problema, os atletas têm que ser impedidos antes e não durante a prova”, lamenta.


Problema no e-mail deixa brasileiros sem uniformes para o Mundial de Ultra

Ultra Maratona · 15 mar, 2006

No último mês o atleta brasileiro Luciano Prado embarcou para Taiwan na disputa de mais um Mundial de Ultramaratona. O Webrun conversou com ele antes da viagem. Muito otimista Luciano esperava terminar a prova entre os dez primeiros. Mas ele garantiu apenas a 65ª posição, depois de ser prejudicado pelo regulamento da prova.

De volta ao Brasil, Luciano entrou em contato com o Webrun para explicar o motivo de sua desclassificação. Ele revelou que o fiscal de prova em Taiwan o desclassificou simplesmente porque ele não usou o uniforme do Brasil na competição. Além de Luciano, mais dois brasileiros, Júlio e Herói, também foram desclassificados pelo mesmo motivo.

“Eu pedi para a Cbat (Confederação Brasileira de Atletismo) uniformes de corrida, porque se tratava de mundial e deveríamos correr com uniformes do Brasil. Isto foi um mês antes da prova, mas não fomos atendidos pela entidade”, conta Luciano. Ele e seus companheiros estavam inscritos na prova na categoria “Seleção”, que só permitia os atletas correrem com o uniforme oficial do país.

"Durante a prova um fiscal nos informou que estávamos desclassificados, nos entregou o regulamento da prova e não podíamos fazer nada. Eu consegui correr 147km, o Júlio 116km e o Heroí 99Km. Este foi nosso resultado e esperamos que isso sirva de lição para que a confederação reconheça a ultramaratona, não pelos simples uniformes e sim pela falta de consideração, já que nós fomos tão longe representar o país e a confederação não nos enviou nem os uniformes”, desabafa.

Para a próxima temporada, Luciano contou que vai juntar seus colegas ultramaratonistas e fazer um uniforme próprio, que tenha a marca brasileira e seja igual para todos os representantes do Brasil em provas de longa distância. Assim eles não dependerão da Cbat.

“Um dia antes da prova teve um desfile de atletas e nós não tínhamos uniformes nem para isso. Eu tinha dois agasalhos da Fila (patrocinador do atleta) e meu técnico tinha mais um agasalho também da Fila. Para não ficar fora do padrão, no desfile, usei um e emprestei os outros dois para meus amigos brasileiros”, diz.

O Webrun entrou em contato com a Confederação Brasileira de Atletismo para esclarecer o desentendimento. Segundo o gerente de departamento da Cbat, Fred Nantes, os brasileiros não receberam o uniforme por causa de um problema na internet.

“Realmente o Luciano me mandou uma solicitação de uniformes. Eu obtive a autorização da presidência e pedi para que ele me mandasse as numerações. Só que eu não recebi nenhum e-mail com numerações. Pode ter acontecido algum problema na internet que eu não recebi”, esclarece Nantes.

“Eu também achei estranho os organizadores terem desclassificados os atletas no meio da prova. Isso não existe em nenhum lugar do mundo. Se tiver algum problema, os atletas têm que ser impedidos antes e não durante a prova”, lamenta.

Técnicas de relaxamento para o corredor

Se você se considera especialmente nervoso, e se altera excessivamente na competição, seja qual for a distância, eu lhe ofereço um método, ao qual deve dedicar tempo. Conseqüentemente teria que começar a tornar-se familiar com ele, assim que fosse possível. Não espere que lhe dê resultados se unicamente usar a noite antes da corrida, é uma ferramenta de treinamento psicológico.

O expressado nestas linhas é baseado no método de Jacobson, mas adaptado ao esporte, com o qual são eliminadas as partes do método que se referem as zonas e os grupos musculares pequenos (com as quais o corredor não está familiarizado) e sim os grupos musculares grandes, aos quais os atletas estão mais adaptados.

Provou-se no remo, atletismo, tênis e aeróbica de alta competição, com resultados excelentes. É o método que eu uso com meus atletas, que competem em níveis diferentes, mas especialmente com os corredores de longa distância. Conseqüentemente, o que eu apresento é o método modificado e adaptado, não o clássico que pode ser encontrado nas publicações sobre o controle do stress.

Utilidades - Para as competições de fundo e ultrafundo, sobre asfalto ou pista, podemos utilizá-lo fundamentalmente para duas questões:

a) Como base de aprendizagem para outras técnicas de treinamento psicológico.
b) Para o tratamento de condutas de ansiedade.

Aplicação do método - Tempo de execução aproximado: 20 – 30 minutos.

- Posição de realização: deitado em decúbito dorsal (de boca para cima), em posição cômoda, sem nada apertando, temperatura adequada e sem ruídos.

- Execução: 1 ou 2 vezes ao dia.

1) Deitado, pensar nesta pequena introdução: “A partir deste momento vou fazer uma seção de relaxamento, vou respirar lenta e profundamente e vou me relaxar mais, cada vez mais. A sensação de relaxamento vai ser muito profunda, agradável, muito agradável, vou me sentir muito bem, muito bem e relaxado”.

2) Respiro profundamente e a sensação de relaxamento será muito agradável (respiração profunda 3 vezes. Pensar: “A sensação é agradável, muito agradável, profundamente agradável”.

3) Continuação, começar com a sensação de tensão-relaxamento:

a) Levantar ligeiramente o braço direito, apertando o punho e pensando: “tensão – tensão – tensão” (10-15 seg.) em seguida soltar, dizendo “relaxamento”, e deixar cair o braço; respirar profundamente 5-6 vezes (a sensação de relaxamento é cada vez maior). A ação de tensar - relaxar o braço direito se repete 3 vezes (respirar profundamente varias vezes).

b) Levantar ligeiramente o braço esquerdo, apertando o punho e pensando: “tensão – tensão – tensão” (10-15 seg.) em seguida soltar, dizendo “relaxamento”, e deixar cair o braço; respirar profundamente 5-6 vezes (a sensação de relaxamento é cada vez maior). A ação de tensionar - relaxar o braço esquerdo se repete 3 vezes (respirar profundamente varias vezes).

c) Perna direita: levantar ligeiramente (10/20cm) a perna direita, tensionando toda a perna (sem causar dor) e pensando: “tensão (10-15 seg.) para soltar, dizendo “relaxamento” e deixar cair pesadamente a perna; respirar profundamente 5-6 vezes (a sensação de relaxamento segue sendo cada vez mais profunda, mais agradável). A ação de tensionar-relaxar da a perna direita se repete 3 vezes. (Respirar profundamente várias vezes).

d) A continuação se repete a mesma seqüência com a perna esquerda, tensionando toda a perna (sem causar dor) e pensando: tensão (10-15 seg.) para soltar em seguida dizendo “relaxamento”, deixando cair pesadamente a perna; respirar profundamente 5-6 vezes (a sensação de relaxamento segue sendo cada vez maior, mais profunda, mais agradável, está muito relaxado, quase dormido, muito tranqüilo, relaxado, profundamente relaxado). A ação de tensionar – relaxar a perna esquerda se repete 3 vezes. (Respirar profundamente várias vezes).

e) Todo o corpo – ao mesmo tempo - Levantar os dois braços e as duas pernas (sem causar dor) e pensar: Tensão (10-15 seg.) para soltar, dizendo relaxamento, e deixando cair pesadamente todo o corpo; respirar profundamente 5-6 vezes (a sensação de relaxamento é já muito, muito profunda, muito agradável, estou muito relaxado, quase dormido, muito tranqüilo, relaxado, profundamente relaxado).
A ação de tensionar-relaxar o corpo se repete 3 vezes. (Respirar profundamente várias vezes). Para completar o relaxamento, pode imaginar um lugar muito agradável, onde goste de estar, onde se sinta tranqüilo, relaxado, profundamente descansado, respirando lenta e profundamente.

4) Volta: Deve tomar-se um minuto para voltar a ter o tono muscular, não se levante bruscamente, porque pode sentir tontura.

5) O processo é: respirar profundamente e começar a mover lentamente os dedos das mãos, dos pés, e aparecerá a vontade de alongar-se como si estivesse acordando de um profundo sono, portanto alongue-se para recuperar o tono muscular e quando se sentir mais recuperado, abra os olhos, se sentirá fantástico; levante-se pouco a pouco.


Técnicas de relaxamento para o corredor

Caminhada · 13 mar, 2006

Se você se considera especialmente nervoso, e se altera excessivamente na competição, seja qual for a distância, eu lhe ofereço um método, ao qual deve dedicar tempo. Conseqüentemente teria que começar a tornar-se familiar com ele, assim que fosse possível. Não espere que lhe dê resultados se unicamente usar a noite antes da corrida, é uma ferramenta de treinamento psicológico.

O expressado nestas linhas é baseado no método de Jacobson, mas adaptado ao esporte, com o qual são eliminadas as partes do método que se referem as zonas e os grupos musculares pequenos (com as quais o corredor não está familiarizado) e sim os grupos musculares grandes, aos quais os atletas estão mais adaptados.

Provou-se no remo, atletismo, tênis e aeróbica de alta competição, com resultados excelentes. É o método que eu uso com meus atletas, que competem em níveis diferentes, mas especialmente com os corredores de longa distância. Conseqüentemente, o que eu apresento é o método modificado e adaptado, não o clássico que pode ser encontrado nas publicações sobre o controle do stress.

Utilidades - Para as competições de fundo e ultrafundo, sobre asfalto ou pista, podemos utilizá-lo fundamentalmente para duas questões:

a) Como base de aprendizagem para outras técnicas de treinamento psicológico.
b) Para o tratamento de condutas de ansiedade.

Aplicação do método - Tempo de execução aproximado: 20 – 30 minutos.

- Posição de realização: deitado em decúbito dorsal (de boca para cima), em posição cômoda, sem nada apertando, temperatura adequada e sem ruídos.

- Execução: 1 ou 2 vezes ao dia.

1) Deitado, pensar nesta pequena introdução: “A partir deste momento vou fazer uma seção de relaxamento, vou respirar lenta e profundamente e vou me relaxar mais, cada vez mais. A sensação de relaxamento vai ser muito profunda, agradável, muito agradável, vou me sentir muito bem, muito bem e relaxado”.

2) Respiro profundamente e a sensação de relaxamento será muito agradável (respiração profunda 3 vezes. Pensar: “A sensação é agradável, muito agradável, profundamente agradável”.

3) Continuação, começar com a sensação de tensão-relaxamento:

a) Levantar ligeiramente o braço direito, apertando o punho e pensando: “tensão – tensão – tensão” (10-15 seg.) em seguida soltar, dizendo “relaxamento”, e deixar cair o braço; respirar profundamente 5-6 vezes (a sensação de relaxamento é cada vez maior). A ação de tensar - relaxar o braço direito se repete 3 vezes (respirar profundamente varias vezes).

b) Levantar ligeiramente o braço esquerdo, apertando o punho e pensando: “tensão – tensão – tensão” (10-15 seg.) em seguida soltar, dizendo “relaxamento”, e deixar cair o braço; respirar profundamente 5-6 vezes (a sensação de relaxamento é cada vez maior). A ação de tensionar - relaxar o braço esquerdo se repete 3 vezes (respirar profundamente varias vezes).

c) Perna direita: levantar ligeiramente (10/20cm) a perna direita, tensionando toda a perna (sem causar dor) e pensando: “tensão (10-15 seg.) para soltar, dizendo “relaxamento” e deixar cair pesadamente a perna; respirar profundamente 5-6 vezes (a sensação de relaxamento segue sendo cada vez mais profunda, mais agradável). A ação de tensionar-relaxar da a perna direita se repete 3 vezes. (Respirar profundamente várias vezes).

d) A continuação se repete a mesma seqüência com a perna esquerda, tensionando toda a perna (sem causar dor) e pensando: tensão (10-15 seg.) para soltar em seguida dizendo “relaxamento”, deixando cair pesadamente a perna; respirar profundamente 5-6 vezes (a sensação de relaxamento segue sendo cada vez maior, mais profunda, mais agradável, está muito relaxado, quase dormido, muito tranqüilo, relaxado, profundamente relaxado). A ação de tensionar – relaxar a perna esquerda se repete 3 vezes. (Respirar profundamente várias vezes).

e) Todo o corpo – ao mesmo tempo - Levantar os dois braços e as duas pernas (sem causar dor) e pensar: Tensão (10-15 seg.) para soltar, dizendo relaxamento, e deixando cair pesadamente todo o corpo; respirar profundamente 5-6 vezes (a sensação de relaxamento é já muito, muito profunda, muito agradável, estou muito relaxado, quase dormido, muito tranqüilo, relaxado, profundamente relaxado).
A ação de tensionar-relaxar o corpo se repete 3 vezes. (Respirar profundamente várias vezes). Para completar o relaxamento, pode imaginar um lugar muito agradável, onde goste de estar, onde se sinta tranqüilo, relaxado, profundamente descansado, respirando lenta e profundamente.

4) Volta: Deve tomar-se um minuto para voltar a ter o tono muscular, não se levante bruscamente, porque pode sentir tontura.

5) O processo é: respirar profundamente e começar a mover lentamente os dedos das mãos, dos pés, e aparecerá a vontade de alongar-se como si estivesse acordando de um profundo sono, portanto alongue-se para recuperar o tono muscular e quando se sentir mais recuperado, abra os olhos, se sentirá fantástico; levante-se pouco a pouco.

Valmir Nunes é o campeão dos 100km da Bélgica

Ultra Maratona · 21 jun, 2005

Nessa última sexta-feira o ultramaratonista Valmir Nunes venceu os 100km de Torhout, na Bélgica. Ele completou o percurso no tempo de 7h15min e conquistou a terceira posição da competição.

“Estou muito feliz. Depois de todo esse tempo, vim para a Europa e já venci uma prova tão importante e tradicional como essa de Torhout”, conta o atleta santista de 41 anos de idade.

A prova reuniu cerca de 125 pessoas de diversos países. Nunes liderou a última metade da prova que contou esse ano com um terreno mais acidentado. “Essa prova sempre foi disputada em terreno plano. Este ano, para aumentar as dificuldades, resolveram colocar alguns trechos com subidas e descidas, o que surpreendeu todos os competidores”, conta.

No dia 17 de julho, o atleta disputa o Mundial de 24 horas na Áustria. “Toda a preparação que realizei em Santos e em Águas de Lindóia desde fevereiro visava a prova da Áustria. Essa vitória na Bélgica certamente irá me dar muito mais confiança para encarar o próximo desafio”, revela o corredor.

Vem aí as 24Hs Don Quixote de La Mancha

Ultra Maratona · 18 nov, 2004

O ultramaratonista e empresário de cronômetragem, André Vazquez radicado em Madri, na Espanha, irá promover no mês de setembro de 2005 uma ultramaratona, a 24Hs Don Quixote de la Mancha, a ser disputada em pista na Província de Ciudad Real, localizada a cerca de 150 quilômetros ao sul capital espanhola.

A prova homenageará um momento histórico da literatura mundial, pois trata-se, da comemoração do Centenário do livro "Don Quixote de la Mancha,” de Miguel de Cervantes.

A cronometragem trás novidades para os corredores brasileiros. “A cronômetragem será feita por chip e teremos um display mostrando o dorsal, o número de voltas e a colocação de cada corredor cada vez que pisar no tapete, além, de classificações em papel a cada hora para cada atleta/acompanhante", antecipa André Vazquez, que é colunista sobre ultradistâncias no portal WebRun.

Segundo Vazquez a época foi escolhida a dedo. “Setembro é final de verão inicio de outono, assim as temperaturas são mais agradáveis, nem quente, nem frio”.

A organização ainda promete abastecimento completo, tendas para os atletas que queiran dormir ou descansar, massagistas, médico.

Para fazer sua pré-inscrição no evento ou obter mais informações clique aqui.