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Por divergência com Confederação, Carla Moreno fica fora de Olímpíada

Triathlon · 09 maio, 2012

A triatleta Carla Moreno, um dos nomes mais vitoriosos na história da modalidade no Brasil, confirmou que abriu mão da disputa por uma vaga no Jogos Olímpicos de Londres. Seu planejamento de preparação para obter a classificação não foi aprovado pela Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri).

“Mandei meu calendário para eles com a minha programação para os Jogos Olímpicos e não foi aprovado, só isso”, conta Carla. “Não vou sentar e ficar chorando, mudei meu foco. Não vou parar por causa de uma Olimpíada ou por causa da Confederação”, diz a triatleta.

Sem competir internacionalmente, a paulista não terá como somar pontos na disputa por uma vaga em Londres. Fora dos Jogos, Carla tem como objetivo na temporada um bom desempenho no Troféu Brasil de Triathlon.

Após duas etapas, Carla é atualmente a líder do Troféu, com a vitória na primeira (11/03) e um segundo lugar no último domingo (06/05). Ela já venceu a competição oito vezes.

Triatleta Pâmella Oliveira fica muito próxima de vaga em Londres

Triathlon · 08 maio, 2012

A triatleta brasileira Pâmella Oliveira conquistou no domingo (06/05), em Huatulco (México) o segundo lugar na terceira etapa da Copa do Mundo de Triathlon da ITU (União Internacional de Triathlon). Com o resultado, Pâmella praticamente assegurou uma vaga nos Jogos Olímpicos de Londres.

A vaga deve ser confirmada por algum dos dois critérios: pela pontuação somada no ranking olímpico da ITU ou por ser a sul-americana mais bem colocada no sistema new flag, que destina uma vaga para a melhor atleta de um continente que não conseguiu a classificação pelo ranking.

As representantes olímpicas devem ser definidas após os dois próximos eventos de distância olímpica da ITU. São etapas do Circuito Mundial em San Diego (EUA) e Madri (Espanha), em 11 e 26 de maio, respectivamente.

Na etapa da Copa do Mundo de Huatulco, Pâmella completou a prova em 2h13min47. Flora Duffy, das Bermudas, foi a campeã com 2h13min17 e a mexicana Claudia Rivas foi a terceira, com 2h13min53.

Confira o resultado feminino da etapa de Huatulco da Copa do Mundo de Triathlon 2012:

  • 1ª Flora Duffy (BER) – 2h13min17
  • 2ª Pâmella Oliveira (BRA) – 2h13min47
  • 3ª Claudia Rivas (MEX) – 2h13min53
  • Torcedores querem ver mais atletismo do que futebol nas Olimpíadas

    Os brasileiros parecem entusiasmados com o Atletismo nacional para os Jogos Olímpicos de Londres. Mais de 2.400 ingressos já foram vendidos no País para assistir à modalidade na capital do Reino Unido, em julho deste ano. Para efeito de comparação, o futebol, considerado o esporte nacional, vendeu cerca de 2.100 ingressos até agora.

    Conheça os principais locais das competições nos Jogos Olímpicos

    Londres está chamando - Conheça a capital

    Os números são da Tamoyo Internacional, revendedora oficial dos ingressos no Brasil. Segundo a empresa, houve um crescimento de 85% dos turistas em relação aos que estiveram para os Jogos na China em 2008, assim como o aumento no número de ingressos disponíveis para os brasileiros. “Para esse ano, foi levado em conta o fato de sermos a casa das Olimpíadas de 2016”, explica Antônio Carlos Valente, sócio da Tamoyo Internacional.

    Entre os ingressos mais vendidos, o Vôlei segue na liderança das modalidades, com mais de 8.750 espectadores brasileiros. Em seguida, o Vôlei de Praia (5.331) e o Basquete (2.820). Os Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco são os maiores compradores, seguidos pelo Rio Grande do Sul.

    Os Jogos Olímpicos de Londres começam no dia 27 de julho e vão até o dia 12 de agosto deste ano.

    Vôlei

    8751

    Vôlei de Praia

    5331

    Basquete

    2820

    Atletismo

    2442

    Futebol

    2117

    Judô

    1405

    Handball

    916

    Natação

    890

    Ginástica Artística

    874

    Boxe

    698

    Outras

    4911

    Total

    31155



    Torcedores querem ver mais atletismo do que futebol nas Olimpíadas

    Atletismo · 03 maio, 2012

    Os brasileiros parecem entusiasmados com o Atletismo nacional para os Jogos Olímpicos de Londres. Mais de 2.400 ingressos já foram vendidos no País para assistir à modalidade na capital do Reino Unido, em julho deste ano. Para efeito de comparação, o futebol, considerado o esporte nacional, vendeu cerca de 2.100 ingressos até agora.

    Conheça os principais locais das competições nos Jogos Olímpicos

    Londres está chamando - Conheça a capital

    Os números são da Tamoyo Internacional, revendedora oficial dos ingressos no Brasil. Segundo a empresa, houve um crescimento de 85% dos turistas em relação aos que estiveram para os Jogos na China em 2008, assim como o aumento no número de ingressos disponíveis para os brasileiros. “Para esse ano, foi levado em conta o fato de sermos a casa das Olimpíadas de 2016”, explica Antônio Carlos Valente, sócio da Tamoyo Internacional.

    Entre os ingressos mais vendidos, o Vôlei segue na liderança das modalidades, com mais de 8.750 espectadores brasileiros. Em seguida, o Vôlei de Praia (5.331) e o Basquete (2.820). Os Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco são os maiores compradores, seguidos pelo Rio Grande do Sul.

    Os Jogos Olímpicos de Londres começam no dia 27 de julho e vão até o dia 12 de agosto deste ano.

    Vôlei

    8751

    Vôlei de Praia

    5331

    Basquete

    2820

    Atletismo

    2442

    Futebol

    2117

    Judô

    1405

    Handball

    916

    Natação

    890

    Ginástica Artística

    874

    Boxe

    698

    Outras

    4911

    Total

    31155


    CBAt deixa maratonistas com índice A da Iaaf fora das Olimpíadas

    Na segunda-feira (30/04) a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) divulgou os nomes dos atletas que disputarão a Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres, em agosto. Entre os homens, vão três representantes, o máximo permitido por país. Na categoria feminina, apenas uma corredora – exatamente o mesmo cenário de quatro anos atrás.

    Desta vez, no entanto, as corredoras que ficaram de fora chegaram muito perto. Marily dos Santos – maratonista solitária do Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008 – fez 2h31min55 na Maratona de Pádua (22/04), na Itália.

    O índice da CBAt é de 2h30min07. Cruz Nonata, por sua vez, correu a Maratona de Viena (15/04) e marcou 2h32min46. Se fosse utilizado o índice da Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf), ambas fariam companhia para Adriana Aparecida da Silva, única classificada.

    Entenda os índices- A Iaaf define os índices que devem ser utilizados como valores mínimos por cada federação, mas cada nação adota diferentes critérios de definição. Os Estados Unidos, por exemplo, realizaram uma única prova, em que os três primeiros colocados garantiram vaga nas Olimpíadas – todos tiveram tempo mais rápido que o índice A da Iaaf.

    Já o Quênia optou por indicar seus atletas. A federação local divulgou em janeiro uma lista de seis pré-candidatos para cada modalidade (masculina e feminina) e no final de abril elegeu três de cada, de acordo com a consistência demonstrada neste ano – o atual recordista mundial, por exemplo, ficou de fora .

    No caso da CBAt, foi estabelecido um critério tendo em vista a competitividade que os brasileiros podem ter nos Jogos Olímpicos. Para estimular a melhora no nível nacional, foi tomado o 12º tempo nas últimas maratonas oficiais da Iaaf – isto é, Mundial de Daegu (2011), Mundial de Berlim (2009) e Jogos Olímpicos de Pequim (2008) – e feita uma média.

    Esta média é o índice da CBAt. No masculino, quatro fizeram o índice e os três primeiros se classificaram. No feminino, o índice de 2h30min07 foi considerado muito duro – apenas duas brasileiras tinham conseguido bater a marca na história até Adriana conquistar a vaga, na Maratona de Tóquio (26/02).

    Mais ainda, a disparidade do índice feminino nacional em relação ao critério da Iaaf é muito grande se comparado ao masculino. Confira a diferença:

    Masculino

  • Índice A da Iaaf: 2h15
  • Índice B da Iaaf: 2h18
  • Índice da CBAt: 2h18

  • Feminino
  • Índice A da Iaaf: 2h37
  • Índice B da Iaaf: 2h43
  • Índice da CBAt: 2h30min07

  • Pelo índice A da Iaaf, Marily e Cruz estariam classificadas para Londres com folga. Com respectivamente 34 e 37 anos hoje, dificilmente pode-se imaginar que uma das duas estará presente no Rio de Janeiro em 2016. Só o tempo poderá dizer se a rígida medida da CBAt foi benéfica para a evolução da categoria feminina ou se apenas prejudicou duas fundistas credenciadas para ir aos Jogos.


    CBAt deixa maratonistas com índice A da Iaaf fora das Olimpíadas

    Maratona · 03 maio, 2012

    Na segunda-feira (30/04) a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) divulgou os nomes dos atletas que disputarão a Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres, em agosto. Entre os homens, vão três representantes, o máximo permitido por país. Na categoria feminina, apenas uma corredora – exatamente o mesmo cenário de quatro anos atrás.

    Desta vez, no entanto, as corredoras que ficaram de fora chegaram muito perto. Marily dos Santos – maratonista solitária do Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008 – fez 2h31min55 na Maratona de Pádua (22/04), na Itália.

    O índice da CBAt é de 2h30min07. Cruz Nonata, por sua vez, correu a Maratona de Viena (15/04) e marcou 2h32min46. Se fosse utilizado o índice da Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf), ambas fariam companhia para Adriana Aparecida da Silva, única classificada.

    Entenda os índices- A Iaaf define os índices que devem ser utilizados como valores mínimos por cada federação, mas cada nação adota diferentes critérios de definição. Os Estados Unidos, por exemplo, realizaram uma única prova, em que os três primeiros colocados garantiram vaga nas Olimpíadas – todos tiveram tempo mais rápido que o índice A da Iaaf.

    Já o Quênia optou por indicar seus atletas. A federação local divulgou em janeiro uma lista de seis pré-candidatos para cada modalidade (masculina e feminina) e no final de abril elegeu três de cada, de acordo com a consistência demonstrada neste ano – o atual recordista mundial, por exemplo, ficou de fora .

    No caso da CBAt, foi estabelecido um critério tendo em vista a competitividade que os brasileiros podem ter nos Jogos Olímpicos. Para estimular a melhora no nível nacional, foi tomado o 12º tempo nas últimas maratonas oficiais da Iaaf – isto é, Mundial de Daegu (2011), Mundial de Berlim (2009) e Jogos Olímpicos de Pequim (2008) – e feita uma média.

    Esta média é o índice da CBAt. No masculino, quatro fizeram o índice e os três primeiros se classificaram. No feminino, o índice de 2h30min07 foi considerado muito duro – apenas duas brasileiras tinham conseguido bater a marca na história até Adriana conquistar a vaga, na Maratona de Tóquio (26/02).

    Mais ainda, a disparidade do índice feminino nacional em relação ao critério da Iaaf é muito grande se comparado ao masculino. Confira a diferença:

    Masculino

  • Índice A da Iaaf: 2h15
  • Índice B da Iaaf: 2h18
  • Índice da CBAt: 2h18

  • Feminino
  • Índice A da Iaaf: 2h37
  • Índice B da Iaaf: 2h43
  • Índice da CBAt: 2h30min07

  • Pelo índice A da Iaaf, Marily e Cruz estariam classificadas para Londres com folga. Com respectivamente 34 e 37 anos hoje, dificilmente pode-se imaginar que uma das duas estará presente no Rio de Janeiro em 2016. Só o tempo poderá dizer se a rígida medida da CBAt foi benéfica para a evolução da categoria feminina ou se apenas prejudicou duas fundistas credenciadas para ir aos Jogos.

    Definidos os brasileiros para a Maratona dos Jogos Olímpicos

    O prazo para obtenção do índice para as maratonas masculina e feminina dos Jogos Olímpicos de Londres encerrou no domingo (29/04) e a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) confirmou na segunda-feira (30/04) o nome dos representantes do País.

    Para a prova masculina, o Brasil levará o máximo de três atletas que conquistaram o índice A. Marílson Gomes, Paulo Roberto de Almeida Paula e Franck Caldeira são os classificados.

    Marílson estava com a vaga garantida por critério técnico da CBAt (ter um dos 30 melhores tempos do mundo em 2011) e confirmou a vaga com o tempo de 2h08min03 na Maratona de Londres (22/04). “A expectativa é que ele possa ter um bom resultado", aposta Adauto Domingues, treinador do fundista.

    No mesmo dia, Paulo Roberto de Almeida Paula correu a Maratona de Pádua (Pádova, na Itália) em 2h10min23, melhorando os tempos que já tinha feito abaixo do índice em Amsterdã e Barcelona. “Ele está muito bem”, reconhece a ex-maratonista portuguesa Rita Borralho, que treinou o corredor em sua passagem recente pela Europa.

    Franck Caldeira completa a lista, graças ao tempo feito em Milão (15/04), de 2h12min03. Assim como Marílson, ele esteve nos Jogos Olímpicos de Pequim - 2008 (ambos não completaram a prova). “O Franck está mais maduro e experiente“, afirma Ricardo D’Angelo, treinador de Franck.

    Na categoria feminina, apenas Adriana Aparecida da Silva correu abaixo do índice A da CBAt e, portanto, será a única brasileira na prova em Londres. Ela correu a Maratona de Tóquio (26/02) em 2h29min17 e se tornou a segunda maratonista brasileira mais rápida da história.

    Ela deve fazer dois treinamentos em altitude até os Jogos, um na Colômbia, em Paipa e outro na Suiça. “O objetivo é que ela fique na Suíça até a viagem para Londres, no dia 2 de agosto. Acho que a maratona olímpica terá mudanças de ritmo e não será tão rápida”, diz Cláudio Castilho, treinador de Adriana.


    Definidos os brasileiros para a Maratona dos Jogos Olímpicos

    Maratona · 02 maio, 2012

    O prazo para obtenção do índice para as maratonas masculina e feminina dos Jogos Olímpicos de Londres encerrou no domingo (29/04) e a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) confirmou na segunda-feira (30/04) o nome dos representantes do País.

    Para a prova masculina, o Brasil levará o máximo de três atletas que conquistaram o índice A. Marílson Gomes, Paulo Roberto de Almeida Paula e Franck Caldeira são os classificados.

    Marílson estava com a vaga garantida por critério técnico da CBAt (ter um dos 30 melhores tempos do mundo em 2011) e confirmou a vaga com o tempo de 2h08min03 na Maratona de Londres (22/04). “A expectativa é que ele possa ter um bom resultado", aposta Adauto Domingues, treinador do fundista.

    No mesmo dia, Paulo Roberto de Almeida Paula correu a Maratona de Pádua (Pádova, na Itália) em 2h10min23, melhorando os tempos que já tinha feito abaixo do índice em Amsterdã e Barcelona. “Ele está muito bem”, reconhece a ex-maratonista portuguesa Rita Borralho, que treinou o corredor em sua passagem recente pela Europa.

    Franck Caldeira completa a lista, graças ao tempo feito em Milão (15/04), de 2h12min03. Assim como Marílson, ele esteve nos Jogos Olímpicos de Pequim - 2008 (ambos não completaram a prova). “O Franck está mais maduro e experiente“, afirma Ricardo D’Angelo, treinador de Franck.

    Na categoria feminina, apenas Adriana Aparecida da Silva correu abaixo do índice A da CBAt e, portanto, será a única brasileira na prova em Londres. Ela correu a Maratona de Tóquio (26/02) em 2h29min17 e se tornou a segunda maratonista brasileira mais rápida da história.

    Ela deve fazer dois treinamentos em altitude até os Jogos, um na Colômbia, em Paipa e outro na Suiça. “O objetivo é que ela fique na Suíça até a viagem para Londres, no dia 2 de agosto. Acho que a maratona olímpica terá mudanças de ritmo e não será tão rápida”, diz Cláudio Castilho, treinador de Adriana.

    Paulista conquista índice olímpico para os 800 metros

    Atletismo · 26 abr, 2012

    O paulista Diomar Noêmio de Souza conquistou no domingo (22/04) o índice para participar das provas de 800 metros dos Jogos Olímpicos (6, 7 e 9 de agosto). Diomar, que representa o Clube de Atletismo BM&F Bovespa, foi o vencedor da modalidade no Campeonato Estadual Gaúcho, em Porto Alegre.

    Ele admite que a marca foi uma grata surpresa. “Competi em Porto Alegre para dar uma soltada nos treinos, mas o resultado veio e estou muito feliz", declara o atleta, natural de Matão.

    O tempo de 1min45seg62 é mais veloz do que o parâmetro estabelecido pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para classificação às Olimpíadas – o índice da CBAt é de 1min45seg92, enquanto o índice A da Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo) é de 1min45seg60. Como o índice alcançado permite apenas um atleta por país, Diomar deve competir para melhorá-lo.

    O tempo registrado é a segunda melhor marca mundial do ano, mas Marcelo Lima, treinador do BM&F, sugere cautela. “Tem o Kleberson David, o Fabiano Peçanha, o Lutimar Paes, o Fernando Lina, todos com chance de obtenção de marcas."

    Agora, Diomar deve trabalhar para competir bem no Troféu Brasil de Atletismo (27/06 a 01º/07) quando grande parte das vagas brasileiras deve ser definida. O dia primeiro de julho é também o dia em que expira a obtenção do índice para as provas de pista.

    Vanderlei Cordeiro carregará tocha olímpica para os Jogos de Londres

    Maratona · 04 abr, 2012

    Vanderlei Cordeiro de Lima, herói do atletismo nacional, será um dos responsáveis por carregar a tocha olímpica no tradicional revezamento que precede os Jogos Olímpicos. Medalhista de bronze em Atenas 2004, o paranaense até hoje é lembrado pelo empurrão que sofreu de um padre irlandês enquanto liderava os 42 quilômetros da maratona.

    “Para mim é uma grade satisfação participar do revezamento da tocha”, conta Vanderlei. “Fiquei muito feliz com o convite de poder representar meu país”.

    No dia dez de maio acontecerá uma cerimônia no Templo de Hera, na Olímpia Antiga (Grécia), onde a chama será acesa usando os raios solares. Em seguida terá início uma jornada pela Ilha de Creta e diversas comunidades do país, como Piraeus, Thessalonica, Xanthi e Larissa, antes de chegar a Atenas no Estádio Panatenáico (Panathinaiko), em 17 de maio.

    No palco dos primeiros Jogos Olímpicos Modernos (1896) a tocha passará para as mãos da delegação britânica, que a levará para o Reino Unido no dia 18 de maio. Terá início então uma jornada de 70 dias pelo país até a cerimônia de abertura em 27 de julho.

    Assista a seguir dois vídeos extraídos do Youtube, mostrando o empurrão sofrido por Vanderlei e o momento em que ele chega ao Estádio Olímpico.

    Conheça os principais locais das competições nos Jogos Olímpicos

    A poucos dias do campeonato, que começa no dia 27 de julho deste ano, praticamente toda estrutura da cidade-sede já está pronta para receber os milhares de atletas e turistas do mundo inteiro. Veja os principais locais onde vão acontecer os jogos e como será a Vila Olímpica para os atletas.

    Estádio Olímpico - Um campeonato universitário de atletismo vai ter o privilégio de estrear o esperado Estádio Olímpico 2.012 horas antes do início dos Jogos deste ano. Localizada no Parque Olímpico, no bairro de Stratford em Londres, a arena será inaugurada no dia cinco de maio com metade da sua capacidade total, que é de 80 mil pessoas, num festival com a presença de famosos e estrelas do esporte.

    A cerimônia de Abertura dos Jogos será feita no estádio no dia 27 de julho, para os Jogos Olímpicos, e 29 de agosto, para os Jogos Paraolímpicos, e promete surpreender os espectadores do mundo todo, o que todas as organizações tentam fazer em todos os Jogos.

    O estádio londrino foi o primeiro a ser construído de forma “sustentável”. O aço utilizado é 75% mais “leve” em comparação a outros estádios, segundo a organização.

    Ele vai abrigar as provas de atletismo, a partir do dia três de agosto. Cerca de 2.000 atletas vão passar por lá. Provas como a Maratona e a Marcha Atlética serão realizadas nas ruas de Londres, com largada e chegada na Alameda The Mall, passando perto do Buckingham Palace, residência da monarquia britânica.

    The Mall - Lugar icônico no centro de Londres, além de ser local para a Maratona e Marcha Atlética, a The Mall também vai ser palco para as provas de ciclismo de estrada.

    A alameda foi criada como rota para cerimônias no começo do século XX. Até hoje, cerimônias formais e grandes eventos esportivos, como a Maratona de Londres, passam por ela.

    Hyde Park - O maior parque da cidade de Londres, aberto em 1637, vai receber as provas de maratona aquática e triathlon. Eventos culturais, como teatro, shows e filmes também serão realizados ali.

    Na próxima página, conheça as inovações do Velódromo, a arquitetura única do Aquatics Centre e o que promete a Vila Olímpica deste ano.


    Velódromo - O ciclismo de pista será realizado no Velódromo, construído no Parque Olímpico para a ocasião. Foi considerada a segunda melhor construção do ano pelo Royal Institute of British Architects (Instituto Real de Arquitetos Britânicos).

    Também construído da maneira mais “sustentável” possível, o sistema de ventilação 100% natural deve eliminar a necessidade do uso de ar condicionado na arena, além do design que otimiza a luz natural, diminuindo o uso de energia elétrica. Uma parede de vidro na estrutura vai permitir que mesmo quem esteja do lado de fora, possa acompanhar as competições.

    Depois dos Jogos, novos investimentos vão chegar à área, com a construção de um circuito de mountain bike e de ciclismo para a comunidade local. Bicicletários, cafés e workshops serão oferecidos. O investimento “vai ajudar Londres a se tornar a capital mundial do ciclismo”, segundo a organização.

    Aquatics Centre - Outra construção interessante que vem tomando lugar na mídia é o Aquatics Centre, onde serão realizadas as provas de natação, nado sincronizado, salto ornamental e pentathlon. De design curioso e único, é a primeira coisa a ser avistada por quem chega ao Parque Olímpico.

    O centro foi desenhado pela arquiteta iraquiana, radicada em Londres, Zaha Hadid, a primeira mulher a ganhar um Prêmio Pritzker, considerado o mais importante da área, em 2004. Sua marca da arquitetura desconstrutivista, inovadora e visionária ficou impressa no formato ondulado da estrutura.

    O Aquatics Centre será aberto para a comunidade, clubes, escolas e nadadores profissionais quando os Jogos terminarem.

    Vila Olímpica - A Vila Olímpica já foi anunciada com a proposta de evitar que atletas mais “festeiros”, os que já competiram, atrapalhem o sono daqueles que ainda tem o desafio pela frente.

    Isso porque o Parque Olímpico foi construído perto do centro da cidade, a poucos minutos da vida noturna londrina. “Poucas pessoas ficarão aqui na Vila depois de competirem. Se estiverem procurando diversão, eles irão para o centro de Londres, nos clubes e restaurantes”, contou Tony Sainsbury, membro do Comitê Organizador responsável pela Vila Olímpica, ao jornal britânico The Guardian.

    A acomodação, com capacidade para 17 mil pessoas, tem ainda alguns diferenciais, como camas mais extensas, para jogadores de basquete e outros atletas mais altos.

    Os apartamentos são próximos dos locais onde serão realizados os jogos, com muito espaço verde e até uma área para churrasco e lanchonetes Mcdonalds.

    Depois dos Jogos, o complexo de £1,1 bi (cerca de R$3,2 bi) será convertido em 2.800 apartamentos de três e quatro quartos.

    Fontes: Folha de S. Paulo, The Guardian, london2012.com

    Fotos: London Organising Committee of the Olympic Games and Paralympic Games Limited (Logoc)


    Conheça os principais locais das competições nos Jogos Olímpicos

    Atletismo · 04 abr, 2012

    A poucos dias do campeonato, que começa no dia 27 de julho deste ano, praticamente toda estrutura da cidade-sede já está pronta para receber os milhares de atletas e turistas do mundo inteiro. Veja os principais locais onde vão acontecer os jogos e como será a Vila Olímpica para os atletas.

    Estádio Olímpico - Um campeonato universitário de atletismo vai ter o privilégio de estrear o esperado Estádio Olímpico 2.012 horas antes do início dos Jogos deste ano. Localizada no Parque Olímpico, no bairro de Stratford em Londres, a arena será inaugurada no dia cinco de maio com metade da sua capacidade total, que é de 80 mil pessoas, num festival com a presença de famosos e estrelas do esporte.

    A cerimônia de Abertura dos Jogos será feita no estádio no dia 27 de julho, para os Jogos Olímpicos, e 29 de agosto, para os Jogos Paraolímpicos, e promete surpreender os espectadores do mundo todo, o que todas as organizações tentam fazer em todos os Jogos.

    O estádio londrino foi o primeiro a ser construído de forma “sustentável”. O aço utilizado é 75% mais “leve” em comparação a outros estádios, segundo a organização.

    Ele vai abrigar as provas de atletismo, a partir do dia três de agosto. Cerca de 2.000 atletas vão passar por lá. Provas como a Maratona e a Marcha Atlética serão realizadas nas ruas de Londres, com largada e chegada na Alameda The Mall, passando perto do Buckingham Palace, residência da monarquia britânica.

    The Mall - Lugar icônico no centro de Londres, além de ser local para a Maratona e Marcha Atlética, a The Mall também vai ser palco para as provas de ciclismo de estrada.

    A alameda foi criada como rota para cerimônias no começo do século XX. Até hoje, cerimônias formais e grandes eventos esportivos, como a Maratona de Londres, passam por ela.

    Hyde Park - O maior parque da cidade de Londres, aberto em 1637, vai receber as provas de maratona aquática e triathlon. Eventos culturais, como teatro, shows e filmes também serão realizados ali.

    Na próxima página, conheça as inovações do Velódromo, a arquitetura única do Aquatics Centre e o que promete a Vila Olímpica deste ano.


    Velódromo - O ciclismo de pista será realizado no Velódromo, construído no Parque Olímpico para a ocasião. Foi considerada a segunda melhor construção do ano pelo Royal Institute of British Architects (Instituto Real de Arquitetos Britânicos).

    Também construído da maneira mais “sustentável” possível, o sistema de ventilação 100% natural deve eliminar a necessidade do uso de ar condicionado na arena, além do design que otimiza a luz natural, diminuindo o uso de energia elétrica. Uma parede de vidro na estrutura vai permitir que mesmo quem esteja do lado de fora, possa acompanhar as competições.

    Depois dos Jogos, novos investimentos vão chegar à área, com a construção de um circuito de mountain bike e de ciclismo para a comunidade local. Bicicletários, cafés e workshops serão oferecidos. O investimento “vai ajudar Londres a se tornar a capital mundial do ciclismo”, segundo a organização.

    Aquatics Centre - Outra construção interessante que vem tomando lugar na mídia é o Aquatics Centre, onde serão realizadas as provas de natação, nado sincronizado, salto ornamental e pentathlon. De design curioso e único, é a primeira coisa a ser avistada por quem chega ao Parque Olímpico.

    O centro foi desenhado pela arquiteta iraquiana, radicada em Londres, Zaha Hadid, a primeira mulher a ganhar um Prêmio Pritzker, considerado o mais importante da área, em 2004. Sua marca da arquitetura desconstrutivista, inovadora e visionária ficou impressa no formato ondulado da estrutura.

    O Aquatics Centre será aberto para a comunidade, clubes, escolas e nadadores profissionais quando os Jogos terminarem.

    Vila Olímpica - A Vila Olímpica já foi anunciada com a proposta de evitar que atletas mais “festeiros”, os que já competiram, atrapalhem o sono daqueles que ainda tem o desafio pela frente.

    Isso porque o Parque Olímpico foi construído perto do centro da cidade, a poucos minutos da vida noturna londrina. “Poucas pessoas ficarão aqui na Vila depois de competirem. Se estiverem procurando diversão, eles irão para o centro de Londres, nos clubes e restaurantes”, contou Tony Sainsbury, membro do Comitê Organizador responsável pela Vila Olímpica, ao jornal britânico The Guardian.

    A acomodação, com capacidade para 17 mil pessoas, tem ainda alguns diferenciais, como camas mais extensas, para jogadores de basquete e outros atletas mais altos.

    Os apartamentos são próximos dos locais onde serão realizados os jogos, com muito espaço verde e até uma área para churrasco e lanchonetes Mcdonalds.

    Depois dos Jogos, o complexo de £1,1 bi (cerca de R$3,2 bi) será convertido em 2.800 apartamentos de três e quatro quartos.

    Fontes: Folha de S. Paulo, The Guardian, london2012.com

    Fotos: London Organising Committee of the Olympic Games and Paralympic Games Limited (Logoc)

    Londres está chamando – Conheça a capital, sede das Olimpíadas de 2012

    Depois de quatro rodadas de votação, Londres foi escolhida como cidade sede das Olimpíadas de 2012. Entre as concorrentes estavam Nova York (EUA), Moscou (Rússia), Madrid (Espanha) e Paris (França), que deu mais trabalho aos londrinos na etapa final do concurso. Mas foi em seis de julho de 2005 que eles venceram os parisienses e Londres foi escolhida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para sediar os jogos.

    Antes que comecem os Jogos Olímpicos este ano, vamos conhecer um pouco mais da capital inglesa.

    Um pouco sobre Londres - Os ingleses são conhecidos pelos seus costumes e tradições tão intrínsecos. A pontualidade e o chá das cinco são até motivos de piadas, paródias ou admiração no mundo inteiro. O fanatismo por futebol aliado aos famosos pubs (são mais de 60 mil no Reino Unido!) deram motivo para os chamados hooligans (vândalos, em inglês, geralmente associados a times de futebol, atores de brigas violentíssimas nas ruas).

    Alguns outros símbolos ingleses tornaram-se ícones mundo afora. São o caso das cabines telefônicas vermelhas e quadradinhas, os ônibus de dois andares (mais sobre eles no decorrer da matéria) e, claro, o Big Ben.

    Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Big Ben não é a Torre do Relógio (Clock Tower), mas o grande sino que lá existe, na Casa do Parlamento (Houses of Parliament ou Palace of Westminster). Desde 1859 fornecendo as horas para os habitantes de Londres, o Big Ben, em toda a sua história, só parou de funcionar oitos vezes: seis por problemas mecânicos, uma vez por causa de uma bomba alemã durante a Segunda Guerra Mundial e outra por decisão das autoridades durante o funeral de Winston Churchill (ex primeiro-ministro inglês).

    Conhecer a capital - Chegando lá, para fazer um tradicional tour para conhecer a cidade, pode-se optar por uma opção menos comum: um city jogging tour. É isso mesmo que parece: um tour de caminhada ou corrida pelos principais pontos da cidade que você escolher. Além de manter o treino em dia, dá para conhecer outros turistas e apreciar a cidade de uma perspectiva completamente nova.

    Existem passeios para diferentes tipos de “corredores” (caminhadas, corridas leves com pequenas pausas e corridas mais longas) e também para diferentes interesses na cidade. Dá para escolher roteiros que passem pelos principais museus (como o Tate Britain e o Tate Modern), as capelas mais famosas (Westminster e St. Paul’s) e até passeios temáticos como os caminhos do bruxo Harry Potter ou do lendário Jack the Ripper (Jack, o estripador).

    Na próxima página, veja como conhecer a cidade por outros meios e mais o que levar, onde ficar e comer.


    Se a intenção da viagem for também dar uma pausa no treinamento, opções de transporte público e taxis não faltam. Os clássicos Black Cabs possuem motoristas licenciados com a garantia que conhecem toda e qualquer parte do centro de Londres. Durante a noite, a tarifa sai mais cara e também é mais difícil de encontrar um carro vazio na madrugada.

    Para quem quiser uma opção mais em conta, Londres possui uma rede de transporte público muito bem distribuída. A dica é adquirir um Oyster Card, para que as viagens saiam mais baratas do que sem o cartão.

    Os famosos ônibus vermelhos de dois andares, chamados de Routemasters, foram recentemente trocados por modelos novos. Entre os cidadãos, ainda há muita controvérsia sobre o design dos novos ônibus. Mesmo assim, vale a viagem pelo tradicional símbolo da capital, que funciona 24h por dia.

    Aproveite o passeio para conhecer os parques de Londres. Na maioria deles dá para praticar esportes, inclusive natação e canoagem! O Hyde Park é um desses que oferecem diversas opções de lazer, como também lugares para andar a cavalo, jogar tênis e playgrounds para crianças. A ideia é que você praticamente se esqueça que está no coração da cidade em meio a 142 hectares de natureza. O parque também vai receber parte da estrutura olímpica para este ano.

    Os museus da cidade também devem fazer parte do roteiro do turista. Londres abriga um dos mais importantes museus de arte moderna e contemporânea do mundo, o Tate Modern. O museu possui um acervo muito cobiçado pelos admiradores de arte e realiza exposições dos principais artistas da atualidade. A entrada geralmente é gratuita, é bom ficar atento à programação.

    Quanto levar - Mesmo sendo membro da União Européia, o Reino Unido não aderiu ao euro, e a sua moeda oficial é a libra esterlina. Uma libra está cotada em média a R$2,82 (no dia 15 de março). E por isso, para passear, comer e se hospedar na terra da rainha esteja preparado para gastar. Londres é uma das capitais mais caras do mundo (ocupa a 17ª; para efeito de comparação, São Paulo está classificada como a 28ª).

    Onde ficar - A maior despesa para os turistas geralmente é com acomodação. É possível encontrar quartos por 25 libras o pernoite, porém não espere muito deles. Quartos mais confortáveis saem por pelo menos 60 e até 120 libras. Há hotéis de luxo, redes hoteleiras mais baratas, como também albergues, campings e pessoas dispostas a alugar um quarto em suas próprias casas.

    Onde comer - Comer na rua em Londres pode ser um bom negócio, já que a cidade tem boas opções a preços baixos em praticamente todos os bairros. Um bom sanduíche pode custar três libras. Nos restaurantes “da moda”, uma boa refeição para dois sai em torno de 80 a 100 libras e, em alguns casos, facilmente a conta pode chegar a mais de 150.

    E nada mais britânico do que apreciar um legítimo chá da tarde. Muitos lugares servem diferentes opções de chás e, claro, os acompanhamentos. Nos lugares mais famosos, como The Berkeley, The Savoy e Fortnum&Mason’s, é preciso fazer reserva com antecedência.

    Fontes: visitlondon.com, guia Lonely Planet, The Guardian, The Economist

    Serviços: Tate Modern Museum - www.tate.org.uk
    City Jogging Tour, empresa que organiza tours à pé pela cidade - www.cityjoggingtours.co.uk
    Couch Surfing, rede social de pessoas que disponibilizam estadia nos seus sofás (couch, em inglês) - www.couchsurfing.org


    Londres está chamando – Conheça a capital, sede das Olimpíadas de 2012

    Outros · 22 mar, 2012

    Depois de quatro rodadas de votação, Londres foi escolhida como cidade sede das Olimpíadas de 2012. Entre as concorrentes estavam Nova York (EUA), Moscou (Rússia), Madrid (Espanha) e Paris (França), que deu mais trabalho aos londrinos na etapa final do concurso. Mas foi em seis de julho de 2005 que eles venceram os parisienses e Londres foi escolhida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para sediar os jogos.

    Antes que comecem os Jogos Olímpicos este ano, vamos conhecer um pouco mais da capital inglesa.

    Um pouco sobre Londres - Os ingleses são conhecidos pelos seus costumes e tradições tão intrínsecos. A pontualidade e o chá das cinco são até motivos de piadas, paródias ou admiração no mundo inteiro. O fanatismo por futebol aliado aos famosos pubs (são mais de 60 mil no Reino Unido!) deram motivo para os chamados hooligans (vândalos, em inglês, geralmente associados a times de futebol, atores de brigas violentíssimas nas ruas).

    Alguns outros símbolos ingleses tornaram-se ícones mundo afora. São o caso das cabines telefônicas vermelhas e quadradinhas, os ônibus de dois andares (mais sobre eles no decorrer da matéria) e, claro, o Big Ben.

    Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Big Ben não é a Torre do Relógio (Clock Tower), mas o grande sino que lá existe, na Casa do Parlamento (Houses of Parliament ou Palace of Westminster). Desde 1859 fornecendo as horas para os habitantes de Londres, o Big Ben, em toda a sua história, só parou de funcionar oitos vezes: seis por problemas mecânicos, uma vez por causa de uma bomba alemã durante a Segunda Guerra Mundial e outra por decisão das autoridades durante o funeral de Winston Churchill (ex primeiro-ministro inglês).

    Conhecer a capital - Chegando lá, para fazer um tradicional tour para conhecer a cidade, pode-se optar por uma opção menos comum: um city jogging tour. É isso mesmo que parece: um tour de caminhada ou corrida pelos principais pontos da cidade que você escolher. Além de manter o treino em dia, dá para conhecer outros turistas e apreciar a cidade de uma perspectiva completamente nova.

    Existem passeios para diferentes tipos de “corredores” (caminhadas, corridas leves com pequenas pausas e corridas mais longas) e também para diferentes interesses na cidade. Dá para escolher roteiros que passem pelos principais museus (como o Tate Britain e o Tate Modern), as capelas mais famosas (Westminster e St. Paul’s) e até passeios temáticos como os caminhos do bruxo Harry Potter ou do lendário Jack the Ripper (Jack, o estripador).

    Na próxima página, veja como conhecer a cidade por outros meios e mais o que levar, onde ficar e comer.


    Se a intenção da viagem for também dar uma pausa no treinamento, opções de transporte público e taxis não faltam. Os clássicos Black Cabs possuem motoristas licenciados com a garantia que conhecem toda e qualquer parte do centro de Londres. Durante a noite, a tarifa sai mais cara e também é mais difícil de encontrar um carro vazio na madrugada.

    Para quem quiser uma opção mais em conta, Londres possui uma rede de transporte público muito bem distribuída. A dica é adquirir um Oyster Card, para que as viagens saiam mais baratas do que sem o cartão.

    Os famosos ônibus vermelhos de dois andares, chamados de Routemasters, foram recentemente trocados por modelos novos. Entre os cidadãos, ainda há muita controvérsia sobre o design dos novos ônibus. Mesmo assim, vale a viagem pelo tradicional símbolo da capital, que funciona 24h por dia.

    Aproveite o passeio para conhecer os parques de Londres. Na maioria deles dá para praticar esportes, inclusive natação e canoagem! O Hyde Park é um desses que oferecem diversas opções de lazer, como também lugares para andar a cavalo, jogar tênis e playgrounds para crianças. A ideia é que você praticamente se esqueça que está no coração da cidade em meio a 142 hectares de natureza. O parque também vai receber parte da estrutura olímpica para este ano.

    Os museus da cidade também devem fazer parte do roteiro do turista. Londres abriga um dos mais importantes museus de arte moderna e contemporânea do mundo, o Tate Modern. O museu possui um acervo muito cobiçado pelos admiradores de arte e realiza exposições dos principais artistas da atualidade. A entrada geralmente é gratuita, é bom ficar atento à programação.

    Quanto levar - Mesmo sendo membro da União Européia, o Reino Unido não aderiu ao euro, e a sua moeda oficial é a libra esterlina. Uma libra está cotada em média a R$2,82 (no dia 15 de março). E por isso, para passear, comer e se hospedar na terra da rainha esteja preparado para gastar. Londres é uma das capitais mais caras do mundo (ocupa a 17ª; para efeito de comparação, São Paulo está classificada como a 28ª).

    Onde ficar - A maior despesa para os turistas geralmente é com acomodação. É possível encontrar quartos por 25 libras o pernoite, porém não espere muito deles. Quartos mais confortáveis saem por pelo menos 60 e até 120 libras. Há hotéis de luxo, redes hoteleiras mais baratas, como também albergues, campings e pessoas dispostas a alugar um quarto em suas próprias casas.

    Onde comer - Comer na rua em Londres pode ser um bom negócio, já que a cidade tem boas opções a preços baixos em praticamente todos os bairros. Um bom sanduíche pode custar três libras. Nos restaurantes “da moda”, uma boa refeição para dois sai em torno de 80 a 100 libras e, em alguns casos, facilmente a conta pode chegar a mais de 150.

    E nada mais britânico do que apreciar um legítimo chá da tarde. Muitos lugares servem diferentes opções de chás e, claro, os acompanhamentos. Nos lugares mais famosos, como The Berkeley, The Savoy e Fortnum&Mason’s, é preciso fazer reserva com antecedência.

    Fontes: visitlondon.com, guia Lonely Planet, The Guardian, The Economist

    Serviços: Tate Modern Museum - www.tate.org.uk
    City Jogging Tour, empresa que organiza tours à pé pela cidade - www.cityjoggingtours.co.uk
    Couch Surfing, rede social de pessoas que disponibilizam estadia nos seus sofás (couch, em inglês) - www.couchsurfing.org

    Maratonistas brasileiros falam sobre briga pelas vagas olímpicas

    O Brasil pode levar de dois a seis corredores para a Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres, três em cada categoria. Para isso, os brasileiros têm que correr uma prova abaixo do índice estabelecido pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e pela Associação das Federações Internacionais de Atletismo (Iaaf). Confira quem são as principais apostas na categoria masculina e seus caminhos para participar da prova das Olimpíadas:

    Marílson- “Ele é o único que consegue correr junto com os africanos”. A frase é de Solonei Rocha, campeão da Maratona dos Jogos Pan-Americanos de 2011. Tricampeão da São Silvestre e bicampeão da Maratona de Nova York, Marílson Gomes é indiscutivelmente o maior maratonista brasileiro em atividade.

    Apesar de ter feito em 2011 a melhor marca de sua carreira (2h06, em Londres), o período para a obtenção do índice olímpico ainda não estava aberto. Após o abandono do corredor na Maratona de Chicago (09/10), a CBAt indicou o atleta para a vaga por estar entre os 30 melhores tempos do mundo no ano.

    A garantia do posto tira a pressão de Marílson para fazer bom tempo na Maratona de Londres (22/04), mas o fundista deve correr forte para provar que mereceria a vaga mesmo sem a indicação. “Vamos decidir na semana da prova como será a minha estratégia”, desconversa o corredor.

    Caso mais de dois atletas obtenham o índice A da Iaaf (abaixo de 2h15, que classifica até três maratonistas por país), Marílson pode querer mostrar serviço para justificar sua indicação. “Existe tanto a possibilidade de fazer uma prova conservadora, como de tentar quebrar minha marca e fazer recorde pessoal”, afirma.

    Solonei - Ao contrário do introvertido Marílson, Solonei Rocha conquistou a simpatia do público com seu jeito carismático e sua trajetória de vida – de coletor de lixo em Penápolis (SP) a medalhista de ouro pan-americano.

    Sua melhor marca é de 2011, (fez 2h11, em Pádua, na Itália) também antes do período de obtenção do índice. Ele também correrá a Maratona de Londres, na esperança de conquistar a vaga.

    “A gente sabe que uma vaga é do Marílson e torcemos muito para ele. Tem outros correndo por fora e eu espero conquistar uma dessas duas vagas em aberto”, planeja Solonei.

    Paulo Roberto- Menos popular, Paulo Roberto de Almeida Paula já obteve o índice, feito não tão divulgado. Foi na Maratona de Amsterdã, em outubro, quando correu em 2h13. Ainda assim, o atleta do Cruzeiro teme que outros corredores façam tempos melhores.

    “Atleta de verdade não pode se acomodar. Estou trabalhando muito desde Amsterdã para baixar minha marca porque sei que tenho a condição de correr melhor do que fiz lá”, encerra, confiante.

    No Dia Internacional da Mulher, oito de março, o Webrun traz o panorama da disputa das vagas para a Maratona Feminina dos Jogos Olímpicos de Londres. Confira!


    Maratonistas brasileiros falam sobre briga pelas vagas olímpicas

    Maratona · 07 mar, 2012

    O Brasil pode levar de dois a seis corredores para a Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres, três em cada categoria. Para isso, os brasileiros têm que correr uma prova abaixo do índice estabelecido pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e pela Associação das Federações Internacionais de Atletismo (Iaaf). Confira quem são as principais apostas na categoria masculina e seus caminhos para participar da prova das Olimpíadas:

    Marílson- “Ele é o único que consegue correr junto com os africanos”. A frase é de Solonei Rocha, campeão da Maratona dos Jogos Pan-Americanos de 2011. Tricampeão da São Silvestre e bicampeão da Maratona de Nova York, Marílson Gomes é indiscutivelmente o maior maratonista brasileiro em atividade.

    Apesar de ter feito em 2011 a melhor marca de sua carreira (2h06, em Londres), o período para a obtenção do índice olímpico ainda não estava aberto. Após o abandono do corredor na Maratona de Chicago (09/10), a CBAt indicou o atleta para a vaga por estar entre os 30 melhores tempos do mundo no ano.

    A garantia do posto tira a pressão de Marílson para fazer bom tempo na Maratona de Londres (22/04), mas o fundista deve correr forte para provar que mereceria a vaga mesmo sem a indicação. “Vamos decidir na semana da prova como será a minha estratégia”, desconversa o corredor.

    Caso mais de dois atletas obtenham o índice A da Iaaf (abaixo de 2h15, que classifica até três maratonistas por país), Marílson pode querer mostrar serviço para justificar sua indicação. “Existe tanto a possibilidade de fazer uma prova conservadora, como de tentar quebrar minha marca e fazer recorde pessoal”, afirma.

    Solonei - Ao contrário do introvertido Marílson, Solonei Rocha conquistou a simpatia do público com seu jeito carismático e sua trajetória de vida – de coletor de lixo em Penápolis (SP) a medalhista de ouro pan-americano.

    Sua melhor marca é de 2011, (fez 2h11, em Pádua, na Itália) também antes do período de obtenção do índice. Ele também correrá a Maratona de Londres, na esperança de conquistar a vaga.

    “A gente sabe que uma vaga é do Marílson e torcemos muito para ele. Tem outros correndo por fora e eu espero conquistar uma dessas duas vagas em aberto”, planeja Solonei.

    Paulo Roberto- Menos popular, Paulo Roberto de Almeida Paula já obteve o índice, feito não tão divulgado. Foi na Maratona de Amsterdã, em outubro, quando correu em 2h13. Ainda assim, o atleta do Cruzeiro teme que outros corredores façam tempos melhores.

    “Atleta de verdade não pode se acomodar. Estou trabalhando muito desde Amsterdã para baixar minha marca porque sei que tenho a condição de correr melhor do que fiz lá”, encerra, confiante.

    No Dia Internacional da Mulher, oito de março, o Webrun traz o panorama da disputa das vagas para a Maratona Feminina dos Jogos Olímpicos de Londres. Confira!