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Usain Bolt compete na Jamaica e mira quatro ouros em Londres

Atletismo · 12 jan, 2012

O velocista Usain Bolt, detentor dos recordes mundiais dos 100 e 200 metros rasos, fará sua preparação para os Jogos Olímpicos de Londres em provas de seu país natal, a Jamaica. “2012 será um grande ano”, aposta.

Bolt ganhou notoriedade nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, quando quebrou os recordes mundiais dos 100m e 200m (9seg69 e 19seg30, respectivamente). Em 2009, baixou as marcas novamente no Mundial de Atletismo, em Berlim, com 9seg58 e 19seg30.

O jamaicano começa a competir em 2012 no dia 11 de fevereiro, em Kingston, no Camperdown Classic. No dia 25, corre no Gibson Relays (de revezamento) e depois no UWI Invitational, em 17 de março.

Nos três eventos da capital jamaicana é esperado que o corredor dispute a prova dos 400 metros para avaliar sua aptidão à distância, que não é sua especialidade. Bolt já declarou que pretende aumentar o número de ouros da última Olimpíada (três: 100m, 200m e 4x100m) para quatro ao correr também no 4x400m.

Sua primeira aparição nas provas mais curtas deve ocorrer apenas no Jamaica International Invitational, em cinco de maio. Em junho, no dia sete, compete pela primeira vez no ano fora da ilha caribenha, nos Bislett Games em Oslo (Noruega).

“Restarão apenas seis semanas para as Olimpíadas de Londres depois dessa corrida. Não há dúvida que será um evento acompanhado com um enorme interesse”, conclui o velocista de 25 anos.

CBAt cria novo critério de classificação para os Jogos Olímpicos

A CBAt – Confederação Brasileira de Atletismo – anunciou na quinta-feira (01/12) alterações nos critérios de obtenção de vaga para os Jogos Olímpicos de Londres 2012. Até então, estariam classificados para Londres os atletas que conseguissem atingir os índices estabelecidos pela IAAF – Associação Internacional das Federações de Atletismo – e endossados ou adaptados pela CBAt.

Agora, a confederação nacional estabelece que, além dos índices exigidos, estão classificados também os atletas que estiverem entre os dez primeiros de suas modalidades no Ranking Mundial da IAAF de 2011. A medida classifica os atletas de salto com vara Fabiana Murer e Fábio da Silva, respectivamente segunda e sétimo na classificação mundial de 2011.

Com isso, os atletas estão isentos de competir em busca do índice olímpico em 2012. “Terei a tranquilidade de treinar e fazer a preparação voltada para a Olimpíada, sem me preocupar em ter de obter índice", diz Fabiana.

"Vou entrar nas competições mais tranquila, para buscar resultados, sem ter de pensar em conseguir o índice", continua a campeã mundial. Além de Fabiana e Fábio, também garantiram a vaga o atleta de salto em distância Mauro Vinícius da Silva (10º) e a corredora dos 200 metros rasos Ana Cláudia Lemos da Silva (8ª), sensação dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011.

No caso da maratona e da marcha de 50 quilômetros, a classificação no ranking mundial 2011 definida pela CBAt foi a dos 30 primeiros atletas. Marílson Gomes do Santos é atualmente o 21º, o que o classifica automaticamente para os Jogos Olímpicos caso não seja ultrapassado até o final do ano.

“Vamos esperar terminar o ano para ver como ficará o ranking”, pondera o treinador Adauto Domingues, do Clube de Atletismo BM&F Bovespa. “Se o Marílson permanecer entre os 30, vou alterar a preparação, terei mais tranquilidade. Aí, a prova do primeiro semestre será para o Marílson buscar marca pessoal, para correr forte e não pelo índice. Vamos focar tudo em Londres caso se confirme a posição", encerra Adauto.


CBAt cria novo critério de classificação para os Jogos Olímpicos

Atletismo · 02 dez, 2011

A CBAt – Confederação Brasileira de Atletismo – anunciou na quinta-feira (01/12) alterações nos critérios de obtenção de vaga para os Jogos Olímpicos de Londres 2012. Até então, estariam classificados para Londres os atletas que conseguissem atingir os índices estabelecidos pela IAAF – Associação Internacional das Federações de Atletismo – e endossados ou adaptados pela CBAt.

Agora, a confederação nacional estabelece que, além dos índices exigidos, estão classificados também os atletas que estiverem entre os dez primeiros de suas modalidades no Ranking Mundial da IAAF de 2011. A medida classifica os atletas de salto com vara Fabiana Murer e Fábio da Silva, respectivamente segunda e sétimo na classificação mundial de 2011.

Com isso, os atletas estão isentos de competir em busca do índice olímpico em 2012. “Terei a tranquilidade de treinar e fazer a preparação voltada para a Olimpíada, sem me preocupar em ter de obter índice", diz Fabiana.

"Vou entrar nas competições mais tranquila, para buscar resultados, sem ter de pensar em conseguir o índice", continua a campeã mundial. Além de Fabiana e Fábio, também garantiram a vaga o atleta de salto em distância Mauro Vinícius da Silva (10º) e a corredora dos 200 metros rasos Ana Cláudia Lemos da Silva (8ª), sensação dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011.

No caso da maratona e da marcha de 50 quilômetros, a classificação no ranking mundial 2011 definida pela CBAt foi a dos 30 primeiros atletas. Marílson Gomes do Santos é atualmente o 21º, o que o classifica automaticamente para os Jogos Olímpicos caso não seja ultrapassado até o final do ano.

“Vamos esperar terminar o ano para ver como ficará o ranking”, pondera o treinador Adauto Domingues, do Clube de Atletismo BM&F Bovespa. “Se o Marílson permanecer entre os 30, vou alterar a preparação, terei mais tranquilidade. Aí, a prova do primeiro semestre será para o Marílson buscar marca pessoal, para correr forte e não pelo índice. Vamos focar tudo em Londres caso se confirme a posição", encerra Adauto.

Maratona de Londres gera grande impacto econômico no país

Com exceção das Olimpíadas de 2012, no Reino Unido, a Maratona de Londres é o evento de maior contribuição para a economia da região. O evento gera mais de 100 milhões de libras esterlinas (R$ 257 milhões) no país de Shakeaspere, de acordo com Pesquisadores da Indústria de Esportes do Centro de Investigação da Universidade Sheffield Hallam.

Só na capital londrina, as despesas dos corredores da maratona, dos espectadores, da organização e dos visitantes somaram 31,7 milhões de libras esterlinas (R$ 81.473 milhões). Para chegar a esse resultado, os estudiosos entrevistaram milhares de pessoas e empresas antes, durante e após o evento de 2010.
"A Maratona de Londres continua a ser uma jóia no calendário esportivo, um dos maiores eventos de participação em massa no país. Além de ser um excelente espetáculo esportivo, o negócio é bem sucedido comercialmente", diz o relatório. Para o chefe-executivo da disputa, Nick Bitel, a pesquisa prova o que todos já sabiam. “A contribuição da maratona é positiva não só para a economia de Londres, mas também para a economia do Reino Unido como um todo”.

Ainda de acordo com Nick, nos últimos dez anos, a maratona registrou um impacto 60% maior na economia, já que a cada ano o evento atrai milhares de pessoas para a capital, aumentando os gastos em várias áreas. Ano passado, os setores de hotelaria e alimentação registraram uma movimentação de 13,2 milhões de moeda inglesa (quase R$ 34 milhões).

Só os corredores e espectadores gastaram mais de 45 milhões de libras no Reino Unido (R$115. 656 milhões) sendo que, deste valor, 18 milhões (R$ 46 262 milhões) foram somente os custos que os participantes tiveram durante suas preparações. Isso equivale a um gasto médio de 452 libras (R$ 1.161 mil) para cada corredor (compra de tênis e inscrições para outras corridas teste).

Já os espectadores, incluindo os amigos e familiares dos corredores, gastaram 4,9 milhões com hospedagem (R$ 12.593 milhões) e 8,2 milhões com alimentação (R$ 21.075). As instituições de caridade do Reino Unido também foram beneficiadas com o direcionamento de 50 milhões (R$ 128.506) ano passado, o que representa o dobro do valor arrecadado em 2000.

Além disso, o saldo comercial do Reino Unido também lucrou 3,85 (R$ 7.928 Milhões) com “exportação líquida”, graças aos gastos relacionados aos visitantes estrangeiros. Também houve aquecimento com acordos de direitos televisivos, cerca de um milhão de libras (R$2.570).

Os pesquisadores apontam também que o domingo da prova foi o "dia mais movimentado do ano” para mais de dois terços das lojas de conveniência e mais de três quartos dos Cafés. Para o prefeito de Londres, Boris Johnson , a maratona é um evento verdadeiramente global, capaz de proporcionar um dia espetacular para duas milhões de pessoas.

O Ministro dos Esportes e as Olimpíadas, Hugh Robertson, é outra autoridade inglesa que considera a prova uma oportunidade perfeita para mostrar o quanto a cidade é maravilhosa e relembrar a quantidade de dinheiro arrecadado para uma série de instituições de caridade. A Maratona de Londres faz parte do Circuito das Maiores Maratonas do Mundo (World Majors Marathon - WMM), que também incluí as provas de Boston, Chicago, Berlim e Nova York.


Maratona de Londres gera grande impacto econômico no país

Maratona · 17 abr, 2011

Com exceção das Olimpíadas de 2012, no Reino Unido, a Maratona de Londres é o evento de maior contribuição para a economia da região. O evento gera mais de 100 milhões de libras esterlinas (R$ 257 milhões) no país de Shakeaspere, de acordo com Pesquisadores da Indústria de Esportes do Centro de Investigação da Universidade Sheffield Hallam.

Só na capital londrina, as despesas dos corredores da maratona, dos espectadores, da organização e dos visitantes somaram 31,7 milhões de libras esterlinas (R$ 81.473 milhões). Para chegar a esse resultado, os estudiosos entrevistaram milhares de pessoas e empresas antes, durante e após o evento de 2010.
"A Maratona de Londres continua a ser uma jóia no calendário esportivo, um dos maiores eventos de participação em massa no país. Além de ser um excelente espetáculo esportivo, o negócio é bem sucedido comercialmente", diz o relatório. Para o chefe-executivo da disputa, Nick Bitel, a pesquisa prova o que todos já sabiam. “A contribuição da maratona é positiva não só para a economia de Londres, mas também para a economia do Reino Unido como um todo”.

Ainda de acordo com Nick, nos últimos dez anos, a maratona registrou um impacto 60% maior na economia, já que a cada ano o evento atrai milhares de pessoas para a capital, aumentando os gastos em várias áreas. Ano passado, os setores de hotelaria e alimentação registraram uma movimentação de 13,2 milhões de moeda inglesa (quase R$ 34 milhões).

Só os corredores e espectadores gastaram mais de 45 milhões de libras no Reino Unido (R$115. 656 milhões) sendo que, deste valor, 18 milhões (R$ 46 262 milhões) foram somente os custos que os participantes tiveram durante suas preparações. Isso equivale a um gasto médio de 452 libras (R$ 1.161 mil) para cada corredor (compra de tênis e inscrições para outras corridas teste).

Já os espectadores, incluindo os amigos e familiares dos corredores, gastaram 4,9 milhões com hospedagem (R$ 12.593 milhões) e 8,2 milhões com alimentação (R$ 21.075). As instituições de caridade do Reino Unido também foram beneficiadas com o direcionamento de 50 milhões (R$ 128.506) ano passado, o que representa o dobro do valor arrecadado em 2000.

Além disso, o saldo comercial do Reino Unido também lucrou 3,85 (R$ 7.928 Milhões) com “exportação líquida”, graças aos gastos relacionados aos visitantes estrangeiros. Também houve aquecimento com acordos de direitos televisivos, cerca de um milhão de libras (R$2.570).

Os pesquisadores apontam também que o domingo da prova foi o "dia mais movimentado do ano” para mais de dois terços das lojas de conveniência e mais de três quartos dos Cafés. Para o prefeito de Londres, Boris Johnson , a maratona é um evento verdadeiramente global, capaz de proporcionar um dia espetacular para duas milhões de pessoas.

O Ministro dos Esportes e as Olimpíadas, Hugh Robertson, é outra autoridade inglesa que considera a prova uma oportunidade perfeita para mostrar o quanto a cidade é maravilhosa e relembrar a quantidade de dinheiro arrecadado para uma série de instituições de caridade. A Maratona de Londres faz parte do Circuito das Maiores Maratonas do Mundo (World Majors Marathon - WMM), que também incluí as provas de Boston, Chicago, Berlim e Nova York.

Emmanuel Mutai e Mary Keitany vencem Londres, com Marílson em quarto

O dia foi dos quenianos na Maratona de Londres, disputada neste domingo (17/04) na capital inglesa, já que Emmanuel Mutai e Mary Keitany venceram com 2h04min40 e 2h19min19. Quem também fez bonito foi o brasileiro Marílson Gomes dos Santos, que chegou em quarto com o tempo de 2h06min34 e obteve seu recorde pessoal.

Mutai garantiu o recorde do percurso com uma performance que deixou o campeão de 2010, Tsegaye Kebede, comendo poeira. Ano passado ele havia chegado em segundo, mas desta vez abriu a partir do quilômetro 32 e concluiu o percurso com um tempo 30 segundos mais rápido que o antigo recorde, de Sammy Wanjiru.

“Desde que corro em Londres cheguei duas vezes em quarto e fui vice ano passado”, lembra o corredor de 26 anos, que também foi prata no mundial e na Maratona de Nova York, ano passado. “Esse ano voltei e meus sonhos se tornaram realidade. Eu sempre quis vencer uma grande maratona e desta vez eu consegui”, completa o corredor que se tornou o quarto homem mais rápido da história.

O tricampeão da prova, Martin Lel, voltou às disputas de 42 quilômetros como vice, numa chegada acirrada com o campeão de Berlim 2010, Patrick Makau. Os dois marcaram o mesmo tempo, 2h05min45, marca que é 30 segundos acima do recorde pessoal de Martin. O ex-campeão teve uma performance surpreendente, já que foi anunciado no field três semanas antes e não disputava uma maratona desde a Olimpíada de Pequim 2008.

Mulheres - Mary Keitany também teve que acelerar para deixar para trás a defensora do título, Liliya Shobukhova, da Rússia e se igualou a Irina Mikitenko como a quarta mulher mais rápida da história. Depois de detonar o recorde mundial de meia maratona no começo do ano, a queniana finalizou Londres com um tempo 10 minutos abaixo de seu recorde pessoal.

Shobukhova teve que brigar até os momentos finais com Edna Kiplagat para garantir o segundo lugar (2h20min15), deixando para a vencedora de Nova York ano passado o terceiro lugar, com 2h20min46.

Entre os cadeirantes, David Weir fez história ao se tornar o primeiro homem a faturar cinco títulos, desta vez com 1h30min05, a frente do suíço Heinz Frei. A americana McGrory deixou para trás Shelly Woods e venceu com 1h46min31.

Marílson - O brasileiro Marílson Gomes dos Santos, bicampeão da Maratona de Nova York, baixou em mais de dois minutos seu recorde pessoal (2h08min37), obtido em 2007 também na prova inglesa. Eu estou muito feliz. Queria muito essa marca porque eu sabia que as 2h08 não eram para mim. Eu sabia que tinha condições. nessa maratona, que é mais rápida que a de Nova York", conta o fundista.

Marílson chegou a correr no pelotão de frente com os africanos, mas preferiu segurar o ritmo no momento em que eles abriram, para evitar uma quebra no fim da prova. “Senti cansaço nos dois quilômetros finais e aí percebi que tinha feito a coisa certa. Se eu tivesse insistido, talvez minha marca não tivesse saído. Foi uma prova muito boa", enfatiza o brasiliense radicado em São Caetano do Sul (SP).

O treinador do atleta, Adauto Domingues, comemorou o resultado e diz que ainda vai definir o calendário do segundo semestre. A ideia seria disputar a Maratona de Berlim, também de percurso rápido, caso o recorde pessoal não fosse obtido, mas agora ainda haverá um planejamento sobre o futuro.


Emmanuel Mutai e Mary Keitany vencem Londres, com Marílson em quarto

Maratona · 17 abr, 2011

O dia foi dos quenianos na Maratona de Londres, disputada neste domingo (17/04) na capital inglesa, já que Emmanuel Mutai e Mary Keitany venceram com 2h04min40 e 2h19min19. Quem também fez bonito foi o brasileiro Marílson Gomes dos Santos, que chegou em quarto com o tempo de 2h06min34 e obteve seu recorde pessoal.

Mutai garantiu o recorde do percurso com uma performance que deixou o campeão de 2010, Tsegaye Kebede, comendo poeira. Ano passado ele havia chegado em segundo, mas desta vez abriu a partir do quilômetro 32 e concluiu o percurso com um tempo 30 segundos mais rápido que o antigo recorde, de Sammy Wanjiru.

“Desde que corro em Londres cheguei duas vezes em quarto e fui vice ano passado”, lembra o corredor de 26 anos, que também foi prata no mundial e na Maratona de Nova York, ano passado. “Esse ano voltei e meus sonhos se tornaram realidade. Eu sempre quis vencer uma grande maratona e desta vez eu consegui”, completa o corredor que se tornou o quarto homem mais rápido da história.

O tricampeão da prova, Martin Lel, voltou às disputas de 42 quilômetros como vice, numa chegada acirrada com o campeão de Berlim 2010, Patrick Makau. Os dois marcaram o mesmo tempo, 2h05min45, marca que é 30 segundos acima do recorde pessoal de Martin. O ex-campeão teve uma performance surpreendente, já que foi anunciado no field três semanas antes e não disputava uma maratona desde a Olimpíada de Pequim 2008.

Mulheres - Mary Keitany também teve que acelerar para deixar para trás a defensora do título, Liliya Shobukhova, da Rússia e se igualou a Irina Mikitenko como a quarta mulher mais rápida da história. Depois de detonar o recorde mundial de meia maratona no começo do ano, a queniana finalizou Londres com um tempo 10 minutos abaixo de seu recorde pessoal.

Shobukhova teve que brigar até os momentos finais com Edna Kiplagat para garantir o segundo lugar (2h20min15), deixando para a vencedora de Nova York ano passado o terceiro lugar, com 2h20min46.

Entre os cadeirantes, David Weir fez história ao se tornar o primeiro homem a faturar cinco títulos, desta vez com 1h30min05, a frente do suíço Heinz Frei. A americana McGrory deixou para trás Shelly Woods e venceu com 1h46min31.

Marílson - O brasileiro Marílson Gomes dos Santos, bicampeão da Maratona de Nova York, baixou em mais de dois minutos seu recorde pessoal (2h08min37), obtido em 2007 também na prova inglesa. Eu estou muito feliz. Queria muito essa marca porque eu sabia que as 2h08 não eram para mim. Eu sabia que tinha condições. nessa maratona, que é mais rápida que a de Nova York", conta o fundista.

Marílson chegou a correr no pelotão de frente com os africanos, mas preferiu segurar o ritmo no momento em que eles abriram, para evitar uma quebra no fim da prova. “Senti cansaço nos dois quilômetros finais e aí percebi que tinha feito a coisa certa. Se eu tivesse insistido, talvez minha marca não tivesse saído. Foi uma prova muito boa", enfatiza o brasiliense radicado em São Caetano do Sul (SP).

O treinador do atleta, Adauto Domingues, comemorou o resultado e diz que ainda vai definir o calendário do segundo semestre. A ideia seria disputar a Maratona de Berlim, também de percurso rápido, caso o recorde pessoal não fosse obtido, mas agora ainda haverá um planejamento sobre o futuro.

Maratona de Londres 2012 não terá chegada no Estádio Olímpico

Ao contrário do que tradicionalmente acontece com as maratonas olímpicas, os 42 quilômetros da Olimpíada de Londres 2012 não terão chegada no Estádio Olímpico, mas sim no The Mall, onde também será a largada. O local é uma rua que vai do Palácio de Buckingham, em sua extremidade ocidental, para o Admiralty Arch, e depois na Trafalgar Square, em sua extremidade oriental, onde se cruza com o Spring Gardens.


A informação foi confirmada nessa segunda-feira (04/10) pelo Comitê Organizador dos jogos e, segundo os responsáveis pelo projeto, a rota apresentada diminuirá a interferência nos demais esportes que acontecerão na cidade. A prova olímpica é muito menor do que a maratona regular, já que deverá reunir cerca de 80 atletas, contra mais de 36 mil da disputa anual.

A largada será no The Mall e o percurso passará por diversos pontos turísticos da capital britânica, como o Palácio de Buckingham, Admiralty Arch, Birdcage Walk, Catedral St Paul's, Tower Hill, a Casa do Parlamento, entre outros locais. O trajeto será circular, de forma que o público possa acompanhar a passagem dos atletas várias vezes.

“Nosso objetivo principal é promover locais de competição que sejam funcionais para os atletas, espectadores e para a cidade sede”, conta Sebastian Coe, presidente do Comitê Organizador. “Temos que manter a cidade em movimento, minimizar interferências para todos e fazer com que o público chegue a tempo. Estamos confiantes que essa rota é a melhor opção para conseguir isso”, salienta.

Vale lembrar que, apesar do discurso do presidente sobre a mobilidade, a história passada da maratona remete a mudanças no trajeto para agradar a família real. Até 1908 a distância variava a cada edição da Olimpíada, mas sempre próxima dos 40 quilômetros, distância que separa as cidades gregas de Maratona e Atenas.

A partir da Olimpíada de Londres em 1908, a distância foi aferida em 42,195 quilômetros para que a realeza pudesse acompanhar a prova no jardim do Palácio de Windsor, local de veraneio da monarquia britânica. O que você achou deste percurso? Deixe seu comentário no Fórum.


Maratona de Londres 2012 não terá chegada no Estádio Olímpico

Maratona · 04 out, 2010

Ao contrário do que tradicionalmente acontece com as maratonas olímpicas, os 42 quilômetros da Olimpíada de Londres 2012 não terão chegada no Estádio Olímpico, mas sim no The Mall, onde também será a largada. O local é uma rua que vai do Palácio de Buckingham, em sua extremidade ocidental, para o Admiralty Arch, e depois na Trafalgar Square, em sua extremidade oriental, onde se cruza com o Spring Gardens.


A informação foi confirmada nessa segunda-feira (04/10) pelo Comitê Organizador dos jogos e, segundo os responsáveis pelo projeto, a rota apresentada diminuirá a interferência nos demais esportes que acontecerão na cidade. A prova olímpica é muito menor do que a maratona regular, já que deverá reunir cerca de 80 atletas, contra mais de 36 mil da disputa anual.

A largada será no The Mall e o percurso passará por diversos pontos turísticos da capital britânica, como o Palácio de Buckingham, Admiralty Arch, Birdcage Walk, Catedral St Paul's, Tower Hill, a Casa do Parlamento, entre outros locais. O trajeto será circular, de forma que o público possa acompanhar a passagem dos atletas várias vezes.

“Nosso objetivo principal é promover locais de competição que sejam funcionais para os atletas, espectadores e para a cidade sede”, conta Sebastian Coe, presidente do Comitê Organizador. “Temos que manter a cidade em movimento, minimizar interferências para todos e fazer com que o público chegue a tempo. Estamos confiantes que essa rota é a melhor opção para conseguir isso”, salienta.

Vale lembrar que, apesar do discurso do presidente sobre a mobilidade, a história passada da maratona remete a mudanças no trajeto para agradar a família real. Até 1908 a distância variava a cada edição da Olimpíada, mas sempre próxima dos 40 quilômetros, distância que separa as cidades gregas de Maratona e Atenas.

A partir da Olimpíada de Londres em 1908, a distância foi aferida em 42,195 quilômetros para que a realeza pudesse acompanhar a prova no jardim do Palácio de Windsor, local de veraneio da monarquia britânica. O que você achou deste percurso? Deixe seu comentário no Fórum.

Lesionado, Gay não encara jamaicanos em Londres

Atletismo · 24 jul, 2008

O Campeão Mundial dos 100m rasos, Tyson Gay, desistiu de disputar o Super Grand Prix de Londres (Inglaterra) nessa sexta-feira no Crystal Palace, onde confrontaria a favorita equipe da Jamaica. O americano se recupera de uma lesão na musculatura isquiotibial e preferiu se poupar para a disputa dos Jogos Olímpicos de Pequim.

“Não quero arriscar nada nesse momento para que eu possa me recuperar”, lamenta o velocista que ainda pediu desculpas aos fãs londrinos. Ele sofreu esse problema durante a disputa dos 200m rasos na seletiva olímpica dos Estados Unidos e está em tratamento na Alemanha.

Inicialmente o diagnóstico era de um pequeno estiramento, mas a gravidade do problema o levou a buscar um especialista em Munique. A competição de Londres terá a presença do recordista mundial dos 100m, Usain Bolt e do ex-recordista Asafa Powell, na última prévia antes das disputas na China.

Maratona: veja a história da antiga modalidade

História - A maratona é uma das mais antigas modalidades praticadas no mundo. Porém, não há um registro certo, uma data de quando o esporte começou. Diz a lenda grega, que a modalidade surgiu no sacrifício de um herói.

O grego Pheidíppides percorreu 40 quilômetros entre as cidades de Maratona e Atenas, ambas na Grécia, para levar a notícia da vitória grega sobre os persas no ano 490 a.c. Ao concluir o duro percurso, o soldado anunciou: “Νενικήκαμεν” (vencemos a batalha) e depois morreu.

Apesar de imprecisa, essa é a história mais romântica que ilustra a origem da maratona. Mas foi só nos Jogos Olímpicos de 1896 que a modalidade obteve reconhecimento. Na época o percurso da maratona tinha 40 quilômetros, diferente da marca atual: 42,195km.

Esse acréscimo de 2,195km aconteceu no ano de 1908, nos Jogos Olímpicos de Londres. A família real exigiu que a maratona passasse no jardim do Castelo Windsor, assim eles poderiam assistir à prova. A mudança do percurso, que já estava definido, ganhou alguns quilômetros extras e até hoje quando se disputa uma maratona, os participantes percorrem 42,195km.

Mulheres - As mulheres só foram oficialmente autorizadas a competir na Maratona Olímpica em 1984 e a prova foi vencida pela americana Joan Benoit com 2h24min52.

Brasil - Em toda a história da maratona olímpica, o Brasil só ganhou uma medalha, a de bronze. Esta foi conquistada nos jogos de 2004 na Grécia, pelo maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima.

Vanderlei protagonizou uma cena histórica das Olimpíadas. Ao liderar a prova, o brasileiro foi empurrado por um padre irlandês que entrou na pista da maratona. Mesmo assustado, o brasileiro levantou e continuou a competição, porém, os segundos que ele perdeu com a queda foram suficientes para ficar longe do ouro.

Mas, por sua força e coragem, o desempenho de Vanderlei foi reconhecido por todos e seu incidente brilhou mais que a própria vitória do italiano Stefano Baldini. Com isso Vanderlei recebeu do Comitê Olímpico Internacional (COI) a medalha de Pierre Coubertin.

O curioso é que aquela foi a segunda vez que o COI entregou a medalha de Coubertin. A primeira foi entregue nas Olimpíadas de Seul para um velejador que abandonou a prova para salvar o adversário que havia caído no mar.

Regras Básicas - Na maratona não se registra o centésimo. Os tempos devem ser convertidos ao próximo segundo inteiro maior, por exemplo, 2h08min38s03, deve se converter para 2h08min39.

Além disso, toda maratona é realizada fora do estádio, pelas ruas da cidade e o percurso não pode exceder de 0,1%, ou seja, 42 metros. A organização é obrigada colocar posto de hidratação a cada cinco quilômetros.

Federação - Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt): www.cbat.org.br.

Mais conteúdo - Para conhecer mais sobre Maratonas, não deixe de acessar nossa Seção de Vídeos/b> e procure pela série Maratonas Internacionais.


Maratona: veja a história da antiga modalidade

Maratona · 01 mar, 2008

História - A maratona é uma das mais antigas modalidades praticadas no mundo. Porém, não há um registro certo, uma data de quando o esporte começou. Diz a lenda grega, que a modalidade surgiu no sacrifício de um herói.

O grego Pheidíppides percorreu 40 quilômetros entre as cidades de Maratona e Atenas, ambas na Grécia, para levar a notícia da vitória grega sobre os persas no ano 490 a.c. Ao concluir o duro percurso, o soldado anunciou: “Νενικήκαμεν” (vencemos a batalha) e depois morreu.

Apesar de imprecisa, essa é a história mais romântica que ilustra a origem da maratona. Mas foi só nos Jogos Olímpicos de 1896 que a modalidade obteve reconhecimento. Na época o percurso da maratona tinha 40 quilômetros, diferente da marca atual: 42,195km.

Esse acréscimo de 2,195km aconteceu no ano de 1908, nos Jogos Olímpicos de Londres. A família real exigiu que a maratona passasse no jardim do Castelo Windsor, assim eles poderiam assistir à prova. A mudança do percurso, que já estava definido, ganhou alguns quilômetros extras e até hoje quando se disputa uma maratona, os participantes percorrem 42,195km.

Mulheres - As mulheres só foram oficialmente autorizadas a competir na Maratona Olímpica em 1984 e a prova foi vencida pela americana Joan Benoit com 2h24min52.

Brasil - Em toda a história da maratona olímpica, o Brasil só ganhou uma medalha, a de bronze. Esta foi conquistada nos jogos de 2004 na Grécia, pelo maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima.

Vanderlei protagonizou uma cena histórica das Olimpíadas. Ao liderar a prova, o brasileiro foi empurrado por um padre irlandês que entrou na pista da maratona. Mesmo assustado, o brasileiro levantou e continuou a competição, porém, os segundos que ele perdeu com a queda foram suficientes para ficar longe do ouro.

Mas, por sua força e coragem, o desempenho de Vanderlei foi reconhecido por todos e seu incidente brilhou mais que a própria vitória do italiano Stefano Baldini. Com isso Vanderlei recebeu do Comitê Olímpico Internacional (COI) a medalha de Pierre Coubertin.

O curioso é que aquela foi a segunda vez que o COI entregou a medalha de Coubertin. A primeira foi entregue nas Olimpíadas de Seul para um velejador que abandonou a prova para salvar o adversário que havia caído no mar.

Regras Básicas - Na maratona não se registra o centésimo. Os tempos devem ser convertidos ao próximo segundo inteiro maior, por exemplo, 2h08min38s03, deve se converter para 2h08min39.

Além disso, toda maratona é realizada fora do estádio, pelas ruas da cidade e o percurso não pode exceder de 0,1%, ou seja, 42 metros. A organização é obrigada colocar posto de hidratação a cada cinco quilômetros.

Federação - Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt): www.cbat.org.br.

Mais conteúdo - Para conhecer mais sobre Maratonas, não deixe de acessar nossa Seção de Vídeos/b> e procure pela série Maratonas Internacionais.

Triathlon: uma nova modalidade nas olimpíadas

História - O triathlon é uma modalidade recente. De acordo com a Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri), esse esporte surgiu em 1974 nos Estados Unidos.

Um clube de atletismo resolveu inovar e colocar treinos de natação e ciclismo nas planilhas de férias dos seus atletas. Com isso os treinadores acreditavam que seus atletas descansariam do atletismo. Mas, para saberem se eles haviam feito a planilha, após as férias, os treinadores realizavam provas com as três modalidades.

Segundo a história, durante esses testes os atletas teriam que nadar 500 metros, depois pedalar 12 quilômetros e por fim correr cinco. Todos os atletas adoraram o treino e pediram mais. Assim, a cada novo teste, ou melhor, desafio, o número de participantes aumentava.

Há também uma outra história sobre a modalidade que diz que a primeira vez que esse tipo de esporte foi visto pelo mundo foi no Havaí, na versão Ironman. Um grupo de sócios de um clube havaiano, Waikiki Swin Club, teve que cumprir um desafio proposto pelo comandante John Collis para saber qual homem seria capaz de vencer as três provas: 3,5 quilômetros natação, 180 bike e 42,195 de corrida. Na época largaram 15 homens e três terminaram a prova.

Surgiu então o Triathlon que já passou por várias modificações até chegar à forma olímpica atual (1,5 quilômetro de natação, 40 de bike e 10 de corrida). Esta foi idealizada em 1982 para ser apresentada como esporte de demonstração nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. O triathlon virou esporte oficial das Olimpíadas em 2000, 16 anos depois de sua demonstração.

Brasil – Por ser um esporte novo, o triathlon foi realizado apenas nos jogos de 2000, 2004 e 2008 e o Brasil ainda não conquistou nenhuma medalha na modalidade.

Só é considerada uma competição de triathlon aquela que tiver as três modalidades: natação, ciclismo e corrida sempre nessa ordem. Nos Jogos Pan-americanos, assim como nas Olimpíadas, a distância oficial, chamada de olímpica, deve ter 1,5 quilômetro de natação, 40 de bike e 10 de corrida.

No trecho de natação os participantes podem nadar do jeito que bem entenderem, desde que não usem objetos que favoreçam seu desempenho. Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºC.

Na etapa de ciclismo há diversas especificações da bicicleta, como por exemplo, possuírem os dois pneus do mesmo tamanho. Já na corrida, o competidor não pode correr com seu torso nu. Além disso, touca e óculos de natação não são permitidos nessa etapa, esses devem ficar na aérea de transição.

A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades. Lá eles guardam suas bicicletas, tênis e outros equipamentos para prosseguir na competição.

Federação - Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri): www.cbtri.org.br


Triathlon: uma nova modalidade nas olimpíadas

Triathlon · 01 mar, 2008

História - O triathlon é uma modalidade recente. De acordo com a Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri), esse esporte surgiu em 1974 nos Estados Unidos.

Um clube de atletismo resolveu inovar e colocar treinos de natação e ciclismo nas planilhas de férias dos seus atletas. Com isso os treinadores acreditavam que seus atletas descansariam do atletismo. Mas, para saberem se eles haviam feito a planilha, após as férias, os treinadores realizavam provas com as três modalidades.

Segundo a história, durante esses testes os atletas teriam que nadar 500 metros, depois pedalar 12 quilômetros e por fim correr cinco. Todos os atletas adoraram o treino e pediram mais. Assim, a cada novo teste, ou melhor, desafio, o número de participantes aumentava.

Há também uma outra história sobre a modalidade que diz que a primeira vez que esse tipo de esporte foi visto pelo mundo foi no Havaí, na versão Ironman. Um grupo de sócios de um clube havaiano, Waikiki Swin Club, teve que cumprir um desafio proposto pelo comandante John Collis para saber qual homem seria capaz de vencer as três provas: 3,5 quilômetros natação, 180 bike e 42,195 de corrida. Na época largaram 15 homens e três terminaram a prova.

Surgiu então o Triathlon que já passou por várias modificações até chegar à forma olímpica atual (1,5 quilômetro de natação, 40 de bike e 10 de corrida). Esta foi idealizada em 1982 para ser apresentada como esporte de demonstração nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. O triathlon virou esporte oficial das Olimpíadas em 2000, 16 anos depois de sua demonstração.

Brasil – Por ser um esporte novo, o triathlon foi realizado apenas nos jogos de 2000, 2004 e 2008 e o Brasil ainda não conquistou nenhuma medalha na modalidade.

Só é considerada uma competição de triathlon aquela que tiver as três modalidades: natação, ciclismo e corrida sempre nessa ordem. Nos Jogos Pan-americanos, assim como nas Olimpíadas, a distância oficial, chamada de olímpica, deve ter 1,5 quilômetro de natação, 40 de bike e 10 de corrida.

No trecho de natação os participantes podem nadar do jeito que bem entenderem, desde que não usem objetos que favoreçam seu desempenho. Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºC.

Na etapa de ciclismo há diversas especificações da bicicleta, como por exemplo, possuírem os dois pneus do mesmo tamanho. Já na corrida, o competidor não pode correr com seu torso nu. Além disso, touca e óculos de natação não são permitidos nessa etapa, esses devem ficar na aérea de transição.

A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades. Lá eles guardam suas bicicletas, tênis e outros equipamentos para prosseguir na competição.

Federação - Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri): www.cbtri.org.br

Saiba o que é a Marcha Atlética

História - A história da marcha atlética está diretamente ligada com a caminhada. Entre os séculos 17 e 19 era comum observar competições de caminhada onde os participantes teriam que percorrer de um ponto a outro, muitas vezes num determinado tempo.

Foi só nos Jogos Olímpicos de 1908 em Londres, que a modalidade se tornou oficial, mas não com as distâncias atuais. Nessa Olimpíada os vencedores foram o húngaro Gyorgy Sztantics e o americano George Bonhag, nos 1.500 e 3.000 metros, respectivamente.

Após essa competição, muita discussão acercou a modalidade, o que ocasionou o cancelamento da prova nas Olimpíadas. Essa só voltou em Amsterdã no ano de 1928. Os 50 quilômetros para homens foram oficialmente instituídos nos Jogos Olímpicos de Verão de 1932, em Los Angeles, Estados Unidos, enquanto os 20 quilômetros entraram nos Jogos Olímpicos de Verão de 1956 em Melbourne, na Austrália.

A prova feminina possui apenas a distância de 20 quilômetros e passou a integrar o programa olímpico apenas em Sidney 2000 (Austrália).

Recordes - O recorde mundial nos 50 quilômetros marcha atlética pertence ao austríaco Nathan Deakes, com 3h35min47. Já nos 20 quilômetros quem ostenta a melhor marco do mundo é o russo Vladimir Kanaykin (1h17min16). No feminino o recorde é da russa Olimpiada Ivanova 1h24min50.

A marcha atlética, assim como a caminhada, é uma progressão efetuada passo a passo e de contato ininterrupto com o solo. Mas esse movimento não é feito de qualquer jeito. Confira algumas regras da Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf):

  • Durante o período de cada passo, o pé que avança tem que proferir o contato com o solo antes que o pé de trás perca o contato com o mesmo.

  • A perna de apoio tem que estar estendida (articulação do joelho) desde o momento do contato com o solo.

    Por isso o marchador deve ser hábil e para não ser desclassificado durante a prova, precisa ser atencioso. De acordo com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), o marchador tem que aperfeiçoar os sentidos, já que deve permanecer durante todo o percurso em contato com o chão.

    De acordo com as regras, os árbitros têm que avisar aos atletas que por sua forma de marchar correm o risco de cometer alguma falta, sinalizando com placas amarelas com o símbolo de uma possivel infração. No julgamento, quando um atleta comete infração é anotado no quadro de advertências um cartão vermelho correspondente a infração cometida. Quando três juizes diferentes mostram os cartões vermelhos a um atleta, o juiz chefe procede a desqualificação do mesmo.

    Federação - Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat): www.cbat.org.br


  • Saiba o que é a Marcha Atlética

    Corrida de Obstáculos · 01 mar, 2008

    História - A história da marcha atlética está diretamente ligada com a caminhada. Entre os séculos 17 e 19 era comum observar competições de caminhada onde os participantes teriam que percorrer de um ponto a outro, muitas vezes num determinado tempo.

    Foi só nos Jogos Olímpicos de 1908 em Londres, que a modalidade se tornou oficial, mas não com as distâncias atuais. Nessa Olimpíada os vencedores foram o húngaro Gyorgy Sztantics e o americano George Bonhag, nos 1.500 e 3.000 metros, respectivamente.

    Após essa competição, muita discussão acercou a modalidade, o que ocasionou o cancelamento da prova nas Olimpíadas. Essa só voltou em Amsterdã no ano de 1928. Os 50 quilômetros para homens foram oficialmente instituídos nos Jogos Olímpicos de Verão de 1932, em Los Angeles, Estados Unidos, enquanto os 20 quilômetros entraram nos Jogos Olímpicos de Verão de 1956 em Melbourne, na Austrália.

    A prova feminina possui apenas a distância de 20 quilômetros e passou a integrar o programa olímpico apenas em Sidney 2000 (Austrália).

    Recordes - O recorde mundial nos 50 quilômetros marcha atlética pertence ao austríaco Nathan Deakes, com 3h35min47. Já nos 20 quilômetros quem ostenta a melhor marco do mundo é o russo Vladimir Kanaykin (1h17min16). No feminino o recorde é da russa Olimpiada Ivanova 1h24min50.

    A marcha atlética, assim como a caminhada, é uma progressão efetuada passo a passo e de contato ininterrupto com o solo. Mas esse movimento não é feito de qualquer jeito. Confira algumas regras da Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf):

  • Durante o período de cada passo, o pé que avança tem que proferir o contato com o solo antes que o pé de trás perca o contato com o mesmo.

  • A perna de apoio tem que estar estendida (articulação do joelho) desde o momento do contato com o solo.

    Por isso o marchador deve ser hábil e para não ser desclassificado durante a prova, precisa ser atencioso. De acordo com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), o marchador tem que aperfeiçoar os sentidos, já que deve permanecer durante todo o percurso em contato com o chão.

    De acordo com as regras, os árbitros têm que avisar aos atletas que por sua forma de marchar correm o risco de cometer alguma falta, sinalizando com placas amarelas com o símbolo de uma possivel infração. No julgamento, quando um atleta comete infração é anotado no quadro de advertências um cartão vermelho correspondente a infração cometida. Quando três juizes diferentes mostram os cartões vermelhos a um atleta, o juiz chefe procede a desqualificação do mesmo.

    Federação - Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat): www.cbat.org.br

  • Dor no abdômen impede Tergat de vencer Londres

    Uma dor no abdômen impediu o queniano Paul Tergat de vencer a Maratona de Londres, prova que aconteceu no último domingo (22) na Inglaterra. Em entrevista à imprensa internacional, ele disse que a dor veio faltando dois quilômetros para o fim da prova.

    “O calor estava nos castigando e, após tomar água no quilômetro 40, comecei a sentir a dor. Isso me impediu de dar o sprint final”, comenta o recordista da modalidade. “A prova estava muito dura e qualquer um dos líderes poderia ter vencido, só dependia do psicológico de cada um”, completa o atleta que chegou na sexta colocação.

    Ainda de acordo com o queniano, Martin Lel mostrou estar em plena forma e bem forte para vencer com o tempo de 2h07min41. “Não estou dizendo que se não tivesse sentido dor teria vencido a prova, apenas teria dado o sprint”, ressalta. Essa mesma dor o atingiu durante as Olimpíadas de 2004, em Atenas, onde ele terminou em 10º apesar de ser um dos favoritos.

    Feliz por ter completado a competição, ele parabenizou Felix Limo por engrossado o pódio queniano. “Contanto que hajam vitórias quenianas, está bom”, brinca o também recordista em meia maratona.


    Dor no abdômen impede Tergat de vencer Londres

    Maratona · 24 abr, 2007

    Uma dor no abdômen impediu o queniano Paul Tergat de vencer a Maratona de Londres, prova que aconteceu no último domingo (22) na Inglaterra. Em entrevista à imprensa internacional, ele disse que a dor veio faltando dois quilômetros para o fim da prova.

    “O calor estava nos castigando e, após tomar água no quilômetro 40, comecei a sentir a dor. Isso me impediu de dar o sprint final”, comenta o recordista da modalidade. “A prova estava muito dura e qualquer um dos líderes poderia ter vencido, só dependia do psicológico de cada um”, completa o atleta que chegou na sexta colocação.

    Ainda de acordo com o queniano, Martin Lel mostrou estar em plena forma e bem forte para vencer com o tempo de 2h07min41. “Não estou dizendo que se não tivesse sentido dor teria vencido a prova, apenas teria dado o sprint”, ressalta. Essa mesma dor o atingiu durante as Olimpíadas de 2004, em Atenas, onde ele terminou em 10º apesar de ser um dos favoritos.

    Feliz por ter completado a competição, ele parabenizou Felix Limo por engrossado o pódio queniano. “Contanto que hajam vitórias quenianas, está bom”, brinca o também recordista em meia maratona.

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