Florianópolis

Todas as equipes já finalizaram o Mountain Do Lagoa

Florianópolis - Todas as equipes já finalizaram a edição 2009 do Mountain Do Lagoa da Conceição, competição de mais de 70 quilômetros que percorreu trilhas e praias da capital de Santa Catarina. O tempo úmido com garoa em alguns momentos tornou os trechos mais perigosos e emocionantes ao mesmo tempo.

Salles Júnior, de Ponta Grossa (PR) correu o terceiro percurso, da Costa da Lagoa até o Lagoa Iate Clube, quase que totalmente dentro da mata fechada. “Estava liso, com barro, mas acho que todo mundo deveria experimentar um dia”. De acordo com o representante da Zimba Team, o clima frio não foi problema. “O único problema é a umidade que fica no chão, mas é melhor do que o sol forte”.

Nos postos de troca a animação era muito grande, já que os membros das equipes que já tinham corrido e os que ainda iriam correr, aplaudiam e incentivavam todos os participantes que passavam. Com o tempo feio, as praias da região estavam vazias, mas os poucos freqüentadores davam uma força extra para os corredores.

A superação foi a palavra de ordem para muitos, que mesmo não estando 100% fisicamente encararam o Mountain Do, como Alanucia Veira, que há três dias vem sentindo indisposições. “Acho que a troca do meu remédio foi um problema, pois venho sentindo enjôos há três dias. Tomei muito gel para ajudar a agüentar, o percurso estava muito escorregadio, mas consegui completar”. A estreante na prova espera voltar ano que vem com sol. “O tempo tem que melhorar muito em 2010”, brinca a representante da equipe Superação.

Chegada - Já na chegada da competição, no interior do Hotel Engenho Eco Park, no Rio Vermelho, o sorriso no rosto dos atletas era sinal de mais um fim de semana muito divertido na companhia dos amigos. Muitos deles estavam cobertos de barro e encharcados, mas uma competidora em especial saiu da prova com souvenir diferente: o braço enfaixado.

Juliana Medeiros sofreu uma série de escorregões na descida da trilha e numa delas caiu sobre o braço. “Eu levei uns 10 tombos mais ou menos, escorreguei e caí de ombro no chão”, lamenta a competidora. “Mesmo assim valeu a pena, o visual é maravilhoso , cairia mais 10 vezes e voltaria de novo”, completa. Ela já correu essa prova e também a edição do Costão do Santinho, mas acha que esse foi mais difícil.

Mais um estreante na disputa, o gaúcho Gustavo Marque, cruzou a linha de chegada bem no momento em que a chuva apertou na Ilha da Magia, mas ele nem ligou para o fato. “Foi minha primeira vez numa corrida deste tipo e para mim foi ainda melhor porque estou com uma turma muito legal”, relata o representante da equipe Clube Vitta.

Algumas pessoas se preparam o ano inteiro para uma disputa de revezamento em trilhas e praias, outras fazem um planejamento de pelo menos seis meses, mas outras resolvem encarar uma prova como essa de última hora, como Paulo Roberto Person. “Foi difícil. Estou treinando há um mês e meio só, mas consegui encarar 10 quilômetros”, conta o membro da equipe Tigre em Ação, que precisou se transformar num tigre para completar o trecho final. “Apear das dificuldade valeu muito a pena, estou com a endorfina lá em cima e com certeza volto ano que vem”.

Já a colega de equipe de Paulo, Alana Almeida, também virou uma felina durante o Mountain Do. “Não dava para correr realmente. Muitas vezes tive que caminhar de gatinho e com cuidado para não cair. Adorei ter participado e ano que vem estou de volta com o pessoal”.

Antes de abrir o sorriso por completar algum dos trechos da prova, a maioria dos atletas tinha um semblante sério e algumas vezes apresentando sofrimento por fazer tanto esforço. Janda Miller, da equipe Top Runners, demorou alguns minutos para recuperar o fôlego ao cruzar a linha de chegada e conseguir conversar.

“O trecho mais difícil foi o da praia, pois a areia é muito mole e se você tenta correr mais perto da água, o mar avança e complica ainda mais”. Apesar disso, ela acredita que é muito recompensador e prazeroso competir essa disputa. “Apresar da lama e da chuva, é mais refrescante e a gente consegue ter uma energia muito melhor”.

Uma corrida como essa atrai atletas de todos os tipos: corredores de aventura, corredores de rua e até remadores, como é o caso de Letícia Oliva, que mostrou estar em ótima forma. Mesmo nos metros finais, ela não desacelerou e manteve um ritmo forte até cruzar a linha de chegada. “Não pode parar, o importante é chegar”.

Acostuma com os treinos na água e principalmente exercitar o braço, ela aprovou a corrida. “A parte da areia foi a mais cansativa, mas no geral foi melhor do que eu esperava. Não sabia que era tão bom”. Apesar da satisfação, ela não pretende trocar de modalidade. “É bom para sair da rotina, vou continuar fazendo os dois agora”, finaliza a representante da equipe Companhia do Corpo.

A última equipe a completar oficialmente a edição 2009 do evento foi o octeto feminino Ironmind, na pele de Juliana Morais. Todos os staffs, público e imprensa presentes neste momento aplaudiram muito e comemoraram junto com o time. “Você tem que pensar que tem uma equipe junto com você que está à sua espera. Esse último trajeto foi relativamente fácil, o pessoal indicou bem e foi muito gostoso”, conta a catarinense. Muitas pessoas acreditam que o clima chuvoso é algo negativo, mas não para Juliana. “Foi perfeito, com uma chuvinha para refrescar”.

Os campeões de cada categoria serão conhecidos neste domingo (18/10) durante a cerimônia de premiação, depois que todos os resultados e tempos forem apurados pela comissão organizadora. O evento está programado para ter início a partir das 11h no Lagoa Iate Clube.


Todas as equipes já finalizaram o Mountain Do Lagoa

Corrida de Montanha · 17 out, 2009

Florianópolis - Todas as equipes já finalizaram a edição 2009 do Mountain Do Lagoa da Conceição, competição de mais de 70 quilômetros que percorreu trilhas e praias da capital de Santa Catarina. O tempo úmido com garoa em alguns momentos tornou os trechos mais perigosos e emocionantes ao mesmo tempo.

Salles Júnior, de Ponta Grossa (PR) correu o terceiro percurso, da Costa da Lagoa até o Lagoa Iate Clube, quase que totalmente dentro da mata fechada. “Estava liso, com barro, mas acho que todo mundo deveria experimentar um dia”. De acordo com o representante da Zimba Team, o clima frio não foi problema. “O único problema é a umidade que fica no chão, mas é melhor do que o sol forte”.

Nos postos de troca a animação era muito grande, já que os membros das equipes que já tinham corrido e os que ainda iriam correr, aplaudiam e incentivavam todos os participantes que passavam. Com o tempo feio, as praias da região estavam vazias, mas os poucos freqüentadores davam uma força extra para os corredores.

A superação foi a palavra de ordem para muitos, que mesmo não estando 100% fisicamente encararam o Mountain Do, como Alanucia Veira, que há três dias vem sentindo indisposições. “Acho que a troca do meu remédio foi um problema, pois venho sentindo enjôos há três dias. Tomei muito gel para ajudar a agüentar, o percurso estava muito escorregadio, mas consegui completar”. A estreante na prova espera voltar ano que vem com sol. “O tempo tem que melhorar muito em 2010”, brinca a representante da equipe Superação.

Chegada - Já na chegada da competição, no interior do Hotel Engenho Eco Park, no Rio Vermelho, o sorriso no rosto dos atletas era sinal de mais um fim de semana muito divertido na companhia dos amigos. Muitos deles estavam cobertos de barro e encharcados, mas uma competidora em especial saiu da prova com souvenir diferente: o braço enfaixado.

Juliana Medeiros sofreu uma série de escorregões na descida da trilha e numa delas caiu sobre o braço. “Eu levei uns 10 tombos mais ou menos, escorreguei e caí de ombro no chão”, lamenta a competidora. “Mesmo assim valeu a pena, o visual é maravilhoso , cairia mais 10 vezes e voltaria de novo”, completa. Ela já correu essa prova e também a edição do Costão do Santinho, mas acha que esse foi mais difícil.

Mais um estreante na disputa, o gaúcho Gustavo Marque, cruzou a linha de chegada bem no momento em que a chuva apertou na Ilha da Magia, mas ele nem ligou para o fato. “Foi minha primeira vez numa corrida deste tipo e para mim foi ainda melhor porque estou com uma turma muito legal”, relata o representante da equipe Clube Vitta.

Algumas pessoas se preparam o ano inteiro para uma disputa de revezamento em trilhas e praias, outras fazem um planejamento de pelo menos seis meses, mas outras resolvem encarar uma prova como essa de última hora, como Paulo Roberto Person. “Foi difícil. Estou treinando há um mês e meio só, mas consegui encarar 10 quilômetros”, conta o membro da equipe Tigre em Ação, que precisou se transformar num tigre para completar o trecho final. “Apear das dificuldade valeu muito a pena, estou com a endorfina lá em cima e com certeza volto ano que vem”.

Já a colega de equipe de Paulo, Alana Almeida, também virou uma felina durante o Mountain Do. “Não dava para correr realmente. Muitas vezes tive que caminhar de gatinho e com cuidado para não cair. Adorei ter participado e ano que vem estou de volta com o pessoal”.

Antes de abrir o sorriso por completar algum dos trechos da prova, a maioria dos atletas tinha um semblante sério e algumas vezes apresentando sofrimento por fazer tanto esforço. Janda Miller, da equipe Top Runners, demorou alguns minutos para recuperar o fôlego ao cruzar a linha de chegada e conseguir conversar.

“O trecho mais difícil foi o da praia, pois a areia é muito mole e se você tenta correr mais perto da água, o mar avança e complica ainda mais”. Apesar disso, ela acredita que é muito recompensador e prazeroso competir essa disputa. “Apresar da lama e da chuva, é mais refrescante e a gente consegue ter uma energia muito melhor”.

Uma corrida como essa atrai atletas de todos os tipos: corredores de aventura, corredores de rua e até remadores, como é o caso de Letícia Oliva, que mostrou estar em ótima forma. Mesmo nos metros finais, ela não desacelerou e manteve um ritmo forte até cruzar a linha de chegada. “Não pode parar, o importante é chegar”.

Acostuma com os treinos na água e principalmente exercitar o braço, ela aprovou a corrida. “A parte da areia foi a mais cansativa, mas no geral foi melhor do que eu esperava. Não sabia que era tão bom”. Apesar da satisfação, ela não pretende trocar de modalidade. “É bom para sair da rotina, vou continuar fazendo os dois agora”, finaliza a representante da equipe Companhia do Corpo.

A última equipe a completar oficialmente a edição 2009 do evento foi o octeto feminino Ironmind, na pele de Juliana Morais. Todos os staffs, público e imprensa presentes neste momento aplaudiram muito e comemoraram junto com o time. “Você tem que pensar que tem uma equipe junto com você que está à sua espera. Esse último trajeto foi relativamente fácil, o pessoal indicou bem e foi muito gostoso”, conta a catarinense. Muitas pessoas acreditam que o clima chuvoso é algo negativo, mas não para Juliana. “Foi perfeito, com uma chuvinha para refrescar”.

Os campeões de cada categoria serão conhecidos neste domingo (18/10) durante a cerimônia de premiação, depois que todos os resultados e tempos forem apurados pela comissão organizadora. O evento está programado para ter início a partir das 11h no Lagoa Iate Clube.

Equipes Companhia da Corrida e Mega lideram Mountain Do

Corrida de Montanha · 17 out, 2009

Florianópolis - Os atletas das equipes Companhia da Corrida entre os homens, e Mega entre as mulheres, já estão no último percurso do Mountain Do Lagoa da Conceição e caminham para a vitória. As largadas aconteceram a partir das 8h no Hotel Engenho Eco Park com clima encoberto e leve garoa.

Depois de encarar alguns trechos de praia, como a Paria da Joaquina e a Praia Mole, os competidores tiveram pela frente uma trilha íngreme, com muitas pedras escorregadias, mas o visual no fim do percurso compensou. Eles chegaram à Barra da Lagoa, uma tradicional comunidade de pescadores da ilha.

Enquanto alguns se mostravam concentrados na corrida, outros vibravam muito por ter ultrapassado um ponto difícil. Além dos staffs, que orientam os competidores usando apitos e falando o caminho correto, o público local também se envolveu com o evento e procura incentivar todos que passam.

Agora eles se dirigem para o Projeto Tamar, onde será realizada a última troca e depois seguirão para o Rio Vermelho. Neste ponto está montado o pórtico de chegada e todos os membros das equipes poderão cruzar a linha juntos.

Equipes recebem as últimas instruções para o Mountain Do

Florianópolis - Na noite desta sexta-feira (16/10) aconteceu no Lagoa Iate Club o simpósio técnico da edição 2009 do Mountain Do Lagoa da Conceição, competição que neste sábado percorrerá diversas paisagens de Florianópolis (SC). Os organizadores passaram as últimas instruções para os mais de mil participantes, divididos em equipes de até oito pessoas.

Florianópolis - O principal lembrete foi quanto ao horário de verão, que começa à meia noite deste domingo e obrigará as pessoas a adiantar os relógios em uma hora. Já em relação ao percurso, como a previsão é de tempo frio e chuvoso, os atletas precisam ter cuidado com as trilhas e pedras escorregadias pelo percurso.

A maior parte da prova será realizada em meio à natureza, como praias, trilhas e dunas e todos os trechos contarão com staffs e fitas de sinalização com o logotipo e as cores da competição. Mesmo assim, caso haja alguma dúvida por qual caminho seguir, o melhor a se fazer é voltar e perguntar a localização correta.

“A expectativa para esse ano é bem semelhante ao que tivemos ano passado, provavelmente chuva, frio e vento, então nós e os atletas já estamos mais descolados”, brinca Mariene Perobelli, uma das responsáveis pela organização. “Os trechos ficam um pouco mais emocionantes e radicais. Ano passado não tivemos nenhum acidente grave, apenas pequenas ocorrências, o que mostra que a estrutura está bem montada e os competidores cada vez mais atentos”.

Por parte dos atletas, o tempo ruim não parece ser um problema, pois o que importa é a diversão. “Essa é a primeira vez que eu participo. Gosto muito de corridas e acho que será uma prova maravilhosa”, conta Marcela Carvalho. “Vou correr um trecho de areia e com a chuva deve estar bem dura” completa a representante da equipe Floripa Runners.

Outra novata, Carla Lins, fará sua estréia na competição e também no mundo das corridas, e se mostra empolgada. “Estou preparada, vai ser um desafio muito grande, mas vale pelo espírito de equipe”, relata a atleta que encontrou uma amiga em outra equipe. “Vou estrear geral no trecho da Praia da Joaquina e espero estar bem condicionada”, finaliza.

Já o gaúcho Erivan Zingano Junior, da equipe Democrata – Strider, disputará o Mountain Do pela segunda vez e espera levar menos tombos. “Eu espero muita aventura, muita alegria e pouca derrapagem”. Ano passado ele correu o terceiro trecho debaixo de muita chuva, mas segundo ele a paisagem vale a pena. “Dessa vez vou correr o trecho quatro. Aqui é um lugar muito bacana”.

A primeira largada será às 8h para as equipes iniciantes, às 8h30 saem os times intermediários e às 9h os representantes mais experientes. O Webrun fará a cobertura completa direto da ilha da magia.


Equipes recebem as últimas instruções para o Mountain Do

Corrida de Montanha · 16 out, 2009

Florianópolis - Na noite desta sexta-feira (16/10) aconteceu no Lagoa Iate Club o simpósio técnico da edição 2009 do Mountain Do Lagoa da Conceição, competição que neste sábado percorrerá diversas paisagens de Florianópolis (SC). Os organizadores passaram as últimas instruções para os mais de mil participantes, divididos em equipes de até oito pessoas.

Florianópolis - O principal lembrete foi quanto ao horário de verão, que começa à meia noite deste domingo e obrigará as pessoas a adiantar os relógios em uma hora. Já em relação ao percurso, como a previsão é de tempo frio e chuvoso, os atletas precisam ter cuidado com as trilhas e pedras escorregadias pelo percurso.

A maior parte da prova será realizada em meio à natureza, como praias, trilhas e dunas e todos os trechos contarão com staffs e fitas de sinalização com o logotipo e as cores da competição. Mesmo assim, caso haja alguma dúvida por qual caminho seguir, o melhor a se fazer é voltar e perguntar a localização correta.

“A expectativa para esse ano é bem semelhante ao que tivemos ano passado, provavelmente chuva, frio e vento, então nós e os atletas já estamos mais descolados”, brinca Mariene Perobelli, uma das responsáveis pela organização. “Os trechos ficam um pouco mais emocionantes e radicais. Ano passado não tivemos nenhum acidente grave, apenas pequenas ocorrências, o que mostra que a estrutura está bem montada e os competidores cada vez mais atentos”.

Por parte dos atletas, o tempo ruim não parece ser um problema, pois o que importa é a diversão. “Essa é a primeira vez que eu participo. Gosto muito de corridas e acho que será uma prova maravilhosa”, conta Marcela Carvalho. “Vou correr um trecho de areia e com a chuva deve estar bem dura” completa a representante da equipe Floripa Runners.

Outra novata, Carla Lins, fará sua estréia na competição e também no mundo das corridas, e se mostra empolgada. “Estou preparada, vai ser um desafio muito grande, mas vale pelo espírito de equipe”, relata a atleta que encontrou uma amiga em outra equipe. “Vou estrear geral no trecho da Praia da Joaquina e espero estar bem condicionada”, finaliza.

Já o gaúcho Erivan Zingano Junior, da equipe Democrata – Strider, disputará o Mountain Do pela segunda vez e espera levar menos tombos. “Eu espero muita aventura, muita alegria e pouca derrapagem”. Ano passado ele correu o terceiro trecho debaixo de muita chuva, mas segundo ele a paisagem vale a pena. “Dessa vez vou correr o trecho quatro. Aqui é um lugar muito bacana”.

A primeira largada será às 8h para as equipes iniciantes, às 8h30 saem os times intermediários e às 9h os representantes mais experientes. O Webrun fará a cobertura completa direto da ilha da magia.

Marily coloca adversidade de lado para obter índice olímpico

A alagoana Marily dos Santos venceu a Maratona de Santa Catarina em Florianópolis no último domingo com o tempo de 2h36min21 e alcançou o índice A para a disputa da maratona olímpica em Pequim este ano. Correndo sob condições adversas, com chuva, fortes ventos e tendo que desviar de poças d’água, ela não desistiu em momento nenhum e comenta que acreditou no sonho para fazer esta marca.

São Paulo - Durante a madrugada que antecedeu a competição Gilmário Mendes, treinador de Marily, ficou desanimado ao ver a chuva e o tempo feio e disse à sua pupila que ela poderia vencer a prova, mas dificilmente faria uma boa marca. “Ele falou isso e me deu um desânimo, mas ao mesmo tempo pensei que fazer um bom tempo era tudo que eu queria”, ressalta a atleta. “Eu pensei comigo que eu queria muito vencer, então me deu um nó na garganta cinco minutos antes da largada e coloquei todas as dificuldades de lado”, completa.

“Tive paciência até o quilômetro 16 e rodava as passagens com um tempo um pouco alto e fui assim até o 21”, lembra Marily. Ela aumentou o ritmo depois da metade da prova e passou a correr sozinha após um determinado ponto, ocasião em que as condições climáticas já eram mais amenas. “Deus viu que eu estava tão concentrada, que me deixou a vontade para correr mais. A minha perna não obedecia, mas minha cabeça queria muito, sentia uma dor muscular, mas sabia que seria por pouco tempo, então no final fiz um tiro nos últimos dois mil metros”, lembra.

A data final estipulada pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para que os competidores obtenham o índice é 11 de maio e até este dia outras atletas ainda podem ultrapassá-la, motivo pelo qual ela ainda está comedida na comemoração. “Estou comemorando meu tempo, a nossa disposição, eu e o Gilmário fizemos de tudo, gastamos tudo o que tínhamos que gastar para conseguir isso”.

Até a disputa da prova catarinense, Sirlene Pinho e Marizete Moreira possuíam o índice B com o mesmo tempo (2h39min08), mas apenas uma delas iria para a disputa olímpica. Após o feito de Marily, mais duas corredoras precisam alcançar o índice A, para que a equipe brasileira fique com o número máximo de vagas permitido.

Segundo Gilmário, não houve uma preparação específica para esta competição e o resultado final foi fruto de um período de planejamento e treinamento para maratonas, que ela já vinha fazendo regularmente. “Ela correu a Meia de São Paulo, os 25 quilômetros de Aracajú, a Meia de Recife e a Meia de Brasília como parte do trabalho”, comenta o treinador que diz ainda que Marily roda entre 130 a 135 quilômetros por semana.

Para ele, um dos diferenciais foi ter treinado na altitude de Campos de Jordão usando uma estratégia diferente da maioria dos outros atletas, já que Marily encerrou a preparação na cidade 30 dias antes da disputa da Maratona. “Fiz um curso com o Carlos Alberto Cavaleiro, que mostrou os resultados obtidos em diversos momentos após a preparação na altitude. Eu apostei no período entre 30 e 40 dias”.

Para trabalhar a musculatura simulando uma competição, Gilmário conta que a atleta costuma realizar treinos longos em estradas, onde a diferença de altimetria é uma ótima aliada. “A estrada também serve para administrar a solidão de liderar uma prova sozinha e ter que forçar o ritmo, fato que aconteceu em Florianópolis”.

Futuro - Até o final desta semana ela ganhará um merecido descanso e depois voltará aos treinos e às competições, sempre participando de provas curtas, geralmente 10 quilômetros. “Ela vai correr algumas etapas do Circuito Caixa e outras corridas no nordeste, mas vai ficar de fora da Maratona de São Paulo e do Rio de Janeiro”, ressalta Gilmário.

A Maratona de Santa Catarina foi a quinta participação de Marily na distância, já que ela esteve duas vezes na Maratona de São Paulo, uma na Maratona de Padova (3º lugar) e uma na Maratona do Rio de Janeiro, ano passado, onde foi campeã.


Marily coloca adversidade de lado para obter índice olímpico

Maratona · 23 abr, 2008

A alagoana Marily dos Santos venceu a Maratona de Santa Catarina em Florianópolis no último domingo com o tempo de 2h36min21 e alcançou o índice A para a disputa da maratona olímpica em Pequim este ano. Correndo sob condições adversas, com chuva, fortes ventos e tendo que desviar de poças d’água, ela não desistiu em momento nenhum e comenta que acreditou no sonho para fazer esta marca.

São Paulo - Durante a madrugada que antecedeu a competição Gilmário Mendes, treinador de Marily, ficou desanimado ao ver a chuva e o tempo feio e disse à sua pupila que ela poderia vencer a prova, mas dificilmente faria uma boa marca. “Ele falou isso e me deu um desânimo, mas ao mesmo tempo pensei que fazer um bom tempo era tudo que eu queria”, ressalta a atleta. “Eu pensei comigo que eu queria muito vencer, então me deu um nó na garganta cinco minutos antes da largada e coloquei todas as dificuldades de lado”, completa.

“Tive paciência até o quilômetro 16 e rodava as passagens com um tempo um pouco alto e fui assim até o 21”, lembra Marily. Ela aumentou o ritmo depois da metade da prova e passou a correr sozinha após um determinado ponto, ocasião em que as condições climáticas já eram mais amenas. “Deus viu que eu estava tão concentrada, que me deixou a vontade para correr mais. A minha perna não obedecia, mas minha cabeça queria muito, sentia uma dor muscular, mas sabia que seria por pouco tempo, então no final fiz um tiro nos últimos dois mil metros”, lembra.

A data final estipulada pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para que os competidores obtenham o índice é 11 de maio e até este dia outras atletas ainda podem ultrapassá-la, motivo pelo qual ela ainda está comedida na comemoração. “Estou comemorando meu tempo, a nossa disposição, eu e o Gilmário fizemos de tudo, gastamos tudo o que tínhamos que gastar para conseguir isso”.

Até a disputa da prova catarinense, Sirlene Pinho e Marizete Moreira possuíam o índice B com o mesmo tempo (2h39min08), mas apenas uma delas iria para a disputa olímpica. Após o feito de Marily, mais duas corredoras precisam alcançar o índice A, para que a equipe brasileira fique com o número máximo de vagas permitido.

Segundo Gilmário, não houve uma preparação específica para esta competição e o resultado final foi fruto de um período de planejamento e treinamento para maratonas, que ela já vinha fazendo regularmente. “Ela correu a Meia de São Paulo, os 25 quilômetros de Aracajú, a Meia de Recife e a Meia de Brasília como parte do trabalho”, comenta o treinador que diz ainda que Marily roda entre 130 a 135 quilômetros por semana.

Para ele, um dos diferenciais foi ter treinado na altitude de Campos de Jordão usando uma estratégia diferente da maioria dos outros atletas, já que Marily encerrou a preparação na cidade 30 dias antes da disputa da Maratona. “Fiz um curso com o Carlos Alberto Cavaleiro, que mostrou os resultados obtidos em diversos momentos após a preparação na altitude. Eu apostei no período entre 30 e 40 dias”.

Para trabalhar a musculatura simulando uma competição, Gilmário conta que a atleta costuma realizar treinos longos em estradas, onde a diferença de altimetria é uma ótima aliada. “A estrada também serve para administrar a solidão de liderar uma prova sozinha e ter que forçar o ritmo, fato que aconteceu em Florianópolis”.

Futuro - Até o final desta semana ela ganhará um merecido descanso e depois voltará aos treinos e às competições, sempre participando de provas curtas, geralmente 10 quilômetros. “Ela vai correr algumas etapas do Circuito Caixa e outras corridas no nordeste, mas vai ficar de fora da Maratona de São Paulo e do Rio de Janeiro”, ressalta Gilmário.

A Maratona de Santa Catarina foi a quinta participação de Marily na distância, já que ela esteve duas vezes na Maratona de São Paulo, uma na Maratona de Padova (3º lugar) e uma na Maratona do Rio de Janeiro, ano passado, onde foi campeã.

Equipes finalizam o Mountain Do em Florianópolis

Florianópolis - Todas as equipes já completaram os 70 quilômetros de percurso do Mountain do Costão do Santinho 2008, prova de revezamento para equipes de dois, quatro ou oito competidores. As largadas aconteceram desde às 8h e as chegadas foram realizadas no final da tarde, no Resort localizado na praia homônima à corrida.

As equipes enfrentaram muitas dificuldades logo nos primeiros quilômetros, já que o sol abriu logo cedo e as temperaturas chegaram na marca dos 27°C, com sensação térmica de 31°C às 10h30. Os trechos de areia fofa, aliados ás subidas íngremes foram alguns dos percalços encontrados logo no primeiro percurso.

Durante a passagem pelo pórtico no primeiro posto de troca, os atletas chegavam cansados, suados, mas muito contentes por terem completado uma etapa do desafio, como é o caso de Melissa Miller, da equipe Companhia da Corrida. “Foi bem duro, com subidas muito íngremes, bem difícil. Mesmo assim, valeu muito a pena, o visual no topo é lindo”, comenta a atleta que comemorou muito a chegada com suas companheiras de equipe.

O trajeto passou também pela Barra da Lagoa, onde há uma base do Projeto Tamar e com cenário constituído por dunas, riachos, mato fechado, além de muitas subidas e descidas, que Cásio Queiroz enfrentou com muito esforço. “Estou acostumado a este tipo de trajeto, mas hoje foi muito pior, principalmente pelo calor forte. Apenas manti o ritmo, sem me preocupar com o tempo”. Apesar de tudo, ele afirma que valeu a pena a participação e os organizadores estão de parabéns.

Fim - Já o último percurso, que algumas pessoas antes da prova consideraram o menos pior de todos, teve um grau de dificuldade muito elevado, principalmente pelo terreno escorregadio no Morro das Aranhas, que liga a praia de Moçambique ao Santinho. Além das subidas complicadas, os corredores tinham que passar por locais muito estreitos e as vezes com poças fundas de lama, cenário perfeito para várias quedas e arranhões.

Ao final do morro, o atleta se deparava com uma bela praia e já vislumbrava a chegada, mas no término da areia dava de cara com uma subida desanimadora. Para Mari Medeiros, os lamaçais fazem parte da brincadeira, “é bom cair de vez em quando”, brinca a atleta que não foi muito convincente ao afirmar que voltará para competir ano que vem. “A subida do final é pouco perto do restante do percurso”, completa a competidora da equipe Lindóia TC.

Todos que finalizaram, receberam uma grande medalha de participação e, apesar do cansaço físico, estavam felizes por terem superado mais um desafio. O anúncio das equipes vencedoras ocorrerá neste domingo, a partir das 11h30, ocasião em que ocorrerá a cerimônia de premiação.


Equipes finalizam o Mountain Do em Florianópolis

Corrida de Montanha · 22 mar, 2008

Florianópolis - Todas as equipes já completaram os 70 quilômetros de percurso do Mountain do Costão do Santinho 2008, prova de revezamento para equipes de dois, quatro ou oito competidores. As largadas aconteceram desde às 8h e as chegadas foram realizadas no final da tarde, no Resort localizado na praia homônima à corrida.

As equipes enfrentaram muitas dificuldades logo nos primeiros quilômetros, já que o sol abriu logo cedo e as temperaturas chegaram na marca dos 27°C, com sensação térmica de 31°C às 10h30. Os trechos de areia fofa, aliados ás subidas íngremes foram alguns dos percalços encontrados logo no primeiro percurso.

Durante a passagem pelo pórtico no primeiro posto de troca, os atletas chegavam cansados, suados, mas muito contentes por terem completado uma etapa do desafio, como é o caso de Melissa Miller, da equipe Companhia da Corrida. “Foi bem duro, com subidas muito íngremes, bem difícil. Mesmo assim, valeu muito a pena, o visual no topo é lindo”, comenta a atleta que comemorou muito a chegada com suas companheiras de equipe.

O trajeto passou também pela Barra da Lagoa, onde há uma base do Projeto Tamar e com cenário constituído por dunas, riachos, mato fechado, além de muitas subidas e descidas, que Cásio Queiroz enfrentou com muito esforço. “Estou acostumado a este tipo de trajeto, mas hoje foi muito pior, principalmente pelo calor forte. Apenas manti o ritmo, sem me preocupar com o tempo”. Apesar de tudo, ele afirma que valeu a pena a participação e os organizadores estão de parabéns.

Fim - Já o último percurso, que algumas pessoas antes da prova consideraram o menos pior de todos, teve um grau de dificuldade muito elevado, principalmente pelo terreno escorregadio no Morro das Aranhas, que liga a praia de Moçambique ao Santinho. Além das subidas complicadas, os corredores tinham que passar por locais muito estreitos e as vezes com poças fundas de lama, cenário perfeito para várias quedas e arranhões.

Ao final do morro, o atleta se deparava com uma bela praia e já vislumbrava a chegada, mas no término da areia dava de cara com uma subida desanimadora. Para Mari Medeiros, os lamaçais fazem parte da brincadeira, “é bom cair de vez em quando”, brinca a atleta que não foi muito convincente ao afirmar que voltará para competir ano que vem. “A subida do final é pouco perto do restante do percurso”, completa a competidora da equipe Lindóia TC.

Todos que finalizaram, receberam uma grande medalha de participação e, apesar do cansaço físico, estavam felizes por terem superado mais um desafio. O anúncio das equipes vencedoras ocorrerá neste domingo, a partir das 11h30, ocasião em que ocorrerá a cerimônia de premiação.

Conheça o local do Ironman: Florianópolis

Nesse domingo a cidade de Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina, recebe mais uma edição do Ironman Brasil, prova que terá distâncias de 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42,195 de corrida. O palco será a região de Jurerê Internacional, conhecida pelas grandes mansões.

A capital do estado de Santa Catarina é sem dúvida um lugar fascinante. Possui a infra-estrutura de uma cidade grande, com hotéis, restaurantes, universidades; e ao mesmo tempo possui praias paradisíacas, trilhas em meio à Mata Atlântica e ótimos locais para a prática do mergulho. Confira algumas dicas do que fazer por lá.

Para quem gosta de trilhas, existem algumas opções como a Lagoinha do Leste, uma caminhada de oito quilômetros que sai do Parque Municipal de Lagoinha do Leste e termina na Praia da Armação, além da Trilha da Gurita, que passa por ruínas de engenhos e pela cachoeira do Peri. Na Ilha do Campeche existem mais de cem inscrições rupestres, na praia da Joaquina é possível praticar sand-board nas dunas, além do surfe e no Morro da Cruz pode-se ter uma vista panorâmica da Baía Norte e do continente.

Jurerê - O bairro é dividido em duas partes, Jurerê Internacional (onde acontecerá a prova) e Jurerê Tradicional. O primeiro é uma área planejada, com shoppings, cafés, supermercados e que atraí a maioria dos turistas. Já na segunda porção se encontram as casas dos moradores mais antigos da região, assim como os restaurantes que oferecem pratos típicos servidos com frutos do mar.

Para se divertir à noite existe a opção de procurar restaurantes que ocasionalmente oferecem festas, ou tomar uma cerveja ao som de música ao vivo nos bares da região. Para curtir o agito da cidade é necessário se deslocar até a Lagoa da Conceição, no centro da ilha.

A área de transição será montada no Clube doze de Agosto, nas proximidades do Forte de São José da Ponta Grossa, uma edificação do Século XVIII. Costumava ser um dos locais de vigia da Barra Norte da Ilha de Santa Catarina e em 1938 foi tombada como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Serviço -

  • Bancos: A cidade conta com os seguintes bancos: Banco Real, Sudameris, Itaú, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Unibanco

  • Site oficial: www.pmf.sc.gov.br/

  • Prefeitura: (48) 3251-6000

    Para mais informações sobre a prática de esportes de aventura na região, acesse o Destino Aventura.


  • Conheça o local do Ironman: Florianópolis

    Triathlon · 25 maio, 2007

    Nesse domingo a cidade de Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina, recebe mais uma edição do Ironman Brasil, prova que terá distâncias de 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42,195 de corrida. O palco será a região de Jurerê Internacional, conhecida pelas grandes mansões.

    A capital do estado de Santa Catarina é sem dúvida um lugar fascinante. Possui a infra-estrutura de uma cidade grande, com hotéis, restaurantes, universidades; e ao mesmo tempo possui praias paradisíacas, trilhas em meio à Mata Atlântica e ótimos locais para a prática do mergulho. Confira algumas dicas do que fazer por lá.

    Para quem gosta de trilhas, existem algumas opções como a Lagoinha do Leste, uma caminhada de oito quilômetros que sai do Parque Municipal de Lagoinha do Leste e termina na Praia da Armação, além da Trilha da Gurita, que passa por ruínas de engenhos e pela cachoeira do Peri. Na Ilha do Campeche existem mais de cem inscrições rupestres, na praia da Joaquina é possível praticar sand-board nas dunas, além do surfe e no Morro da Cruz pode-se ter uma vista panorâmica da Baía Norte e do continente.

    Jurerê - O bairro é dividido em duas partes, Jurerê Internacional (onde acontecerá a prova) e Jurerê Tradicional. O primeiro é uma área planejada, com shoppings, cafés, supermercados e que atraí a maioria dos turistas. Já na segunda porção se encontram as casas dos moradores mais antigos da região, assim como os restaurantes que oferecem pratos típicos servidos com frutos do mar.

    Para se divertir à noite existe a opção de procurar restaurantes que ocasionalmente oferecem festas, ou tomar uma cerveja ao som de música ao vivo nos bares da região. Para curtir o agito da cidade é necessário se deslocar até a Lagoa da Conceição, no centro da ilha.

    A área de transição será montada no Clube doze de Agosto, nas proximidades do Forte de São José da Ponta Grossa, uma edificação do Século XVIII. Costumava ser um dos locais de vigia da Barra Norte da Ilha de Santa Catarina e em 1938 foi tombada como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

    Serviço -

  • Bancos: A cidade conta com os seguintes bancos: Banco Real, Sudameris, Itaú, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Unibanco

  • Site oficial: www.pmf.sc.gov.br/

  • Prefeitura: (48) 3251-6000

    Para mais informações sobre a prática de esportes de aventura na região, acesse o Destino Aventura.

  • Ainda há inscrições para 2ª etapa Nutry

    Caminhada · 09 ago, 2006

    No dia 20 de agosto acontece em Florianópolis a segunda etapa do Circuito Nutry, que terá largada na Avenida Beira Mar Norte e chegada no recuo do Monumento da Polícia Militar. As inscrições ainda estão abertas e vão até o dia 16.

    Além da corrida, de 10km, haverá uma corrida de 5km e uma caminhada, em uma reunião em prol da saúde. Haverá um espaço com profissionais da saúde que orientarão os corredores.

    Além do espaço da saúde, haverá uma série de atividades para os atletas na arena do evento, como aula de aquecimento antes da largada e confraternização final com sorteio de brindes.

    Quem desejar se inscrever deve pagar uma taxa de R$25, válida até essa quinta feira (10), e R$30 (até o dia 16). Os postos de inscrição são as lojas Arena Esportes , na Rua Altemiro Guimarães, 126 no Centro de Florianópolis e o Shopping Itaguaçu. Para inscrições online e outras informações, acesse o site www.nutry.com.br/corrida.

    Ironman Brasil deve bater recorde de inscrições

    Triathlon · 18 abr, 2006

    O Ironman Brasil Telecom, maior prova da categoria no país, acontece pelo sexto ano consecutivo na cidade de Florianópolis (SC) e esse ano será no dia 28 de maio.

    A competição é disputada por muitos atletas de ponta, como o argentino Oscar Galindez, pelo fato de ser a única seletiva da América Latina para a final do circuito mundial Ironman, no Havaí.

    Faltando duas semanas para o término das inscrições, a organização já confirma a presença de 926 competidores, de 35 países. As inscrições custam 350 dólares e se encerram no dia 1º de maio.

    “A prova mostra, a cada ano, estar consolidada no cenário nacional e internacional. O evento contribui para o fortalecimento do esporte no país e, além disso, gera divisas para Florianópolis e Santa Catarina, com a vinda de turistas de várias partes do país e do mundo”, afirma Carlos Galvão, diretor geral da prova.

    A largada acontece às 7h, na praia de Jurerê Internacional, em frente ao Clube Doze de Agosto. Mais informações podem ser obtidas no site oficial da competição, o www.ironmanbrasil.com.br.

    Equipe do Rio Grande do Sul fatura volta à Ilha

    Ultra Maratona · 10 abr, 2006

    No último sábado (8) a equipe gaúcha Asics/Faccat/Paquetá Sports venceu os 150 quilômetros da Volta à Ilha Nike, competição que passou por trechos de asfalto, terra praia e trilhas de Florianópolis (SC).

    Eles cruzaram a chegada com o tempo de 8h35min, à frente da equipe da casa Maratona de Blumenau/Athletic Shoes e dos curitibanos da Pró-Correr. "Fomos premiados pela nossa organização e pela estrutura operacional que montamos" afirmou o integrante Tauro Bonorino.

    Bonorino fez os trechos de Jurerê Internacional, Joaquina e o fim do percurso, na região central da cidade. A equipe utilizou os oito integrantes, inclusive o maratonista que fica na reserva, todos formados por atletas profissionais da Universidade Caxias do Sul (UCS), da Universidade Luterana Brasileira (Ulbra) e do Exército Brasileiro.

    A equipe gaúcha e a catarinense protagonizaram um duelo durante todo o percurso, sempre se alternando na liderança, até que o vencedor se estabelecesse em definitivo no vigésimo trecho, na Estrada do Sertão.

    "Eles renderam melhor nos percursos de terra e areia e depois do morro não conseguimos mais alcançá-los", disse o atleta Marcos Capistrano, de Blumenau. A competição contou com a participação de três mil atletas do Brasil e da Argentina, divididos em 330 equipes.