expectativas

Marily dos Santos garante estar preparada para a disputa do dia 31

Corridas de Rua · 27 dez, 2010

“A expctativa é não ter expctativas”, essas são as palavras Gilmário Mendes, técnico da corredora Marily dos Santos, melhor brasileira da São Silvestre do ano passado, que estará presente mais uma vez na corrida no próximo dia 31. “Acho que tudo vai depender do clima no dia da prova. A Marily está acostumada com o calor, mas em São Paulo há quatro estações em único dia”, explica Gilmário, que torce por um dia de sol.

Ainda de acordo com o treinador, a corredora tem condições de conquistar um tempo de 52min10. “A gente treinou bastante subidas, pois o percurso, muito irregular, é outro adversário”, conta. Apesar de também considerar difícil o trajeto, a experiência de outras edições, na opinião de Marily, ajudará muito. “Já competi mais de dez vezes a São Silvestre e a cada ano tenho evoluído mais. Na primeira prova fui nona colocada. Já em 2009 fui terceira“, relembra.

“Antes abria a prova em disparado. Hoje estudo bem as adversárias e costumo manter o ritmo daquela corredora mais forte, que não é necessariamente aquela que larga na frente”, conta a alagoana, vencedora da Maratona Internacional de Recife, em novembro. “Eu estava correndo de manhã e de tarde. Mas desde anteontem comecei a priorizar o treino vespertino para me adaptar ao horário da disputa”.

A fundista disputou os Jogos Olímpicos de 2008, em Pequim, na China, e terminou na 51ª colocação. Atualmente considera as africanas Eunice Kirwa e Bornes Kitur algumas das corredoras mais fortes para a prova do último dia do ano. “Eu sei que o nível será bem alto. As duas fizeram uma temporada muito boa aqui no Brasil e venceram provas importantes. Mas eu também já treinei tudo o que deveria e me sinto preparada”, garante Marily, que desembarca em São Paulo nesta terça-feira.


Marily dos Santos garante estar preparada para a disputa do dia 31

Corridas de Rua · 27 dez, 2010

“A expctativa é não ter expctativas”, essas são as palavras Gilmário Mendes, técnico da corredora Marily dos Santos, melhor brasileira da São Silvestre do ano passado, que estará presente mais uma vez na corrida no próximo dia 31. “Acho que tudo vai depender do clima no dia da prova. A Marily está acostumada com o calor, mas em São Paulo há quatro estações em único dia”, explica Gilmário, que torce por um dia de sol.

Ainda de acordo com o treinador, a corredora tem condições de conquistar um tempo de 52min10. “A gente treinou bastante subidas, pois o percurso, muito irregular, é outro adversário”, conta. Apesar de também considerar difícil o trajeto, a experiência de outras edições, na opinião de Marily, ajudará muito. “Já competi mais de dez vezes a São Silvestre e a cada ano tenho evoluído mais. Na primeira prova fui nona colocada. Já em 2009 fui terceira“, relembra.

“Antes abria a prova em disparado. Hoje estudo bem as adversárias e costumo manter o ritmo daquela corredora mais forte, que não é necessariamente aquela que larga na frente”, conta a alagoana, vencedora da Maratona Internacional de Recife, em novembro. “Eu estava correndo de manhã e de tarde. Mas desde anteontem comecei a priorizar o treino vespertino para me adaptar ao horário da disputa”.

A fundista disputou os Jogos Olímpicos de 2008, em Pequim, na China, e terminou na 51ª colocação. Atualmente considera as africanas Eunice Kirwa e Bornes Kitur algumas das corredoras mais fortes para a prova do último dia do ano. “Eu sei que o nível será bem alto. As duas fizeram uma temporada muito boa aqui no Brasil e venceram provas importantes. Mas eu também já treinei tudo o que deveria e me sinto preparada”, garante Marily, que desembarca em São Paulo nesta terça-feira.

Presença de atletas estrangeiros na Maratona de Recife motiva amadores

Corridas de Rua · 15 nov, 2010

"Desde 2006 a cidade não sediava uma maratona e os corredores amadores garantem que além da infraestrutura oferecida aos participantes, a presença dos quenianos torna a 1ª Maratona Internacional de Recife ainda mais estimulante. Para o presidente da Federação Pernambucana de Atletismo, Warlindo Carneiro, o intercâmbio com os corredores estrangeiros é extremamente enriquecedor".

Direto de Recife - Cerca de 120 corredores da equipe Corre Recife estarão na prova desta segunda-feira (15/11), marcada para começar às 7h, no Marco Zero da Cidade. Para José Hilton, integrante do grupo de atletas da cidade, a participação de atletas estrangeiros na prova motiva ainda mais os amadores a buscar uma boa performance.

“Quenianos, em termos de corrida, o próprio nome já diz, ‘quenianos’. A gente sabe que dificilmente chegaremos perto deles, mas a presença aqui é algo muito estimulante”, afirma José, atleta de 51 anos, que estará na prova de 42 quilômetros.

Para o estreante Paulo Marques, a presença dos africanos vem para animar. “Corro apenas há três meses e vou participar da disputa de dez quilômetros. Será minha primeira competição e quem sabe um dia não chego a ser um atleta de elite”, brinca o corredor local, que trabalha como engenheiro.

Segundo Severo de Almeida, um dos fundadores da equipe Corre, a cidade nunca recebeu uma prova tão grande como essa. “A última maratona em Recife foi em 2006, nós mesmos, corredores daqui que organizamos a Maratona”, explica Severo. “A gente não tinha estrutura nem logística. Na época que fazíamos a prova, a cronometragem era feita manualmente. Além disso, essa competição deve oferecer mais segurança”, completa Almeida. Já de acordo com Gilberto Fernandes Soares, o evento poderia atrair ainda mais participantes caso oferecesse premiação por categorias.

“Eu tenho 56 anos e acredito que mais gente do Nordeste poderia vir para cá caso houvesse uma bonificação por faixa-etária também”, acredita Gilberto. Por conta disso, o veterano garante que vai correr com muita tranquilidade para curtir a prova. “Vou contemplar o percurso e não vou ter pressa, nem vou olhar o relógio”, destaca.

O presidente da Federação Pernambucana de Atletismo, Warlindo Caneiro, garante que este evento é de importância ilimitada, pois além gerar desenvolvimento para a área de esportes, também favorece outros setores da região. “O turismo é beneficiado e recebemos atletas de várias partes do país”, afirma.

“Os quenianos também são sempre bem vindos e é muito importante esse intercâmbio, que só vem para engrandecer a disputa”, reflete Warlindo. Além dos atletas Kipleting Kendagor, Nicholas Kibor Sabulei e Jacquiline Jerotich Chebor, do Quênia, estarão presente na competição grandes corredores brasileiros, como Franck Caldeira, Marco Antônio Pereira, Francisco Barbora, Marily dos Santos e Conceição Oliveira.


Presença de atletas estrangeiros na Maratona de Recife motiva amadores

Corridas de Rua · 15 nov, 2010

"Desde 2006 a cidade não sediava uma maratona e os corredores amadores garantem que além da infraestrutura oferecida aos participantes, a presença dos quenianos torna a 1ª Maratona Internacional de Recife ainda mais estimulante. Para o presidente da Federação Pernambucana de Atletismo, Warlindo Carneiro, o intercâmbio com os corredores estrangeiros é extremamente enriquecedor".

Direto de Recife - Cerca de 120 corredores da equipe Corre Recife estarão na prova desta segunda-feira (15/11), marcada para começar às 7h, no Marco Zero da Cidade. Para José Hilton, integrante do grupo de atletas da cidade, a participação de atletas estrangeiros na prova motiva ainda mais os amadores a buscar uma boa performance.

“Quenianos, em termos de corrida, o próprio nome já diz, ‘quenianos’. A gente sabe que dificilmente chegaremos perto deles, mas a presença aqui é algo muito estimulante”, afirma José, atleta de 51 anos, que estará na prova de 42 quilômetros.

Para o estreante Paulo Marques, a presença dos africanos vem para animar. “Corro apenas há três meses e vou participar da disputa de dez quilômetros. Será minha primeira competição e quem sabe um dia não chego a ser um atleta de elite”, brinca o corredor local, que trabalha como engenheiro.

Segundo Severo de Almeida, um dos fundadores da equipe Corre, a cidade nunca recebeu uma prova tão grande como essa. “A última maratona em Recife foi em 2006, nós mesmos, corredores daqui que organizamos a Maratona”, explica Severo. “A gente não tinha estrutura nem logística. Na época que fazíamos a prova, a cronometragem era feita manualmente. Além disso, essa competição deve oferecer mais segurança”, completa Almeida. Já de acordo com Gilberto Fernandes Soares, o evento poderia atrair ainda mais participantes caso oferecesse premiação por categorias.

“Eu tenho 56 anos e acredito que mais gente do Nordeste poderia vir para cá caso houvesse uma bonificação por faixa-etária também”, acredita Gilberto. Por conta disso, o veterano garante que vai correr com muita tranquilidade para curtir a prova. “Vou contemplar o percurso e não vou ter pressa, nem vou olhar o relógio”, destaca.

O presidente da Federação Pernambucana de Atletismo, Warlindo Caneiro, garante que este evento é de importância ilimitada, pois além gerar desenvolvimento para a área de esportes, também favorece outros setores da região. “O turismo é beneficiado e recebemos atletas de várias partes do país”, afirma.

“Os quenianos também são sempre bem vindos e é muito importante esse intercâmbio, que só vem para engrandecer a disputa”, reflete Warlindo. Além dos atletas Kipleting Kendagor, Nicholas Kibor Sabulei e Jacquiline Jerotich Chebor, do Quênia, estarão presente na competição grandes corredores brasileiros, como Franck Caldeira, Marco Antônio Pereira, Francisco Barbora, Marily dos Santos e Conceição Oliveira.

Atletas falam suas expectativas para Triathlon Internacional de Santos

Triathlon · 27 fev, 2010

Atualizada em 01/03 às 12h57

À véspera da 19ª edição do Triathlon Internacional de Santos, os participantes da prova que estavam no congresso técnico neste sábado, 27, comentaram sobre suas expectativas para o domingo de competição. Alguns deles destacaram a mudança nas condições do tempo e do mar, para alguns uma mudança que preocupa, para outros nem tanto…

Santos - O Triathlon Internacional de Santos que acontece na manhã deste domingo, 28, no litoral paulista fechou suas inscrições neste sábado, 27. A prova contará com a participação de cerca de 1.300 atletas, número bastante alto para a modalidade, e terá presença de esportistas vindos de seis países fora o Brasil (Alemanha, Canadá, Espanha, Estados Unidos, França e Portugal).

A triathleta alemã naturalizada americana, Nina Kraft, que participa de competições no Brasil pela terceira vez, mostra-se bastante animada para a prova, apesar do cansaço (ela chegou ao país esta sexta-feira, 26, vinda dos EUA, onde mora). “Eu gosto bastante desta prova, já estive aqui duas vezes e o clima é sempre muito receptível”, diz a atleta, “mas encaro como uma prova de treino, pois estou ainda muito cansada da viagem”. Nina acredita que o tempo estará bom para a prova e está torcendo para que não chova, mas se preocupa com as condições do mar: “parece estar agitado”, diz ela.

O santista Eduardo Garcia, que volta a participar da prova após cinco anos, também fala sobre o agito das águas, mas o fato não parece preocupá-lo tanto. “O mar está mexido, mas é normal”, diz, “teve essa melhora no tempo, mesmo que chova, pelo menos não vai ficar tão quente”. Eduardo se prepara com o triathlon deste domingo para sua primeira prova de Ironman em julho e se mostra bastante animado. “Minhas expectativas são as melhores, se fizer o dia que fez hoje [sábado], a prova vai ser perfeita”.

Para o paulistano, Paulo Roberto de Lucca, que participa da competição pela quarta vez, o objetivo principal é completar o percurso, que tem distâncias olímpicas (1,5 quilômetro de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida). Questionado se a mudança no tempo pode atrapalhar seu desempenho, Paulo abre um sorriso: “se chover é até melhor”, brinca.

Últimas Recomendações - Durante o congresso técnico da prova, a organização do evento destacou algumas regras importantes às quais todos os participantes devem estar atentos. Veja os principais pontos lembrados:

- A área de transição estará aberta das 6h às 7h45 e é recomendável chegar o mais cedo possível;
- Homens devem usar camiseta durante a parte de corrida e ciclismo da prova;
- É proibido pegar vácuo e a distância mínima entre os competidores deve ser de 15 metros;
- O tempo máximo para ultrapassagem é de 20 segundos;
- Durante todo o trajeto de ciclismo, os atletas devem portar o capacete afivelado;
- É proibido pedalar na área de transição, os competidores só podem subir na bike após passar a faixa vermelha desenhada no chão.

A largada da prova acontece às 8h deste domingo, 28, na praia do Boqueirão. Mais informações sobre o Triathlon Internacional de Santos podem ser encontradas no site oficial do evento: www.internacionaldesantos.com.br .


Atletas falam suas expectativas para Triathlon Internacional de Santos

Triathlon · 27 fev, 2010

Atualizada em 01/03 às 12h57

À véspera da 19ª edição do Triathlon Internacional de Santos, os participantes da prova que estavam no congresso técnico neste sábado, 27, comentaram sobre suas expectativas para o domingo de competição. Alguns deles destacaram a mudança nas condições do tempo e do mar, para alguns uma mudança que preocupa, para outros nem tanto…

Santos - O Triathlon Internacional de Santos que acontece na manhã deste domingo, 28, no litoral paulista fechou suas inscrições neste sábado, 27. A prova contará com a participação de cerca de 1.300 atletas, número bastante alto para a modalidade, e terá presença de esportistas vindos de seis países fora o Brasil (Alemanha, Canadá, Espanha, Estados Unidos, França e Portugal).

A triathleta alemã naturalizada americana, Nina Kraft, que participa de competições no Brasil pela terceira vez, mostra-se bastante animada para a prova, apesar do cansaço (ela chegou ao país esta sexta-feira, 26, vinda dos EUA, onde mora). “Eu gosto bastante desta prova, já estive aqui duas vezes e o clima é sempre muito receptível”, diz a atleta, “mas encaro como uma prova de treino, pois estou ainda muito cansada da viagem”. Nina acredita que o tempo estará bom para a prova e está torcendo para que não chova, mas se preocupa com as condições do mar: “parece estar agitado”, diz ela.

O santista Eduardo Garcia, que volta a participar da prova após cinco anos, também fala sobre o agito das águas, mas o fato não parece preocupá-lo tanto. “O mar está mexido, mas é normal”, diz, “teve essa melhora no tempo, mesmo que chova, pelo menos não vai ficar tão quente”. Eduardo se prepara com o triathlon deste domingo para sua primeira prova de Ironman em julho e se mostra bastante animado. “Minhas expectativas são as melhores, se fizer o dia que fez hoje [sábado], a prova vai ser perfeita”.

Para o paulistano, Paulo Roberto de Lucca, que participa da competição pela quarta vez, o objetivo principal é completar o percurso, que tem distâncias olímpicas (1,5 quilômetro de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida). Questionado se a mudança no tempo pode atrapalhar seu desempenho, Paulo abre um sorriso: “se chover é até melhor”, brinca.

Últimas Recomendações - Durante o congresso técnico da prova, a organização do evento destacou algumas regras importantes às quais todos os participantes devem estar atentos. Veja os principais pontos lembrados:

- A área de transição estará aberta das 6h às 7h45 e é recomendável chegar o mais cedo possível;
- Homens devem usar camiseta durante a parte de corrida e ciclismo da prova;
- É proibido pegar vácuo e a distância mínima entre os competidores deve ser de 15 metros;
- O tempo máximo para ultrapassagem é de 20 segundos;
- Durante todo o trajeto de ciclismo, os atletas devem portar o capacete afivelado;
- É proibido pedalar na área de transição, os competidores só podem subir na bike após passar a faixa vermelha desenhada no chão.

A largada da prova acontece às 8h deste domingo, 28, na praia do Boqueirão. Mais informações sobre o Triathlon Internacional de Santos podem ser encontradas no site oficial do evento: www.internacionaldesantos.com.br .

Mountain Do: time Vega em Movimento está ansioso

Corrida de Montanha · 21 mar, 2008

Florianópolis - Os oito atletas da equipe “Vega em Movimento” estão ansiosos para a largada do Mountain Do, prova de 70 quilômetros em revezamento pelas paisagens de Florianópolis (SC) que acontece neste domingo. Oriundos de São Francisco do Sul, cidade a 188 quilômetros da capital, o grupo chegou animado e prestou atenção em cada detalhe do Simpósio Técnico, realizado na noite desta sexta-feira santa.

Eles representam uma siderúrgica na qual trabalham e alguns membros já participaram de provas nos moldes do Mountain Do, mas esta será a estréia deles como grupo em competições de revezamento cross country. A expectativa é de completar o percurso, sem pretensão de pódio ou obter boa colocação na categoria.

A intenção principal da equipe no evento é colocar os funcionários para se movimentar, para praticar um esporte e melhorar a qualidade de vida, para que todos possam trabalhar e viver melhor. Trata-se de um projeto estendido a todos que trabalham na fábrica.

Para o representante do octeto, Fabiano José de Miranda, esta não é uma prova comum, mas sim uma prova de aventura. “Não teremos trechos planos, nem asfalto, mas sim subidas de trilhas e montanhas com galhos”. Ele fará o percurso final, de 11 quilômetros, o qual ele considera um dos mais fáceis. “Espero que seja, a não ser que eles tenham enganado a gente no Simpósio”. A largada da prova acontece a partir das 8h no resort localizado na praia do Costão do Santinho.


Mountain Do: time Vega em Movimento está ansioso

Corrida de Montanha · 21 mar, 2008

Florianópolis - Os oito atletas da equipe “Vega em Movimento” estão ansiosos para a largada do Mountain Do, prova de 70 quilômetros em revezamento pelas paisagens de Florianópolis (SC) que acontece neste domingo. Oriundos de São Francisco do Sul, cidade a 188 quilômetros da capital, o grupo chegou animado e prestou atenção em cada detalhe do Simpósio Técnico, realizado na noite desta sexta-feira santa.

Eles representam uma siderúrgica na qual trabalham e alguns membros já participaram de provas nos moldes do Mountain Do, mas esta será a estréia deles como grupo em competições de revezamento cross country. A expectativa é de completar o percurso, sem pretensão de pódio ou obter boa colocação na categoria.

A intenção principal da equipe no evento é colocar os funcionários para se movimentar, para praticar um esporte e melhorar a qualidade de vida, para que todos possam trabalhar e viver melhor. Trata-se de um projeto estendido a todos que trabalham na fábrica.

Para o representante do octeto, Fabiano José de Miranda, esta não é uma prova comum, mas sim uma prova de aventura. “Não teremos trechos planos, nem asfalto, mas sim subidas de trilhas e montanhas com galhos”. Ele fará o percurso final, de 11 quilômetros, o qual ele considera um dos mais fáceis. “Espero que seja, a não ser que eles tenham enganado a gente no Simpósio”. A largada da prova acontece a partir das 8h no resort localizado na praia do Costão do Santinho.