Atletismo · 19 set, 2006
Segundo agências internacionais, o recordista mundial nos 200 e 400 metros, Michael Johnson, afirmou que a velocista americana Marion Jones deveria encerrar a carreira após ter sido envolvida em caso de doping. Segundo ele, mesmo após a contraprova para o uso de eritropoietina ter dado negativa, a imagem da atleta já está comprometida.
Para seu próprio bem e do esporte, seria melhor que ela se retirasse sem alarde, afirmou Johnson. Aos 30 anos, a detentora de três medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Sydney foi relacionada ao escândalo dos laboratórios Balco, que forneciam produtos dopantes para os atletas, mas sempre negou o envolvimento.
Já houve muito dano para a reputação dela e as pessoas com quem ela se envolveu nos últimos anos se envolveram em grandes escândalos de doping no esporte, disse Michael, se referindo ao ex-marido de Jones, Tim Montgomery. O ex-recordista dos 100 metros anunciou a aposentadoria das pistas em 2005 após receber uma punição de dois anos por uso de substâncias proibidas.
Mesmo sob a iminência de ser suspensa por dois anos caso a contraprova fosse positiva, ela vem lutando para manter a forma e pretende obter uma vaga nas Olimpíadas de Pequim 2008. Em junho desse ano ela venceu o Mundial dos 100 metros nos Estados Unidos, com o tempo de 11seg10.
Atletismo · 29 ago, 2006
A velocista Marion Jones, detentora de cinco medalhas nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, teve um resultado positivo para doping em junho passado e essa semana fará a contraprova. A substância detectada foi eritropoietina (EPO).
Se a contraprova for positiva também, a atleta de 30 anos terá que encarar uma suspensão de dois anos e a anulação de todos os seus títulos anteriores a junho. O teste será realizado no UCLA, o Laboratório Olímpico Analítico, em Los Angeles.
Jones está sobre vigilância da Agência Anti-Doping Americana desde que foi envolvida no escândalo dos laboratórios Balco, que forneciam produtos dopantes para os atletas, mas ela vem negando o envolvimento desde então.
Howard Jacobs, que já representou o companheiro de Jones, Tim Montgomery no caso de doping, será o responsável por tentar limpar a imagem da velocista no escândalo.
Atletismo · 31 jul, 2006
O velocista americano Justin Gatlin anunciou no sábado que teve teste positivo no exame antidoping de um revezamento em Kansas, Estados Unidos. A prova aconteceu no mês de abril e em nota oficial a substância acusada no teste foi a testosterona.
Mas segundo o atleta, ele não usou nenhum tipo de substância acusada no doping. Agora a Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) irá analisar e investigar o caso. Se for confirmado o doping, Gatlin será punido.
Como esta não é a primeira vez que o americano se envolve com doping, em 2001 ele usou anfetamina após tomar um medicamento, se ele for flagrado novamente sua punição será o afastamento total do atletismo.
Atletismo · 28 jul, 2006
Mas isso não é novidade. Atualmente muitos atletas de elite, quando não têm a possibilidade de treinarem na altitude, equipam suas casas com câmaras que liberam pouco oxigênio e com isso fazem o corpo produzir mais glóbulos vermelhos. Estes melhoram a performance do atleta.
Segundo o jornal americano New York Times, a Wada anunciou que o uso dessas tendas, conhecidas também como câmaras hipobáricas, pode ser considerada uma forma de doping. Isto porque, vai contra o verdadeiro espírito esportivo.
No mês de setembro a agência irá decidir se incluirá ou não o uso das tendas de altitude na lista das Substâncias e Métodos Proibidos para 2007. Nos Estados Unidos o assunto é polêmico.
Grandes nomes do atletismo americano usam esse método. O técnico dos maratonistas da Nike, Alberto Salazar, disse em entrevista ao New York Times que se as tendas de altitude fossem proibidas, o efeito nos Estados Unidos iria ser devastador. Segundo o treinador, quatro dos seus atletas fazem o uso das tendas.
Brasil - No Brasil o uso de câmaras hipobáricas não é comum. Segundo o treinador do maratonista Vanderlei Cordeiro, Ricardo D´Angelo, os fundistas brasileiros não utilizam esse método. Pelo que eu sei, no atletismo brasileiro nenhum atleta já utilizou ou utiliza essas câmaras como recurso para melhorar a condição física. Eu só tenho o conhecimento que alguns triathletas já usaram isso, revela.
Se você for analisar pelo mérito da questão, eles (Wada) têm razão. Porque uma maneira natural de você tentar melhorar o transporte do oxigênio de um atleta é expor ele a condições ambientais favoráveis a isso. Quais são essas condições? São aquelas encontradas na altitude onde a pressão barométrica é menor. Essas câmaras deixam a pressão barométrica baixa e simulam esse ambiente. Isso não é natural, conta o treinador. O certo é ir para uma cidade de altitude onde você está sob o efeito natural, acrescenta.
Mas para Ricardo D´Angelo o assunto ainda tem que ser discutido um pouco mais. Se você for pegar outros recursos o assunto fica muito complexo. Os calçados, por exemplo, alguns são melhores do que outros, porque oferecem recursos extras. São equipamentos produzidos pelos homens para melhorar a performance do atleta. Porém são equipamentos que você não tem nenhuma influência direta na melhora do metabolismo. Mas também não deixa de ser uma ajuda para o atleta. É uma questão polêmica que merece mais discussão.
Corridas de Rua · 22 jan, 2006
Depois do considerável aumento de casos de doping no atletismo brasileiro registrado nos últimos anos, a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) intensificará o combate ao uso de substâncias proibidas através da Agência Nacional Anti-Doping (ANAD). O órgão, filiado à CBAt, passa a contar com um novo médico responsável: O Dr. Rafael de Souza Trindade.
Dr. Trindade possui, segundo a CBAt, grande experiência no combate ao doping. O médico integra a equipe do Dr. Eduardo Henrique De Rose, um dos grandes especialistas do mundo na matéria. Com a nomeação do novo médico responsável, a ANAD passa a ter a seguinte estrutura: A Presidência será comandada pelo do Dr. Thomaz Mattos de Paiva, oficial Anti-Doping da CBAt e o Dr. Rafael será o médico oficial. A ANAD contará com a estrutura administrativa do Departamento Técnico da CBAt para sua atuação.
Como é do conhecimento de todos, a CBAt irá implementar, ainda mais, o combate ao doping no Atletismo em 2006; nos próximos dias já estarão chegando os 1.000 kits de coleta importados da entidade, o que pemitira um amplo programa, tanto de controles em competições, como fora delas., informa a CBAt.
Maratona · 18 dez, 2005
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) confirmou mais duas suspensões por uso de doping por fundistas brasileiros, os atletas em questão são o maratonista Aleudo do Santos e o ultramaratonista Sebastião da Guia Neto, conforme pode-se observar abaixo nos comunicados expedidos na última sexta-feira pela CBAt. Leia na íntegra as notas oficiais.
Caso Aleudo
Manaus - A Confederação Brasileira de Atletismo lamenta informar que o laboratório credenciado pela WADA/IAAF, com sede no Rio de Janeiro comunicou a esta entidade, que identificou, na amostra de urina "A" do atleta ALEUDO FRANCISCO DOS SANTOS (Registro 7493-MG), coletada no dia 18 de setembro de 2005, na cidade de São Paulo, SP, durante a prova "13ª. Maratona Pão de Açúcar de Revezamento", a presença da substância proibida Mefentermina e seu metabólito Fentermina.
Em conformidade com o disposto nas normas da WADA/IAAF, o atleta foi comunicado em 28 de novembro de 2005 do resultado analítico adverso na amostra "A" de sua urina, coletada no evento acima, pela CBAt, tendo apresentado suas justificativas em 29 de novembro de 2005, as quais não foram aceitas pela CBAt, tendo a confederação comunicado ao atleta em 15 de dezembro de 2005 este fato, considerando o resultado analítico adverso como infração de dopagem, de conformidade com as Normas da WADA/IAAF. O atleta em suas explicações recebidas pela CBAt em 29 de novembro de 2005, declinou do direito da análise da amostra "B" de sua urina. Em função desse fato, a CBAt emitiu Portaria suspendendo o atleta provisoriamente desde o dia 15 de dezembro de 2005, tendo o mesmo o prazo de quatorze dias a contar dessa data para exercer o direito de solicitar uma audiência perante o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) da CBAt, conforme determinam as Regras da IAAF.
Caso Sebastião da Guia:
Manaus - A Confederação Brasileira de Atletismo lamenta informar que o laboratório credenciado pela WADA/IAAF, com sede em Paris, França, comunicou a esta entidade, nesta data, que identificou, na amostra de urina "B" do atleta SEBASTIÃO FERREIRA DA GUIA NETO (Registro 26823-RJ), coletada no dia 12 de junho de 2005, na cidade de Roche La Moliere, França, durante a prova "24 Horas de Roche", a presença da substância proibida Hidroclorotiazida, confirmando o achado analítico adverso encontrado na amostra "A" da mesma urina em análise anterior.
Em conformidade com o disposto nas normas da WADA/IAAF, o atleta foi comunicado em 18 de agosto de 2005 do resultado analítico adverso na amostra "A" de sua urina, coletada no evento acima, pela CBAt, tendo apresentado suas justificativas em 22 de agosto de 2005, as quais não foram aceitas pela CBAt, tendo a confederação comunicado ao atleta em 18 de outubro de 2005 este fato, considerando o resultado analítico adverso como infração de dopagem, de conformidade com as Normas da WADA/IAAF. A atleta solicitou o exame "B" de sua urina pelo laboratório credenciado pela WADA/IAAF em Paris, fato que ocorreu no dia 17 de novembro de 2005. Em função do resultado da amostra "B" confirmar o resultado da amostra "A", a CBAt emitiu Portaria suspendendo a atleta provisoriamente desde o dia 18 de outubro de 2005, tendo o mesmo o prazo de quatorze dias a contar desta data para exercer o direito de solicitar uma audiência perante o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) da CBAt, conforme determinam as Regras da IAAF.
Atletismo · 15 dez, 2005
Depois de ser suspenso por doping, o velocista americano Tim Montgomery anunciou sua aposentadoria. Aos 30 anos ele foi acusado pela Corte Arbitral do Esporte de usar substâncias proibidas no atletismo, com isso sua punição foi o afastamento por dois anos das competições.
O americano já foi considerado o homem mais rápido do mundo, quando em 2001 bateu o recorde dos 100m rasos. Segundo o atleta, a decisão da Corte foi injusta e por isso ele irá se aposentar.
Atletismo · 13 dez, 2005
O velocista americano Tim Montgomery foi suspenso por dois anos por causa de doping. O ex-recordista mundial dos 100m rasos, prova que elege o homem mais rápido do mundo, foi acusado de usar substâncias proibidas no esporte.
O caso teve dois anos de investigação e só agora a sentença final foi dada. Segundo agências internacionais, Montgomery ficou revoltado com a suspensão. O americano foi acusado de ter consumido substância proibida pela a IAAF no ano em que ele bateu o recorde dos 100 metros rasos.
O caso também está envolvido com os laboratórios Balco. Este é acusado de ter fornecido o esteróide THG para alguns velocistas americanos. Logo que o THG foi desenvolvido a substância não era pega nos exames antidoping.
Atletismo · 25 nov, 2005
A Agência Mundial Antidoping (Wada) inaugurou nessa última quinta-feira o primeiro escritório da instituição na América Latina. A cidade escolhida foi Montevidéu, no Uruguai. Segundo o diretor geral da Wada, David Howman, a iniciativa é importante porque ajudará ao combate do doping na região, além de ser uma forma de ficar mais perto das federações de atletismo da América Latina.
O escritório latino começa a funcionar no início de 2006. Este será gerenciado por Diego Torres Villegas. Ao todo a Wada tem quatro escritórios em diferentes regiões do mundo Europa, Ásia, África e agora na América Latina.
Corridas de Rua · 18 nov, 2005
A Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat) anunciou oficialmente nessa última quinta feira que a atleta Marizete Rezende pode voltar ás competições. Segundo a Cbat, o seu período de suspensão por infração de dopagem foi encerrado.
Durante o período de suspensão, Marizete cumpriu as exigências para retorno às provas de atletismo conforme as regras da IAAF (Associação Internacional das Federações de Atletismo). Marizete já participou de uma prova no último domingo na Meia-Maratona de Tocantins.
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