criança

8 corridas infantis para seu atletinha participar em 2018

Corridas de Rua · 22 maio, 2018

Crianças amam correr. Basta aprender os primeiros passinhos em pé que as pequenas perninhas começam a conquistar o mundo. Por mais que deixem os pais loucos e preocupados essa descoberta é a maior diversão dos pequenos. E pode se tornar amor ao esporte […]

WRUN 2018: A ruas do Jockey foram tomadas pela força feminina

Corridas de Rua · 23 abr, 2018

 “Que evento é esse?” me perguntou o motorista do Uber intrigado quando chegamos perto do Jockey Clube de São Paulo às 06h30 de um domingo com as ruas tomadas por meias e camisas rosa pink e um bom humor que […]

Obesidade infantil: entenda como lidar

Bem Estar · 08 set, 2017

A obesidade infantil é uma epidemia mundial e deve receber atenção especial para que não crie problemas futuros, além dos riscos no presente. O sobrepeso pode acarretar doenças como diabetes, aumento na aterosclerose e doenças cardiovasculares, além do bullying por estar […]

Atletas mirins também devem ficar atentos aos exames de saúde

Como parte da educação e para a saúde futura, crianças iniciam a prática de esportes precocemente. A cobrança de alguns pais, não aceitando as derrotas é quase um modelo. O destaque esportivo da criança leva os responsáveis muitas vezes investir num futuro profissional (e rico) obrigando seu filho se submeter a treinamentos fortes, na maior parte das vezes, sem exame médico especializado. Neste cenário vemos crianças e adolescentes começando a sentir o peso das competições e a pressão por bons resultados. Além dos excessos físicos e risco para a saúde não são poucos os ótimos atletas mirins que desistem por estarem saturados das cobranças e dedicação espartana necessárias para vencerem como atletas.

Fizemos um levantamento com cerca de 700 garotos federados com idade entre 14 e 18 anos de um grande clube de São Paulo, e detectamos 23% deles com alterações benignas, ou duvidosa, no eletrocardiograma, sem nenhuma queixa de nada. Além disso, encontramos “sopro” no coração, pressão arterial no limite, anemia e incrível, até taxas elevadas de colesterol e triglicérides, provenientes de erros alimentares.

Outra pesquisa com 120 garotos da mesma faixa etária, das “peneiras de futebol” de quatro clubes paulistas, apontaram o mesmo tipo de alterações no eletrocardiograma em 17% dos garotos. No primeiro caso os garotos avaliados pertencem a uma classe social alta, enquanto que no segundo a classe é mais baixa. Isso revela que as anormalidades cardíacas independem de classe social e podem se manifestar em qualquer indivíduo. Por isso, a realização periódica de exames clínicos especializados é essencial.

A necessidade de maior força física implica em mais treinamento e, conseqüentemente, maior esforço para as articulações, deixando as mesmas mais propensas às lesões. Esses traumas podem ser apenas de ligamentos, ou até mesmo fraturas e deslocamentos dramáticos da articulação.

A prática esportiva fortalece o organismo e mantém as condições de vida saudável. Porém, para ter certeza que o exercício só trará benefício, é preciso ter em mente as principais precauções a serem tomadas, a fim de não ocorrerem lesões antes ou durante a prática do exercício.

Por isso é sempre bom seguir algumas recomendações:

  • Buscar informações com o pediatra;
  • Fazer pelo menos um eletrocardiograma anual (exigir laudo de um cardiologista);
  • Até os 12 anos fazer um “aprendizado dos esportes”, para a criança escolher o esporte que quer praticar. Não a force fazer o que não tem vontade;
  • Procurar um médico especialista caso a criança sinta qualquer anormalidade ao praticar esporte;
  • Realizar bateria de exames completos, caso participe de competição;
  • Não exagerar nos treinamento e cobranças. Muitos abandonaram carreiras promissoras na primeira oportunidade;
  • Escolher o material adequado para o esporte de sua preferência;
  • Antes de começar qualquer atividade física, procure um especialista;
  • Ao primeiro sinal de dor, pare o exercício;
  • Não aumente a carga no treino sem a orientação de um professor.


  • Atletas mirins também devem ficar atentos aos exames de saúde

    Caminhada · 29 jul, 2009

    Como parte da educação e para a saúde futura, crianças iniciam a prática de esportes precocemente. A cobrança de alguns pais, não aceitando as derrotas é quase um modelo. O destaque esportivo da criança leva os responsáveis muitas vezes investir num futuro profissional (e rico) obrigando seu filho se submeter a treinamentos fortes, na maior parte das vezes, sem exame médico especializado. Neste cenário vemos crianças e adolescentes começando a sentir o peso das competições e a pressão por bons resultados. Além dos excessos físicos e risco para a saúde não são poucos os ótimos atletas mirins que desistem por estarem saturados das cobranças e dedicação espartana necessárias para vencerem como atletas.

    Fizemos um levantamento com cerca de 700 garotos federados com idade entre 14 e 18 anos de um grande clube de São Paulo, e detectamos 23% deles com alterações benignas, ou duvidosa, no eletrocardiograma, sem nenhuma queixa de nada. Além disso, encontramos “sopro” no coração, pressão arterial no limite, anemia e incrível, até taxas elevadas de colesterol e triglicérides, provenientes de erros alimentares.

    Outra pesquisa com 120 garotos da mesma faixa etária, das “peneiras de futebol” de quatro clubes paulistas, apontaram o mesmo tipo de alterações no eletrocardiograma em 17% dos garotos. No primeiro caso os garotos avaliados pertencem a uma classe social alta, enquanto que no segundo a classe é mais baixa. Isso revela que as anormalidades cardíacas independem de classe social e podem se manifestar em qualquer indivíduo. Por isso, a realização periódica de exames clínicos especializados é essencial.

    A necessidade de maior força física implica em mais treinamento e, conseqüentemente, maior esforço para as articulações, deixando as mesmas mais propensas às lesões. Esses traumas podem ser apenas de ligamentos, ou até mesmo fraturas e deslocamentos dramáticos da articulação.

    A prática esportiva fortalece o organismo e mantém as condições de vida saudável. Porém, para ter certeza que o exercício só trará benefício, é preciso ter em mente as principais precauções a serem tomadas, a fim de não ocorrerem lesões antes ou durante a prática do exercício.

    Por isso é sempre bom seguir algumas recomendações:

  • Buscar informações com o pediatra;
  • Fazer pelo menos um eletrocardiograma anual (exigir laudo de um cardiologista);
  • Até os 12 anos fazer um “aprendizado dos esportes”, para a criança escolher o esporte que quer praticar. Não a force fazer o que não tem vontade;
  • Procurar um médico especialista caso a criança sinta qualquer anormalidade ao praticar esporte;
  • Realizar bateria de exames completos, caso participe de competição;
  • Não exagerar nos treinamento e cobranças. Muitos abandonaram carreiras promissoras na primeira oportunidade;
  • Escolher o material adequado para o esporte de sua preferência;
  • Antes de começar qualquer atividade física, procure um especialista;
  • Ao primeiro sinal de dor, pare o exercício;
  • Não aumente a carga no treino sem a orientação de um professor.

  • Programa de corrida treina meninas americanas

    Corridas de Rua · 19 out, 2004

    Segundo médicos e especialistas, as crianças americanas estão cada vez mais sedentárias. Por isso algumas associações dos Estados Unidos criaram programas de incentivo ao esporte. Um exemplo é o Girls on the Run de Chicago. Este é um programa de corrida para as meninas da terceira e quinta série do colégio, que tem como objetivo preparar as garotas para uma vida mais saudável.

    Durante oito semanas do outono e do inverno o programa faz um treinamento intensivo de corrida para as meninas. Para isso o Girls on the Run vai duas vezes por semana nos colégios, bairros e clubes de Chicago. E nesses encontros supervisiona o treino da criançada.

    No final das oito semanas todas as meninas participam de uma prova de cinco quilômetros junto com adultos. Para os organizadores do programa ao cruzar a linha de chegada as garotas ficam felizes e muitas delas continuam praticando o esporte.

    No ano passado o Girls on the Run treinou 600 crianças. Vale lembrar que o programa não tem fins lucrativos.