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Etiópia irá definir participação de Gebrselassie na maratona olímpica

Maratona · 18 mar, 2008

Parece que a decisão de participar da maratona das Olimpíadas de Pequim não ficará apenas com Haile Gebrselassie. O etíope, recordista mundial da modalidade, anunciou que ficaria fora da prova de 42 quilômetros por causa da poluição de Pequim e dos seus problemas asmáticos.

Mas, segundo a Federação de Atletismo da Etiópia, em entrevista dada a agência de notícia Reuters, é a federação, representante de uma nação, que determinará se Haile poderá competir ou não a maratona olímpica.

“A Federação da Etiópia convocará a equipe de atletismo do país no fim de abril baseado nos critérios de qualificação, na qual leva em consideração as atuais condições e desempenhos dos atletas”, revela Dube Jillo, diretor técnico da Federação de Atletismo da Etiópia.

Até a decisão do país, Haile fica sem saber se irá ou não para a maratona olímpica. O atleta apenas esboçou que ao invés de correr os 42 quilômetros, pretende participar dos 10 mil metros.

COI - O Comitê Olímpico Internacional revelou que já tomou medidas para diminuir a poluição do ar de Pequim. Se no dia da competição, o ar estiver carregado, a maratona poderá até ser transferida para outra data.

Comitê Olímpico Internacional analisa qualidade do ar de Pequim

A saúde dos atletas que participarão dos Jogos Olímpicos de Pequim este ano é uma das preocupações do Comitê Olímpico Internacional (COI), motivo pelo qual uma junta médica tem analisado a qualidade do ar na capital chinesa. Uma série de fatores foi avaliada, tais como vento, umidade, Ozônio, Dióxido de Enxofre (SO2), Óxido Nítrico (NO2) e Partículas Inaláveis (PM10).

A amostragem ocorreu durante eventos-teste em agosto do ano passado e no Mundial Júnior da Iaaf, ocorrido em agosto de 2006 e os resultados apontam que nenhum problema foi reportado em detrimento da poluição e que a saúde dos atletas não foi prejudicada. Apesar disto, várias medidas têm sido adotadas para melhorar a qualidade do ar, que até o início dos jogos deve ser melhor do que em 2007 e 2006.

Para eventos outdoor, que incluem pelo menos uma hora de esforço físico em alto nível, tais como maratona, triathlon e marcha atlética, os estudos da Comissão Médica do COI indicam que pode haver risco à saúde. Desta forma, em conjunto com as Confederações Internacionais, o Comitê vai estudar “planos B” para estes eventos.

Entre as medidas estão o monitoramento contínuo da qualidade do ar e das condições metereológicas dos locais de competição, o estudo de relatórios oriundos do Escritório de Proteção Ambiental de Pequim e até o adiamento do evento caso seja necessário. “Assim como em todos os jogos olímpicos, queremos assegurar que os riscos sejam minimizados e que medidas sejam tomadas para proteger a saúde dos atletas”, afirma Arne Ljungqvist, presidente da Comissão Médica da Iaaf e do COI.


Comitê Olímpico Internacional analisa qualidade do ar de Pequim

Maratona · 17 mar, 2008

A saúde dos atletas que participarão dos Jogos Olímpicos de Pequim este ano é uma das preocupações do Comitê Olímpico Internacional (COI), motivo pelo qual uma junta médica tem analisado a qualidade do ar na capital chinesa. Uma série de fatores foi avaliada, tais como vento, umidade, Ozônio, Dióxido de Enxofre (SO2), Óxido Nítrico (NO2) e Partículas Inaláveis (PM10).

A amostragem ocorreu durante eventos-teste em agosto do ano passado e no Mundial Júnior da Iaaf, ocorrido em agosto de 2006 e os resultados apontam que nenhum problema foi reportado em detrimento da poluição e que a saúde dos atletas não foi prejudicada. Apesar disto, várias medidas têm sido adotadas para melhorar a qualidade do ar, que até o início dos jogos deve ser melhor do que em 2007 e 2006.

Para eventos outdoor, que incluem pelo menos uma hora de esforço físico em alto nível, tais como maratona, triathlon e marcha atlética, os estudos da Comissão Médica do COI indicam que pode haver risco à saúde. Desta forma, em conjunto com as Confederações Internacionais, o Comitê vai estudar “planos B” para estes eventos.

Entre as medidas estão o monitoramento contínuo da qualidade do ar e das condições metereológicas dos locais de competição, o estudo de relatórios oriundos do Escritório de Proteção Ambiental de Pequim e até o adiamento do evento caso seja necessário. “Assim como em todos os jogos olímpicos, queremos assegurar que os riscos sejam minimizados e que medidas sejam tomadas para proteger a saúde dos atletas”, afirma Arne Ljungqvist, presidente da Comissão Médica da Iaaf e do COI.

Franck Caldeira busca marca olímpica na Maratona de Paris

O maratonista brasileiro Franck Caldeira, medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, ainda segue na luta para obter uma vaga na Olimpíada de Pequim deste ano. Tido como certo para a Meia Maratona de São Paulo no último domingo (09), ele não pôde participar devido a uma gripe e preferiu se poupar para treinar forte na tentativa de obter o índice.

De acordo com seu treinador, Dr. Henrique Vianna, por causa de uma série de compromissos com os patrocinadores, ele tentará baixar seu atual tempo (2h14min03) “numa cartada só”, na Maratona de Paris (França), dia seis de abril. “A orientação é de fazer uma prova com tática e técnica, para caso não se sinta bem parar e buscar a marca em uma outra prova”.

Atualmente Franck treina em Itatiaia (MG), a 2.400 metros de altitude, local conhecido pelo corredor. De acordo com seu treinador, Franck e outros atletas da equipe já usaram a cidade mineira como sede dos treinos e depois obteram bons resultados em diversas competições. “A preocupação é que todo atleta alcança facilmente o topo, mas não permanece lá em cima por muito tempo, pois sempre tem os bajuladores, os aplausos, os falsos amigos e os compromissos ficam inevitáveis”, lembra Viana que afirma ser necessário conviver com essa situação.

Correndo forte - Sobre a marca a ser alcançada por seu pupilo, o treinador lembra que nesta mesma época do ano passado, ele competiu a Maratona de Padova, na Itália e tinha como projeção correr 2h10min, mas devido à dores nas costas, precisou abandonar. “Em Paris estamos confiantes que ele corra na marca de 2h11 a 2h10”, enfatiza o treinador que acompanha o mineiro desde a época das disputas na categoria juvenil.

Franck atualmente ocupa a quinta colocação do ranking brasileiro de maratona, atrás de Clodoaldo Gomes (2h13min59); Vanderlei Cordeiro de Lima (2h12min53), José Teles (2h12min23) e Marílson Gomes (2h08min37). Além da forma física, o atleta natural de Sete Lagoas (MG), precisará de muita concentração e preparo psicológico, já que a janela para obtenção de índice se fecha no dia 20 de julho.


Franck Caldeira busca marca olímpica na Maratona de Paris

Maratona · 14 mar, 2008

O maratonista brasileiro Franck Caldeira, medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, ainda segue na luta para obter uma vaga na Olimpíada de Pequim deste ano. Tido como certo para a Meia Maratona de São Paulo no último domingo (09), ele não pôde participar devido a uma gripe e preferiu se poupar para treinar forte na tentativa de obter o índice.

De acordo com seu treinador, Dr. Henrique Vianna, por causa de uma série de compromissos com os patrocinadores, ele tentará baixar seu atual tempo (2h14min03) “numa cartada só”, na Maratona de Paris (França), dia seis de abril. “A orientação é de fazer uma prova com tática e técnica, para caso não se sinta bem parar e buscar a marca em uma outra prova”.

Atualmente Franck treina em Itatiaia (MG), a 2.400 metros de altitude, local conhecido pelo corredor. De acordo com seu treinador, Franck e outros atletas da equipe já usaram a cidade mineira como sede dos treinos e depois obteram bons resultados em diversas competições. “A preocupação é que todo atleta alcança facilmente o topo, mas não permanece lá em cima por muito tempo, pois sempre tem os bajuladores, os aplausos, os falsos amigos e os compromissos ficam inevitáveis”, lembra Viana que afirma ser necessário conviver com essa situação.

Correndo forte - Sobre a marca a ser alcançada por seu pupilo, o treinador lembra que nesta mesma época do ano passado, ele competiu a Maratona de Padova, na Itália e tinha como projeção correr 2h10min, mas devido à dores nas costas, precisou abandonar. “Em Paris estamos confiantes que ele corra na marca de 2h11 a 2h10”, enfatiza o treinador que acompanha o mineiro desde a época das disputas na categoria juvenil.

Franck atualmente ocupa a quinta colocação do ranking brasileiro de maratona, atrás de Clodoaldo Gomes (2h13min59); Vanderlei Cordeiro de Lima (2h12min53), José Teles (2h12min23) e Marílson Gomes (2h08min37). Além da forma física, o atleta natural de Sete Lagoas (MG), precisará de muita concentração e preparo psicológico, já que a janela para obtenção de índice se fecha no dia 20 de julho.

Vanderlei Cordeiro deve baixar tempo na Maratona

Atualizada em 14/03 às 8h50

Vanderlei Cordeiro de Lima, herói olímpico em Atenas no ano de 2004, atualmente possui 2h12min53 na maratona e tentará baixar esta marca para garantir uma vaga na Olimpíada de Pequim. Este tempo lhe proporciona o índice “A” requerido para a convocação e lhe coloca na terceira posição do ranking brasileiro, atrás de Marílson Gomes (2h08min37) e José Teles (2h12min23).

O paranaense participou no último domingo da Meia Maratona de São Paulo, prova utilizada como complemento dos treinos e onde chegou na segunda colocação, atrás do queniano Kiprono Mutai. “Aos poucos estou recuperando a minha melhor forma, ainda não estou 100% mas o objetivo principal é a maratona de Turim (Itália), no dia 13 de abril”.

Ainda em fase de preparação ele vai disputar no dia 23 de março uma prova em Vitória (ES) de 13 quilômetros, onde fará mais uma avaliação de sua condição física. Cordeiro também mesclará treinos de altitude na cidade de Campos do Jordão (São Paulo) e Paipa (Colômbia) e evitou fazer uma previsão de qual tempo seria o ideal para obter a vaga.

Expectativa - “O importante é fazer uma prova com a cabeça”, ressalta o corredor de 38 anos. “Não pretendo fazer a melhor marca da minha vida, mas sim um tempo que me garanta entre os três nas olimpíadas”, completa. Ele e seu treinador, Ricardo Ricardo D’Angelo, ainda devem estipular a melhor estratégia para a maratona italiana.

Caso ele consiga a vaga, esta seria sua quarta participação em olimpíadas, já que ele esteve em Atlanta no ano de 1996, em Sidney no ano 2000 e, mais recentemente em Atenas 2004, onde conquistou o bronze na maratona. A terceira posição foi a melhor alcançada por um brasileiro, já que antes dele Luís Antônio dos Santos havia obtido a 10ª colocação em Atlanta.


Vanderlei Cordeiro deve baixar tempo na Maratona

Maratona · 13 mar, 2008

Atualizada em 14/03 às 8h50

Vanderlei Cordeiro de Lima, herói olímpico em Atenas no ano de 2004, atualmente possui 2h12min53 na maratona e tentará baixar esta marca para garantir uma vaga na Olimpíada de Pequim. Este tempo lhe proporciona o índice “A” requerido para a convocação e lhe coloca na terceira posição do ranking brasileiro, atrás de Marílson Gomes (2h08min37) e José Teles (2h12min23).

O paranaense participou no último domingo da Meia Maratona de São Paulo, prova utilizada como complemento dos treinos e onde chegou na segunda colocação, atrás do queniano Kiprono Mutai. “Aos poucos estou recuperando a minha melhor forma, ainda não estou 100% mas o objetivo principal é a maratona de Turim (Itália), no dia 13 de abril”.

Ainda em fase de preparação ele vai disputar no dia 23 de março uma prova em Vitória (ES) de 13 quilômetros, onde fará mais uma avaliação de sua condição física. Cordeiro também mesclará treinos de altitude na cidade de Campos do Jordão (São Paulo) e Paipa (Colômbia) e evitou fazer uma previsão de qual tempo seria o ideal para obter a vaga.

Expectativa - “O importante é fazer uma prova com a cabeça”, ressalta o corredor de 38 anos. “Não pretendo fazer a melhor marca da minha vida, mas sim um tempo que me garanta entre os três nas olimpíadas”, completa. Ele e seu treinador, Ricardo Ricardo D’Angelo, ainda devem estipular a melhor estratégia para a maratona italiana.

Caso ele consiga a vaga, esta seria sua quarta participação em olimpíadas, já que ele esteve em Atlanta no ano de 1996, em Sidney no ano 2000 e, mais recentemente em Atenas 2004, onde conquistou o bronze na maratona. A terceira posição foi a melhor alcançada por um brasileiro, já que antes dele Luís Antônio dos Santos havia obtido a 10ª colocação em Atlanta.

Marílson não corre maratona no primeiro semestre

Marílson Gomes, um dos principais nomes do atletismo brasileiro e pré-qualificado para a maratona dos Jogos Olímpicos de Pequim deste ano, não vai disputar provas de 42 quilômetros nesse semestre. De acordo com o atleta, seu atual tempo na modalidade, 2h08min37, é uma marca confortável para ir aos Jogos. “Eu meu técnico Adauto Domingues vamos planejando aos poucos as provas, de acordo com a evolução do treinamento”, ressalta.

Segundo ele, algumas competições de 10 quilômetros até meia maratona estão no planejamento. “Provavelmente eu vá para o Mundial de Cross Country na Escócia representar o país e depois devo correr algumas provas de rua, para revezar um pouco”, comenta o brasileiro sobre o fato de ter se qualificado para o mundial após a vitória no Sul-americano da categoria, no último dia dois, em Assunção (Paraguai).

Com o passaporte praticamente carimbado para Pequim, o brasiliense já pensa na estratégia para a disputa dos 42,1 quilômetros e sabe que não terá vida fácil. “Será uma prova com clima não favorável e tudo pode acontecer, acho que se dará melhor quem estiver mais adaptado no dia”.

Domingo passado (09) ele esteve presente na Meia Maratona Internacional de São Paulo como padrinho da prova, junto com sua esposa Juliana, para prestigiar os corredores e ficar de olho nos concorrentes, já que os também pré-qualificados José Teles e Vanderlei Cordeiro de Lima disputaram os 21,1 quilômetros. “Vim para dar uma força para o pessoal, já que não estava no cronograma disputar esta prova”, finaliza o fundista que em agosto deste ano completa 30 anos.


Marílson não corre maratona no primeiro semestre

Maratona · 12 mar, 2008

Marílson Gomes, um dos principais nomes do atletismo brasileiro e pré-qualificado para a maratona dos Jogos Olímpicos de Pequim deste ano, não vai disputar provas de 42 quilômetros nesse semestre. De acordo com o atleta, seu atual tempo na modalidade, 2h08min37, é uma marca confortável para ir aos Jogos. “Eu meu técnico Adauto Domingues vamos planejando aos poucos as provas, de acordo com a evolução do treinamento”, ressalta.

Segundo ele, algumas competições de 10 quilômetros até meia maratona estão no planejamento. “Provavelmente eu vá para o Mundial de Cross Country na Escócia representar o país e depois devo correr algumas provas de rua, para revezar um pouco”, comenta o brasileiro sobre o fato de ter se qualificado para o mundial após a vitória no Sul-americano da categoria, no último dia dois, em Assunção (Paraguai).

Com o passaporte praticamente carimbado para Pequim, o brasiliense já pensa na estratégia para a disputa dos 42,1 quilômetros e sabe que não terá vida fácil. “Será uma prova com clima não favorável e tudo pode acontecer, acho que se dará melhor quem estiver mais adaptado no dia”.

Domingo passado (09) ele esteve presente na Meia Maratona Internacional de São Paulo como padrinho da prova, junto com sua esposa Juliana, para prestigiar os corredores e ficar de olho nos concorrentes, já que os também pré-qualificados José Teles e Vanderlei Cordeiro de Lima disputaram os 21,1 quilômetros. “Vim para dar uma força para o pessoal, já que não estava no cronograma disputar esta prova”, finaliza o fundista que em agosto deste ano completa 30 anos.

Baldaia ainda sonha com a olimpíada de Pequim

Maratona · 11 mar, 2008

A maratonista brasileira Maria Zeferina Baldaia ainda tem pretensões de disputar a prova de 42 quilômetros dos Jogos Olímpicos de Pequim deste ano, para isso ela tentará o índice durante uma prova no exterior. Recuperada de uma lesão nos tendões dos pés, que a tirou da São Silvestre do ano passado, ela retornou às competições em grande estilo, ao ser a melhor brasileira na Meia Maratona de São Paulo no último domingo (09), ocasião em que obteve a terceira colocação.

“Estou treinando bem para buscar o índice no dia 27 de abril, na Maratona de Hamburgo (Alemanha) e a meia maratona foi uma ótima prova de teste”, ressalta a mineira. “Estou treinando para correr na casa de 2h35, uma marca mais baixa do que o índice A de 2h37”, completa.

Ela não terá vida fácil, já que diversas outras atletas também buscam uma vaga na prova chinesa, como Lucélia Peres, Marily dos Santos, Sirlene Pinho e Márcia Narloch. “Tem várias brasileiras que vão buscar este índice, então quanto mais baixo a gente correr, melhor”, enfatiza. Atualmente Marizete Moreira, Sirlene e Marily detém o índice B (2h42min00).

Japonesa Mizuki Noguchi defende título olímpico

A equipe japonesa para a maratona olímpica foi anunciada na última segunda-feira (10), um dia após a Maratona de Nagoya, última prova de qualificação para os jogos e o principal destaque será Mizuki Noguchi, que defenderá a medalha de ouro conquistada em Atenas. Ela terá a companhia de Reiko Tosa e Yurika Nakamura, enquanto entre os homens se qualificaram Tsuyoshi Ogata, Atsushi Sato e Satoshi Osaki.

O melhor tempo de Noguchi é 2h19min12, obtido em 2005 na Maratona de Berlim, enquanto a marca alcançada para se classificar para a competição chinesa foi de 2h21min47 na Maratona de Tóquio ano passado, onde ela estabeleceu o recorde do percurso. Em Pequim a atleta nipônica tentará ser a primeira mulher a conquistar dois títulos olímpicos consecutivos.

Na história da maratona olímpica feminina das três mulheres que tentaram, nenhuma conseguiu o bicampeonato. A portuguesa Rosa Mota faturou o bronze em 1984 e o outro quatro anos depois, a russa Valentina Yegorova foi ouro em 1992 e prata em Atlanta 1996 e a japonesa Yuko Arimori conquistou a prata em 1992 e o bronze em 1996.

Outra integrante da equipe do sol nascente, Reiko Tosa, obteve o índice olímpico ano passado, ao faturar o bronze no Mundial de Atletismo. Esta será sua segunda olimpíada e a melhor marca da carreira é 2h22min46, obtida em 2002 na Maratona de Londres. A terceira membra da equipe, Yurika Nakamura, faturou a Maratona de Nagoya ontem (10) com 2h25min51 e, por ter sido sua estréia na distância, seu potencial ainda é desconhecido.

Quatro anos atrás as japonesas terminaram a maratona olímpica na primeira, quinta e sétima colocações respectivamente e nas quatro últimas edições o país oriental tem obtido medalhas com suas mulheres. Já no masculino, os três representantes vão estrear em jogos olímpicos.


Japonesa Mizuki Noguchi defende título olímpico

Maratona · 11 mar, 2008

A equipe japonesa para a maratona olímpica foi anunciada na última segunda-feira (10), um dia após a Maratona de Nagoya, última prova de qualificação para os jogos e o principal destaque será Mizuki Noguchi, que defenderá a medalha de ouro conquistada em Atenas. Ela terá a companhia de Reiko Tosa e Yurika Nakamura, enquanto entre os homens se qualificaram Tsuyoshi Ogata, Atsushi Sato e Satoshi Osaki.

O melhor tempo de Noguchi é 2h19min12, obtido em 2005 na Maratona de Berlim, enquanto a marca alcançada para se classificar para a competição chinesa foi de 2h21min47 na Maratona de Tóquio ano passado, onde ela estabeleceu o recorde do percurso. Em Pequim a atleta nipônica tentará ser a primeira mulher a conquistar dois títulos olímpicos consecutivos.

Na história da maratona olímpica feminina das três mulheres que tentaram, nenhuma conseguiu o bicampeonato. A portuguesa Rosa Mota faturou o bronze em 1984 e o outro quatro anos depois, a russa Valentina Yegorova foi ouro em 1992 e prata em Atlanta 1996 e a japonesa Yuko Arimori conquistou a prata em 1992 e o bronze em 1996.

Outra integrante da equipe do sol nascente, Reiko Tosa, obteve o índice olímpico ano passado, ao faturar o bronze no Mundial de Atletismo. Esta será sua segunda olimpíada e a melhor marca da carreira é 2h22min46, obtida em 2002 na Maratona de Londres. A terceira membra da equipe, Yurika Nakamura, faturou a Maratona de Nagoya ontem (10) com 2h25min51 e, por ter sido sua estréia na distância, seu potencial ainda é desconhecido.

Quatro anos atrás as japonesas terminaram a maratona olímpica na primeira, quinta e sétima colocações respectivamente e nas quatro últimas edições o país oriental tem obtido medalhas com suas mulheres. Já no masculino, os três representantes vão estrear em jogos olímpicos.

Operadora lança pacote para Jogos Paraolímpicos

Uma empresa parceira do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) anunciou os valores para quem deseja adquirir pacotes de viagem para acompanhar os jogos paraolímpicos de Pequim 2008. Localizada em Brasília, a operadora oferece planos para seis, 10 ou 13 noites na cidade chinesa.

O pacote de seis noteis inclui passagem aérea São Paulo/ Pequim/ São Paulo; hospedagem, café da manhã, ingresso para a abertura, quatro ingressos para os jogos, seguro e bolsa viagem, além de traslados entre o aeroporto e o hotel. O valor é de 4.800 dólares americanos para acomodações single; 4.340 dólares a duble e 4.228 dólares a tripla.

Para quem deseja passar 10 noites a diferença é apenas na quantidade de ingressos, que serão oito para os jogos e um para o encerramento, sob os valores de 5.840, 4.953 e 4.767 dólares americanos para acomodações single, double e tripla respectivamente. Já o pacote de 13 noites dá direito a ingresso para a abertura, encerramento e mais 11 para os jogos, com investimento de 6.740, 5.533 e 5.291 dólares americanos para acomodações single, double e tripla respectivamente.

Os jogos paraolímpicos de Pequim acontecem entre os dias seis a 17 de setembro deste ano e usarão as mesmas instalações dos jogos olímpicos. O Brasil já tem mais de 100 atletas qualificados para a competição, o que é de longe a maior participação do país na história da paraolimpíadas. Para mais informações sobre os pacotes, basta acessar o site do CPB, o www.cpb.org.br.


Operadora lança pacote para Jogos Paraolímpicos

Atletismo · 11 mar, 2008

Uma empresa parceira do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) anunciou os valores para quem deseja adquirir pacotes de viagem para acompanhar os jogos paraolímpicos de Pequim 2008. Localizada em Brasília, a operadora oferece planos para seis, 10 ou 13 noites na cidade chinesa.

O pacote de seis noteis inclui passagem aérea São Paulo/ Pequim/ São Paulo; hospedagem, café da manhã, ingresso para a abertura, quatro ingressos para os jogos, seguro e bolsa viagem, além de traslados entre o aeroporto e o hotel. O valor é de 4.800 dólares americanos para acomodações single; 4.340 dólares a duble e 4.228 dólares a tripla.

Para quem deseja passar 10 noites a diferença é apenas na quantidade de ingressos, que serão oito para os jogos e um para o encerramento, sob os valores de 5.840, 4.953 e 4.767 dólares americanos para acomodações single, double e tripla respectivamente. Já o pacote de 13 noites dá direito a ingresso para a abertura, encerramento e mais 11 para os jogos, com investimento de 6.740, 5.533 e 5.291 dólares americanos para acomodações single, double e tripla respectivamente.

Os jogos paraolímpicos de Pequim acontecem entre os dias seis a 17 de setembro deste ano e usarão as mesmas instalações dos jogos olímpicos. O Brasil já tem mais de 100 atletas qualificados para a competição, o que é de longe a maior participação do país na história da paraolimpíadas. Para mais informações sobre os pacotes, basta acessar o site do CPB, o www.cpb.org.br.

Haile Gebrselassie não compete maratona olímpica

O recordista mundial de maratonas, Haile Gebrselassie, afirmou às agências internacionais que não deve disputar a maratona dos jogos olímpicos de Pequim este ano, já que sofre de asma. “A poluição na China é uma ameaça à minha saúde e ficaria difícil competir nestas condições”, ressalta o etíope.

Porém, o atleta de 34 anos não pretende perder um grande evento como a olimpíada. “Não vou ficar de fora dos jogos, pretendo me qualificar para a prova de 10 mil metros”. De acordo com seu agente, Jos Hermens, a decisão final vai ficar após o meeting de Hengelo, em 24 de maio na Holanda, ocasião em que saberá se vai ou não obter o índice para os 10 mil metros.

“Haile quer fazer o máximo possível por seu país”, comenta Hermens. “Com três etíopes, eles poderiam ser ouro, prata e bronze na competição”, completa. O Comitê Olímpico Internacional já se mostrou preocupado com a situação do ar na cidade e, caso as medidas tomadas não surtam o efeito desejado, as provas de resistência podem ser atrasadas ou adiadas para outro dia.

Quem também deve sofrer muito com a situação é a britânica Paula Radcliffe, que ano passado chegou a contratar especialistas para ajudá-la na preparação da maratona olímpica. De acordo com o marido da atleta, Gary Lough, ela talvez tenha que adaptar a medicação para a disputa. “Não dá para afirmarmos nada de concreto, pois a poluição não é algo que se possa controlar”, afirma Lough. A maratona dos jogos de Pequim está programada para os dias 23 (feminina) e 24 (masculina) de agosto.


Haile Gebrselassie não compete maratona olímpica

Maratona · 10 mar, 2008

O recordista mundial de maratonas, Haile Gebrselassie, afirmou às agências internacionais que não deve disputar a maratona dos jogos olímpicos de Pequim este ano, já que sofre de asma. “A poluição na China é uma ameaça à minha saúde e ficaria difícil competir nestas condições”, ressalta o etíope.

Porém, o atleta de 34 anos não pretende perder um grande evento como a olimpíada. “Não vou ficar de fora dos jogos, pretendo me qualificar para a prova de 10 mil metros”. De acordo com seu agente, Jos Hermens, a decisão final vai ficar após o meeting de Hengelo, em 24 de maio na Holanda, ocasião em que saberá se vai ou não obter o índice para os 10 mil metros.

“Haile quer fazer o máximo possível por seu país”, comenta Hermens. “Com três etíopes, eles poderiam ser ouro, prata e bronze na competição”, completa. O Comitê Olímpico Internacional já se mostrou preocupado com a situação do ar na cidade e, caso as medidas tomadas não surtam o efeito desejado, as provas de resistência podem ser atrasadas ou adiadas para outro dia.

Quem também deve sofrer muito com a situação é a britânica Paula Radcliffe, que ano passado chegou a contratar especialistas para ajudá-la na preparação da maratona olímpica. De acordo com o marido da atleta, Gary Lough, ela talvez tenha que adaptar a medicação para a disputa. “Não dá para afirmarmos nada de concreto, pois a poluição não é algo que se possa controlar”, afirma Lough. A maratona dos jogos de Pequim está programada para os dias 23 (feminina) e 24 (masculina) de agosto.

Radcliffe admite que terá dificuldades em Pequim

A maratonista britânica Paula Radcliffe comenta os problemas que ela e as outras competidoras devem encontrar na Maratona da olimpíada de Pequim. Em 2004, nos jogos de Atenas, ela não completou a prova devido ao calor, condição que deve ser parecida em Pequim, aliada com a poluição e alta umidade.

“Os tempos vão ser mais lentos, mas será duro para todo mundo, o que será bom para mim. Com uma prova mais dura, os competidores mais fortes é que vão se destacar”, ressalta Radcliffe. A atleta de 34 anos, que tem uma filha de 14 meses, diz ainda que não se pode ver apenas uma pessoa como ameaça, mas sim um grupo e ainda tomar cuidado com alguém que esteja em ótima forma e que pode surpreender.

Em 1996 ela foi a quinta colocada nos cinco mil metros dos jogos de Atlanta e quatro anos depois obteve a quarta colocação em Sidney, mas seu grande trauma foi na edição de Atenas, na prova de maratona. Considerada favorita ao ouro, ela teve uma reação aos antiinflamatórios prescritos para uma lesão na perna e abandonou a disputa faltando três milhas (4,8 quilômetros) para o fim.

Ela ainda busca o ouro olímpico e, para isso, utiliza algumas provas como parte do treinamento, como em novembro passado, ocasião em que faturou o bi da Nova York ao desbancar Gete Wami. “Um ouro nas olimpíadas é muito melhor do que um ouro no Mundial” finaliza a maratonista que disputará pela quarta vez a Maratona de Londres em abril.


Radcliffe admite que terá dificuldades em Pequim

Maratona · 04 mar, 2008

A maratonista britânica Paula Radcliffe comenta os problemas que ela e as outras competidoras devem encontrar na Maratona da olimpíada de Pequim. Em 2004, nos jogos de Atenas, ela não completou a prova devido ao calor, condição que deve ser parecida em Pequim, aliada com a poluição e alta umidade.

“Os tempos vão ser mais lentos, mas será duro para todo mundo, o que será bom para mim. Com uma prova mais dura, os competidores mais fortes é que vão se destacar”, ressalta Radcliffe. A atleta de 34 anos, que tem uma filha de 14 meses, diz ainda que não se pode ver apenas uma pessoa como ameaça, mas sim um grupo e ainda tomar cuidado com alguém que esteja em ótima forma e que pode surpreender.

Em 1996 ela foi a quinta colocada nos cinco mil metros dos jogos de Atlanta e quatro anos depois obteve a quarta colocação em Sidney, mas seu grande trauma foi na edição de Atenas, na prova de maratona. Considerada favorita ao ouro, ela teve uma reação aos antiinflamatórios prescritos para uma lesão na perna e abandonou a disputa faltando três milhas (4,8 quilômetros) para o fim.

Ela ainda busca o ouro olímpico e, para isso, utiliza algumas provas como parte do treinamento, como em novembro passado, ocasião em que faturou o bi da Nova York ao desbancar Gete Wami. “Um ouro nas olimpíadas é muito melhor do que um ouro no Mundial” finaliza a maratonista que disputará pela quarta vez a Maratona de Londres em abril.