Clima

Major Marathon Boston 2018: uma prova de resistência

Maratona · 10 maio, 2018

Com mais de 120 anos de edições, a Maratona de Boston, uma das mais antigas do mundo tem muita história para contar. Antes da corrida deste ano, nós reunimos para vocês os marcos na memória de americanos, mulheres, o triste […]

Quenianos podem sentir dificuldades com o clima na Maratona de Recife

Corridas de Rua · 14 nov, 2010

Apesar da previsão desta segunda-feira (15/10) ser de sol entre nuvens na cidade de Recife, a forte umidade e a temperatura em torno dos 29°C pode comprometer o rendimento dos quenianos Jacob Kendagor, Nicholas Kibor Sabulei e Jacquiline Chebor. Segundo o Moacir Marconi, treinador dos atletas, ao contrário do que muita gente pensa, o país de origem dos corredores não costuma ser tão quente.

“O calor do Nordeste brasileiro é mais forte que do Quênia. Eles não estão acostumados com a umidade alta e acabam se desgastando bastante”, afirma Marconi. Também conhecido como Coquinho, o treinador dos atletas confessa que os corredores bebem água o tempo todo e estão há um mês no Brasil.

Às 10h da manhã deste domingo (14/11), após um treino de oito quilômetros pelas ruas da cidade, os corredores estavam com tigelas de frutas nas mãos e eram exemplo de alimentação no restaurante do hotel que estavam hospedados. Mas não basta apenas uma alimentação saudável, é fundamental ter bom descanso.

“Eles vão dormir cedo e optam por comer mais carboidratos ao invés de proteínas durante a noite, para facilitar a digestão e não prejudicar o sono, que é de no mínimo oito horas”, completa Marconi. Amanhã os atletas levantarão por volta das 5h, tomarão café da manhã e vão seguir para o Marco Zero da Cidade, na prova que reunirá os melhores atletas do país.

Amadores falam do clima durante o Triathlon Internacional de Santos

O dia do Triathlon Internacional de Santos foi marcado por uma garoa que ia e voltava e por uma certa correnteza na água, já que o mar ainda estava afetado pela virada no tempo dos dias anteriores à prova. Para alguns, um alívio pela queda na temperatura , para outros nem tanto. Veja como os amadores avaliaram a competição do dia 28 de fevereiro.

Santos – O céu ficou nublado durante todo o percurso da prova. Com a virada no tempo, as temperaturas ficaram mais amenas e o sol nem sequer apareceu. Estas condições favoreceram o bom rendimento dos atletas e representaram um alívio para quem se preocupava com o desgaste causado pelo forte calor de Santos, no litoral paulista.

Vanessa Bley, que foi a primeira colocada no feminino da categoria amador, acredita que as condições do tempo estavam ideais, o que a ajudou bastante na conquista do título. “[A virada no tempo] foi ótima, excelente, com o calor não ia dar”. Com relação à prova de natação, para ela o mar não estava ruim. “Eu achei o mar bem tranquilo, na volta estava puxando um pouco na ponta da praia, mas nada que fosse atrapalhar”.

Já o paulista Fernando Lucas, teve dificuldade em vencer as ondas e o vento. “Tem muitos anos que eu participo dessa prova e, apesar do tempo estar bem ameno, foi difícil, o mar tinha muita correnteza, o pedal tinha muito vento”. Ele lembra que as condições perfeitas para uma prova variam de acordo com a preferência de cada um: “prefiro correr no calor, eu me dou melhor”, diz. Mas, no geral, avalia a prova positivamente. “Foi uma prova boa, bem organizada, só que tinha bastante galho, sujeira, mas a gente passa por cima dessas coisas”.

Colega de Fenando, Ricardo Francisco também reparou na quantidade de lixo encontrada na água. “Na natação tinha muita sujeira, madeira, tronco, pedaço de árvore, muito lixo, está muito sujo o mar”, reclama. Ricardo, que participou do Internacional de Santos pela primeira vez, diz que preferiria o sol, principalmente pelos riscos de uma prova com chuva. “O pessoal fica meio preocupado com medo de cair, de escorregar”, diz. Ele também elogiou a organização da competição.


Amadores falam do clima durante o Triathlon Internacional de Santos

Triathlon · 02 mar, 2010

O dia do Triathlon Internacional de Santos foi marcado por uma garoa que ia e voltava e por uma certa correnteza na água, já que o mar ainda estava afetado pela virada no tempo dos dias anteriores à prova. Para alguns, um alívio pela queda na temperatura , para outros nem tanto. Veja como os amadores avaliaram a competição do dia 28 de fevereiro.

Santos – O céu ficou nublado durante todo o percurso da prova. Com a virada no tempo, as temperaturas ficaram mais amenas e o sol nem sequer apareceu. Estas condições favoreceram o bom rendimento dos atletas e representaram um alívio para quem se preocupava com o desgaste causado pelo forte calor de Santos, no litoral paulista.

Vanessa Bley, que foi a primeira colocada no feminino da categoria amador, acredita que as condições do tempo estavam ideais, o que a ajudou bastante na conquista do título. “[A virada no tempo] foi ótima, excelente, com o calor não ia dar”. Com relação à prova de natação, para ela o mar não estava ruim. “Eu achei o mar bem tranquilo, na volta estava puxando um pouco na ponta da praia, mas nada que fosse atrapalhar”.

Já o paulista Fernando Lucas, teve dificuldade em vencer as ondas e o vento. “Tem muitos anos que eu participo dessa prova e, apesar do tempo estar bem ameno, foi difícil, o mar tinha muita correnteza, o pedal tinha muito vento”. Ele lembra que as condições perfeitas para uma prova variam de acordo com a preferência de cada um: “prefiro correr no calor, eu me dou melhor”, diz. Mas, no geral, avalia a prova positivamente. “Foi uma prova boa, bem organizada, só que tinha bastante galho, sujeira, mas a gente passa por cima dessas coisas”.

Colega de Fenando, Ricardo Francisco também reparou na quantidade de lixo encontrada na água. “Na natação tinha muita sujeira, madeira, tronco, pedaço de árvore, muito lixo, está muito sujo o mar”, reclama. Ricardo, que participou do Internacional de Santos pela primeira vez, diz que preferiria o sol, principalmente pelos riscos de uma prova com chuva. “O pessoal fica meio preocupado com medo de cair, de escorregar”, diz. Ele também elogiou a organização da competição.

Ar seco, dores e corridas

São Paulo - (Chove, chuva...) Ao abrir os olhos a primeira coisa que pensei foi “estou vivo”, para logo emendar um: “que raios de dor de cabeça é essa?”. Depois pensei: como fui dormir legal, me sentindo bem, e acordo desse jeito?

Levanto, faço a higiene pessoal, e quando menos espero começa um sangramento no nariz acompanhado de uma ardência nas narinas e garganta. Somando tudo isso com a leitura dos jornais, cheguei a fácil conclusão que eu era mais uma vítima da massa de ar seco que há dias castiga os habitantes da região sudeste.

Pelo que tomei conhecimento, o mês de julho, que passou, foi o mais seco dos últimos 65 anos! Algo para pensar e para tomar mais alguns cuidados básicos com a hidratação e com coisas como, por exemplo, colocar soro fisiológico nas narinas, além de manter sempre os locais limpos e arejados. Se puder, espalhe toalhas úmidas pela casa para amenizar os efeitos desta condição climática, que conseguiu me atrapalhar em termos de treinamento.

Depois disso li o boletim da Cetesb, órgão paulista ligado a Secretária do Meio Ambiente, e achei assustador, veja:

“Nesta quinta-feira (31), o Estado de São Paulo permaneceu sob a atuação de uma massa de ar seco e estável que provocou inversão térmica próxima à superfície e muitas horas calmaria durante a noite e madrugada, condições estas que mantiveram a qualidade do ar regular chegando a atingir a qualidade “inadequada” pelo poluente partículas inaláveis.

Nesta sexta-feira (01), o Estado de São Paulo ainda estará sob atuação da massa de ar seco e estável que provocará a formação de inversão térmica próxima à superfície, períodos de calmaria e ventos fracos durante a noite e madrugada, condições estas que manterão a qualidade do ar, predominantemente, regular”.

E como disse uma amiga, o jeito é fazer a dança da chuva!


Ar seco, dores e corridas

Corridas de Rua · 01 ago, 2008

São Paulo - (Chove, chuva...) Ao abrir os olhos a primeira coisa que pensei foi “estou vivo”, para logo emendar um: “que raios de dor de cabeça é essa?”. Depois pensei: como fui dormir legal, me sentindo bem, e acordo desse jeito?

Levanto, faço a higiene pessoal, e quando menos espero começa um sangramento no nariz acompanhado de uma ardência nas narinas e garganta. Somando tudo isso com a leitura dos jornais, cheguei a fácil conclusão que eu era mais uma vítima da massa de ar seco que há dias castiga os habitantes da região sudeste.

Pelo que tomei conhecimento, o mês de julho, que passou, foi o mais seco dos últimos 65 anos! Algo para pensar e para tomar mais alguns cuidados básicos com a hidratação e com coisas como, por exemplo, colocar soro fisiológico nas narinas, além de manter sempre os locais limpos e arejados. Se puder, espalhe toalhas úmidas pela casa para amenizar os efeitos desta condição climática, que conseguiu me atrapalhar em termos de treinamento.

Depois disso li o boletim da Cetesb, órgão paulista ligado a Secretária do Meio Ambiente, e achei assustador, veja:

“Nesta quinta-feira (31), o Estado de São Paulo permaneceu sob a atuação de uma massa de ar seco e estável que provocou inversão térmica próxima à superfície e muitas horas calmaria durante a noite e madrugada, condições estas que mantiveram a qualidade do ar regular chegando a atingir a qualidade “inadequada” pelo poluente partículas inaláveis.

Nesta sexta-feira (01), o Estado de São Paulo ainda estará sob atuação da massa de ar seco e estável que provocará a formação de inversão térmica próxima à superfície, períodos de calmaria e ventos fracos durante a noite e madrugada, condições estas que manterão a qualidade do ar, predominantemente, regular”.

E como disse uma amiga, o jeito é fazer a dança da chuva!

São Paulo tem dia seco e atividades físicas não são recomendadas

Caminhada · 10 set, 2004

Ontem a cidade de São Paulo teve a tarde mais seca dos últimos anos sete anos. A umidade relativa do ar ficou em 14%. Com esse registro o Governo Federal colocou o estado em sinal de alerta. Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Tocantins também tiveram a umidade relativa do ar entre 12% e 20%.

Segundo médicos, a baixa umidade do ar pode causar o ressecamento da pele, irritação nos olhos, sangramento pelo nariz e complicações respiratórias. Durante os dias secos deve-se beber bastante água e pessoas com problemas respiratórios, como asma, devem procurar o médico.

Para a prática de esportes e atividades físicas o clima seco também e desfavorável. Por isso é aconselhável não fazer exercícios físicos e trabalhos ao ar livre das 10h às 16h.