banco real

Vencedores da Promoção Paris comentam a prova

Maratona · 24 abr, 2007

Luis Fernando Neiva e Flávio Rogério Pires foram os vencedores da promoção do Banco Real com o apoio do Webrun, que contemplou dois corredores com treinamentos e inscrições para a Maratona de Paris. Após três etapas classificatórias e seis semanas de treino, eles embarcaram para a cidade luz e participaram da competição que aconteceu no último dia 15.

São Paulo - Os dois corredores foram noticiados sobre o resultado da promoção e ficaram espantados ao saber que foram escolhidos entre 36 concorrentes de São Paulo e de outros Estados. Eles embarcaram para a cidade francesa no dia 11 e estavam ansiosos pela prova e pelo fato de ser a primeira viagem internacional que faziam.

Luis Fernando conta que não conseguiu dormir no avião e a todo o momento tentava conter a inquietação. “Chegamos ansiosos e a mil por hora e na quinta-feira fomos dar uma volta meio sem rumo, apenas para se adaptar”, lembra. Ele teve alguns problemas com o fuso-horário (cinco horas à frente de Brasília) e não conseguia dormir na hora programada.

Dificuldades à parte, na sexta-feira eles foram retirar os kits na feira da prova e aproveitaram para fazer algumas compras. “Dá vontade de comprar tudo, mas depois de fazer a conversão de Euro para Real, percebe-se que as coisas são bem caras”, brinca Luis.

Sábado foi o dia de quebrar completamente a ansiedade, com um trote pela Champs Elysee. Mas, para chegar até o local foi necessário enfrentar o metrô parisiense com suas várias linhas e estações. “Pegamos o metrô errado e chegamos um pouco atrasados no treino. Já saímos do túnel trotando e encontramos o pessoal da Run e Fun pelo caminho”, lembra Luiz. Segundo ele, correr com o Arco do Triunfo de fundo é uma sensação inesquecível.

O grande dia - Domingo, 15 de abril, Maratona de Paris com 35 mil corredores. Esse foi o cenário de fundo para a primeira prova internacional de ambos. “Na largada a música que eles colocaram foi de arrepiar. O Mário Sérgio (diretor da Run e Fun) havia dito para começarmos mais leve e depois encaixar o ritmo com o tempo, mas devido à multidão eu não consegui correr na passada que havia programado”, lamenta.

Durante todo o trajeto havia pessoas correndo ao lado dele e, na saída da Champs Elysee, por volta do quilômetro seis, houve um congestionamento de pedestres. “Caímos numa rua estreita e aí parou tudo e não adiantava tentar cortar caminho”, lembra. No decorrer da competição ele ainda trombou com um inglês e tomou uma “braçada” de um atleta que esticou o braço para jogar fora a garrafa de água.

Assim, após 4h09seg02, Luis Fernando Neiva cruzou a linha de chegada satisfeito por ter participado de uma promoção que o levou a correr uma prova internacional e conhecer outro país. “Terminei inteiro, gosto de terminar bem, pois se eu me quebrar não terei qualidade de vida”. Ele também ficou impressionado com a organização da prova e com a atenção dos voluntários. “Ao final uma pessoa retirava seu chip, não era necessário abaixar”.

Satisfeito com o resultado final, ele diz que o esforço e dedicação nos treinos valeram a pena. “Foi nota mil. Espero que esse projeto continue para que diversas pessoas tenham a oportunidade de conhecer um outro país”. Assim como a maioria dos corredores, após completar um desafio ele já pensa no que está por vir. “Provavelmente vou para o Rio de Janeiro em junho, correr a Meia Maratona”, salienta.

Flávio Rogério Pires também ficou impressionado com a experiência de correr a Maratona de Paris. Segundo ele, foram feitas diversas recomendações para que eles não exagerassem nos passeios, com o intuito de guardar energias para a competição. “Apesar de tudo o que disseram, foi irresistível conhecer a cidade. Fomos a diversos museus e pontos famosos”.

Da mesma forma com que relatou Luis, a chegada no local do trote, sábado pela manhã, teve alguns contratempos, como o idioma. Nenhum deles falava francês e, dificilmente encontrariam alguém falando inglês ou português pelo caminho. “Nós fazíamos um ‘embromation’, com um pouco de inglês misturado com castelhano e português e sempre com um dicionário de francês à mão”.

“O trote foi muito bom, serviu para quebrar a ansiedade, pois já fomos interagindo com os outros corredores. Foi prazeroso e relaxante”, comenta. Outro fato curioso aconteceu durante a retirada dos kits, no estande da Reebok. “Estávamos com o uniforme oficial que eles tinham nos fornecido e, quando a mulher do estande nos viu, prontamente nos reconheceu, entregou os kits e fez algumas recomendações. Enrolamos a língua, agradecemos e demos muitas risadas”, lembra.

A prova - Após a preparação, bastava apenas seguir as orientações que os treinadores haviam passado durante os treinamentos. “Estava calor e ouvi dizer que a organização teve que aumentar os postos de hidratação. Minha meta era fazer abaixo de 4h, já que em minha última maratona havia feito 4h01min”. Durante alguns trechos ele conseguiu imprimir um bom ritmo e até imaginou que pudesse finalizar em 3h30. “Faltou um pouco de gás para manter cinco minutos por quilômetro, mas fui bem e baixei 11 minutos, fiz em 3h56min21”.

Ele também ressalta que a prova teve bastante gente do começo ao fim e raramente havia espaços vazios. “Alguns trechos eram bem afunilados e às vezes eu esbarrava em alguém. Até os quilômetros 10 e 15 tinha muita gente, mas depois foi mais tranqüilo”. Ele também ficou impressionado com a organização da prova e diz que tem a sensação de dever cumprido. “Foi excepcional, entrei em êxtase ao cruzar a linha de chegada naquela cidade maravilhosa”.

Flávio concorda com seu colega Luis no quesito valorização dos corredores por parte dos organizadores, fato visível na hora de receberem as medalhas e terem seus chips retirados por um voluntário. “Eles estão mais dispostos a ajudar e ser mais atentos em certas situações. Acredito que temos capacidade de dar uma estrutura tão boa quanto nas provas brasileiras”.

Como prometido, ele trouxe algumas lembranças para os amigos mais chegados e familiares que o auxiliaram de perto nessa jornada. “Trouxe alguns chocolates e vinho. Não dá para presentear a todos, por isso trouxe lembranças para as pessoas mais importantes”.

Ele também lembra que a viagem foi uma oportunidade de reviver a lua de mel com sua esposa e também uma forma de se incentivar a participar de outras provas internacionais. “Vou correr algumas provas de 10 quilômetros como treino, quero fazer a Meia de Buenos Aires e também a Maratona de Nova York em 2008”.


Vencedores da Promoção Paris comentam a prova

Maratona · 24 abr, 2007

Luis Fernando Neiva e Flávio Rogério Pires foram os vencedores da promoção do Banco Real com o apoio do Webrun, que contemplou dois corredores com treinamentos e inscrições para a Maratona de Paris. Após três etapas classificatórias e seis semanas de treino, eles embarcaram para a cidade luz e participaram da competição que aconteceu no último dia 15.

São Paulo - Os dois corredores foram noticiados sobre o resultado da promoção e ficaram espantados ao saber que foram escolhidos entre 36 concorrentes de São Paulo e de outros Estados. Eles embarcaram para a cidade francesa no dia 11 e estavam ansiosos pela prova e pelo fato de ser a primeira viagem internacional que faziam.

Luis Fernando conta que não conseguiu dormir no avião e a todo o momento tentava conter a inquietação. “Chegamos ansiosos e a mil por hora e na quinta-feira fomos dar uma volta meio sem rumo, apenas para se adaptar”, lembra. Ele teve alguns problemas com o fuso-horário (cinco horas à frente de Brasília) e não conseguia dormir na hora programada.

Dificuldades à parte, na sexta-feira eles foram retirar os kits na feira da prova e aproveitaram para fazer algumas compras. “Dá vontade de comprar tudo, mas depois de fazer a conversão de Euro para Real, percebe-se que as coisas são bem caras”, brinca Luis.

Sábado foi o dia de quebrar completamente a ansiedade, com um trote pela Champs Elysee. Mas, para chegar até o local foi necessário enfrentar o metrô parisiense com suas várias linhas e estações. “Pegamos o metrô errado e chegamos um pouco atrasados no treino. Já saímos do túnel trotando e encontramos o pessoal da Run e Fun pelo caminho”, lembra Luiz. Segundo ele, correr com o Arco do Triunfo de fundo é uma sensação inesquecível.

O grande dia - Domingo, 15 de abril, Maratona de Paris com 35 mil corredores. Esse foi o cenário de fundo para a primeira prova internacional de ambos. “Na largada a música que eles colocaram foi de arrepiar. O Mário Sérgio (diretor da Run e Fun) havia dito para começarmos mais leve e depois encaixar o ritmo com o tempo, mas devido à multidão eu não consegui correr na passada que havia programado”, lamenta.

Durante todo o trajeto havia pessoas correndo ao lado dele e, na saída da Champs Elysee, por volta do quilômetro seis, houve um congestionamento de pedestres. “Caímos numa rua estreita e aí parou tudo e não adiantava tentar cortar caminho”, lembra. No decorrer da competição ele ainda trombou com um inglês e tomou uma “braçada” de um atleta que esticou o braço para jogar fora a garrafa de água.

Assim, após 4h09seg02, Luis Fernando Neiva cruzou a linha de chegada satisfeito por ter participado de uma promoção que o levou a correr uma prova internacional e conhecer outro país. “Terminei inteiro, gosto de terminar bem, pois se eu me quebrar não terei qualidade de vida”. Ele também ficou impressionado com a organização da prova e com a atenção dos voluntários. “Ao final uma pessoa retirava seu chip, não era necessário abaixar”.

Satisfeito com o resultado final, ele diz que o esforço e dedicação nos treinos valeram a pena. “Foi nota mil. Espero que esse projeto continue para que diversas pessoas tenham a oportunidade de conhecer um outro país”. Assim como a maioria dos corredores, após completar um desafio ele já pensa no que está por vir. “Provavelmente vou para o Rio de Janeiro em junho, correr a Meia Maratona”, salienta.

Flávio Rogério Pires também ficou impressionado com a experiência de correr a Maratona de Paris. Segundo ele, foram feitas diversas recomendações para que eles não exagerassem nos passeios, com o intuito de guardar energias para a competição. “Apesar de tudo o que disseram, foi irresistível conhecer a cidade. Fomos a diversos museus e pontos famosos”.

Da mesma forma com que relatou Luis, a chegada no local do trote, sábado pela manhã, teve alguns contratempos, como o idioma. Nenhum deles falava francês e, dificilmente encontrariam alguém falando inglês ou português pelo caminho. “Nós fazíamos um ‘embromation’, com um pouco de inglês misturado com castelhano e português e sempre com um dicionário de francês à mão”.

“O trote foi muito bom, serviu para quebrar a ansiedade, pois já fomos interagindo com os outros corredores. Foi prazeroso e relaxante”, comenta. Outro fato curioso aconteceu durante a retirada dos kits, no estande da Reebok. “Estávamos com o uniforme oficial que eles tinham nos fornecido e, quando a mulher do estande nos viu, prontamente nos reconheceu, entregou os kits e fez algumas recomendações. Enrolamos a língua, agradecemos e demos muitas risadas”, lembra.

A prova - Após a preparação, bastava apenas seguir as orientações que os treinadores haviam passado durante os treinamentos. “Estava calor e ouvi dizer que a organização teve que aumentar os postos de hidratação. Minha meta era fazer abaixo de 4h, já que em minha última maratona havia feito 4h01min”. Durante alguns trechos ele conseguiu imprimir um bom ritmo e até imaginou que pudesse finalizar em 3h30. “Faltou um pouco de gás para manter cinco minutos por quilômetro, mas fui bem e baixei 11 minutos, fiz em 3h56min21”.

Ele também ressalta que a prova teve bastante gente do começo ao fim e raramente havia espaços vazios. “Alguns trechos eram bem afunilados e às vezes eu esbarrava em alguém. Até os quilômetros 10 e 15 tinha muita gente, mas depois foi mais tranqüilo”. Ele também ficou impressionado com a organização da prova e diz que tem a sensação de dever cumprido. “Foi excepcional, entrei em êxtase ao cruzar a linha de chegada naquela cidade maravilhosa”.

Flávio concorda com seu colega Luis no quesito valorização dos corredores por parte dos organizadores, fato visível na hora de receberem as medalhas e terem seus chips retirados por um voluntário. “Eles estão mais dispostos a ajudar e ser mais atentos em certas situações. Acredito que temos capacidade de dar uma estrutura tão boa quanto nas provas brasileiras”.

Como prometido, ele trouxe algumas lembranças para os amigos mais chegados e familiares que o auxiliaram de perto nessa jornada. “Trouxe alguns chocolates e vinho. Não dá para presentear a todos, por isso trouxe lembranças para as pessoas mais importantes”.

Ele também lembra que a viagem foi uma oportunidade de reviver a lua de mel com sua esposa e também uma forma de se incentivar a participar de outras provas internacionais. “Vou correr algumas provas de 10 quilômetros como treino, quero fazer a Meia de Buenos Aires e também a Maratona de Nova York em 2008”.

Vencedores da promoção Paris estão ansiosos para a prova

Maratona · 01 abr, 2007

Luiz Fernando de Oliveira e Flávio Rogério Pires foram os vencedores da promoção do Banco Real com o apoio do Webrun, que selecionou dois atletas para correr a Maratona de Paris no próximo dia 15. Ambos já correram uma maratona, mas apenas no Brasil. Essa será a primeira viagem internacional que fazem. Confira os relatos de cada um sobre as duas seletivas, a notícia de terem sido escolhidos e a ansiedade para a prova.

Luiz Fernando - Quando o esportista recebeu a notícia de que era um dos escolhidos, ficou surpreso e não conseguiu se conter de tanta emoção. “O telefone tocou numa segunda-feira à noite e eu já pensei que tinha acontecido algum problema no trabalho. Quando soube que era um dos selecionados, foi só comemorar”. Ao comentar com os amigos e parentes que iria para Paris, a Cidade Luz, ele recebeu diversas listas com algumas encomendas. “Se eles enviarem a lista junto com os Euros eu compro sem problemas”, brinca.

Mas até chegar à final não foi fácil. Fernando conta que na primeira seletiva na USP, no dia quatro de fevereiro, correu bem tranqüilo, sem pressão e ficou muito feliz quando soube que foi um dos selecionados para os treinos. “Foram seis semanas bem puxadas. Quando se treina sozinho dá para faltar se um dia não estiver muito afim, mas com a assessoria não tem essa. Eu estava lá no parque segunda, quinta e aos sábados, formamos um grupo bacana, todos se tornaram amigos”, conta.

Já no segundo teste, que foi realizado no dia 25 de março sob um forte calor, ele correu com mais confiança, pois sabia que os treinamentos o haviam condicionado para obter uma performance melhor. “Como estava muito quente, muitos não conseguiram baixar o tempo, eu fui um dos únicos”, comenta sobre a diferença de três minutos entre os dois tempos.

Flávio Rogério Pires - Já o outro vencedor acredita que sua vida “virou de cabeça para baixo após a notícia de que havia sido selecionado”. No primeiro teste ele afirma que estava um pouco apreensivo, pois não conhecia o percurso e tinha que dividir o espaço com outros competidores, mas mesmo assim correu de forma relaxada, já que o tempo fresco ajudou. “Na segunda seletiva eu estava mais nervoso, ansioso, porém, mais confiante no que eu tinha feito ao longo das seis semanas. Tive que abrir mão de alguns compromissos para treinar e naquele dia fiz o meu melhor, apesar do calor e de estar mais abafado. Levei na torcida minha filha e minha esposa e me dediquei totalmente àquele momento”.

Flávio também foi um dos que conseguiu baixar o tempo em quase 3,5 minutos e diz que a sensação de ter sido escolhido é indescritível, principalmente porque foi por méritos próprios e não por sorteio ou loteria. “Vou correr cada um dos 42 quilômetros para os meus amigos, principalmente para os que me apoiaram nessa fase e para os meus colegas que estavam na seleção”. Ele diz ainda que a ansiedade é muito grande e que só de falar sobre o assunto já começa a se arrepiar.

Diferente de Luiz, ele não quis se comprometer em pegar listas de compras dos amigos, mas afirma que se for possível vai trazer uma lembrança para os mais chegados. “Quero comprar coisas para mim, mas falei que ia trazer bottons de ‘J'aime Paris’ para o pessoal”. Ele acredita que muitas pessoas podem se espelhar nele e deixar o sedentarismo de lado para acreditar que é possível correr uma maratona com muita dedicação e força de vontade.

A viagem - Os dois escolhidos embarcam para Paris nessa quarta-feira (11) e ao chegar à cidade está programado um city-tour, além de um trote leve no sábado (14) na Champs-Elysées, com o objetivo de soltar a musculatura e diminuir a ansiedade. A marca esportiva Reebok os presenteou com kits de corrida com produtos da coleção outono/inverno 2007. Neste havia uma jaqueta da linha Versatec, shorts e camisetas (manga curta e manga longa), um par de tênis Premier Aero Elite, além de roupas de uso casual, confeccionadas em algodão.

Os produtos de vestuário para corrida são de material tecnológico, que acelera a evaporação da umidade produzida pelo corpo, fazendo com que a roupa seque mais rápido que o algodão. Já o tênis possui a tecnologia DMX Foam, especial para corredores leves ou com peso mediano, que ajuda a amortecer o impacto.


Vencedores da promoção Paris estão ansiosos para a prova

Maratona · 01 abr, 2007

Luiz Fernando de Oliveira e Flávio Rogério Pires foram os vencedores da promoção do Banco Real com o apoio do Webrun, que selecionou dois atletas para correr a Maratona de Paris no próximo dia 15. Ambos já correram uma maratona, mas apenas no Brasil. Essa será a primeira viagem internacional que fazem. Confira os relatos de cada um sobre as duas seletivas, a notícia de terem sido escolhidos e a ansiedade para a prova.

Luiz Fernando - Quando o esportista recebeu a notícia de que era um dos escolhidos, ficou surpreso e não conseguiu se conter de tanta emoção. “O telefone tocou numa segunda-feira à noite e eu já pensei que tinha acontecido algum problema no trabalho. Quando soube que era um dos selecionados, foi só comemorar”. Ao comentar com os amigos e parentes que iria para Paris, a Cidade Luz, ele recebeu diversas listas com algumas encomendas. “Se eles enviarem a lista junto com os Euros eu compro sem problemas”, brinca.

Mas até chegar à final não foi fácil. Fernando conta que na primeira seletiva na USP, no dia quatro de fevereiro, correu bem tranqüilo, sem pressão e ficou muito feliz quando soube que foi um dos selecionados para os treinos. “Foram seis semanas bem puxadas. Quando se treina sozinho dá para faltar se um dia não estiver muito afim, mas com a assessoria não tem essa. Eu estava lá no parque segunda, quinta e aos sábados, formamos um grupo bacana, todos se tornaram amigos”, conta.

Já no segundo teste, que foi realizado no dia 25 de março sob um forte calor, ele correu com mais confiança, pois sabia que os treinamentos o haviam condicionado para obter uma performance melhor. “Como estava muito quente, muitos não conseguiram baixar o tempo, eu fui um dos únicos”, comenta sobre a diferença de três minutos entre os dois tempos.

Flávio Rogério Pires - Já o outro vencedor acredita que sua vida “virou de cabeça para baixo após a notícia de que havia sido selecionado”. No primeiro teste ele afirma que estava um pouco apreensivo, pois não conhecia o percurso e tinha que dividir o espaço com outros competidores, mas mesmo assim correu de forma relaxada, já que o tempo fresco ajudou. “Na segunda seletiva eu estava mais nervoso, ansioso, porém, mais confiante no que eu tinha feito ao longo das seis semanas. Tive que abrir mão de alguns compromissos para treinar e naquele dia fiz o meu melhor, apesar do calor e de estar mais abafado. Levei na torcida minha filha e minha esposa e me dediquei totalmente àquele momento”.

Flávio também foi um dos que conseguiu baixar o tempo em quase 3,5 minutos e diz que a sensação de ter sido escolhido é indescritível, principalmente porque foi por méritos próprios e não por sorteio ou loteria. “Vou correr cada um dos 42 quilômetros para os meus amigos, principalmente para os que me apoiaram nessa fase e para os meus colegas que estavam na seleção”. Ele diz ainda que a ansiedade é muito grande e que só de falar sobre o assunto já começa a se arrepiar.

Diferente de Luiz, ele não quis se comprometer em pegar listas de compras dos amigos, mas afirma que se for possível vai trazer uma lembrança para os mais chegados. “Quero comprar coisas para mim, mas falei que ia trazer bottons de ‘J'aime Paris’ para o pessoal”. Ele acredita que muitas pessoas podem se espelhar nele e deixar o sedentarismo de lado para acreditar que é possível correr uma maratona com muita dedicação e força de vontade.

A viagem - Os dois escolhidos embarcam para Paris nessa quarta-feira (11) e ao chegar à cidade está programado um city-tour, além de um trote leve no sábado (14) na Champs-Elysées, com o objetivo de soltar a musculatura e diminuir a ansiedade. A marca esportiva Reebok os presenteou com kits de corrida com produtos da coleção outono/inverno 2007. Neste havia uma jaqueta da linha Versatec, shorts e camisetas (manga curta e manga longa), um par de tênis Premier Aero Elite, além de roupas de uso casual, confeccionadas em algodão.

Os produtos de vestuário para corrida são de material tecnológico, que acelera a evaporação da umidade produzida pelo corpo, fazendo com que a roupa seque mais rápido que o algodão. Já o tênis possui a tecnologia DMX Foam, especial para corredores leves ou com peso mediano, que ajuda a amortecer o impacto.

Veja quem são os vencedores da Promoção Maratona de Paris

Maratona · 27 mar, 2007

Depois de três etapas classificatórias e seis semanas de treino os vencedores da Maratona de Paris foram selecionados. As duas pessoas que irão viajar para uma das provas mais charmosas do mundo com tudo pago são: Flávio Rogério Pires e Luiz Fernando de Oliveira Neiva.

A promoção do Banco Real com o apoio do Webrun começou no início do ano. A primeira etapa consistiu em preencher uma ficha com os dados das últimas três competições dos participantes. Depois 100 selecionados enfrentaram um teste de 21 quilômetros na Usp, em São Paulo.

Desse grupo, 30 escolhidos de São Paulo e seis de outros estados, começaram um programa de treinamento com a assessoria esportiva Run&Fun. Este durou seis semanas e no último domingo (25) mais um teste na Usp foi realizado.

Após todas essas etapas, uma comissão julgadora formada pelo Banco Real e a Run&Fun, escolheu as duas pessoas que apresentaram mais assiduidade, pontualidade e bom desempenho não só nos testes, mas também nos treinos.

Assim, como na Promoção da Maratona de Chicago, realizada no fim de 2006, os dois selecionados irão ganhar passagem aérea, hospedagem e alimentação, mas dessa vez para Paris. A maratona francesa acontece no dia 15 de abril com largada na Champs-Elysées.


Veja quem são os vencedores da Promoção Maratona de Paris

Maratona · 27 mar, 2007

Depois de três etapas classificatórias e seis semanas de treino os vencedores da Maratona de Paris foram selecionados. As duas pessoas que irão viajar para uma das provas mais charmosas do mundo com tudo pago são: Flávio Rogério Pires e Luiz Fernando de Oliveira Neiva.

A promoção do Banco Real com o apoio do Webrun começou no início do ano. A primeira etapa consistiu em preencher uma ficha com os dados das últimas três competições dos participantes. Depois 100 selecionados enfrentaram um teste de 21 quilômetros na Usp, em São Paulo.

Desse grupo, 30 escolhidos de São Paulo e seis de outros estados, começaram um programa de treinamento com a assessoria esportiva Run&Fun. Este durou seis semanas e no último domingo (25) mais um teste na Usp foi realizado.

Após todas essas etapas, uma comissão julgadora formada pelo Banco Real e a Run&Fun, escolheu as duas pessoas que apresentaram mais assiduidade, pontualidade e bom desempenho não só nos testes, mas também nos treinos.

Assim, como na Promoção da Maratona de Chicago, realizada no fim de 2006, os dois selecionados irão ganhar passagem aérea, hospedagem e alimentação, mas dessa vez para Paris. A maratona francesa acontece no dia 15 de abril com largada na Champs-Elysées.

Pré-selecionados para Paris fazem último teste

Maratona · 25 mar, 2007

Na manhã desse domingo (25) os 35 atletas pré-selecionados para a Maratona de Paris, na promoção do Banco Real com o apoio do Webrun, fizeram na USP a última prova seletiva. Eles correram um percurso de 18,320 quilômetros, o equivalente a quatro voltas em torno da raia olímpica, para colocar em prática as seis semanas de treino que tiveram com a assessoria esportiva Run e Fun e brigarem pelas duas vagas. Confira como foi.

São Paulo - Às 7h todos os atletas já estavam reunidos em frente à sede da Federação Paulista de Remo, na Raia Olímpica, para receberem instruções do treinador Mário Sérgio e fazerem um alongamento e aquecimento. “Espero que tenham levado algo de bom desses treinos, sem ser só o cansaço nas pernas”, brinca o diretor da Run e Fun.

A maioria dos corredores já havia corrido nesse trajeto, pois participaram da primeira seletiva no dia quatro de fevereiro. Porém, a grande novidade nessa última fase foram os cinco corredores de fora de São Paulo, que treinavam à distância e integraram o grupo todo na busca por uma das duas vagas para correr a Maratona de Paris. A largada foi dada às 7h40 e o pelotão começou conservador, sem muitos ataques, pois o céu de brigadeiro e o sol forte já indicavam que eles não teriam vida fácil.

Havia apenas duas representantes do sexo feminino, Lucila Pacheco e Kátia Parente, mas essa última abandonou a prova logo após a primeira volta, por nervosismo e estresse psicológico. “Já faz um tempo que estou estressada com o trabalho, já não dormi bem de sexta para sábado, passei mal ontem e hoje não consegui manter o ritmo. O emocional estraga tudo”, lamenta. Já sobre a experiência de treinar com a Run e Fun, ela avalia como positiva. “Os treinos foram bons, deu para ter uma base muito legal para a corrida, foi um aprendizado enorme”.

Domínio - Enquanto isso a prova seguia seu curso normal, com José Rodrigues na liderança e uma boa vantagem para os adversários. Na primeira volta ele cruzou com mais de um minuto de diferença, na segunda com dois minutos, até que na última foram quase cinco minutos entre sua vitória e o posto de segundo lugar de Jucelino dos Santos.

“Após os treinos longos com o pessoal da Run e Fun melhorei um pouco em relação à outra vez e saí mais forte hoje. O pessoal que treinou comigo é muito legal e ajudou a motivar, se não for selecionado já valeu a pena, pois fiz grandes amizades”, conta o campeão que também venceu em fevereiro, ocasião em que havia 59 concorrentes.

Já o segundo colocado Jucelino dos Santos, veio do Rio de Janeiro e, apesar de esperar chuva e tempo fresco na hora da corrida, avaliou como positiva sua participação. “Os companheiros estão muito bem treinados”, comenta. “Esse projeto realizou meu sonho de viajar de avião e estou confiante e treinando muito para ser um dos selecionados. Parabéns ao pessoal da Run e Fun”, completa.

Outro que também veio de fora foi Heleno Ribeiro, de Minas Gerais, que aprovou o percurso. “Era tudo plano, ótimo. O problema foi o calor e a umidade, então na terceira e quarta volta foi difícil desenvolver. Comecei mais leve, pois sabia que ia complicar no final e foi onde passei vários colegas”, comenta o corredor que já participou de todas as edições da Volta da Pampulha.

Ele também elogiou a comunicação à distância com os treinadores, que sempre sanavam as dúvidas e orientavam via Internet ou telefone. “A única dificuldade muitas vezes foi a motivação ao treinar sozinho”, explica.

Em frente à sede da Federação Paulista de Remo foi montada uma tenda de apoio, com bebida isotônica e frutas para os que terminassem e água para que os atletas se hidratassem durante a corrida. Sempre atento a todos que passavam, Mário Sérgio observava o desempenho e a postura e por diversas vezes escrevia algum comentário na ficha dos alunos. Ele também incentivava todos que passavam, com palmas e palavras de apoio.

Mulher - A última a cruzar a linha de chegada foi Lucila Pacheco, que recebeu uma calorosa salva de palmas de todos os presentes e teve a escolta de um colega nos metros finais, para incentivá-la. Visivelmente emocionada por ter completado o trajeto no tempo previsto e sem se sacrificar demais, ela a todo o momento erguia as mãos em um sinal de vitória.

“Foi excelente. No primeiro teste eu completei três minutos acima do esperado e hoje consegui baixar meu tempo graças aos treinos que fiz, que foram extremamente importantes”, comenta. “Eu me esforcei ao máximo, dei tudo de mim, não faltei nenhuma vez e se for escolhida realizarei o sonho de correr uma maratona”, finaliza a funcionária do Banco Real.

De acordo com Mário Sérgio, assiduidade e dedicação aos treinos são fatores que serão levados em conta na hora de selecionar os dois contemplados com as passagens e inscrição para a Maratona de Paris. “Além do desempenho, a participação nos treinos vai contar muito, assim como comportamento. Então, o primeiro que ganhou aqui não será necessariamente o escolhido”.

Mário também fez um balanço geral do projeto, que segundo ele foi inédito para a empresa. "Para nós foi um prazer participar de um incentivo à corrida, à uma vida mais saudável, esse é o grande mérito. Também foi uma honra ter sido escolhido pelo Banco Real e estar junto com o Webrun nesse grupo seleto de pessoas”. Na primeira fase foram mais de 300 inscritos na promoção; já a segunda selecionou 100 e essa última restringiu o número para 35. “Tivemos que escolher o filé do filé, treinar uma equipe dessas é o sonho de qualquer treinador. Estamos com a sensação de dever cumprido”, finaliza.

Os nomes dos dois brasileiros que vão correr a prova francesa de graça serão divulgados nessa terça-feira (27) após análise de uma comissão formada pelos treinadores da Run e Fun e pessoas ligadas ao Banco Real. A Maratona de Paris acontece no dia 15 de abril.


Pré-selecionados para Paris fazem último teste

Maratona · 25 mar, 2007

Na manhã desse domingo (25) os 35 atletas pré-selecionados para a Maratona de Paris, na promoção do Banco Real com o apoio do Webrun, fizeram na USP a última prova seletiva. Eles correram um percurso de 18,320 quilômetros, o equivalente a quatro voltas em torno da raia olímpica, para colocar em prática as seis semanas de treino que tiveram com a assessoria esportiva Run e Fun e brigarem pelas duas vagas. Confira como foi.

São Paulo - Às 7h todos os atletas já estavam reunidos em frente à sede da Federação Paulista de Remo, na Raia Olímpica, para receberem instruções do treinador Mário Sérgio e fazerem um alongamento e aquecimento. “Espero que tenham levado algo de bom desses treinos, sem ser só o cansaço nas pernas”, brinca o diretor da Run e Fun.

A maioria dos corredores já havia corrido nesse trajeto, pois participaram da primeira seletiva no dia quatro de fevereiro. Porém, a grande novidade nessa última fase foram os cinco corredores de fora de São Paulo, que treinavam à distância e integraram o grupo todo na busca por uma das duas vagas para correr a Maratona de Paris. A largada foi dada às 7h40 e o pelotão começou conservador, sem muitos ataques, pois o céu de brigadeiro e o sol forte já indicavam que eles não teriam vida fácil.

Havia apenas duas representantes do sexo feminino, Lucila Pacheco e Kátia Parente, mas essa última abandonou a prova logo após a primeira volta, por nervosismo e estresse psicológico. “Já faz um tempo que estou estressada com o trabalho, já não dormi bem de sexta para sábado, passei mal ontem e hoje não consegui manter o ritmo. O emocional estraga tudo”, lamenta. Já sobre a experiência de treinar com a Run e Fun, ela avalia como positiva. “Os treinos foram bons, deu para ter uma base muito legal para a corrida, foi um aprendizado enorme”.

Domínio - Enquanto isso a prova seguia seu curso normal, com José Rodrigues na liderança e uma boa vantagem para os adversários. Na primeira volta ele cruzou com mais de um minuto de diferença, na segunda com dois minutos, até que na última foram quase cinco minutos entre sua vitória e o posto de segundo lugar de Jucelino dos Santos.

“Após os treinos longos com o pessoal da Run e Fun melhorei um pouco em relação à outra vez e saí mais forte hoje. O pessoal que treinou comigo é muito legal e ajudou a motivar, se não for selecionado já valeu a pena, pois fiz grandes amizades”, conta o campeão que também venceu em fevereiro, ocasião em que havia 59 concorrentes.

Já o segundo colocado Jucelino dos Santos, veio do Rio de Janeiro e, apesar de esperar chuva e tempo fresco na hora da corrida, avaliou como positiva sua participação. “Os companheiros estão muito bem treinados”, comenta. “Esse projeto realizou meu sonho de viajar de avião e estou confiante e treinando muito para ser um dos selecionados. Parabéns ao pessoal da Run e Fun”, completa.

Outro que também veio de fora foi Heleno Ribeiro, de Minas Gerais, que aprovou o percurso. “Era tudo plano, ótimo. O problema foi o calor e a umidade, então na terceira e quarta volta foi difícil desenvolver. Comecei mais leve, pois sabia que ia complicar no final e foi onde passei vários colegas”, comenta o corredor que já participou de todas as edições da Volta da Pampulha.

Ele também elogiou a comunicação à distância com os treinadores, que sempre sanavam as dúvidas e orientavam via Internet ou telefone. “A única dificuldade muitas vezes foi a motivação ao treinar sozinho”, explica.

Em frente à sede da Federação Paulista de Remo foi montada uma tenda de apoio, com bebida isotônica e frutas para os que terminassem e água para que os atletas se hidratassem durante a corrida. Sempre atento a todos que passavam, Mário Sérgio observava o desempenho e a postura e por diversas vezes escrevia algum comentário na ficha dos alunos. Ele também incentivava todos que passavam, com palmas e palavras de apoio.

Mulher - A última a cruzar a linha de chegada foi Lucila Pacheco, que recebeu uma calorosa salva de palmas de todos os presentes e teve a escolta de um colega nos metros finais, para incentivá-la. Visivelmente emocionada por ter completado o trajeto no tempo previsto e sem se sacrificar demais, ela a todo o momento erguia as mãos em um sinal de vitória.

“Foi excelente. No primeiro teste eu completei três minutos acima do esperado e hoje consegui baixar meu tempo graças aos treinos que fiz, que foram extremamente importantes”, comenta. “Eu me esforcei ao máximo, dei tudo de mim, não faltei nenhuma vez e se for escolhida realizarei o sonho de correr uma maratona”, finaliza a funcionária do Banco Real.

De acordo com Mário Sérgio, assiduidade e dedicação aos treinos são fatores que serão levados em conta na hora de selecionar os dois contemplados com as passagens e inscrição para a Maratona de Paris. “Além do desempenho, a participação nos treinos vai contar muito, assim como comportamento. Então, o primeiro que ganhou aqui não será necessariamente o escolhido”.

Mário também fez um balanço geral do projeto, que segundo ele foi inédito para a empresa. "Para nós foi um prazer participar de um incentivo à corrida, à uma vida mais saudável, esse é o grande mérito. Também foi uma honra ter sido escolhido pelo Banco Real e estar junto com o Webrun nesse grupo seleto de pessoas”. Na primeira fase foram mais de 300 inscritos na promoção; já a segunda selecionou 100 e essa última restringiu o número para 35. “Tivemos que escolher o filé do filé, treinar uma equipe dessas é o sonho de qualquer treinador. Estamos com a sensação de dever cumprido”, finaliza.

Os nomes dos dois brasileiros que vão correr a prova francesa de graça serão divulgados nessa terça-feira (27) após análise de uma comissão formada pelos treinadores da Run e Fun e pessoas ligadas ao Banco Real. A Maratona de Paris acontece no dia 15 de abril.

Candidatos à correr Paris treinam em São Paulo

Maratona · 14 mar, 2007

Os selecionados na promoção do Banco Real com o apoio do Webrun estão treinando em São Paulo com o objetivo de se condicionarem antes da seleção final, que escolherá duas pessoas para correr a Maratona de Paris gratuitamente. Eles vêm num ritmo forte há quatro semanas, orientados pela assessoria esportiva Run e Fun.

São 30 atletas que foram escolhidos após uma triagem com quase 100 pessoas, num teste de 18 quilômetros realizado na USP, no dia quatro de fevereiro. Uma parte do grupo realiza os treinamentos no Parque da Água da Branca, zona oeste de São Paulo, outra no Parque do Ibirapuera, zona sul, e todos se encontram aos sábados na Cidade Universitária para os treinos longos.

Hugo Siqueira comenta que se surpreendeu com o nível técnico do treino, mas está satisfeito com seu progresso. “Não achei que fosse um nível técnico tão avançado, quem ganhar está de parabéns, pois estamos nos nossos limites. Temos nossos problemas pessoais, profissionais, mas temos que nos esforçar para estar aqui”. Segundo ele, desde o início do projeto até agora, já conseguiu perceber redução nas medidas e aumento de performance.

Já Luiz Antônio Costa, experiente maratonista que já participou de sete provas nessa distância, também se mostrou satisfeito. “Esses treinos estão sendo bons, sem folga, num ritmo forte, visando a maratona. Apesar de já treinar há nove anos, esse projeto aumentou minha performance em treinos longos, que o que eu menos fazia”.

O treino - Nessa terça-feira a temperatura estava na marca dos 22º C e o vento fresco deixou os atletas mais confortáveis para correr, ao contrário do que vinha acontecendo nos dias anteriores, quando o calor já era forte logo cedo. O treino consistiu em dar diversos tiros em torno da arena existente no Parque da Água Branca, que possui 323 metros de extensão.

Passadas algumas voltas eles descansavam alguns minutos e, após se hidratarem com água e repositor energético, os treinadores verificavam os batimentos cardíacos. Para encarar o projeto é necessária muita disposição, pois os treinos são feitos de manhã, fato que Ricardo Zagiacomo encara com disposição. “Acho que os treinos têm sido muito proveitosos e mesmo que eu não vá a Paris, pretendo continuar com a Run e Fun, pois o grupo é muito bom, criamos uma amizade”. Ele diz também que já perdeu mais de dois quilos desde que começou a correr, além de ter tido o rendimento aumentado.

Quem também se mostra disposta e animada é Lucila Pacheco, que após completar o treino, comentou sua evolução. “Melhorei muito minha técnica e meu tempo. Todos têm o objetivo de ser selecionado, mas sei que são pessoas muito boas e comprometidas”. Ela também definiu a equipe de treinadores como “nota 10” e se for escolhida vai realizar o sonho de correr uma maratona.

O treinador André Francisco Pereira, um dos responsáveis pelo grupo, elogia a performance de Lucila e comenta sobre os outros pupilos. “Ela não fazia treinos de 30 quilômetros no início, mas começou a se superar nos longos e ganhou motivação. Todos estão bem comprometidos com o treino, está difícil saber quem escolher, estão seguindo tudo direitinho”.

Ele comenta ainda que muitos atletas treinavam por conta própria, sem orientação, mas agora com uma seqüência definida por profissionais conseguiram melhorar. “O único que está saindo um pouco da linha é o Luiz, que participa de muitas provas. Eu disse que se ele quiser correr a maratona terá que diminuir o ritmo para não se lesionar”.

André também diz que os atletas que treinam durante a noite no Parque Ibirapuera formam um grupo bem uniforme no quesito resultados. “Sem contar a mulher que treina lá, a Kátia Parente, todos têm o mesmo nível de condicionamento, o que dificulta ainda mais a escolha”.

No dia 25 de março haverá a última seleção, na USP, junto com os sete selecionados de outros estados, que vão correr num trajeto de 18 quilômetros na Raia Olímpica. Depois disso, serão escolhidos os dois contemplados que ganharão a inscrição e as despesas para participar da Maratona de Paris, que acontece no dia 15 de abril.


Candidatos à correr Paris treinam em São Paulo

Maratona · 14 mar, 2007

Os selecionados na promoção do Banco Real com o apoio do Webrun estão treinando em São Paulo com o objetivo de se condicionarem antes da seleção final, que escolherá duas pessoas para correr a Maratona de Paris gratuitamente. Eles vêm num ritmo forte há quatro semanas, orientados pela assessoria esportiva Run e Fun.

São 30 atletas que foram escolhidos após uma triagem com quase 100 pessoas, num teste de 18 quilômetros realizado na USP, no dia quatro de fevereiro. Uma parte do grupo realiza os treinamentos no Parque da Água da Branca, zona oeste de São Paulo, outra no Parque do Ibirapuera, zona sul, e todos se encontram aos sábados na Cidade Universitária para os treinos longos.

Hugo Siqueira comenta que se surpreendeu com o nível técnico do treino, mas está satisfeito com seu progresso. “Não achei que fosse um nível técnico tão avançado, quem ganhar está de parabéns, pois estamos nos nossos limites. Temos nossos problemas pessoais, profissionais, mas temos que nos esforçar para estar aqui”. Segundo ele, desde o início do projeto até agora, já conseguiu perceber redução nas medidas e aumento de performance.

Já Luiz Antônio Costa, experiente maratonista que já participou de sete provas nessa distância, também se mostrou satisfeito. “Esses treinos estão sendo bons, sem folga, num ritmo forte, visando a maratona. Apesar de já treinar há nove anos, esse projeto aumentou minha performance em treinos longos, que o que eu menos fazia”.

O treino - Nessa terça-feira a temperatura estava na marca dos 22º C e o vento fresco deixou os atletas mais confortáveis para correr, ao contrário do que vinha acontecendo nos dias anteriores, quando o calor já era forte logo cedo. O treino consistiu em dar diversos tiros em torno da arena existente no Parque da Água Branca, que possui 323 metros de extensão.

Passadas algumas voltas eles descansavam alguns minutos e, após se hidratarem com água e repositor energético, os treinadores verificavam os batimentos cardíacos. Para encarar o projeto é necessária muita disposição, pois os treinos são feitos de manhã, fato que Ricardo Zagiacomo encara com disposição. “Acho que os treinos têm sido muito proveitosos e mesmo que eu não vá a Paris, pretendo continuar com a Run e Fun, pois o grupo é muito bom, criamos uma amizade”. Ele diz também que já perdeu mais de dois quilos desde que começou a correr, além de ter tido o rendimento aumentado.

Quem também se mostra disposta e animada é Lucila Pacheco, que após completar o treino, comentou sua evolução. “Melhorei muito minha técnica e meu tempo. Todos têm o objetivo de ser selecionado, mas sei que são pessoas muito boas e comprometidas”. Ela também definiu a equipe de treinadores como “nota 10” e se for escolhida vai realizar o sonho de correr uma maratona.

O treinador André Francisco Pereira, um dos responsáveis pelo grupo, elogia a performance de Lucila e comenta sobre os outros pupilos. “Ela não fazia treinos de 30 quilômetros no início, mas começou a se superar nos longos e ganhou motivação. Todos estão bem comprometidos com o treino, está difícil saber quem escolher, estão seguindo tudo direitinho”.

Ele comenta ainda que muitos atletas treinavam por conta própria, sem orientação, mas agora com uma seqüência definida por profissionais conseguiram melhorar. “O único que está saindo um pouco da linha é o Luiz, que participa de muitas provas. Eu disse que se ele quiser correr a maratona terá que diminuir o ritmo para não se lesionar”.

André também diz que os atletas que treinam durante a noite no Parque Ibirapuera formam um grupo bem uniforme no quesito resultados. “Sem contar a mulher que treina lá, a Kátia Parente, todos têm o mesmo nível de condicionamento, o que dificulta ainda mais a escolha”.

No dia 25 de março haverá a última seleção, na USP, junto com os sete selecionados de outros estados, que vão correr num trajeto de 18 quilômetros na Raia Olímpica. Depois disso, serão escolhidos os dois contemplados que ganharão a inscrição e as despesas para participar da Maratona de Paris, que acontece no dia 15 de abril.

Veja a lista de finalistas da Promoção Paris

Maratona · 06 fev, 2007

O Webrun com o apoio do Banco Real irá levar duas pessoas para correrem a Maratona de Paris de graça. A promoção consiste de três etapas e duas delas já foram finalizadas.

No último domingo (4) os 100 escolhidos da primeira fase participaram de um teste de aptidão física na USP, em São Paulo. Desse grupo apenas 30 foram escolhidos para seguirem na fase final da Promoção.

Essas 30 pessoas de São Paulo, mais os oito selecionados de outros estados, já ganharam treino grátis com a assessoria esportiva Run&Fun. Agora eles irão treinar algumas semanas para depois passarem por nova avaliação. Esta irá definir quem são as duas pessoas mais aptas para correrem a Maratona de Paris no dia 15 de abril, na França.

Confira a lista dos finalistas da Promoção Maratona de Paris:

Adriano Nasser
Alex Riyu Matumoto
Amadeus Cândido de Souza
Ângelo da Silva
Carlos José Tolentino
Claudir Reichelo Parisi
Daniella M. L. Baldassarini
Edivaldo Bueno do Prado
Flávio Rogério Pires
Hugo Leonardo Siqueira dos Santos
José Bezerra da Silva Filho
José Carlos Firmino Coelho
José Rodrigues dos Santos
Kátia Simões Parente
Lucila Pacheco
Luiz Antonio Costa
Luiz Cláudio Batista
Luiz Fernando de Oliveira Neiva
Márcia Silva Nunes
Marcos Pereira da Silva
Mauro Rezende
Nelson Gonçalves Júnior
Pedro A. Pereira
Raphael dos Reis Zani
Ricardo Siqueira de Zagiacomo
Rodrigo Roehniss
Ruy Ferreira Lacoponi Júnior
Sebastião Roberto da Silva
Sergio de Oliveira
Walter Lemmi

Finalistas de outros estados

Deverci Bani da Silva (MG)
Heleno Fortes Ribeiro (MG)
Vanderosn Luiz de Souza (MG)
Luiz Helio Pereira de Jesus (GO)
Ricardo Navarro (BA)
Thiago Martins da Silva (RJ)
Emerson Luiz Lesniowski (PA)
Jucelino Brito dos Santos (RJ)


Veja a lista de finalistas da Promoção Paris

Maratona · 06 fev, 2007

O Webrun com o apoio do Banco Real irá levar duas pessoas para correrem a Maratona de Paris de graça. A promoção consiste de três etapas e duas delas já foram finalizadas.

No último domingo (4) os 100 escolhidos da primeira fase participaram de um teste de aptidão física na USP, em São Paulo. Desse grupo apenas 30 foram escolhidos para seguirem na fase final da Promoção.

Essas 30 pessoas de São Paulo, mais os oito selecionados de outros estados, já ganharam treino grátis com a assessoria esportiva Run&Fun. Agora eles irão treinar algumas semanas para depois passarem por nova avaliação. Esta irá definir quem são as duas pessoas mais aptas para correrem a Maratona de Paris no dia 15 de abril, na França.

Confira a lista dos finalistas da Promoção Maratona de Paris:

Adriano Nasser
Alex Riyu Matumoto
Amadeus Cândido de Souza
Ângelo da Silva
Carlos José Tolentino
Claudir Reichelo Parisi
Daniella M. L. Baldassarini
Edivaldo Bueno do Prado
Flávio Rogério Pires
Hugo Leonardo Siqueira dos Santos
José Bezerra da Silva Filho
José Carlos Firmino Coelho
José Rodrigues dos Santos
Kátia Simões Parente
Lucila Pacheco
Luiz Antonio Costa
Luiz Cláudio Batista
Luiz Fernando de Oliveira Neiva
Márcia Silva Nunes
Marcos Pereira da Silva
Mauro Rezende
Nelson Gonçalves Júnior
Pedro A. Pereira
Raphael dos Reis Zani
Ricardo Siqueira de Zagiacomo
Rodrigo Roehniss
Ruy Ferreira Lacoponi Júnior
Sebastião Roberto da Silva
Sergio de Oliveira
Walter Lemmi

Finalistas de outros estados

Deverci Bani da Silva (MG)
Heleno Fortes Ribeiro (MG)
Vanderosn Luiz de Souza (MG)
Luiz Helio Pereira de Jesus (GO)
Ricardo Navarro (BA)
Thiago Martins da Silva (RJ)
Emerson Luiz Lesniowski (PA)
Jucelino Brito dos Santos (RJ)

Teste na USP pré-seleciona atletas para a Maratona de Paris

Maratona · 04 fev, 2007

Na manhã desse domingo (4) 59 atletas estiveram reunidos na USP para participar da segunda fase da promoção do Banco Real com o apoio do Webrun, que selecionará duas pessoas para correr a Maratona de Paris de graça. Eles foram submetidos à teste físico, que teve como objetivo avaliar o condicionamento de cada um, para filtrar as 30 pessoas que irão para terceira é última etapa da promoção.

São Paulo - O dia amanheceu nublado e um vento gelado surpreendeu muitos corredores que acordaram cedo e às 6h já se concentravam em frente à raia olímpica (USP), local do teste da Promoção Maratona de Paris. A avaliação consistiu em quatro voltas de 4,580 quilômetros, em um percurso misto de asfalto e grama, totalmente isolado do trânsito e de pessoas que não pertenciam ao evento.

Toda a parte operacional foi feita pela assessoria esportiva Run&Fun e, antes do início do teste, o diretor técnico Mário Sérgio reuniu todos os competidores e passou alguns recados. Ele frisou que chegar em primeiro lugar no teste de hoje não garantiria necessariamente uma vaga para a próxima fase. Isto porque, na próxima fase, os 30 selecionados terão o desempenho, a postura e a integração com as outras pessoas avaliados.

Exatamente às 7h todos os atletas retiraram seus chips e números de peito e iniciaram um aquecimento, para às 8h largarem rumo aos 18,320 quilômetros de corrida. Antes do início, Fábio Yamaguchi, que estreará em maratonas, caso seja selecionado, estava confiante. “Nunca corri o percurso dentro da raia, mas não existe milagre, é só mostrar o que já treino”.

Já Kátia Simões viu o teste como uma oportunidade de auto-avaliação. “É uma forma de ver nosso desempenho fora de uma corrida”, comenta.

O teste - Na primeira volta o grupo se manteve de forma homogênea, mas a partir da segunda, o atleta José Rodrigues abriu distância para os adversários, recusou água sempre que lhe foi oferecido e chegou em primeiro com 1h01, mais de cinco minutos de diferença para o segundo colocado. “O percurso é uma maravilha, só o vento que prejudicou um pouco, no trecho da chegada venta demais”, lamenta.

Sobre o fato de ter aberto uma boa diferença, ele explica: “geralmente eu faço treino longo aos domingos e não tem essa de ‘cozinhar o galo’, saio para definir”.

Durante a passagem dos corredores, Mário Sérgio olhava cada um com atenção, fazia algumas anotações e tecia comentários com os outros treinadores. “Os escolhidos não serão os 30 primeiros, um comitê vai avaliar diversos fatores. Entre os contemplados, a freqüência nos treinos será muito importante”, comenta.

Entre as mulheres, Lucila Pacheco, funcionária do Banco Real, diz que adorou o teste. “Foi maravilhoso, fiz três minutos a mais do que eu esperava, mas o importante é a saúde. Meu sonho é correr uma maratona, pois adoro esporte, ano passado me prepararei para uma, mas não consegui correr”.

Outra mulher que sonha com Paris é Daniela Baldessarini, que apesar de ter sido a última a chegar, não perde as esperanças. “O teste não foi muito fácil, pois estou sem treinar desde a São Silvestre. Já corri a Maratona de São Paulo e acho que tenho chances, pois me enquadro em todas as características que foram faladas”.

O único que não completou o trajeto foi Marcos Nascimento, que sentiu uma contusão na panturrilha na penúltima volta. “O tipo de chão é duro, mas nada diferente de Paris, onde eu já corri antes. Não completar sem dúvida diminui minhas chances de ser escolhido, mas aconteceu, paciência, temos que lidar com vitórias e derrotas”, lamenta o corredor que estará na cidade luz de qualquer forma, pois já se inscreveu para a Maratona, independentemente da promoção.

A escolha - Ao final do evento, Mário Sérgio fez uma avaliação geral e diz que gostou do que viu. “Minha avaliação é muito positiva, todos os atletas estão bem condicionados, será um critério difícil de escolha, pois tem gente muito bem preparada, mas vamos ver quem realmente tem condições de correr uma maratona daqui há seis semanas. Provavelmente muita gente boa vai ficar de fora, mas faz parte do jogo”.

Além do critério técnico, Mário fala sobre quais serão os outros fatores a serem observados na hora de escolher os 30 atletas que passarão à próxima fase. “Já percebemos algumas pessoas muito fortes tecnicamente, que devem ser escolhidas, mas também vamos avaliar o comportamento. Muitos aqui demonstraram muita educação, participação e respeito ao próximo, que são critérios importantes”.

Ele encerra dizendo que a idéia de se promover uma seleção como essa, com percurso fechado, água, isotônico e frutas para os corredores é uma atitude de respeito, profissionalismo e que deveria servir de exemplo para outras empresas. “A proposta do Banco deveria ser seguida, pois fideliza o cliente e eles vêem o banco como o ‘banco dos corredores’. Eles estão de parabéns, pois o esporte precisa disso”.

Próxima fase - Os nomes dos contemplados serão divulgados na próxima terça-feira (6) no Webrun e a partir daí eles receberão treinos gratuitos com a Run&Fun, para no dia 25 de março passarem por uma nova seleção, também na USP e que incluirá os sete corredores de fora de São Paulo, que participam da promoção.

Após esse teste, dois corredores irão ganhar passagens aéreas, inscrição na Maratona de Paris, hospedagem e alimentação para a prova que acontece no dia 15 de abril.


Teste na USP pré-seleciona atletas para a Maratona de Paris

Maratona · 04 fev, 2007

Na manhã desse domingo (4) 59 atletas estiveram reunidos na USP para participar da segunda fase da promoção do Banco Real com o apoio do Webrun, que selecionará duas pessoas para correr a Maratona de Paris de graça. Eles foram submetidos à teste físico, que teve como objetivo avaliar o condicionamento de cada um, para filtrar as 30 pessoas que irão para terceira é última etapa da promoção.

São Paulo - O dia amanheceu nublado e um vento gelado surpreendeu muitos corredores que acordaram cedo e às 6h já se concentravam em frente à raia olímpica (USP), local do teste da Promoção Maratona de Paris. A avaliação consistiu em quatro voltas de 4,580 quilômetros, em um percurso misto de asfalto e grama, totalmente isolado do trânsito e de pessoas que não pertenciam ao evento.

Toda a parte operacional foi feita pela assessoria esportiva Run&Fun e, antes do início do teste, o diretor técnico Mário Sérgio reuniu todos os competidores e passou alguns recados. Ele frisou que chegar em primeiro lugar no teste de hoje não garantiria necessariamente uma vaga para a próxima fase. Isto porque, na próxima fase, os 30 selecionados terão o desempenho, a postura e a integração com as outras pessoas avaliados.

Exatamente às 7h todos os atletas retiraram seus chips e números de peito e iniciaram um aquecimento, para às 8h largarem rumo aos 18,320 quilômetros de corrida. Antes do início, Fábio Yamaguchi, que estreará em maratonas, caso seja selecionado, estava confiante. “Nunca corri o percurso dentro da raia, mas não existe milagre, é só mostrar o que já treino”.

Já Kátia Simões viu o teste como uma oportunidade de auto-avaliação. “É uma forma de ver nosso desempenho fora de uma corrida”, comenta.

O teste - Na primeira volta o grupo se manteve de forma homogênea, mas a partir da segunda, o atleta José Rodrigues abriu distância para os adversários, recusou água sempre que lhe foi oferecido e chegou em primeiro com 1h01, mais de cinco minutos de diferença para o segundo colocado. “O percurso é uma maravilha, só o vento que prejudicou um pouco, no trecho da chegada venta demais”, lamenta.

Sobre o fato de ter aberto uma boa diferença, ele explica: “geralmente eu faço treino longo aos domingos e não tem essa de ‘cozinhar o galo’, saio para definir”.

Durante a passagem dos corredores, Mário Sérgio olhava cada um com atenção, fazia algumas anotações e tecia comentários com os outros treinadores. “Os escolhidos não serão os 30 primeiros, um comitê vai avaliar diversos fatores. Entre os contemplados, a freqüência nos treinos será muito importante”, comenta.

Entre as mulheres, Lucila Pacheco, funcionária do Banco Real, diz que adorou o teste. “Foi maravilhoso, fiz três minutos a mais do que eu esperava, mas o importante é a saúde. Meu sonho é correr uma maratona, pois adoro esporte, ano passado me prepararei para uma, mas não consegui correr”.

Outra mulher que sonha com Paris é Daniela Baldessarini, que apesar de ter sido a última a chegar, não perde as esperanças. “O teste não foi muito fácil, pois estou sem treinar desde a São Silvestre. Já corri a Maratona de São Paulo e acho que tenho chances, pois me enquadro em todas as características que foram faladas”.

O único que não completou o trajeto foi Marcos Nascimento, que sentiu uma contusão na panturrilha na penúltima volta. “O tipo de chão é duro, mas nada diferente de Paris, onde eu já corri antes. Não completar sem dúvida diminui minhas chances de ser escolhido, mas aconteceu, paciência, temos que lidar com vitórias e derrotas”, lamenta o corredor que estará na cidade luz de qualquer forma, pois já se inscreveu para a Maratona, independentemente da promoção.

A escolha - Ao final do evento, Mário Sérgio fez uma avaliação geral e diz que gostou do que viu. “Minha avaliação é muito positiva, todos os atletas estão bem condicionados, será um critério difícil de escolha, pois tem gente muito bem preparada, mas vamos ver quem realmente tem condições de correr uma maratona daqui há seis semanas. Provavelmente muita gente boa vai ficar de fora, mas faz parte do jogo”.

Além do critério técnico, Mário fala sobre quais serão os outros fatores a serem observados na hora de escolher os 30 atletas que passarão à próxima fase. “Já percebemos algumas pessoas muito fortes tecnicamente, que devem ser escolhidas, mas também vamos avaliar o comportamento. Muitos aqui demonstraram muita educação, participação e respeito ao próximo, que são critérios importantes”.

Ele encerra dizendo que a idéia de se promover uma seleção como essa, com percurso fechado, água, isotônico e frutas para os corredores é uma atitude de respeito, profissionalismo e que deveria servir de exemplo para outras empresas. “A proposta do Banco deveria ser seguida, pois fideliza o cliente e eles vêem o banco como o ‘banco dos corredores’. Eles estão de parabéns, pois o esporte precisa disso”.

Próxima fase - Os nomes dos contemplados serão divulgados na próxima terça-feira (6) no Webrun e a partir daí eles receberão treinos gratuitos com a Run&Fun, para no dia 25 de março passarem por uma nova seleção, também na USP e que incluirá os sete corredores de fora de São Paulo, que participam da promoção.

Após esse teste, dois corredores irão ganhar passagens aéreas, inscrição na Maratona de Paris, hospedagem e alimentação para a prova que acontece no dia 15 de abril.

Maratona de Paris: veja lista de finalistas para 2ª etapa

Maratona · 25 jan, 2007

O Banco Real com o apoio do Webrun irá levar duas pessoas para correrem a Maratona de Paris com tudo pago. A prova acontece no dia 15 de abril, na França, e terá 42 quilômetros. Como correr uma maratona não é para qualquer um, a promoção consiste de três etapas.

A primeira delas já está encerrada. Essa etapa avaliou a ficha de inscrição e o desempenho dos atletas nas suas últimas provas. Dos inscritos, 100 pessoas de São Paulo e mais oito de outros estados foram escolhidas para a segunda fase da promoção.

Agora os 100 selecionados de São Paulo irão enfrentar um teste no dia quatro de fevereiro na USP. Lá eles participarão de uma prova de 21 quilômetros. Após avaliação, os 30 melhores desempenhos paulistas e os oito selecionados de outros estados ganharão treinos gratuitos como forma de preparação para a Maratona de Paris.

Depois das semanas de treinos, será realizado um novo teste de 21 quilômetros para avaliar o condicionamento de cada um. Esse teste é a terceira e última etapa da promoção que definirá os dois ganhadores. Os felizardos irão receber passagens aéreas para Paris, inscrição na Maratona, hospedagem e alimentação.

Saiba quem são os oito selecionados de outros estados:

Deverci Bani da Silva (MG)
Heleno Fortes Ribeiro (MG)
Luiz Helio Pereira de Jesus (GO)
Ricardo (BA)
Vanderosn Luiz de Souza (MG)
Emerson Luiz Lesniowski (PA)
Jucelino Brito dos Santos (RJ)
Thiago Martins Dasilva (RJ)

Adriano Nasser
Alex Riyu Matumoto
Alexandre Fernandes
Alexsandro Celestino
Amadeus Cândido De Souza
Andressa Karina Correia
Ângelo Da Silva
Carlos Eduardo Batista De Oliveira
Carlos José Tolentino
Cláudio Gonçalves Barbosa
Claudir Reichelo Parisi
Cleverson Prundencio De Lima
Dailson de Jesus Alves
Daniela Barcelos de Souza
Daniella M. L. Baldassarini
Decio Grisolia Coracini
Diego Domingos Moura de Lima
Edison Yoshiharu Kinoshita
Edivaldo Bueno do Prado
Enaldye Soares
Fábio Aoki
Fabiano Costantini
Fauzer Alves dos Santos
Flávio Rogério Pires
Gilberto Francisco de Oliveira
Haroldo de Jesus Costa
Helena Barbosa
Hilton Duck
Hugo Leonardo Siqueira dos Santos
Ildeu Morais Andrade
João Silvério
Jorge de Paula Rebouças Chagas
José Bezerra da Silva Filho
José Cardoso Dos Santos
José Carlos Firmino Coelho
José Colleti
José de Lima
José Fernando da Silva
José Paulo Ferreira de Almeida
José Roberto
José Sérgio da Silva
José Virginio de Morais
Juliano Carillo Gomes
Katia Simoes Parente
Leandro Bertrand
Leonardo Vils
Lívia Mara Tosi Soussumi
Luciano Orcy Sauer
Lucila Pacheco
Luis Corvini Filho
Luiz Antonio Costa
Luiz Claudio Batista
Luiz Fernando de Oliveira Neiva
Manoel Nascimento Lima
Marcelo Ferreira Sahão
Marcelo Schoeffel
Márcia Sílvia Nunes
Márcio Batista da Silva
Marcos Aurélio Gonsalves de Souza
Marcos Nascimento
Marcos Pereira da Silva
Marcos Vinicius Gagliardi
Mario Antonio Rubio
Mário Hime
Mauro Rezende
Milton Ramalho da Silva
Moacir Pazin Filho
Moyses Soares de Carvalho
Nelson Gonçalves Júnior
Pablo Zunino
Paulmici de Oliveira
Paulo Dantas
Paulo Geraldo
Pedro A. Pereira
Pedro Luiz de Luccas
Plínio S. Araújo
Rafael Cavaller Napoli
Rafael Martins Da Silva
Raphael dos Reis Zani
Ricardo Costa Friaça
Ricardo Pini
Ricardo Siqueira de Zagiacomo
Richard Drago
Robert Woolley
Roberto Alves Rosa
Roberto Amon de Lima
Roberto Trabulsi
Rodrigo Roehniss
Rogério Mateus
Rogério Moreira Rodrigues
Rogério Xavier Soares
José Rodrigues dos Santos
Ruy Ferreira Lacoponi Júnior
Sebastião Roberto Da Silva
Sérgio de Oliveira
Vandemir Antônio de Souza
Waldemar Dainese Filho
Wallace Travassos
Walter Lemmi
Vitor Mattos


Maratona de Paris: veja lista de finalistas para 2ª etapa

Maratona · 25 jan, 2007

O Banco Real com o apoio do Webrun irá levar duas pessoas para correrem a Maratona de Paris com tudo pago. A prova acontece no dia 15 de abril, na França, e terá 42 quilômetros. Como correr uma maratona não é para qualquer um, a promoção consiste de três etapas.

A primeira delas já está encerrada. Essa etapa avaliou a ficha de inscrição e o desempenho dos atletas nas suas últimas provas. Dos inscritos, 100 pessoas de São Paulo e mais oito de outros estados foram escolhidas para a segunda fase da promoção.

Agora os 100 selecionados de São Paulo irão enfrentar um teste no dia quatro de fevereiro na USP. Lá eles participarão de uma prova de 21 quilômetros. Após avaliação, os 30 melhores desempenhos paulistas e os oito selecionados de outros estados ganharão treinos gratuitos como forma de preparação para a Maratona de Paris.

Depois das semanas de treinos, será realizado um novo teste de 21 quilômetros para avaliar o condicionamento de cada um. Esse teste é a terceira e última etapa da promoção que definirá os dois ganhadores. Os felizardos irão receber passagens aéreas para Paris, inscrição na Maratona, hospedagem e alimentação.

Saiba quem são os oito selecionados de outros estados:

Deverci Bani da Silva (MG)
Heleno Fortes Ribeiro (MG)
Luiz Helio Pereira de Jesus (GO)
Ricardo (BA)
Vanderosn Luiz de Souza (MG)
Emerson Luiz Lesniowski (PA)
Jucelino Brito dos Santos (RJ)
Thiago Martins Dasilva (RJ)

Adriano Nasser
Alex Riyu Matumoto
Alexandre Fernandes
Alexsandro Celestino
Amadeus Cândido De Souza
Andressa Karina Correia
Ângelo Da Silva
Carlos Eduardo Batista De Oliveira
Carlos José Tolentino
Cláudio Gonçalves Barbosa
Claudir Reichelo Parisi
Cleverson Prundencio De Lima
Dailson de Jesus Alves
Daniela Barcelos de Souza
Daniella M. L. Baldassarini
Decio Grisolia Coracini
Diego Domingos Moura de Lima
Edison Yoshiharu Kinoshita
Edivaldo Bueno do Prado
Enaldye Soares
Fábio Aoki
Fabiano Costantini
Fauzer Alves dos Santos
Flávio Rogério Pires
Gilberto Francisco de Oliveira
Haroldo de Jesus Costa
Helena Barbosa
Hilton Duck
Hugo Leonardo Siqueira dos Santos
Ildeu Morais Andrade
João Silvério
Jorge de Paula Rebouças Chagas
José Bezerra da Silva Filho
José Cardoso Dos Santos
José Carlos Firmino Coelho
José Colleti
José de Lima
José Fernando da Silva
José Paulo Ferreira de Almeida
José Roberto
José Sérgio da Silva
José Virginio de Morais
Juliano Carillo Gomes
Katia Simoes Parente
Leandro Bertrand
Leonardo Vils
Lívia Mara Tosi Soussumi
Luciano Orcy Sauer
Lucila Pacheco
Luis Corvini Filho
Luiz Antonio Costa
Luiz Claudio Batista
Luiz Fernando de Oliveira Neiva
Manoel Nascimento Lima
Marcelo Ferreira Sahão
Marcelo Schoeffel
Márcia Sílvia Nunes
Márcio Batista da Silva
Marcos Aurélio Gonsalves de Souza
Marcos Nascimento
Marcos Pereira da Silva
Marcos Vinicius Gagliardi
Mario Antonio Rubio
Mário Hime
Mauro Rezende
Milton Ramalho da Silva
Moacir Pazin Filho
Moyses Soares de Carvalho
Nelson Gonçalves Júnior
Pablo Zunino
Paulmici de Oliveira
Paulo Dantas
Paulo Geraldo
Pedro A. Pereira
Pedro Luiz de Luccas
Plínio S. Araújo
Rafael Cavaller Napoli
Rafael Martins Da Silva
Raphael dos Reis Zani
Ricardo Costa Friaça
Ricardo Pini
Ricardo Siqueira de Zagiacomo
Richard Drago
Robert Woolley
Roberto Alves Rosa
Roberto Amon de Lima
Roberto Trabulsi
Rodrigo Roehniss
Rogério Mateus
Rogério Moreira Rodrigues
Rogério Xavier Soares
José Rodrigues dos Santos
Ruy Ferreira Lacoponi Júnior
Sebastião Roberto Da Silva
Sérgio de Oliveira
Vandemir Antônio de Souza
Waldemar Dainese Filho
Wallace Travassos
Walter Lemmi
Vitor Mattos

Brasileiros podem correr Paris de graça

Maratona · 09 jan, 2007

As inscrições para a Maratona de Paris estão encerradas, mas dois brasileiros ainda podem participar da competição francesa. O Banco Real com o apoio do Webrun irá levar duas pessoas para correrem a Maratona de Paris com tudo pago.

A promoção consiste de três etapas e a primeira delas já está aberta. Os interessados devem responder até o dia 18 de janeiro à seguinte pergunta: quais as razões que o leva a correr? Além disso, ele também deve mencionar suas últimas três provas e os respectivos tempos.

Uma comissão irá avaliar o desempenho e criatividade de cada um e selecionará os 100 melhores da capital paulista e os cinco melhores de outros estados. Após a seleção, os felizardos passarão para a segunda fase.

Assim, os selecionados de São Paulo deverão comparecer no dia quatro de fevereiro na USP para enfrentarem um teste de 21 quilômetros. Os 30 melhores desempenhos paulistas e os cinco selecionados de outros estados ganharão treinos gratuitos como forma de preparação para a Maratona de Paris.

Depois das semanas de treinos um novo teste de 21 quilômetros será realizado. Esse teste é a terceira e última etapa da promoção que definirá os ganhadores. A promoção é semelhante à promoção Maratona de Chicago que foi realizada no segundo semestre de 2006. Os vencedores de Chicago foram os esportistas Daniela Marques e César Martins.

Assim como eles, os escolhidos da nova promoção irão ganhar passagens aéreas, inscrição na Maratona, hospedagem e alimentação. A Maratona de Paris acontece no dia 15 de abril. Para se inscrever clique aqui.


Brasileiros podem correr Paris de graça

Maratona · 09 jan, 2007

As inscrições para a Maratona de Paris estão encerradas, mas dois brasileiros ainda podem participar da competição francesa. O Banco Real com o apoio do Webrun irá levar duas pessoas para correrem a Maratona de Paris com tudo pago.

A promoção consiste de três etapas e a primeira delas já está aberta. Os interessados devem responder até o dia 18 de janeiro à seguinte pergunta: quais as razões que o leva a correr? Além disso, ele também deve mencionar suas últimas três provas e os respectivos tempos.

Uma comissão irá avaliar o desempenho e criatividade de cada um e selecionará os 100 melhores da capital paulista e os cinco melhores de outros estados. Após a seleção, os felizardos passarão para a segunda fase.

Assim, os selecionados de São Paulo deverão comparecer no dia quatro de fevereiro na USP para enfrentarem um teste de 21 quilômetros. Os 30 melhores desempenhos paulistas e os cinco selecionados de outros estados ganharão treinos gratuitos como forma de preparação para a Maratona de Paris.

Depois das semanas de treinos um novo teste de 21 quilômetros será realizado. Esse teste é a terceira e última etapa da promoção que definirá os ganhadores. A promoção é semelhante à promoção Maratona de Chicago que foi realizada no segundo semestre de 2006. Os vencedores de Chicago foram os esportistas Daniela Marques e César Martins.

Assim como eles, os escolhidos da nova promoção irão ganhar passagens aéreas, inscrição na Maratona, hospedagem e alimentação. A Maratona de Paris acontece no dia 15 de abril. Para se inscrever clique aqui.

Atletas selecionados em promoção relatam a São Silvestre

Corridas de Rua · 04 jan, 2007

Em outubro de 2006 o Banco Real e o Webrun fizeram uma promoção que selecionou cerca de 30 pessoas para realizar treinos gratuitos para a São Silvestre, com o acompanhamento do bicampeão da prova, José João da Silva e a assessoria esportiva Metas e Desafios. Entre os selecionados estavam desde experientes corredores da tradicional prova paulistana, quanto alguns que nunca haviam corrido. Após dois meses de muito aprendizado, alguns deles relatam a seguir como foi a preparação e a corrida em si.

Marcelo Bonke diz que sempre quis correr a São Silvestre, pois assistia a prova pela televisão e se imaginava nos 15 quilômetros do percurso. Em 2005 até arriscou a inscrição, mas as vagas já haviam se esgotado. “Eu estava sem preparo, mas fui fazer minha inscrição no prédio da Gazeta. Não sei se por sorte ou azar, mas tinham se encerrado as inscrições. ‘Só se você for de pelotão de elite’, a moça que me atendia indagou. Sorrindo respondi: não, não, deixa para o ano que vem mesmo”.

“Comecei a treinar serio em 2006, participei de algumas provas, mas sabia que lá na frente me esperava a tão sonhada São Silvestre. Comecei a fazer parte da equipe de corredores da empresa onde trabalho, a Dinap, onde treinamos com a Ação Total. No começo de outubro, assim que abriram as inscrições lá estava eu já inscrito. Comecei a fuçar nos sites de corrida e me inscrevi na promoção dos treinamentos para a prova”.

“No dia da seleção, no Ibirapuera, éramos estranhos uns para os outros, mesmo assim tínhamos algo em comum que já nos levava a termos assuntos que não acabavam mais, tempos e percursos, corridas realizadas e assim por diante”.

Grupo unido - “Quando começamos os treinos já nos víamos como equipe, o que nos estreitou a amizade a cada dia. Trocamos e-mails, informações e fotos. Nos treinos, havia atletas que já eram feras nas corridas e procuravam apoiar e incentivar os menos experientes. O treinador Marcos Paulo foi espetacular juntamente com o José Luiz, ambos da Metas e Desafios. Eles administraram bem o tempo que tinham para corrigir e orientar todo o pessoal”.

“Outro fator importante era termos o José João da Silva ali por perto, nos sentíamos ‘o pelotão de elite das elites’. Um dia cheguei alguns minutos atrasado no treino e o pessoal já tinha saído para uma volta de aquecimento. Fiquei para trás e o Zé João, para não me deixar sozinho, foi aquecer comigo”.

“Aquele dia meus pés flutuaram, eu pensava comigo mesmo o que estava fazendo ali, treinando nada mais nada menos com ele, José João da Silva. As pessoas passavam e paravam seus treinos para nos ver e mandar um alô. Foi de mais! Quando fui embora, no caminho para casa, eu sorria no meu carro sozinho, como um garoto que havia ganhado um presente”.

“No dia da prova me senti um veterano, mesmo sendo minha primeira vez, pois já tinha feito o percurso no simulado e estava confiante sabendo o que enfrentaria e que estava capacitado a completar a prova. No simulado fiz em 1h19, mas no dia 31/12 era muito especial, eu tinha seguido as orientações dos artigos do Webrun e feito o meu descanso. O temor do calor escaldante foi apagado com aquela chuva maravilhosa e foi assim, fechei a prova em 1h15 e tive muita alegria de estar ali e viver cada momento”.

“Quando fechei o quilômetro 10 em 48 minutos já era um recorde pessoal. A platéia que assistia nas calçadas gritava, ‘vai Brasil!’, outros abraçados cantavam o hino nacional, não tinha como não se arrepiar e ter mais forças ainda”.

“No quilômetro 12 ouvi mais um grito de ‘Marcelo! Marcelo’. Aquela voz eu conhecia, era minha esposa Luciana, meu irmão e sua esposa (Marçal e Daniele), ensopados, que tiravam umas fotos de mim”.

“De tudo isso, só nos resta agradecer aos idealizadores deste projeto, que além de construírem laços de amizade, felicidade, saúde e bem estar, marcaram nossas vidas com uma pagina muito linda, que jamais será apagada e continuará por muito tempo a ser completada, pois cada um já está marcando o próximo encontro, e com certeza, nos esbarraremos no corre-corre da vida”.

Muita água - Outro selecionado, Gilmar Scopel, conta sua experiência nos rios, ou melhor, nas ruas de São Paulo durante a São Silvestre.

“Foi uma prova muito pesada, totalmente diferente do que treinamos e a dificuldade foi grande do começo ao fim. Logo na largada o maior problema foram as faixas plásticas jogadas no chão, que escorregavam ao pisar em cima. Depois na descida da Consolação, próximo ao cemitério, quase escorreguei ao pisar na faixa branca pintada no chão”.

“A chuva o tempo todo batia no rosto e os pingos acertavam dentro dos olhos, que começavam a arder. No cruzamento da Avenida Ipiranga com a São João, parecia um rio que cruzava a avenida e a água cobria o tênis ate o calcanhar. Depois, na Avenida São João, com o acesso para o elevado Costa e Silva, outro rio que cobria os calcanhares, mas por incrível que pareça passei bem pelo quilômetro cinco, com um tempo de 20min32”

“A partir da Avenida Rudge, até o começo da Brigadeiro Luiz Antonio, foi um pouco mais tranqüilo e, na Brigadeiro, me concentrei e lembrei bem do dia 17 de dezembro, quando treinamos no percurso. Forcei bem o ritmo nos pontos mais planos e consegui terminar a prova com um tempo excelente, de 1h05min03, meu melhor tempo em provas de 15 km (em 2005 meu tempo foi 1h14min08), graças ao treinamento da Metas e Desafios, que me orientou e corrigiu alguns vícios de corrida”.

“Deixo um grande abraço aos treinadores Marcos Paulo e José Luis e ao Webrun, que cobriu todo este projeto; além do grande José João da Silva”.

Oswaldo Onoda, que correu diversas provas em 2006, diz que a São Silvestre foi a que o deixou mais ansioso. “Essa foi a corrida que mais me deu aquele friozinho na barriga, pelo clima que envolve esta tradicional prova pedestre. Mas, graças a Deus correu tudo bem e o meu tempo foi muito bom (1h06min05), apesar da chuva que nos acompanhou e pela quantidade de corredores que na largada se espremiam e se empurravam uns aos outros para conseguirem um melhor posicionamento”.

“Quero também dar os parabéns aos professores Marcos Paulo Emiliano e José Luís, da Metas e Desafios Assessoria Esportiva, pela dedicação e empenho com que ministraram as aulas. Eles sempre respeitaram os limites de cada corredor e deram total apoio e incentivo tanto para os corredores iniciantes como aqueles mais adiantados”.

“Quero também congratular os colegas corredores que participaram desta promoção, que apesar do pouco tempo de convivência demonstraram muito empenho, dedicação, companheirismo e principalmente muita humildade em aprender coisas novas para melhorar o seu rendimento esportivo na corrida”.

“Também agradeço ao grande atleta José João da Silva, da JJS eventos e ao Banco Real, que propiciaram estes momentos muito agradáveis nestes dois meses, que certamente guardarei de lembrança para o resto da minha vida. Muito obrigado a todos e um feliz Ano Novo repleto de muitas felicidades, saúde e também de muitos treinos e corridas durante o ano de 2007”.

Melhora de performance - Mateus Praxedes, que participou pela segunda vez da São Silvestre, comenta os ótimos resultados obtidos após os treinos. “Eu corri a São Silvestre pela segunda vez e os resultados dos treinamentos esse ano surgiram de forma surpreendente. Eu melhorei bastante o meu tempo, porém o mais importante foi que eu cheguei ao final da prova muito melhor do que no ano anterior”.

“Além disso, a minha freqüência cardíaca ficou bem mais baixa durante a prova. Isso tudo mostra o quanto os treinos foram importantes para que a minha condição física e o meu bem estar melhorassem. Afinal, não sou profissional e busco nas corridas de rua uma forma agradável e saudável de manter uma boa qualidade de vida”.

“Nesse sentido, o pessoal da Metas e Desafios, com o apoio do Webrun, Banco Real e JJS, realizaram um trabalho esplêndido. Fiquei realmente muito satisfeito com o trabalho realizado e com os resultados obtidos”.

Como a maioria dos corredores, Anderson Zacarias também reclamou da chuva, mas se disse satisfeito com o resultado final. “Infelizmente, devido à chuva, larguei muito atrás, pois não queria passar frio. Já que não consegui lugar na Elite B, larguei em frente à entrada principal do Banco Real. E demorei cerca de quatro minutos para chegar ao tapete do chip”.

“Peguei muito congestionamento, durante a corrida tive que esbarrar e até dar cotovelada para passar os mais lentos, tanto é que no primeiro quilômetro passei com 4min04 e nos demais, para me recuperar, comecei a rodar a 3min25 por quilômetro”.

“Passei por vários colegas da nossa equipe, que sempre me incentivavam. O grande problema foram as poças d´água na Ipiranga com a São João; São João com Minhocão, etc... meu tênis no final estava pesando horrores”

“Mas, mesmo assim consegui minha meta, que era fazer abaixo de uma hora. Fiz em 55min42 (líquido) e obtive a 301º colocação no geral e cheguei à frente até do Mathew Cheboi. Tudo isso graças ao treinamento que vinha fazendo e à minha força de vontade”.

Tráfego

Antônio Colucci conta que teve problemas para arrumar um bom ponto na largada e que o tráfego de pessoas também prejudicou. “A chuva atrapalhou bastante. Eu atrasei por conta dela e passei pela tenda 20 minutos antes da largada. Com a chuva e aquela quantidade enorme de guarda-chuvas, estava impossível arrumar um bom lugar para a largada e só consegui passar no tapete (Masp) 10 minutos depois de iniciada a corrida”.

“Aí foi a hora de se livrar do trânsito e desviar das poças e cachoeiras no percurso. Considerando todos esses acontecimentos, fiquei satisfeito com a minha performance (1h16min48 liquido e 1h27min01 bruto). Valeu muito chegar na tenda após a corrida e ver que todos estavam contentes e satisfeitos comemorando mais um objetivo alcançado”.

“Nem deu tempo pra reclamar da organização da corrida que deixou muito a desejar (risos). Quanto ao trabalho, só tenho elogios a fazer, foi muito legal mesmo. A estrutura nas corridas foi perfeita e acredito que a equipe "Metas e Desafios" conseguiu atingir as METAS e os DESAFIOS. As matérias no Webrun também merecem ser lembradas, muito boas mesmo”.

Vicente Berna é outro atleta acostumado a correr a São Silvestre, que se deliciou com os treinamentos e atingiu o objetivo proposto. “Corro todo ano a São Silvestre, mas essa última foi especial, pois eu estava cheio de expectativas quanto ao trabalho que foi realizado. Sempre reclamamos do calor, que tira a performance e desgasta, mas desta vez o vilão foi a chuva, não foi fácil aguardar uma hora tomando chuva, corpo frio e sem poder se movimentar por causa do grande número de pessoas juntas”.

“Eu me surpreendi pelo conforto em correr durante a prova, me lembrava dos exercícios educativos, da postura e dos movimentos de pernas e braços. Tudo isso colaborou para uma corrida mais tranqüila e confortável. Sou testemunha que o trabalho dá resultado, tenho certeza que se não chovesse ou chovesse pouco ou se o tempo ficasse apenas nublado, daria para fazer um tempo muito melhor. Fiz 1h13min no meu cronômetro”.

“Foi muito bom o trabalho realizado pela Metas e Desafios, o banco deve continuar com essa promoção. Eu já corri vários anos e foi a primeira vez que pude notar uma diferença significativa em termos de conforto, o que foi ótimo”.

Novas amizades - Marcelo Jacoto, além de ficar satisfeito com o resultado do trabalho, achou o projeto interessante, pelo fato de ter feito novas amizades. “Cheguei às 16h30 na paulista e só vi chuva. No geral consegui melhorar meu tempo, foi minha sétima participação e pela chuva, sem o sol, fiz 1h21min57. Porém, achei um pouco desorganizado o funil na chegada para receber a medalha, aquilo era desnecessário”.

“Fico lisonjeado e satisfeito por ter integrado o projeto, por ter tido a oportunidade de fazer novos amigos e por ter melhorado a minha performance por meio do trabalho desenvolvido pelos profissionais da Metas e Desafios. Conheci o Sérgio Macedo e descobri que ele mora a três quarteirões da minha casa e vamos continuar a treinar juntos. O Zé Luiz e o Marcos conseguiram fazer um trabalho bem individualizado”.

Diferente dos outros participantes, Sérgio Portela nunca havia corrido e, mesmo antes de saber da promoção, resolveu se arriscar em algumas provas. “Eu nunca corri na vida, comecei em setembro e a São Silvestre foi minha quinta prova oficial. Participei de duas, ganhei a promoção e comecei a fazer o treino com a Metas e Desafios”.

“Fiz o simulado em 1h09 e a corrida em si foi muito emocionante, criei uma ansiedade e quando cheguei ao oitavo quilômetro, me senti bem anestesiado, uma sensação gostosa. Terminei em 1h02, um tempo legal e tudo isso em função dos treinos”.

“Aprendi como fazer, como se movimenta os braços e as pernas. A Brigadeiro é mais um mito. Ela vai subindo devagar, então se consegue fazer com tranqüilidade e põe-se em prática o que eles passaram e sobe numa boa. A meta não era o tempo, mas terminar tranqüilo, sem passar mal”.

Distância - Taís Amorim também foi uma das selecionadas e, por morar fora de São Paulo, não conseguiu acompanhar todos os treinos. Segundo ela, não ter participado com o grupo da confraternização e, principalmente da São Silvestre, a deixou um tanto quanto chateada, mas ela guarda na memória os bons momentos.

“Corro há pouco mais de dois anos e durante todo este tempo sempre ‘ensaiei’ treinar em equipe, pois sempre tive o desejo de conviver com pessoas que, como eu, amam acordar cedo pra correr, vibram em toda provinha de rua e estão sempre dispostos s superar seus próprios limites”.

“Este meu desejo começou a se concretizar quando eu tive a oportunidade de ser selecionada para treinar com a Metas e Desafios para a São Silvestre. Já de cara senti o clima de ‘cooperação’, quando o Marcos, extremamente atencioso, no dia da prova de classificação, não me deixou desanimar. Ao perguntar sobre os critérios para a classificação e saber que um deles era o tempo em que percorreria os três quilômetros, achei que não seria classificada”.

“Isso porque, muito atrás de todos, fiz em 18 minutos...Mas o Marcos disse que ‘força de vontade e comprometimento’ também eram critérios classificadores. E isto eu e todos vocês temos, porque esta é uma característica nata de todo corredor, todo esportista. Afinal, só com muita força de vontade e comprometimento para acordar às cinco horas da manhã e estar pronto para correr às seis no parque, mesmo tendo ido dormir tarde no dia anterior e sem ter obrigação! Sim, porque não somos obrigados, somos comprometidos. Comprometidos, além de tudo, com o nosso próprio bem-estar. E como faz bem acordar cedo pra correr!”

“Foram poucos dias, pouco tempo para fincar relacionamentos, mas, ainda que eu não tenha oportunidade de retomar esta rotina aqui em Vila Velha (não é costume ter grupos de corrida aqui), vou guardar sempre na lembrança este tempo, em que eu tive com todos vocês”.

Já Carlos Daniel, já participou de uma São Silvestre antes, mas disse que dessa vez o resultado foi muito melhor. Funcionário do Banco Real, ele se diz satisfeito pelo fato de a entidade ter colocado em prática o discurso de bem estar e qualidade de vida.

“Os treinamentos foram muito legais, eu já tinha participado de outros treinos e esse eu segui a planilha a risca, com determinação. É sempre um desafio correr, um desafio pessoal e a oportunidade desse programa levou justamtnete a chegar a um objetivo maior de superar as expectativas”.

“O banco fez justamente um trabalho que reflete a política interna com os funcionários, de saúde e bem estar físico e mental e estendeu aos clientes”.

Meta - “Meus objetivos eram determinação e motivação. Em relação aos treinadores, o serviço foi excelente e em nenhum momento eu me senti constrangido, pelo fato de os meus tempos não serem tão bons, pois eles sempre me incentivaram. Fiz o simulado em 1h37.”.

“Ano passado fiz a prova em 1h54min02 e esse ano1h34min08. Antes treinava por conta própria, mas esse ano o banco me patrocinou e eu não podia decepcionar; em outros anos eu me financiava e era diferente. Notei na pizzada de confraternização, como o cliente nos via, a satisfação de participar de um programa do banco”.

Autodidata - José Roberto de Abreu é mais um atleta autodidata que percebeu que um treino especializado faz uma enorme diferença. “Estou muito satisfeito com o resultado, apesar de já correr há um bom tempo, nunca tinha seguido um treinamento orientado e isso me ajudou no resultado final. Fiz a prova em 01h09”.

“Embora a temperatura não estivesse alta, a chuva atrapalhou um pouco por causa das poças de água e a largada também foi muito tumultuada, mais São Silvestre é isso mesmo né? Faz parte da festa”.

“Obrigado a todos que trabalharam para o resultado final dessa promoção: Metas e Desafios/Banco Real/Webrun.. Desejo a todos muito sucesso em 2007!”


Superação - Um caso curioso é o de Marina Cançado, que teve uma lesão um mês antes da competição e ficou com receio de não conseguir completar os 15 quilômetros. “Corri a minha primeira São Silvestre, mas como desenvolvi uma tendinite patelar um mês antes da prova, estava com medo de não conseguir terminar”.

“Porém, não sei se foi a chuva, ou a animação de ver toda aquela gente correndo, mas consegui terminar a prova me sentindo muito bem, a maior maratonista da história! Foi maravilhoso!”

“Fiz o percurso em 1h46min50 e acho que foi muito bom. Como tive que esperar meu namorado terminar a prova e pegar a medalha (que bagunça!) ainda fiquei cerca de duas horas em pé, na tenda da Metas e Desafios, morrendo de frio e morta de cansaço. Mas o importante foi que saí de Goiânia para correr a prova e foi a maior diversão. Foi o melhor reveillon de todos!”

“A equipe da Metas e Desafios foi maravilhosa comigo. Foram super atenciosos, prestativos e uma excelente companhia durante todo o tempo. Com certeza a assessoria deles fez toda a diferença para eu ter me divertido tanto! Não sei se volto nesse ano, porque minha meta agora é correr a meia maratona do Rio de Janeiro. Agora vou curar o meu joelho, fazer um trabalho de recuperação e fortalecimento para correr melhor sem sentir tantas dores. Um grande abraço”.

Por fim, a visão do treinador Marcos Paulo Emiliano, que acompanhou o sofrimento e a evolução de cada atleta. Em todos os treinos ele conversava individualmente com cada um de seus alunos, passava orientações e repetia a instrução quantas vezes fossem necessárias.

Durante esses dois meses ele contou para a reportagem do Webrun como estavam seus pupilos e, após a conclusão dos trabalhos, foi comedido nas palavras, porém enfático: a evolução foi surpreendente.

“Foi um ambiente muito positivo, as pessoas se uniram em um grupo muito legal. Eu me surpreendi com a evolução deles, pois em dois meses de trabalho conseguiram um ótimo tempo. O pessoal foi super bem, jamais imaginei isso em um projeto de tão pouco tempo, as pessoas gostaram muito e nós também”.

Especialista - Já nas palavras do bicampeão da São Silvestre, José João da Silva, o trabalho foi muito bem feito e os resultados mostraram isso.

“O objetivo foi dar conforto, confiança e motivação para eles finalizarem bem. Foi uma ótima oportunidade para expor nosso trabalho e sei que os resultados foram muito bons, fico mais empolgado pela parte emotiva do que o tempo em si, mas o importante é as pessoas estarem felizes”.

“Valeu muito a pena, dificilmente os que participaram vão parar de treinar. Eles devem seguir com outros treinadores, ou por si só, o trabalho ficou gravado na memória deles”.

O ano de 2007 promete muitas surpresas e promoções, acessem o Webrun para ficar por dentro das novidades.


Atletas selecionados em promoção relatam a São Silvestre

Corridas de Rua · 04 jan, 2007

Em outubro de 2006 o Banco Real e o Webrun fizeram uma promoção que selecionou cerca de 30 pessoas para realizar treinos gratuitos para a São Silvestre, com o acompanhamento do bicampeão da prova, José João da Silva e a assessoria esportiva Metas e Desafios. Entre os selecionados estavam desde experientes corredores da tradicional prova paulistana, quanto alguns que nunca haviam corrido. Após dois meses de muito aprendizado, alguns deles relatam a seguir como foi a preparação e a corrida em si.

Marcelo Bonke diz que sempre quis correr a São Silvestre, pois assistia a prova pela televisão e se imaginava nos 15 quilômetros do percurso. Em 2005 até arriscou a inscrição, mas as vagas já haviam se esgotado. “Eu estava sem preparo, mas fui fazer minha inscrição no prédio da Gazeta. Não sei se por sorte ou azar, mas tinham se encerrado as inscrições. ‘Só se você for de pelotão de elite’, a moça que me atendia indagou. Sorrindo respondi: não, não, deixa para o ano que vem mesmo”.

“Comecei a treinar serio em 2006, participei de algumas provas, mas sabia que lá na frente me esperava a tão sonhada São Silvestre. Comecei a fazer parte da equipe de corredores da empresa onde trabalho, a Dinap, onde treinamos com a Ação Total. No começo de outubro, assim que abriram as inscrições lá estava eu já inscrito. Comecei a fuçar nos sites de corrida e me inscrevi na promoção dos treinamentos para a prova”.

“No dia da seleção, no Ibirapuera, éramos estranhos uns para os outros, mesmo assim tínhamos algo em comum que já nos levava a termos assuntos que não acabavam mais, tempos e percursos, corridas realizadas e assim por diante”.

Grupo unido - “Quando começamos os treinos já nos víamos como equipe, o que nos estreitou a amizade a cada dia. Trocamos e-mails, informações e fotos. Nos treinos, havia atletas que já eram feras nas corridas e procuravam apoiar e incentivar os menos experientes. O treinador Marcos Paulo foi espetacular juntamente com o José Luiz, ambos da Metas e Desafios. Eles administraram bem o tempo que tinham para corrigir e orientar todo o pessoal”.

“Outro fator importante era termos o José João da Silva ali por perto, nos sentíamos ‘o pelotão de elite das elites’. Um dia cheguei alguns minutos atrasado no treino e o pessoal já tinha saído para uma volta de aquecimento. Fiquei para trás e o Zé João, para não me deixar sozinho, foi aquecer comigo”.

“Aquele dia meus pés flutuaram, eu pensava comigo mesmo o que estava fazendo ali, treinando nada mais nada menos com ele, José João da Silva. As pessoas passavam e paravam seus treinos para nos ver e mandar um alô. Foi de mais! Quando fui embora, no caminho para casa, eu sorria no meu carro sozinho, como um garoto que havia ganhado um presente”.

“No dia da prova me senti um veterano, mesmo sendo minha primeira vez, pois já tinha feito o percurso no simulado e estava confiante sabendo o que enfrentaria e que estava capacitado a completar a prova. No simulado fiz em 1h19, mas no dia 31/12 era muito especial, eu tinha seguido as orientações dos artigos do Webrun e feito o meu descanso. O temor do calor escaldante foi apagado com aquela chuva maravilhosa e foi assim, fechei a prova em 1h15 e tive muita alegria de estar ali e viver cada momento”.

“Quando fechei o quilômetro 10 em 48 minutos já era um recorde pessoal. A platéia que assistia nas calçadas gritava, ‘vai Brasil!’, outros abraçados cantavam o hino nacional, não tinha como não se arrepiar e ter mais forças ainda”.

“No quilômetro 12 ouvi mais um grito de ‘Marcelo! Marcelo’. Aquela voz eu conhecia, era minha esposa Luciana, meu irmão e sua esposa (Marçal e Daniele), ensopados, que tiravam umas fotos de mim”.

“De tudo isso, só nos resta agradecer aos idealizadores deste projeto, que além de construírem laços de amizade, felicidade, saúde e bem estar, marcaram nossas vidas com uma pagina muito linda, que jamais será apagada e continuará por muito tempo a ser completada, pois cada um já está marcando o próximo encontro, e com certeza, nos esbarraremos no corre-corre da vida”.

Muita água - Outro selecionado, Gilmar Scopel, conta sua experiência nos rios, ou melhor, nas ruas de São Paulo durante a São Silvestre.

“Foi uma prova muito pesada, totalmente diferente do que treinamos e a dificuldade foi grande do começo ao fim. Logo na largada o maior problema foram as faixas plásticas jogadas no chão, que escorregavam ao pisar em cima. Depois na descida da Consolação, próximo ao cemitério, quase escorreguei ao pisar na faixa branca pintada no chão”.

“A chuva o tempo todo batia no rosto e os pingos acertavam dentro dos olhos, que começavam a arder. No cruzamento da Avenida Ipiranga com a São João, parecia um rio que cruzava a avenida e a água cobria o tênis ate o calcanhar. Depois, na Avenida São João, com o acesso para o elevado Costa e Silva, outro rio que cobria os calcanhares, mas por incrível que pareça passei bem pelo quilômetro cinco, com um tempo de 20min32”

“A partir da Avenida Rudge, até o começo da Brigadeiro Luiz Antonio, foi um pouco mais tranqüilo e, na Brigadeiro, me concentrei e lembrei bem do dia 17 de dezembro, quando treinamos no percurso. Forcei bem o ritmo nos pontos mais planos e consegui terminar a prova com um tempo excelente, de 1h05min03, meu melhor tempo em provas de 15 km (em 2005 meu tempo foi 1h14min08), graças ao treinamento da Metas e Desafios, que me orientou e corrigiu alguns vícios de corrida”.

“Deixo um grande abraço aos treinadores Marcos Paulo e José Luis e ao Webrun, que cobriu todo este projeto; além do grande José João da Silva”.

Oswaldo Onoda, que correu diversas provas em 2006, diz que a São Silvestre foi a que o deixou mais ansioso. “Essa foi a corrida que mais me deu aquele friozinho na barriga, pelo clima que envolve esta tradicional prova pedestre. Mas, graças a Deus correu tudo bem e o meu tempo foi muito bom (1h06min05), apesar da chuva que nos acompanhou e pela quantidade de corredores que na largada se espremiam e se empurravam uns aos outros para conseguirem um melhor posicionamento”.

“Quero também dar os parabéns aos professores Marcos Paulo Emiliano e José Luís, da Metas e Desafios Assessoria Esportiva, pela dedicação e empenho com que ministraram as aulas. Eles sempre respeitaram os limites de cada corredor e deram total apoio e incentivo tanto para os corredores iniciantes como aqueles mais adiantados”.

“Quero também congratular os colegas corredores que participaram desta promoção, que apesar do pouco tempo de convivência demonstraram muito empenho, dedicação, companheirismo e principalmente muita humildade em aprender coisas novas para melhorar o seu rendimento esportivo na corrida”.

“Também agradeço ao grande atleta José João da Silva, da JJS eventos e ao Banco Real, que propiciaram estes momentos muito agradáveis nestes dois meses, que certamente guardarei de lembrança para o resto da minha vida. Muito obrigado a todos e um feliz Ano Novo repleto de muitas felicidades, saúde e também de muitos treinos e corridas durante o ano de 2007”.

Melhora de performance - Mateus Praxedes, que participou pela segunda vez da São Silvestre, comenta os ótimos resultados obtidos após os treinos. “Eu corri a São Silvestre pela segunda vez e os resultados dos treinamentos esse ano surgiram de forma surpreendente. Eu melhorei bastante o meu tempo, porém o mais importante foi que eu cheguei ao final da prova muito melhor do que no ano anterior”.

“Além disso, a minha freqüência cardíaca ficou bem mais baixa durante a prova. Isso tudo mostra o quanto os treinos foram importantes para que a minha condição física e o meu bem estar melhorassem. Afinal, não sou profissional e busco nas corridas de rua uma forma agradável e saudável de manter uma boa qualidade de vida”.

“Nesse sentido, o pessoal da Metas e Desafios, com o apoio do Webrun, Banco Real e JJS, realizaram um trabalho esplêndido. Fiquei realmente muito satisfeito com o trabalho realizado e com os resultados obtidos”.

Como a maioria dos corredores, Anderson Zacarias também reclamou da chuva, mas se disse satisfeito com o resultado final. “Infelizmente, devido à chuva, larguei muito atrás, pois não queria passar frio. Já que não consegui lugar na Elite B, larguei em frente à entrada principal do Banco Real. E demorei cerca de quatro minutos para chegar ao tapete do chip”.

“Peguei muito congestionamento, durante a corrida tive que esbarrar e até dar cotovelada para passar os mais lentos, tanto é que no primeiro quilômetro passei com 4min04 e nos demais, para me recuperar, comecei a rodar a 3min25 por quilômetro”.

“Passei por vários colegas da nossa equipe, que sempre me incentivavam. O grande problema foram as poças d´água na Ipiranga com a São João; São João com Minhocão, etc... meu tênis no final estava pesando horrores”

“Mas, mesmo assim consegui minha meta, que era fazer abaixo de uma hora. Fiz em 55min42 (líquido) e obtive a 301º colocação no geral e cheguei à frente até do Mathew Cheboi. Tudo isso graças ao treinamento que vinha fazendo e à minha força de vontade”.

Tráfego

Antônio Colucci conta que teve problemas para arrumar um bom ponto na largada e que o tráfego de pessoas também prejudicou. “A chuva atrapalhou bastante. Eu atrasei por conta dela e passei pela tenda 20 minutos antes da largada. Com a chuva e aquela quantidade enorme de guarda-chuvas, estava impossível arrumar um bom lugar para a largada e só consegui passar no tapete (Masp) 10 minutos depois de iniciada a corrida”.

“Aí foi a hora de se livrar do trânsito e desviar das poças e cachoeiras no percurso. Considerando todos esses acontecimentos, fiquei satisfeito com a minha performance (1h16min48 liquido e 1h27min01 bruto). Valeu muito chegar na tenda após a corrida e ver que todos estavam contentes e satisfeitos comemorando mais um objetivo alcançado”.

“Nem deu tempo pra reclamar da organização da corrida que deixou muito a desejar (risos). Quanto ao trabalho, só tenho elogios a fazer, foi muito legal mesmo. A estrutura nas corridas foi perfeita e acredito que a equipe "Metas e Desafios" conseguiu atingir as METAS e os DESAFIOS. As matérias no Webrun também merecem ser lembradas, muito boas mesmo”.

Vicente Berna é outro atleta acostumado a correr a São Silvestre, que se deliciou com os treinamentos e atingiu o objetivo proposto. “Corro todo ano a São Silvestre, mas essa última foi especial, pois eu estava cheio de expectativas quanto ao trabalho que foi realizado. Sempre reclamamos do calor, que tira a performance e desgasta, mas desta vez o vilão foi a chuva, não foi fácil aguardar uma hora tomando chuva, corpo frio e sem poder se movimentar por causa do grande número de pessoas juntas”.

“Eu me surpreendi pelo conforto em correr durante a prova, me lembrava dos exercícios educativos, da postura e dos movimentos de pernas e braços. Tudo isso colaborou para uma corrida mais tranqüila e confortável. Sou testemunha que o trabalho dá resultado, tenho certeza que se não chovesse ou chovesse pouco ou se o tempo ficasse apenas nublado, daria para fazer um tempo muito melhor. Fiz 1h13min no meu cronômetro”.

“Foi muito bom o trabalho realizado pela Metas e Desafios, o banco deve continuar com essa promoção. Eu já corri vários anos e foi a primeira vez que pude notar uma diferença significativa em termos de conforto, o que foi ótimo”.

Novas amizades - Marcelo Jacoto, além de ficar satisfeito com o resultado do trabalho, achou o projeto interessante, pelo fato de ter feito novas amizades. “Cheguei às 16h30 na paulista e só vi chuva. No geral consegui melhorar meu tempo, foi minha sétima participação e pela chuva, sem o sol, fiz 1h21min57. Porém, achei um pouco desorganizado o funil na chegada para receber a medalha, aquilo era desnecessário”.

“Fico lisonjeado e satisfeito por ter integrado o projeto, por ter tido a oportunidade de fazer novos amigos e por ter melhorado a minha performance por meio do trabalho desenvolvido pelos profissionais da Metas e Desafios. Conheci o Sérgio Macedo e descobri que ele mora a três quarteirões da minha casa e vamos continuar a treinar juntos. O Zé Luiz e o Marcos conseguiram fazer um trabalho bem individualizado”.

Diferente dos outros participantes, Sérgio Portela nunca havia corrido e, mesmo antes de saber da promoção, resolveu se arriscar em algumas provas. “Eu nunca corri na vida, comecei em setembro e a São Silvestre foi minha quinta prova oficial. Participei de duas, ganhei a promoção e comecei a fazer o treino com a Metas e Desafios”.

“Fiz o simulado em 1h09 e a corrida em si foi muito emocionante, criei uma ansiedade e quando cheguei ao oitavo quilômetro, me senti bem anestesiado, uma sensação gostosa. Terminei em 1h02, um tempo legal e tudo isso em função dos treinos”.

“Aprendi como fazer, como se movimenta os braços e as pernas. A Brigadeiro é mais um mito. Ela vai subindo devagar, então se consegue fazer com tranqüilidade e põe-se em prática o que eles passaram e sobe numa boa. A meta não era o tempo, mas terminar tranqüilo, sem passar mal”.

Distância - Taís Amorim também foi uma das selecionadas e, por morar fora de São Paulo, não conseguiu acompanhar todos os treinos. Segundo ela, não ter participado com o grupo da confraternização e, principalmente da São Silvestre, a deixou um tanto quanto chateada, mas ela guarda na memória os bons momentos.

“Corro há pouco mais de dois anos e durante todo este tempo sempre ‘ensaiei’ treinar em equipe, pois sempre tive o desejo de conviver com pessoas que, como eu, amam acordar cedo pra correr, vibram em toda provinha de rua e estão sempre dispostos s superar seus próprios limites”.

“Este meu desejo começou a se concretizar quando eu tive a oportunidade de ser selecionada para treinar com a Metas e Desafios para a São Silvestre. Já de cara senti o clima de ‘cooperação’, quando o Marcos, extremamente atencioso, no dia da prova de classificação, não me deixou desanimar. Ao perguntar sobre os critérios para a classificação e saber que um deles era o tempo em que percorreria os três quilômetros, achei que não seria classificada”.

“Isso porque, muito atrás de todos, fiz em 18 minutos...Mas o Marcos disse que ‘força de vontade e comprometimento’ também eram critérios classificadores. E isto eu e todos vocês temos, porque esta é uma característica nata de todo corredor, todo esportista. Afinal, só com muita força de vontade e comprometimento para acordar às cinco horas da manhã e estar pronto para correr às seis no parque, mesmo tendo ido dormir tarde no dia anterior e sem ter obrigação! Sim, porque não somos obrigados, somos comprometidos. Comprometidos, além de tudo, com o nosso próprio bem-estar. E como faz bem acordar cedo pra correr!”

“Foram poucos dias, pouco tempo para fincar relacionamentos, mas, ainda que eu não tenha oportunidade de retomar esta rotina aqui em Vila Velha (não é costume ter grupos de corrida aqui), vou guardar sempre na lembrança este tempo, em que eu tive com todos vocês”.

Já Carlos Daniel, já participou de uma São Silvestre antes, mas disse que dessa vez o resultado foi muito melhor. Funcionário do Banco Real, ele se diz satisfeito pelo fato de a entidade ter colocado em prática o discurso de bem estar e qualidade de vida.

“Os treinamentos foram muito legais, eu já tinha participado de outros treinos e esse eu segui a planilha a risca, com determinação. É sempre um desafio correr, um desafio pessoal e a oportunidade desse programa levou justamtnete a chegar a um objetivo maior de superar as expectativas”.

“O banco fez justamente um trabalho que reflete a política interna com os funcionários, de saúde e bem estar físico e mental e estendeu aos clientes”.

Meta - “Meus objetivos eram determinação e motivação. Em relação aos treinadores, o serviço foi excelente e em nenhum momento eu me senti constrangido, pelo fato de os meus tempos não serem tão bons, pois eles sempre me incentivaram. Fiz o simulado em 1h37.”.

“Ano passado fiz a prova em 1h54min02 e esse ano1h34min08. Antes treinava por conta própria, mas esse ano o banco me patrocinou e eu não podia decepcionar; em outros anos eu me financiava e era diferente. Notei na pizzada de confraternização, como o cliente nos via, a satisfação de participar de um programa do banco”.

Autodidata - José Roberto de Abreu é mais um atleta autodidata que percebeu que um treino especializado faz uma enorme diferença. “Estou muito satisfeito com o resultado, apesar de já correr há um bom tempo, nunca tinha seguido um treinamento orientado e isso me ajudou no resultado final. Fiz a prova em 01h09”.

“Embora a temperatura não estivesse alta, a chuva atrapalhou um pouco por causa das poças de água e a largada também foi muito tumultuada, mais São Silvestre é isso mesmo né? Faz parte da festa”.

“Obrigado a todos que trabalharam para o resultado final dessa promoção: Metas e Desafios/Banco Real/Webrun.. Desejo a todos muito sucesso em 2007!”


Superação - Um caso curioso é o de Marina Cançado, que teve uma lesão um mês antes da competição e ficou com receio de não conseguir completar os 15 quilômetros. “Corri a minha primeira São Silvestre, mas como desenvolvi uma tendinite patelar um mês antes da prova, estava com medo de não conseguir terminar”.

“Porém, não sei se foi a chuva, ou a animação de ver toda aquela gente correndo, mas consegui terminar a prova me sentindo muito bem, a maior maratonista da história! Foi maravilhoso!”

“Fiz o percurso em 1h46min50 e acho que foi muito bom. Como tive que esperar meu namorado terminar a prova e pegar a medalha (que bagunça!) ainda fiquei cerca de duas horas em pé, na tenda da Metas e Desafios, morrendo de frio e morta de cansaço. Mas o importante foi que saí de Goiânia para correr a prova e foi a maior diversão. Foi o melhor reveillon de todos!”

“A equipe da Metas e Desafios foi maravilhosa comigo. Foram super atenciosos, prestativos e uma excelente companhia durante todo o tempo. Com certeza a assessoria deles fez toda a diferença para eu ter me divertido tanto! Não sei se volto nesse ano, porque minha meta agora é correr a meia maratona do Rio de Janeiro. Agora vou curar o meu joelho, fazer um trabalho de recuperação e fortalecimento para correr melhor sem sentir tantas dores. Um grande abraço”.

Por fim, a visão do treinador Marcos Paulo Emiliano, que acompanhou o sofrimento e a evolução de cada atleta. Em todos os treinos ele conversava individualmente com cada um de seus alunos, passava orientações e repetia a instrução quantas vezes fossem necessárias.

Durante esses dois meses ele contou para a reportagem do Webrun como estavam seus pupilos e, após a conclusão dos trabalhos, foi comedido nas palavras, porém enfático: a evolução foi surpreendente.

“Foi um ambiente muito positivo, as pessoas se uniram em um grupo muito legal. Eu me surpreendi com a evolução deles, pois em dois meses de trabalho conseguiram um ótimo tempo. O pessoal foi super bem, jamais imaginei isso em um projeto de tão pouco tempo, as pessoas gostaram muito e nós também”.

Especialista - Já nas palavras do bicampeão da São Silvestre, José João da Silva, o trabalho foi muito bem feito e os resultados mostraram isso.

“O objetivo foi dar conforto, confiança e motivação para eles finalizarem bem. Foi uma ótima oportunidade para expor nosso trabalho e sei que os resultados foram muito bons, fico mais empolgado pela parte emotiva do que o tempo em si, mas o importante é as pessoas estarem felizes”.

“Valeu muito a pena, dificilmente os que participaram vão parar de treinar. Eles devem seguir com outros treinadores, ou por si só, o trabalho ficou gravado na memória deles”.

O ano de 2007 promete muitas surpresas e promoções, acessem o Webrun para ficar por dentro das novidades.