Amazônia

Após intensas negociações, Amazônia será a seletiva mundial do XTerra

Durante a etapa do Ceará do Circuito XTerra, realizada no último sábado (20/11), os organizadores anunciaram que a cidade de Manaus, no Amazonas, sediará a seletiva brasileira do circuito mundial do triathlon cross country. A Floresta Amazônica foi palco de uma etapa regional esse ano e, para sediar o Global Tour, venceu a concorrência com Ilhabela e Angra dos Reis.

“Fizemos uma enquete com alguns atletas e colocamos diversas regras a serem cumpridas para que determinada cidade fosse a sede do Global Tour”, ressalta Bernardo Fonseca, diretor da X3M Sport Business, empresa responsável pelo XTerra no Brasil. “O prefeito de Ilhabela lutou bastante, Angra tem o viés de possuir uma estrutura muito boa, mas em Manaus há uma cultura única”, completa.

A prova amazônica será mais uma vez realizada no coração da floresta, no Centro de Instrução do Grupamento de Selva do Exército (CIGS), apelidado de “quadrado maldito” pelos militares. “É apaixonante estar no meio da selva”, ressalta Bernardo. Ainda segundo ele, o envolvimento do poder público será ainda maior em 2011. “Teremos o apoio de todas as esferas do governo (Estadual e Municipal), além de todo o Exército”.

Ilhabela foi a primeira sede do Global Tour, título que ostentou até 2007, já que no ano seguinte Angra dos Reis foi o local escolhido. “Manaus venceu desta vez, mas não será perpétuo, já que anualmente teremos uma disputa saudável”, ressalta Bernardo.

Os melhores colocados em cata categoria na prova Global Tour ganham o direito de competir a final no Havaí e, para conquistar uma vaga, os atletas têm diversas opções pelo mundo. Para 2011 haverá seletivas na África do Sul, Filipinas, Ilhas Marianas do Norte, Nova Zelândia, Itália, Brasil, Áustria, França, França, México, República Tcheca, Alemanha, Japão, Canadá, Suíça e Estados Unidos.

A prova - A disputa na Amazônia aconteceu em junho, mesma época em que acontecerá em 2011, com distâncias de 1,5 quilômetro de natação, 30 de mountain bike e nove de corrida na Base de Instrução número quatro do Exército. A logística da prova envolveu uma verdadeira operação de guerra, já que para chegar ao local foi necessário usar ônibus e balsas.

“Não foi fácil concorrer com as outras cidades. Tivemos uma disputa árdua, com muitos almoços, reuniões e corridas no calçadão de Copacabana com o Bernardo”, lembra Fabrício Lima, Secretário de Municipal de Desporto e Lazer de Manaus. “Estamos muito felizes com o crescimento do circuito e vamos envolver toda a cidade com o evento. Pretendemos receber o pessoal muito bem, para que ninguém fique com saudades de Angra”, brinca.

Ele enfatiza ainda que já há estudos de melhorias a serem feitas na estrutura organizacional. “Vamos fazer um acordo com uma rede de hotéis para que possamos hospedar os atletas com tarifas diferenciadas e pretendemos receber todos no aeroporto”.

Por conta da distância grande entre o centro da cidade e o local da largada, os competidores são obrigados a acordar cedo e se alimentar muito antes do início da competição, motivo pelo qual a organização montou um café da manhã, que deve ser ainda mais reforçado na disputa do ano que vem. “Queremos montar um café da manhã mais organizado e um almoço caprichado pós prova”, ressalta Fabrício.

O Secretário afirma ainda que a prova deixou um legado muito importante para a cidade de Manaus. “Depois do XTerra o prefeito criou outra imagem para o esporte e abriu as portas para grandes eventos de diversas modalidades, em parceria com o setor privado”.

Esse ano a disputa aconteceu logo após o Ironman Brasil, em Florianópolis, e a X3M premiou os competidores com menor tempo nas duas provas com o troféu “Double Survivor”. “Esse ano o XTerra será duas semanas depois do Ironman e mais uma vez teremos essa premiação. Além disso, vamos visitar alguns países para divulgar o Global Tour na Amazônia”, garante Fabrício.


Após intensas negociações, Amazônia será a seletiva mundial do XTerra

Triathlon · 24 nov, 2010

Durante a etapa do Ceará do Circuito XTerra, realizada no último sábado (20/11), os organizadores anunciaram que a cidade de Manaus, no Amazonas, sediará a seletiva brasileira do circuito mundial do triathlon cross country. A Floresta Amazônica foi palco de uma etapa regional esse ano e, para sediar o Global Tour, venceu a concorrência com Ilhabela e Angra dos Reis.

“Fizemos uma enquete com alguns atletas e colocamos diversas regras a serem cumpridas para que determinada cidade fosse a sede do Global Tour”, ressalta Bernardo Fonseca, diretor da X3M Sport Business, empresa responsável pelo XTerra no Brasil. “O prefeito de Ilhabela lutou bastante, Angra tem o viés de possuir uma estrutura muito boa, mas em Manaus há uma cultura única”, completa.

A prova amazônica será mais uma vez realizada no coração da floresta, no Centro de Instrução do Grupamento de Selva do Exército (CIGS), apelidado de “quadrado maldito” pelos militares. “É apaixonante estar no meio da selva”, ressalta Bernardo. Ainda segundo ele, o envolvimento do poder público será ainda maior em 2011. “Teremos o apoio de todas as esferas do governo (Estadual e Municipal), além de todo o Exército”.

Ilhabela foi a primeira sede do Global Tour, título que ostentou até 2007, já que no ano seguinte Angra dos Reis foi o local escolhido. “Manaus venceu desta vez, mas não será perpétuo, já que anualmente teremos uma disputa saudável”, ressalta Bernardo.

Os melhores colocados em cata categoria na prova Global Tour ganham o direito de competir a final no Havaí e, para conquistar uma vaga, os atletas têm diversas opções pelo mundo. Para 2011 haverá seletivas na África do Sul, Filipinas, Ilhas Marianas do Norte, Nova Zelândia, Itália, Brasil, Áustria, França, França, México, República Tcheca, Alemanha, Japão, Canadá, Suíça e Estados Unidos.

A prova - A disputa na Amazônia aconteceu em junho, mesma época em que acontecerá em 2011, com distâncias de 1,5 quilômetro de natação, 30 de mountain bike e nove de corrida na Base de Instrução número quatro do Exército. A logística da prova envolveu uma verdadeira operação de guerra, já que para chegar ao local foi necessário usar ônibus e balsas.

“Não foi fácil concorrer com as outras cidades. Tivemos uma disputa árdua, com muitos almoços, reuniões e corridas no calçadão de Copacabana com o Bernardo”, lembra Fabrício Lima, Secretário de Municipal de Desporto e Lazer de Manaus. “Estamos muito felizes com o crescimento do circuito e vamos envolver toda a cidade com o evento. Pretendemos receber o pessoal muito bem, para que ninguém fique com saudades de Angra”, brinca.

Ele enfatiza ainda que já há estudos de melhorias a serem feitas na estrutura organizacional. “Vamos fazer um acordo com uma rede de hotéis para que possamos hospedar os atletas com tarifas diferenciadas e pretendemos receber todos no aeroporto”.

Por conta da distância grande entre o centro da cidade e o local da largada, os competidores são obrigados a acordar cedo e se alimentar muito antes do início da competição, motivo pelo qual a organização montou um café da manhã, que deve ser ainda mais reforçado na disputa do ano que vem. “Queremos montar um café da manhã mais organizado e um almoço caprichado pós prova”, ressalta Fabrício.

O Secretário afirma ainda que a prova deixou um legado muito importante para a cidade de Manaus. “Depois do XTerra o prefeito criou outra imagem para o esporte e abriu as portas para grandes eventos de diversas modalidades, em parceria com o setor privado”.

Esse ano a disputa aconteceu logo após o Ironman Brasil, em Florianópolis, e a X3M premiou os competidores com menor tempo nas duas provas com o troféu “Double Survivor”. “Esse ano o XTerra será duas semanas depois do Ironman e mais uma vez teremos essa premiação. Além disso, vamos visitar alguns países para divulgar o Global Tour na Amazônia”, garante Fabrício.

Neozelandesa vence triathlon na Amazônia no Dia do Meio Ambiente

A atleta da Nova Zelândia, Jenny Smith, precisou de 3h22min15 para vencer a primeira etapa do XTerra Amazon, disputado no meio da Floresta Amazônica neste sábado (05/06). Ela encarou 1,5 quilômetro de natação, 30 de Mountain Bike e nove de corrida na Base de Instrução número quatro do Exército, local onde o grupamento de selva realiza treinamentos.

Manaus - O sol nem tinha raiado quando os 200 participantes da prova deixaram a região de Ponta Negra, na capital amazonense, para se dirigirem ao local onde a arena estava montada. Todos chegaram ao chamado “quadrado maldito” por via fluvial e foram recebidos pelos militares com um café da manhã reforçado.

Após o juramento do guerreiro, onde um oficial do Exército pediu que todos repetissem algumas frases de incentivo, a largada aconteceu no Igarapé Mainá com um tiro de canhão. O trecho de 1,5 quilômetro da natação teve apenas uma volta e a melhor competidora foi Maria Soledad Omar.

Já nos 30 quilômetros de ciclismo, todos puderam conhecer de perto a biodiversidade da maior floresta tropical do mundo, com sua característica de ser quente e úmida. A condição climática, aliada aos obstáculos naturais, como raízes, galhos, troncos caídos, atoleiros, etc, deram um brilho a mais ao evento.

Foi na Bike que a campeã assumiu a liderança, posição que manteve na corrida, disputada metade do percurso em mata fechada e metade numa estrada de apoio dos militares. Após cruzar a linha de chegada, ela se disse muito contente pela oportunidade de competir num local como a Amazônia.

“Confesso que antes de vir fiquei com um pouco de medo da natação, principalmente pelas histórias de cobras no rio que sempre ouvimos. Mas depois foi tranqüilo e pude aproveitar a natureza”, conta. “Procurei competir com calma e evitar cometer erros, porque sabia que tinha uma boa vantagem na bike. Já na corrida eu fiquei realmente deslumbrada por estar dentro da selva”. No posto de isotônico ela conta que bebeu uma garrafa inteira do líquido, o que a deixou com mais forças para seguir em frente. “No final eu estava tão bem, que cruzei a linha de chegada e disse para mim mesmo: `Oh meu Deus, eu venci! `”.

A segunda colocada foi Carla Prada, atleta que além de provas de triathlon, disputa também algumas corridas de aventura. “Correr num lugar desses é uma oportunidade única”, conta a vice-campeã. “Hoje tivemos a nata do esporte aqui e todos estavam no mesmo nível, já que ninguém conhecia o percurso”, avalia. “Eu dou nota 10 para a organização, espero poder voltar ano que vem”, finaliza.

A terceira colocada foi para a argentina radicada no Brasil, Maria Soledad Omar, que obteve a mesma colocação que seu marido, Ezequiel. “Foi uma experiência muito rica. Tivemos sol, chuva, umidade, enfim, foi maravilhoso”, conta Soledad, que semana passada conquistou o terceiro lugar no Ironman Brasil. “Sofri bastante na bike, mas na corrida consegui recuperar uma colocação. No final senti a fadiga e não conseguia forças para buscar a Carla”, finaliza a triatleta que agora pretende descansar por um tempo.

Realizada no dia mundial do Meio Ambiente, a competição serviu para muitos atletas que não conheciam essa parte do país, interagissem com a natureza. Isso talvez sirva como incentivo para eles ajudem cada vez mais a preservar o planeta e fiscalizem as outras pessoas para que façam o mesmo.

O Circuito XTerra terá ainda outras provas esse ano, incluindo uma válida para o Circuito Mundial, em Angra dos Reis. Para fazer a inscrição e conhecer todas as datas, basta acessar o site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.


Neozelandesa vence triathlon na Amazônia no Dia do Meio Ambiente

Triathlon · 05 jun, 2010

A atleta da Nova Zelândia, Jenny Smith, precisou de 3h22min15 para vencer a primeira etapa do XTerra Amazon, disputado no meio da Floresta Amazônica neste sábado (05/06). Ela encarou 1,5 quilômetro de natação, 30 de Mountain Bike e nove de corrida na Base de Instrução número quatro do Exército, local onde o grupamento de selva realiza treinamentos.

Manaus - O sol nem tinha raiado quando os 200 participantes da prova deixaram a região de Ponta Negra, na capital amazonense, para se dirigirem ao local onde a arena estava montada. Todos chegaram ao chamado “quadrado maldito” por via fluvial e foram recebidos pelos militares com um café da manhã reforçado.

Após o juramento do guerreiro, onde um oficial do Exército pediu que todos repetissem algumas frases de incentivo, a largada aconteceu no Igarapé Mainá com um tiro de canhão. O trecho de 1,5 quilômetro da natação teve apenas uma volta e a melhor competidora foi Maria Soledad Omar.

Já nos 30 quilômetros de ciclismo, todos puderam conhecer de perto a biodiversidade da maior floresta tropical do mundo, com sua característica de ser quente e úmida. A condição climática, aliada aos obstáculos naturais, como raízes, galhos, troncos caídos, atoleiros, etc, deram um brilho a mais ao evento.

Foi na Bike que a campeã assumiu a liderança, posição que manteve na corrida, disputada metade do percurso em mata fechada e metade numa estrada de apoio dos militares. Após cruzar a linha de chegada, ela se disse muito contente pela oportunidade de competir num local como a Amazônia.

“Confesso que antes de vir fiquei com um pouco de medo da natação, principalmente pelas histórias de cobras no rio que sempre ouvimos. Mas depois foi tranqüilo e pude aproveitar a natureza”, conta. “Procurei competir com calma e evitar cometer erros, porque sabia que tinha uma boa vantagem na bike. Já na corrida eu fiquei realmente deslumbrada por estar dentro da selva”. No posto de isotônico ela conta que bebeu uma garrafa inteira do líquido, o que a deixou com mais forças para seguir em frente. “No final eu estava tão bem, que cruzei a linha de chegada e disse para mim mesmo: `Oh meu Deus, eu venci! `”.

A segunda colocada foi Carla Prada, atleta que além de provas de triathlon, disputa também algumas corridas de aventura. “Correr num lugar desses é uma oportunidade única”, conta a vice-campeã. “Hoje tivemos a nata do esporte aqui e todos estavam no mesmo nível, já que ninguém conhecia o percurso”, avalia. “Eu dou nota 10 para a organização, espero poder voltar ano que vem”, finaliza.

A terceira colocada foi para a argentina radicada no Brasil, Maria Soledad Omar, que obteve a mesma colocação que seu marido, Ezequiel. “Foi uma experiência muito rica. Tivemos sol, chuva, umidade, enfim, foi maravilhoso”, conta Soledad, que semana passada conquistou o terceiro lugar no Ironman Brasil. “Sofri bastante na bike, mas na corrida consegui recuperar uma colocação. No final senti a fadiga e não conseguia forças para buscar a Carla”, finaliza a triatleta que agora pretende descansar por um tempo.

Realizada no dia mundial do Meio Ambiente, a competição serviu para muitos atletas que não conheciam essa parte do país, interagissem com a natureza. Isso talvez sirva como incentivo para eles ajudem cada vez mais a preservar o planeta e fiscalizem as outras pessoas para que façam o mesmo.

O Circuito XTerra terá ainda outras provas esse ano, incluindo uma válida para o Circuito Mundial, em Angra dos Reis. Para fazer a inscrição e conhecer todas as datas, basta acessar o site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.

Alexandre Manzan comemora aniversário com vitória na Amazônia

Na manhã deste sábado (05/06) 200 triatletas participaram da edição inédita do XTerra Amazon, prova com 1,5 quilômetro de natação, 30 de bike em trilhas e nove de corrida, disputada no coração da Floresta Amazônica. O brasiliense Alexandre Manzan ficou com o título masculino e teve ainda mais um motivo para comemorar, já que completou 36 anos no dia da prova.

Manaus - O dia começou cedo para os 200 participantes do evento, que saíram às 4h de Ponta Negra, em Manaus, para se dirigirem à Base de instrução número quatro, do Grupamento de Selva do Exército Brasileiro, onde estava montada a arena. Após cerca de 50 minutos de ônibus e 40 de barco, todos foram recebidos pelos militares com o grito de guerra peculiar à corporação: “SELVA!”

Antes da largada foi servido um café da manhã reforçado, para que todos tivessem energia suficiente para encarar os trechos de muita dificuldade. O sol e o calor foram marcantes logo pela manhã, mas faltando uma hora para o tiro de partida a Floresta deu as boas vindas com uma chuva intensa.

Nada que assustasse os bravos guerreiros, já que Tupã foi generoso e cessou as águas para a largada. Antes de cair no rio, todos fizeram a oração do guerreiro, repetindo frases entoadas por um oficial da corporação e, pontualmente às 9h um tiro de canhão inaugurou oficialmente a disputa.

A natação aconteceu no Igarapé Mainá, com apenas uma volta e três bóias a serem contornadas. Logo em seguida, no trecho de bike, os competidores tiveram que enfrentar mata fechada, troncos, lamaçais e outros desafios, antes de chegar à corrida, também realizada em mata fechada e numa estrada de apoio dos militares.

Foi justamente no início da bike que Manzan assumiu a liderança até cruzar a linha de chegada com 2h38min36. Recém operado de uma fratura na mão esquerda, ele cogitou nem vir para a disputa, mas conseguiu encaixar bons treinos durante a semana e achou que estava apto para competir. “A natação foi mais complicada, pois precisa usar mais a mão, mas nos outros trechos eu comecei a recuperar posições. A única coisa ruim foi não saber onde estava o segundo colocado, para ter uma noção de como estava o meu ritmo”, ressalta.

O segundo colocado foi Frederico Zacarias, que fechou com 2h50min21, enquanto o terceiro foi Ezequiel Morales, argentino radicado em Niterói (RJ), que marcou 2h51min22. O americano Branden Rakita, considerado um dos nomes fortes, foi o quinto colocado com 3h02min18. “O pessoal que treina no país mostrou que está bem adaptado ao calor e à umidade”, enfatiza Manzan. Segundo ele, as dificuldades impostas pelo trajeto seletivo é que fazem o evento ser mais divertido. “Se não for assim não tem graça”, brinca.

Para Ezequiel, que há menos de uma semana conquistou o vice no Ironman Brasil, o resultado foi mais do que positivo. “Vim aqui para curtir a natureza e ter a oportunidade de participar de uma prova única. Senti um pouco o cansaço, já que no final estava sem forças para lutar por melhores posições”, conta o argentino que sofreu um pouco com o percurso técnico do ciclismo. “Eu não tenho a capacidade do Manzan, por exemplo, de trilhar certinho os percursos. Então tive que descer da bike em alguns momentos”.

A prova reuniu 200 atletas, entre amadores, elite e militares, para uma prova totalmente inédita no Brasil. A data do evento coincidiu com o Dia Mundial do Meio Ambiente, então essa proximidade com a floresta pode servir de motivação para que brasileiros e estrangeiros lutem pela preservação do planeta.

O Circuito XTerra terá ainda outras provas esse ano, incluindo uma válida para o Circuito Mundial, em Angra dos Reis. Para fazer a inscrição e conhecer todas as datas, basta acessar o site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.


Alexandre Manzan comemora aniversário com vitória na Amazônia

Triathlon · 05 jun, 2010

Na manhã deste sábado (05/06) 200 triatletas participaram da edição inédita do XTerra Amazon, prova com 1,5 quilômetro de natação, 30 de bike em trilhas e nove de corrida, disputada no coração da Floresta Amazônica. O brasiliense Alexandre Manzan ficou com o título masculino e teve ainda mais um motivo para comemorar, já que completou 36 anos no dia da prova.

Manaus - O dia começou cedo para os 200 participantes do evento, que saíram às 4h de Ponta Negra, em Manaus, para se dirigirem à Base de instrução número quatro, do Grupamento de Selva do Exército Brasileiro, onde estava montada a arena. Após cerca de 50 minutos de ônibus e 40 de barco, todos foram recebidos pelos militares com o grito de guerra peculiar à corporação: “SELVA!”

Antes da largada foi servido um café da manhã reforçado, para que todos tivessem energia suficiente para encarar os trechos de muita dificuldade. O sol e o calor foram marcantes logo pela manhã, mas faltando uma hora para o tiro de partida a Floresta deu as boas vindas com uma chuva intensa.

Nada que assustasse os bravos guerreiros, já que Tupã foi generoso e cessou as águas para a largada. Antes de cair no rio, todos fizeram a oração do guerreiro, repetindo frases entoadas por um oficial da corporação e, pontualmente às 9h um tiro de canhão inaugurou oficialmente a disputa.

A natação aconteceu no Igarapé Mainá, com apenas uma volta e três bóias a serem contornadas. Logo em seguida, no trecho de bike, os competidores tiveram que enfrentar mata fechada, troncos, lamaçais e outros desafios, antes de chegar à corrida, também realizada em mata fechada e numa estrada de apoio dos militares.

Foi justamente no início da bike que Manzan assumiu a liderança até cruzar a linha de chegada com 2h38min36. Recém operado de uma fratura na mão esquerda, ele cogitou nem vir para a disputa, mas conseguiu encaixar bons treinos durante a semana e achou que estava apto para competir. “A natação foi mais complicada, pois precisa usar mais a mão, mas nos outros trechos eu comecei a recuperar posições. A única coisa ruim foi não saber onde estava o segundo colocado, para ter uma noção de como estava o meu ritmo”, ressalta.

O segundo colocado foi Frederico Zacarias, que fechou com 2h50min21, enquanto o terceiro foi Ezequiel Morales, argentino radicado em Niterói (RJ), que marcou 2h51min22. O americano Branden Rakita, considerado um dos nomes fortes, foi o quinto colocado com 3h02min18. “O pessoal que treina no país mostrou que está bem adaptado ao calor e à umidade”, enfatiza Manzan. Segundo ele, as dificuldades impostas pelo trajeto seletivo é que fazem o evento ser mais divertido. “Se não for assim não tem graça”, brinca.

Para Ezequiel, que há menos de uma semana conquistou o vice no Ironman Brasil, o resultado foi mais do que positivo. “Vim aqui para curtir a natureza e ter a oportunidade de participar de uma prova única. Senti um pouco o cansaço, já que no final estava sem forças para lutar por melhores posições”, conta o argentino que sofreu um pouco com o percurso técnico do ciclismo. “Eu não tenho a capacidade do Manzan, por exemplo, de trilhar certinho os percursos. Então tive que descer da bike em alguns momentos”.

A prova reuniu 200 atletas, entre amadores, elite e militares, para uma prova totalmente inédita no Brasil. A data do evento coincidiu com o Dia Mundial do Meio Ambiente, então essa proximidade com a floresta pode servir de motivação para que brasileiros e estrangeiros lutem pela preservação do planeta.

O Circuito XTerra terá ainda outras provas esse ano, incluindo uma válida para o Circuito Mundial, em Angra dos Reis. Para fazer a inscrição e conhecer todas as datas, basta acessar o site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.

Atleta dos Estados Unidos compete triathlon na Floresta Amazônica

O triathleta dos Estados Unidos, Branden Rakita, será um dos destaques do Xterra Amazon, competição de 1,5 quilômetros de natação, 30 de Mountain Bike e nove de corrida a serem disputados no coração da Floresta Amazônica neste sábado (05/06). Em sua primeira viagem ao Brasil, Brandem se diz empolgado em participar de uma prova nessa região.

“Competir na Floresta Amazônica será uma experiência incrível e me considero sortudo por ter essa oportunidade”, relata o triatleta. “Será uma prova como nenhuma outra que eu já tenha feito e estou empolgado por não saber o que pode acontecer”, completa.

O XTerra Amazon terá como palco a base de treinamentos do Exército Brasileiro, entidade que fornecerá todo o apoio logístico para os atletas. O trecho de natação será disputado no Rio Negro, enquanto o ciclismo e a corrida acontecerão em trechos de floresta nativa.

“Fiz uma preparação intensa para essa etapa do XTerra, principalmente por conta da alta umidade e do calor “, lembra Branden. “Treino no Colorado (EUA) onde a umidade nunca chega a níveis tão elevados”, lembra. Na prova deste sábado, a umidade relativa do ar deve chegar a 93%.

Desde 2005 ele compete como atleta profissional e até 2008 dedicou seus esforços na distância olímpica (1,5 quilômetros de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida) disputada em asfalto. De 2008 para frente ele começou a se focar em provas de XTerra, sempre disputadas em terrenos rústicos e em meio à natureza.

“Espero ter a oportunidade de fazer um treino de reconhecimento no percurso, para já me adaptar ao clima da floresta”, ressalta o americano. “Caso não seja possível, terei que fazer isso durante a prova”, finaliza.

Essa etapa regional do XTerra contará com atletas brasileiros, estrangeiros, além de militares, num evento inédito no país até então. Outro fator que chama a atenção é a prova ser disputada no Dia Mundial do Meio Ambiente, data criada para chamar a atenção para a necessidade de contribuir com a preservação do planeta.


Atleta dos Estados Unidos compete triathlon na Floresta Amazônica

Triathlon · 04 jun, 2010

O triathleta dos Estados Unidos, Branden Rakita, será um dos destaques do Xterra Amazon, competição de 1,5 quilômetros de natação, 30 de Mountain Bike e nove de corrida a serem disputados no coração da Floresta Amazônica neste sábado (05/06). Em sua primeira viagem ao Brasil, Brandem se diz empolgado em participar de uma prova nessa região.

“Competir na Floresta Amazônica será uma experiência incrível e me considero sortudo por ter essa oportunidade”, relata o triatleta. “Será uma prova como nenhuma outra que eu já tenha feito e estou empolgado por não saber o que pode acontecer”, completa.

O XTerra Amazon terá como palco a base de treinamentos do Exército Brasileiro, entidade que fornecerá todo o apoio logístico para os atletas. O trecho de natação será disputado no Rio Negro, enquanto o ciclismo e a corrida acontecerão em trechos de floresta nativa.

“Fiz uma preparação intensa para essa etapa do XTerra, principalmente por conta da alta umidade e do calor “, lembra Branden. “Treino no Colorado (EUA) onde a umidade nunca chega a níveis tão elevados”, lembra. Na prova deste sábado, a umidade relativa do ar deve chegar a 93%.

Desde 2005 ele compete como atleta profissional e até 2008 dedicou seus esforços na distância olímpica (1,5 quilômetros de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida) disputada em asfalto. De 2008 para frente ele começou a se focar em provas de XTerra, sempre disputadas em terrenos rústicos e em meio à natureza.

“Espero ter a oportunidade de fazer um treino de reconhecimento no percurso, para já me adaptar ao clima da floresta”, ressalta o americano. “Caso não seja possível, terei que fazer isso durante a prova”, finaliza.

Essa etapa regional do XTerra contará com atletas brasileiros, estrangeiros, além de militares, num evento inédito no país até então. Outro fator que chama a atenção é a prova ser disputada no Dia Mundial do Meio Ambiente, data criada para chamar a atenção para a necessidade de contribuir com a preservação do planeta.

Casal argentino radicado no RJ disputa Ironman BR e XTerra Amazônia

O casal de argentinos radicado em Niterói (RJ), Ezequiel Morales e Maria Soledad Omar, já está pronto para encarar mais um desafio na carreira: disputar o Ironman Brasil neste domingo (30/05) em Florianópolis e uma semana depois encarar o XTerra Amazônia, em Manaus. Durante todo o primeiro semestre eles fizeram um trabalho de base pensando na prova catarinense, mas ao tomarem conhecimento da disputa amazônica, resolveram aumentar os treinos para suportar as duas competições.

“Nosso foco principal é o Iron, mas ficamos empolgados em competir no meio da floresta amazônica e resolvemos prestigiar o XTerra”, conta Soledad. Ela conta que preferiu fazer o treino de preparação na Argentina, pois em Niterói teria que correr e pedalar em vias onde o tráfego de veículos é muito intenso.

“Valeu muito a pena, pois participamos de um meio Ironman por lá e fomos campeões. Depois voltamos para o Brasil e vencemos também uma prova em Criciúma, com distância pouco maior do que um triathlon olímpico”, completa a triatleta se referindo à tradicional distância de 1,5 quilômetro de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida.

Soledad disputará sua terceira prova de Ironman na carreira e a expectativa é chegar entre as cinco primeiras colocadas. “Essa é uma prova que ainda preciso de mais experiência. Eu já fui sétima e sexta colocada, então a top Five é a meta”, comenta a argentina que não esconde almejar voos mais altos. “Claro que se for possível, obter uma vaga para o Mundial do Havaí seria ótimo”.

Já seu marido, Ezequiel, chega à quinta disputa da modalidade e tem na bagagem uma participação no Havaí, o que certamente o coloca entre os favoritos ao título. “Ano passado fui quarto colocado, então busco pelo menos um terceiro lugar e uma das vagas para o mundial”, afirma.

XTerra - Depois de encarar os 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42 de corrida em Floripa, o casal terá alguns dias de descanso antes de alinhar para os 1,5 quilômetro de natação no Rio Negro, 30 de mountain bike e nove de corrida do XTerra Amazônia. Descanso para um atleta de elite, porém, não significa colocar as pernas para o ar e relaxar completamente.

“Nesta semana vamos fazer alguns treinos leves para recuperar o corpo e já prepará-lo para a próxima competição”, explica Soledad. “Serão rodagens leves de velocidade, para o corpo ficar em alerta”. Segundo ela, o treino de bike e corrida não deve ultrapassar 40 minutos a uma hora por dia.

Apesar do desgaste, o casal afirma que participar de uma prova na maior floresta tropical do mundo vale qualquer esforço. “Será um desafio, adoramos aventura”, conta Soledad animada. “O que mais nos motivou foi poder competir nessa região do Brasil, com belas paisagens e no meio da natureza. É uma prova nota 10 para quem pratica esporte”, salienta Ezequiel, que pretende lutar pelo pódio.


Casal argentino radicado no RJ disputa Ironman BR e XTerra Amazônia

Triathlon · 27 maio, 2010

O casal de argentinos radicado em Niterói (RJ), Ezequiel Morales e Maria Soledad Omar, já está pronto para encarar mais um desafio na carreira: disputar o Ironman Brasil neste domingo (30/05) em Florianópolis e uma semana depois encarar o XTerra Amazônia, em Manaus. Durante todo o primeiro semestre eles fizeram um trabalho de base pensando na prova catarinense, mas ao tomarem conhecimento da disputa amazônica, resolveram aumentar os treinos para suportar as duas competições.

“Nosso foco principal é o Iron, mas ficamos empolgados em competir no meio da floresta amazônica e resolvemos prestigiar o XTerra”, conta Soledad. Ela conta que preferiu fazer o treino de preparação na Argentina, pois em Niterói teria que correr e pedalar em vias onde o tráfego de veículos é muito intenso.

“Valeu muito a pena, pois participamos de um meio Ironman por lá e fomos campeões. Depois voltamos para o Brasil e vencemos também uma prova em Criciúma, com distância pouco maior do que um triathlon olímpico”, completa a triatleta se referindo à tradicional distância de 1,5 quilômetro de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida.

Soledad disputará sua terceira prova de Ironman na carreira e a expectativa é chegar entre as cinco primeiras colocadas. “Essa é uma prova que ainda preciso de mais experiência. Eu já fui sétima e sexta colocada, então a top Five é a meta”, comenta a argentina que não esconde almejar voos mais altos. “Claro que se for possível, obter uma vaga para o Mundial do Havaí seria ótimo”.

Já seu marido, Ezequiel, chega à quinta disputa da modalidade e tem na bagagem uma participação no Havaí, o que certamente o coloca entre os favoritos ao título. “Ano passado fui quarto colocado, então busco pelo menos um terceiro lugar e uma das vagas para o mundial”, afirma.

XTerra - Depois de encarar os 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42 de corrida em Floripa, o casal terá alguns dias de descanso antes de alinhar para os 1,5 quilômetro de natação no Rio Negro, 30 de mountain bike e nove de corrida do XTerra Amazônia. Descanso para um atleta de elite, porém, não significa colocar as pernas para o ar e relaxar completamente.

“Nesta semana vamos fazer alguns treinos leves para recuperar o corpo e já prepará-lo para a próxima competição”, explica Soledad. “Serão rodagens leves de velocidade, para o corpo ficar em alerta”. Segundo ela, o treino de bike e corrida não deve ultrapassar 40 minutos a uma hora por dia.

Apesar do desgaste, o casal afirma que participar de uma prova na maior floresta tropical do mundo vale qualquer esforço. “Será um desafio, adoramos aventura”, conta Soledad animada. “O que mais nos motivou foi poder competir nessa região do Brasil, com belas paisagens e no meio da natureza. É uma prova nota 10 para quem pratica esporte”, salienta Ezequiel, que pretende lutar pelo pódio.

Xterra Amazônia dobra premiação e oferecerá um total de 8 mil dólares

No dia cinco de junho, data em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia, a região da Floresta Amazônica receberá o XTerra Regional Amazon, competição a ser disputada no coração da maior floresta tropical do mundo. A organização informa que aumentou a premiação para os campeões, antes de oito mil reais e agora em oito mil dólares.

Serão contemplados com o montante, os cinco melhores homens e as cinco melhores mulheres após percorrerem 1,5 quilômetro de natação, 30 de mountain bike e nove de corrida. O tiro de partida será dado às 9h no Centro de Instrução de Guerra na Selva do Exército Brasileiro, o CIGS.

Além do triathlon, haverá ainda uma corrida noturna em trilha, a Night Trail Run, a ser disputada às 19h do dia cinco na Praia de Ponta Negra, em Manaus, com distâncias de cinco e 10 quilômetros. Todos os inscritos na categoria triathlon automaticamente ganham vaga para essa disputa.

Outra competição que faz parte do evento é a Kids Running, corrida com distâncias que variam conforme a idade da criança. Todos os atletas mirins ganham medalha de participação, modelo Survivor, e sobem ao pódio para a foto oficial.

As inscrições para o Xterra Regional Amazon ainda seguem abertas, mas os interessados em participar devem se apressar, pois as vagas são limitadas a 50 estrangeiros, 50 militares e 200 brasileiros, nas categorias amador, profissional ou revezamento. Para garantir um lugar na etapa mais esperada do ano, basta acessar www.xterrabrasil.com.br.

Confira a seguir o reconhecimento do percurso feito pelo organizador, Bernardo Fonseca, junto com os militares.


Xterra Amazônia dobra premiação e oferecerá um total de 8 mil dólares

Corridas de Rua · 30 abr, 2010

No dia cinco de junho, data em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia, a região da Floresta Amazônica receberá o XTerra Regional Amazon, competição a ser disputada no coração da maior floresta tropical do mundo. A organização informa que aumentou a premiação para os campeões, antes de oito mil reais e agora em oito mil dólares.

Serão contemplados com o montante, os cinco melhores homens e as cinco melhores mulheres após percorrerem 1,5 quilômetro de natação, 30 de mountain bike e nove de corrida. O tiro de partida será dado às 9h no Centro de Instrução de Guerra na Selva do Exército Brasileiro, o CIGS.

Além do triathlon, haverá ainda uma corrida noturna em trilha, a Night Trail Run, a ser disputada às 19h do dia cinco na Praia de Ponta Negra, em Manaus, com distâncias de cinco e 10 quilômetros. Todos os inscritos na categoria triathlon automaticamente ganham vaga para essa disputa.

Outra competição que faz parte do evento é a Kids Running, corrida com distâncias que variam conforme a idade da criança. Todos os atletas mirins ganham medalha de participação, modelo Survivor, e sobem ao pódio para a foto oficial.

As inscrições para o Xterra Regional Amazon ainda seguem abertas, mas os interessados em participar devem se apressar, pois as vagas são limitadas a 50 estrangeiros, 50 militares e 200 brasileiros, nas categorias amador, profissional ou revezamento. Para garantir um lugar na etapa mais esperada do ano, basta acessar www.xterrabrasil.com.br.

Confira a seguir o reconhecimento do percurso feito pelo organizador, Bernardo Fonseca, junto com os militares.

XTerra Amazônia é o grande destaque do circuito 2010 da competição

Nadar 1,5 quilômetro no Rio Negro, pedalar 30 e correr nove no coração da floresta amazônica será o desafio para 300 atletas na etapa Regional do XTerra em Manaus, nos dias quatro e cinco de junho. A competição é o grande destaque do circuito este ano e um sonho realizado para Bernardo Fonseca, um dos responsáveis pela organização.

“O XTerra tem como pilares realizar eventos em locais diferenciados e sempre em contato com a natureza. A prova na Amazônia une o inóspito e o ineditismo”, explica o dirigente, sócio da empresa X3M Eventos. “Escolhemos o Dia Mundial do Meio Ambiente como data, já que o XTerra prima pela preservação e sustentabilidade”.

Segundo ele, um ano e meio foi o tempo gasto entre conversas com os militares, governantes e outros envolvidos com o evento na região. “Serão mais de 200 soldados dedicados à competição, além de diversos helicópteros e caminhões para deslocar as pessoas para a base militar”, enfatiza o dirigente.

Arena - A arena do triathlon será montada na BI4, a Base de Instrução número quatro do Exército Brasileiro, e será uma oportunidade para as pessoas conhecerem o trabalho realizado pelas forças armadas. “É um local com mais onças por metro quadrado no Brasil, mas dificilmente vamos encontrar uma, pois elas se assustam muito fácil com a presença de pessoas”, explica Bernardo. “Os competidores terão a oportunidade de entrar numa área de floresta primária, local onde poucos tiveram a oportunidade de pisar”.

Apesar dos “perigos” iminentes, todos podem ficar tranquilos, pois haverá total assistência e segurança por parte do Exército. Como medida de prevenção, todas as pessoas que forem para o evento deverão tomar vacina contra febre amarela pelo menos 15 dias antes da viagem, além de levar repelente contra insetos.

Como forma de sustentabilidade, a prova terá o selo Carbon Free, na qual todo o carbono gerado será compensado por meio de plantio árvores. “Também firmamos parceria com artesãos locais, que serão responsáveis pela confecção dos troféus”, relata o organizador.

As inscrições serão abertas ao meio dia desta quinta-feira (08/04), mas os interessados devem se apressar, pois são 200 vagas disponíveis para brasileiros, já que as outras 100 serão destinadas igualmente para os militares e para os estrangeiros. Para garantir uma vaga, basta acessar o site www.xterrabrasil.com.br. “Esta é a etapa mais comentada no Brasil e também no Circuito Mundial”, finaliza Bernardo.


XTerra Amazônia é o grande destaque do circuito 2010 da competição

Triathlon · 06 abr, 2010

Nadar 1,5 quilômetro no Rio Negro, pedalar 30 e correr nove no coração da floresta amazônica será o desafio para 300 atletas na etapa Regional do XTerra em Manaus, nos dias quatro e cinco de junho. A competição é o grande destaque do circuito este ano e um sonho realizado para Bernardo Fonseca, um dos responsáveis pela organização.

“O XTerra tem como pilares realizar eventos em locais diferenciados e sempre em contato com a natureza. A prova na Amazônia une o inóspito e o ineditismo”, explica o dirigente, sócio da empresa X3M Eventos. “Escolhemos o Dia Mundial do Meio Ambiente como data, já que o XTerra prima pela preservação e sustentabilidade”.

Segundo ele, um ano e meio foi o tempo gasto entre conversas com os militares, governantes e outros envolvidos com o evento na região. “Serão mais de 200 soldados dedicados à competição, além de diversos helicópteros e caminhões para deslocar as pessoas para a base militar”, enfatiza o dirigente.

Arena - A arena do triathlon será montada na BI4, a Base de Instrução número quatro do Exército Brasileiro, e será uma oportunidade para as pessoas conhecerem o trabalho realizado pelas forças armadas. “É um local com mais onças por metro quadrado no Brasil, mas dificilmente vamos encontrar uma, pois elas se assustam muito fácil com a presença de pessoas”, explica Bernardo. “Os competidores terão a oportunidade de entrar numa área de floresta primária, local onde poucos tiveram a oportunidade de pisar”.

Apesar dos “perigos” iminentes, todos podem ficar tranquilos, pois haverá total assistência e segurança por parte do Exército. Como medida de prevenção, todas as pessoas que forem para o evento deverão tomar vacina contra febre amarela pelo menos 15 dias antes da viagem, além de levar repelente contra insetos.

Como forma de sustentabilidade, a prova terá o selo Carbon Free, na qual todo o carbono gerado será compensado por meio de plantio árvores. “Também firmamos parceria com artesãos locais, que serão responsáveis pela confecção dos troféus”, relata o organizador.

As inscrições serão abertas ao meio dia desta quinta-feira (08/04), mas os interessados devem se apressar, pois são 200 vagas disponíveis para brasileiros, já que as outras 100 serão destinadas igualmente para os militares e para os estrangeiros. Para garantir uma vaga, basta acessar o site www.xterrabrasil.com.br. “Esta é a etapa mais comentada no Brasil e também no Circuito Mundial”, finaliza Bernardo.

Amazônia vai ser palco de uma Ultramaratona

Ultra Maratona · 24 mar, 2004

No mês de setembro atletas de elite poderão participar de uma disputa que será realizada no meio da selva. A Jungletrekker220 – Amazon Ultra Race é um prova de resistência onde competidores irão enfrentar 220km de trilhas fechadas, em sete dias de corrida na floresta Amazônica.

A competição será dividida em etapas. Mas os participantes terão um limite de tempo para completar cada percurso. Se isso não ocorrer o competidor é eliminado. Além disso, cada pessoa terá que levar o próprio equipamento como kit de primeiros socorros e alimento.

Só poderão participar da prova 60 pessoas. A largada será dada no dia 20 de setembro com chegada prevista para o dia 30, do mesmo mês. Mas para participar dessa aventura o atleta precisa pagar uma taxa de R$3.500 reais, que inclui translado, jantar de recepção, camiseta, entre outros.

Porém é necessário fazer antes uma pré-inscrição. Para mais informações www.jungletrekker.com