O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) divulgou, até o momento, os nomes dos atletas que já atingiram índices para ir aos Jogos Olímpicos de Atenas, que será disputado entre os dias 13 e 29 de agosto de 2004, na Grécia.
Ao todo 181 pessoas já conseguiram o índice provisório. O atletismo conta com 20 atletas pré-selecionado que obtiveram os indices "A" da Federação Internacional das Associações de Atletismo (IAAF). Mas só serão selecionados os três melhores atletas de cada prova.
Segundo, o COB, se mais de três atletas se qualificarem, serão convocados os três primeiros do ranking brasileiro, no período estabelecido, que vai de 1º de janeiro de 2003 a 11 de julho de 2004 e no caso da maratona e da marcha atlética 50km, o período de obtenção de índices é de 1º de janeiro de 2003 a 2 de maio de 2004.
Confira os atletas que já atingiram o índice olímpico:
Maratona:
André Luís Ramos, Vanderlei Cordeiro de Lima, Otávio dos Santos Pinheiro, Willian Gomes Amorin, Marlene Teixeira e Márcia Narloch.
Marcha atlética:
José Alessandro Bagio (20km), Sérgio Galdino e Mário José dos Santos Jr nos 50km.
Demais modalidades:
100m rasos masculino (10s21) - Edson Luciano Ribeiro e Jarbas Mascarenhas Júnior
200m rasos masculino (20s59) - Claudinei Quirino da Silva, Cláudio Roberto Souza e André Domingos da Silva
800m rasos masculino (1min46s00) - Osmar Barbosa dos Santos
110m com barreiras masculino (13s54) - Márcio Simão de Souza, Redelen Melo dos Santos, Matheus Facho Inocêncio e Anselmo Gomes da Silva
Salto triplo masculino (17m10) - Jadel Gregório
Arremesso de peso feminino (18m55) - Elisângela Maria Adriano
400m - Geisa Aparecida Coutinho
Atletismo · 16 fev, 2004
Faltando seis meses para começar a Olimpíada de Atenas e o Comitê Olímpico internacional (Coi) já divulgou o número de ingressos que estarão disponível para o público. Ao todo serão vendidos 35.230 tickets que já podem ser adquiridos no site oficial www.tickets.athens2004.com.
Para a cerimônia de abertura serão vendidos apenas 4.000 ingressos e para a de fechamento 3.000. Já para o atletismo serão disponibilizados o maior número de ingressos dos Jogos Olímpicos 11.700.
Para essa modalidade os preços variam conforme o setor da arquibancada e o dia da competição. O setor C é o mais barato e pode-se encontrar ingresso por dez Euros, o equivalente a R$ 38,00.
Já o ingresso mais caro é do setor A e chega a custar 90 Euros, ou então cerca de R$240,00.
Atletismo · 16 fev, 2004
O ciclista belga Johan Sermon foi encontrado morto na última sexta-feira pela mãe. Segundo agências internacionais Sermon pode ter falecido por causa de um ataque do coração enquanto dormia.
O atleta tinha apenas 21 anos e havia se submetido a um check-up de coração há pouco tempo. Coincidentemente um dia após a morte do belga o ciclista Marco Pantani também foi encontrado morto em um quarto de hotel na Itália
Triathlon · 16 fev, 2004
O 18º Torneio de Verão de Ciclismo terminou ontem na cidade de Santos. Ao todo 300 atletas pedalaram 475 quilômetros em quatro dias de competição. O torneio foi dividido em diversas etapas incluindo uma que prova contra o relógio.
O grande campeão da competição foi Luis Amorim da equipe Scott/Fadenp/S.J. dos Campos. Amorim completou todas as etapas com 9h23min19. Já a melhor equipe, também de São José dos Campos, completou o percurso em 29h03min45.
Triathlon · 16 fev, 2004
O ciclista italiano Marco Pantani foi encontrado morto na tarde do último sábado em um quarto de hotel, na Itália. Segundo agências internacionais uma autópsia do corpo será feita hoje para identificar a causa da morte.
Pantani começou a pedalar profissionalmente em 1992 e desde então não parou mais. No ano de 98 ele foi o campeão da Volta da França. Mas nos últimos anos o italiano estava tendo problemas com doping.
Por causa disso no ano passado Pantani estava se tratando em clínicas de depressão e recuperação do uso de drogas.
Triathlon · 16 fev, 2004
A história de Derek Clayton pode ser resumida na frase: quilometragem excessiva e desgaste por falta de recuperação. Mas a deste britânico alto, de 1,88m, nascido em Lancashire, em novembro de 1942, que emigrou à Austrália aos 21 anos depois de ter passado tempos em Belfast na Irlanda do Norte, e cheia de feitos.
Aos 23 anos, depois de já estar há 2 na Austrália, Derek estréia em maratonas ganhando com 2h22min12 no Campeonato Estadual de Vitória, em Melbourne.
Derek Clayton que era um adepto dos princípios de treinamento de Arthur Lydhiard, dos treinamentos longos, fazia treinamento sempre com 250 km, por semana chegando aos 320 quilômetros em algumas semanas. Esta quilometragem excessiva, e a falta de atenção aos sinais do corpo, acabou custando a Clayton diversas interrupções e inclusive 7 cirurgias mais importantes, sendo 4 nos tendões-de-aquiles. Clayton não tinha a compreensão de que o descanso e a recuperação eram tão importantes e, por esta razão, sofreu tanto com lesões e, apesar de grandes marcas, não conseguiu nenhum grande resultado em Jogos Olímpicos
O maior feito de Derek Clayton foi em Fukuoka, em 3 de dezembro de 1967, na primeira incursão internacional. Depois de uma batalha com o japonês Seeshira Sasaki, passando os 5 km em 15min06, os 10 km 29min57, os 15 km em 44min57. Clayton passou os 20 km em 59min59, sendo a primeira vez que se correu em uma maratona neste ritmo. E no final a marca impressionante de 2h09min36.4, novo recorde mundial, melhorando em quase 3 minutos a marca de 2h12min25 e que era do japonês Shigematsu. O tempo era impressionante ainda mais porque antes da prova a melhor marca de Clayton para a distância era de 2h18min28. Sasaki, que a partir do km 34 tinha se curvado à superioridade de Clayton, ainda se esforçou para cruzar a linha de chegada em 2º, com 2h11min17, que foi, então, a segunda melhor marca mundial da maratona. O que na época talvez Clayton não tivesse associado ao recorde é que no início de 1967 teve que sofrer uma cirurgia no tendão-de-aquiles e, com isso, se viu afastado dos treinos por um longo período, o que o permitiu se recuperar e ganhar o vigor físico necessário para o posterior recorde mundial.
Clayton rodava cerca de 15.000 km por ano, o que lhe acarretava problemas de lesões e cirurgias, tendo, inclusive, participado e terminado em 7º na Maratona dos Jogos Olímpicos do México com sérios problemas de cartilagem. Foi um feito ter terminado o percurso em 2h27min23.8. Assim como fracassou nos Jogos de 1972 em Munique com uma 13ª colocação, em 2h19min49.
Outro grande feito de Derek Clayton foi no dia 30 de maio de 1969, em Antuérpia, na Bélgica, onde se organizou uma maratona com diversos atletas internacionalmente conhecidos para celebrar a inauguração de um túnel. Naquela época os rigores de medição de percurso não eram como os de hoje. A prova, corrida à noite, propiciaria grandes marcas e, no final, venceu Derek Clayton com surpreendentes 2h08min33.6, marca impressionante e os adversários chegando muito distantes, tendo o segundo colocado, o japonês Usmi, terminado quase 3 minutos depois. Houve polêmica sobre a validade do resultado e do mesmo ser o novo recorde mundial. Apenas nos anos 80 é que se concluiu que a prova deve ter sido corrida em distância menor, o que nunca foi aceito ou reconhecido por Clayton.
A confusão ainda foi maior, pois este recorde de 1969 só seria quebrado em outubro de 1981 por Alberto Salazar, na Maratona de Nova York, com 2h08min13, mas descobriu-se depois, que esta Maratona de Nova York se correu com 150 metros a menos. Mas, em dezembro de 1981, o australiano Robert de Castella marcou 2h08min18 em Fukuoka e passou a ser uma marca considerada mais acreditável.
Derek Clayton foi um grande corredor que pagou um preço caro, com lesões e cirurgias, por ter feito quilometragens excessivas e não ter dado atenção ao corpo e a sua recuperação. Mas, indiscutivelmente, marcou o mundo das maratonas com seus resultados impressionantes em Fukuoka em 1967 e na Bélgica em 1969.
Maratona · 15 fev, 2004
É assim que Carla Moreno começa a ficar conhecida no circuito internacional e pretende aumentar a fama com ouro no Pan e uma medalha olímpica
Pronta para buscar o ouro. Depois de conquistar a medalha de prata em Winnipeg/99, Carla Moreno vai correr, nadar e pedalar para chegar em primeiro nos Jogos Pan-Americanos, em agosto, em Santo Domingo, sua segunda participação no evento. A República Dominicana é apenas uma escala. A atleta, que tem lugar cativo na Seleção Brasileira desde 99, tem como destino Atenas 2004. Treina duro para atingir sua grande meta: uma medalha olímpica. Melhor brasileira qualificada no ranking mundial em 2002 (9º colocada), a brasileira voadora conta, nesta entrevista exclusiva para SuperAção, um pouco de sua trajetória vitoriosa, planos para a carreira e confirma mais uma vez que o sucesso é conseqüência de muita dedicação e determinação.
Você foi a melhor brasileira do ranking da ITU em 2002, o que espera para este ano?
A posição tem variado bastante, hoje (última semana de maio) estou em 10º lugar. O mais importante são os resultados e não o ranking, pois existem várias provas toda semana e você cai e sobe como se estivesse pulando numa cama elástica. Me preocupo com os resultados. Os pontos serão conseqüência.
E quais são os planos para a carreira?
Dentro do triathlon, hoje, só tenho como objetivo uma medalha nos Jogos Olímpicos. Se vai ser ano que vem, se vai ser em 2008, não sei. Estou lutando com todas as minhas forças.
Como estão suas expectativas em relação ao Pan?
Venho me dedicando ao máximo para estar no pódio, mas não gosto de falar sobre resultado no ar. O triathlon é uma prova que depende de equipamento e, dessa forma, tudo pode acontecer. Não podemos menosprezar ninguém e lutar muito.
A disputa em Santo Domingo promete ser acirrada?
Todas as competidoras são fortes, pois são as melhores de cada país. Mas, sem dúvida, a briga entre brasileiras, americanas e canadenses vai ser legal.
Você se inspira em alguém, tem um ídolo?
Eternamente Ayrton Senna. Cada vez mais me encanto com os projetos que sua irmã (Viviane) vem realizando. Sempre estou admirando a performance alheia, todos aqueles que lutam e conseguem. E tenho que dizer que às vezes a minha também.
Como é a sua rotina?
Minha rotina é treinar, treinar e treinar. Mas, nas minhas horas livres, gosto de estar em casa com meu marido. Minha família sempre faz churrasco. Eu adoro! E gosto de fazer compras.
Como é a sua preparação?
Não tenho planilha, quilômetros e horas. Treino geralmente em três períodos, e também faço massagem e alongamentos. Quando tenho tempo, faço aulas de postura, pois sou um ponto de interrogação, preciso melhorar. Acho que o treino tem que ser de acordo com a capacidade de cada indivíduo. O meu treino só seria bom para o meu clone. O meu técnico varia muito e nem sempre faço os três esportes no mesmo dia ou, às vezes, faço duas vezes a mesma modalidade.
Quem compõe sua equipe de trabalho?
Meu técnico é o Cali, tenho um fisioterapeuta que é o Marco Aurélio, meu massagista é o Paulo (meu marido, também fisioterapeuta), e um médico que é o Dr. Oscar Naranjo, que cuida de toda alimentação e suplementação.
Quais são os cuidados com alimentação?
O Dr. Oscar é quem fez meu Fusca virar Formula 1. Estou ainda na Formula 3.000, na F-1 chego ano que vem. Faço uma dieta balanceada, pois meu médico me conhece e adaptou o que meu organismo absorve melhor. Não adianta eu falar que bebo de 3 a 4 litros de leite por dia, quem conseguiria? Eu e o bezerro. Não consumo o que realmente não gosto, não aprecio frituras, exceto banana à milanesa, não gosto de refrigerante, de cerveja, em compensação não fico sem doce nenhum dia, sou uma pessoa muito elétrica, como chocolate umas quatro vezes. Também como sanduíche quando tenho vontade. Não sou escrava, mas tenho consciência e como o que me faz bem. Não como sem vontade, a gula é o problema.
O que a fez se dedicar ao triathlon?
Eu era nadadora e comecei a praticar corrida de rua pra sair da rotina. Aí foi só comprar uma bike. Comecei em 1996. Não fui nenhum fenômeno na natação (disputava provas de 100m e 200m peito e 400 medley), senão não estaria no triathlon. Adoro natação de paixão, passo horas assistindo uma prova pela TV.
Qual é seu ponto forte na modalidade?
Acho que sou média nos três esportes e quero melhorar nos três. Tudo depende da prova, você precisa ter natação de primeiro pelotão, ciclismo para se manter e corrida pra decidir.
Qual foi a prova mais difícil que você já disputou?
A etapa da World Cup de Nice, na França. Me lembro que o ciclismo tinha uma serra e era super difícil. Quando reconheci o percurso, um dia antes, chorava a noite de tanto nervoso, achava que não conseguiria. Antes da prova, o técnico australiano (parceiro do Cali) que estava me acompanhando, chegou e disse que esperava algo de bom porque confiava em mim. Senti, naquele instante, minutos antes da largada, a responsabilidade. Na primeira volta do ciclismo perdi minha garrafa de água, ou seja, fiz 40km de bike no seco. Na corrida serviam água com gás. Conclusão: não podia tomar se não vomitaria. Estava mal, em 8º lugar quando faltavam duas voltas de corrida, 2 ou 3 km para terminar, e o técnico já estava cansado de gritar, bravo, e eu cansada, com sede. Teve uma hora que ele desistiu. Eu estava morta, mas pensei, vou provar que não desisto. Dei um sprint, a galera levantou, e as pessoas pensavam que tinha tomado algo, porque o narrador dizia que eu estava voando e não correndo, brasileira voadora! Cheguei em segundo lugar e chorei muito ao ver a bandeira do Brasil no pódio. Ficaram dois ensinamentos: quando tudo parecer impossível, se não chegou o final, há sempre esperança e, a dor física pode ser superada quando estamos felizes, ou seja, aquela dor terrível, a sede, foram superadas ao pendurar a medalha no pescoço e ver a Bandeira Nacional no alto. E ainda pude surpreender meu técnico, que achava que tudo estava perdido.
Você nunca participou de Ironman, tem planos para este tipo de competição?
Não sei se vou participar. Acho que tenho que ter um objetivo de cada vez. Se não, você se perde no meio do caminho. Gostaria de ter participado dos 10km de pista para tentar o índice dos Jogos Pan-Americanos, mas meu técnico não deixou. Então, entendi que estava errada, o triathlon já é, por natureza, um esporte que exige muito, portanto, é preciso de tempo para tudo.
Até quando você acredita ser possível competir em alto nível no triathlon?
Depende da cabeça do atleta. A Fernanda Keller, por exemplo, está com quase 40 anos e dá show no ironman. Tudo depende se o atleta vai ter paciência e condições físicas (muita lesão poderá levar a uma curta carreira). Na minha opinião, carreira é questão de objetivo. Se você alcançou sua meta, como vai pensar depois? Então entra a questão do tempo. Quando se tem uma motivação e um objetivo, se vai longe.
Entre as competidoras atuais, quem são suas maiores adversárias?
Quando dá a sirene, todas são iguais, quem cruzar a linha de chegada em primeiro é a melhor naquele dia. Nem sempre estamos bem sempre e ninguém é invencível. Por isso, não acredito em adversárias, sempre pode surgir alguém pra surpreender, então, ficar ligado é o melhor adversário.
Que dicas daria para quem sonha em ser campeã de triathlon?
Ser dedicado e estar preparado para sofrer. Do céu só cai chuva, raios, gelo!
Qual foi o momento mais importante da sua carreira?
Vai ser quando eu conquistar meu objetivo (uma medalha olímpica).
Você sempre demostrou ser bastante vaidosa...
Sou sempre cuidadosa. Gosto de olhar no espelho e me sentir bonita. Não gosto de ficar suja ou suada. Sempre estou cheirosa e bem arrumada. Não gosto de roupas frescurentas, mas gosto de ter meu estilo de vestir. Sou detalhista e observadora. Acho que isso é uma grande vantagem dentro do meu esporte. O detalhe faz a diferença.
E como é a Carla Moreno?
Sou uma pessoa feliz, que gosta muito de conversar e ajudar as pessoas. Meu maior defeito é querer tudo do meu jeito e gostar de resolver os meus problemas e dos outros logo.
Triathlon · 14 fev, 2004
O governo dos Estados Unidos quer processar o laboratório americano Balco, fundado por Victor Conte, pela a venda do esteróide anabolizante tetrahidrogestrinona (THG) para esportistas. A droga é capaz de reduzir a fadiga do atleta na hora da competição, além de ser proibida pela a Federação Internacional das Associações de Atletismo (IAAF).
O THG foi descoberto em junho do no passado por uma denuncia anônima de que esportistas de atletismo estavam usando a substância. Desde então as associações e federações do esporte redobraram a atenção nos exames antidoping e confirmaram o uso dessa droga.
Vários atletas de diferentes modalidades estão em julgamento por causa do doping de THG. Entre eles está o velocista americano Jerome Young que quase foi julgado pela a Corte Arbitral do Esporte na Suíça.
Atletismo · 13 fev, 2004
O prazo final para as inscrições dos Jogos Regionais da região sul de Paradesporto vão até o dia 20 de fevereiro. Essa competição será realizada no Vale do Itajaí entre os dias 18 e 21 de março.
As modalidades disputadas serão atletismo, natação, tênis de mesa, halterofilismo, tiro, bocha, polibate e clínica de esgrima em cadeira de rodas. A competição é um dos principais eventos da Associação Brasileira de Desporto em Cadeira de Roda (ABRADECAR).
Além disso, os Jogos Regionais classificam os melhores atletas da competição para disputarem o Campeonato Brasileiro. Mais informações sobre a inscrição dos clubes para o evento pelo telefone (61) 3033-5145 ou pelo e-mail [email protected].
Esporte Adaptado · 13 fev, 2004
A primeira prova do Circuito Corpore de Corridas de Rua será realizada no dia 14 de março na capital paulista. Esta competição será feita em comemoração aos 450 anos da cidade de São Paulo. Ao todo os corredores percorrerão 12Km ou 6,5 quilômetros de corrida.
A largada será feita às nove horas da manhã na USP. Além disso, a prova irá valer pontos para o ranking 2004 da Corpore. Para os interessados as inscrições podem ser feitas pela a internet no site www.corpore.org.br e custam R$ 20,00 para associados da Corpore e R$30,00 para não sócios.
Corridas de Rua · 13 fev, 2004
O atleta Mateus Inocêncio conseguiu garantir ontem a vaga para os Jogos Olímpicos de Atenas no atletismo. Ele foi o vencedor da prova de 110 metros com barreiras do Meeting Paulista, em São Paulo, com o tempo de 13:52.
Mateus em 2003 já havia conquistado o índice A necessário para ser pré-qualificado para a Olimpíada. Mas para confirmar a presença nos jogos ele teria que conquistar neste ano o índice B. E ontem ele foi além e conseguiu garantir mais um índice A.
Com esse resultado ele também poderá participar do Mundial Indoor de Budapeste. A competição acontecerá no dia 22 de fevereiro.
Atletismo · 13 fev, 2004
O Presidente da Associação dos Treinadores, Cláudio Castilho, revelou em primeira mão ao WebRun a construção da nova pista de atletismo do Parque do Ibirapuera. Confira
EXCLUSIVO, de São Paulo- Desde o dia 21 de janeiro a prefeitura de São Paulo interditou a Praça do Sino no Parque do Ibirapuera. Este era um local que os corredores do parque utilizavam para fazer treinos de velocidade e tiro numa pista de 1.000 metros, ideal para esse tipo de treinamento.
Mas o projeto do Parque criado por Oscar Nieymeir na década de 50 continha um auditório para espetáculos no local da Praça do Sino. E a prefeitura decidiu começar as obras desse auditório neste ano que o Parque completou 50 anos.
Após a interdição muitos corredores não gostaram dessa atitude da prefeitura inclusive o técnico da assessoria de esporte Saúde e Performance e também Presidente da Associação dos Treinadores, Cláudio Castilho. No primeiro momento, como a maioria dos corredores, fui contra. Mas a Substituição da área e concepção original do parque não era essa de ter uma pista de treino, conta Castilho.
Depois que ele teve acesso ao novo projeto do Parque, Castilho concordou com a interdição do local. E ele revelou que o parque irá construir junto com a prefeitura e iniciativa privada um novo local de treino. Vamos conseguir uma nova área que será construída no local da ciclovia infantil ao lado da Praça do Porquinho, local tradicional de encontro de corredores, conta.
Esta nova pista de atletismo será um circuito de 400 ou 600 metros demarcado. E paralelamente terá dois anéis externos. O piso será de asfalto de polímero que absorve o impacto da pisada. Nós vamos ganhar uma área bem melhor. Agora só falta conversar com outros técnicos e corredores para acertar os últimos detalhes da nova pista. E enquanto não fica pronta eu treino na pista de 3km do parque, finaliza Castilho.
Corridas de Rua · 12 fev, 2004