Foto: Christina Volpe/WebrunMais que uma prova de corrida, a Wings for Life é parte de um grande projeto para fazer o bem, a causa em si é busca para a cura da lesão da medula espinhal. A prova consiste em fugir dos catchers cars, veículos equipados com sensores que, literalmente, perseguem os corredores, como uma grande linha de chegada móvel.
Foto: Christina Volpe/WebrunAs psicólogas Tília Cerqueira e Uiliene Alves, participaram pela segunda vez do evento e já estavam animadas para a próxima edição. É uma prova estimulante onde não se impõem limites, você se inscreve e vai. Os corredores vão se animando mutuamente, afinal corremos por quem não pode, tem um significado especial, diz Uiliene.
Quando o carro passa dá uma adrenalina gigante, você faz até mais do que pode e acaba tendo um resultado diferenciado. Com certeza voltaremos, conta Tília.
Foto: Christina Volpe/WebrunA presença de crianças e adultos cadeirantes era grande e o orgulho por participarem de uma prova dessa, também.
Era o caso dos pais de João Henrique, o pequeno de 8 anos fazia a festa em sua bicicleta. Ele tem paralisia cerebral, devido uma sequela de prematuridade e isso afetou seus membros inferiores. Mesmo assim, hoje ele é muito independente e nosso orgulho. Sabemos a dificuldades e por isso viemos colaborar com o tema, diz a mãe Fernanda Cavalcanti.
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É extremamente importante estarmos em peso no apoio dessa causa nobre. Nós, como família, entendemos esse tipo de movimento e acreditamos que, quanto mais gente participando melhor, assim a causa fica conhecida, explica o pai Hercílio.
Foto: Christina Volpe/WebrunA enfermeira Claudia Batista dos Santos também estava orgulhosa de repetir sua participação na Wings. Ela tem um fundo muito positivo, com a arrecadação da verba.Quando o carro nos alcança é emocionante, as pessoas começar a gritar que vai nos pegar. Ano passado eu corri 10 km e neste ano pretendo ir mais longe.
Foto: Christina Volpe/WebrunEste texto foi escrito por: Christina Volpe