
Giovani dos Santos é o principal brasileiro no field da Corrida da Ponte (foto: Luiz Doro/ adorofoto)
No próximo domingo, dia 19/05, a ponte Rio-Niterói, maior construção desse tipo na América Latina, ficará tomada por corredores profissionais e amadores, que participarão Corrida da Ponte. A prova tem como distância total 21,4 quilômetros, sendo 13 quilômetros (ou a totalidade da extensão da construção) sobre a ponte. Os grandes nomes nacionais são Giovani dos Santos e Giomar Pereira. Entre as mulheres, Marily Pereira brigará contra as africanas.
Elite africana– Quatro quenianos estão confirmados no field da Corrida da Ponte. Desde que voltou a ser disputada em 2011, os brasileiros têm conseguido ser mais rápidos que os africanos.
Para conseguir quebrar essa escrita, Mathew Kiptoo Cheboi, Robert Kiprotich Letting e Abraham Kiplagat são os homens que tentarão impedir Giovani ou Giomar de ocupar o lugar mais alto do pódio. Entre os quenianos, o nome mais conhecido é o de Cheboi, campeão da Meia Maratona de São Paulo, em 2007.
Já entre as mulheres, Dorcas Kiptarus é apontada como a principal favorita de todo o field feminino. Fundista conhecida no Brasil, ela já venceu a Meia Maratona de Foz do Iguaçu, em 2011. No início desse ano, a africana foi a vice-campeã da Meia Maratona de São Paulo.
Confira boletim em áudio sobre a prova, por Patrícia Serrão:
Número de peito– Segundo a organização da corrida, são esperados cerca de 8.000 atletas para a prova de domingo. Assim como a Maratona do Rio de Janeiro, a Corrida da Ponte é outra prova que oferece prêmios em dinheiro para amadores.
De acordo com a organização, essa postura tem como objetivo incentivar o desenvolvimento do esporte no país, proporcionando uma sensação diferenciada para aqueles amadores que conseguem se destacar dentro de cada categoria.
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| Corrida da Ponte terá 21,4 quilômetros de extensão e 8.000 participantes Foto: Divulgação/ Corrida da Ponte |
Porém, a organização da prova muitas vezes encontra dificuldades em entregar esses prêmios pela troca de números de peito que acontecem antes das corridas. Muitas vezes uma pessoa, que está inscrita em certa categoria, não pode mais ir para prova, então ela cede o número para um amigo ou amiga. Isso gera confusão e problemas na hora de conferir os tempos registrados com o atleta que realmente correu, explica Carlos Sampaio, diretor da Maratona do Rio de Janeiro.
Sampaio ressalta que o maior problema não é sobre a premiação, mas sim a segurança dos próprios atletas. Trocar o número de peito ou dá-lo para alguém gera problemas com a seguradora da prova. Se algum acidente acontece, a seguradora não cobrirá os gastos hospitalares daquela pessoa, por exemplo, afirma o diretor.
Estadia diferenciada– A cidade do Rio de Janeiro oferece uma estrutura hoteleira muito ampla, mas um hotel oferece um serviço exclusivo para corredores que vão ao Rio participar de provas.
O Mar Palace tem como um dos diferenciais o horário de check-out até às 18h para corredores, ajudando os atletas a se recuperarem da prova. Fora esse serviço, o hotel ainda disponibiliza uma tenda com treinadores na orla da praia de Copacabana.
Serviço:
Mar Palace Copacabana Hotel
Av. Nossa Senhora de Copacabana, 552 Copacabana, Rio de Janeiro
Tel: (21) 3325-1110/ (21) 3325-1120
Este texto foi escrito por: Renato Aranda
