Congresso técnico auxilia cadeirantes na São Silvestre

Redação Webrun | Corridas de Rua · 03 jan, 2014

Recordando o acidente na São Silvestre de 2012: o cadeirante Israel de Barros, 41, nem tinha passado do primeiro quilômetro de prova quando bateu em um muro no Estádio do Pacaembú. Na corrida de 2013, todos esperavam por medidas de segurança por parte da organização.

Aline Rocha, Fernando Alves (técnico) e Oliverio fazem parte da ARAD. Foto: Ana Gandolfo/ Webrun Aline Rocha, Fernando Alves (técnico) e Oliverio fazem parte da ARAD. Foto: Ana Gandolfo/ Webrun

A paraatleta Aline Rocha, 22, da Associação Regional dos Atletas com Deficiência (ARAD), e representante das mulheres na prova em 2013, destaca o que notou de diferente.

“Não colocaram proteção no muro em que aconteceu o acidente, mas houve um congresso técnico especialmente aos cadeirantes para conscientizar na redução de velocidade”, afirma a atleta que terminou a São Silvestre em uma hora.

As descidas da prova eram muito íngremes e exigiam cuidados dos atletas que desciam em cadeiras de rodas. O congresso técnico aconselhou que a descida fosse feita em 40 quilômetros por hora e que não passasse disso.

O campeão da categoria foi Jaciel Antonio Paulino.

Este texto foi escrito por: Ana Gandolfo

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