Corrida de Obstáculos

Vídeo da Chegada já está disponível para compra no Webrun

Atletismo · 08 jun, 2009

Os atletas que participarem das provas filmadas pela equipe do Webrun já poderão efetuar a compra on-line do Vídeo da Chegada, da mesma forma como é feita a aquisição das fotos. Antes disponíveis apenas para visualização, os momentos finais de determinada competição já podem ser baixados para o computador.

Para ter acesso à ferramenta, basta selecionar na página inicial a opção “Vídeo da Chegada”, escolher o evento desejado e então digitar o número do atleta, o nome, a equipe, ou ainda o tempo bruto. Feito isso, o leitor deverá clicar em cima do nome desejado na lista e então escolher a opção “Baixar Arquivo”, mostrada na tela.

Cada trecho comprado possui 30 segundos e estará disponível no tamanho 852 x 480 pixels, com prazo de entrega de um dia útil no e-mail cadastrado. Os vídeos disponíveis para venda não requerem cadastro no Webrun para serem visualizados, mas para efetivar a compra é necessário preencher um formulário com algumas informações, ou informar login e senha atual de cadastro no site.

O preço promocional de lançamento deste novo serviço é R$ 9,90. Confira a seguir a lista de eventos com vídeos disponíveis até o momento:

  • 25Km Corpore 2009
  • Corrida GRAACC 2009
  • Meia Maratona Corpore 2009
  • Abertura Circuito Corpore 2009
  • SP Classic Zumbi dos Palmares 2008
  • Corrida do Centro Histórico 2008
  • Nike+ Human Race 2008

    Para ver esses eventos clique aqui!

  • Corredor precisa de fortalecimento muscular?

    Quem acha que para correr basta apenas ter fôlego e um belo par de tênis, engana-se! Veja as dicas da nova colunista de Fitness do Webrun, Thais Reis!

    São Paulo -A corrida exige do praticante uma estrutura muscular forte o suficiente para estabilizar todas as articulações envolvidas nesta atividade, em especial a do tornozelo, a do joelho e a do quadril. Além disso, a corrida também exige uma musculatura muito bem fortalecida de toda a região do tronco, desde os músculos que compõem a porção anterior, como os músculos abdominais, e as porções laterais, como os oblíquos externos e internos.

    Também exige força dos músculos da porção posterior, como os músculos dorsais e paravertebrais. Esses músculos são responsáveis pela estabilização do tronco e manutenção de toda a saúde da coluna vertebral e, consequentemente, da boa postura, requisito fundamental para qualquer corredor.

    Dessa forma, podemos considerar o trabalho muscular tão importante quanto o cardiorespiratório no planejamento de um programa de corrida. Um treino de fortalecimento muscular bem estruturado promove um aumento da força muscular, reduz o risco de desenvolver lesões, auxilia na melhora da postura e aprimora a capacidade do corpo de receber a carga imposta pela corrida.

    Mas antes de sair em disparada para a academia, saiba quais são os exercícios que devem receber uma atenção especial:

    Agachamento ou Leg Press: Este é um dos exercícios mais completos na academia por trabalhar com um grande número de articulações e músculos (quadríceps, posterior de coxa e glúteos). Quando trabalhados de forma unilateral, auxiliam na recuperação de possíveis desequilíbrios nos grupos musculares entre cada uma das pernas.

    Cadeira Extensora e Flexora: Tanto a cadeira extensora quanto a cadeira flexora, ou também a mesa flexora, são outros aparelhos muito importantes para o desenvolvimento dos membros inferiores. Primeiro a cadeira extensora, que trabalha principalmente a área do joelho, auxiliando no fortalecimento deste e na estabilização e absorção de todo impacto decorrente da corrida.

    Depois a cadeira ou mesa flexora que trabalha os flexores e as articulações do joelho, auxiliando também no fortalecimento e na prevenção de lesões. Os músculos flexores bem fortalecidos auxiliam na melhora da amplitude da passada na medida em quem aumenta sua capacidade de elevar a perna na fase aérea da corrida.

    Cadeira Adutora e Abdutora: Já as cadeiras adutora e abdutora são muito importantes para manter a estabilidade do joelho e reduzem o risco de lesões desta articulação por diminuir o estresse aplicado nas estruturas que mantêm o joelho estável como os ligamentos e tendões.

    Flexão Plantar (Panturrilha): Essa é uma região de suma importância na vida do corredor, os músculos que a compõem são responsáveis tanto pela absorção do impacto quanto pela força de propulsão anterior do corpo na corrida.

    Abdominais e Lombar: Diversas são as variações para trabalhar a região do tronco na academia, escolha as variações que sejam mais confortáveis para você. O importante é não deixar de treiná-las.

    Todos esses exercícios promovem a melhora da função musculo-esquelética e também do desempenho, sendo assim, treine sempre com cautela e com a orientação de um treinador ou professor de educação física, para que futuramente não venha a sofrer problemas decorrentes dos exercícios feitos de forma incorreta.


    Corredor precisa de fortalecimento muscular?

    Atletismo · 02 jun, 2009

    Quem acha que para correr basta apenas ter fôlego e um belo par de tênis, engana-se! Veja as dicas da nova colunista de Fitness do Webrun, Thais Reis!

    São Paulo -A corrida exige do praticante uma estrutura muscular forte o suficiente para estabilizar todas as articulações envolvidas nesta atividade, em especial a do tornozelo, a do joelho e a do quadril. Além disso, a corrida também exige uma musculatura muito bem fortalecida de toda a região do tronco, desde os músculos que compõem a porção anterior, como os músculos abdominais, e as porções laterais, como os oblíquos externos e internos.

    Também exige força dos músculos da porção posterior, como os músculos dorsais e paravertebrais. Esses músculos são responsáveis pela estabilização do tronco e manutenção de toda a saúde da coluna vertebral e, consequentemente, da boa postura, requisito fundamental para qualquer corredor.

    Dessa forma, podemos considerar o trabalho muscular tão importante quanto o cardiorespiratório no planejamento de um programa de corrida. Um treino de fortalecimento muscular bem estruturado promove um aumento da força muscular, reduz o risco de desenvolver lesões, auxilia na melhora da postura e aprimora a capacidade do corpo de receber a carga imposta pela corrida.

    Mas antes de sair em disparada para a academia, saiba quais são os exercícios que devem receber uma atenção especial:

    Agachamento ou Leg Press: Este é um dos exercícios mais completos na academia por trabalhar com um grande número de articulações e músculos (quadríceps, posterior de coxa e glúteos). Quando trabalhados de forma unilateral, auxiliam na recuperação de possíveis desequilíbrios nos grupos musculares entre cada uma das pernas.

    Cadeira Extensora e Flexora: Tanto a cadeira extensora quanto a cadeira flexora, ou também a mesa flexora, são outros aparelhos muito importantes para o desenvolvimento dos membros inferiores. Primeiro a cadeira extensora, que trabalha principalmente a área do joelho, auxiliando no fortalecimento deste e na estabilização e absorção de todo impacto decorrente da corrida.

    Depois a cadeira ou mesa flexora que trabalha os flexores e as articulações do joelho, auxiliando também no fortalecimento e na prevenção de lesões. Os músculos flexores bem fortalecidos auxiliam na melhora da amplitude da passada na medida em quem aumenta sua capacidade de elevar a perna na fase aérea da corrida.

    Cadeira Adutora e Abdutora: Já as cadeiras adutora e abdutora são muito importantes para manter a estabilidade do joelho e reduzem o risco de lesões desta articulação por diminuir o estresse aplicado nas estruturas que mantêm o joelho estável como os ligamentos e tendões.

    Flexão Plantar (Panturrilha): Essa é uma região de suma importância na vida do corredor, os músculos que a compõem são responsáveis tanto pela absorção do impacto quanto pela força de propulsão anterior do corpo na corrida.

    Abdominais e Lombar: Diversas são as variações para trabalhar a região do tronco na academia, escolha as variações que sejam mais confortáveis para você. O importante é não deixar de treiná-las.

    Todos esses exercícios promovem a melhora da função musculo-esquelética e também do desempenho, sendo assim, treine sempre com cautela e com a orientação de um treinador ou professor de educação física, para que futuramente não venha a sofrer problemas decorrentes dos exercícios feitos de forma incorreta.

    Vitaminas: descubra o que são e para que servem

    As vitaminas são compostos orgânicos da mais alta importância, necessárias ao crescimento, à reparação dos tecidos, ao funcionamento orgânico, essenciais para reações metabólicas específicas no meio celular e vitais para o funcionamento dos órgãos.

    As vitaminas também pertencem a um grupo de nutrientes orgânicos que promovem o bem-estar físico e mental. Por isso devem ser ingeridas diariamente (em quantidades adequadas), através da dieta, pois não são produzidas pelo nosso organismo e elas não possuem calorias. Conheça as principais vitaminas e suas funções mais importantes:

    Vitamina A: possui papel essencial na visão, no crescimento, desenvolvimento e manutenção da pele, nas funções imunológicas e reprodução. As suas principais fontes são: alimentos de origem animal, vegetais folhosos verde-escuros, frutas amarelo-alaranjadas.

    Vitamina D: possui papel fundamental no metabolismo dos ossos, ajudando na prevenção de doenças como raquitismo, osteomalácia e osteoporose. As suas principais fontes são: óleo de fígado de peixe, manteiga, nata, gema de ovo. Entretanto, a exposição modesta à luz solar é suficiente para a maioria das pessoas produzir a sua própria vitamina D.

    Vitamina E: possui papel antioxidante importante, relacionado com prevenção de condições associadas ao estresse oxidativo, tais como envelhecimento, câncer, doença cardiovascular, entre outras. As suas principais fontes são os vegetais, sendo os óleos as fontes mais ricas.

    Vitamina B12: está diretamente relacionada com metabolismo de substâncias que estão envolvidas nos passos fundamentais para o funcionamento normal de todas as células, especialmente para as do trato gastrointestinal, medula óssea e tecido nervoso. Sua deficiência pode levar a alterações neurológicas e também a um tipo específico de anemia denominada megaloblástica.

    As fontes mais ricas da vitamina são: fígado e rim, leite, ovo, peixe, queijos e carnes. É importante ressaltar que pessoas que seguem dieta totalmente vegetariana devem fazer um acompanhamento dos níveis sanguíneos de vitamina B12 e avaliar a necessidade de suplementação, uma vez que ela não estará sendo consumida em sua melhor fonte.

    Vitamina C: ajuda a fortalecer o sistema imunológico, tem função antioxidante assim como a vitamina E, ajuda no processo de absorção do ferro pelo organismo. As suas principais fontes são as frutas ácidas: abacaxi, morango, limão, laranja, maracujá.

    A melhor forma de obter as vitaminas em quantidade ideais é seguir uma alimentação balanceada e comer sempre um prato colorido.


    Vitaminas: descubra o que são e para que servem

    Atletismo · 28 maio, 2009

    As vitaminas são compostos orgânicos da mais alta importância, necessárias ao crescimento, à reparação dos tecidos, ao funcionamento orgânico, essenciais para reações metabólicas específicas no meio celular e vitais para o funcionamento dos órgãos.

    As vitaminas também pertencem a um grupo de nutrientes orgânicos que promovem o bem-estar físico e mental. Por isso devem ser ingeridas diariamente (em quantidades adequadas), através da dieta, pois não são produzidas pelo nosso organismo e elas não possuem calorias. Conheça as principais vitaminas e suas funções mais importantes:

    Vitamina A: possui papel essencial na visão, no crescimento, desenvolvimento e manutenção da pele, nas funções imunológicas e reprodução. As suas principais fontes são: alimentos de origem animal, vegetais folhosos verde-escuros, frutas amarelo-alaranjadas.

    Vitamina D: possui papel fundamental no metabolismo dos ossos, ajudando na prevenção de doenças como raquitismo, osteomalácia e osteoporose. As suas principais fontes são: óleo de fígado de peixe, manteiga, nata, gema de ovo. Entretanto, a exposição modesta à luz solar é suficiente para a maioria das pessoas produzir a sua própria vitamina D.

    Vitamina E: possui papel antioxidante importante, relacionado com prevenção de condições associadas ao estresse oxidativo, tais como envelhecimento, câncer, doença cardiovascular, entre outras. As suas principais fontes são os vegetais, sendo os óleos as fontes mais ricas.

    Vitamina B12: está diretamente relacionada com metabolismo de substâncias que estão envolvidas nos passos fundamentais para o funcionamento normal de todas as células, especialmente para as do trato gastrointestinal, medula óssea e tecido nervoso. Sua deficiência pode levar a alterações neurológicas e também a um tipo específico de anemia denominada megaloblástica.

    As fontes mais ricas da vitamina são: fígado e rim, leite, ovo, peixe, queijos e carnes. É importante ressaltar que pessoas que seguem dieta totalmente vegetariana devem fazer um acompanhamento dos níveis sanguíneos de vitamina B12 e avaliar a necessidade de suplementação, uma vez que ela não estará sendo consumida em sua melhor fonte.

    Vitamina C: ajuda a fortalecer o sistema imunológico, tem função antioxidante assim como a vitamina E, ajuda no processo de absorção do ferro pelo organismo. As suas principais fontes são as frutas ácidas: abacaxi, morango, limão, laranja, maracujá.

    A melhor forma de obter as vitaminas em quantidade ideais é seguir uma alimentação balanceada e comer sempre um prato colorido.

    Sucos podem ser os vilões da dieta

    Um recente estudo feito pela conceituada Johns Hopkins School of Medicine concluiu que a redução da ingestão de bebidas açucaradas (na forma de sucos e refrigerantes) emagrece mais do que cortar parte dos alimentos sólidos da dieta diária. Eles avaliaram por 18 meses 810 adultos com idades entre 25 e 79 anos.

    Nesse estudo foi possível observar que a diminuição de peso foi cinco vezes maior quando houve a redução dos líquidos. Pelo que parece, como já escrevi aqui, temos uma regulação melhor para determinados alimentos. Isso porque, aparentemente, identificamos melhor a quantidade calórica de alimentos sólidos e subestimamos os valores nas bebidas. Ou seja, para nós é mais fácil exagerar na ingestão de líquidos.

    Além disso, o primeiro mecanismo de regulação da nossa saciedade começa na mastigação e é uma das hipóteses para o explicar o porquê de ser mais difícil regular a ingestão de bebidas do que de alimentos sólidos. Ao mastigar e deglutir um alimento são estimuladas regiões no cérebro responsáveis por regular a satisfação.

    Mas faltou ainda por parte dos pesquisadores enfatizar o mecanismo dos líquidos no processo digestivo. Eles não causam a dilatação estomacal pelo mesmo período porque são absorvidos muito mais rapidamente, por isso acabam trazendo uma sensação de saciedade por um período mais curto fazendo com que se reduza o tempo entre as refeições. Além disso, por causa dessa maior velocidade de absorção, os líquidos podem causar picos glicêmicos, que teoricamente aumentaria o processo de armazenamento de gordura como resultado da insulina liberada em nosso sangue.

    As pessoas também devem ter cuidado com a ingestão de sucos (seja industrializados ou naturais) porque eles são na maioria das vezes extremamente calóricos, mais até do que alguns “vilões” como cervejas e refrigerantes. Porém, não quero sugerir que eles devam ser evitados! Quero apenas lembrar que para produzir um copo de suco de laranja, por exemplo, às vezes se utilizam até quatro laranjas com todas as suas calorias, porém, muitas vezes há grande perda de nutrientes e vitaminas, se consumindo muito depois da hora em que o suco for feito.

    Ironicamente, os sucos ganham mais importância na sociedade atual pelo fato das pessoas não consumirem frutas. Os sucos são alternativas práticas e saudáveis para substituir a ingestão das frutas. O problema é quando você está de olho na balança e começa a consumi-lo achando que seria a alternativa mais saudável entre tantas escolhas. Por isso gosto de enfatizar que é sempre melhor optar pela fruta! Mas se o suco for a única opção que você tem, que seja então cuidadoso e não exagere. Leve em consideração o quanto está consumindo a mais com essa escolha!

    Refrigerante - O refrigerante diet/light não deveria ser vilão. É verdade que há muita gente que até hoje não acredita que ele não tenha “zero calorias”, como o anunciado. Mas ele tem praticamente tantas calorias como a água, ou seja, zero!

    A despeito das versões do tipo “cola” que contêm cafeína, o maior problema está mesmo no teor ácido da bebida carbonada. Mas para aqueles que consomem poucos líquidos, o refrigerante não deixa de ser uma alternativa.

    No estudo que tratei aqui, as pessoas consumiam refrigerantes “normais”, mas digo que independente de você querer ou não perder peso, já seria uma alternativa muito melhor se fizesse a troca do normal para as versões light/diet por não conterem açúcar simples. Mas beba sempre com moderação tal qual os sucos!


    Sucos podem ser os vilões da dieta

    Atletismo · 26 maio, 2009

    Um recente estudo feito pela conceituada Johns Hopkins School of Medicine concluiu que a redução da ingestão de bebidas açucaradas (na forma de sucos e refrigerantes) emagrece mais do que cortar parte dos alimentos sólidos da dieta diária. Eles avaliaram por 18 meses 810 adultos com idades entre 25 e 79 anos.

    Nesse estudo foi possível observar que a diminuição de peso foi cinco vezes maior quando houve a redução dos líquidos. Pelo que parece, como já escrevi aqui, temos uma regulação melhor para determinados alimentos. Isso porque, aparentemente, identificamos melhor a quantidade calórica de alimentos sólidos e subestimamos os valores nas bebidas. Ou seja, para nós é mais fácil exagerar na ingestão de líquidos.

    Além disso, o primeiro mecanismo de regulação da nossa saciedade começa na mastigação e é uma das hipóteses para o explicar o porquê de ser mais difícil regular a ingestão de bebidas do que de alimentos sólidos. Ao mastigar e deglutir um alimento são estimuladas regiões no cérebro responsáveis por regular a satisfação.

    Mas faltou ainda por parte dos pesquisadores enfatizar o mecanismo dos líquidos no processo digestivo. Eles não causam a dilatação estomacal pelo mesmo período porque são absorvidos muito mais rapidamente, por isso acabam trazendo uma sensação de saciedade por um período mais curto fazendo com que se reduza o tempo entre as refeições. Além disso, por causa dessa maior velocidade de absorção, os líquidos podem causar picos glicêmicos, que teoricamente aumentaria o processo de armazenamento de gordura como resultado da insulina liberada em nosso sangue.

    As pessoas também devem ter cuidado com a ingestão de sucos (seja industrializados ou naturais) porque eles são na maioria das vezes extremamente calóricos, mais até do que alguns “vilões” como cervejas e refrigerantes. Porém, não quero sugerir que eles devam ser evitados! Quero apenas lembrar que para produzir um copo de suco de laranja, por exemplo, às vezes se utilizam até quatro laranjas com todas as suas calorias, porém, muitas vezes há grande perda de nutrientes e vitaminas, se consumindo muito depois da hora em que o suco for feito.

    Ironicamente, os sucos ganham mais importância na sociedade atual pelo fato das pessoas não consumirem frutas. Os sucos são alternativas práticas e saudáveis para substituir a ingestão das frutas. O problema é quando você está de olho na balança e começa a consumi-lo achando que seria a alternativa mais saudável entre tantas escolhas. Por isso gosto de enfatizar que é sempre melhor optar pela fruta! Mas se o suco for a única opção que você tem, que seja então cuidadoso e não exagere. Leve em consideração o quanto está consumindo a mais com essa escolha!

    Refrigerante - O refrigerante diet/light não deveria ser vilão. É verdade que há muita gente que até hoje não acredita que ele não tenha “zero calorias”, como o anunciado. Mas ele tem praticamente tantas calorias como a água, ou seja, zero!

    A despeito das versões do tipo “cola” que contêm cafeína, o maior problema está mesmo no teor ácido da bebida carbonada. Mas para aqueles que consomem poucos líquidos, o refrigerante não deixa de ser uma alternativa.

    No estudo que tratei aqui, as pessoas consumiam refrigerantes “normais”, mas digo que independente de você querer ou não perder peso, já seria uma alternativa muito melhor se fizesse a troca do normal para as versões light/diet por não conterem açúcar simples. Mas beba sempre com moderação tal qual os sucos!

    Corrida: veja o que usar nos dias mais frios

    Ainda falta um pouco mais de um mês para a chegada do inverno, mas as alterações climáticas já podem ser sentidas. E com o frio e a chuva, os treinos de corrida devem receber atenções redobradas.

    A principal delas é a roupa de treino. Como grande parte dos atletas se exercitam ao ar livre, as roupas devem ser adequadas para espantar o frio e ao mesmo tempo ideais para não deixar o atleta encharcado de suor.

    De acordo com o treinador Aulus Sellmer, o casaco de “fleece” é uma boa opção para os dias mais frios. “Ele tem a função de manter o corpo aquecido, não bloqueia a transpiração, e ao mesmo tempo permite que o corpo respire proporcionando conforto térmico”, conta.

    Já para os dias mais amenos, o casaco corta-vento também é indicado. Mais leve que o fleece, ele vai aquecer o atleta na medida certa. Além disso, quando sentir calor, o casaco pode ser facilmente guardado.

    Também é importante ficar atento na hora de comprar esses produtos. Segundo Sellmer, o atleta deve olhar a gramatura do tecido, que influi diretamente no volume, peso e capacidade de isolamento térmico. "Sempre opte por um modelo leve e bem ventilado que não esquenta quando está treinando, deixando o suor secar e que também possa servir de abrigo no final do exercício”.

    Já para as atividades menos intensas, como a caminhada, é possível usar um modelo com trama mais fechada. “Vale a pena investir neste agasalho que será muito útil para não desistir de treinar quando estiver muito frio”, revela o treinador.

    Motivo a mais para correr no frio - Se mesmo aquecido, o atleta ficar com preguiça de treinar, vale lembrar que no frio as pessoas comem mais e as chances de engordar são maiores.

    “No frio o nosso organismo gasta mais energia para produzir calor e manter a temperatura corporal. Como conseqüência o organismo sinaliza que precisa de mais alimento aumentando a nossa sensação de fome”, conta Sellmer.

    Por isso, opte por uma atividade física para manter a saúde e o peso durante o inverno. Se a preguiça aparecer, troque a corrida ao ar livre pela academia. Só não vale ficar parado.


    Corrida: veja o que usar nos dias mais frios

    Caminhada · 15 maio, 2009

    Ainda falta um pouco mais de um mês para a chegada do inverno, mas as alterações climáticas já podem ser sentidas. E com o frio e a chuva, os treinos de corrida devem receber atenções redobradas.

    A principal delas é a roupa de treino. Como grande parte dos atletas se exercitam ao ar livre, as roupas devem ser adequadas para espantar o frio e ao mesmo tempo ideais para não deixar o atleta encharcado de suor.

    De acordo com o treinador Aulus Sellmer, o casaco de “fleece” é uma boa opção para os dias mais frios. “Ele tem a função de manter o corpo aquecido, não bloqueia a transpiração, e ao mesmo tempo permite que o corpo respire proporcionando conforto térmico”, conta.

    Já para os dias mais amenos, o casaco corta-vento também é indicado. Mais leve que o fleece, ele vai aquecer o atleta na medida certa. Além disso, quando sentir calor, o casaco pode ser facilmente guardado.

    Também é importante ficar atento na hora de comprar esses produtos. Segundo Sellmer, o atleta deve olhar a gramatura do tecido, que influi diretamente no volume, peso e capacidade de isolamento térmico. "Sempre opte por um modelo leve e bem ventilado que não esquenta quando está treinando, deixando o suor secar e que também possa servir de abrigo no final do exercício”.

    Já para as atividades menos intensas, como a caminhada, é possível usar um modelo com trama mais fechada. “Vale a pena investir neste agasalho que será muito útil para não desistir de treinar quando estiver muito frio”, revela o treinador.

    Motivo a mais para correr no frio - Se mesmo aquecido, o atleta ficar com preguiça de treinar, vale lembrar que no frio as pessoas comem mais e as chances de engordar são maiores.

    “No frio o nosso organismo gasta mais energia para produzir calor e manter a temperatura corporal. Como conseqüência o organismo sinaliza que precisa de mais alimento aumentando a nossa sensação de fome”, conta Sellmer.

    Por isso, opte por uma atividade física para manter a saúde e o peso durante o inverno. Se a preguiça aparecer, troque a corrida ao ar livre pela academia. Só não vale ficar parado.

    Ritmo mais acelerado na corrida pode favorecer a perda de peso?

    Caminhada · 06 maio, 2009

    Nome: Ronaldo Carneiro
    Idade: 49 anos
    Dúvida: O ritmo mais acelerado de uma corrida pode favorecer a perda de peso? Como saber o meu ritmo para acelerar a perda de peso?

    Resposta: Olá Ronaldo, há vários estudos que discutem a intensidade do treino e a perda de peso. A maioria defende que se deve trabalhar em intensidades mais baixas e por longa duração, onde você prioriza a queima de gordura, ao passo que nos treinos mais intensos você prioriza a queima de carboidratos, perdendo muitos líquidos, mas não queimando tanta gordura.

    Em ritmo muito acelerado, acima de 85% de sua freqüência cardíaca máxima, você produz lactato em acesso, e ele inibe a queima de gordura. Para saber o ritmo ideal, ou você faz um teste ergoespirométrico, ou aplica a fórmula para achar sua freqüência cardíaca máxima 208,75 - (0,73 x idade) no seu caso 173bpms. Sabendo sua freqüência cardíaca máxima, você priorizará os treinos abaixo de 85% dela, 147 batimentos por minuto, em seu caso.

    Resposta concedida pelo treinador Nelson Evêncio. É pós-graduado em treinamento desportivo (CREF n.o 016048-SP), IAAF Nível 1 - CBAT n.o 525. Sócio-fundador e atual presidente da ATC (Associação de Treinadores de Corrida) e titular da Nelson Evêncio Assessoria Esportiva.

    Neuroma de Morton: a dor no antepé que atinge corredores

    O neuroma dos nervos digitais plantares foi difundido por Thomas G. Morton em 1876, como uma lesão tumoral benigna representada por fibrose do nervo digital plantar.

    A lesão ocorre com maior freqüência entre o terceiro e o quarto ossos metatarsais, e também entre o segundo e terceiro metatarsos, sendo incomum entre o primeiro e o segundo e raro entre o quarto e o quinto (foto 1).

    A maior ocorrência no terceiro espaço ocorre pelo fato de que este é o local mais freqüente da união entre os ramos lateral e medial dos nervos digitais plantares, que ficam engrossados e comprimidos, além da maior mobilidade do quarto metatarso, em relação ao terceiro, o que favorece a ocorrência de microtraumas.

    Devido à predileção pelo sexo feminino, sugere-se que a lesão seja desencadeada pelo uso de sapato de salto alto, onde ocorre um aumento da pressão na cabeça dos metatarsos e conseqüentemente, compressão do nervo, contudo, é sabido que os esportes de impacto, principalmente a corrida também possam desenvolver a lesão.

    Clinicamente, o neuroma desenvolve dor característica no antepé, levando o paciente em certas ocasiões, a retirar o sapato para massagear os dedos, ou simplesmente parar sua atividade (foto 2). A dor irradia-se para trás ou para os dedos, podendo ocorrer fenômenos como formigamento nas áreas inervadas pelos ramos envolvidos. Ocorre também sensação de queimação, que podem ser agravados pelo uso de sapatos inadequados e persistência do impacto.

    Diagnóstico - No exame físico pode ser encontrado o sinal de Mulder, no qual o médico realiza uma compressão do antepé, acompanhada de pressão na face plantar do terceiro espaço intermetatarsal. Quando positivo, ocorre estalido e ressalto doloroso resultante da movimentação do neuroma no espaço entre as cabeças metatársicas que pode ser reduzido com o Teste Kelikian-Ducroquet.

    Radiograficamente, não há imagem sugestiva, sendo a radiografia útil para o diagnóstico de outras patologias que causam metatarsalgia. No ultra-som, a lesão aparece como forma circular ou ovóide, bem definida, localizada próxima à cabeça metatarsal, no espaço intermetatarsal. Lesões menores de cinco milímetros podem ser difíceis de observar ao exame ultrassonográfico.

    A ressonância magnética é um exame de imagem que certamente demonstra o neuroma, suas características e seu tamanho. A imagem é de uma massa bem localizada entre as cabeças metatarsais. O neuroma é hipointenso e está cercado de tecido gorduroso hiperintenso. A hipointensidade do neuroma é atribuída ao tecido fibroso. (foto 3).

    Tratamento - O tratamento inicial do neuroma de Morton é direcionado para a mudança de hábito, quanto ao uso de calçados, dando preferência ao uso de salto menor e bico mais largo, sendo também instituído uso de antiinflamatórios não hormonais e fisioterapia de alongamento da fáscia plantar e flexores dos dedos. Métodos de analgesia e antinflamatórios devem ser associados para auxílio à regressão do processo. Podem ser usadas, como coadjuvante, palmilhas para supressão de carga na região metatarsal acometida, com piloto retrocapital ou com amortecimento das cabeças .

    Também pode ser utilizada injeção de esteróide para produzir alívio da dor e inflamação, a qual pode durar de semanas a meses e quando o tratamento conservador falha, outros métodos podem ser utilizados, incluindo neurólise e finalmente a liberação cirúrgica do ligamento metatarsal transverso para descompressão. O método cirúrgico é a única maneira definitiva de acabar com os sintomas , desde que sejam descartados os diagnósticos diferenciais. A ressecção cirúrgica do neuroma e do segmento envolvido do nervo é o tratamento que conduz aos melhores resultados segundo vários autores, podendo ser realizado por via plantar ou dorsal.

    A vantagem da incisão dorsal, é que a mesma é feita fora da área de carga, além de evitar que o peso corpóreo seja transmitido à superfície plantar das cabeças metatarsais, resultando em uma cicatriz menos dolorosa. Em duas semanas os pontos são retirados e inicia-se a recuperação a caminho de uma vida e corrida sem dor!

    1- Murphey MD, Smith WS, Smith SE, Kransdorf MJ, Temple HT. From the archives
    of the AFIP. Imaging of musculoskeletal neurogenic Tumors: radiologic-pathologic
    correlation. Radiographics 1999; 19:1253-80.

    2- Barroco RS, Apostólico Netto A, Nery CAS. Tratamento do neuroma de Morton pela
    via plantar: avaliação dos resultados cirúrgicos. Rev Bras Ortop 1998; 33:532-6.

    3- Nery CAS. Tornozelo e pé. In: Barros Filho TEP, Lech O. Exame físico em ortopedia.
    2a ed. São Paulo: Sarvier; 2002. p.267-310.

    4- Redd RA, Peters VJ, Emery SF, Branch HM, Rifkin MD. Morton neuroma: sonographic
    evaluation. Radiology 1989; 171:415-7.

    5- Couto P, Osório L, Chambriard C, Menegassi Z, Domingues RC, Miguelotte E et al. Neuroma de Morton: diagnóstico pela ressonância magnética. Rev Bras Ortop 1997; 32:581-2.

    6- Lobato LS, Vilela SA, Fernandes ARC, Turrini E, Natour J. Valor do diagnóstico por
    imagem na avaliação do neuroma de Morton. Rev Bras Reumatol 2001; 41:188- 90.

    7- Rosenberg ZS, Beltran J, Bencardino J. From the RSNA Refresher Courses MR.
    Radiological Society of North America. Imaging of the ankle and foot. Radiographics
    2000; 20:S153-79.

    8- Ashman CJ, Klecker RJ, Yu JS. Forefoot pain involving the metatarsal region: differential
    diagnosis with MR imaging. Radiographics 2001; 21:1425-40.

    9- Wu KK. Morton neuroma and metatarsalgia.Curr Opin Rheumatol 2000; 12: 131- 42.

    10- Erickson SJ, Canali PB, Carrera GF, Johnson JE, Shereff MJ, Gould JS et al. Interdigital (Morton) Neuroma: High-resolution MR Imaging with a solenoid coil. Radiology 1991; 181:833-6.

    11- Johnson JE, Johnson KA, Unni KK. Persistent pain after excision of an interdigital
    neuroma. Results of reoperation. J Bone Joint Surg Am 1988; 70: 651-7.

    12- Zanetti M, Strehle JK, Zollinger H, Hodler J. Morton neuroma and fluid in the intermetatarsal bursae on MR images of 70 asymptomatic volunteers. Radiology 1997; 203:516-20.

    13 Terk MR, Kwong PK, Suthar M, Horvath BC, Colletti PM. Morton neuroma: evaluation
    with MR Imaging performed with contrast enhancement and fat suppression. Radiology 1993; 189:239-41.

    14- Llauger J, Palmer J, Monill JM Franquet T, Bague S, Roson N. MR Imaging of benign
    soft-tissue masses of the foot and ankle. Radiographics 1998; 18:1481- 98.

    15- Weishaupt D, Treiber K, Kundert HP, Zollinger H, Vienne P, Hodler J. Morton neuroma:
    MR Imaging in prone, supine and upright weight-bearing body positions. Radiology 2003; 226:849-56.


    Neuroma de Morton: a dor no antepé que atinge corredores

    Atletismo · 04 maio, 2009

    O neuroma dos nervos digitais plantares foi difundido por Thomas G. Morton em 1876, como uma lesão tumoral benigna representada por fibrose do nervo digital plantar.

    A lesão ocorre com maior freqüência entre o terceiro e o quarto ossos metatarsais, e também entre o segundo e terceiro metatarsos, sendo incomum entre o primeiro e o segundo e raro entre o quarto e o quinto (foto 1).

    A maior ocorrência no terceiro espaço ocorre pelo fato de que este é o local mais freqüente da união entre os ramos lateral e medial dos nervos digitais plantares, que ficam engrossados e comprimidos, além da maior mobilidade do quarto metatarso, em relação ao terceiro, o que favorece a ocorrência de microtraumas.

    Devido à predileção pelo sexo feminino, sugere-se que a lesão seja desencadeada pelo uso de sapato de salto alto, onde ocorre um aumento da pressão na cabeça dos metatarsos e conseqüentemente, compressão do nervo, contudo, é sabido que os esportes de impacto, principalmente a corrida também possam desenvolver a lesão.

    Clinicamente, o neuroma desenvolve dor característica no antepé, levando o paciente em certas ocasiões, a retirar o sapato para massagear os dedos, ou simplesmente parar sua atividade (foto 2). A dor irradia-se para trás ou para os dedos, podendo ocorrer fenômenos como formigamento nas áreas inervadas pelos ramos envolvidos. Ocorre também sensação de queimação, que podem ser agravados pelo uso de sapatos inadequados e persistência do impacto.

    Diagnóstico - No exame físico pode ser encontrado o sinal de Mulder, no qual o médico realiza uma compressão do antepé, acompanhada de pressão na face plantar do terceiro espaço intermetatarsal. Quando positivo, ocorre estalido e ressalto doloroso resultante da movimentação do neuroma no espaço entre as cabeças metatársicas que pode ser reduzido com o Teste Kelikian-Ducroquet.

    Radiograficamente, não há imagem sugestiva, sendo a radiografia útil para o diagnóstico de outras patologias que causam metatarsalgia. No ultra-som, a lesão aparece como forma circular ou ovóide, bem definida, localizada próxima à cabeça metatarsal, no espaço intermetatarsal. Lesões menores de cinco milímetros podem ser difíceis de observar ao exame ultrassonográfico.

    A ressonância magnética é um exame de imagem que certamente demonstra o neuroma, suas características e seu tamanho. A imagem é de uma massa bem localizada entre as cabeças metatarsais. O neuroma é hipointenso e está cercado de tecido gorduroso hiperintenso. A hipointensidade do neuroma é atribuída ao tecido fibroso. (foto 3).

    Tratamento - O tratamento inicial do neuroma de Morton é direcionado para a mudança de hábito, quanto ao uso de calçados, dando preferência ao uso de salto menor e bico mais largo, sendo também instituído uso de antiinflamatórios não hormonais e fisioterapia de alongamento da fáscia plantar e flexores dos dedos. Métodos de analgesia e antinflamatórios devem ser associados para auxílio à regressão do processo. Podem ser usadas, como coadjuvante, palmilhas para supressão de carga na região metatarsal acometida, com piloto retrocapital ou com amortecimento das cabeças .

    Também pode ser utilizada injeção de esteróide para produzir alívio da dor e inflamação, a qual pode durar de semanas a meses e quando o tratamento conservador falha, outros métodos podem ser utilizados, incluindo neurólise e finalmente a liberação cirúrgica do ligamento metatarsal transverso para descompressão. O método cirúrgico é a única maneira definitiva de acabar com os sintomas , desde que sejam descartados os diagnósticos diferenciais. A ressecção cirúrgica do neuroma e do segmento envolvido do nervo é o tratamento que conduz aos melhores resultados segundo vários autores, podendo ser realizado por via plantar ou dorsal.

    A vantagem da incisão dorsal, é que a mesma é feita fora da área de carga, além de evitar que o peso corpóreo seja transmitido à superfície plantar das cabeças metatarsais, resultando em uma cicatriz menos dolorosa. Em duas semanas os pontos são retirados e inicia-se a recuperação a caminho de uma vida e corrida sem dor!

    1- Murphey MD, Smith WS, Smith SE, Kransdorf MJ, Temple HT. From the archives
    of the AFIP. Imaging of musculoskeletal neurogenic Tumors: radiologic-pathologic
    correlation. Radiographics 1999; 19:1253-80.

    2- Barroco RS, Apostólico Netto A, Nery CAS. Tratamento do neuroma de Morton pela
    via plantar: avaliação dos resultados cirúrgicos. Rev Bras Ortop 1998; 33:532-6.

    3- Nery CAS. Tornozelo e pé. In: Barros Filho TEP, Lech O. Exame físico em ortopedia.
    2a ed. São Paulo: Sarvier; 2002. p.267-310.

    4- Redd RA, Peters VJ, Emery SF, Branch HM, Rifkin MD. Morton neuroma: sonographic
    evaluation. Radiology 1989; 171:415-7.

    5- Couto P, Osório L, Chambriard C, Menegassi Z, Domingues RC, Miguelotte E et al. Neuroma de Morton: diagnóstico pela ressonância magnética. Rev Bras Ortop 1997; 32:581-2.

    6- Lobato LS, Vilela SA, Fernandes ARC, Turrini E, Natour J. Valor do diagnóstico por
    imagem na avaliação do neuroma de Morton. Rev Bras Reumatol 2001; 41:188- 90.

    7- Rosenberg ZS, Beltran J, Bencardino J. From the RSNA Refresher Courses MR.
    Radiological Society of North America. Imaging of the ankle and foot. Radiographics
    2000; 20:S153-79.

    8- Ashman CJ, Klecker RJ, Yu JS. Forefoot pain involving the metatarsal region: differential
    diagnosis with MR imaging. Radiographics 2001; 21:1425-40.

    9- Wu KK. Morton neuroma and metatarsalgia.Curr Opin Rheumatol 2000; 12: 131- 42.

    10- Erickson SJ, Canali PB, Carrera GF, Johnson JE, Shereff MJ, Gould JS et al. Interdigital (Morton) Neuroma: High-resolution MR Imaging with a solenoid coil. Radiology 1991; 181:833-6.

    11- Johnson JE, Johnson KA, Unni KK. Persistent pain after excision of an interdigital
    neuroma. Results of reoperation. J Bone Joint Surg Am 1988; 70: 651-7.

    12- Zanetti M, Strehle JK, Zollinger H, Hodler J. Morton neuroma and fluid in the intermetatarsal bursae on MR images of 70 asymptomatic volunteers. Radiology 1997; 203:516-20.

    13 Terk MR, Kwong PK, Suthar M, Horvath BC, Colletti PM. Morton neuroma: evaluation
    with MR Imaging performed with contrast enhancement and fat suppression. Radiology 1993; 189:239-41.

    14- Llauger J, Palmer J, Monill JM Franquet T, Bague S, Roson N. MR Imaging of benign
    soft-tissue masses of the foot and ankle. Radiographics 1998; 18:1481- 98.

    15- Weishaupt D, Treiber K, Kundert HP, Zollinger H, Vienne P, Hodler J. Morton neuroma:
    MR Imaging in prone, supine and upright weight-bearing body positions. Radiology 2003; 226:849-56.

    Qual é a validade de uma avaliação médica?

    Atletismo · 30 abr, 2009

    Nome: Karl Pinheyro
    Idade: 34 anos
    Dúvida: Gostaria de saber qual a validade de uma avaliação médica para a prática esportiva (amadores), e se há diferenciação para determinados esportes?

    Resposta: Em geral anual, mas para esportes de alta intensidade (triathlon, maratona etc.) semestral e na condição de ter alguma doença (por exemplo, hipertensão, diabete, sopros benignos) recomendamos avaliação médica a cada 3 ou 4 meses. Mas o exame de ergometria tem validade anual, para pessoas normais.

    Resposta concedida pelo Dr. Nabil Ghorayeb. Especialista em Cardiologia e em Medicina do Esporte. É chefe da seção médica de cardiologia do exercício e esporte do Instituto Dante Pazzanese e coordenador clínico do Sport Check-up do Hospital do Coração.

    Como deve ser o atestado médico para a prática esportiva?

    Atualmente um dos atos mais solicitados no nosso dia-a-dia médico é o “atestado para fitness” que muitas vezes é feito sem padronização alguma e, às vezes, com imprecisões que podem representar problemas futuros para o médico. É o caso de um recente atestado que libera o paciente “para atividades, mas evitando esforço físico” (sic), o que, no mínimo, é contraditório, outro é o que a grande maioria dos médicos atesta: que está APTO para a pratica de atividade física (qual seria essa aptidão spinning, musculação?).

    Segundo o conselheiro do CREMESP e cardiologista Dr. Renato Azevedo “o atestado médico é documento importante tanto para o paciente que o recebe quanto para o médico que o emite, sendo ato médico exclusivo". O Código de Ética Médica reserva todo um capítulo para normatização da emissão de boletins e atestados, com oito artigos.

    O Cap. X veda ao médico fornecer atestado sem ter praticado o ato profissional que o justifique, ou que não corresponda à verdade (art. 110); expedir boletim médico falso ou tendencioso (art.116); deixar de atestar atos executados no exercício profissional, quando solicitado pelo paciente ou seu responsável legal; e considera, ainda, que o atestado médico é parte integrante do ato médico, sendo o seu fornecimento direito do paciente (art.112).

    Quando solicitados e autorizados pelo paciente, temos o dever de fornecer atestado com a expressão fiel da consulta clínica (anamnese, exame físico e exames subsidiários) que forem necessários. A solicitação de atestado de liberação para atividade física pelo cardiologista é hoje muito frequente. A necessidade de comprovar a inexistência de doenças que possam causar morte súbita relacionada ao exercício implica a avaliação de todas as pessoas praticantes de atividades físicas, competitivas ou não.

    Pela diretriz da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, e várias manifestações abalizadas em Congressos de Cardiologia, essa avaliação deve conter anamnese precisa, exame físico minucioso, com ênfase para o aparelho cardiovascular, e de exames complementares como o eletrocardiograma e o teste ergométrico, este recomendado para homens acima de 35 e mulheres acima de 45 anos.

    Sem dúvida, devemos alertar que, pelo código do consumidor e dependendo da interpretação judicial, uma morte em academia ou exercícios sob orientação de assessoria esportiva tem a responsabilidades do proprietário, do executor dos exercícios e do médico que atestou a liberação. No atestado, o médico deve deixar claro se o paciente não tem contraindicações para atividade física, qual o tipo de exercício adequado, se a atividade deve ser feita sob prescrição ou acompanhamento médico ou se está proibido de praticar exercícios. É recomendável também informar as limitações clínicas existentes e determinar a frequência cardíaca mínima e máxima no exercício.

    Assim, o médico informa e orienta paciente e treinador de forma correta, do ponto de vista técnico e ético, sobre a capacidade e as limitações para atividade física.


    Como deve ser o atestado médico para a prática esportiva?

    Atletismo · 22 abr, 2009

    Atualmente um dos atos mais solicitados no nosso dia-a-dia médico é o “atestado para fitness” que muitas vezes é feito sem padronização alguma e, às vezes, com imprecisões que podem representar problemas futuros para o médico. É o caso de um recente atestado que libera o paciente “para atividades, mas evitando esforço físico” (sic), o que, no mínimo, é contraditório, outro é o que a grande maioria dos médicos atesta: que está APTO para a pratica de atividade física (qual seria essa aptidão spinning, musculação?).

    Segundo o conselheiro do CREMESP e cardiologista Dr. Renato Azevedo “o atestado médico é documento importante tanto para o paciente que o recebe quanto para o médico que o emite, sendo ato médico exclusivo". O Código de Ética Médica reserva todo um capítulo para normatização da emissão de boletins e atestados, com oito artigos.

    O Cap. X veda ao médico fornecer atestado sem ter praticado o ato profissional que o justifique, ou que não corresponda à verdade (art. 110); expedir boletim médico falso ou tendencioso (art.116); deixar de atestar atos executados no exercício profissional, quando solicitado pelo paciente ou seu responsável legal; e considera, ainda, que o atestado médico é parte integrante do ato médico, sendo o seu fornecimento direito do paciente (art.112).

    Quando solicitados e autorizados pelo paciente, temos o dever de fornecer atestado com a expressão fiel da consulta clínica (anamnese, exame físico e exames subsidiários) que forem necessários. A solicitação de atestado de liberação para atividade física pelo cardiologista é hoje muito frequente. A necessidade de comprovar a inexistência de doenças que possam causar morte súbita relacionada ao exercício implica a avaliação de todas as pessoas praticantes de atividades físicas, competitivas ou não.

    Pela diretriz da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, e várias manifestações abalizadas em Congressos de Cardiologia, essa avaliação deve conter anamnese precisa, exame físico minucioso, com ênfase para o aparelho cardiovascular, e de exames complementares como o eletrocardiograma e o teste ergométrico, este recomendado para homens acima de 35 e mulheres acima de 45 anos.

    Sem dúvida, devemos alertar que, pelo código do consumidor e dependendo da interpretação judicial, uma morte em academia ou exercícios sob orientação de assessoria esportiva tem a responsabilidades do proprietário, do executor dos exercícios e do médico que atestou a liberação. No atestado, o médico deve deixar claro se o paciente não tem contraindicações para atividade física, qual o tipo de exercício adequado, se a atividade deve ser feita sob prescrição ou acompanhamento médico ou se está proibido de praticar exercícios. É recomendável também informar as limitações clínicas existentes e determinar a frequência cardíaca mínima e máxima no exercício.

    Assim, o médico informa e orienta paciente e treinador de forma correta, do ponto de vista técnico e ético, sobre a capacidade e as limitações para atividade física.

    Altitude x Atividade Física como conciliar?

    Muitas vezes temos que viajar para lugares com altitude elevada. Como conciliar os treinos com essas viagens? Até porque algumas pessoas sentem mais os efeitos da altitude do que outras.

    Acima de aproximadamente 1600m de altitude alguns indivíduos já podem começar a sentir os efeitos da altitude sobre o organismo, como dor de cabeça e vertigem. Acima de 2500m estes efeitos já se tornam mais latentes.

    Mas a maioria dos sintomas aparece a partir dos 3000m de altitude como insônia, náusea, vômito, visão turva, prisão de ventre, débito urinário deprimido (indivíduo faz pouco “xixi”), desconforto pulmonar, além de fraqueza generalizada. Para os efeitos da altitude, a diferença entre homens e mulheres é praticamente inexistente.

    Diante de todos esse possíveis sintomas, a prática de exercícios deve acontecer conforme a sensação de bem-estar da pessoa. De que adianta querer treinar se a cabeça dói em demasia?

    Por outro lado, se o indivíduo estiver bem disposto, e quiser fazer sua corrida diária, não há problema algum. Só vale lembrar que na altitude seu rendimento cai. E quanto mais alto estiver, maior é esta queda. Portanto, deixe o treino intenso pra quando voltar pra casa.

    Uma dica interessante é se alimentar com uma dieta rica em carboidratos e pobre em gordura e sal. Essa alimentação irá diminuir os efeitos da altitude. Outra coisa bastante importante é ter sempre à mão uma garrafinha de água para não ficar desidratado e sentir menos sintomas!


    Altitude x Atividade Física como conciliar?

    Corrida de Obstáculos · 21 abr, 2009

    Muitas vezes temos que viajar para lugares com altitude elevada. Como conciliar os treinos com essas viagens? Até porque algumas pessoas sentem mais os efeitos da altitude do que outras.

    Acima de aproximadamente 1600m de altitude alguns indivíduos já podem começar a sentir os efeitos da altitude sobre o organismo, como dor de cabeça e vertigem. Acima de 2500m estes efeitos já se tornam mais latentes.

    Mas a maioria dos sintomas aparece a partir dos 3000m de altitude como insônia, náusea, vômito, visão turva, prisão de ventre, débito urinário deprimido (indivíduo faz pouco “xixi”), desconforto pulmonar, além de fraqueza generalizada. Para os efeitos da altitude, a diferença entre homens e mulheres é praticamente inexistente.

    Diante de todos esse possíveis sintomas, a prática de exercícios deve acontecer conforme a sensação de bem-estar da pessoa. De que adianta querer treinar se a cabeça dói em demasia?

    Por outro lado, se o indivíduo estiver bem disposto, e quiser fazer sua corrida diária, não há problema algum. Só vale lembrar que na altitude seu rendimento cai. E quanto mais alto estiver, maior é esta queda. Portanto, deixe o treino intenso pra quando voltar pra casa.

    Uma dica interessante é se alimentar com uma dieta rica em carboidratos e pobre em gordura e sal. Essa alimentação irá diminuir os efeitos da altitude. Outra coisa bastante importante é ter sempre à mão uma garrafinha de água para não ficar desidratado e sentir menos sintomas!