#correndosemdor: já ouviu falar na avaliação de bioimpedância e FMS?

1kdecada | · 22 jan, 2019

Oie corredores, tudo bem com vocês?

Desculpem o atraso do último vídeo, tive alguns problemas na hora de publicar o conteúdo mas agora vai. Primeiro, vamos conferir um pouco do vídeo sobre a avaliação de bioimpedância e FMS 🙂

Essa foi uma das avaliações que fiz no Instituto Reaction, o preparador físico Gustavo Jorge fez todo o procedimento que vocês viram no vídeo e agora vou contar um pouco para vocês 🙂

Avaliações com o preparador físico

Começamos com a pesagem, afinal para correr bem é preciso estar leve. Não sei se vocês sabem, mas o sobrepeso (que tenho) pode ser um agente de piora para a condromalácia, então é necessário controlar isso, para o Gustavo é ainda mais importante ficar de olho na porcentagem de gordura!

O peso ficou em 62.6 e porcentagem de gordura de 29%, o Gustavo disse para diminuirmos 10% desse valor e o peso terá uma redução automática. Para descobrir essa informações usamos o exame de bioimpedância que analisa a composição corporal, ele indica aproximadamente a quantidade de músculo, osso e gordura (é aquela balança que aparece no início do vídeo).

Para medir o percentual de gordura fizemos o exame de dobras cutâneas (esse que ele fica me dando vários belisquinhos com o aparelho). É utilizado uma espécie de compasso e ele faz a estimativa da proporção de gordura em relação ao peso corporal, bem como comparar cada dobra com a sua espessura na reavaliação.

FMS – Functional Movement Systems

Para mim essa foi uma das avaliações mais interessantes. O FMS é um sistema de triagem que possibilita avaliar os padrões de movimento funcionais de um indivíduo. Qualquer um pode fazer, não importa a idade, mas ele é importante especialmente para aqueles que desejam melhorar o desempenho físico e prevenir lesões.

Foi desenvolvida em 1997 por Gray Cook (Fisioteraputa) e pelo Lee Burton (Preparador Físico), desde então seu aprimoramento foi constante até chegarmos no protocolo utilizado hoje.

Avaliam-se 7 movimentos (agachamento profundo, passo por cima da barreira, avanço em linha reta, mobilidade do ombro, elevação da perna estendida, estabilidade do tronco e estabilidade de rotação) através de um ranking onde são utilizadas notas de 0 a 3.

0 – é para dor mesmo que o movimento seja perfeito;

1 – é o movimento totalmente compensado;

2 – é o movimento parcialmente compensado;

3 – é o movimento perfeito.

A filosofia do FMS está pautada no conceito de que o corpo inteiro deve estar funcionando corretamente a fim de maximizar o desempenho do indivíduo. O resultado vem junto com ferramentas simples e muito eficazes para identificar e aperfeiçoar padrões pobres ou compensatórios.

Minha nota final foi 16 e à partir disso teremos exercícios importantes para a melhora no índice.

Avaliação com o cardiologista

Teve teste ergométrico, também conhecido como teste de esforço, com o cardiologista Ricardo Contesini. Ele é feito para saber como anda a saúde do coração, comecei caminhando e logo depois passei a correr em uma velocidade maior com a esteira inclinada.

O Ricardo colocou vários eletrodos no meu corpo e são eles que mostram como eu reajo ao movimento. Suei viu? Mas no fim foi ótimo e deu tudo certo, resultado ótimo e assim que receber meu Vo2 máximo (capacidade aeróbica máxima de um indivíduo) falo pra vocês.

E aí, o que vocês estão achando da série? Querem mais informações sobre o tratamento, o que vocês querem saber?

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Chris Volpe é santista, triatleta, corredora e faladeira - não necessariamente nessa ordem: "Se pudesse faria todos os esportes ao mesmo tempo, enquanto isso não é possível vou fazendo um de cada vez". Passou por veículos como Webrun, Sua Corrida e WRun, além de participar e cobrir de diversos eventos do mundo running. No Instagram: @volpechriss