Comer alimentos orgânicos realmente faz a diferença?

Redação Webrun | Corridas de Rua · 01 jun, 2017

Feitos apenas com matéria prima ecologicamente correta, a produção de alimentos orgânicos no Brasil cresce cerca de 30% ao ano, a justificativa é o aumento do público que busca uma forma sustentável e saudável de viver. Além disso, a divulgação sobre o perigo dos agrotóxicos e os efeitos já vistos em pessoas que os ingeriram por anos, estão cada vez mais nítidas, afinal eles possuem produtos fortíssimos usados para matar pragas e pestes.

As opções orgânicas são mais completas nutricionalmente e têm sabor e aromas mais intensos, já que não existem produtos químicos que alterem isso. Também possuem mais ferro, selênio e potássio do que os convencionais.

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O cultivo da alimentação saudável e orgânica gera diversos benefícios como, por exemplo, evitar a erosão do solo já que as técnicas utilizadas como rotação de cultura, plantio consorciado, compostagem entre outros, mantém o solo mais fértil e produtivo por anos. A qualidade da água também fica protegida, já que os agrotóxicos atravessam o solo, alcançando os lençóis dágua, poluindo assim lagos e rios.

Foto: seralex/Fotolia Foto: seralex/Fotolia

A única desvantagem dos orgânicos é o preço em relação aos convencionais, afinal são produzidos em mais tempo, menor escala e os custos de produção são maiores. Porém, fique atento já que para saber se o produto é realmente de origem orgânica é necessário possuir o selo brasileiro determinado pela Lei dos Orgânicos ou através de uma declaração do produtor orgânico familiar.

Alimentos com maior nível de agrotóxico
1. Pimentão – 92%
2. Morango – 64%
3. Pepino – 58%
4. Alface – 54%
5. Abacaxi – 33%

Este texto foi escrito por: Christina Volpe

Redação Webrun

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